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A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de baptismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Baptista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de baptismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objectivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos actos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de baptismos, casamentos, óbitos e rol de crismados.
A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de baptismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Baptista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de baptismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objectivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos actos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de baptismos, casamentos, óbitos e rol de crismados.
A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de baptismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Baptista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de baptismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objectivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos actos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de baptismos, casamentos, óbitos, testamentos e rol de crismados.
A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de baptismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Baptista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de baptismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objectivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos actos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de baptismos, casamentos, óbitos e rol de crismados.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria José de Viamonte da Silveira Almada Lobo Machado, outorgando na qualidade de procuradora da sua prima Naria Ana Viamonte da Silveira Figueira de Sousa Pimentel Torres, casada com Vítor Manuel de Oliveira Pimentel Torres; 2º Outorgante: José Gaspar da Silva Ferreira Leite e esposa Maria Lucília de Brito Sepúlveda Ferreira Leite, outorgando ele por si e ainda na qualidade de legal representante de seus filhos José Augusto Sepúlveda Ferreira Leite, António Manuel Sepúlveda Ferreira Leite e Maria Alexandra Sepúlveda Ferreira Leite.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Luis Estevão de Andrade Pina, outorgando por si e como procurador de de Maria Violante de Andrade Pina Pereira de Oliveira e marido José Manuel Pereira de Oliveira 2º Outorgante: Maria Helena de Andrade Pina, casada com José Ruivo Alves 3º Outorgante: Paulo Miguel de Andrade Pina e esposa Mercedes Maria Cardoso Pinto Leite de Pina 4º Outorgante:Tomás de Oliveira da Silva, outorgando como gestor de negócios de José Francisco da Silva Oliveira, casado com Emília Oliveira e Silva
Carta enviada do Porto por Maria Leopoldina a Maria Vilhena e Mariana Vilhena. Morada: Casa de Pomarchão, Ponte de Lima.
Carta enviada de Braga por Maria Francisca Carcavelos a Maria Albuquerque de Vilhena. Morada: Casa de Pomarchão, Ponte de Lima.
Carta enviada por Maria do Carmo a Maria Malheiro de Vilhena. Morada: Casa de Pomarchão, Ponte de Lima.
Telegrama enviado de Mirandela por Ana Maria e António Barroso a Maria Vilhena. Morada: Casa de Pomarchão, Ponte de Lima.
Postal ilustrado enviado por Maria Fernanda a Maria de Albuquerque Vilhena Vilar. Morada: Casa de Pomarchão, Ponte de Lima.
Carta enviada de Lamego por Maria de Chantal (?) a Maria de Vilhena Vilar. Morada: Casa de Pomarchão, Ponte de Lima
Carta enviada de Soutelo por Maria Cândida a Maria Vilhena de Moura Pegado (Mogadouro). Morada: Freixedas, Beira Alta
Carta enviada por Maria José a Maria de Albuquerque de Vilhena. Morada: Casa de Pomarchão, Ponte de Lima
Os inventariados foram residentes em Chamoim (Terras de Bouro). Inventariante(s): Maria Agostinha Dias, Clementina Maria Dias. Proc. N.º 346.
Os inventariados foram residentes em Soutelo (Vila Verde). Inventariante(s): Maria Rodrigues de Souza, Maria de Sousa. Proc. N.º 574.
PROVISAO de emancipacao a favor de Maria Teresa, filha natural de Maria de Araujo, desta cidade. Localidades: BRAGA, BRAGA
SOLHEIRO, Sara Maria. Filha de Hermenegildo José Solheiro e de Adelaide Joaquina Alves, proprietários, moradores no lugar de Galvão de Baixo, SMP. Neta paterna de António Bernardo Solheiro e de Maria Joaquina Ribeiro; neta materna de Domingos José Alves e de Maria Caetana Gaioso (defuntos). Nasceu na freguesia da vila, SMP, a 28/11/1880, e foi batizada na igreja a 22/1/1881. Padrinhos: Francisco José Cerdeira e sua mulher, Maria de Nazaré Esteves, proprietários. // A 24/7/1895 foi madrinha de Roberto Rodrigues, nascido em Nogueira, Paderne, a 15 desse mês e ano. O padrinho era Lindolfo dos Santos Solheiro, ambos solteiros, proprietários. // Morava em Prado quando casou na igreja dessa freguesia melgacense a 16/9/1903 com o “brasileiro” de Pará, António Francisco de Oliveira, de 29 anos de idade, solteiro, comerciante em Terras de Vera Cruz, nascido em Macieira de Cambra, freguesia de Roge, concelho de Vale de Cambra, filho de Francisco de Oliveira e de Maria Joaquina. Testemunhas presentes: José Cândido Gomes de Abreu, casado, negociante, e Albina Gomes, solteira, proprietária, ambos da vila de Melgaço. // Em 1915 ela e seus filhos, Alberto e Lindoso, partiram para Lisboa, onde iriam fixar residência por algum tempo. // Em Janeiro de 1934 vivia em Campolide, Lisboa, e encontrava-se gravemente doente. // «À sua vivenda Vila Sara, em Prado, regressou no dia 25 do mês findo, vinda da sua casa de Campolide, Lisboa, a nossa prezada conterrânea Sr.ª D. Sara Solheiro de Oliveira, a qual, como temos noticiado, sofre duma grave doença que muito a tem martirizado. Fez a viagem no confortável automóvel do importante comerciante da praça de Lisboa, Sr. Marcelino Nunes Correa, vindo acompanhada por seu querido filho, Sr. Alberto Solheiro de Oliveira, por sua dilecta sobrinha, Sr.ª D. Marieta Adelaide da Mota Solheiro, e pelas suas dedicadas amigas, Sr.ª D. Leopoldina Nunes Correa e sua galante filha, D. Rosa Nunes Correa; tendo saído de Lisboa às 6,15 chegou à Serra, Prado, pelas 18.30 relativamente bem-disposta. Logo que foi conhecida a chegada da ilustre enferma, e ainda diariamente, dirigem-se à Vila Sara muitas pessoas das suas relações e amizade a informar-se do estado de saúde da bondosa senhora e a suavizar-lhe com as suas palavras amigas as torturas do seu grande sofrimento…» // Faleceu a 28/9/1934, às dezasseis horas, na dita casa do lugar da Serra, Prado, comprada pelo marido a Luís Manuel Solheiro, acrescentado-lhe o 2.º andar, agora designada “Vila Sara”, em sua homenagem. O seu cadáver foi sepultado no cemitério da vila de Melgaço no dia seguinte, em jazigo de família. // O seu viúvo finou-se em Lisboa a 16/1/1956. // Mãe de Alberto (casou com Regina Evangelista); de António (morreu em 1912, ainda menino); de Lindoso (nasceu a 21/6/1904; em 1907 esteve gravemente doente, segundo informa o Jornal de Melgaço desse ano; casou em segundas núpcias com Maria Fernanda, filha de Jorge Mendes e de Glicínia Trancoso; deste último casamento nasceu a 8/2/1953 Maria Laura, a qual foi batizada na igreja de Prado a 10/6/1956; do 1º matrimónio nascera António José Pinto Barbosa Solheiro Oliveira); e de Manuel José (nasceu a 19/7/1908 e morreu na Rua Marquês de Fronteira n.º 183, Lisboa, a 9/4/1956). // Nota 1: no “Notícias de Melgaço”, dá-se a notícia de que morreu em Lisboa, no princípio do ano de 1956, Manuel José Solheiro de Oliveira, filho de Sara Maria e de António Francisco, casado com Maria Laura Madeira Marques Craveiro, irmão de Lindoso e de Alberto, e pai de Francisco José Craveiro de Oliveira, o qual tinha, na capital do país, uma Casa de Modas. Quer dizer: pai e filho morreram pela mesma altura! // Nota 2: em Maio de 1908, António Francisco veio passar umas férias na sua magnífica vivenda do lugar da Serra, Prado, que comprara ao tio da esposa ; julgo que Sara Maria nunca foi para o Brasil.
Divulgação sobre a coleção fotográfica de Luciano Leal, angariada em 2023, através de projeto de investigação liderado pela antropóloga investigadora do ICS-ULisboa, Maria José Lobo Antunes, sobre memória e história da guerra colonial/libertação. • Áreas geográficas e topónimos: Angola • Assuntos: Guerra Colonial (1961-1974, Portugal, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique).
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rodrigo Martins de Meneses da Silva Basto e esposa Maria de Lourdes Couto Vieira Osório da Silva Basto, que também usa o nome de Maria de Lourdes Couto Vieira Osório de Meneses Basto; 2º Outorgante: Joana Martins de Meneses da Silva Basto, outorgando por si e ainda como procuradora de Camila Martins de Meneses da Silva Basto 3º Outorgante: Carlos da Silva Magalhães casado com Maria da Silva Oliveira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: João Mendes e esposa Joaquina do Carmo Ribeiro Rodrigues, outorgando ele por si e ainda como procurador de José Mendes e esposa Maria José Ferreira da Silva 2º Outorgante: Rosa Mendes e marido Joaquim da Cunha 3º Outorgante: Guilherme Medes e esposa Josefa Pinheiro 4º Outorgante:Maria Mendes e marido António Lopes dos Santos 5º Outorgante: Ana Rosa Mendes e Maria Amélia Mendes 6º Outorgante: Domingos Mendes, casado com Antónia Mendes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria da Ascensão e marido António Leite, outorgando por si e na qualidade de procuradoe de Joaquim da Ascensão e mulher Maria de Freitas Ribeiro 2º Outorgante: Joaquim da Assunção e mulher Rosa Oliveira da Silva 3º Outorgante:; Emília Fernandes e marido Manuel Mendes 4º Outorgante: Jerónimo da Ascensão Machado e esposa Quitéria Ribeiro 5º Outorgante: João da Ascensão e mulher Casimira Fernandes 6º Outorgante: Maria de Jesus Carvalho, casada com Lucídio António de Macedo
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Antunes, Vitória da Conceição Antunes, José Antunes e esposa Maria Açucena da Costa, Júlio Antunes e esposa Emília da Cunha, Maria Antónia Antunes e marido Joaquim Novais, Albano Antunes e esposa Ambrosina Teixeira 2º Outorgante: Joaquim da Silva, outorgando na qualidade de gestor de negócios do seu genro Clementino Domingues Lopes, casado com Maria Açucena Ribeiro da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: João Cunha Fernandes, António da Silva Agra, Gaspar da Silva Guimarães Júnior 2º Outorgante: Antónia da Purificação Silva e marido Manuel da Silva Martinho 3º Outorgante: Maria Luísa Alves e marido Armando Amaral 4º Outorgante: Manuel Ribeiro Alves 5º Outorgante: Martinho António de Almeida Ribeiro Alves 6º Outorgante: Maria Helena de Almeida Ribeiro Alves 7º Outorgante: Manuel José de Almeida Ribeiro Alves Habilitação por Óbito de Martinho Ribeiro da Silva e Maria Alves
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rodrigo Martins de Meneses da Silva Basto e esposa Maria de Lourdes Couto Vieira Osório da Silva Basto, que também usa o nome de Maria de Lourdes Couto Vieira Osório de Meneses Basto 2º Outorgante: Joana Martins de Meneses da Silva Basto 3º Outorgante: João de Amorim Vieira, outorgando como procurador de António de Miranda, casado com Maria Rosa Vieira Amorim
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante:Ilídia Adelaide Veloso Alves Dias e marido Antero Bonifácio de Araújo 2º Outorgante: Artur da Conceição Alves Dias e esposa Maria da Conceição Gomes Alves Dias 3º Outorgante: Maria da Luz Alves Dias casada com José Soares Coelho 4º Outorgante: Adelino da Conceição Alves Dias, outorgando por si e ainda na qualidade de procurador de Ermesinda Rosa Alves Dias e Adelino da Conceição Alves Rodrigues 5º Outorgante: António Leite casado com Maria da Assunção
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria de Lourdes Couto Vieira Osório da Silva Basto, que também usa o nome de Maria de Lourdes Couto Vieira Osório de Meneses Basto e marido Rodrigo Martins de Meneses da Silva Basto. 2º Outorgante: Joana Martins de Meneses da Silva Basto, outorgando por si e ainda na qualidade de procuradora de sua irmã Camila Martins de Meneses da Silva Basto 3º Outorgante: João Carlos da Silva, casado com Maria Ferreira de Campos Oliveira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rodrigo Martins de Meneses da Silva Basto e esposa Maria de Lourdes Couto Vieira Osório da Silva Basto, que também usa o nome de Maria de Lourdes Couto Vieira Osório de Meneses Basto 2º Outorgante: Joana Martins de Meneses da Silva Basto outorgando por si e ainda na qualidade de procuradora da sua irmã Camila Martins de Meneses da Silva Basto 3º Outorgante: Joaquim de Oliveira casado com Maria Adelaide da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Antónia da Purificação Silva e marido Manuel da Silva Martinho 2º Outorgante: Maria Luísa Alves e marido Armando Amaral 3º Outorgante: Manuel Ribeiro Alves 4º Outorgante: Martinho António de Almeida Ribeiro Alves, Maria Helena de Almeida Ribeiro e Manuel José de Almeida Ribeiro Alves 5º Outorgante: António da Silva Agra, casada com Maria da Conceição Lopes da Costa Agra
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Serafim Ferreira de Oliveira e esposa Albertina Maria de Azevedo Alves Caramalho, que também usa o nome de Albertina Maria de Azevedo Alves Caramalho de Oliveira 2º Outorgante: Amaro de Faria, casado com Serafina Batista Mendes 3º Outorgante: Joaquim Ferreira Pinto, casado com Maria Beatriz Ferreira Pinto 4º Outorgante: Manuel Ferreira de Araújo, casado com Rosa Pinheiro da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Miranda; 2º Outorgante: Fernando Salgado Barbosa e esposa Maria Licínia Guimarães Martins Barbosa, Maria José Salgado Barbosa e marido José Fernandes da Costa, Rosa Salgado Barbosa e Amélia de Oliveira Barbosa e marido Joaquim Monteiro Soares, todos outorgam por si, os outorgantes Fernando Salgado Barbosa, Maria José Salgado Barbosa, Rosa Salgado Barbosa e Amélia de Oliveira, outorgam em representação da sociedade "Barbosas & Companhia, Limitada"
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rosa Isabel de Sousa e marido José Correia 2º Outorgante: Ana de Sousa e marido Manuel Correia Pinto 3º Outorgante: António José de Sousa e esposa Olívia de Freitas 4º Outorgante: Salvador Joaquim de Sousa e esposa Maria Soledade dos Anjos de Sousa 5º Outorgante: Artur de Sousa e esposa Maria da Conceição Costa 6º Outorgante: Manuel de Oliveira, casado com Maria Nogueira Fernandes
RIBEIRO, Maria Teresa. Filha de Manuel José Ribeiro, lavrador e alfaiate, e de Rosa Joaquina Rodrigues de Morais, doméstica, moradores no lugar de Outeirão. Neta paterna de Domingos Ribeiro e de Josefa de Gar, de Santa Cristina de Baleixe, jurisdição de Caniça, bispado de Tui; neta materna de Ana Maria Rodrigues de Morais, do lugar do Outeirão, Prado. Nasceu em Prado a 23/6/1826 (*) e nesse mesmo dia foi batizada na igreja, sub conditione, por ter sido sopeada em casa. Padrinhos: António Joaquim Esteves, solteiro, do lugar do Carvalhal, e Antónia Maria Martins, viúva, do lugar da Corredoura. // Lavradeira. // Mãe solteira de Manuel José (nasceu em Abril de 1871) e de Estêvão de Jesus (nasceu em 1876). // Casou na igreja de Prado a 2/1/1879 com Caetano Maria, de 39 anos de idade, solteiro, lavrador, do lugar de Carvalhos, Rouças, filho de Inácio José Esteves e de Maria Luísa Domingues, rurais, do mesmo lugar. Testemunhas: Joaquim Daniel de Araújo, casado, lavrador, do lugar do Coto, e Vitorino Joaquim Domingues Salgado, solteiro, do lugar do Cerdedo. // Faleceu a 12/1/1929, no lugar do Outeirão, com 90 anos de idade (**), no estado de viúva. // Mãe também de Amadeu Esteves (nasceu em Prado a 25/11/1886), e de Clara Rosa (nasceu em Prado a 18/7/1881). /// (*) No assento de batismo ficou registado o ano de 1826; no entanto, está junto com os assentos de 1846. No registo de casamento diz-se que tinha a idade de 53 anos, o que corresponde ao ano de 1826. // Segundo o assento de óbito nasceu em 1839, mais um erro de quem redigiu o documento. /// (**) De acordo com o nascimento dos filhos dela e do marido, nasceu em 1846 e morreu com 82 anos de idade.
MARTINS, José Maria. Filho de Bernarda Martins, da freguesia de São Pedro de Betanços, bispado da Corunha, moradora na Vila de Melgaço, intramuros. Neto materno de Pedro Martins e de Filipa Berguindana. Nasceu na Vila a 14/10/1860 e foi batizado na igreja a 16 desse mês e ano. Padrinhos: José Maria Pereira, soldado veterano, e Clara Leandra, residente no Campo da Feira de Dentro, Melgaço. // Devido ao facto da sua mãe se encontrar numa situação de miséria, demente, alguém requereu à Câmara Municipal a aceitação da criança na Roda, tendo sido entregue a 7/12/1860, ficando registado sob o n.º 222. // Nesse dia 7/12/1860 foi entregue à ama Maria Rosa Sarandão, casada com Manuel Joaquim Sanches, moradora intramuros. // A 1/7/1862 passou para a ama Maria José de Sousa, do lugar de Mós, freguesia de Penso, por assim o pedir Maria Rosa Sarandão, a quem a mãe do menino incomodava. // Tornou-se o sócio n.º 5975 do Montepio Geral em sessão de 30/10/1890, subscrevendo a quantia de 600$000 réis, pagando de jóia 42$000 réis, e uma quota mensal de 2$520 réis. // Foi habilitado pensionista em sessão de 13/5/1914 (*). // Por despacho de 12/12/1918 reassumiu os seus direitos, civis somente, não sendo obrigado a restituir a pensão recebida; devia, contudo, ser pensionista, mas a pensão a legar seria igual à que legaria se continuasse a sê-lo. /// (*) A 13/5/1914 tinha ele 53 anos de idade e quase 24 anos de quotas pagas, o que era insuficiente, quanto a mim, para ter direito a uma pensão; deve ter sido aposentado através de uma junta médica; logo que melhorou, deram-lhe alta.
Localidade: Esposende, Santa Maria Anjos.
Freguesia: Ferreiros. Inventariante: Maria Lodovina.