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Esta carta pertence ao envelope CP 13309, juntamente com CP 13310 a CP 13331. Este documento estava originalmente na “Caixa 18”, que contém CP 13256 a CP 13368.
Esta carta pertence ao envelope CP 13309, juntamente com CP 13310 a CP 13331. Este documento estava originalmente na “Caixa 18”, que contém CP 13256 a CP 13368.
Esta carta pertence ao envelope CP 13309, juntamente com CP 13310 a CP 13331. Este documento estava originalmente na “Caixa 18”, que contém CP 13256 a CP 13368.
Esta carta pertence ao envelope CP 13309, juntamente com CP 13310 a CP 13331. Este documento estava originalmente na “Caixa 18”, que contém CP 13256 a CP 13368.
Esta carta pertence ao envelope CP 13309, juntamente com CP 13310 a CP 13331. Este documento estava originalmente na “Caixa 18”, que contém CP 13256 a CP 13368.
Esta carta pertence ao envelope CP 13309, juntamente com CP 13310 a CP 13331. Este documento estava originalmente na “Caixa 18”, que contém CP 13256 a CP 13368.
Esta carta pertence ao envelope CP 13309, juntamente com CP 13310 a CP 13331. Este documento estava originalmente na “Caixa 18”, que contém CP 13256 a CP 13368.
Esta carta pertence ao envelope CP 13309, juntamente com CP 13310 a CP 13331. Este documento estava originalmente na “Caixa 18”, que contém CP 13256 a CP 13368.
Fotografia de um amigo colada num cartão de "F.G. Marques, Braga". No verso tem dedicatória e nota manuscrita.
Recorte de jornal. Documento que está na capa junto com CP 8581 a CP 8614.
Manuscrito, original, sem capa.
Manuscrito, original, sem capa.
Reprodução de postais em papel de fotografia e fotocópias em papel: Monumento aos Mortos da Grande Guerra (269, 270); Paços do Concelho (271); Um aspecto da feira semanal (272); Rua Adriano Pinto Basto (273); Campo Mouzinho de Albuquerque (274); Rua 5 de Outubro (275); Vista Geral (276); S. Miguel de Siede - Museu de Camilo C. Branco (277).
Escola - Nine Cargo - Professor Vínculo - Temporário Naturalidade - Bente Data de posse - 1891-12-15
No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “Em casa, Lisboa, 31/7/1951”.
Solicita a proteção de [António de Araújo de Azevedo], para alcançar um emprego visto que se encontra numa situação de extrema necessidade juntamente com sua mulher e filhos.
Informa que enviou no dia 3 deste mês uma carta e dois volumes de bergina e barros para que [o Conde da Barca] os avalie e lhe transmita o resultado para que depois o autor possa efetuar as remessas. Informa que tem preparadas remessas de "novas couzas" utilissimas para o Estado,comércio e povos e que as mesmas deverão sair nas próximas embarcações que se dirigem para a Corte. Refere à criação de uma olaria, ao engenho de fiação. Solicita a proteção do destinatário para alcançar o privilégio exclusivo de fabricar velas de sebo para o Arsenal e Naus reais, durante os próximos cinco anos. Comunica que tem insistido junto do [8.º] Conde dos Arcos [D. Marcos de Noronha e Brito], [Governador da Baía], para que este crie um Jardim Botânico que depois poderá exportar para essa Corte [do Rio de Janeiro] ou para Lisboa.
Remete a cópia de um plano para o estabelecimento de um banco em Lisboa, defendendo as vantagens da existência de uma instituição desta natureza na capital portuguesa.
Requer autorização para estabelecer um banco, público ou privado, em Lisboa.
Tendo tomado conhecimento da feliz chegada de António de Araújo de Azevedo, Min. dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, ao "Imperio do Brazil", só agora lhe é possível enviar as felicitações em virturde de as comunicações com a Inglaterra terem estado interrompidas. Esta foi uma situação que causou também um atraso na receção nas determinações de S.A.R. relativas à admissão de navios e negociantes estrangeiros nos portos do Brasil. Refere-se a seu navio carregado de panos que está retido no Rio Eider e para o qual a Corte da Dinamarca só cede um passaporte em condições inaceitáveis. Refere-se à falta de catorze correios de Espanha e de Portugal. Fala na expectativa em que se encontram perante a possibilidade de abertura de comércio livre com o Brasil, tendo mesmo as Casas Hope & Cia., de Amsterdão, Baring Brothers, de Londres, e outras enviado um agente comercial para o Rio de Janeiro chamado [Gustavo] Kieckhoefer, o qual já declarara bancarrota em Lisboa. Refere-se à concessão do contrato de pau Brasil. Pede ao destinatário que proteja o seu filho Pedro Gabe [de Massarelos] que vai ao Rio de Janeiro para tratar de assuntos de sua casa e solicitar o emprego de Cônsul Geral de Portugal em Hamburgo. Na última página está anotado o endereço do destinatário no Rio de Janeiro.
O autor, Consul Geral de Portugal em Génova, transcreve a carta que enviou, em 24 de Agosto de 1814, a António de Araújo de Azevedo, Conselheiro de Estado e Ministro da Marinha e do Ultramar no Rio de Janeiro, onde informava da vitória do exército inglês sobre Napoleão, restituíndo novamente a Génova a qualidade de républica; dos ofícios que enviou para Lisboa em 21 e 29 de Abril de 1814, julgando que António de Araújo ainda era o Ministro dos Negócios Estrangeiros; que só com o regresso do Rei da Sardenha é que soube de notícias de Lisboa por Rodrigo Navarro de Andrade, que acompanhou o primeiro na qualidade de encarregado de negócios de Portugal; felicitava o destinatário por ter sido nomeado Ministro da marinha e do Ultramar; pedia protecção para receber o quantitativo das três listas de despesas referentes ao ano de 1807 e que estavam a cargo da Real Fazenda, porque neste período era António de Araújo o responsável. Em 3 de Julho de 1815, o A. pede o amparo do destinatário para receber o pagamento das três listas que estão a cargo da Real Fazenda. Informa que a Républica de Génova, com o Congresso de Viena, foi abolida tendo passado a Ducado ficando sob domínio do Rei da Sardenha, a quem foi no passado mês de Fevereiro apresentar os seus cumprimentos. Informa que recebeua surpreendente notícia da completa vitória dos Aliados sobre Napoleão Bonaparte, nos dias 17 e 18 de Junho último, e que o mesmo viu-se obrigado a fugir para Paris, mas que ainda não foi destituído. Dizem que abdicou do Império a favor de napoleão II, seu fliho.
Agradece a carta que António de Araújo de Azevedo, Enviado Extraordinário em Haia, lhe dirigiu em 27 de Julho. Remete uma carta que lhe dirigiu D. Domingos de Sousa Coutinho que está presentemente em Liorne. Tendo feito diligências junto de alguns livreiros desta cidade, remete ao destinatário uma nota contendo as melhores edições das traduções italianas dos poetas latinos, ficando a aguardar um eventual pedido do destinatário. Assegura que os maços e cartas que o destinatário remete para a Corte tiveram o seu seguimento com o correio que todas as semanas parte com o paquete de guerra para Barcelona.
Agradece as cartas que António de Araújo, Ministro Plenipotenciário em Haia, lhe enviou em 11 e em 26 de Janeiro e prontifica-se para executar os seus pedidos. Informa que os maços e cartas que vinham inclusas e que eram dirigidas à Corte seguiram no régio paquete ?Both?, correio de Espanha pela via de Barcelona, mas que agora tem existido dificuldades devido ao mau tempo e vento contrário que já provocaram a falta de seis correios. Transcreve os preços dos livros que António de Araújo lhe tinha solicitado e prontifica-se para se encarregar da compra e do envio dos escolhidos. Em P.s. informa que na sequência da advertência do destinatário, já começou a lançar na lista da secretaria, o porte das cartas. Agradece o aviso a seu favor junto de Luís Pinto.
Diz que pelo Correio de Espanha recebeu uma carta e um ofício do secretário de Estado Luís Pinto de Sousa dirigidos a António de Araújo, Ministro Plenipotenciário em Haia, pedindo que acuse a sua receção. Como os "Negocios pela via de terra vao tomando milhor regulamento" espera poder, em breve, expedir a encomenda de livros.
Informa que recebeu ordens de Luís Pinto de Sousa e que pensava que António de Araújo de Azevedo já não se encontrava nos Estados da República.
Refere-se a uma flor designada bombax pentandrum de lin.
Pagamento efetuado por Tomás Vicente.
Tomás Vicente paga 130 mil reis por dois cascos de aguardente de prova de escada.
Pagamentos efetuados por José Joaquim e Tomás Vicente Cabeças.
Parecer para o Ministério da Justiça
Parecer para o Ministério da Guerra
Parecer para o Ministério da Justiça
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Justiça.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Justiça.