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Mural realizado pelos alunos de Guimarães, sob orientação de Graça Morais.
Mural realizado pelos alunos de Guimarães, sob orientação de Graça Morais.
Mural realizado pelos alunos de Guimarães, sob orientação de Graça Morais.
Jogo entre o Vitória SC e o Sl Benfica, disputado no Municipal de Guimarães.
Jogo entre o Vitória Sport Clube e o Estoril Praia no Estádio Municipal de Guimarães
Mural realizado pelos alunos de Guimarães, sob orientação de Graça Morais.
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Saída do balneário dos jogadores vitorianos Manuel, Augusto, Gualter, entre outros, no Estádio Municipal de Guimarães.
Jogo entre o Vitória Sport Clube e o Benfica no Estádio Municipal de Guimarães.
Jogo entre o Vitória Sport Clube e o Estoril Praia no Estádio Municipal de Guimarães.
Integra diversas tipologias documentais, incluindo atas, autos de posse, balancetes e outros documentos administrativos relacionados com a atividade da entidade produtora.
Atas da eleição de dois deputados na assembleia de São Julião de Serafão do concelho de Guimarães, atual concelho de Fafe, em virtude do decreto de 1 de outubro de 1853. Termos de abertura e encerramento datados de 1853.10.22 e assinados pela Comissão de Recenseamento, Gaspar Ribeiro Gomes de Abreu, (presidente interino), José Inácio de Abreu Vieira (secretário), João Carlos de Araújo Portugal, José Joaquim de Abreu Cardoso, Miguel Fernandes da Silva Vital, Domingos António da Silva e João Ferreira de Eça e Leiva.
Atas da eleição de dois deputados na assembleia de São Julião de Serafão do concelho de Guimarães, atual concelho de Fafe, em virtude do decreto de 1 de outubro de 1853. Termos de abertura e encerramento datados de 1853.10.22 e assinados pela Comissão de Recenseamento, Gaspar Ribeiro Gomes de Abreu, (presidente interino), José Inácio de Abreu Vieira (secretário), João Carlos de Araújo Portugal, José Joaquim de Abreu Cardoso, Miguel Fernandes da Silva Vital, Domingos António da Silva e João Ferreira de Eça e Leiva.
"Sentença proferida pelo juiz de Guimarães Gil Domingues a 15 de dezembro da era de 1450, julgando que os clérigos do côro representados pelo seu prioste João Anes, clérigo confirmado na capelania de Santa Ovaia de Riba de Sellho, tinham o direito a penhorar o casal de Batoca, freguesia de S. Martinho de Candoso (pertencente a Vasco Anes, escrivão dos contos de que era contador Vicente Anes), pela renda anual de meio maravidi. A questão começara a 12 de novembro perante o juiz Álvaro Anes, e foi continuada perante um e outro juizes. Escrito pelo tabelião Rodrigue Annes."
Oficio do Governador Civil fazendo menção à inclusão da portaria do Ministério do Reino, na qual o Rei informa a Câmara Municipal de Guimarães que o Governo não está autorizado a fazer-lhe a concessão do Convento de Santa Clara para instalação do Tribunal Judicial, instalado no convento de São Domingos. Contém, ainda, cópia da da sessão de Câmara de 22.11.1871, em que é exposta a reclamação do Juiz de Direito desta comarca do estado de ruína do convento de São Domingos, local onde está instalado o Tribunal Judicial.
Atas da eleição suplementar de dois deputados na assembleia de Santa Cristina de Arões do concelho de Guimarães, atual concelho de Fafe, em virtude do decreto de 1 de outubro de 1853. Termos de abertura e encerramento datados de 1853.10.22 e assinados pela Comissão de Recenseamento, Gaspar Ribeiro Gomes de Abreu, (presidente interino), José Inácio de Abreu Vieira (secretário), João Carlos de Araújo Portugal, José Joaquim de Abreu Cardoso, Miguel Fernandes da Silva Vital, Domingos António da Silva e João Ferreira de Eça e Leiva.
Foi há 106 anos, na madrugada de 9 de abril de 1918, na região da Flandres, que a 2ª Divisão do CEP (Corpo Expedicionário Português) sofreu o maior bombardeamento de sempre. Essa nova ofensiva do exército alemão com cerca de 100.000 homens, precisamente contra o setor português, desbaratou em poucas horas esta divisão do exército e que ficou conhecida como a “Batalha de La Lys”. Desta Divisão fazia parte também o Batalhão de Infantaria nº 20, proveniente do quartel de Guimarães, que só nesta batalha perdeu 19 oficiais e 538 praças. Estima-se que no total da participação portuguesa na Grande Guerra tenham perdido a vida 87 oficiais e 2210 praças, só no CEP, e nas colónias 7879 homens, em combate e por doenças. A planta proposta pela Junta Patriótica do Norte, datada de 29 de fevereiro de 1920, tinha como pretensão erigir um monumento para homenagear os portugueses que combateram e morreram na Primeira Grande Guerra. A Junta sugeria à Câmara um padrão com 3,80 m e que deveria figurar junto dos escudos e das quinas, o brasão dos respetivos concelhos, que seria esculpido no cimo da lápide fronteiriça, conferindo um cunho regional.
Balancetes mensais. Resumo do activo e passivo. Ordem cronológica.
Tribunal de primeira instância, cuja jurisdição se estende por uma circunscrição judicial denominada comarca. É designado pelo nome da comarca onde se encontra instalado. Os corregedores da comarca, denominados até ao séc. XV de meirinhos-mor, foram extintos pelo artigo 18º da disposição provisória - lei de 29 de novembro de 1832 - e substituídos pelos juízes de direito. O decreto de 16 de maio de 1832 determina a sua composição: o juiz de direito, de nomeação governamental, a quem compete julgar todas as causas, públicas ou privadas, bem como decidir os recursos interpostos pela coroa relativos a violências e opressões cometidas por autoridades eclesiásticas, os jurados competentes, um delegado do procurador régio, três escrivães e dois oficiais de diligências. Com a Novíssima Reforma Judicial (decreto de 28 de Novembro de 1840), foram atribuídas funções orfanológicas aos juízes de direito nos julgados cabeça de comarca. Ao juízo de direito foi-lhe conferido, pelo decreto 15.344, de 12 de Abril de 1928, a jurisdição sobre varas e juízos de competência especializada (criminal, cível, comercial, etc.), passando a haver tantos juízes de direito quantas as varas ou juízos que existiam na comarca. Aos tribunais de comarca foram cometidas, pela lei orgânica dos tribunais judiciais, lei nº 82/77 de 6 de dezembro, inúmeras competências, designadamente a decisão dos litígios, a punição de delitos, etc. Das decisões dos tribunais de comarca cabe recurso para os Tribunais da Relação e Supremo Tribunal de Justiça.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Miguel Artur Garcez Lencastre da Mota, outorgando na qualidade de procurador de seus filhos Maria José de Castro Lencastre da Mota Marques Gomes, casada com António Manuel Alves Marques Gomes; Maria Joana de Castro Lencastre Mota; Carlos Henrique Guimarães Lencastre da Mota; Maria Teresa de Castro Lencastre da Mota Moths, casada com Wolfgang August Moths 2º Outorgante: Cecília Guimarães Leite da Cunha Vasconcelos e marido Alberto de Araújo Malheiro de Sousa Menezes 3º Outorgante: António Manuel Guimarães Lencastre da Mota e esposa Branca Matos Ferreira Lencastre da Mota 4º Outorgante: Ana Maria de Castro Lencastre da Mota e marido Fernando António Sampaio de Oliveira Bastos 5º Outorgante: Fernando da Costa Marques 6º Outorgante: Luís da Costa Marques
Alvará para qualquer cavaleiro professo na Ordem de Cristo,possa armar cavaleiro da mesma ordem, na igreja da insigne e Real Colegiada de N. Sr.a de Oliveira da vila de Guimarães a Domingos Cardoso de Macedo; Carta de confirmação do lançamento do hábito da O. de Cristo e profissão de cavaleiro a Domingos Cardoso de Macedo a 15-3-1824, na igreja de N. Sr.a de Oliveira em Guimarães por Frei Joaquim Pães de Sande e Castro, Frei Capitular e Presidente do Convento de Tomar da Ordem Militar de N. Sr. Jesus Cristo.
José Maria Mendes Ribeiro Teixeira (1947-1989), pintor “naif”, conhecido por “Teixeira Caçoila”, tinha como objeto principal das suas obras a cidade de Guimarães. Executou, entre outros temas, uma coleção de quadros alusivos aos moinhos do rio Selho. Foi obreiro dedicado da “Marcha Gualteriana”, de que viria a ser Presidente da sua Associação Recreativa, tendo granjeado enorme popularidade após ter executado vários cartazes alusivos às festas da cidade de Guimarães, as Gualterianas.
Editor do livro Guimarães – O Labor da Grei, 1923.
Notário: João Machado da Silva 1ºs Outorgantes: Fernando da Costa Guimarães e José Belmiro da Silva Ribeiro, outorgando ambos em nome da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães 2º Outorgante: José Pereira, que também usa o nome de José Pereira Machado e esposa Luísa Alves, que também usa os nomes de Luísa Alves Machado e de Luísa Mendes Machado
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José de Abreu Pimenta 2º Outorgante: Abílio José Correia Pimenta, casado com Maria Arminda Gomes de Magalhães Pimenta 3º Outorgante: Albino Augusto Correia de Abreu, casado com Maria Cândida Ferreira de Magalhães 4º Outorgante: Carlos Correia de Abreu, casado com Margarida Maria Carvalho Dias Costa Correia 5º Outorgante: Maria Amélia Correia Guimarães, que também usa o nome de Maria Amélia Correia Carneiro e marido Bernardo Machado da Silva Guimarães 6º Outorgante: Rosa Ferreira, que também usa os nomes de Rosa Ferreira Correia de Abreu e de Rosa Ferreira Correia de Abreu Pimenta
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria da Glória Machado Sampaio 2º Outorgante: Maria Idalinda Machado Sampaio e marido Mário Dias Sampaio 3º Outorgante: Francisco Alves Machado e esposa Maria Amélia Correia Guimarães Machado outorgando ele por si e ainda na qualidade de procurador de Arnaldo Alves Machado e esposa Ana Maria Soares de Sousa Monteiro Alves Machado 4º Outorgante: Olinda Alves Machado e marido Fernando de Jesus Ferreira 5º Outorgante: Maria Júlia Sampaio Alves e marido Alberto Barbosa Brito 6º Outorgante: António Sampaio Alves e esposa Maria de Fátima da Silva Pereira de Sampaio 7º Outorgante: Francisco Machado Ribeiro Guimarães
Autorização da cedência, por meio de empréstimo, a uma comissão presidida pelo governador civil de Braga, de objetos de arte sacra sob administração da Comissão Concelhia de Guimarães e que pertenceram à extinta Colegiada, para que, sem perigo de deterioração, possam ser conduzidos a Braga, a fim de ali figurarem numa exposição naquela cidade por ocasião das festas joaninas.
Projecto de uma serventia do 1º lanço da Estrada de Santo Tirso a Guimarães para comunicar com o edifício onde estão instaladas as repartições públicas. Peças escritas: memória, medições, série de preços, orçamento. Peças desenhadas: planta. Parecer do Conselho das Obras Públicas e outra documentação relacionada com a elaboração e aprovação do projecto.
Processo de aprovação do auto de abertura das propostas e das condições de arrematação de duas empreitadas parciais do 2º lanço da Estrada de Santo Tirso a Guimarães. Condições de arrematação, bases de arrematação, auto de licitação e parecer do Conselho das Obras Públicas.
Requerimento da Câmara Municipal de Santo Tirso pedindo que a construção dos primeiros 100,00 m da Estrada de Santo Tirso a Guimarães, em Santo Tirso, sejam efectuados por conta do Estado. Orçamento, informações, expediente e parecer do Conselho das Obras Públicas.
Profissão do noivo: proprietário. Naturalidade do noivo: Póvoa de Lanhoso-Póvoa de Lanhoso. Profissão da noiva: proprietária. Naturalidade da noiva: Cividade, Santiago-Braga. Pai do noivo: Inácio Joaquim Fernandes. Pai da noiva: Luís Gomes Costa, proprietário. Mãe da noiva: Tomásia Henriqueta Pereira Gomes, proprietária. Testemunhas: José Francisco Fernandes Guimarães, Rosa Joaquina Nunes Pereira Torres, Francisco Rebelo Bizarro, Manuel Francisco.
Naturalidade do noivo: São Lázaro, São José-Braga. Naturalidade da noiva: São João do Souto-Braga. Pai do noivo: Francisco José Rebelo Guimarães. Mãe do noivo: Maria Rosa Pereira Melo. Pai da noiva: Francisco Inácio Peixoto. Mãe da noiva: Maria Florinda. Testemunhas: Jerónimo José Dias, Feliciano José Correia Silva.
Ofício dirigido a dirigido a António Vicente Leal Sampaio, sobrinho de Alberto Sampaio. O Presidente da Associação Comercial de Guimarães, João Loureiro, informa que na sessão realizada a 3 de Dezembro de 1908, foi «exarado um voto de profundo sentimento pela morte do seu ilustre sócio honorário Ex.mo Senhor Alberto da Cunha Sampaio».
Contém, nomeadamente a seguinte informação: Regulamento Policial dos Serviçais do concelho de Guimarães e cópia do registo constante do livro do registo geral de criados e criadas de servir, onde consta fotografia, nome, filiação, idade, estado civil, naturalidade e sinais característicos, tais como, cabelo, olhos, boca, nariz, altura e sinais particulares.
Arrematações para a construção da estrada vicinal n.º 1 dos 1.º, 2.º e 3.º lanços de Guimarães a São Torcato : 1- Arrematação do cumprimento das bermas e valetas e da canalização das água potável no 1.º lanço 2- Arrematação dos estudos da estrada
Contém a ilustração da proposta, no âmbito do concurso público lançado, para escolha da bandeira da República Portuguesa. Integra a seguinte legenda: "Bandeira da República Portuguesa, Projecto de Delfim Guimarães e Roque Gameiro, Deposito: Livraria Cernadas & C.ª - Rua do Ouro - Lisboa". No verso, encontra-se impresso: o título e a numeração da coleção: "n.º 12".
Orçamentos para a construção da estrada vicinal n.º 1 dos 1.º, 2.º e 3.º lanços de Guimarães a São Torcato : 1- Orçamento do 1.º e 3.º lanços 2- Orçamento do 2º lanço 3- Estrato do orçamento do 2.º lanço 4- Orçamento de um parapeito
Aquando da visita a Guimarães para presidir às cerimónias da fundação de Guimarães e de elevação a cidade.
Termos de expropriações para construção da estrada municipal de Guimarães à Penha, entre a Câmara Municipal de Guimarães e as seguintes pessoas: - Bacharel Pedro de Barros Rodrigues e esposa; - José de Freitas e mulher; - Abílio César do Espírito Santo Barreira; - Artur Herculano Justino Amado e mulher; - Barões do Pombeiro Para a construção da Estrada Municipal de Guimarães à Penha, no lanço de São Tiago da Costa à Penha.
Pelo qual o dito arcebispo uniu ao Cabido de Guimarães os frutos das Igrejas de São João de Ponte, Santa Maria de Silvares, São Tiago de Candoso, São Martinho de Conde e Negrellos, salvos os direitos que o Cabido de Braga tinha nas ditas igrejas que já eram da apresentação do Cabido de Guimarães; e o cabido de Guimarães largou ao dito arcebispo e seus sucessores a igreja de São Paio de Fão.
Contém declaração de António Amaro Pombal, com estabelecimento em Sintra, em como vendeu um velocípede de marca Famel com motor Vitória a Eduardo Miguel Guimarães.
Demanda entre o Cabido e Chantre de Guimarães e o Prior do Mosteiro de Souto sobre a Devesa e um Campo de Prazins que anda com o Casal da Quintã. Foram testemunhas Gonçalo Esteves, Pedro Raimundi, Pedro Alvares, Afonso Martins, João […] tabeliães de Braga.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Duarte Pereira Dias de Almeida e esposa Maria Isabel Antunes Guimarães de Vasconcelos Pignatelli Dias de Almeida 2º Outorgante: Augusto Mendes de Freitas, casado com Palmira Mendes de Macedo, representado pelo gestor de negócios António de Freitas
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Abílio de Sousa Fernandes, Maria Adélia de Sousa Gonçalves, Maria Albertina de Sousa Gonçalves, Alfredo José Ribeiro Fernandes, outorgando os quatro em representação da sociedade "Sousa & Fernandes, Limitada" 2º Outorgante: Francisco José da Silva Guimarães, casado com Josefa Maria Salgado
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante:Rosa Cândida Martins Ferreira Gonçalves Guimarães de Freitas outorgando por si e na qualidade de procuradora de Amélia Cristina Gonçalves Ferreira Gomes Ribeiro , Amélia Cristina Gonçalves Gomes Ribeiro 2º Outorgante: José de Oliveira Ferreira, que também usa o nome de José Ferreira de Oliveira casado com Maria da Silva Gonçalves
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Augusto Leite Guimarães e esposa Maria Emília Cardoso Leite de Faria 2º Outorgante: Florinda Fernandes de Castro 3º Outorgante: António Pádua da Cunha Monteiro outorgando em nome da Venerável Ordem Terceira de São Domingos
Vedoria, medição e confrontação que fez a Irmandade do Anjo, de uma morada de casas sitas na Rua da Sapateira, na esquina da viela, que fazem frente para a mesma Rua da Sapateira, para o prazo que se há- de fazer ao caseiro Manuel José Ferreira Guimarães, negociante de couros. Tabelião Paulo José de Freitas
Escritura de empréstimo de dinheiro a juro das Irmandades de Nossa Senhora da Conceição e de Santo António, colocadas na igreja de São Francisco e da administração do legado de António Gomes de Castro à Câmara Municipal do concelho de Guimarães Nota fls.63 Tabelião José da Silva Basto
Martim Martins, tabelião de Guimarães. Tem inserta a procuração de Maria Perez a seu marido Steuam Anes com poderes para transaccionar os bens que ambos receberam por morte de seu pai Pero Uimieiro e sua mãe D. Tareiga. Steuam Perez, tabelião. 28 de Março da era 1338 (ano 1300).
João Fernandes, ouvidor do rei na Corte, ordena aos juízes, vereadores, procurador e homens bons de Guimarães que, no seguimento da ordenação régia a alterar o valor da moeda, se reúnam para constituírem regimentos sobre os diversos produtos vendíveis, mormente pão, vinho, carne e peixe
Escritura de prazo de umas casas no Toural efetuada entre o juiz e oficiais da confraria da Senhora da Graça administrada pelo hospital de São Roque e Duarte Guimarães e sua mulher, Escolástica da Silva, irmã do Rev. Padre José Amaro da Silva.
O Presidente da câmara Municipal de Guimarães, António Coelho da Mota Prego, e demais vereadores solicitam que o Tribunal Judicial e restantes repartições públicas mudassem do local onde se encontravam (edifício do extinto Convento de São domingos) para o edifício do antigo convento de Santa Clara.