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Trata-se de uma tiragem de 250 exemplares, numerados, sendo este exemplar o n.º 187. Contém discurso de Afonso Lopes Vieira e José de Figueiredo. • Assuntos: Rosa, Augusto. 1852 - 1918.
Avós paternos: João Augusto Gonçalves de Freitas e Maria Marta de Freitas; Avós maternos: José Garcia Canoras e Maria dos Anjos Gentil de Canoras. Averbamentos: Faleceu em 1937-11-25, reg. n.º 1406/1937, da CRC do Funchal.
Avós paternos: João Augusto de Jesus e Maria Adelaide Gomes de Jesus; Avós maternos: Jaime Albino Barbosa e Cruz e Maria da Glória Olavo Cruz; Averbamentos: Faleceu, em 1919-10-27, reg. n.º 1183/1919, da CRC do Funchal.
Pai: Manuel Augusto Pinto; Mãe: Maria Isabel Augusta de Sousa; Averbamentos: Faleceu em 1919-01-28, na freguesia do Curral das Freiras, concelho de Câmara de Lobos, reg. n.º 105/1919, da CRC de Câmara de Lobos.
Pai: João Augusto de Oliveira; Mãe: Maria Adelaide de Abreu; Averbamentos: Faleceu em 1920-01-09, reg. n.º 35/1920, da CRC de Câmara de Lobos. Informatizado sob o n.º 1068/2015, da CRC de Câmara de Lobos.
Avós paternos: Augusto Rodrigues de Caires e Maria Soledade de Caires; Avós maternos: Agostinho Higino de Freitas e Maria Joaquina de Freitas; Averbamentos: Faleceu em 1914-02-20, reg. n.º 175/1914, da CRC do Funchal.
Junto à barraca e no seu interior estão várias pessoas, destacando-se um general "cossaco" que acompanhou o príncipe Nicolau Frederico Augusto de Oldenburgo (1841-1886) na sua estadia à Madeira. O príncipe ficou hospedado na Quinta Vigia.
Junto à barraca e no seu interior estão várias pessoas, destacando-se um general "cossaco" que acompanhou o príncipe Nicolau Frederico Augusto de Oldenburgo (1841-1886) na sua estadia à Madeira. O príncipe ficou hospedado na Quinta Vigia.
Contém declaração de António Amaro Pombal com estabelecimento em Sintra, em como a bicicleta vendida a José Augusto da Conceição Santos está equipada com motor Cuciolo. Contém pedido do livrete de circulação e chapa de matricula do seu velocípede.
Contém declaração da Firma Ramilo & Irmão, Lda, com sede em Pero Pinheiro, em como a bicicleta vendida a Augusto da Silva Bastos está equipada com motor de marca Cuciolo.
Contém declaração de António Augusto de Carvalho em como tem para venda um velocípede de marca Famel Vitória, solicitando que lhe seja concedido o respetivo livrete e chapa de circulação.
Contém declaração de António Augusto Carvalho, com estabelecimento em Sintra, em como tem para aluguer um velocípede com motor Ilo, solicitando que lhe seja concedido o livrete e chapa de matricula do mesmo.
Contém declaração de J. Simões Costa, com oficina de montagem de bicicletas no lugar de Arcos, Concelho de Anadia, em como a bicicleta vendida a Albino Augusto Fernandes está equipada com motor Sachs.
Cartão de Fernando Silva ao Primeiro-tenente António Augusto Peixoto Correia, secretário do Governador da Guiné, Capitão-tenente Manoel Maria Sarmento Rodrigues, pedindo permissão para que um funcionário administrativo desta Colónia, vá de licença à Metrópole.
Contém declaração de António Amaro Pombal, com estabelecimento em Sintra, em como a bicicleta vendida a António Augusto Libório está equipada com motor Pachancho. Contém declaração de venda do seu velocípede a Américo Silva, morador em Terrugem.
Contém declaração de António Augusto de Carvalho em como tem em seu poder uma bicicleta da marca Vilar com motor Cuciolo para venda. Contém declaração de venda do seu velocípede a Fernando Jorge Amaral Tavares de Carvalho.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Augusto Carlos Cardoso Bacelar de Sousa Azevedo (Visconde de Algés). Pronuncia-se a respeito de acusações feitas pelo juiz de direito de Arganil relativamente à atuação do anterior delegado da mesma comarca (João José de Oliveira Gomes) e do delegado interino (José Maria de Almeida Silva e Melo) no contexto de processos judiciais. Analisa ainda a atuação do mesmo juiz de direito e do delegado do Ministério Público no âmbito de um processo crime instaurado contra João Victor da Silva Brandão. Conclui considerando o juiz de direito "um homem perigoso na magistratura", propondo em consequência a instauração de um processo contra este magistrado.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo certidão extraída dos autos de apelação entre Francisco Teixeira de Miranda e o Ministério Público, pela qual se mostra que, tendo sido apreendido, em fevereiro de 1841, nos mares de Luanda, quatro lanchas que acabavam de conduzir escravos para bordo do brigue brasileiro D. Manuel Augusto e outras duas que transportavam mantimentos, e sendo estas lanchas entregues em juízo juntamente com a tripulação presa, o agente do Ministério Público, Pedro Torres Ribeiro, não requisitou a formação do corpo de delito, não prestou a querela, mas consentiu na libertação dos presos pertencentes à tripulação das lanchas.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do delegado do Procurador Régio na comarca de Gouveia em que expõe os receios que tem de que a ordem pública seja alterada naquela comarca, uma vez que o administrador do concelho de Seia lhe comunicou que em toda a comarca se procura aliciar gente a favor da revolta e um tenente do exército, Cristiano Augusto da Fonseca, da vila de Ervedal, oficiou ao administrador do concelho de Gouveia, requisitando-lhe armas e munições e anunciando-lhe que se propunha a proclamar a revolta em Midões.
Consulta acerca da legalidade das concessões feitas pelo governador de Timor, por portaria de 12 e 13 de julho e 18 de julho de 1901 e outras, de mil hectares de terrenos próprios para culturas tropicais efetuadas a cada um dos seguintes indivíduos: Francisco Martins, Anselmo de Andrade, Augusto da Silva Carvalho, Henrique José Monteiro de Mendonça, D. Francisco Martins, Jacinto dos Santos e Silva, Amândio António Batista de Sousa, José da Silveira Viana, Marquês do Faial, Conde de Mendia, Visconde de Carnaxide e José Inácio de Melo Pereira de Vasconcelos. Contém minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 8 de abril de 1902.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Marinha acerca das reclamações que o cônsul português em Tóquio apresentou, por diversas vezes, ao Ministério dos Negócios Estrangeiros contra o facto de serem pagos os vencimentos daquele consulado pelo governo da província de Macau em patacas, ao câmbio físico de 850 réis por pataca, alegando que esta forma de pagamento contraria o disposto no artigo 125.º do decreto de 18 de dezembro de 1869 e significa um grande prejuízo para os seus interesses, por ser aquele câmbio muito superior ao valor real da pataca em todas as praças do Extremo Oriente.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca do requerimento apresentado pelos herdeiros de Antónia Gertrudes Pusich, João António Pusich e outro, para se lhes fazer a entrega, conforme a partilha que fizeram da herança, das prestações vencidas e vincendas a que a falecida adquiriu direito, em virtude do despacho ministerial de 11 de setembro de 1872, que mandou abonar à falecida 30 mil réis por mês, para lhe serem encontrados na soma em que fosse avaliado o direito que alegou ter à ilha das Galinhas, no arquipélago de Bijagós, na Guiné.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca do requerimento em que Artur da Costa Morais, tendo exercido o emprego de amanuense de 2.ª classe da Contabilidade da Junta do Crédito Público, de que foi exonerado a seu pedido, e tendo pago os respetivos direitos de mercê como de serventia vitalícia, e posteriormente nomeado professor interino de desenho para o Liceu de Lamego, tendo-lhe sido liquidados para esta nova nomeação direitos de mercê, também como de serventia vitalícia, não se lhe levando em conta o pagamento anterior, pede que se lhe faça o abono dos direitos pagos pelo primeiro emprego.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda sobre o legado deixado pelo falecido João Paulo Cordeiro aos empregados do escritório da Companhia Nacional de Tabacos que tivessem seis meses de serviço efetivo ao tempo do seu falecimento e ao administrador da fábrica de Santa Apolónia, Sá Viana, enquanto se conservassem ao serviço da atual companhia, bem como o legado deixado aos mestres, contramestres e operários das fábricas da mesma companhia a Santa Apolónia e em Xabregas. Ambos os legados consistiam no usufruto dos dividendos de ações da companhia. Sustenta que o Governo não tem competência para interferir neste assunto.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 14 de julho de 1846, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Mirandela, informando que o juiz de direito daquela comarca abandonou o seu lugar com medo das guerrilhas, retirando-se para a sua casa, onde se encontra doente. O procurador régio expõe a necessidade da presença daquele ou de outro juiz proprietário na comarca, para que não esteja a servir aquele cargo João Silvério, irmão do primeiro chefe da guerrilha, Sérgio Augusto Pereira do Lago.
Conjunto de 11 cartas, traduzidas para o português, e trocadas entre Lord Robert Steph Fitzgerald e o Príncipe Augusto Frederico, Duque de Sussex, sobre os útlimos acontecimentos [do Campo de Ourique]. Referências [1] ao desagradável efeito produzido na Corte [de Lisboa] sobre a participação ativa e ostensiva de Sussex nos mesmos que provocou o desagrado do Príncipe-regente [D. João] pela intromissão deste nos negócios interiores do reino e a consequente participação ao rei [de Inglaterra] e proibição daquele ir à Corte; [2] a defesa de Sussex referindo que apenas emprestou uma sege a Gomes Freire [de Andrade] e que em nada se intrometeu e justificando a carta escrita ao Príncipe-regente; [3] o Ministro [plenipotenciário inglês] comunica a Sussex a posição tomada pelos Ministros portugueses nesta situação, sugerindo que Gomes Freire [de Andrade] foi o principal Agente de Sussex [nos motins], bem como o efeito desastroso da carta de Sussex ao Príncipe-regente; [4] O Príncipe ao ministro: expressa a sua indignação por ter sido insultado pelos ministros do Príncipe-regente "D. João de Almeida, e ainda mais particularmente de D. Rodrigo de Sousa Coutinho, o qual por motivo de suas próprias intrigas sugerio esta suspeita contra a minha conduta", exigindo de ambos a restituição da sua honra, dando um prazo ao Ministro inglês para conseguir uma audiência com S.A.R.; [5] Do ministro pedindo ao Principe para se conservar no Palácio das Necessidades e não tomar qualquer decisão precipitada enquanto não se concluir este negócio e manifestando o seu desconhecimento da acusação que o príncipe referiu na carta precedente e da impossibilidade em pedir um audiência ao Príncipe-regente para tratar deste negócio; [6] Do príncipe informando da sua retirada do Palácio das Necessidades e acusando os ministros do Príncipe-regente de abusarem do nome do seu Soberano e lamentando o facto do Ministro francês ter tomado conhecimento deste incidente; [7] Do ministro inglês informando da audiência com o Almeida e pedindo-lhe que aguarde por uma resposta antes de sair do Palácio; [8]Do ministro inglês ao Príncipe Augusto Frederico informando que Almeida estará esta noite na posse de toda a correspondência com a promessa de a apresentar ao Príncipe-Regente; [9] Do principe aceitando a sugestão de Lord Robert Fitzgerald para se manter no Palácio até que a documentação seja apresentada a S.A.R., o que terá lugar no dia seguinte; [10] O ministro inglês informando que o Príncipe-Regente deseja ver pessoalmente o Príncipe Augusto Frederico; [11] Do Príncipe aceitando não escrever para Inglaterra sobre as desgostosas cenas que experimentou mediante a certeza de que os ministros portugueses também o não fazem. Aguarda pela chegada de S.A.R. de Mafra para poder ser recebido.
Avós paternos: Manuel João de Ponte e Maria Idoina da Silva; Avós maternos: Augusto Pestana dos Ramos e Maria Augusta Fernandes; Averbamentos: N.º 1 - Com o nome Damásio Augusto de Ponte, casou civilmente com Maria Manuela Jardim, em 1936-05-05, em Monte. N.º 2 - Faleceu em 1988-08-01, na freguesia e concelho do Porto Moniz, reg. n.º 30/1988, da CRC do Porto Moniz. Informatizado sob o n.º 473/2015, da CRC do Porto Moniz.
Pai: Augusto Araújo de Sousa; Mãe: Maria Augusta de Jesus; Averbamentos: Com o nome Filomena Araújo de Sousa, casou civilmente com Augusto Rodrigues, em 1939-07-12, em Câmara de Lobos, reg. n.º 63/1939, da CRC de Câmara de Lobos. N.º 2 - Enviuvou em 1994-08-27. N.º 3 - Faleceu em 2009-02-15, na freguesia do Monte, concelho do Funchal, reg. n.º 39/2009, da CRC de Câmara de Lobos. Informatizado sob o n.º 669/2016, da CRC de Câmara de Lobos.
Processo disciplinar contra os arcebispos de Braga, Manuel Vieira de Matos e de Évora, Augusto Eduardo Nunes. O primeiro foi condenado na proibição de residir durante dois anos dentro dos limites de todos os distritos do continente da República e o segundo de residir durante seis meses dentro dos limites de todos os distritos do continente da República, seguidos de seis meses no distrito de Évora. Este diploma, dado a 27 de Novembro de 1917, foi considerado nulo por decreto de 9 de Dezembro de 1917. Contém representação assinada pelos dois arcebispos em nome dos restantes prelados, datada de 31 de Agosto de 1917, em que se insurgem contra a proibição de residência dentro dos limites dos respectivos distritos do bispo do Porto e do Cardeal Patriarca de Lisboa, bem como exemplar do jornal «O Dia», de 8 de Outubro de 1917, referindo-se ao protesto dos dois prelados.
Avós paternos: Augusto Gonçalves e Luísa de Sousa; Avós maternos: José Silvestre Gomes e Maria Rosa Gomes. Averbamentos: N.º 1 - Com o nome de Maria Gonçalves, casou civilmente com Ernesto Ilídio Vieira, em 1930-09-18, na Conservatória do Registo Civil do Funchal, concelho do Funchal, reg. n.º 286/1930, da CRC do Funchal. N.º 2 - Enviuvou em 1939-02-20, na freguesia de São Martinho, concelho do Funchal, reg. n.º 182/ 1939, da CRC do Funchal. N.º 3 -, casou em segundas núpcias com Manuel Tomás Marques, em 1953-09-16, na igreja de Lousa, concelho de Loures, reg. n.º 89/1953, da CRC de Loures. N.º 4 - Enviuvou em 1956-12-05, reg. n.º 527/1956, da CRC de Loures. N.º 5 - Faleceu em 2010-05-03, na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, concelho de Lisboa, reg. n.º 571/2010, da CRC de Loures.
Avós paternos: Augusto Otaviano Soares e Rosa Teixeira Soares; Avós maternos: Francisco de Aguiar e Luísa de Aguiar; Averbamentos: N.º 1 - Com o nome de Elvira da Piedade Soares, casou civilmente com José Ferreira, em 1935-06-08, na Repartição do Registo Civil do Funchal, reg. n.º 147/1935, da CRC do Funchal. N.º 2 - Dissolução de casamento por divórcio de José Ferreira, por sentença de 1951-07-07. N.º 3 - Com o nome de Elvira da Piedade Soares, casou catolicamente com Manuel Gregório Pontes, em 1959-12-26, na igreja de Santa Lúzia, por efeito do casamento referido neste averbamento, o individuo constante neste registo mudou o nome para Elvira da Piedade Soares Pontes, reg. n.º 876/1959, da CRC do Funchal. N.º 4 - Enviuvou em 2003-01-16. N.º 6 - Faleceu em 2003-02-07, na freguesia do Monte, concelho do Funchal, reg. n.º 298/2003, da CRC do Funchal.
Augusto Frederico, [Duque de Sussex], escreve ao primo e amigo principe-regente [D. João] relatando os acontecimentos da noite anterior [no Campo de Ourique]. Apesar de não ser agradável, justifica a sua sinceridade e apenas pretende informá-lo das diferentes disposições para que [D. João] possa dar as suas determinações o mais prontamente possível, uma vez que está em causa a a popularidade do Príncipe-Regente. Refere-se à coragem, ao espírito e à prudência do general Gomes Freire [de Andrade] na defesa da ordem pública e dos interesses de S.A.R. e à certeza de que o conde de Novion e o seu Ajudante, e o corpo de Polícia trabalham para os jacobinos, que estão ativos.
Receitas prescritas pelo Médico Dr. António Augusto dos Santos de Mangualde. Entre os medicamentos prescritos destaque para unguento nofolitano, pomada de Beladona, xarope de gibert, iodeto de potássio, mentol, tintura de guilaia, soluto de boraia, benzoato de sódio, tintura de aronito, acetato de amoníaco, teobromina, óxido de zinco, álcool canforado, clorofórmio, bicarbonato de sódio, salicilato de sócio, tiocof, diomina, poligola, sal de vichy, magnésia hidratada, urotropina, terebintina, xarope de tuebentim, acetato de amoníaco, láudano de lydenham, alcoólito de iodo, hematogenol, sulfato de sódio, bromidrato de quinina, aspirina, cafeína, vesicatório de cautaridas, unguento amarelo, xaropes de dedaleira, de bahamo?, de tolu, de avena, de codeína e de seiva, calomelanos, lautomina, lactose, salicilato de bismuto, algodão iodado, Licor de Hoffmann e julepo gomoso. Possuem referências em relação à dosagem.