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Processo nº 1169, 1970: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 10/02/1970, em nome do requerente: António José Calhaz dos Santos
Processo nº 1512, 1975: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 24/05/1975, em nome do requerente: José de Jesus Alves Texugo
Processo nº 1179, 1970: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 22/04/1970, em nome do requerente: José António Moleiro Correia Morais
Processo nº 457, 1958: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 11/01/1958, em nome do requerente: Alfredo José da Silva Martins
Processo nº 1117, 1969: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 09/04/1969, em nome do requerente: José Augusto Delgado da Silva
Processo nº 1109, 1969: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 28/01/1969, em nome do requerente: José de Jesus Alves Texugo
Processo nº 1064, 1968: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 17/01/1968, em nome do requerente: João José da Silva Freire Licença de condução de velocípede nº 1063,
Processo nº 1078, 1968: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 17/07/1968, em nome do requerente: José Carlos Albano de Sousa Licença de condução de velocípede nº 1077,
Processo nº 503, 1958: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 04/07/1958, em nome do requerente: Elísio Manuel José da Silva
Processo nº 1606, 1977: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 06/04/1977, em nome do requerente: José Rosa Baião da Silva
Processo nº 1612, 1977: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 15/06/1977, em nome do requerente: José António da Silva Barroso
Processo nº 1613, 1977: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 29/06/1977, em nome do requerente: José Manuel Marques Monteiro Palácio
Processo nº 1602, 1977: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 06/04/1977, em nome do requerente: José Maria Ramos Lopes Alves
Processo nº 1591, 1977: Processo de concessão de licença de condução de velocípede sem motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 26/01/1977, em nome do requerente: José António Rodrigues de Campos
Processo nº 1646, 1977: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 28/09/1977, em nome do requerente: José Manuel da Costa Freire
Processo nº 702, 1962: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 13/03/1962, em nome do requerente: José Maria Gaspar da Silva Licença de condução de velocípede nº 701,
Processo nº 682, 1961: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 17/10/1961, em nome do requerente: Joaquim José da Costa Eusébio Licença de condução de velocípede nº 681,
Processo nº 677, 1961: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 01/09/1961, em nome do requerente: José de Jesus da Silva Licença de condução de velocípede nº 676,
Processo nº 2008, 1984: Processo de concessão de licença de condução de velocípede sem motor auxíliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 31/09/1984, em nome do requerente: António José Boiada Ferreira Palácio Licença de condução de velocípede nº 2009
Processo nº 1865, 1982: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxíliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 15/06/1982, em nome do requerente: José Augusto Batista dos Santos
Processo nº 1872, 1982: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxíliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 27/07/1982, em nome do requerente: José Farinha Albino da Costa
Processo nº 1906, 1983: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxíliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 08/02/1983, em nome do requerente: José António Moleiro Correia Morais
Processo nº 1873, 1982: Processo de concessão de licença de condução de velocípede sem motor auxíliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 10/07/1982, em nome do requerente: José Pedro de Oliveira Serigado
Requerimento nº . 1989: Requerimento de mudança de residência do proprietário do velocípede com motor auxiliar n.º 1 - CTC - 14 - 82 em nome do requerente: José Manuel da Silva Rodrigues.
Processo nº 1936, 1983: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxíliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 03/08/1983, em nome do requerente: José dos Santos Antunes Pinto Licença de condução de velocípede nº 1937
Processo nº 2000, 1984: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxíliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 14/08/1984, em nome do requerente: Rui José da Silva Pires Licença de condução de velocípede nº 2001
Processo nº 1625, 1977: Processo de concessão de licença de condução de velocípede sem motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 27/07/1977, em nome do requerente: José Carlos da Silva Dinis
Processo nº 1630, 1977: Processo de concessão de licença de condução de velocípede sem motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 10/08/1977, em nome do requerente: José Manuel dos Santos Lopes
Registo de matrícula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: João José da Silva Freire Matrícula n.º: 1-CTC-16-65 Contém registo de cancelamento do antigo proprietário; Carlos Jorge Trindade Mineiro, com a matrícula: 1-ABT-75-98.
Registo de matrícula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: José Fernando da costa Rocha Matrícula n.º: 1-CTC-14-14 Contém registo de transferência de propriedade: Rosa Maria da Costa Rocha Bento.
Registo de matrícula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Fernando José Amaro das Neves Matrícula n.º: 1-CTC-14-28 Contém registo de transferência de propriedade: Maria da Conceição Milagaia Coelho; Elsa Maria Mourato Parracho.
Ficha de inscrição individual com fotografia de António José de Jesus Castanheira, elemento que integrava a equipa de hipismo como condutor de viatura, na XX Olimpíada de Munique, em 1972.
Ficha de inscrição individual de José Emilio Guimarães Estrela Loureiro, atleta da modalidade de tiro, na XXIII Olimpíada de Los Angeles, em 1984, com informações pessoais e profissionais. Esta ficha encontrava-se na pasta das inscrições não confirmadas.
Ficha de inscrição individual de José Albertino Pereira da Cunha, treinador suplente da modalidade de canoagem, na XXIII Olimpíada de Los Angeles, em 1984, com informações pessoais e profissionais. Esta ficha encontrava-se na pasta das inscrições não confirmadas.
Ficha de inscrição individual de José Manuel Guimarães Jacques Pena, atleta da modalidade de tiro, na XXIII Olimpíada de Los Angeles, em 1984. Contém informações pessoais e profissionais e a assinatura de Helena Neto.
Ficha de inscrição individual de Manuel José Lopes Pinto Barroso, atleta da equipa de pentatlo moderno, na XXIII Olimpíada de Los Angeles, em 1984. Contém informações pessoais e profissionais e assinatura não identificada.
Ficha de inscrição individual de João José Mendes dos Santos, atleta da equipa de natação, na XXIII Olimpíada de Los Angeles, em 1984. Contém informações pessoais e profissionais e assinatura não identificada.
Ficha de inscrição individual de José Manuel Pessoa Casquilho Faria, atleta da modalidade de tiro com armas de caça, na XXIII Olimpíada de Los Angeles, em 1984. Contém informações pessoais e profissionais e assinatura não identificada.
Dois exemplares da ficha de inscrição individual de José Manuel Pessoa Casquilho Faria, atleta da modalidade de tiro com armas de caça, na XXIII Olimpíada de Los Angeles, em 1984.
Diploma de menção honrosa atribuído a José Manuel Quina, proposto para a Medalha Olímpica Nobre Guedes, do ano de 1960, pela Federação Portuguesa de Vela. O diploma não se encontra assinado.
Documentos relativos ao processo de José Fialho Pulido, nomeadamente bilhete postal de inscrição como sócio dirigido à Comissão de Interesses Profissionais e proposta para admissão de sócio como membro correspondente da Sociedade.
Documentos relativos ao processo de José Augusto Ferreira, nomeadamente bilhete postal de inscrição como contribuinte na Secção Jurídica da Sociedade e correspondência relativa à sua eleição como membro da comissão de redação da Sociedade.
Documentos relativos ao processo de João José Duarte, nomeadamente bilhete postal de inscrição como contribuinte na Secção Jurídica da Sociedade e memorandum à Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa para confirmação de diploma de conclusão de curso.
Subsecção composta por documentos doados por José Aranda da Silva, bastonário da Ordem dos Farmacêuticos entre 2001 e 2007, no âmbito da Campanha "Vamos Fazer História". Esta doação é composta por documentação diversa referente à sua vida académica e profissional.
DOMINGUES, José Augusto (Cabanal). Filho de Francisco Domingues e de Ana Domingues, moradores em Portelinha. N.p. de Manuel Domingues e de Isabel Domingues; n.m. de Bento Domingues e de Isabel Domingues. Nasceu a 2/4/1882 e foi batizado a 9 desse mês e ano. Padrinhos: José Rocha, casado, e irmã, Maria de Jesus Rocha, solteira, ambos do lugar da vila de Castro. // Lavrador. // Casou na igreja de Fiães a 27/12/1905 com Rosa Maria Alves, de 26 anos de idade, solteira, camponesa, filha de Manuel Bento Alves e de Maria Luísa Domingues, natural do lugar de Alcobaça, Fiães. Testemunhas presentes: António Domingues, solteiro, «clerigo in sacris», e Manuel António Domingues, casado, lavrador, ambos do lugar de Adavelha, Fiães. // Comprou na Corredoura, Prado, a casa (*) que fora do padre Elias de Jesus Marques (nessa casa já lhe nasceu o filho José Augusto, a 30/1/1922) e a Quinta de Cortinhas. // No Jornal de Melgaço n.º 1168, de 28/7/1917 pode ler-se a seguinte declaração: «Eu, José Augusto Domingues, casado, proprietário, da freguesia de Prado, declaro que não me responsabilizo por qualquer dívida contraída por minha mulher, Rosa Alves, residente na mesma freguesia. Melgaço, 24/7/1917.» // E no Jornal de Melgaço n.º 1175, de 15/9/1917, diz-se que o ex-administrador do concelho, Joaquim de Sousa Alves, lhe apreendera 90 quilos de batata que ele transportava de Alcobaça, Fiães, para Prado, onde residia. // Em 1918, já a residir em Prado, foi atingido, mais a esposa, pela pneumónica que grassava no concelho; recolheram ao hospital da Santa Casa da Misericórdia e curaram-se. Em Janeiro de 1919 já estava completamente restabelecido. Foram apresentados como exemplo para outros doentes que não queriam ir para lá. «Nota-se neste concelho uma grande repugnância que não tem nenhuma razão de ser. É a repugnância que muitos doentes sentem em ir para o hospital, e essa repugnância vem de se dizer que lá só dão aos doentes leite e caldo, e alguns quererem presunto no inverno e salada no verão. Ora no hospital, quando dirigido por um bom médico e haja escrupulosos enfermeiros, ao doente só é ministrado o alimento compatível com as forças do seu organismo, mas o necessário para a vida. Por isso, o nosso amigo Cabanal deu um grande exemplo que deve seguir-se: estava ele e sua mulher com a epidemia – e como os filhos são ainda crianças – não podendo, por isso, tratá-los, e ainda como naquele tempo não era fácil encontrar-se uma criada, pois em Prado estava quase tudo doente, depois de bastantes dias estar de cama, resolve ir com sua mulher para o hospital, onde se encontra ainda, mas já livre de perigo. Que este exemplo frutifique!» (JM 1226, de 15/11/1918). // Por causa do que a seguir vou transcrecer, é que ele deve ter fugido para o Brasil. «Beijo maldito – por ver hoje a cicatriz é que me lembro de dar a seguinte notícia: - em tempos apareceu em Prado, junto à Quinta de Cortinhas, um vulto que trajava de homem, mas decerto homem não seria. Houve más-línguas que chegaram a afirmar que era o filho do Bento da Corredoura, mas eu suponho ser falsa tal afirmativa, pois não há memória de que algum homem praticasse tão feia acção. Esse vulto, que decerto era cão vestido de homem, atira-se ao nosso amigo José Augusto Domingues, na ocasião em que este encaminhava a água para a sua quinta, e ferra-lhe os dentes no lábio superior, sendo preciso ir lá o Dr. Moreira e dar-lhe alguns pontos naturais. Maldito beijo!» (Jornal de Melgaço n.º 1281, de 14/3/1920). // No Notícias de Melgaço n.º 230, de 22/4/1934, lê-se: «no dia 14, pelas 20 horas, desapareceu da casa de sua família, na Corredoura, Prado, o menor de 18 anos, filho do antigo negociante José Augusto Domingues (Cabanal), residente no Brasil. Ignoram-se os motivos que deram origem ao desaparecimento desse rapaz que, apesar de ser instantemente procurado, não tem sido possível encontrá-lo. A família Cabanal, como é de calcular, está na maior desolação.» // É curioso que na madrugada do dia 14/11/1936 os gatunos assaltaram-lhe a adega e beberam o vinho que lhes apeteceu! É possível que só estivesse na Corredoura de Prado a mulher e filhos. // A sua esposa faleceu no Brasil a 28/2/1953. // No Notícias de Melgaço n.º 1377, de 30/10/1960, lê-se: «chegaram-nos agora boas notícias do nosso velho amigo (…), há muito residindo em Niteroi, Brasil, em cuja indústria conseguiu marcar lugar de realçado destaque. Como todos os melgacenses saídos deste rincão, também José Augusto Domingues não o esqueceu, embora esteja agora pensando em fazer uma visita à sua terra natal para a freguesia, onde nasceu, lhe guardar os ossos. Felizmente, como o velho “Cabanal” tem os seus puxados 76 anos, se tem defendido bem da grave crise financeira que o Brasil atravessa, e o sabemos de saúde, do Notícias de Melgaço lhe enviamos amigáveis saudações de mistura com votos para que ainda por muitos anos vá gozando no seu lar de Niteroi do amor de seus filhos e dos carinhos de sua neta médica.» Ele morreu nesse país da América do Sul em 1967, famoso, tendo dado «o seu nome ao Grupo Escolar Cidade n.º 2 e a uma rua da cidade (São Gonçalo) que bordejava a residência em que vivia» (VM 1136, de 15/4/2000). // Pai da professora Palmira de Jesus, entre outros. /// (*) Nessa casa morreu, a 4/5/1923, com 80 anos de idade, a sua sogra, Maria Luísa Domingues.
Trata-se de uma resposta a um inquérito de Pinto Quartin, sobre a questão religiosa no Brasil • Áreas geográficas e topónimos: Brasil • Assuntos: Religião .
Sentença cível de arrematação do Casal do Paço Vedro com todas as suas pertenças, situado na freguesia de Salvador de Louredo, Póvoa de Lanhoso, passada a requerimento do arrematante Fulgencio José da Costa Guimarães, da cidade de Guimarães, extraída dos Autos de Execução de Sentença, procedente do Tribunal Comercial de segunda instância em Lisboa, em que foi exequente o bacharel José Joaquim da Silva Areias, médico na cidade de Guimarães e executados dona Maria do Carmo Faria Vilela, irmã e marido desta.
Carta de sentença cível de arrematação para título e posse a favor e requerimento do arrematante António José da Costa Guimarães, da freguesia de Travassos, da Póvoa de Lanhoso, extraídas dos autos de Inventário a que se procedeu por falecimento de Bernardina da Cruz, da Casa da Eira do Chão, da referida freguesia, e em que foi inventariante Luís José da Silva Matos da mesma freguesia.
Vedoria, medição e apegação de uma morada de casas sobradadas sitas na Rua de Couros que são as últimas da esquina da viela que vai do Guardal para além do Rio. As casas são de prazo de vidas, onde se acha por caseiro Bento José Ferreira e sua mulher Domingas Rosa, que as possuíam por título de rematação por execução feita ao possuidor delas que foi Luís Pinto. E assim se fez a dita vedoria. Tabelião Paulo José de Freitas
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Joaquim Carvalho da Silva, casado com Maria de Fátima Fernandes Martins de Carvalho 2º Outorgante: Virgílio Leite de Sousa Lobo casado com Maria Carolina Teixeira Martins Fernandes Lobo 3º Outorgante: Damião Leite Simões casado com Maria Amélia Dias Bragança 4º Outorgante: José Cardoso Rodrigues outorgando na qualidade de gestor de negócios de José Alberto do Lago e Costa Rodrigues
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Adão Torcato Ribeiro de Almeida casado com Maria Fernanda Ferreira de Oliveira 2º Outorgante: José Narciso Martins da Costa casado com Maria Raquel Machado da Silva Moura, outorgando por si e ainda na qualidade de legal representante de Teresa Maria Moura Martins da Costa e de Anabela Moura Martins da Costa 3º Outorgante: Maria Raquel Machado da Silva Moura casada com José Narciso Martins da Costa
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Urgezes dos Santos Simões e esposa Maria Hermínia Salgado Alves 2º Outorgante: Maria Antónia Alves Simões Moreira, casada com José Maria Loureiro Moreira, outorgando por si e na qualidade de procuradora de seu marido 3º Outorgante: Maria Manuela Alves Simões 4º Outorgante: José António Alves Simões 5º Outorgante: José Mendes Fernandes, outorgando na qualidade de gestor de negócios de António Manuel Fernandes casado com Maria do Carmo Lopes, de Francisco Salgado de Abreu, casado com Maria Mendes Fernandes e de João Mendes Fernandes, casado com Maria da Luz da Silva Mendes 6º Outorgante: Fernando Monteiro Ribeiro, casado com Maria Teresa de Araújo, outorgando por si e na qualidade de gestor de negócios de seu irmão Adelino da Silva Ribeiro, casado com Maria da Glória Pinheiro da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Albano Martins Coelho Lima, casado com Belém de Abreu Leite 2º Outorgante: Casimiro Coelho Lima, casado com Maria Fernanda Martins Coelho Lima 3º Outorgante: João Leite Coelho Lima, casado com Maria de Lurdes da Conceição Malheiro da Cunha Coelho Lima 4º Outorgante: José de Abreu Coelho Lima, casado com Maria Clotilde Duarte Miranda da Veiga Coelho Lima, outorgando por si e ainda como procurador de Ana Maria de Abreu Lima Guerra Junqueiro, casada com Amándio Augusto Guerra Junqueiro 5º Outorgante: Francisco Abreu Coelho Lima, casado com Maria Eduarda da Cunha Guimarães Coelho Lima 6º Outorgante Adelino Coelho Lima, casado com Maria José Faria Pinto Coelho Lima 7º Outorgante: Manuel José Teixeira de Melo, casado com Maria Aida da Cunha Guimarães, que também usa o nome de Maria Aida de Jesus Correia da Cunha
Freguesia: Ferreiros. Inventariante: José Narciso Gonçalves Taveira.
Freguesia: Goães. Inventariante: António José da Costa.
Freguesia: Ferreiros. Inventariante: José Maria de Amorim.
Freguesia: Lago. Inventariante: Domingos José de Campos.
Freguesia: Ferreiros. Inventariante: António José Costa Azevedo.
Freguesia: Rendufe. Inventariante: José António de Araújo.
Freguesia: Caniçada. Inventariante: Albino José dos Santos.
Freguesia: Mosteiro. Inventariante: José Joaquim de Matos.
Freguesia: Barreiros. Inventariante: António José de Sousa.
Freguesia: Sequeiros. Inventariante: José Augusto da Silva.
Freguesia: Caires. Inventariante: José Miguel Arantes.
Freguesia: Barreiros. Inventariante: Francisco José Correia Portela.
Freguesia: Sequeiros. Inventariante: José António Martins.
Freguesia: Fiscal. Inventariante: Domingos José Antunes.
Freguesia: Rendufe. Inventariante: António José Peixoto.
Freguesia: Anjos. Inventariante: Manuel José Rodrigues.
Freguesia: Mosteiro. Inventariante: José Maria da Silva.
Freguesia: Bico. Inventariante: José Maria Soares.
ALVES, Manuel José (o Lamas). Filho de Manuel Alves e de Isabel Vaz, lavradores. Nasceu na freguesia de Lamas de Mouro por volta de 1800. // Camponês. // Faleceu a 8/4/1872, no lugar e freguesia de São Tomé de Cousso, concelho de Melgaço, onde morava desde o seu casamento, com todos os sacramentos da igreja católica, com 72 anos de idade, casado com Maria José Fernandes, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja de Cousso.
RODRIGUES, Daniel José. Filho de (*). Nasceu no lugar do Regueiro, Cristóval, a --/--/18--. // Emigrou para o Brasil, onde conseguiu angariar alguma fortuna. // Deve ter sido ele que mandou construir a “Casa Branca” em Cristóval. // Casou ainda no século XIX com Antónia de Sylos, brasileira. // Foi com o seu dinheiro que se construiu a torre da igreja de Cristóval, inaugurada a 20/9/1903, o que deu ensejo a enorme banquete. Lê-se em uma placa de mármore: «Mandada construir por Daniel José Rodrigues em obediência à vontade de sua esposa Antónia de Silos Rodrigues 1902.» // Em 1908 regressava de Lisboa à sua «Casa Branca», uma bela vivenda mandada construir na freguesia de Cristóval, acompanhado da família. Tinha um filho, António Daniel, nascido a 13/6/1887; nesse dia e no ano de 1912 festejou-se em sua casa o aniversário desse filho. Também era pai de Honório e de Rafael Daniel. // Os seus filhos, António Daniel e Rafael Daniel, em 1913 deslocaram-se a Coimbra a fim de contratarem técnicos que lhes fizessem a instalação elétrica na sua “Casa Branca”. // Em 1913 enviou ofício à Câmara Municipal de Melgaço a dizer que declinava a nomeação de vogal da Comissão de Assistência escolar do concelho; para o substituir nomearam José Joaquim Pereira da Costa, do lugar da Porta (ver Jornal de Melgaço n.º 717 e n.º 733, de 14/5/1908, Correio de Melgaço n.º 2, Correio de Melgaço n.º 46, de 20/4/1913, Correio de Melgaço n.º 61, de 10/8/1913, e Correio de Melgaço n.º 80, de 21/12/1913). // Morreu a --/--/1923 (**). // Pai de António Daniel, de Carlos, de Honório, de Rafael Daniel (este senhor teve um filho, de seu nome Rafael Val Rodrigues, conhecido por “Felito da Casa Branca”, de quem o Manuel Igrejas (natural da Vila de Melgaço, emigrante no Brasil) fala em “A Voz de Melgaço” n.º 933, de 15/2/1991, dizendo que se voltaram a encontrar ao cabo de 20 anos; era seu compadre, padrinho da Deise Igrejas; residia em São Paulo; era casado com Sara e já tinha cinco netos, três da filha Maria e dois do filho Rafael; Rafael Val Rodrigues morreu nesse ano de 1991). // (ver A Voz de Melgaço n.º 950, de 1/11/1991, página 8; e A Voz de Melgaço n.º 1035, de 1/9/1995, página 14). /// (*) (ver Correio de Melgaço n.º 17, de 29/9/1912). /// (**) No Notícias de Melgaço n.º 42, de 21/1/1923, diz-se que morreu em Lisboa o proprietário da “Casa Branca”.
ALVES, Manuel José (Nené). Filho de João António Alves, de Paderne, e de Maria Teresa Lourenço, da Vila, onde moravam. N.p. de Manuel Luís Alves e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. Nasceu a --/--/1874. // Devido a deficiências mentais, é possível que não tenha feito a instrução primária. // Esteve sempre com a mãe e irmãos: – ao José Maria ajudava, como podia, na sua oficina de serralheiro. // Era conhecido por “Nené” e todos o tratavam como a uma criança crescida. // Algumas vezes foi, a pé, ao Santuário do Sameiro, e voltava, também a pé, como se fosse a coisa mais natural do mundo. De Melgaço a Braga, distam cerca de cem quilómetros. Não é brincadeira. // Não pronunciava correctamente as palavras e, por causa disso, arranjou uma alcunha à família feminina: as balacas (*). Talvez derivada de “balaica”, ou “balalaica”. (**) // A família possuía uns terrenos cultiváveis, mas por vezes o tempo não corria de feição, por isso ele rogava com fervor à divindade: «Ó meu Jesus, dá água pró meu Corçães, prà minha horta, prà minha Buraca!» E logo a seguir pedia sol, como no ditado: «sol na eira e chuva no nabal.» // O “Notícias de Melgaço” n.º 26, de 30/9/1923, fala dele: «GOSTO QUE DÁ DESGOSTO – No dia 23 do corrente mês, quando vinha de Penso em direcção a esta Vila, Manuel Alves, mais conhecido por “Nené”, ao chegar próximo do Hotel Ranhada, achou, no meio da estrada, um maço de notas do Banco (moeda corrente) que, surpreendido, guardou, mas mais surpreendido ficou quando duas praças da Guarda Fiscal, em serviço no posto de São Marcos, que lhe viram apanhar fosse o quer que fosse, lho fizeram entregar, dando estes 20$00 ao dito “Nené”, dizendo-lhe que mais lhe dariam se não aparecesse o dono.» // Quanto a mim, trata-se de uma partida. Sempre existiu, nos humanos, uma tendência para brincar com os idiotas. De qualquer modo, ganhou vinte mil réis, que naquele tempo era dinheiro. // Faleceu solteiro, sem geração, a 23/12/1924, com cinquenta anos de idade. /// (*) Existiu uma tribo cujos membros eram conhecidos por valáquios; hoje encontram-se dissolvidos no povo romeno. Haverá alguma relação? /// (*) «Espécie de bandolim de três cordas e de forma triangular, usado pelos camponeses russos e apenas para acompanhar a voz.»
SOARES, Caetano José. Filho de Caetano de Abreu Soares, cavaleiro professo da Ordem de Cristo, tenente de infantaria, e de Caetana Maria Gomes de Abreu. N.p. de António Soares da Nóvoa e de Margarida Gomes de Abreu; n.m. do capitão Domingos Gomes de Abreu, cavaleiro da Ordem de Cristo, e de Isabel Faria. Nasceu na Vila a 18/2/1744. // Foi cadete no regimento de Valença. // Teve o cargo de almotacé, monteiro-mor, e provedor da SCMM. // Em 1783 e 1784 era vereador e juiz pela ordenação; voltou a sê-lo em 1796 e em 1802. // Pertenceu à Ordem de Santiago da Espada. // Casou em primeiras núpcias com Maria Teresa de Sousa Gouveia, filha de António Manuel Teixeira e de Joana Engrácia de Sousa Salgado, neta paterna de Silvestre Teixeira Torres e de Jacinta da Gama, e materna de Pedro de Sousa Gama e de Maria Teresa de Sousa Salgado. Moraram na Rua Direita, na casa armoriada ao lado da igreja matriz. // A sua esposa faleceu em Remoães a 29/3/1795, não deixando filhos, e foi sepultada na capela da Senhora do Amparo, anexa à igreja matriz da Vila, que ele comprara a 24/11/1792 a João Monteiro Andrade e mulher, Ana Francisca do Espírito Santo. // Casou em segundas núpcias, na Casa de Paravedra, S. Cristóvão de Mourentão, Galiza, a 22/7/1798 com Maria Teresa, filha de Jacinto Mosqueira Tavares Sotomaior e de Teresa Antónia Lira e Pereira, neta paterna de José Mosqueira e Trancoso e de Beatriz Tavares Sotomaior, e neta materna de Basílio Lira Pereira e de Joana Mosqueira Baamonde. // Foi seu cunhado galego, António Maria Mosqueira de Lira, que a 9/6/1808, dia de feira, o entusiasmou a revoltar-se contra a presença dos franceses em território português. Era na altura juiz de fora em Melgaço o corregedor Filipe António de Freitas Machado. Apoiou essa ideia António de Castro Sousa Meneses Sarmento, Tomaz José Gomes de Abreu, Jacinto Manuel da Rocha Pinto, capitão-mor João António de Abreu, e o Dr. Miguel Caetano. // Faleceu na Vila a 25/1/1813 e foi sepultado na igreja da Misericórdia. // A sua viúva finou-se a 17/12/1844. // Com geração.
Filiação: José António Oliveira e Custódia Maria São Jose. Natural e/ou residente em Braga, São João Souto, concelho de Braga.
Planta não concluída. Imóveis representados na planta mas não identificados: Casal dos Arcos (Rua Jardim Júlio Moreira, sem n.º); Edifício Almeida (Rua Dr. José Joaquim de Almeida, n.º 492, 492A e 492B)
Para mostrar cumprido o testamento/bem de alma de António José Dias (pai).
Para mostrar cumprido o testamento/bem de alma de Francisco José Matos (pai).
O inventariado foi residente em Souto. Inventariante: Maria José Fernandes; Rosa Fernandes
O inventariado foi residente em Duas Igrejas. Inventariante: Maria José da Silva; Ana Maria da Costa
Filiação: José Maria Barbosa e Emília Rosa Fernandes Pereira. Freguesia: Rubiães, São Pedro. Concelho: Paredes Coura.
Filiação: Custódio José Montenegro e Rosalina Maria Ferreira. Freguesia: Rubiães, São Pedro. Concelho: Paredes Coura.
Freguesia: Besteiros. Inventariante: Maria José de Araújo e Carolina Rosa Rodrigues.
Averiguações acerca do facto de José Alves da Rocha, pároco da freguesia de Penalva de Alva, concelho de Oliveira do Hospital, distrito de Coimbra, ter excomungado Manuel Marques da Cunha, impedindo-o de entrar na igreja e assistir à missa. O motivo da excomunhão teve a ver com este indivíduo se ter apresentado no enterro de Carnaval «com uma saia branca pelos ombros e um cortiço na cabeça». Contém os números 1455 e 1460 do jornal «A Época», publicados em Lisboa, respectivamente a 25 de Julho e 9 de Agosto de 1923. Este jornal foi acusado no Relatório da Polícia de Investigação Criminal de Coimbra de ter sido responsável pela atitude do pároco, uma vez que «na sua nobre missão de perturbar a sociedade portuguesa, por ódio à República, comentou a farçada carnavalesca, tirou d'ela conclusões a seu modo, fez ver semelhanças e alusões».
Acerca do recebimento da pensão pelo padre pensionista José Aníbal Duarte, pároco da freguesia de Vila Cortês do Mondego, que, em meados de Outubro de 1913, se ausentou desta localidade para a terra da sua naturalidade, Sebadelhe, concelho de Vila Nova de Foz Coa. Contém transcrição de uma carta, datada de 28 de Setembro de 1913, do referido padre ao bispo da Guarda, publicada no «Jornal da Guarda» em que afirma «quero reconciliar-me com a Santa Igreja, de quem sou filho e compensar a V. Exa. Rev. como pai generoso, perdoar ao filho pródigo que volta a casa paterna e que, incondicionalmente se põe à sua disposição, aguardando as suas ordens para as cumprir».
Pedido de provisão para uma fábrica de bijuteria (1804), "para poder trabalhar em todos os metais, madeiras, marfins e tartarugas", tendo aprendido o ofício de torneiro de metais e madeiras no Arsenal Real dos Exércitos. Litígio (1814) acerca da ocupação do edifício em que pretende estabelecer a fábrica, na Rua Nova do Almada nº 56, em Lisboa. Novo litígio (1817-1818) acerca do fabrico de pentes de tartaruga, em que sofre um auto de apreenção e é condenado pelos Juízes do Ofício de Penteeiro, mas de que sai vencedor sendo-lhe concedida uma nova provisão com a autorização para fabricar os referidos pentes. Em 1825, pede para serem matriculados como seus aprendizes, Maximo Alexandre de Sousa e seu filho, Joaquim José Inácio da Costa.