Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for manuel and 603,083 records were found.

Correspondência entre José Maria Braga da Cruz, D. Gabriel de Sousa, o abade do mosteiro de Singeverga, D. Plácido de Carvalho e D. António Bento Martins Júnior, arcebispo-primaz de Braga, acerca das negociações jurídicas levadas a cabo por José Maria Braga da Cruz para conseguir a devolução do Mosteiro de Tibães à Ordem Beneditina. Inclui também cartão do padre Paulo Durão a remeter uma fotografia de José Maria Braga da Cruz com o ministro das Colónias, Teófilo Duarte, na qual este está a observar através de binóculos o Mosteiro de Tibães. Cópia da parte final do discurso de José Maria Braga da Cruz como deputado na Assembleia Nacional, a 24 de janeiro de 1941, onde reitera a referida devolução. Cópia da descrição pormenorizado do estado da Quinta de Tibães, de 23 de junho de 1943. Carta conjunta da Junta de Freguesia e Corporação Fabriqueira de Mire de Tibães, de 29 de janeiro de 1935, a solicitar a intervenção de José Maria Braga da Cruz, enquanto deputado, para que as intenções dos habitantes do lugar de Ruães, de serem desanexados de Mire de Tibães e incorporados na freguesia de S. Paio de Merlim, não sejam levadas a termo. Nesta sequência, contém cópia da sentença emitida pelo arcebispo-primaz, D. Manuel Vieira de Matos, de 12 de maio de 1932, a atender aos anseios da população de Ruães e a ordenar a sua anexação à freguesia de S. Paio de Merlim, exemplificadas em duas plantas topográficas. Exemplar do "Diário do Governo" de 18 de outubro de 1949, que publica a portaria que fixa o perímetro de proteção do cruzeiro de Tibães e Igreja e Mosteiro de Tibães.
Maço contendo trinta e cinco conjuntos de mapas de registo de notas, aplicação, aproveitamento, comportamento e frequência escolar dos alunos do sexo masculino da escola de instrução primária a cargo da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau, relativos à frequência da primeira à quarta classe. Os mapas estão ordenados por ano letivo e por mês, sendo que alguns anos não estão completos. Os campos de preenchimento constantes nos mapas do 'movimento literário' são os seguintes: 'Número de matrícula', 'Nomes', 'Idades', 'Admitidos neste mês', 'Classes: 1.ª, 2.ª, 3.ª; 'Aplicação', 'Aproveitamento', 'Comportamento', 'Faltas: Diárias, Entrada'; e 'Observações' (onde constam informações sobre comportamento, justificações de faltas, motivos de faltas dadas, data de saída da escola, datas de matrícula). Contém ainda a indicação, no cimo do mapa, do ano letivo e mês a que correspondem os dados. Alguns mapas são remetidos por carta pelo professor Alfredo Eduardo da Encarnação Delgado ao juiz e mais mesários da Mesa Administrativa da Irmandade, analisando os resultados mensais obtidos e avançando os motivos justificativos dos mesmos. Os mapas estão ordenados por mês e os alunos por número de matrícula. Inclui mapas com os resultados dos exames no Liceu Nacional, relações dos alunos que se distinguiram nos respetivos anos letivo e foram propostos a prémio; mapas das faltas anuais. A maior parte dos mapas estão datados e assinados pelos professores Alfredo Eduardo da Encarnação Delgado (de nov. 1865 a jul. 1874), José Gonçalves de Aguiar (de out. de 1874 a fev. de 1877), Pedro António Amâncio da Silva (de abr. de 1877 a mar. 1883); e, Manuel Amâncio da Silva (de jul. de 1883 a dez. de 1893). Anos letivos 1865-1866 a 1892-1893.
Documentação diversa sobre assuntos diversos, entre os quais: breve do Santíssimo Papa Pio Sexto, no qual ordena Sua Santidade, que as missas que se disserem daquela data em diante pelas almas dos irmãos, sejam ditas pelos novos capelães, e isto com penas contra os que fizerem o contrário (25 de junho de 1779); petição dos farmacêuticos José Agostinho de Carvalho Júnior para lhe serem enviadas receitas para serem aviadas na sua farmácia (1858) e de João Francisco Delicioso para lhe ser passado diploma de farmacêutico da irmandade (1863-1864); documentação relativa ao pedido de aumento de vencimento pelo sineiro da irmandade, Jerónimo José dos Reis (1843); requerimentos de candidatos ao lugar de andador (1846-1859); pedido da Comissão Administrativa do Asilo da Mendicidade para que a irmandade lhe conceda a importância de 171.000 réis de foro de uma propriedade na rua dos Correeiros (1846); documentos relativos ao pagamento de joias de irmãos (1799-1851); ao indeferimento do pedido dirigido por Maria Rita Oliveira Velho à Mesa da irmandade para ser socorrida (1867); ao pagamento da dívida da irmandade ao irmão António Marques de Almeida (1830-1851); ao pedido que a viúva de André Montes Garcia (que fora tesoureiro da irmandade) faz para que se lhe pague o montante de 3.403 réis que adiantara para as obras da igreja (1829-1847); documentos relativos a Joaquim Pereira da Costa e seus herdeiros, visconde de Pereiro, representado por seu tutor José Lourenço da Luz (1847-1867); recibos dos montantes pagos a Joaquim Ferreira de Sousa por serviços prestados à Irmandade (1789-1790); declaração dos mesários da irmandade em como os herdeiros de Manuel Ribeiro da Silva, enquanto seus testamenteiros, se comprometeram em fornecer o azeite necessário para manter acesa a lâmpada do altar da Nossa Senhora do Rosário durante dez anos (1863); certidão de casamento de José Enes e Margarida de Campos (1865); requisição que a Câmara Municipal de Almada fez à irmandade de três imagens que existem na sacristia (1855-1856); documentos relativos aos juros reais com assentamento à irmandade (1831-1837).
Recortes de vários periódicos com seguinte teor: sessões da Assembleia Geral; encerramento das escolas da irmandade após os exames; exposição nas escolas; sessão solene de atribuição de prémios aos alunos das escolas; eventos de beneficência da irmandade; prisão de indivíduo em Vila Franca, acusado de planear um atentado na Igreja de São Nicolau contra Sidónio Pais. "Boletim de revacinação" da Inspeção de Saúde de Lisboa e certidão de nascimento de Ofélia Antunes de Sousa; "Mapa do resultado dos exames dos alunos e alunas da escola de São Nicolau" nos anos letivos de 1924/1925 e 1925/1926. Apresenta o nome e os valores obtidos pelos alunos; "Mapa dos exames feitos pelos alunos das escolas da Irmandade de São Nicolau, desde a sua fundação. 1865 a 1924". Apresenta o nome dos professores, o período de permanência, o n.º de anos, o n.º de exames e as médias; orçamentos e correspondência referente aos trabalhos da instalação elétrica na Igreja de São Nicolau. Acompanham as condições de adjudicação dos trabalhos, respetivas propostas apresentadas pelos interessados e uma "Relação das pessoas a quem foram enviadas cartas solicitando um donativo para a modificação da instalação elétrica na Igreja de São Nicolau"; orçamentos e contas de várias obras na igreja; impressos com moção aprovada pela Assembleia Geral e exposição acerca do "regime de administração do exercício do culto da Igreja"; "Estatutos das Corporações Fabriqueiras Paroquiais"; licença do Patriarcado de Lisboa para promover uma festividade em honra de "Nossa Senhora das Dores precedida de septuários, com exposição da virgem e com exposição solene do Santíssimo Sacramento" na paroquial de São Nicolau; contas de despesa com festividades; vários impressos com o nome, morada e data de admissão do irmão à Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade de São Nicolau; questionário acerca de Manuel António Garcia e seu filho Alexandre José Garcia; recibos do pagamento de cotas de joias de irmãos.
Documentos relativos a despesa com foros de várias propriedades, designadamente: escrituras de "venda e compra, quitação e reconhecimento do foreiro" referente a propriedades na Travessa do Açougue Velho, na freguesia do Santíssimo Coração de Jesus e a uma vinha no sitio das Quebradas de Almada. Juntamente, encontram-se vários recibos referentes ao pagamento deste encargo; recibos do "foro pago por Manuel Freire de Faria à irmandade" referente a propriedade em Oeiras, acompanhado de duas sentenças cíveis contra António José Rebelo de Barro, respetivos autos de penhora e um "Testamento de Hilário Teixeira, instituidor de uma capela de 60 réis anuais legando à irmandade parte dos seus bens"; "Foro pago por D. Ana Joaquina Guerra Sousa Pessoa à irmandade" por propriedade na Rua Augusta. Acompanham vários recibos da décima, "Títulos e escritura sobre um foro que a irmandade de 5$484 réis anuais - Laudenio de Vintena em umas casas no Rossio, com frente para a Rua Augusta"; recibos de foro e escrituras de uma vinha denominada "Crasto", em Almada; "Foro de 1$850 réis imposto em uma vinha denominada de Fornão", freguesia de Bartolomeu da charneca por José Francisco da Silva. Acompanham vários recibos do foro e escrituras da propriedade; recibos do foro relativo a propriedades de Maria da Conceição Barros por casas na Rua de S. Pedro no beco do Pocinho e S. Miguel em Alfama; "Pagamentos Feitos ao reverendo prior para a venda da Casa da sua habitação, conforme a convenção feita em 18 de Agosto de 1859 de 4 de Janeiro de 1867", acompanham as respectivas ordens de pagamento e recibos; "Relação dos foreiros e do Censo pagos à irmandade"; contratos de "arrendamento do prédio da frente da Rua Áurea ou da Rua do Ouro".
Compreende documentação cujo teor não permitiu associar a outras subséries existentes. Contém, entre outros documentos: oficio dirigido ao cardial Dom Manuel II, a requerer a aprovação dos estatutos reformados; lançamento das ordens do juiz do povo e dos avisos do juiz da Bandeira de Nossa Senhora da Oliveira; registo das matrículas dos oficiais do ofício de confeiteiro da Irmandade de Nossa Senhora da Oliveira; "livro de entrada dos irmãos da Irmandade de Nossa Senhora da Oliveira sita na freguesia de São Julião, mandado imprimir pelos irmãos da Mesa (…)" no ano de 1741; "Instrumento em pública forma com atestado de um alvará do Cardeal Infante Rei" que decreta a aprovação dos compromissos da Irmandade de Nossa Senhora da Oliveira. Contém cópia de um alvará régio datada de 18 de novembro de 1566, com aprovação de um compromisso e dois ofícios sobre o mesmo teor; pública-forma do capítulo vigésimo oitavo do "Compromisso da Irmandade de Nossa Senhora da Oliveira, que é dos Confeiteiros" do ano de 1753; pública-forma do capítulo vigésimo quinto do "Compromisso da Irmandade de Nossa Senhora da Oliveira, que é dos Confeiteiros" do ano de 1753; contém um conjunto de procurações dando poder a terceiros para assistir à abertura de caixas de açúcar para que a qualidade dos mesmos fosse examinada pelos juízes do ofício de confeiteiro; requerimento no qual os "os lava-peixes" fazem uma petição ao juiz da Mesa da Nossa Senhora da Oliveira para poderem usar a ermida para festividades da sua confraria; registo das missas celebradas pelas almas dos irmãos defuntos da Irmandade da Nossa Senhora da Oliveira; contém um maço de exemplares de modelo de convocatória/aviso dos irmãos; registo das ordens e das respostas dadas pelos juízes do Ofício de Confeiteiro ao Senado da Câmara concernentes aos diversos requerimentos apresentados pelos oficiais do Ofício de Confeiteiro.
Cobranças dos rendimentos pertencentes à Irmandade, com o registo dos conhecimentos entregues ao Procurador da Mesa para serem cobradas aos devedores as quantias respectivas indicando-se, do lado esquerdo da folha, para cada assento: número do documento de receita, ano, mês e dia, quantidade de conhecimentos entregues e sua finalidade, valor total dos conhecimentos entregues; do lado direito indicam-se as quantias recebidas dos devedores correspondentes aos ditos conhecimentos: o ano, mês e dia, descritivo do recebimento e valor recebido, f. 1-11. As f. 12-31 estão em branco e não numeradas. Contém ainda pagamentos efectuados da responsabilidade do Procurador por determinação da Mesa e outras despesas miúdas da sua competência, indicando-se do lado esquerdo da folha: ano, mês e dia, descritivo dos créditos na conta do Procurador e sua proveniência e valores recebidos divididos em duas colunas, uma para a quantia em metal e outra para a quantia em papel e, do lado direito da folha, os assentos de vários pagamentos efectuados pelo Procurador da Mesa, indicando-se o ano, mês e dia, descritivo do pagamento, o seu destino e valores pagos em papel e em metal, f. 32-43. No final de cada página tem os somatórios dos valores recebidos e pagos. Faz referência ao livro 1 do tesoureiro e ou livro da receita por lembrança (Ver ref.ª PT-INSE-ISSIE/GF/18-01): “Balanço deste anno que passa em sua Conta Velha L.º que tem p.r titulo Nº 1 Thezour.º”. Não possui termos de abertura e encerramento. Procurador da Mesa: Manuel Francisco da Cruz. Tesoureiro: António José Coelho da Fonseca.
Documentos em que constam certidões de missas de diferentes instituidores, nomeadamente: "quatro tenções de missas de Natal por tenção de António Rodrigues de Matos, seus pais e irmãos" (1755 a 1768); "Certidões de capela de Francisca da Conceição e seu cônjuge, Fernando da Cunha" (1756); "Certidões de capela de José de Morais e Silva" (1756 a 1767); documento "em que se passam as certidões das missas das duas capelas de Marcos de Araújo Lima, irmão da irmandade e de sua primeira mulher, Teresa de Jesus" (1756 a 1768); "Certidões da capela de João Gonçalves em Vila Real" (1757 a 1758); "Certidões das seguintes capelas: Maria da Costa, Isabel Francisco, Jacinto do Couto, Estevão Rodrigues, Isabel Gonçalves, Catarina Rodrigues, Domingos Martins e Ana Costa, João Ribeiro Valença" (1757 a 1769); "Livro de certidões das missas das duas capelas do irmão Francisco Carlos, ditas na Igreja de São Nicolau" (1757 a 1769); "Certidões das capelas dos padres António Alves e seu irmão Feliciano Alves" (1757 a 1769); "Livro em que se lançam as certidões das missas da capela de Agostinha de Almeida" (1758 e 1769); "Certidões de missas de diversos paroquianos" (1756 a 1796); "Certidões das missas que instituíram Catarina Rodrigues de Figueiroa e Catarina Rodrigues" (1759 a 1760); "Certidões da capela do padre Luís Martins" (1759 a 1769); "Capela de missa quotidiana instituída pelo irmão Hilário Teixeira" (1759 a 1769); "Certidões das capelas do padre Manuel Vaz Vilas Boas e sua irmã Maria Isabel de Jesus" (1760 a 1769); "Cópia dos embargos que opuseram à redução de encargos de capelas, das que a irmandade possuía"(séc. XIX).
Documentos de despesas elaborados e/ou organizados pelos tesoureiros da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau, entre os quais, Manuel Álvares da Silva Guimarães (janeiro a agosto de 1793; outubro 1793-outubro 1794; outubro 1794-novembro 1795; outubro 1795-dezembro 1796; novembro 1796-novembro 1797; dezembro 1797-novembro 1798) e José Luís Monteiro (dezembro 1798-agosto 1799), durante o tempo em que serviram na Mesa Administrativa. Os documentos versam, sobretudo, sobre as visitas que os enfermeiros do mês e médicos fazem aos irmãos pobres, viúvas de irmãos pobres e seus familiares e paroquianos pobres, em conformidade com as disposições do Compromisso da Irmandade, atendendo às petições/requerimentos dos mesmos, os quais incluem a desobriga das duas próximas quaresmas concedidas pelo padre-cura/prior, o pedido do provedor da Mesa para que o enfermeiro do mês seja informado do conteúdo da petição, a aprovação da Mesa, a declaração do enfermeiro e do médico em como visitaram o doente, o diagnóstico, enumeração das várias visitas, com data e valor da esmola concedida, e o recibo assinado pelo enfermeiro, indicando o nome do tesoureiro que efetuou o pagamento e a data; petições de irmãos e paroquianos pobres de esmolas para o restabelecimento da sua enfermidade (curativos, medicamentos, socorro monetário). Inclui ainda, a conta geral das despesas da Irmandade em 22 de maio de 1722; recibos de vencimentos (escriturário, procurador, etc.); relações de despesas com consertos efetuados nas casas e prédios da Irmandade; recibos das despesas com causas judiciais (citações, certidões, quitações, etc.); recibos de despesas com material de expediente (resmas de papel, livro de presidência, impressão da Receita e Despesa); extrato da folha do livro de lançamento da Décima dos prédios da Irmandade. Os maços estão numerados do número 30 ao 37, correspondendo cada maço a um ano (de 1792 a 1799). Em alguns dos conjuntos os documentos estão numerados sequencialmente no verso.
Inclui os seguintes trabalhos literários coligidos por Ruy Cinatti: "O corvo", da autoria de Edgar Allan Poe e traduzido para pt por Fernando Pessoa; "Epígrafes para distribuir", da autoria de Descartes, André Gide, Saint-Exupéry e Bertrand Russell; "Saudação para o Ano Novo", de Sebastião Álvares; "19 de Janeiro", de José Gomes Ferreira; "Ninguém", de José Gingas; "Sem título", de Manuel Visual de Barros; "Solilóquios de um silvicultor" e "Retalhos do Maiombe", de José Cristóvão Henriques; relato de uma viagem efetuada por António e Sofia Pinto da França à Índia; "Crónicas Angolanas. Carta a um estudante do «Cruzeiro de Férias»", de Gastão de Sousa Dias; textos referentes a memórias de guerra em Guiné-Bissau, de autor desconhecido; "Contos quiocos: folclore angolano", do padre Adriano Correia Barbosa, com uma dedicatória a Ruy Cinatti; oito números de "Pensamento em Farmácia de Província", de João Cascudo de Morais; "Sonho", de autor desconhecido; crónica de Joana Muñoz, sobre as Festas do Povo de Campo Maior; "Vendendo Chiclets", de Helena Maria Cidade Moura; "História d’assombração", de Luís Fagundes Duarte; "A mão enfeitada", de autor desconhecido; "O julgamento", de J. de Azevedo Lobo; "O húngaro", de Andreas Loth; "Assassínio na Catedral" de T.S. Elliot, traduzido por Charles David Ley; "Timor de Lés a Lés", de Armando Pinto Correia, traduzido por Frederico Hoffer Rego e Abel Costa Bello. Integra, também, a seguinte coletânea de contos timorenses, com provas tipográficas e versões definitivas: volume I - "After the deluge", "The man who married his own wife's soul", "The settlement at Ermera", "The story of Mau Kiak", "The three races", "The crocodile kingdom", "The time of the giants", "The underworld people" e "The end of the giants"; volume II - "The sons of the shark", "The fish hook", "Liurai Leki Mau", "The crocodile's kin", "Man into crocodile", "The three brothers and the Barboo Grove" e "A Timorense version of Aztec sacrifice".
Anteprojeto da Casa do Emigrante a construir em Frielas (Loures). Contém memória descritiva. Esta obra destinava-se a dar alojamento temporário aos emigrantes nas seguintes circunstâncias: aos que tivessem para embarcar; aos emigrantes retornados vindos do estrangeiro; aos colonos-dirigidos que frequentassem os estágios a que estavam sujeitos, antes de embarcarem para o Ultramar. A formação aí administrada teria uma duração entre 10 e 15 dias e consistia em ensinamentos práticos de higiene e regras de conduta social, acompanhados de "palestras de carácter técnico, moral e religioso". Ainda lhes era prestada assistência médica. O projeto era composto por um edifício de grandes dimensões, com 3 pisos, no qual se distribuíam as grandes áreas de: A. Receção, Serviços Administrativos e Assistência Médica; B. Alojamento dos Emigrantes e Colonos, com 300 quartos e um salão com capacidade para 500 pessoas; C. Alojamento das Religiosas constituído por 12 celas e respetivas dependências; D. Serviços Gerais que funcionariam nos pisos inferiores e onde estariam localizados, entre outros serviços, cozinhas, economato, lavandarias, copas, instalações de pessoal, garagem. Autoria do projeto: arquitetos Manuel Palha Correa e Ricardo Jardim. O projeto foi indeferido pelo Gabinete do Plano Regional de Lisboa da DG dos Serviços de Urbanização do MOP, a 1962-03-26 com a justificação de que a localização proposta não seria conveniente. Na capa do dossier tem a nota manuscrita de Fernanda Jardim "Foi entregue na Câmara de Loures cópia deste ante projeto em 21/4/61". Peças desenhadas: composto por 16 peças desenhas: pormenor da planta da antiga Freguesia de Frielas; [planta do] conjunto de terrenos de Frielas escala 1:500; 2. Planta do Piso 03; 3. Planto do Piso 02; 04. Planta do Piso 01; 5. Planta do Piso da Entrada; 6. Planta do Piso 1; 7. Planta dos Pisos 2 e Superiores; 8. Planta das Coberturas; 9. Alçado Norte; 10. Alçado Sul; 11. Alçado Nascente; 12. Alçado Poente; 13. Corte Longitudinal (A-B); 14. Corte Transversal (C-D).
Livro de registo dos termos da Mesa relativos às obras de construção da Igreja dos Clérigos do Porto. Este livro inicia com o termo da Mesa de 31 de Maio de 1731, em que foi proposta a votos e unanimemente aprovada a construção de uma Igreja própria da Irmandade, sita no terreno doado pelos Reverendos Bento Freire da Silva, Manuel Mendes Machado e João da Silva Guimarães. Para além dos termos da Mesa, encontram-se registados vários outros documentos relacionados com o edifício e Igreja da Irmandade, tais como: traslados de escrituras dos terrenos; autos de posse dos mesmos; vistorias do local da construção; provisões régias; breves (ex.: «Breve para os nossos Irmãos Sacerdotes levarem os seculares no esquife a sepultura» - fl. 43); entre outros. Esta fonte serve igualmente o propósito de livro de lembranças do processo de projecção, construção e finalização da Igreja dos Clérigos, através do registo de determinados termos, tais como: termo de entrega e aceitação da planta para a nova Igreja; lembrança do dia em que se começou a cavar e abrir os alicerces da Igreja; memória da colocação de imagens religiosas; lembrança da chegada e trasladação de relíquias; exame do estado actual do exterior e interior da Igreja e todas as repartições do edifício, entre outros. Este livro contém termo de encerramento (fl. 302v.).
Documentação referente à realização dos seguintes Conselhos Gerais da Cáritas Portuguesa: 16.º (1973-06-28 e 29), 17.º (1974-06-15 e 16), Extraordinário (1974-07-28), 18.º (1975-06-20 a 22), 19.º Extraordinário (1975-06-26 e 27), 20.º (1976-06-19 e 20), Extraordinário (1976-12-03 a 05). 16.º Conselho Geral: futuro da Cáritas e apresentação das atividades das Cáritas Diocesanas. 17.º Conselho Geral (com participação da Cáritas Espanhola): revisão dos estatutos da Cáritas Central, Comissão Ad-hoc, tomada de posição das Cáritas Diocesanas em relação ao comunicado da Assembleia Geral dos Trabalhadores da Cáritas Central à Junta de Salvação Nacional; Extraordinário de 1974: instituição do Gabinete de Ação Pastoral, revogação da Comissão Ad-hoc votada no Conselho anterior, eleição de 3 comissões diocesanas (Coimbra, Lisboa e por definir) para fazerem parte da Comissão Central e aprovação das contas de 1973. 18.º Conselho Geral (participação da Cáritas Espanhola): Direção Interina da Cáritas Central, intervenção de D. António Ribeiro, linhas de ação das Comissões Diocesanas, Pastoral da Caridade, necessidade de um planeamento descentralizado e projeto de estatutos. 19.º Conselho Geral Extraordinário: as Cáritas Diocesanas sugeriram que a Cáritas fosse Federação de Cáritas Diocesanas; documentação do Pe. José Mendes Serrazina sobre o projeto de estatutos com sugestões e observações. 20.º Conselho Geral (com participação da Cáritas Espanhola e do Diretor do Programa para Portugal do CRS, Frank Pavis): intervenção de D. Manuel Martins, Cáritas Central, Cáritas Diocesanas, retornados, estatutos, plano de atividades. Conselho Geral Extraordinário de 1976 (comparticipação do Diretor do Programa para Portugal do CRS, Frank Pavis): habitação, ajuda básica, retornados, emprego, informação, criação do Sector das Compras, centros de acolhimento a retornados, Caritas Internationalis, Cor Unum, Caritas Europa, Obra Católica das Migrações, criação da Comissão Permanente e Direção Nacional, formação e ação de voluntários.
Testamento de Inês Fernandes Gramaxa, mulher de Vasco Arnalho. Cláusulas testamentárias: Deixa a herdade do Enxarrama a sua sobrinha Genebra, filha de Álvaro Fragoso e de Isabel Madeira e, caso faleça sem filhos, a referida herdade deve ser entregue a Beatriz, irmã de Genebra, e a seus herdeiros. Devem mandar celebrar uma missa oficiada, por alma da testadora e de sua irmã, Isabel Fernandes. Só entrarão em posse da herdade, nove anos após a morte da testadora. Durante esse tempo os frutos devam ser entregues a Vasco Arnalho. Deixa as suas casas de morada a seu sobrinho João Rodrigues do Pao e a seus herdeiros. Só deverá tomar posse da casa depois da morte do marido da testadora. Deve mandar celebrar uma missa, no dia de Santo André, em São Francisco de Évora, por alma da testadora e de sua irmã, Isabel Fernandes. Deixa o foro da horta do Pombal a Margarida Fernandes, sua colaça, e aos filhos dela, Pedro e Manuel. Só deverá tomar posse do bem após a morte de Vasco Arnalho, marido da testadora. Devem manda celebrar uma missa, em dia de São Martinho, em São Francisco de Évora. Deixa o foro do ferragial do Xarrama ao convento de Santa Clara de Évora, devendo ser celebrado um aniversário, no referido convento, pelo São Martinho. Deixa o foro do ferragial da Torregela ao mosteiro de São Bento de Cástris, devendo ser celebrado um aniversário. Concede alforria a sua escrava Isabel cinco anos após a sua morte. Concede alforria a Bento, João, Inês e a Agostinho, seus escravos, com a condição que após a morte da testadora sirvam a seu marido durante vinte anos. Deixa alguns bens móveis a Graça Dias, sua comadre, e a Catarina Pires. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa da testadora