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Naturalidade do noivo: Cividade, Santiago-Braga. Pai do noivo: António José Soares, jornaleiro. Mãe do noivo: Maria Rosa. Pai da noiva: Domingos Oliveira. Mãe da noiva: Francisca Teresa. Testemunhas: João António Barros, Eduardo Socorro. Outras informações: avós paternos do noivo: Domingos José Carvalho Bravo e Rosa Maria, maternos: incógnitos. Avós paternos da noiva: Francisco Oliveira e Antónia Simoes. Maternos: José Abreu e Custódia Gonçalves.
Profissão do noivo: ourives. Naturalidade do noivo: Cividade, Santiago-Braga. Profissão da noiva: costureira. Naturalidade da noiva: Cividade, Santiago-Braga. Pai do noivo: Joaquim Ribeiro. Mãe do noivo: Ana Maria. Pai da noiva: Custódio Pereira Braga, músico. Mãe da noiva: Maria Emília Felicidade, costureira. Testemunhas: Manuel Silva Sousa, Jerónimo José Dias.
Casamento de Maria Cecília e de José Maria Pulido Garcia (médico) na Igreja Matriz de S. Francisco em Vidigueira. Ao lado da noiva constam os seus pais (a mãe era espanhola), enquanto que, ao lado do noivo aparecem os seus pais.
Inclui documentação referente a causas judiciais diversas que opuseram a irmandade ou foreiros cujos foros são administrados pela Congregação de Nossa Senhora da Caridade a inquilinos, devedores, herdeiros e religiosos: sentenças cíveis de preceito; sentença de carta de partilha; autos de penhora; levantamento de penhora; carta de arrematação; treslado de sentença; certidão de penhora; certidões de sentenças; sentença cível de nulidade de testamento, sentenças cíveis de adjudicação, entre outros. Exemplificamos com a sentença cível a favor do procurador e irmãos da Mesa da Irmandade da Caridade, pela qual se reforma a doação feita à irmandade dos covais da mesma igreja. Inclui pública-forma do testamento, petição da irmandade, despacho deferindo o pedido, procuração da irmandade a João Francisco da Costa e auto da posse (1748-1791); certidão de sentença cível de preceito de Luísa Maria da Silva contra a prioresa e mais religiosas do Convento da Rosa relativamente ao prazo que o desembargador João da Cruz Dinis lhe deixara da Quinta do Dolivo (1770-06-15); documentação relativa à queixa apresentada por Luísa Maria da Silva contra R. Veríssimo da Silva Vasconcelos em virtude do segundo ser devedor de parte de uma quantia concernente às fazendas que havia adquirido na loja da queixosa em 30 de agosto de 1764, num total de 74.605 réis e sendo instado várias vezes para efetuar o seu pagamento entregou apenas parte em 12 de outubro de 1764, a saber, 19.750 réis, apresentando diversos pretextos para não liquidar a totalidade da dívida (1764-1772).
Escritura de renovação do prazo em vida de três pessoas e obrigação da Quinta do Dolivo estabelecido entre o frei Manuel do Rosário, religioso da Ordem de São Domingos e procurador geral dos Mosteiros da Anunciada e Rosa da mesma Ordem, nomeado por procuração, e Francisco da Silva, em nome e como procurador de Luísa Maria da Silva, viúva de José de Moura Barroso, o qual disse perante testemunhas que tendo a sua constituinte a pacífica posse de uma quinta que consta de casas, pomar, olival e terras de pasto e vinhas, sita na freguesia de Almargem do Bispo, termo de Lisboa, sendo o prazo do dolo de Livre nomeação, a qual lhe nomeara seu primo, o desembargador João da Cruz Dinis Pinheiro, por verba de testamento e cuja nomeação a dita constituinte aceitara com o protesto de não consentir no gravame que lhe pesava pois pretendera o dito Mosteiro acrescentar-lhe a terça parte mais do foro que pagava. Esse protesto levou o dito Mosteiro a pleitear contra Luísa Maria da Silva no Juízo da Correção do Cível da Corte e na sentença que se proferiu contra o dito Mosteiro se determinara não ser aquele o modo de poder obrigar a dita sua constituinte à renovação pretendida com o dito acrescentamento.
Patentes de admissão à Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau, com a insígnia da irmandade no topo do documento, assinadas pelo juiz, escrivão e procurador da Mesa e com o selo da irmandade. Acompanham alguns recibos do "livro da receita". Inclui patentes de outras irmandades e/ou confrarias, tais como a Confraria dos Escravos da Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, Senhora das Dores; Irmandade do Arcanjo São Miguel e Almas, ereta na Paroquial Igreja de São Nicolau; Irmandade do Santíssimo Sacramento da Paroquial Igreja de Nossa Senhora da Conceição; Real Irmandade da Santa Cruz e Passos de Nosso Senhor Jesus Cristo, sita na Igreja da Nossa Senhora do Desterro da cidade de Lisboa; Irmandade do Santíssimo Sacramento da Paroquial Igreja de Santa Madalena da cidade de Lisboa. As patentes apresentam anotações na frente e/ou no verso acerca de esmolas concedidas, data do óbito e casamentos. As patentes estão ordenadas alfabeticamente de 'A' a 'J', de Agostinho Rodolfo Sedrim a José Maria Lousada.
Compreende documentação decorrente da preparação e realização de festividades e solenidades em cumprimento das obrigações previstas nos vários estatutos. Inclui provisões do Patriarcado de Lisboa indicando os sacerdotes para a celebração das missas na Igreja Paroquial de São Nicolau e autorizando a realização de diversas festividades religiosas, entre as quais realçamos a Festa de Nossa Senhora da Caridade, Nossa Senhora das Dores precedida de Septuário e de Nossa Senhora das Dores e Santo António, com exposição solene do Santíssimo Sacramento. Integra também avisos e anúncios publicados em alguns periódicos, entre os quais, "A Nação", "O Mundo" e "A Capital" relativos a diversas festividades e solenidades organizadas pela Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da Igreja de São Nicolau: cerimónias relativas ao Mês de Maria; pela “vitória das nossas armas” e às festas de dia 5 e 6 de dezembro (orago - São Nicolau) e à distribuição de esmolas, apelando à comparência dos irmãos e devotos. Compreende ainda convites da Associação de Nossa Senhora de Lourdes e da Associação de Santo António de Lisboa à participação nas solenidades religiosas do Mês de Maria, tríduo e festa em honra de Nossa Senhora de Lourdes, Trezena e Festa de Santo António de Lisboa, a realizar-se na Igreja Paroquial de São Nicolau de Lisboa.
Inclui cartas, bilhetes-postais, cartões e ofícios endereçados a Amélia Augusta Vaz Monteiro Gomes, entre outros, pelos seguintes remetentes: Vicente Luís Gomes, marido da destinatária; José Vaz Monteiro, irmão da destinatária; José Vaz Monteiro Gomes, filho da destinatária; António Vaz Monteiro Gomes, filho da destinatária; Flora Stern; A. Domingues; Maria das Dores Baião; Maria Luísa de Oliveira Trigoso; Isabel Pia de Oliveira Trigoso; A. Nazareth Fernandes; João Reis; António Eusébio Pedroso; Banco da Agricultura; Virgínia [...?]. Entre os diversos assuntos tratados, sublinham-se os seguintes: partilha de informação sobre o quotidiano familiar e sobre a administração de propriedades familiares, destacando-se o prédio rústico denominado Vale da Vaca; partilha de informação sobre conflitos de interesses entre familiares; pagamentos de foros, de dívidas e de contas correntes; partilhas de bens no âmbito de heranças; alienações de bens imóveis; envio de informação sobre os movimentos bancários das contas de Amélia Augusta Vaz Monteiro Gomes e Vicente Luís Gomes; envio de mensagens de boas festas e de mensagens de condolências. Integra também minutas e cópias de cartas de Amélia Augusta Vaz Monteiro Gomes enviadas a António Vaz Monteiro Gomes e a Cecília [...?], com informação sobre problemas familiares; cartas enviadas à empresa a Monteiro Gomes Lda., a solicitar a alteração da titularidade da conta, por ocasião do falecimento de Vicente Luís Gomes, marido da remetente.
[artigos e capítulos de livros: Declaração de princípios éticos em Serviço Social; Robert G. Burgess - A pesquisa de terreno (1997); Yves Bertrand, Patrick Guillemet - Organização: uma abordagem sistémica (1988); s.a. - L'analyse des organisations; John A. Codd - The construction and deconstruction of educacional policy documents (1988); Arne Gronningsoeter - What are the most important ethical challenges for social workers today?; Ante-projecto de gestão operacional do Curso de Serviço Social; distribuião de professores e disponibilidades dos mesmos na leccionação de Curso de Serviço Social da Universidade Católica Portuguesa; Carlo Vetere - L'organisation de l´hôpital et les diverses professions que s'y exercent. Le travail des équipes médico-sociales dans l'hôpital et dans les programmes de Samté Publique (1970?); António Teixeira Fernandes - A Sociologia e a Modernidade (1992); UNESCO - Déclaration de principes sur la tolérance (1995); Nigel Parton - Changes in the form of knowledge in Social Work: from the social to the informational? (2006); idem - Some thoughts on the relationship between theory and practice in and for Social work (2000); idem - Rethinking professional practice: The contribution of social constructionism and the feminist ethics of care (2003); Philippe Garigue - Théorie et service social (1973); Maria dal Pra Ponticelli - Modelos teóricos del trabajo social (1990); Juan Jesús Viscarret Garro - Modelos y métodos de intervención en Trabajo Social (2007); Paule Lebbe-Berrier - Méthodologie systémique: support d'une recherche de créativité en travail social (s.d.); Cristina de Robertis - Metodología de la intervención en trabajo social (s.d.); Maria do Carmo B. Falcão - A prática direta no Serviço Social (1980)]
Responsórios das Matinas da Assunção de Nossa Senhora de compositor anónimo. Esta obra, segundo o calendário litúrgico é para ser cantada a 15 de agosto. Existem 6 partes das vozes do baixo, 3 parte do 1º Coro, e 3 partes do 2º Coro e a parte do órgão. Parte vocal do Baixo (igual para ambos os Coros) dividida nos seguintes andamentos: Responsório 1º "Vidi speciosam" (Magestoso), "Et sicut dies" (Allegro), Verso Solo; Responsório 2º “Sicut cedrus exaltata” (Magestoso), “Dedi sua vitatem” (Allegre), Verso a Duo; Responsório 3º “Que est ista, quae proce” (Moderato), “Viderunt” (Allegre), Verso Solo, Verso Duo “Gloria Patri”; Responsório 4º “Ornatam monilibus Filiam”, “Et videntes” (Allegro), Verso a 3; Responsório 5º Beatam medicent omnes” (Moderato), “Qui a fecit” (Allegro), Verso Solo; Responsório 6º “Beata es virgo Maria” (Moderato), “Genuisti quite fecit” (Allegro), Verso a Duo, Verso a 3 “Gloria Patri”; Responsório 7º “Diffusa est gratia” (Moderato), “Propterea benedixit” (Allegro), Verso a 3; Responsório 8º “Beata es virgo Maria” (Moderato), “Intercede pro nobis” (Allegro), Verso Duo, Verso Duo “Gloria Patri (Largo).
Entre as certidões de missas, encontram-se alguns documentos de natureza distinta, tal como recibos (ex.: dois recibos do Estabelecimento e Fábrica de Paramenteiro Júlio Rodrigues Machado, de 1890-02-24; um recibo da Oficina Carpinteiro Francisco José Aires, de 1890-06-17); um convite para participar na comissão executiva da grande subscrição nacional a favor da defesa do país (datado de 1890-08-10); cópia do assento de óbito de Luís de Castro Guimarães, da freguesia de Santa Justa de Lisboa (datado de 1881-06-28) e um requerimento de José Maria Coelho, para ocupar uma cadeira vaga no Coro da Irmandade dos Clérigos (datado de 1897-01-02). Este maço contém igualmente documentação relativa ao legado de José Barbosa de Albuquerque, que instituiu uma quantia anual a distribuir à freguesia de Santa Maria de Oliveira, concelho de Mesão Frio, da qual era Abade. Esta documentação é constituída por declarações do pároco da referida freguesia em como recebeu da parte da Irmandade dos Clérigos a quantia prevista, através do seu procurador na cidade do Porto. Estas declarações são relativas às seguintes datas: 1867-07-01, 1868-08-15, 1871-09-18, 1872-07-11, 1872-07-17, 1888-07-17, 1891- 07-15 e 1892-07-27.
Contém diversos apontamentos de Manuela Silva sobre temas como: modernidade; ética; filosofia; teologia; democracia; ecologia; globalização e história; direitos humanos; mulheres; alternativa pós-capitalista; economia solidária e social; pobreza e estado social; pobreza evangélica e fé; Igreja no mundo; novo contrato social; e Europa social. Contém ainda diferentes artigos dos seguintes autores: Boaventura Sousa Santos, Teresa Levy, Joaquim Cerqueira Gonçalves, Paul Ricoeur, André Compte-Sponville, a Conferência Episcopal do Chile, Albertine Tshibilondi Ngoyi, Wim Dierckxsens, José Maria Brandão de Brito, Alain Touraine, Luís Jesús Pastor Antolín, Michael Campbell-Johnston, Eduardo Rojo Torrecilla, Geneviève Azan; Jean-Pierre Dardaud, Gèrard Fontenau; Isabel Vidal Jaquces Prades; Robert Sugden, Alain Durand, Anthony Barnes Atkinson, Michael Lipton, e Jacques Delors. Entre outos, saliente-se que neste número encontra-se um exemplar da entrevista de Alain Touraine à resvita Pública, (9 de dezembro de 1999); um exemplar do Nº 10 da revista Convergence, «Globalization and Human Rights» (abril de 1999); uma cópia da entrevista de Maria de Lourdes Pintasilgo ao jornal Público, «É preciso um novo contrato social», (26 de janeiro de 1999); um exemplar do texto de Manuela Silva «A economia social. Uma ponte para nova cultura empresarial?», (abril de 2000); um exemplar do texto de Anthony Barnes Atkinson «A European Social Agenda: Poverty Benchmarking and Social Transfers», (julho de 2000); e um exemplar do texto de Alfredo Bruto da Costa «Globalização e Exclusão Social», (20 de novembro de 2001).
Venda que fazem António da Rosa, cavaleiro da casa real, e Manuel Pinto, escudeiro fidalgo da casa do conde da Feira, filho de Diogo de Matos. O primeiro como procurador de: sua mãe, Beatriz Martins, viúva de Estevão da Rocha; de Nicolau Pereira, escudeiro fidalgo e vereador em Santa Maria da Feira, e de sua mulher, Ana da Rosa, sua irmã; e de Manuel da Rosa, clérigo de missa, morador em Setúbal, seu irmão. O segundo por si e como procurador de sua mulher, Inês da Rosa, também filha de Beatriz Martins. Ambos vendem umas casas em Alcácer do Sal a Vasco Correia, cavaleiro da ordem de Cristo e aposentador do rei, por noventa mil reais brancos. António da Rosa foi feito procurador da mãe, da irmã e do cunhado no castelo de Santa Maria da Feira, jurisdição do conde D. Manuel Pereira, na câmara nova do dito castelo. Manuel Pinto foi feito procurador em Castanheira [de Pêra], concelho de Ferreiros de Tendais. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas do licenciado Manuel da Costa
Traslado de cláusulas do testamento de Catarina Soajo, filha de Nuno Martins do Soajo, criada da senhora D. Filipa, filha do senhor D. Álvaro Castro (?), que fora feito a 22 de Abril de 1599, por Diogo de Évora, tabelião em Évora. Nelas a testadora determina que uma terra de pão que tem em Olivença, à fonte da Michoa; outra terra ao poço da Chustadoira (?), onde se chama o Romal; e uma vinha, fiquem para Vasco Fernandes Homem, seu primo, com obrigação de mandar dizer para sempre no convento de São Francisco de Évora duas missas cantadas, uma por sua alma e outra pela alma da mãe, uma em dia de Santa Maria de Agosto e outro no dia de Santa Maria da Conceição. O traslado é solicitado ao juiz por frei Rodrigo, frade do convento de São Francisco. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas onde agora pousa João Del Mar, escudeiro da casa real e juiz
Carta de venda de umas casas, localizadas na cidade de Évora, na Rua de Alconchel, onde será instalado o convento de Santa Clara. Estas casas foram de João Falcão, fidalgo da casa do rei, e de Dona Branca de Sousa sua mulher. Em virtude da morte de João Falcão foram herdeiros das referidas casas: Dona Branca de Sousa, mulher de João Falcão; Fernão Falcão, fidalgo da casas do rei e alcaide de Mourão, filho de João Falcão, e sua mulher Dona Violante; Dona Maria; João de Sousa, cavaleiro da casas do rei; Leonor de Sousa, casada com Álvaro de Moura, fidalgo da casa do rei; Gonçalo Falcão, fidalgo da casa do rei. Fernão Falcão e sua mulher receberam a parte que Dona Branca de Sousa, Dona Maria e João de Sousa tinham nas referidas casas. Leonor de Sousa e Álvaro de Moura e Gonçalo Falcão concedem procuração a José Lázaro, judeu, mercador, morador em Moura, e a José Zaboca, judeu, mercador, para que em seus nomes possam vender a parte das referidas casas que lhe coube na herança. Fernando Falcão e Dona Violante e os procuradores acima referidos venderam as casas ao bispo D. Vasco. O Bispo afirma ter autorização régia para comprar a casa, por cento e cinco mil reais brancos, para aí se instalar o convento de Santa Clara. Redactor: João Dias, tabelião do rei em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Fernão Falcão, alcaide de Mourão.
Venda que fazem Rodrigo de Sousa e sua mulher, D. Cezília; e Pedro Álvares de Carvalho e sua mulher, D. Maria de Távora. Rodrigo de Sousa e Pedro Álvares eram irmãos e são representados no acto por Diogo de Sepúlveda, seu procurador, irmão de D. Cezília. Vendem metade de uma herdade, mística com Diogo Casco, no Ameixial, termo de Estremoz, a que chamam dos Catelas (?). Esta metade de herdade fora de Isabel Pereira, mãe de Maria de Távora, de quem Rodrigo de Sousa e D. Cezília eram testamenteiros. Isabel Pereira obtivera-a por dote de casamento. A venda é feita a D. Leonor e a D. Isabel, irmãs, freiras no mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, filhas de Rui Gomes e de D. Urraca, por cem mil reais brancos. Diogo de Sepúlveda recebe o dinheiro de D. Violante de Melo, abadessa do mosteiro. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de Diogo de Sepúlveda