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Agradece a oferta da crítica à Câmara Municipal de Guimarães sobre o caso do “Vimaranis Monumenta Histórica”. Manifesta a sua compreensão pela injustiça de que Alfredo Pimenta foi alvo.
Nasceu no Funchal a 18 de Janeiro de 1879 e faleceu em Lourenço Marques a 15 de Julho de 1922. Licenciado em Medicina (1905) e Filosofia (1899) em Coimbra. Desempenhou os cargos de juiz presidente do Tribunal de Árbitros Avindores de Lisboa (1910 a 14 de Janeiro de 1911), de director da Casa Pia de Lisboa (1911), de provedor central da Assistência de Lisboa (22 de Julho de 1911 a 16 de Junho de 1912) e de ministro do Fomento no ministério presidido por Duarte Leite Pereira da Silva (16 de Junho de 1912 a 9 de Janeiro de 1913). Ocupou ainda o cargo de director do Instituto de Reeducação dos Mutilados da Guerra e de vogal do Conselho Superior de Instrução Pública. Foi também vereador na Câmara Municipal de Lisboa (1908-1911) e deputado ao Congresso da República (1921-1922). Foi uma figura de grande complexidade intelectual, um homem da ciência e um dos introdutores em Portugal do estudo e ensino das crianças com deficiência e do ensino científico dos surdos-mudos, para além de fundar na Casa Pia o Instituto Jacob Rodrigues Pereira de ensino para esses segmentos infantis. Desenvolveu ainda estudos médicos e científicos acerca da gaguez. Veio a suicidar-se em Lourenço Marques a 14 de Julho de 1922. In: http://mosca-servidor.xdi.uevora.pt/arquivo/?p=creators/creator&id=683
Envia o livro “Correspondência de D. João V e D. Barbara de Bragança” e pede a Alfredo Pimenta que ofereça alguns dos seus trabalhos à Biblioteca de Estudos Portugueses, na Universidade de Toulouse.
Pede a Alfredo Pimenta que lhe indique bibliografia sobre o pontífice português, Papa João XXI.
Tece comentários sobre as “Cartas a um esteta”. Destaca as afinidades entre os dois e o que os distingue, partindo do sentimento estético: o seu amor pela liberdade, a principal razão de ser democrático. Contém uma transcrição, em francês, de Jean Lorrain.
Reclama por notícias de Alfredo Pimenta; refere a dor e o sofrimento que o consomem; faz referência ao livro “Na Torre da Ilusão” de Alfredo Pimenta e destaca o soneto dedicado a Carolina Michaëlis.
Dá informações sobre a segunda marquesa das Minas, Maria Madalena de Lima Noronha, os pais, a data de falecimento e o local provável da sua sepultura.
Envia um papel pertencente a Alfredo Pimenta que encontrou entre os seus. Trata-se de uma letra no valor de mil duzentos e cinquenta escudos.
Dá informações sobre o trabalho de Dantas da Gama relativo ao missal bracarense.
Faz acusações contra a imprensa portuguesa e critica os países aliados, sobretudo a Inglaterra. Destaca os artigos de Alfredo Pimenta.
Elogia o livro de Santos Simões "Amor e Açucar Mascavado", questiona sobre o caso do poeta Correia Alves e sugere um encontro em Coimbra.
Faz um balanço do "III Encontro de Suplementos e Páginas Culturais".