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Testamento de Pedro Domingues em que deixou cem maravedis para se comprar uma propriedade para a igreja de Santiago de Évora, para que os clérigos lhe fizessem um aniversário por sua alma em cada ano. Redactor: Martim Pires, tabelião em Évora
Emprazamento, em duas vidas, de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo a cidade, além da ribeira do Xarrama, a Pedro Martins (?) e a Domingas Vicente, por quatro maravedis, pagos pelo Natal. Redactor: Vicente Pires, tabelião de Évora
Procuração de Pedro Domingues de Almançor, vizinho de Évora, na qual concede autorização a Domingos Comas para tratar de todos os assuntos com os clérigos da igreja de Santiago de Évora, relativos aos seus bens. Redactor: Martim Anes, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, junto à torre de Cástris, a Lourenço Eanes, tosador, por quarenta soldos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Emprazamento, em duas vidas, de um ferragial, da igreja de Santiago de Évora, localizado no termo da cidade, a Vicente Cão e a sua mulher, moradores e vizinhos de Évora, por quatro libras, pagas pela Páscoa. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Emprazamento, em três vidas, de um ferragial da igreja de Santiago de Évora, localizado na cidade, junto a São Mamede, a João Afonso, hortelão, e a Catarina Afonso, por quarenta soldos de moeda antiga e duas galinhas, pagos pelo Natal. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do prior da igreja de Santiago
Processo entre João Domingues, clérigo raçoeiro da igreja de Santiago de Évora e procurador do prior da mesma igreja, e Pedro Nunes, relativo à proibição que o primeiro decretou ao segundo, para que não entrasse num herdamento da referida igreja, localizado no termo de Évora, junto às valadas de Mor Mendes. Redactor: João Domingues, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, na Picada, a André Martins, morador em Évora, por vinte soldos, pagos pelo Natal. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Adro da igreja de Santo Antoninho
Álvaro Fernandes, escudeiro, criado do infante D. Pedro e sua mulher, vendem a Luís Mendes, escudeiro do bispo de Coimbra, e a sua mulher Mecia Nunes, três ferragiais, por oito mil e seiscentos reais brancos. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães
João Miguens, filho de Miguel Maçanas e de Urraca Eanes, e Pedro Eanes Cabeceira, testamenteiros da dita Urraca Eanes, dando cumprimento às disposições testamentárias da mesma, entregam à igreja de Santiago de Évora, pela alma da testadora, uma casa, localizada em Évora, junto ao Muro Quebrado. Redactor: Mestre Paio, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Arrendamento, por seis anos, de uma herdade, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, em São Manços, a Diogo Fernandes, escudeiro, morador e vizinho de Évora, por três moios e um quarteiro de trigo, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Bartolomeu Afonso, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Pedro Esteves
Aforamento de uma adega com sete talhas, um lagar e um pardieiro, da igreja de Santiago de Évora, localizados na cidade, na rua das Adegas, a João Domingues, raçoeiro da referida igreja, por onze libras e dois galos, pagos pela Páscoa, em dia de Santa Maria de Agosto e pelo Natal. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Doação feita por Domingos Domingues e sua mulher Sancha Pires, à igreja de Santiago de Évora, de umas casas, localizada na referida cidade, na rua de João Martins, filho de Dona Salvadeira, tendo como contrapartida a celebração de um aniversário, em dia de São Pedro da Cadeira, pela alma dos pais dos doadores. Redactor: Estêvão Martins, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, no Ameixial, a Afonso Eanes e a sua mulher, Maria Aires, moradores e Vizinhos da cidade, por quarenta soldos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Emprazamento, em três vidas, de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, no caminho de Portel, por cinco libras, pagas pelo Natal. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do tabelião
Emprazamento, em duas vidas, de uma herdade, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, em São Manços, a Pedro Vasques, vizinho de Évora, por quatro moios de trigo, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Afonso Domingues, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Venda realizada por Pedro Tinhoso e sua mulher, Clara Martins, vizinhos de Évora, Domingos Joanes e sua mulher, Maria Anes, e Martim Eanes, de parte de um herdamento, localizado no termo de Évora, junto à Fonte Ferrenha, no caminho do chapelar, a Estevinha Pais, por cinquenta e um maravedis. Redactor: João Domingues, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento de uma casa, da igreja de Santiago de Évora, localizada na cidade, na rua da Pombeira, a Gonçalo Eanes, morador na cidade, por quatro libras, pagas pelo Natal. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Adro da igreja de Santo Antoninho
Aforamento de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, junto da torre de Cástris, a João Domingues, raçoeiro da igreja, por três libras e a quarta, pagas no primeiro dia de Fevereiro. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Adro de Santo Antoninho
Aforamento de uma vinha, do prior da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, a João Abril, morador e vizinho de Évora, por trinta soldos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Adro da igreja de Santo Antoninho
Aforamento de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, no caminho de Montemor-o-Novo, a Martim Eanes, morador em Évora, por quarenta soldos e uma galinha, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Estêvão Esteves, prior da igreja de Santiago
Aforamento de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, na herdade de Mor Mendes, a Gil Vasques, neto de Miguel Domingues, morador e vizinho da cidade, por vinte soldos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Ligueiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Alpendre do paço do bispo
Emprazamento, em três vidas, de um ferragial, da igreja de Santiago de Évora, localizado no termo da cidade, em Alpedriche, a Bafeme Cigarro, mouro forro, morador na cidade, por dez soldos antigos e uma galinha, pagos pela Páscoa. Redactor: Pedro Dias, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Porta da Sé
Aforamento de duas courelas de vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizadas no termo da cidade, na herdade de Mor Mendes, a Afonso Vasques, por três libras, pagas pelo São Martinho. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Arrendamento, por dez anos, de um campo, da igreja de Santiago de Évora, localizado no termo da cidade, a Vicente Abade, morador em Évora, por sete libras e dois galos, pagos pelo Natal. Redactor: Pedro Ligiero, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Adro da igreja de Santiago
Aforamento de uns pardieiros, da igreja de Santiago de Évora, localizados na cidade, na rua da Maleita Longa, a Pedro Anes Rouqueiro e a sua mulher, Clara Mateus, por vinte soldos antigos, pagos pelo São João. Redactor: Diogo Vicente, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Rua das Adegas
Venda de umas casas, realizada por Aires de Almeida, cavaleiro da Casa do Rei, solteiro, a Martim Anes Gato e a Catarina Fernandes, moradores em Évora, por seiscentos reais brancos. Redactor: Pedro Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Paços do Concelho
Aforamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora a Lopo Gil, dito Jurdão, solteiro, morador em Évora, de uma panasqueira no Chamuscadouro, termo da cidade, por cinquenta soldos antigos de foro perpétuo, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Venda do domínio útil de uma vinha, localizada no termo de Évora, em Metrogrãos, realizada por Martim Afonso de Pavia, escudeiro, morador na cidade, a Martim de Oliveira e a Leonor Gomes, por quinhentos reais brancos. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento de um chão, da igreja de Santiago de Évora, localizado na mesma cidade, a André Gonçalves e a sua mulher Catarina Lourenço, por trinta soldos da moeda antiga, pelo Natal. Redactor: Pedro Afonso, escrivão de André Gonçalves, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Emprazamento de uma casas, da igreja de Santiago de Évora, localizadas na rua do Palazim da referida cidade, a Lopo Fernandes, por quarenta soldos antigos, pagos pela Páscoa. Redactor: Pedro Afonso de Seixas, escrivão de André Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de Vasco Vicente, cónego
Aforamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora a Pedro Anes e sua mulher, Estevinha, de uma courela e meia de vinha na herdade de Val de Romão, por trinta soldos de foro perpétuo, pagos pelo São Martinho e o dízimo. Redactor: Afonso Domingues, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento de uma vinha da igreja da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, em Peramanca, a João Martins e a Leonor Martins, moradores em Évora, por cinquenta soldos de moeda antiga, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Porta da igreja de Santiago
Aforamento de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, junto à Fonte Gaga, a Vasco Pires, criado de Vasco Martins de Melo, morador em Évora, e a Catarina Afonso, por cinquenta soldos de moeda antiga, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Aforamento de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada junto à cidade, na Fonte Gaga, a João Afonso, ourives, e a Clara Gonçalves, moradores na cidade, por cinquenta e sete soldos antigos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Juan Carlos Valera, Cruzeiro Seixas, Pedro Polo, Manolo Mateos e outro não identificado (da esquerda para a direita). Fotografia junto a carta de Manolo Mateos de 10 Abril 1996. Da visita dos amigos de Madrid a Lisboa [por ocasião da homenagem a Mário Henrique Leiria].
Eduardo Tomé, Juan Carlos Valera, Helena, Pedro Polo, Manolo Mateos e outro não identificado (da direita para a esquerda), Cruzeiro Seixas em baixo. Fotografia junto a carta de Manolo Mateos de 10 Abril 1996. Da visita dos amigos de Madrid a Lisboa [por ocasião da homenagem a Mário Henrique Leiria].
Juan Carlos Valera, Cruzeiro Seixas, Pedro Polo, Eduardo Tomé e Manolo Mateos (da esquerda para a direita). Fotografia junto a carta de Manolo Mateos de 10 Abril 1996. Da visita dos amigos de Madrid a Lisboa [por ocasião da homenagem a Mário Henrique Leiria].
Cruzeiro Seixas na primeira fila, segundo à esquerda, na fila atrás, à direita, Juan Carlos Valera e Pedro Polo. Fotografia junto a carta de Manolo Mateos de 10 Abril 1996. Da visita dos amigos de Madrid a Lisboa [por ocasião da homenagem a Mário Henrique Leiria].
Carta datilografada em papel timbrado, com assinatura autógrafa não identificada, eventualmente datada de Abril 2001 (v. apontamento de C. Seixas). Local de expedição: [Lisboa], Portugal Contém ainda: - 1 carta datilografada em papel timbrado com assinatura autógrafa de Pedro Amaro, datada de 2010-06-23
Relatórios da Igreja Lusitana de 1894: Igreja Episcopal Reformada Espanhola, Bispo de Clogher, Velho-Católicos, Relatório da Igreja de Santíssima Trindade em Rio de Mouro ano de 1894 (eleições), Congregação de S. Paulo (eleições), Igreja de S. Pedro (gerentes para 1895), Igreja de Jesus (gerentes para 1895), Igreja de S. João Evangelista (gerentes para 1895), cemitério de Mafamude.
Certidões anuais das missas celebradas pelos capelães da Capela instituída pelo Padre Manuel Sousa Caldeira, os pagamentos efectuados pela Irmandade do Santíssimo Sacramento como administradora da Capela e certidões do cumprimento e obrigação da Capela, emitidas pelo Provedor dos Órfãos e Capelas. Testador: Padre Manuel Sousa Caldeira. Capelão: Padre Francisco Pedro de Abreu.
A informação apresenta-se disposta em colunas: ano e mês, dia, descrição da receita ou despesa, papel (quantia), metal (quantia), total (quantia). Tesoureiro: António José Maria de Brito; José Pedro Cardoso da Costa. Escrivão: Anacleto da Silva Morais; Gaspar Feliciano de Morais; Filipe Arnaud de Medeiros.
Parecer do Procurador Geral da Coroa José de Cupertino Aguiar Ottolini, acerca de requerimento do padre José da Sacra Família, egresso do extinto convento de São Pedro de Alcântara, em que pede a pensão máxima por motivo do seu estado de invalidez e decrepitude.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça acerca do pedido de perdão de Francisco Rouco, condenado a degredo perpétuo por crime de estupro praticado numa menor de 12 anos.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca de uma intimação feita a Leopoldina Amélia da Conceição Gonçalves relativa à denúncia que apresentou, em 1871, de uns bens no Bairro Oriental de Lisboa.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Guerra acerca do pedido de perdão do soldado José Ferreira, condenado a quatro anos de prisão militar pelos crimes de insubordinação e porte de arma proibida.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Marinha acerca do pedido de perdão do réu José Francisco de Paulo, corneteiro da armada, condenado a três anos de deportação militar, pelo crime de deserção.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho acerca do pedido de comutação da pena de prisão celular perpétua ou, na alternativa, trabalhos públicos perpétuos a que foi condenado António José de Almeida, o Cascavelho, pelo crime de homicídio voluntário.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça acerca do pedido de perdão do súbdito espanhol Francisco Baleza, condenado pelo crime de roubo, a cumprir pena na Penitenciária Central de Lisboa.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça acerca do pedido de perdão do réu Bento Pinto, condenado pelo crime de ofensas corporais feitas sem intenção de matar, mas de que resultou a morte.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda sobre denúncia dos bens do couto de Rebordelo, datada de 15 de abril de 1886 e assinada por Joaquim José de Andrade Ribeiro.
Emprazamento, em três vidas, de umas casas, da igreja de Santiago de Évora, localizada na cidade, no lugar chamado Cogulos,a Gonçalo Anes, besero, e a sua mulher, por vinte soldos antigos, pagos pelo Natal. Redactor: Pedro Afonso de Seixas, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Junto à porta do coro da Sé
Aforamento de uma panasqueira da igreja de Santiago de Évora, localizada no caminho dos Carros, junto ao chafariz de Mor Mendes, a Diogo Gil e a Guimar Fernandes, por quarenta soldos de moeda antiga, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Emprazamento, em três vidas, de uma casa da igreja de Santiago de Évora, localizada na referida cidade, a João Domingues, alfageme, morador em Évora, por vinte soldos, pagos pela Páscoa. Redactor: Pedro Anes, escrivão de João Anes, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento de uma vinha da igreja de Santiago de Évora, localizada na Fonte Gaga, a João Afonso, ourives, e a Catarina Afonso, ambos moradores em Évora, por cinquenta e sete soldos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Rua de São Pedro vista para poente a partir do cruzamento entre as ruas do Castanheiro, a sul, Mercês, a norte, e Netos, a nascente. Na fachada do amplo edifício quinhentista observam-se várias gárgulas e janelas irregulares, uma delas no ângulo de ambas as artérias já entaipada. Esta construção havia sido demolida em finais da década de 1900, pois em maio de 1911 já se encontrava levantado um novo prédio residencial, que prontamente seria arrendado para nele se estabelecer as oficinas da casa de bordados do germânico R. Kretzachmar.
Embargante: Pedro Alves, da rua do Cruz de Pedro. Embargados: Joaquim Francisco e esposa.
REGISTO de provisao de fixacao a capela de Sao Pedro de Vilarinho, da freguesia de Sao Pedro de Abacas, a favor de Manuel Rodrigues, clerigo in minoribus, do lugar e freguesia de Sao Pedro de Nogueira, da comarca de Vila Real. Localidades: ABACAS,Sao Pedro, VILA REAL
PROVISAO a favor de Luis Manuel, menino do coro da Se Primaz, filho legitimo de Pedro de Amorim e de Luisa de Araujo, da freguesia de Sao Pedro do Souto, provido em um lugar de colegial no Seminario de Sao Pedro desta cidade. Localidades: BRAGA-SE,Santa Maria, BRAGA; SOUTO,Sao Pedro, ARCOS VALDEVEZ
"Alvará do Infante D. Pedro, curador e regedor do reino, dado em Sintra, dirigido aos juizes, vereadore e homens bons de Guimarães, em virtude de agravo de prior e cabido por se haver lançado 4 reis ao seus caseiros e lavradores para pagamento dos salários aos procuradores das últimas cortes, mandando guardar os privilégios da Colegiada, que a isentam de contribuir para as fintas, talhas e pedidos. No verso: Apresentação deste alvará à câmara de Guimarães, estando presentes o juiz Pero Alvares, os vereadores Lopo Machado, João de Évora e João de Monte-Rei, o procurador do Concelho Álvaro Vasques, feita pelo prior Rui da Cunha a 20 de outubro do mesmo ano, de que se lavrou instrumento pelo escrivão da câmara João Vasques, sendo uma das testemunhas Gonçalo Peixoto, irmão do comendador da Faia."
DOCUMENTO/DATA DE INSTITUIÇÃO: testamento (f. 2-10), dilacerado, ilegível, que o testador, encontrando-se «mal de uma perna» mandara fazer por um «mestre Bautista cirurgião» (informação na f. 94 v.º). Na mesma folha alude-se a uma inquirição de testemunhas feita pelo bacharel João Fernandes Amil, depreendendo-se que o testamento não fora aprovado. ENCARGOS (ANUAIS): missa quotidiana na capela do Santíssimo Sacramento da Sé do Funchal, que mandara fazer. Nos embargos interpostos em 1637 pelo administrador capitão Pedro Gonçalves de Barros, a f. 94 v.º, refere-se que no testamento o instituidor «fazia de sua terça capela e que se lhe faria uma capela de Jesus na Sé que he a em que agora esta o Santíssimo Sacramento e nela lhe diriam cada dia hua missa cada ano pera sempre a qual capela se lhe daria os ornamentos necesarios de frontal e vestimenta cales e mais necesario». Os embargos esclarecem que, de 1590 até a década de trinta do século XVI, não se disseram tais missas diárias. A sentença emitida em 1643-12-11 (f. 102 v.º) julga os embargos por provados e determina que se continuem a dar conta de apenas 12.000 réis de missas cada ano, em vista da falta do testamento e por assim se fazer há mais de 25 anos. BENS DO VÍNCULO: sitos no Campanário, segundo informação na folha de rosto dos autos. ADMINISTRADOR EM 1592-12-07, DATA DO PRIMEIRO AUTO DE CONTAS: o neto capitão Pedro Gonçalves de Clara. ÚLTIMO ADMINISTRADOR: morgado Francisco João de Clara e Brito. EXTINÇÃO DO VÍNCULO: uma nota do encarregado interino do cartório dos Resíduos e Capelas, datada de 1846-01-20 (f. 273 v.º), declara que foram abolidas as pensões desta capela e os seus bens considerados livres e alodiais, por sentença de maio de 1845 do juiz de direito da Comarca Ocidental, a qual se encontra por certidão nos autos de capela de Branca Fernandes. Outros documentos: F. 203 a 206 – Breve de componenda obtido por Francisco de Brito e Bettencourt em 1759-11-20 (original em latim e tradução).
Pai: Rufino Pedro de Abreu; Mãe: Maria Vitoria de Sousa; Averbamentos: Com o nome Ricardo Pedro de Abreu, casou catolicamente com Leonor Isabel Dinis, em 1949-02-07, na Igreja do Estreito de Câmara de Lobos, freguesia do Estreito de Câmara de Lobos, concelho de Câmara de Lobos; N.º 2 - Faleceu em 1999, na freguesia de São Pedro, concelho do Funchal, reg. n.º 585/1997, da CRC de Câmara de Lobos. Informatizado sob o n.º 452/2015, da CRC de Câmara de Lobos.
Tipologia: Autos cíveis de inventário obrigatório. N.º processo: 29. Ofício: 2.º Ofício. Freguesia: Machico. Apensos: Este processo está apensado ao I. O. de João Pedro Henriques da Câmara.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de São Pedro, concelho de Vila do Porto, distrito de Ponta Delgada, nomeadamente a igreja paroquial sob a invocação de São Pedro; a Capela sob a invocação de Nossa Senhora da Saúde; a Capela sob a invocação de Nossa Senhora de Monserrate; a Capela sob a invocação de Nossa Senhora do Pilar com todas as suas dependências, adros e objectos de culto.
Carta de agnição de uns moradores do território de Braga que recusavam obediência ao bispo de Lugo, D. Pedro, por considerarem descender dos presores de Vímara Peres. D. Pedro apresentou queixa a D. Afonso V, rei de Leão, e organizou-se um processo em que o metropolita foi representado por Tardenato e os moradores pelo presbítero Bermudo. Tardenato provou que os ditos moradores eram servos da Igreja de Braga por descenderem dos familiares com quem o bispo Odoário povoou o termo da dita cidade, condição que os mesmos reconheceram por esta carta de agnição.
Fichas dos sócios: João Manuel de Oliveira, João Manuel Oliveira Bicho, João Manuel de Oliveira Pinto, João Manuel Pais de Magalhães, João Manuel Parracho Gomes, João Manuel Pascoa Matos, João Manuel Prates Carvalhal, João Manuel Rebelo da Costa, João Manuel Redondo, João Manuel Ribeiro Ferreira, João Manuel Rocha Mimoso Aires, João Manuel Rodrigues Pereira, João Manuel Roque Mendes Ribeiro, João Manuel Salvadinho Aleixo Cândido, João Manuel dos Santos Alves Delgado, João Manuel dos Santos Costa, João Manuel Santos Fernandes, João Manuel dos Santos Vítor Monchique, João Manuel da Silva Ferreira, João Manuel Silvestre Venâncio, João Manuel Sousa Maia, João Manuel Soares Marques da Silva, João Manuel Sousa Estevão, João Manuel Tavares Passarinho, João Manuel Teixeira Lopes, João Manuel de Vasconcelos Roovers Ribeiro, João Manuel Ventura Martins, João Manuel Viana de Lemos, João Marcos Serra da Cunha Dias, João Maria Banho dos Santos, João Maria Cabeça Filipe, João Maria Carapinha, João Maria Cruz Pinheiro, João Maria Ferreira, João Maria Franco Ferreira, João Maria Lourinhã, João Maria Lucas Ferreira, João Maria Marques, João Maria Oliveira e Silva, João Maria Teixeira Carrilho, João Mariano Laima dos Santos, João Mário Pombo Bança, João Mário da Silva Velez, João Marques, João Marques Fernandes, João Marques Ponte, João Martins de Azevedo, João Martins Borges Amante, João Martins Ribeiro, João de Matos Belo, João Mendes de Albuquerque, João Mendes Alves, João Mendes de Assis, João Mendes Castilho Pereira, João Miguel Anselmo Carrilho, João Miguel Antunes Fernandes, João Miguel de Brito Pereira, João Miguel Dias Antunes, João Miguel Fernandes Rodrigues, João Miguel Gomes de Almeida, João Miguel Pereira da Cruz Tomasini, João Miguel Marques Oliveira Nunes Fernandes, João Miguel Pinto da Assunção, João Monteiro, João Monteiro da Cunha, João Morais Pinto Esteves, João Moreira Lourenço, João do Nascimento Ricardo de Sousa Martins, João das Neves, João das Neves Acabado de Sousa, João Nobre, João Norberto da Assunção Almeida, João Nuno Esteves Mendes de Matos, João de Oliveira Bernardo, João Octávio Antelo da Silva Metrass, João Paulo de Almeida Cabaço, João Paulo Alves Pardete, João Paulo Augusto Mota Moreira, João Paulo Campos Gomes, João Paulo Carvalho Pires, João Paulo de Castro Queiroz Serra, João Paulo Cipriano, João Paulo Coelho Balbino, João Paulo da Costa Almeida, João Paulo Costa Silvino, João Paulo Fernandes de Sousa, João Paulo Godinho da Silva, João Paulo Lopes Garrido, João Paulo de Oliveira Rua, João Paulo Pires de Azevedo, João Paulo Santos Madeira, João Paulo dos Santos Rosa, João Paulo dos Santos da Silva, João Paulo da Silva Faro Valeiras, João Pedro Cavaco da Assunção Baptista, João Pedro Correia, João Pedro Lopes Gonçalves dos Santos, João Pedro Galego Garcia, João Pedro Gomes Ventura, João Pedro Pires da Costa, João Pedro Prada Martins e João Pedro Sousa Rosa.
Avós paternos: António Gonçalves de Azevedo e Josefa de Jesus; Avós maternos: Manuel Pereira Serrão e Maria Gouveia de Jesus; Averbamentos: N.º 1 - Com o nome de Manuel Pedro de Azevedo, casou catolicamente com Maria Lira de Sousa, em 1943-09-11, na igreja da Ponta do Pargo, na freguesia da Ponta do Pargo, concelho da Calheta, reg. n.º 72/1943, da CRC da Calheta. N.º 2 - Enviuvou em 1980-02-05. N.º 3 - Com o nome de Manuel Pedro de Azevedo, casou catolicamente com Maria Gabriela Gouveia Azevedo, em 1984-01-19, na freguesia de São Pedro, concelho do Funchal reg. n.º 3/1984, da CRC da Calheta. N.º 4 - Faleceu em 2005-02-20, na freguesia do Monte, concelho do Funchal, reg. n.º 352/2005, da CRC do Funchal.
A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de baptismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Baptista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de baptismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objectivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos actos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de baptismos, casamentos, óbitos.
Instrumento de carta de venda que faz Pedro Álvares, sua mulher Escolástica Gonçalves e sua filha Catarina Álvares, da metade de umas casas que estão na Rua de Alcobaça com seu quintal por detrás para o Eirado, que eram de prazo de três vidas, propriedade da Colegiada, no qual prazo era segunda vida a dita Catarina Alvares e ela Escolástica que reservara a metade do usufruto. Estes vendiam a Luís Pires, mercador, morador na Rua de Alcobaça pelo preço e quantia de dez mil reais. Foram testemunhas Duarte Coelho, mestre de ensinar moços, Gaspar Gonçalves, mercador e João Antão moradores à Torre velha. Tabelião Cristóvão de Azevedo do Vale