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Freguesia - Bente Profissão - Lavrador Estado - Casado Morada - Além Idade - 46
Freguesia - Bente Profissão - Lavrador Estado - Casado Morada - Além Idade - 45
Cópia de nota. Este documento está no maço CP 14593, e contém CP 14592 a CP 14606.
Este documento está no maço CP 14593, e contém CP 14593 a CP 14606.
Este documento está no maço CP 14593, e contém CP 14592 a CP 14606.
Este documento pertence ao maço CP 13647, juntamente com CP 13649 a CP 13651.
Este documento pertence ao maço CP 13647, juntamente com CP 13648 a CP 13651.
Este documento pertence ao maço CP 13647, juntamente com CP 13648 a CP 13651.
Minuta de carta manuscrita assinada, junto com CP 7947, em papel timbrado do Ministério.
Filiação: Joao Maria Quaresma Brandao e Berta Brito Brandao. Natural da freguesia de COIMBRA-SE NOVA, Nossa Senhora Assuncao, concelho de COIMBRA
O autor, [Min. da Marinha e do Ultramar], convida António de Araújo de Azevedo, [nomeado Enviado Extraordinário para os Países Baixos desde 25 de Julho de 1787], para jantar no Palácio das Necessidades na terça-feira dia 18 do corrente por ocasião do aniversário de sua Majestade [a Rainha D. Maria I].
O autor, Martinho de Mello e Castro, [1716-1795], [Min. da Marinha e do Ultramar], convida António de Araújo de Azevedo a dirigir-se "amanhã [...] entre as onze horas e meio dia" a sua cazsa para um negócio do Real serviço.
Tendo já escrito anteriormente para agradecer os bons ofícios para o seu pedido e, em outra ocasião, para felicitá-lo pela nomeação de Ministro de Estado [da Marinha e do Ultramar], facto que lhe proporcionou particular orgulho por auferir da protecção do destinatário, volta a escrever-lhe para pedir protecção para Requerimentos que o autor os seus "companheiros da Restauração" vão apresentar a S.A.R. para verem recompensados os seus serviços.
A autora, D. Maria Leonor, informa que recebeu a carta em que este lhe comunicava o falecimento do seu pai [o 2.º Marquês de Pombal], e manifesta asua intenção em aceitar a proteção de António de Araújo "o maior amigo de meu pai". Refere a sua impossibilidade em cumprir as disposições do testamento devido ao grande peso das Pensões e, por isso, remete uma procuração em que se declara herdeira a benefício do inventário "como V. Exa. me diz", e também os plenos poderes para o destinatário poder agir em benefício da autora como lhe parecer mais acertado. Lembra que um despacho pecuniário poderia ser o mais útli visto o estado em que se encontra. Diz que o destinatário pode dispor conforma entender dos móveis da casa de seu pai, podendo vendê-los ou remeter alguns para a autora. Pede para si a imagem do Santo Cristo e o retrato do seu avô, que está no Rio de Janeiro pois acha que o que está em Lisboa ficará para o Tio Redinha. Informa que está em convalescença, depois do "mau sucesso a trez de julho", mas que esta má notícia tem atrasado a melhora e agora acha-se com cinco tumores. O marido, "Governador", também está doente. Em P.s. acusa a receção das 1.ª e 2.ª via das cartas e aprova tudo o que o destinatário faz.
O autor, "como cabessa de minha molher" D. Maria Leonor de Carvalho e Mello, única herdeira do seu falecido pai, concede a António de Araújo de Azevedo plenos poderes para tratar de todos os bens que lhe cabem pela herança do Marquês de Pombal. Assinatura autógrafa da co-autora, D. Maria Leonor de Carvalho e Mello. Possui o reconhecimento das assinaturas pelo tabelião José Teotónio de Oliveira em Cidade do Natal, 16 de Agosto de 1812. Possui o reconhecimento no sinal do tabelião José Teotónio de Oliveira, pelo Desembargador da Baía, Manuel José Baptista Filgueiras em 14 de Agosto de 1812.
O autor, "como cabessa de minha molher" D. Maria Leonor de Carvalho e Mello, única herdeira do seu falecido pai, concede ao Conselheiro de Estado António de Araújo de Azevedo plenos poderes para tratar de todos os bens que lhe cabem pela herança do Marquês de Pombal. Assinatura autógrafa da co-autora, D. Maria Leonor de Carvalho e Mello. Possui o reconhecimento das assinaturas pelo Tabelião José Teotónio de Oliveira em Cidade do Natal, 16 de Agosto de 1812. Possui o reconhecimento no asinal do tabelião José Teotónio de Oliveira, pelo Desembargador da Baía, Manuel José Baptista Filgueiras em 14 de Agosto de 1812.
Carta de António de Araújo de Azevedo em que solicita decisão sobre 5000 cruzados do Convento de São Bento e refere-se a uma petição do Marquês de Pombal e das providências que se esqueceram.
Ofício do Ministério da Fazenda - Direcção-Geral da Contabilidade Pública
Ofício do Ministério da Fazenda - Direcção-Geral da Contabilidade Pública e parecer, escrito sobre o ofício.
Contém minuta do parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 27 de janeiro de 1894.
Comenta as mudanças depois da implantação da república. Analisa o fim dos Conselheiros.
Desvaloriza a sua capacidade literária e faz referência a coisas que escreveu.
Felicita Alfredo Pimenta e a redação do jornal A Voz pelo 1.º número. Alerta Alfredo Pimenta para um artigo na “Brotéria”.
Cumprimenta e pede para fazer uma entrega na casa do sobrinho.
Felicita Alfredo Pimenta pelo artigo «A pobreza das classes pobres». Critica o jornalismo.
Anuncia o dia da sua chegada a Lisboa. Afirma-se satisfeito com a viagem a Africa.
Deseja uma Páscoa feliz. Envelope com selo e carimbo do correio.
Agradece as informações prestadas por Alfredo Pimenta.
Informa que vai seguir as indicações de Alfredo Pimenta e não fará a acareação; no entanto, concluirá o processo. Assegura que Alfredo Pimenta não voltará a ter aborrecimentos com o pessoal dos correios de Guimarães.
Trata da colaboração de Alfredo Pimenta para o projeto de elaboração de uma obra sobre Almada. Informa que Paulo Freire não consta na lista dos convidados e que Rocha Martins aceitou colaborar.
Pede a colaboração de Alfredo Pimenta para o projeto de publicação de um livro com a história de Almada.
Expressa a sua admiração e assombro pela forma como Alfredo Pimenta analisou e sintetizou o seu trabalho sobre supuração do ouvido. Afirma estar convicto de que nenhum médico seria capaz de igualar a precisão e acerto de Alfredo Pimenta. Brinca, lamentando não poder doutorar Alfredo Pimenta “honoris” causa em Otologia. Agradece.
Agradece os elogios de Alfredo Pimenta. Informa que transmitiu ao bispo de Lamego os bons desejos de Alfredo Pimenta e transcreve as palavras daquele. Conta que o filho de Magalhães Basto foi vítima de um desastre de automóvel.
Comenta as afirmações do conde de Aurora sobre a figura de António Vila Lobos, o Titó da “Ilustre Casa de Ramires”, de Eça de Queirós.
Agradece as informações de Alfredo Pimenta e anuncia que escreveu para o jornal a pedir os números que trazem a conferência.
Trata do possível extravio de cartas e do envio de um vale.
Pede a Alfredo Pimenta que escreva algumas palavras sobre o seu artigo na “Contemporânea”.
Responde à carta de Alfredo Pimenta e elucida sobre o significado do uso das reticências num texto. Apela à memória de Alfredo Pimenta para um esclarecimento.
Confirma a receção do complemento. Esclarece o atraso da resposta.
Júlia Leonor Pinheiro Lobo Machado nasceu em Haia, Holanda a 24 agosto 1890, e morreu na Casa do Carmo, em 30 agosto 1996, com 106 anos. Era filha de Vicente Pinheiro Lobo Machado de Mello e Almada, 2º Visconde de Pindela, Embaixador de Portugal em Haia e Berlim, etc., e de sua mulher D. Maria Amália de Souza Botelho Mourão e Vasconcelos; neta paterna de João Machado Pinheiro Corrêa de Mello, 1º Visconde de Pindela (decreto de 31-1-1854), Fidalgo Cavaleiro da Casa Real, do Conselho de S.M.F., Governador Civil de Braga e de Viana do Castelo, etc. e de sua mulher D. Eulália-Estelita de Freitas Rangel de Quadros, neta materna de D. Fernando de Souza Botelho Mourão e Vasconcelos, 2º Conde de Vila Real, Par do Reino, Senhor do Morgado de Mateus, Cumieira, Sabrosa, Moroleiros e Fontelas, etc., e de sua mulher D. Júlia Adelaide Braamcamp de Almeida Castelo Branco, Dama de Sua Majestade, Aia dos Príncipes D. Carlos e D. Afonso, Dama das O. de S.ta Isabel e de Maria Luísa de Espanha, com geração. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007.
Discorre sobre a suas inclinações políticas. Questiona-se se é um homem de direita ou de esquerda.
Agradece a Alfredo Pimenta por ter referido o nome do avô, João de Lemos, na “Tribuna Livre”.
Pede para Santos Simões o representar no "III Encontro dos Suplementos e Páginas Culturais da Imprensa Regional".
Afirma ter autorização para a publicação de um jornal cultural e não literário. Apresenta as diferenças.