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Carta testemunhável de D. Fernando, neto de D. João I, duque de Bragança, marquês de Vila Viçosa, conde de Barcelos, de Ourém e de Arraiolos onde dá conta que perante o seu ouvidor, Martim Anes de Aguiar, estando este em juízo, apareceu Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira e alcaide mor por ele no castelo de Estremoz, e apresentou uma carta régia de D. Afonso V e um alvará do mesmo rei relativos aos privilégios que foram concedidos a Brites Gonçalves, covilheira da rainha D. Isabel por aquele soberano. Brites Gonçalves fora casada com Manuel Domingues de Aguiar, contador régio, e casara posteriomente com o Mem Rodrigues, vindo este a herdar os privilégios referidos e alguns bens, entre os quais uma herdade em Evoramonte. Como esta localidade era jurisdição do duque de Bragança, Mem Rodrigues requereu ao seu ouvidor que lhe guardasse nessa vila os privilégios concedidos. O ouvidor, solicitou então, ao escrivão do duque na mesma terra que lhe desse uma carta testemunhável. Disse também o magistrado senhorial que desejava cumprir as ordens do rei e de sua senhoria e que havia nove anos que os privilégios foram concedidos e que em todo esse tempo nunca fora notificado nem fora mostrado documento dos mesmos senão havia poucos dias a todos os vizinhos ao redor da sua heradde e aos moradores do termo de Evoramonte. Existiam, no entando, dois aspectos a considerar: a herdade ficava em lugar que não devia ser coutada porque se o fosse os vizinhos da vila não poderiam usufruir dela; a mesma herdade fora dada de sesmaria a Manuel Domingues e por muito tempo não foi aproveitada, havendo também uma contenta sobre as demarcações da mesma que enquanto não fosse resolvida não permitia cumprir o privilégio. Então o ouvidor mandou ordens aos juízes de Evoramonte para que fossem ver a terra em causa e as suas confrontações presentes na carta de sesmaria. Assim, quando fosse certo e sabido por onde passavam os limites da herdade, o ouvidor o faria saber ao duque por razão do privilégio régio que tinha de que quando os mandados régios fossem para as terras ducais que o duque os pudesse reter até que escrevesse ao rei algumas razões que pudesse ter para apresentar sobre os assuntos aí tratados. Disse também o ouvidor que considerava que ao duque não aprazia que a referida herdade fosse coutada pois seria prejudicial para os seus reguengos e de muitos outros lavradores comarcães. Por isso pedia de mercê ao rei que lhe desse lugar a informar o duque e que ele lhe daria resposta se tinha algum embargo. E dada esta resposta pelo ouvidor, Mem Rodrigues pediu esta carta testemunhável que lhe é dada. Redactor: Lopo Álvares, escrivão Localidade de redacção: Vila Viçosa
Contém declaração de Manuel Duarte Raio, em como colocou ao seu serviço um velocípede com motor Ilo. Contém declaração de Manuel Duarte Raio, em como vendeu um velocípede a João António Pereira Vilas Boas, morador em Sintra, com motor Ilo. Contém pedido de cancelamento do livrete do seu velocípede, em virtude de o mesmo ter sido vendido a Luís José Carvalho Torres, morador em Sassoeiros. Contém declaração de João António Pereira Vilas Boas, em como vendeu um velocípede a Luís José Carvalho Torres. Contém o livrete de circulação.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Adelino Ferreira Alves, José Dias Gonçalves, José Pereira 2º Outorgante: Laurinda Fernandes Vieira, que também usa o nome Laurinda Vieira Fernandes 3º Outorgante: Joana Pereira Fernandes, que também usa o nome de Joana Fernandes Vieira 4º Outorgante: Maria Pereira Fernandes e marido António Pereira Machado 5º Outorgante: Ana Pereira Fernandes, que também usa o nome de Ana Fernandes Vieira e marido Joaquim de Oliveira 6º Outorgante: Manuel Fernandes Vieira 7º Outorgante: Maria Arnaldina Antunes de Araújo, outorgando por si e na qualidade de procuradora de António Fernandes Vieira, seu marido Habilitações e partilha por óbito de Felícia Fernandes, que também usou o nome de Felícia Pereira Fernandes e de Joaquim Vieira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Lopes de Oliveira e esposa Maria Pereira Fernandes; 2º Outorgante: António Lopes de Oliveira e Maria da Conceição de Oliveira Fernandes; 3º Outorgante: Maria Fernandes de Oliveira e marido João Alves de Faria; 4º Outorgante: Maria da Glória Fernandes de Oliveira e marido Agostinho Alves de Faria; 5º Outorgante: Alcino de Freitas Machado, outorgando por si e na qualidade de procurador da sua esposa Rosa Fernandes de Oliveira; 6º Outorgante: Maria Belém Fernandes de Oliveira; 7º Outorgante: Joaquina Fernandes de Oliveira, outorgando por si e na qualidade de procuradora de António Carneiro Machado; 8º Outorgante: António Alves de Faria, outorgando na qualidade de procurador de Joaquim Lopes de Oliveira e esposa Rosa Maria Ribeiro de Castro;
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Pereira Machado, António de Oliveira Gonçalves e Adelino Ferreira Alves 2º Outorgante: Emília Pereira que também usa o nome de Emília Pereira Gonçalves e marido Álvaro Lopes Machado 3º Outorgante: João Pereira Gonçalves e esposa Ana Dias 4º Outorgante: Maria Pereira Gonçalves 5º Outorgante: Antónia Gonçalves Ferreira 6º Outorgante: Ana Gonçalves Ferreira e marido António Manuel de Sousa Dias 7º Outorgante: António Gonçalves Ferreira 8º Outorgante: Maria da Conceição Gonçalves Ferreira e marido Custódio de Oliveira 9º Outorgante: Alzira de Oliveira Gonçalves outorgando por si e ainda na qualidade de procuradora de João Gonçalves Ferreira Habilitação por óbito de Jerónimo Pereira Gonçalves Habilitação por óbito de Abílio Ferreira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria da Glória Machado Sampaio 2º Outorgante: Maria Idalinda Machado Sampaio e marido Mário Dias Sampaio 3º Outorgante: Francisco Alves Machado e esposa Maria Amélia Correia Guimarães Machado, outorgando por si e na qualidade de procurador de Arnaldo Alves Machado e esposa Ana Maria Soares de Sousa Monteiro Alves Machado 4º Outorgante: Olinda Alves Machado e marido Fernando de Jesus Ferreira 5º Outorgante: Maria Júlia Sampaio Alves e marido Alberto Barbosa de Brito 6º Outorgante: António Sampaio Alves e esposa Maria de Fátima Coutinho da Silva Pereira de Sampaio, que também usa o nome Maria de Fátima da Silva Pereira de Sampaio 7º Outorgante: Manuel de Oliveira, casado com Maria da Silva
Documentos pessoais e respeitantes à carreira profissional.
Fichas dos sócios Francisco Manuel Silva Cavaco, Francisco Maria Moita Flores, Francisco Maria Rebocho Abraços, Francisco Maria Redondo Búzio, Francisco Marques Venâncio, Francisco Martins Amaral, Francisco Martins Ramos, Francisco Martins dos Reis, Francisco Martins do Vale, Francisco Martinho Guiomar, Francisco Matias Serras, Francisco Maximino, Francisco Monteiro, Francisco Moreira Júnior, Francisco Nogueira Bernardes Silva, Francisco Nuno Alves Antunes, Francisco Nunes Fernandes, Francisco de Oliveira Júnior, Francisco de Oliveira Léguas, Francisco Palma, Francisco Palma Guerreiro, Francisco Pedro, Francisco Pereira Vaz, Francisco Pestana Serrano, Francisco Piqueira Loureiro, Francisco Purificação Ferreira, Francisco Ramalho Serrano, Francisco Ramos Bonito, Francisco Ramos Caixeiro, Francisco Raul Simões Abrunhosa, Francisco Roberto Pereira, Francisco Rodrigues Daniel, Francisco Rodrigues Martins, Francisco Rolo Correia, Francisco Romeiro de São Bento, Francisco Rosado da Silva Caio, Francisco do Rosário Benzinho, Francisco Rufino Madeira, Francisco Santana Prazeres, Francisco dos Santos, Francisco dos Santos, Francisco dos Santos Almeida, Francisco dos Santos Claro, Francisco dos Santos Lopes, Francisco dos Santos Lopes, Francisco dos Santos Magina, Francisco Serpa Mateus, Francisco da Silva Almeida e Francisco Silva Conceição.
Conjunto de diplomas regulamentares sobre as relações do Estado e das Igrejas. Inclui o Projecto de Lei número 3- K (23 de Fevereiro de 1922), da iniciativa de Artur Vitorino de Brito Carvalho da Silva, Manuel Duarte, Artur de Morais Carvalho e Paulo Cancela Abreu, reivindicando, entre outros aspectos: a devolução aos prelados e párocos de todos os bens móveis e imóveis (templos, alfaias, paramentos, capelas, seminários, presbitérios, passais) incorporados pelo Estado, por efeito da Lei da Separação do Estado das Igrejas; a livre organização do culto pelos bispos e pelos párocos; a liberdade de associações religiosas; a concessão de isenções às missões católicas; a abolição de todas as penas de expulsão do território nacional, por motivos religiosos ou políticos. Inclui o Projecto de Lei número 6-L (9 de Março de 1922), da iniciativa de António Lino Neto, Joaquim Dinis da Fonseca e Juvenal Henriques de Araújo, defendendo a devolução dos bens móveis e imóveis, e o reconhecimento da personalidade jurídica da Igreja Católica por parte do Estado. Inclui o parecer n.º 378 (3 de Julho de 1922), apresentado pela Comissão de Negócios Eclesiásticos da Câmara dos Deputado, fazendo a apreciação dos anteriores projectos e apresentando um contra-projecto, reconhecendo a personalidade jurídica das Igrejas para fins exclusivamente cultuais e determinando a entrega de bens móveis e imóveis necessário para o exercício do culto católico, ainda não destinados ou aplicados a serviços de utilidade publica. Inclui um parecer da Comissão Civil e Comercial da Câmara dos Deputados, dando nova redacção ao anterior contra-projecto, apresentado pela Comissão de Negócios Eclesiásticos. Inclui um parecer da Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados corroborando as disposições do anterior contraprojecto. Inclui por fim o Parecer n.º 390 (23 de Janeiro de 1923), apresentado pela Comissão de Negócios Eclesiásticos, sudeindo que o Projecto de Lei n.º 3-K fosse remetido à Comissão Civil e Comercial, para ser apreciado conjuntamente com o 6-L.
Textos relacionados com a reforma do ensino superior: "Reforma Universitária. Proposta (ou sugestões) da Universidade de Luanda relativas à alínea A) da ordem de serviço de Sua Excelência o Ministro da Educação Nacional de 9 de Junho de 1969", de 1 de dezembro de 1969, de José Gonçalo Herculano de Carvalho; "Críticas e sugestões ao ‘Projecto do Sistema Escolar’ e às ‘Linhas Gerais da Reforma do Ensino Superior’", de 22 de março de 1971, de Vasco Fortuna; "Parecer sobre o Projecto do Sistema Escolar e as Linhas Gerais da Reforma do Ensino Superior", de 26 de março de 1971; "Anotações ao Projecto de Reforma do Ensino ", de 6 de abril de 1971; Discurso do deputado Vítor Manuel Pires Aguiar e Silva, em 17 de abril de 1970, durante o "aviso prévio" do deputado [João Pedro] Miller Guerra sobre "A Reforma da Universidade"; "Aspectos políticos (e quase políticos) da ‘Reforma’. (comentário às Linhas Gerais da Reforma do Ensino Superior)", de julho de 1971 de Afonso Rodrigues Queiró; "Ensino-Reorganização do Ensino da Engenharia”, de julho de 1971 de F [?] S [?] Correia de Araújo; "Elementos para um estudo da Universidade de Lourenço Marques", de outubro de 1971 de J[?] Barreiros Martins; "Projecto de parecer a apresentar ao Secretariado de Reforma do Ensino", de 1971 da Universidade Católica Portuguesa; "Análise crítica dos projectos ‘Sistema escolar’ e ‘Linhas gerais da reforma do ensino superior’", de maio de 1971 de J[?] Pinto Lopes e J[?]Torres Pereira; "Cursos e departamentos nos domínios das ciências exactas e tecnológicas. Progamação" e "Cursos e departamentos no domínio da Medicina. Programação", de novembro de 1974 da Comissão Instaladora da Universidade do Minho.
Documentação reunida por José Maria Braga da Cruz acerca dos templos religiosos e atos de culto. Recortes de jornal "Correio de Coimbra": textos do padre Manuel Trindade Salgueiro, "Sentido da realidade" e "Educação do espírito" de 12 e 19 de dezembro de 1936; "A grande miséria das nossas igrejas rurais", de 9 de novembro de 1940; "3ª Categoria de Monumentos", de 11 de janeiro de 1941. Brochura "La Paroisse et le Paroissien", de 1917. Apontamentos manuscritos acerca da vida de santos e legislação acerca do património imóvel, tabela manuscrita com o esquema da celebração de 59 missas nas igrejas de Braga e pagelas. Correspondência circular expedida pela Sé Primacial a apelar ao empenho no restauro dos bens imóveis e móveis da Sé de Braga, existindo um apontamento manuscrito a informar do seguinte "Em 17 de Jan.º 1930 ficou assim constituído o Grupo Paroquial da União Católica da Freguesia da Sé (...)" figurando o nome de José Maria Braga da Cruz como vogal. Três exemplares diferentes de cartazes com os horários da semana religiosa, com a indicação das horas dos atos de culto e celebração de sacramentos, o modelo relativo à igreja da Sé Velha de Coimbra está em branco, o da igreja paroquial do Sagrado Coração de Jesus está preenchido para a semanas de 14 a 20 de janeiro de 1935, existindo um em branco. José Maria Braga da Cruz reutilizou para usar como capilha o cartaz com o "Horário do Culto" na Igreja Paroquial do Sagrado Coração de Jesus na semana de 14 a 20 de janeiro de 1935.
Ofícios, cartas, cartas-circulares, bilhetes-postais, cartões e cartões-convite recebidos por José Maria Braga da Cruz na sequência do seu envolvimento com instituições de caráter religioso e contacto com o clero ou leigos envolvidos na vida religiosa. Correspondência com bispos e padres, especialmente os arcebispos-primazes de Braga (D. Manuel Vieira de Matos, D. António Bento Martins Júnior, D. Francisco Maria da Silva e D. Eurico Dias Nogueira) acerca de problemas da vida arquidiocesana, convites para participação em celebrações religiosas e envio e agradecimento de felicitações; carta do monsenhor Alfredo dos Santos, de 12 de fevereiro de 1933, a remeter uma coleção dos estatutos, regulamentos e relatórios do Monte-Pio do Clero Secular Português, existindo em anexo esses exemplares; convites para a participação nas festas em honra de S. Gens do Monte de Cidai; convites, e documentação anexa, para participação nas festas jubilares do 1º Centenário da Definição do Dogma da Imaculada Conceição, de 1954; cartas de congregações religiosas e da Faculdade de Filosofia a solicitar a colaboração pecuniária para o desenvolvimento das suas obras e atividades; pedido de patrocínio do padre Augusto de Carvalho junto da Fundação Calouste Gulbenkian com o fim de obter uma bolsa para tirar o curso de Pastoral e Catequética em Paris, em março de 1967; convites para a continuação de "cadeias de generosidade" e de oração; oferta de um número de homenagem a Camilo José Gonçalves da Costa, do jornal "Comércio de Vieira", de 16 de dezembro de 1967; oferta do jornal protestante "Novas de Alegria", de novembro de 1969; oferta da brochura "Um Centenário. D. José Alves Correia da Silva. 1872-1972", em janeiro de 1972; papel de remessa de ofertas da "Loja da Jacinta"; cartões de agradecimento pelas felicitações enviadas aos recém-nomeados cónegos da Sé Primaz de Braga, em novembro de 1972; correspondência relativa à aquisição de evangeliários por parte de José Maria Braga da Cruz e questões, da parte deste, sobre as fórmulas latinas da recitação do rosário.