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Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Balbina Mendes Correia Ribeiro e marido Clemente Augusto Correia Machado Ribeiro de Abreu; Maria Francisca Mendes Correia Ribeiro Rodrigues Guimarães, que também usa o nome de Maria Francisca Mendes Correia casada com António Manuel Rodrigues Guimarães; Maria do Carmo Mendes Correia Ribeiro e marido Amadeu Torcato Ribeiro; António José Lopes Correia e Alfredo Mendes Lopes Correia casado com Maria Odete de Almeida Ribeiro Correia 2º Outorgante: Fernando da Silva casado com Adelinada Silva Barbosa, outorgando por si e ainda na qualidade de gestor de negócios de António da Conceição Vieira Ramalho casado com Elvira da Silva Barbosa 3º Outorgante: José Carlos da Silva Gomes e António da Silva Ferreira, outorgando ambos em nome da sociedade "José Carlos & Ferreira, Limitada 4º Outorgante: José de Almeida casado com Maria de Lurdes Alves Peixoto
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Patrício de Castro Henriques, Joaquim Fernandes Marques, Francisco Antunes Fernandes; 2º Outorgante: Ana da Silva Ribeiro Martins e marido Manuel Ferreira Martins; 3º Outorgante: Fernanda de Almeida Ferreira, casada com Augusto Ribeiro da Silva; 4º Outorgante: Custódia da Silva Ribeiro, outorgando por si e ainda na qualidade de procuradora de Fernando Ribeiro da Silva e esposa Stella Pereira Ribeiro; 5º Outorgante: Manuel da Silva Ribeiro e esposa Maria José Leite; 6º Outorgante: Maria da Natividade da Silva e marido Francisco de Sousa Guise; 7º Outorgante: António Francisco Ribeiro e esposa Maria das Dores da Costa Matos; 8º Outorgante: Emília Teixeira; 9º Outorgante: Avelino José Teixeira e esposa Maria Esménia Lopes de Carvalho Ribeiro; 10º Outorgante: Francisco José Teixeira Ribeiro. Habilitação por óbito de José Francisco Ribeiro e Maria da Silva, que também usou o nome de Maria da Silva Ribeiro.
AFONSO, José António (Zé-Pito). Filho de António Luís Afonso, de SMP, e de Teresa de Jesus Lourenço, de Rouças, lavradores. N.p. de Luís Caetano Afonso e de Maria Gonçalves; n.m. de Jerónimo José Lourenço e de Ramona de Jesus. Nasceu em São Julião, Vila, a 5/8/1908 e foi batizado a 11 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Moreira, viúvo, proprietário, e Cândida Augusta Afonso, solteira, proprietária. // Casou a 13/3/1934 com Deolinda, de 20 anos de idade, filha de José Domingues e de Delfina Fernandes (castrejos de São Julião). // Faleceu na Vila a 14/10/1953.
Exequente: Francisco José, de Espinho. Executado: José Gonçalves, da mesma.
Autor: Bento José de Sousa. Réu: Bento José da Silva.
José Fernandes Guimarães José Machado Ferreira Livro Nº 122-65
Justificante: José Pereira. Justificado: José Pinto Freitas Costa.
Autor: António José Gonçalves Basto. Réu: António José Rodrigues, advogado.
Autor: António José da Silva. Réu: Joaquim José da Silva.
Requerentes: Manuel José pereira Alves e Francisco José de Sousa.
Autor: José de Freitas Guimarães. Réu: José de Freitas.
Autor: António José da Silva Guimarães. Réu: Joaquim José Marques.
A excomungão de Jose Turmel e a publicação de livros e artigos sob nomes falsos.
José Luciano de Castro Pereira Corte-Real (Oliveirinha, Aveiro, 14 de Dezembro de 1834 - Anadia, 9 de Março de 1914), mais conhecido por Luciano de Castro, foi um advogado, jornalista e político que se notabilizou como um dos fundadores do Partido Progressista, ao qual presidiu a partir da morte de Anselmo José Braamcamp (1885). Foi deputado, ministro e presidente do Conselho de Ministros em diversas ocasiões, incluindo durante o ano de 1890, quando a 11 de Janeiro Portugal recebeu o ultimato britânico, do qual resultou a queda do seu governo e o início de uma longa crise política que desembocou na implantação da República Portuguesa a 5 de Outubro de 1910. Foi ainda par do Reino, conselheiro de Estado; diretor-geral dos Próprios Nacionais; vogal do Supremo Tribunal Administrativo e governador da Companhia Geral de Crédito Predial Português. Alcunhado de "a velha raposa", foi certamente uma das mais proeminentes figuras da cena política portuguesa nas últimas três décadas da Monarquia Constitucional Portuguesa, à qual se manteve sempre fiel, mesmo após o seu derrube em 1910.
CASTRO, Manuel José. Filho de Caetano Francisco de Castro e de Maria Rosa Fernandes. Nasceu no lugar do Maninho, Alvaredo, por volta de 1880. // Emigrou para o Brasil, ainda novo, onde foi negociante na praça de Belém do Pará. // Casou em primeiras núpcias com Rosa Fernandes de Castro. Desta primeira união deve ter nascido um filho, Guilherme. // Realizou um segundo matrimónio, na igreja de Alvaredo, a 23/1/1911, com a professora do ensino primário, Marcelina Rosa de Araújo Azevedo, nascida em Chaviães a 8/10/1884, filha de Francisca Rosa de Araújo, residente no lugar do Maninho. Testemunhas: Joaquim Garcia, casado, lavrador, e Aurélio de Araújo Azevedo, negociante na Vila. Deste casamento houve um único filho: Aurélio Joaquim, nascido a 2/11/1911. // Faleceu em Alvaredo a 10/5/1927. // A sua viúva casou em segundas núpcias, em 1939, com um viúvo, Miguel dos Anjos Silva, cabo da Guarda-Fiscal. // No Notícias de Melgaço lê-se o anúncio: «Vende-se uma casa no Maninho pertencente aos herdeiros de Manuel José de Castro, com oito compartimentos, grande quintal, com água de poço e tanque. Vai automóvel à porta. Tratar com Miguel dos Anjos Silva, Penso.»
FERNANDES, Manuel José. Filho de João Luís Fernandes e de Teresa Besteiro. Neto paterno de Manuel António Fernandes e de Maria Luísa Gonçalves; neto materno de José Besteiro e de Brites Fernandes. Nasceu em Alvaredo por volta de 1853. // Foi um dos homens fortes de João Pires Teixeira, natural da vila, Santa Maria da Porta. Em 1908 fazia parte de uma lista concorrente às eleições municipais. Era o 4.º da lista (José Cândido Gomes de Abreu, João Pires Teixeira, padre Manuel Bento Gomes, ele e João Eugénio da Costa Lucena). Após a queda da monarquia, “aderiu” à República. // Era lavrador/proprietário, pescador, político, etc. // No Correio de Melgaço, o correspondente informou: «consta-nos que foram há dias a Caminha, a fim de matricularem um novo barco, no posto desta freguesia, Manuel José Fernandes e Cândido Fernandes. Este barco tem por fim fazer concorrência a Domingos Vaz, de Penso, proprietário do barco velho e de quem o Cândido foi sócio.» // No Correio de Melgaço, vem anunciada a Comissão Municipal do PRE, de que ele fez parte (era nessa altura vereador da Câmara Municipal de Melgaço), juntamente com o Dr. Augusto César Ribeiro Lima (Conservador do Registo Predial), Duarte Augusto de Magalhães (Secretário da Câmara Municipal de Melgaço e proprietário do Jornal de Melgaço), Joaquim do Carmo Álvares de Barros (proposto do recebedor) e Dr. José Joaquim de Abreu (Conservador do Registo Civil e administrador do concelho). Fez parte da lista encabeçada por João Pires Teixeira, da Vila, para a Câmara Municipal de Melgaço, lista que saiu vencedora a 5/11/1916. // A 4/11/1917 concorreu às eleições administrativas – n.º 2 na lista de vereadores do Partido Republicano Português. Ganharam sem oposição. Nessa altura já estava viúvo. Casara com 46 anos de idade, no estado de solteiro, na igreja de Penso, a 7/9/1899 (ver, em Penso, Manuel Gonçalves, filho de Bruno Gonçalves e de Júlia Fernandes) com Maria do Patrocínio Gonçalves, natural de Penso, viúva de Jacob Camanho de Carvalho. Testemunhas presentes: Manuel Joaquim Martins, casado, professor oficial do ensino primário, natural de Alvaredo, e Bruno Gonçalves, casado, lavrador, natural de Penso. // A sua esposa faleceu no lugar do Maninho, Alvaredo, a 8/10/1906. // Naquele ano de 1917 viu-se envolvido em um processo como engajador. O administrador da altura, Joaquim de Sousa Alves, mais conhecido por “Quim”, seu adversário político, mandou-o prender. // Em 1919 era o n.º 4 da lista do PRP, encabeçada por João Pires Teixeira, para a Câmara Municipal. // Morreu em sua casa a 16/5/1929, no estado de viúvo, com setenta e seis anos de idade. Lê-se no Notícias de Melgaço: «Na sua casa de residência, em Alvaredo, faleceu na manhã de 16 do actual mês, o nosso amigo senhor Manuel José Fernandes, viúvo, e ali grande proprietário, de 75 (ou 77) anos de idade, o qual gozava de muito prestígio, não só na sua como em outras freguesias deste concelho, onde era muito querido e estimado pelos seus dotes do coração, bondade e amabilidade com que a todos acolhia. Foi vereador efetivo da nossa Câmara, sendo várias vezes reeleito, cargo que sempre exerceu com cuidado e dedicação, na defesa dos interesses do município. Grande benemérito, esmoler e obsequiador. Entre os seus atos de benemerência salienta-se a oferta feita à Câmara Municipal do prédio em que na sua freguesia funciona a escola do sexo masculino. Em satisfação do pedido no seu testamento foi modesto o seu enterro, e o seu cadáver seguiu da residência para o cemitério, acompanhado do seu pároco, da irmandade da SCMM, de que era irmão, de um pelotão de bombeiros voluntários, de que era sócio, e bem assim de numerosos amigos. A chave do caixão foi entregue ao Dr. Augusto Esteves e às borlas pegaram o tenente José Pires Louro de Oliveira, João Eugénio Lucena, António Luís Fernandes, José Ranhada, António Fernandes, e António Joaquim Esteves. Deixou vários legados, e do remanescente da sua herança instituiu seus universais herdeiros os seus sobrinhos Joaquim Besteiro e Maria Besteiro, filhos de sua irmã Maria, sendo nomeado testamenteiro seu sobrinho referido, Joaquim…» // Foi, como já se disse, vereador efetivo da Câmara Municipal de Melgaço «sendo várias vezes reeleito». // Era «grande benemérito, esmoler e obsequiador». A prová-lo estava a oferta que fizera à Câmara Municipal do prédio onde passou a funcionar a escola (sexo masculino) de Alvaredo.
CASTRO, António José. Filho de Manuel José Soares de Castro e de Antónia Pires, moradores no lugar do Coto. Neto paterno de Luís Soares de Castro e de Maria Benta Rodrigues, de Canda; neto materno de Manuel Pires e de Manuela Esteves, do Maninho. Nasceu a 8/5/1835 e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: padre João Domingues, do lugar do Coto, e Maria Pires, solteira, do lugar do Maninho. // Proprietário. // Casou com Ana, filha de Pedro Rodrigues e de Teresa Ferreira, nascida por volta de 1842 na freguesia de São João de Lamares, Vila Real. // A sua esposa finou-se no lugar do Maninho, Alvaredo, onde residia, a 9/6/1893, com todos os sacramentos, com 51 anos de idade, sem testamento, e no dia onze foi sepultada na igreja paroquial de Alvaredo. // Ele faleceu também no Maninho a 15/2/1899, sem os sacramentos da igreja católica, no estado de viúvo, com sessenta e três anos de idade, e foi sepultado na igreja paroquial no dia seguinte. // Não fizera testamento. // Pai de Olívia da Conceição e de Rosalina Soares de Castro.
FERNANDES, José Joaquim. Filho de Manuel António Fernandes e de Maria Rosa Domingues, moradores em Portelinha. N.p. de António Fernandes e de Maria Domingues; n.m. de Elias Domingues e de Ana Alves. Nasceu a 17/4/1891 e foi batizado a 20 desse mês. Padrinhos: avô materno e filha, Florinda, solteira. // Casou com Delfina, de 18 anos de idade, filha de Delfim Lourenço Alves e de Maria Rosa Domingues, na CRCM, a 25/10/1923. // As coisas não correram muito bem, pois no Notícias de Melgaço n.º 100, de 8/3/1931, vem publicado o seguinte aviso: «José Joaquim Fernandes, de Portelinha, Castro Laboreiro, faz público que não se responsabiliza por quaisquer dívidas que sua mulher, Delfina Alves, do mesmo lugar e freguesia, venha a fazer em quaisquer estabelecimentos, ou mesmo em casa particular.» // O casamento foi dissolvido por divórcio decretado por sentença de 4/12/1944 proferido no processo que correu seus termos no tribunal de Melgaço com o fundamento do n.º 1 do art.º 4 do decreto de 3/11/1910 (ver NM 717, de 7/1/1945). // Faleceu a 9/10/1963.
Filho de Aníbal dos Anjos da Cunha, lavrador, do lugar das Carvalhiças, vila, SMP, e de Felisbela Cândida Alves, natural de Chaviães, onde moravam, no lugar da Portela do Couto. Neto paterno de Francisco Manuel da Cunha e de Caetana Maria da Cunha; neto materno de Caetano Maria Alves e de Maria Joaquina Rodrigues. Nasceu na freguesia de Chaviães a 11/3/1893 e foi batizado pelo padre BARP a 19 do mesmo mês e ano. Padrinhos: José Cândido Salgado, casado, «de incerta profissão», e Maria Rosa Rodrigues, solteira, ambos de Chaviães. // Casou em SMP, na Conservatória do Registo Civil de Melgaço, a 24/8/1912, com Zulminda Rosa Rodrigues “Calheiros”, de 22 anos de idade, natural da Vila de Melgaço, filha de Silvina Inocência Rodrigues “Calheiros”. Testemunhas: Dr. António Pereira de Sousa e Artemisa de Castro e Silva, solteiros. // Embarcou para França integrado no CEP a 15/4/1917 (Brigada do Minho). Morreu em França, numa batalha, na 1.ª Grande Guerra, a 22/11/1917. Era o soldado n.º 659, de Infantaria 3, 1.ª Companhia (JM 1188, de 22/12/1917). // Pai de Marieta Zilda (nasceu a 6/6/1915 e faleceu a 26/4/2008) e de Umbelina Augusta (nascida a 15/1/1917). // Nota: o Dr. Augusto César Esteves, in «O Meu Livro das Gerações Melgacenses», volume I, página 576, chama-lhe José Luís da Cunha; também a data de casamento não coincide).
Filho de Sebastião Diogo Esteves e de Ana Maria Rodrigues, moradores no lugar de Quintas, Chaviães. N.p. de Manuel Esteves e de Antónia Maria de Moura; n.m. de António Rodrigues e de Caetana Gomes. Nasceu em Chaviães por volta de 1822 (!). // Lavrador. // Casou na igreja da sua terra natal a 27/8/1860, com 38 anos de idade, solteiro, com Claudina Rosa, de 26 anos de idade, solteira, sua conterrânea, filha de João Manuel Rodrigues, mestre-carpinteiro, e de Maria Rosa, moradores na Portela do Couto, neta paterna de José Inácio Rodrigues e de Maria Luísa Fernandes, e neta materna de Manuel Esteves e de Maria Esteves. Testemunhas: António José Rodrigues, casado, lavrador, residente na Portela do Couto, e Diogo Rodrigues, casado, mestre-pedreiro, morador no lugar de Quintas, ambos de Chaviães. // Faleceu na sua freguesia natal, relativamente novo, a 1/5/1885, na sua casa da Portela do Couto, com 58 anos de idade (assento de óbito). // Fizera testamento. // Não deixou filhos, e foi sepultado no adro da igreja.
Filho de José Joaquim Pinto e de Rosa Cândida Fernandes, lavradores, residentes no lugar do Barraço. Neto paterno de João António Pinto e de Águeda da Conceição Gomes; neto materno de António Maria Fernandes e de Carlota da Conceição Esteves. Nasceu em Chaviães a 11/2/1897 (na campa está registado 11/11/1897) e foi batizado pelo padre Bernardo António Rodrigues Passos a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco António Esteves, viúvo, proprietário, residente na Vila, e a avó paterna da criança, viúva, a morar no Barraço. // A 16/7/1908 fez exame do 1.º grau, ou terceira classe, obtendo um «ótimo». // Casou na CRCM, a 9/10/1927, com Palmira da Ressurreição, nascida em Fiães a 16/4/1898, filha de Constantino José Domingues e de Rosa Maria Marques. // Emigrou para Belém de Pará, Brasil, mas um dia teve de regressar devido a razões de saúde. // Morreu na sua terra de nascimento a 16/11/1971. // A sua viúva faleceu a 14/6/1978. Ambos os cônjuges estão sepultados no cemitério de Chaviães, na mesma campa. // Com geração.
Filho de Maria Joana Vaz, solteira, moradora no lugar da Bouça, Chaviães. Neto materno de António Covas e de Maria Rosa Gonçalves. Nasceu por volta de 1816. // Lavrador. // Casou na igreja de Chaviães a 20/2/1860, tinha então quarenta e quatro anos de idade, solteiro, com Rosa Joaquina, de quarenta e três anos de idade, solteira, filha de Francisco José Esteves, lavrador, e de Maria Engrácia Rodrigues, moradores em Quintas, Chaviães; neta paterna de Manuel Esteves e de Luísa Domingues, e neta materna de António Rodrigues e de Caetana Gomes. Testemunhas presentes: padre Manuel António Esteves e Joaquim José Esteves, casado, lavrador, ambos moradores em Fonte, Chaviães. // A sua esposa faleceu a 4/10/1879 (no assento de óbito diz-se que ela tinha 52 anos de idade, contrariando assim o que acima se escreveu). // Faleceu a 13/4/1888, em sua casa de morada, sita no lugar de Soengas, com todos os sacramentos, com 69 anos de idade, no estado de viúvo, sem testamento, e foi sepultado na igreja. // Pai de Cândido Augusto.
ARAÚJO, Francisco José. Filho de Rosa de Araújo, solteira, moradora no Requeijo, Pontedeva, Ourense. Neto materno de João de Araújo e de Teresa Fernandes, lavradores, do mesmo lugar e freguesia. // Carpinteiro. // Casou na igreja de Cristóval a 5/10/1851, com Maria Teresa, filha de Isidora da Ribeira, solteira, do Coto de São Gregório. Testemunhas: Caetano Maria de Abreu Mosqueira, da Vila de Melgaço, e João Manuel Rodrigues, da Portela do Couto, Chaviães. // Enviuvou de Maria Teresa. // Voltou a casar, na mesma igreja, a 20/2/1860, com a sua parente em 3.º grau de afinidade, Benedita, de 20 anos de idade, solteira, filha de Manuel José Cerqueira e de Teresa Ribeiro, negociantes, moradores em São Gregório, neta paterna de João Cerqueira e de Antónia Luísa, de Aboim, Arcos de Valdevez, lavradores, residentes no lugar das Choças, Aboim, e neta materna de Inácio Luís Ribeiro e de Páscoa das Flores, rurais, residentes em São Gregório, Cristóval. Testemunhas do ato religioso: João Batista Pires Pereira, casado, negociante, e sua filha, Benedita Pires Pereira, solteira, de São Gregório, e ainda Francisco Mendes, casado, lavrador, residente em Doma. // Faleceu no lugar do Coto, Cristóval, a --/--/1917, com 86 anos de idade (ver JM 1169, de 4/8/1917, e JM 1204, de 27/4/1918). // Pai de Manuel António, solteiro, de João Avelino, solteiro, de Rosa, casada com Tomazio Veiga Moniz, e de Maria, casada com Celestino Ferro, todas estas pessoas ausentes em parte incerta (JM 1205, de 4/5/1918).
ARAÚJO, José Joaquim. Filho de Manuel Ventura de Araújo e de Mariana Gertrudes Marques, de São Gregório. Neto paterno de Francisco Luís de Araújo, da Vila de Melgaço, e de ------------------; neto materno de Manuel Marques e de Maria Teresa Loné, de São Gregório. Nasceu a 11/4/1841 e foi batizado a 14 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Pereira, da Vila de Melgaço, e Maria Domingues Miranda, da Rua Verde. // Negociante. // Casou na igreja de Cristóval a 16/2/1868, com Benedita, de 29 anos de idade, solteira, filha de João Batista Pereira Pires e de Francisca Moreda, residentes em São Gregório. Testemunhas: Manuel Joaquim de Araújo, solteiro, negociante, irmão do noivo, e Vicente José Soeiro, viúvo, lavrador, da Granja. // A sua esposa faleceu na Rua Verde a 3/3/1900. // Em Julho de 1912 recuperava de uma doença (Correio de Melgaço n.º 6). // Em 1913 foi nomeado jurado para o 2.º semestre de 1913 (Correio de Melgaço n.º 56, de 6/7/1913). // Faleceu em São Gregório a 19/12/1918 (JM 1231, de 20/12/1918). // Com geração.
RIBEIRO, Jerónimo José. Filho de Manuel Ventura Ribeiro e de Antónia Maria Domingues. Neto paterno do capitão Jerónimo Ribeiro e de Guiomar Nunes de Figueiredo; neto materno de Manuel Domingues e de Maria Gonçalves. Nasceu no século XVIII. // Casou em Cristóval a 25/2/1797 com Antónia Pires, filha de António Pires e de Francisca Pires, neta paterna de Manuel Pires e de Ângela Gonçalves, e neta materna de Domingos Rodrigues e de Maria Pires, todos de Cristóval. // Moraram no lugar do Ramo. // Em 1829, no reinado de D. Miguel, encontrava-se preso na cadeia da vila de Melgaço, sita no rés-do-chão do edifício dos Paços do Concelho, Rua Direita, nos finais do século XX transformado em Solar do Alvarinho. // Morreu nas cadeias da Relação do Porto no ano de 1831, no mês de Setembro, de acordo com o assento de óbito elaborado pelo pároco encomendado de Cristóval, José Manuel Álvares; fizeram-se três ofícios por sua alma e disseram-se oito missas. // (ver “O Meu Livro das Gerações Melgacenses”, I volume, páginas 508 e 509). // Com geração.
RIBEIRA, José Joaquim. Filho de Manuel José da Ribeira, carpinteiro, e de Maria Teresa de Araújo, moradores no lugar de Sucastelo. N.p. de Joaquim da Ribeira e de Caetana do Outeiro, do dito lugar; n.m. de Rosa de Araújo, solteira, de São Gregório. Nasceu em Cristóval a 13/8/1864 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: o avô paterno e a sua segunda mulher, Luísa Monteiro. // Lavrador. // Casou na igreja de Cristóval a 27/4/1899 com Ludovina Bermudes, de 36 anos de idade, solteira, camponesa, natural de Paços, moradora no lugar da Sobreira, Cristóval, filha de João Bermudes e de Francisca da Silva, lavradores, do lugar do Outeiro, Paços. Testemunhas presentes: António Augusto de Araújo, casado, negociante, e Adriano Augusto Marques, casado, proprietário, cristovalenses. // Foi jurado por Cristóval no 2.º semestre de 1907, e voltou a ter esse cargo em 1908 (Jornal de Melgaço n.º 743). // Em 1912 roubaram-lhe quatro alqueires de milho do canastro; morava na Ferraria (Correio de Melgaço n.º 15, de 15/9/1912). // Em 1917 concorreu às eleições para a Câmara Municipal, em uma lista encabeçada pelo padre Francisco Leandro Álvares de Magalhães, reitor de Alvaredo (Jornal de Melgaço n.º 1164, de 30/6/1917). // Em 1929 tomou posse de regedor da freguesia (Notícias de Melgaço n.º 29, de 8/9/1929). // Morreu no lugar de Doma a --/--/1937, com 73 anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 376, de 14/11/1937).
ALVES, José Maria (Padre). Filho de ------------- Alves e de ------------------------------------. Nasceu no lugar de Alcobaça (Fiães ou Lamas de Mouro) a --/--/18--. // «… concluiu os preparatórios aí por 1876…» (Jornal de Melgaço n.º 1226, de 15/11/1918). // Em Maio de 1901 tomou posse da paróquia de Fiães, como encomendado, substituindo o padre encomendado José António Alves Salgueira. Manteve-se nesse cargo durante alguns meses, até Junho de 1902, ocupando o seu lugar, como reitor, o padre António Esteves, que se aguentou até ao final da monarquia. // Foi padre-cura da freguesia de Cubalhão. // Na madrugada de 31/12/1912 tentaram roubar-lhe a égua da cavalariça, usando de meios violentos, mas não o conseguiram (Correio de Melgaço n.º 31, de 5/1/1913). // Morreu a --/--/1918, devido à terrível epidemia que fustigou Melgaço. Era conhecido por «padre Conde.» // Segundo o referido Jornal de Melgaço n.º 1226 «ele era um bom pároco; prova-o o facto de em quaisquer eleições o eleitorado da sua freguesia quase na totalidade o acompanhar até à urna.» E mais à frente: «com o seu desaparecimento perde o Dr. Vitoriano [Figueiredo e Castro], e o Conde de Azevedo, um dos seus maiores influentes políticos.»
ALVES, Manuel José. Filho de Prudente Alves, galego, e de Maria Luísa Domingues, portuguesa, de Lamas de Mouro, moradores em Alcobaça, Fiães. N.p. de Manuel Alves e de Rosa Esteves, de Monte Redondo, bispado de Ourense, Galiza; n.m. de Bento Domingues e de Isabel Domingues, do lugar de Alcobaça, Melgaço. Nasceu a 2/5/1859 e foi batizado a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Afonso, por procuração que deu a Joaquim Alves, viúvo, de Ladronqueira, e sua mulher, Isabel (?) Maria Rodrigues, de Alcobaça. // Lavrador. // Casou na igreja de Fiães a 3/8/1890 com a sua conterrânea Mariana Esteves, de 22 anos de idade, solteira, camponesa, do lugar do Faval, filha de Manuel José Esteves e de Maria Rosa Marques. Testemunhas presentes: Manuel Joaquim Domingues, solteiro, lavrador, do lugar da Congosta, e Manuel Joaquim Alves, solteiro, camponês, de Ladronqueira. // Faleceu em Balsada a 4/9/1893, casado com a dita Mariana Esteves, só com os sacramentos da confissão e da extrema-unção, sem testamento, e foi sepultado na igreja. // Deixou uma filha.
LOPES, Manuel José. Filho de ----------- Lopes e de --------------------------------. Nasceu em Paços a --/--/18--. // Casou com -----------------------------------------. // Em 1908 era considerado capitalista. // Também era proprietário. // Em Junho de 1912 foi ao Porto visitar o filho, Abílio Augusto, estudante naquela cidade; era na altura vereador da Câmara Municipal de Melgaço. // Em 1914 o correspondente do “Correio de Melgaço” informou os seus leitores de que este senhor andava com obras na sua pesqueira, mas sem licença, prejudicando os proprietários da pesqueira “Cavalo Velho”. // Em 1917 apresentou-se como candidato a vereador na lista do Partido Republicano; as eleições realizavam-se a 4 de Novembro. Foi eleito, mas após a subida ao poder de Sidónio Pais, em Dezembro de 1917, a Câmara Municipal foi dissolvida; em seu lugar foram nomeados pelo novo Governador Civil cinco melgacenses, os quais formaram a Comissão Administrativa, presidida pelo padre António Domingues, natural de Fiães. No entanto, alguém chamou a atenção do Governador para o facto de que o concelho de Melgaço tinha direito a sete; então ele nomeou mais dois, Manuel José Lopes e António Luís Fernandes, comerciante na Vila.
ESTEVES, Caetano José. Filho de Pedro Esteves e de Joaquina Rosa Gomes, moradores no lugar de Beleco. Neto paterno de Manuel Esteves e de Maria Rosa Rodrigues, de Santa Marinha, freguesia da Ribeira, Colegiada de Crecente, Galiza; neto materno de Joaquim Manuel Gomes e de Ana Rosa Veloso, do Campo das Bouças, Paços. Nasceu a 8/9/1839 e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: José Esteves e sua irmã, Rosa Esteves, solteiros, dos Casais, Cristóval. // Era solteiro, morava em Beleco, quando casou na igreja de Paços, a 28/10/1875, com Francisca, de 26 anos de idade, solteira, da Grova, Cristóval, lavradora, filha de Vitorino Monteiro e de Florinda Pereira. Testemunhas: António Esteves, casado, lavrador, de Cristóval, e Manuel Francisco Alves, casado, oficial de pedreiro, de Paços. // Nota: deve ser este senhor que em 1909 (assinado o alvará pelo rei D. Manuel II a 16 de Dezembro de 1909) abriu, juntamente com o sócio Francisco Vaz, uma oficina de pirotecnia (ver blogue de Valter Alves, de 18/8/2017, Melgaço, entre o Minho e a Serra).
ALVES, José Joaquim. Filho de Manuel Luís Alves Mendes (*) e de Maria Joaquina Rodrigues, moradores no lugar da Granja. Neto paterno de Pedro Alves Mendes e de Maria Davila, do dito lugar; neto materno de Manuel António Rodrigues e de Francisca Rodrigues, do lugar de Golães. Nasceu no lugar da Granja a 8/2/1817 e foi batizado na igreja de Paderne pelo padre José Luís Gonçalves, coadjutor do reitor Manuel Francisco Gonçalves Vilarinho, a 13 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: João António de Abreu Cunha Araújo e sua esposa, Maria Luísa dos Reis, da Casa do Rio do Porto, freguesia da Vila. // A 24/9/1854, na igreja de Prado, foi padrinho de Maria Carlota Esteves, nascida no lugar de Raposos dois dias antes; a madrinha foi a sua irmã, Carlota Joaquina Alves, e ambos estavam solteiros. Como essa criança morreu ainda bebé, foram padrinhos de sua irmã, com o mesmo nome, nascida a 19/6/1856 e batizada na dita igreja de Prado três dias depois. Continuavam solteiros. // Morreu antes de Dezembro de 1877. /// (*) Irmão do meu bisavô; o apelido Mendes foi abandonado pelos seus descendentes.
PIRES, José Manuel. Filho de Francisco Pires e de Emília Douteiro, lavradores. N.p. de Pedro Pires e de Ana Ramos; n.m. de José Douteiro e de Maria Esteves, todos pacenses. Nasceu a 9/11/1871 e foi batizado a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Douteiro, solteiro, de Paços, e Rosa Esteves, solteira, de Cristóval. // Lavrador. // Casou na igreja de Paços a 23/5/1895 com a sua conterrânea Maria Benedita Ribeiro, de 32 anos de idade, solteira, camponesa, filha de João Manuel Ribeiro e de Ana Gomes. Testemunhas presentes: Luís Clemente Douteiro, solteiro, rural, do lugar do Outeiro, e Maria Veloso, solteira, camponesa, do lugar do Coto. // Morreu no lugar do Casal, Paços, onde residia, por volta de 1920, no estado de casado; por sua morte foram citados pelo Juízo de Direito da comarca de Melgaço e cartório do 3.º ofício, os seus filhos Abílio Pires, solteiro, menor púbere, e António de Jesus Pires, solteiro, maior, ausentes em parte incerta do Brasil, para assistirem a todos os termos até final do inventário orfanológico a que então se procedia.
DOMINGUES, José Joaquim (*). Filho de João Manuel Domingues e de Ana Gonçalves, moradores no lugar de Queirão. N.p. de Rosa da Lama, solteira; n.m. de João Manuel Gonçalves e de Maria Luísa Rodrigues, de Queirão. Nasceu em Paderne por volta de 1829. // Tinha 31 anos de idade, era solteiro, pintor, quando casou na igreja do mosteiro a 2/2/1860 com Ludovina Rosa, de 39 anos de idade, viúva, do lugar do Cabo [de Aldeia], filha de João António Rodrigues e de Marcelina Rosa Alves; neta paterna de Maria Luísa Rodrigues, solteira, de São Paio dos Arcos, e materna de João Batista Alves e de Francisca Luísa Alves, do Pinheiro, Paderne. Testemunhas: João Manuel Gonçalves, casado, do lugar da Portela, e Francisco Domingues, irmão do noivo. // Faleceu a 4/9/1901, em sua casa de morada, sita no lugar do Cabo, com todos os sacramentos, com 74 (!) anos de idade, no estado de viúvo, com testamento, sem filhos, e foi sepultado no adro da igreja. /// (*) O noivo assinou José Joaquim Domingues Lamas.
CASTRO, Lourenço José. Filho de Jerónimo José Ribeiro Codesso Soares de Figueiredo e Costa e de Margarida Clementina de Lima Azevedo de Sousa e Castro, proprietários. Nasceu na Portela de Paderne a 17/3/1824 e foi batizado na igreja do mosteiro. Padrinhos: os seus avós maternos. // Foi cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora da Conceição, juiz ordinário do civil e crime na vila de Valadares, e por extinção daquele cargo passou a 1.º substituto do juiz de direito da comarca de Melgaço, lugar que desempenhou cerca de trinta anos. Foi também presidente da Câmara Municipal de Melgaço, em cujo mandato (1850 e tal) se construiu a atual Praça da República. // Viveu muitos anos solteiro, mas a 8/10/1897 decidiu casar com a sua antiga empregada, e mãe dos filhos, Maria Joaquina Mendes, nascida nos Casais, Cristóval, a 25/7/1833. O casamento religioso aconteceu na igreja matriz da Vila de Melgaço. // Morreu cego, na sua Casa da Portela, a 6/2/1900, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 76 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério público da vila de Melgaço. // A sua viúva finou-se na mesma Casa da Portela a 27/2/1913, com oitenta e quatro anos de idade.
ESTEVES, Manuel José. Filho de Manuel António Esteves e de Maria Ana Afonso. Nasceu em Parada do Monte a 21/12/1840. // Tinha 29 anos de idade, era solteiro, lavrador e moleiro, morava no lugar de Cortegada, quando casou na igreja da sua terra natal, a 6/7/1870, com Florinda Rosa Fernandes, nascida na mesma freguesia a 7/6/1834, solteira, camponesa, moradora no lugar de Trigueira, filha de Francisco José Fernandes, natural da Gave, e de Francisca Luísa Rodrigues, natural de Parada do Monte. Testemunhas: Francisco Alves, viúvo, rural, morador no lugar de Coto Santo, e Joaquim Esteves, casado, camponês, morador no lugar de Carrascal. // Morava no dito lugar de Trigueira quando casou a 13/11/1901, no estado de viúvo, com Carolina Duque, de 48 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar da Cela, Cousso, filha de Pedro Duque e de Ana Rosa Alves, camponeses, naturais de Cousso. Testemunhas presentes: Manuel Francisco Alves Loureiro e Miguel Pires, rurais. // Morreu no sobredito lugar da Trigueira a 27/9/1910, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de casado com Carolina Duque, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja.
VAZ, António José. Filho de Manuel António Vaz e de Maria Antónia Solha, rurais, moradores no lugar de Barro Grande. N.p. de Manuel Vaz e de Maria Josefa Rodrigues, de Paradela; n.m. de Manuel Solha e de Francisca Domingues, de Barro Grande. // Lavrador. // Casou na igreja de Penso em Janeiro, ou Fevereiro, de 1855, com Maria Luísa, filha de Bento Ferreira de Passos e de Maria Joana Rodrigues, moradores em Barro Pequeno; neta paterna de Manuel Ferreira de Passos e de Maria Esteves Pires, desse lugar, e neta materna de Manuel José Rodrigues e de Francisca Luísa Esteves, de Paradela. Testemunhas: Jerónimo do Carmo Domingues e Domingos Esteves, casados, de Bairro Pequeno, e Manuel Ferreira de Passos, solteiro. // Enviuvou a 6/3/1896. // Morreu a 29/1/1911, no lugar de Barro Grande, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 85 anos de idade, no estado de viúvo da dita Maria Luísa Ferreira de Passos, sem testamento, com geração, e foi sepultado no cemitério público desta freguesia.
SOTOMAIOR, José Joaquim. Filho de Manuel Joaquim da Cunha Sotomaior e de Rosa Delfina Dias, moradores no lugar do Carvalhal. Neto paterno de Luís Manuel da Cunha Sotomaior e de Inês Monteiro, do Barral, Paderne; neto materno de Joaquim Dias e de Ana Luísa Gonçalves, do Carvalhal, Prado, todos lavradores. Nasceu em Prado a 21/3/1871 e foi batizado na igreja a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Fortunato José Alves, casado, rural, de Santo Amaro, e Maria Josefa Gonçalves, solteira, criada de servir, do Carvalhal, residente na Vila de Melgaço. // Teve estabelecimento no mesmo sítio onde seu pai já tivera, isto é, no lugar de Carvalhal. // Casou na CRCM a 26/4/1922 com Leontina de La Salete, ou Leontina de Nazaré, nascida em Chaviães em 1880, filha de Manuel Joaquim Esteves Rodrigues e de Amélia Angelina de Magalhães, mudando pouco depois a sua loja para a Tapada de Chaviães. // A sua esposa faleceu naquela freguesia a 5/4/1953. // Ele a partir de 1955 voltou a viver em Prado, em casa de sua sobrinha Amabélia da Cunha Sotomaior Martins, onde se finou às quatro horas de 17/8/1960.
CARDOSO, José Joaquim. Filho de Lourenço Cardoso e de Ana Lourenço, moradores no lugar da Pombeira. Neto paterno de Domingos (ou Jerónimo) Cardoso e de Ana Antunes, da freguesia de Salvador do Souto, termo de Guimarães (ou Barca); neto materno de Diogo Lourenço e de Páscoa Gonçalves, de Sobral de Baixo, Rouças. // Casou na igreja de Rouças a 1/3/1801 com Antónia Maria, filha de António Alves e de Caetana Maria da Silva, de Cavaleiros; neta paterna de Gregório Alves e de Maria Salgado; e neta materna do padre Manuel da Silva e de Bernarda Correia, solteira, natural da Vila de Melgaço. Testemunhas: António Manuel Fernandes, de Cavaleiros, e Domingos António de Sousa, da Pombeira. // Enviuvou antes de 1806, pois nesse ano, a 2 de Setembro, contraiu matrimónio com Jerónima Engrácia, filha de Manuel Domingues e de Maria Teresa Alves; neta paterna de João Domingues e de Violante da Costa, de Cavaleiros, e neta materna de André Rodrigues e de Ana Alves, do lugar da Cabana, todos de Rouças. Testemunhas: Caetano José Domingues, do lugar do Crasto, e Ventura Alves, de Cavaleiros.
DOMINGUES, José Caetano. Filho de Maria Teresa Domingues, lavradeira, roucense. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar da Cela, onde nascera a 7/3/1841 (batizado na igreja no dia seguinte), quando casou na igreja de Rouças a 23/10/1874, com Joaquina Rosa, solteira, camponesa, do citado lugar da Cela, onde nascera a 12/6/1833, tendo sido batizada a 16 desse mês e ano, filha de Caetano José Vaz e de Maria Pires, rurais, roucenses. Testemunhas: padre Manuel Caetano Alves Salgado e António Durães, casado, lavrador. // A sua mulher faleceu em Rouças a 4/11/1887. // Era viúvo de Joaquina Rosa Vaz, morava em Rouças, quando casou na igreja dessa freguesia, a 26/1/1888, com Maria Esteves, de 36 anos de idade, solteira, castreja, moradora em Rouças, filha de Jerónimo Esteves e de Rosa Esteves, de Castro Laboreiro. Testemunhas: ACC, solteiro, e Manuel Coelho, casado, lavradores, do lugar da Igreja. // Morreu a 25/9/1891, no lugar da Cela, com todos os sacramentos, no estado de casado, com testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério local.
ESTEVES, José Joaquim. Filho de José António Esteves e de Florinda Rosa Codesseira, ele natural da freguesia de Rouças e ela natural de São Paio, moradores no lugar da Devesa. Neto paterno de ---------- Maria Esteves, solteira, do lugar da Verdade, Rouças; neto materno de Manuel António Codesseira e de Isabel Joaquina Vaz, do lugar da Devesa. Nasceu em São Paio a 22/8/1874 e foi batizado a 30 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Alves, viúvo, e sua filha, Joaquina Alves, solteira, do lugar de Corçães, Rouças. // Era solteiro, lavrador, quando casou na igreja local a 2/4/1904 com a sua conterrânea e parente no terceiro grau de consanguinidade Maria da Conceição Fernandes, de 29 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar de Carvalha Furada, filha de Manuel Caetano Fernandes e de Joaquina Rosa Vaz. Testemunhas: Germano dos Santos Pires, solteiro, estudante, do lugar do Cruzeiro, e Vicente de Jesus Gonçalves, solteiro, camponês, do lugar do Ameal. // Morreu na sua freguesia de nascimento a 11/2/1956.
ALVES, José da Purificação. Filho de Libânia Maria Alves, solteira (casou em 1905 com Belchior Herculano da Rocha), lavradora, de SMP, residente na Rua de Baixo. N.m. de João António Alves e de Maria Teresa Lourenço. Nasceu a 2/2/1896 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: José Maria Alves, solteiro, serralheiro, tio materno, e Sara dos Prazeres Azevedo, solteira. // Apesar de ter sido batizado em casa no dia em que nasceu, por recearem a sua morte, acabou por sobreviver e tornar-se um rapaz normal. Em Julho de 1908 fez exame do 1.º grau e obteve um bom. // Aprendeu a arte de serralheiro com seu tio e padrinho e pertenceu à banda de música (Associação Artística Melgacense). // Em 1913, por ter sido atingido no peito com um ferro em brasa, foi operado no Hospital da Misericórdia do Porto. O ferimento deve ter sido profundo e o moço não resistiu a ele. // Faleceu a 12/2/1914, quinta-feira, na sua casa da Rua Direita, Vila. Foi muito chorado pela família e pelos amigos.
BRITO, José António. Filho de António Luís de Brito, de Cendufe, Arcos de Valdevez, e de Maria Isabel, de Bravães, Ponte da Barca. Nasceu na freguesia de Lavradas, Ponte da Barca, em 1887. // Aprendeu uma arte (sapateiro). // Veio para Melgaço ainda novo. // No dia 6/6/1912 foi julgado em tribunal por ofensas corporais; o juiz absolveu-o. // Casou na Vila a --/--/1913 com Carolina Cândida de Sousa, tendo por padrinhos da boda Benezinda Cândida Lourenço e Cândido Augusto Esteves. // Em 1924 foi nomeado carcereiro (interinamente). // Em 1930 mudou a oficina da Rua Direita para o Largo da Feira Nova. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 64, de 8/6/1930: Também explorou uma casa de pasto no Largo Hermenegildo Solheiro. // Em 1935 ele e a esposa foram ao Porto assistir ao casamento da sobrinha, Vasquine de Sousa Ferreira. // Enviuvou a 18/5/1964. // Morreu na Rua de Santa Isabel, Vila de Melgaço, a 16/2/1965, com 78 anos de idade, aposentado de carcereiro, e foi sepultado no cemitério municipal. // O casal tivera dois filhos: Alberto José e Hermenegildo Cândido; como ambos os filhos morreram de tenra idade, tiveram na sua companhia uma sobrinha dele, Teresa Martins, natural dos Arcos de Valdevez, a qual faleceu na capital do país.
CASTRO, Caetano José. Filho de António José de Castro e de Maria Rosa Quintela, residentes na freguesia de Rouças. // Casou na igreja de SMP a 27/7/1831 com Josefa Antónia, filha de Bernardo António Rodrigues e de Rosa Maria Gomes, do lugar da Corga, SMP. Testemunhas: padre Gregório Ventura Gomes, natural de Chaviães, Diogo António Soares e AJR, mordomo da igreja. // Morreu repentinamente, a 11/10/1852, no lugar da Oliveira, SMP, e foi sepultado na igreja matriz com ofício de doze clérigos. Fizera testamento, e deixou por sua alma cinquenta missas; por alma de António Manuel, duas missas; pela alma da sogra dele, duas missas; pelas almas do fogo do purgatório, quatro missas; outra pela maior necessidade deste mundo; outras duas de Nossa Senhora; mais três missas à sagrada morte e paixão de Cristo; e mais outra à Senhora da Peneda, dita na Vila de Melgaço; e outra à Senhora da Orada, dita no mesmo santuário; outra a São Bento; pelas almas dos avôs e avós, e padrinhos, quatro missas; pelos terços e penitências mal cumpridas, quatro missas.
FERREIRA, José Augusto. Filho de Albina Rosa Ferreira, solteira, costureira. Neto materno de Manuel Francisco Ferreira, soqueiro, e de Clara Rosa Gonçalves de Castro, todos moradores na Rua Direita, Vila. Nasceu a 3/12/1882 e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: António Ferreira, casado, escriturário da Fazenda, e Laureana Joaquina Esteves, solteira, ambos da Vila. // Em 1908 já se encontrava no Brasil, tendo sido farmacêutico em Pará . // Em 1913 comprou terreno no cemitério à Câmara Municipal de Melgaço para uma sepultura perpétua. // Nesse ano de 1913 diz-se que ele embarcou em Leixões no vapor “Hilary”, rumo a Pará, onde trabalhava na firma Pires Teixeira & C.ª, como auxiliar. // Já se diz que ele era gerente da dita empresa. // Em 1920 continuava em Pará, como comerciante; estava casado com Benedita, e era pai de Edmundo. // Em 1932 comprou a farmácia Chermont, à Avenida da Independência, canto da Travessa 9 de Janeiro. // «Acaba de pedir demissão do cargo de director da “Terra Luso-Comercial” o nosso conterrâneo (…). Ignoramos qual a razão que o levou a este acto, que diz ser irredutível...» //«Tem passado doente o nosso prezado assinante e conterrâneo, senhor José Augusto Ferreira, comerciante desta praça; para seu perfeito restabelecimento, aquele nosso amigo seguiu para a aprazível vila do Pinheiro…» // Morreu no Pará, Brasil, com 65 anos de idade. // Irmão de Gregório Ferreira, comerciante em Pará, Brasil.
LAS CASAS, José. Filho de José Ferreira Las Casas e de sua primeira esposa, Arminda Pinto de Carvalho. Nasceu em Cedofeita, Porto, a --/--/1893. // Quando seu pai se separou da sua mãe ele ficou, por decisão do tribunal, com a progenitora, mas com a condição dela não sair do reino; ela, porém, não respeitou essa decisão, fugindo com a criança para o Rio de Janeiro, Brasil. Consta que devido a várias adversidades, a criança ficou praticamente abandonada. Alguém avisou o pai da situação e ele logo que pôde foi ao Brasil buscar o filho, encontrando-o a distribuir mercadorias pelas mercearias! Trouxe-o imediatamente com ele para Melgaço. // Aqui fez o exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira a 15/7/1907, obtendo um ótimo. No ano seguinte, 1908, fez exame do 2.º grau no Porto, conseguindo uma distinção. // Morreu em Melgaço a 22/10/1918, no estado de solteiro, vitimado pela terrível epidemia bronco pneumónica, que grassou com violência nesse Outono de 1918. Era então noivo de Júlia Cândida, filha de Justiniano António Esteves.
LOURENÇO, Manuel José. Filho de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, da freguesia de Loeda, Tui, caseiros na Pigarra, SMP. Neto paterno de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; neto materno de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 23/4/1812 e foi batizado na igreja de SMP a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Nicolau Gonçalves, morador em Pontepedrinha, e sua filha Maria. // Casou na igreja de SMP a 24/6/1835, com Teresa Maria, filha de António (ou Anastácio) José da Silva e de Teresa Maria de Jesus, de São Gregório, Cristóval. Testemunhas: João Rodrigues de Armada e mulher, Maria do Carmo. // A 16/6/1867 foi padrinho de sua neta, Jovita Alves, nascida no Rio do Porto, Rouças, a 13 desse mês. // A 20/2/1868 ele e a esposa foram padrinhos de Maria Monteiro, nascida no Rio do Porto, Rouças, a 9 desse mês e ano. Ele sabia escrever, a madrinha não. // Faleceu na Rua de Baixo, Vila, a 16/9/1891, viúvo, e foi sepultado no cemitério. // Fizera testamento. // Deixou filhos.
GREGÓRIO, José Augusto. Filho de Manuel Gregório, proprietário, natural de Castro Laboreiro, e de Isabel João, do Souto, Sabugal, diocese da Guarda. // Nasceu na dita freguesia do Sabugal por volta de 1884. // Esteve em Bailundo, Angola, onde foi comerciante, e nessa ex-colónia gerou uma filha numa rapariga negra, à qual deu o nome de Flávia, que mais tarde trouxe para Melgaço. // Casou na igreja de SMP, Vila de Melgaço, a 8/9/1913, aos 29 anos de idade, com Maria Amélia da Cunha Osório, de 21 anos de idade, melgacense, filha de Estefânia Olívia da Cunha Osório, e sobrinha de José Cândido da Cunha Osório, negociante em Pará, e de Luís Maria Monteiro, negociante no Rio de Janeiro. Testemunhas: Abel Gouveia Barreto de Lara, solteiro, comerciante, e Casimira Barreto de Lara, solteira, proprietária, residentes em Melgaço. // Alguns dias depois seguiram para África. // Faleceu em 1930, em Quimbale, Nova Lisboa . // Teve também filhos da esposa: Ivone (morreu em 1916); um rapaz (nasceu em 1916). O jornal, dá a notícia do nascimento de uma filha do casal, cujo nome não menciona, em Nova Lisboa, teria a Maria Amélia 37 anos de idade.
LOPES, José Cândido (Lopes da Assembleia). Filho de Maria das Dores Lopes, solteira, criada de servir. N.m. de José Lopes e de Maria Manuela Ferreira, moleiros, naturais de São Pedro Félix de Broes, Ourense, residentes nas Carvalhiças, Vila de Melgaço. Nasceu a 4/1/1864 e foi batizado na igreja de SMP a 18 desse mês. Padrinhos: Cândido Augusto Correia dos Santos Lima, solteiro, estudante, e Constância Júlia Gomes de Abreu, solteira. // Tinha 26 anos de idade, era solteiro, carpinteiro, quando casou na igreja de SMP a 9/2/1890 com Maria das Dores, de 36 anos de idade, solteira, criada de servir, exposta na Roda do extinto concelho de Valadares, batizada na igreja de S. Miguel de Messegães, moradora na Vila de Melgaço, em companhia de Ana Rosa Fernandes «que diz ser essa a mãe». Testemunhas: Cândido Augusto Correia dos Santos Lima, solteiro, proprietário, e Caetano Celestino de Sousa, ambos de SMP. // Militou no Partido Progressista. // Inaugurou a 19/4/1896 o “Café Melgacense”, que esteve instalado num prédio junto à capela de Santo António (Praça do Comércio até 1910, e depois Praça da República). // Em 1908 foi nomeado regedor da Vila de Melgaço. Em Junho de 1915 tinha novamente esse cargo. // Foi jurado para as causas-crime no 1.º semestre de 1915. // Faleceu na Vila 28/2/1919 (diz-se que ele morreu a 1/3/1919). // Uma sua filha casou com Macker Luís Teixeira Pinto.
FERNANDES, João José. Filho de Francisco Joaquim Fernandes, pregueiro, ou ferreiro, natural da Vila, e de Ana Joaquina Vaz, natural de Fiães, lavradeira, moradores na Corga (Assadura), SMP. N.p. de Matias Manuel Fernandes e de Maria Joaquina de Abreu; n.m. de Manuel José Vaz e de Rosa Alves, de Ladronqueira, Fiães. Nasceu na Vila a 9/7/1861 e foi batizado a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco António Meleiro, clérigo diácono na freguesia de Fiães, e Benta de Araújo Cunha, solteira, moradora com seus pais na Quinta de São Julião, SMP. // Tinha 23 anos de idade quando casou na igreja de SMP, a 13/7/1884, com Teresa Cândida, de 23 anos de idade, sua conterrânea, filha de António Tomaz Rodrigues e de Teresa Cândida Cardoso, lavradores, residentes na Rua do Rio do Porto, SMP. Testemunhas: Caetano Celestino de Sousa e Francisco Pedreira, solteiro, lavrador, de SMP. // A sua esposa faleceu «na tarde de segunda-feira passada». Era uma mulher nova e deixou na orfandade «uns poucos de filhos.» // Pai de Isabel “Caçolas”, etc.
FERNANDES, José Augusto. Filho de Felisbela Cândida Fernandes (Belabucha), solteira, operária, e de um fiscal dos tabacos, segundo consta. Neto materno de Maria Delfina Fernandes. Nasceu no Rio do Porto, freguesia de Rouças (!), a 16/7/1899, e foi batizado na igreja de SMP a 23 desse mês e ano. Padrinhos: José Fernandes, lavrador, e Almira Augusta, da Vila. // Casou a 13/11/1922, na CRCM, com Isaulinda Augusta Colmeiro, nascida na Vila. // Moraram na casa que fora da Lucrécia “Picota”, perto do Cine Pelicano. // Emigrou para França, pois a vida na terra natal estava difícil, deixando em Melgaço a esposa e três filhos: dois rapazes e uma rapariga. No início escrevia, mandava dinheiro, com o qual a esposa comprou uma pequena quinta perto da zona histórica da Vila; nessa quinta trabalharam, como caseiros, Rogério Lopes e sua mulher, Maria Colmeiro, esta irmã da Isaulinda. Às tantas o “Zé Borné”, como era conhecido, deixou de vir à terra de nascimento, e logo constou que arranjara uma namorada francesa. // Certo dia, já com mais de sessenta anos de idade, quase cego, aparece em Melgaço, onde morre, a 7/10/1966. // A sua viúva faleceu a 5/4/1988. // Diga-se, em abono da verdade, que ele nunca desamparou os filhos – mandou-os ir para França, ensinando-lhes uma profissão e integrando-os na sociedade francesa.
PEREIRA, Francisco José. Filho de Carlos Garcia Pereira e de Águeda Costa, naturais de Cervães (Divino Salvador), Vila Verde, distrito de Braga. // Casou na igreja de SMP a 15/5/1801 com Ana Maria, sua parente em 3.º grau de afinidade (!), viúva de António José Ribeiro, filha de Manuel António Araújo e de Maria Gonçalves, já defuntos à data do matrimónio; neta paterna de Domingos António Araújo e de Eugénia Fernandes; e neta materna de Manuel Gonçalves e de Maria Gonçalves. Testemunhas: padre Carlos Domingues, abade da freguesia da Vila, JDTS, e MPF. // Morou no Campo da Feira de Fora, Vila, onde tinha comércio. // Morreu, no estado de viúvo de Ana Maria de Araújo, a 22/3/1846 (ou 1856). O casal não devia ter filhos, pois no testamento deixou por seu único e universal herdeiro António Máximo Gomes de Abreu, sobrinho da sua mulher, que ambos tinham criado. Foi sepultado na igreja da SCMM, com música e ofício divino. // Nota: antes de morrer, a 30/1/1839, “Tomás das Quingostas” criou-lhe alguns embaraços, extorquindo-lhe dinheiro e artigos da sua loja.
SOLHEIRO, Hermenegildo José. Filho de Hermenegildo Solheiro e de Adelaide Joaquina Alves. Neto paterno de António Bernardo Solheiro e de Maria Joaquina Ribeiro; neto materno de Domingos José Alves, ferreiro, e de Maria Caetana Gaioso, moradores na Calçada. Nasceu na Vila a 19/4/1868 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Esteves “Melgaço”, casado, do lugar de Eiró, Rouças, e tocou por madrinha José Manuel Nunes de Almeida, solteiro, morador na Vila. // Aos catorze anos de idade (1882) embarcou para o Brasil, para junto de seu pai, negociante nessa parte do planeta. Nunca esqueceu Melgaço. Logo que podia visitava a sua terra natal. A 22/4/1900 cá estava ele. Regressou ao Brasil, mas em 1907 voltava, em companhia de Artur Pires Teixeira. Numa dessas visitas conheceu a sua futura esposa. // Morava em Prado, era solteiro, proprietário, quando casou na igreja de SMP a 17/9/1906 com Maria Leonor, de vinte e dois anos de idade, nascida em Miragaia, Porto, a 17/9/1884, filha de Manuel José da Mota, industrial portuense, e de Maria das Dores Gonçalves, neta materna de Manuel Caetano Gonçalves e de Marcelina da Glória da Rocha, e irmã de Julieta La Salete da Mota, casada com o Dr. Henrique Pinto Albuquerque Stockler. // A 9/6/1912, juntamente com seu cunhado, António Francisco de Oliveira, e outros, fundou o jornal «Correio de Melgaço», que termina no número 251, de 27/5/1917, e do qual foi proprietário e diretor. // Em 1913, aquando do recenseamento eleitoral, foi excluído, não podendo votar, devido a uma reclamação feita por António Evangelista Pereira. O visado recorreu para o tribunal superior, o qual considerou ter havido lapso, considerando-o apto a votar . Logo a seguir encabeça a lista de candidatos à Câmara. // A 6/2/1914 embarca no vapor Hilary com destino a Pará. // Nesse ano de 1914 foi eleito, por grande maioria dos votos, para o Conselho Fiscal da Companhia de Seguros Lloyd Paraense. // Em 1915 pertencia ao Conselho Fiscal da firma B. Antunes & C.ª - Companhia Aviadora da Amazónia. // Chegou a Lisboa, vindo de Pará, a 30/4/1916. // Entre os anos de 1915 e 1919 mandou erguer, nos Esparizes, Galvão, uma linda vivenda, mais tarde conhecida por “Vila Solheiro”, que ainda no século XXI se pode admirar. // Deu um salto a Portugal em Abril de 1916; chegou à Barronda, Prado, a 20/5/1916, sábado; de Lisboa vinha acompanhado pela mãe, pela esposa, e filhos – Marieta e Hermenegildo. Parte novamente para Belém de Pará a 17 de Julho desse ano; chega ao Brasil com a esposa e filhos a 3/8/1916. Logo a seguir toma conta da gerência do “Lloyd Paraense”; e por impedimento de António Alves da Silva é ele nomeado diretor do Banco de Crédito Popular. // Em 1922 estava em Melgaço, pois nesse ano, a 20 de Janeiro, foi padrinho de Maria de Lurdes Silva, nascida em Galvão de Baixo a 12/10/1921. // A 21/2/1926, com Ernesto Viriato Ferreira da Silva, Dr. José Joaquim Durães e professor Abel Nogueira Dantas, lançou o semanário político e noticioso «Melgacense». Ferreira da Silva era o diretor, Nogueira Dantas o editor, ele o redator. Durou até 1929 (surgindo nesse ano – 17/2/1929 - o «Notícias de Melgaço» - 2.ª versão). // Foi provedor da SCMM a partir de 1927 (nesse ano fez aprovar os seus estatutos, os quais vigoraram até 1981!) // Foi administrador do concelho e presidente da Comissão Administrativa (equivalente a presidente da Câmara) entre 1926 e 1931. No entanto, surpreendentemente, lê-se «Câmara Municipal. Pediu a demissão de presidente da Comissão Administrativa o senhor Hermenegildo José Solheiro, que no mesmo pedido não foi secundada pelos restantes vogais. Aguarda-se por isso a sua continuação à frente do município, ou a posse de uma nova comissão de que há tempos se vem falando.» // Nesse período (1926-1931) construiu-se o Mercado Municipal, o edifício dos Paços do Concelho, repavimentaram-se as Ruas da Calçada e do Rio do Porto, deu-se início à eletrificação da Vila. Tentou concretizar o projeto da construção da Avenida (Alameda Inês Negra) mas a vida não lhe deu mais tempo. Lutou pela vinda do comboio até Melgaço, mas nada conseguiu. // «Tem estado em Lisboa a tratar de assuntos de grande interesse para este concelho, como seria a realização do empréstimo para as grandes obras projetadas nesta Vila, e outros melhoramentos, o senhor HJS, ilustre presidente da Comissão Administrativa do Município e administrador do concelho. Foi presidente da Comissão Administrativa da CMM, de 1926 (após a queda da I República) até à sua morte, em Agosto de 1931. /// Fez muito, comparando com o que outros antes dele fizeram, e sem dinheiro nos cofres da Câmara. A sua viúva finou-se em Galvão, na “Vila Solheiro”, a 20/2/1974, com oitenta e nove anos de idade. // Pai de Armando, de Hermenegildo José, de Manuel, de Carlos, de Marieta, de Clarisse e de Maria Leonor. // A lembrá-lo, há na Vila um Largo e uma Rua com o seu ilustre nome. O seu dinamismo deve ter surpreendido todos os melgacenses da altura. Ele agiu e obrigou outros a agirem em prol do concelho. O dinheiro era escasso, mas ele recorreu à banca (o primeiro presidente da Câmara em Melgaço a fazê-lo, segundo consta), e a obra surgiu. Era um pragmático.
TRANCOSO, José Augusto. Filho de Carolina Rosa Trancoso, solteira, e de Manuel António da Cunha, viúvo, da Pigarra. N.m. de Rosa Maria Trancoso, solteira, lavradora, residente na Rua de Baixo, SMP. Nasceu a 15/10/1882 e foi batizado a 23 desse mês. Padrinhos: Francisco Rodrigues Barreiros, viúvo, farmacêutico, e Teresa da Purificação Almeida Mosqueira, solteira, moradores na Vila. // Partiu ainda jovem para a capital do país, pois em 1908 já ali era comerciante. // Casou na 3.ª Conservatória de Lisboa a 21/12/1911 com Maria de Jesus, de Sobral, Oleiros, filha de José Fernandes Pereira e de Joaquina Ferreira. // Esteve muitos anos estabelecido na Rua Presidente Arriaga, Lisboa, com a mercearia “Pérola da Pampulha”, que em 1944 trespassou a um galego de apelido Alvarez. Posteriormente dedicou-se a negócios de exportação e importação. Deve ter ganho algum dinheiro, pois comprou a casa e quinta do Convento das Carvalhiças, Melgaço, que em 1948 vendeu ao médico, Dr. António Cândido Esteves. // Em 1915 ele e a família hospedaram-se no Novo Hotel Quinta do Peso, a fim de fazerem uso das águas minerais . // Faleceu no hospital de Santa Maria, freguesia do Campo Grande, Lisboa, a 11/1/1962. // Usou o apelido Cunha, embora não fosse perfilhado.
Na descrição deste fundo mantivemos a designação de Máximo José dos Reis atribuída pelo doador, no entanto o fundo integra também documentos produzidos por Frederico Guilherme da Silva Pereira (28-04-1806 | 18-02-1871) que casou com Ana Cândida dos reis, filha do capitão mor. À semelhança do seu sogro foi uma figura proeminente na vila de Sintra durante o século XIX. Ocupou cargos como juiz de fora e do cível da Comarca de Sintra, Colares e Belas, juiz de direito do julgado de Sintra (1835 - 1838), presidente da Câmara Municipal de Sintra (Julho de 1833 - Maio de 1834). Como juiz de fora e presidente da Câmara Municipal presidiu à hasta pública de arrematação dos rendimentos das quintas e casas sequestradas em Sintra pertencentes ao Duque de Cadaval, Duque de Lafões, Marquês de Borba, Marquês de Pombal, Conde de Soure e Viscondessa de Asseca, partidários do Rei Dom Miguel e exilados políticos. De Máximo José dos Reis herdou a Quinta da Portela de Sintra e a Quinta do Campo de Seteais em 1849. Ver: ALVES, Jofre de Lima Monteiro - Frederico Guilherme da Silva Pereira: Uma ilustre figura da história de Sintra. Disponível online: [acedido a 20-09-2021].
Primeiro outorgante: Carlos Manuel Duarte de Oliveira, Vogal do Programa Operacional Regional do Norte - ON2. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Terceiros outorgantes: Herminio José Sobral de Loureiro Gonçalves, representante da Fundação La-Salette, Ramiro Pereira Alves Rosa, Presidente de Junta de Freguesia de Oliveira de Azeméis, António da Silva Rodrigues e Manuel Eduardo Sousa Tavares, Presidente e Vice-Presidente da Direção da Associação Empresarial do Concelho de Oliveira de Azeméis, António Jorge Tavares da Costa de Jesus e João Luís Tavares de Matos Gome, representantes da Universidade de Aveiro - Escola Superior Aveiro Norte-ESAN, Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo, José Manuel Soares da Costa Seabra, representante da Soinca - Sociedade Industrial de Cucujães, SA..
José Maria de Alpoim nasceu na Casa da Rede, Santa Cristina, a 2 de Junho de 1858, filho primogénito de Francisco Borges Cerqueira de Alpoim Cabral, bacharel formado em direito, moço-fidalgo da Casa Real e Senhor da Casa da Rede, e de sua mulher, Amância Dulce Samora de Quevedo e Alpoim. Em 1878, com apenas vinte anos, formou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, passando a exercer as funções de administrador dos concelhos de Mesão Frio e de Lamego, sendo o mais jovem administrador de concelho de que há memória. Membro do Partido Progressista desde 1879 e adepto de Mariano Cirilo de Carvalho, sendo depois considerado o delfim de José Luciano de Castro, tendo disputado a direcção dos progressistas com Francisco António da Veiga Beirão. Foi uma das figuras mais controversas e importantes daquele Partido, ao lado de Moreira de Almeida, António Centeno, Queirós Ribeiro e do visconde da Ribeira Brava. Deputado, Conselheiro de Sua Majestade Fidelíssima e Par do Reino, foi Ministro da Justiça nos governos de José Luciano de Castro de18 de Agosto de 1898 a 26 de Junho de 1900 e de 20 de Outubro de 1904 e 11 de Maio de 1905. Nesse último período, desenvolveu uma notável política reformista, preparando o Código das Falências, a Assistência Judiciária e a reforma dos Serviços Médico-Legais. Contudo, devido a uma disputa que se desenvolveu em torno da questão do monopólio dos tabacos, atacou, abertamente, as medidas com que o ministro da Fazenda, Manuel Afonso de Espregueira, pretendia solucionar aquela importante questão financeira, tendo abandonado o Governo em consequência da quebra de coesão. A 19 de Dezembro de 1904 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo sendo do Conselho de Sua Majestade Fidelíssima, Ministro e Secretário dos Negócios da Justiça (Diário do Governo, n.º 292, 27 de Dezembro de 1904). A sua saída do Governo levou à cisão do Partido Progressista e, acompanhado por outras importantes figuras prestigiosas da monarquia, constituiu uma nova facção política denominada Dissidência Progressista, a qual sob a sua direcção derivou lentamente para o campo republicano. Na sequência do golpe falhado de 28 de Janeiro de 1908, do Regicídio e depois de se ter refugiado em casa do político regenerador António Teixeira de Sousa, exila-se para Salamanca. Quando se implantou a República, dissolveu-se a Dissidência Progressista e José de Alpoim aderiu ao novo regime, passando de Procurador Geral da Coroa a adjunto do Procurador Geral da República, mas foi inicialmente votado ao ostracismo político. Considerado um revolucionário profissional a quem é atribuído o célebre dito:eu quero e desejo o poder pelo poder; nada mais, terminou a vida activa como delegado do governo na Companhia do Niassa. Nessa fase, afirmava-se afastado da política, mas os seus amigos verificavam que só ela o interessava. Além de orador fluente e espontâneo, foi um dos mais brilhantes jornalistas do seu tempo (as suas crónicas em O Primeiro de Janeiro são notáveis), sendo um dos fundadores do Correio Português, dirigiu O Dia e colaborou assiduamente no Correio da Noite, Novidades, O Repórter e outros jornais. Casou com Dona Maria do Carmo de Tovar Pereira Coutinho de Vilhena e Menezes, de cujo casamento nasceram Bernardo de Alpoim e Egas de Alpoim, ambos notáveis oficiais de Marinha que faleceram solteiros e sem geração. Faleceu em Lisboa a 15 de Dezembro de 1916, tendo sido, até aos seus últimos momentos, um vigoroso adversário da participação de Portugal na Grande Guerra. No Jardim Público da vila de Mesão Frio, na avenida que lhe tomou o nome (Avenida Conselheiro José Maria Alpoim), mesmo em frente aos Paços do Concelho, foi erguida uma estátua, com o seu busto, em 1923, homenageando-se um dos maiores vultos da história deste concelho. Fonte: Wikipedia http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_de_Alpoim
RODRIGUES, Manuel José (Presbítero). Filho de Francisco José Rodrigues e de Maria Pires, moradores no lugar de Beleco. Neto paterno de Francisco Luís Rodrigues e de Ana Rosa Alves, de Viladraque; neto materno de António José Pires e de Ana Maria Pires, do lugar de Ribas, todos de Paços. Nasceu no lugar de Beleco a 21/6/1846 e foi batizado na igreja católica local no dia seguinte. Padrinhos: Manuel José Gonçalves e sua mãe, Angélica Esteves, de Cristóval. // Embarcou para o Brasil com treze anos de idade, em Novembro de 1859, chegando a esse país em Janeiro de 1860. «Dirigiu-se para Caldas, Minas Gerais, ali chegando no dia 7 de Abril. Quatro anos depois, em Março de 1864, foi residir em São Gonçalo do Sacupai, onde se casou a 22/4/1865 com Florisbela de Azevedo Costa (ele com 19 anos de idade e ela com 13). Em 1866 mudou-se para Águas Virtuosas (Lambari), onde no ano seguinte nasceu o primogénito Guilherme. // Em 1870 mudou-se para a Serra de Santos, como empregado da empresa “São Paulo Railway”. // Converteu-se em 1874, através da leitura da Bíblia, sendo recebido por profissão de fé e baptismo no dia 6 de Dezembro pelo reverendo George W. Chamberlain na igreja Presbiteriana de São Paulo. // Florisbela foi recebida em 7 de Março de 1875, em companhia do futuro reverendo Eduardo Carlos Pereira (*). // No dia 21, batizaram os filhos Guilherme, Elisa e Alberto. // Manoel deixou o emprego na estrada de ferro por causa do trabalho no domingo e tornou-se comerciante. Teve um armazém na rua Santa Efigénia, transferindo-o em 1879 para a rua dos Andradas. // Foi eleito diácono da Igreja de São Paulo em Março de 1876, e presbítero em 3 de Outubro de 1880, sendo ordenado no dia 9 de Janeiro de 1881. Tornou-se assim o segundo presbítero dessa igreja histórica, organizada em 1865. O primeiro havia sido o inglês William Dreaton Pitt, ordenado em 22 de Dezembro de 1867, que ingressou no ministério em 1869 e faleceu no ano seguinte. // Foi somente a partir de Manoel da Costa (Manuel José Rodrigues) que a Igreja de São Paulo teve com regularidade o ofício de presbítero. // O casal Costa teve 19 filhos, quase todos falecidos na infância ou início da idade adulta. Um deles, Guilherme da Costa, foi consagrado pastor metodista (faleceu no Rio de Janeiro em Setembro de 1904, numa epidemia de varíola).» [Retirado do Portal Mackenzie – Instituto Presbiteriano Mackenzie]. // Faleceu em 1929. /// (*) Lê-se na Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, volume 15, página 1021: «No Brasil o impulso ao protestantismo é ainda dado pelo Dr. Kalley, ali chegado com portugueses fugidos da Madeira. O 1.º missionário americano chega ao Rio em 1859 – o rev. Simonton. A igreja torna-se autónoma em 1903, por acção principalmente do reverendo E. Carlos Pereira.»
Profissão do noivo: ferreiro. Naturalidade do noivo: Cividade, Santiago-Braga. Morada do noivo: Trandeiras. Profissão da noiva: lavradeira. Naturalidade da noiva: Cividade, Santiago-Braga. Morada da noiva: Devesa de Baixo. Pai do noivo: José António Monte, ferreiro. Mãe do noivo: Rosa Maria, fiadeira. Pai da noiva: Manuel José Marques Lobo, lavardor. Mãe da noiva: Ana Joaquina Gonçalves Duarte. Testemunhas: Bernardo Joaquim Fernandes Cruz, Pedro Rodrigues Carvalho.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Artur Dias Simões Sampaio Bragança, que também usa o nome de Artur Dias Bragança, casado com Maria Custódia Pereira de Magalhães 2º Outorgante: José de Araújo
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Ferraz Teles de Meneses e esposa Arminda Pereira Gama Teles de Meneses 2º Outorgante: Joaquim Vaz Pinheiro, casado com Maria Teresa de Oliveira Queirós
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rodrigo Martins de Menezes da Silva Basto, José Belmiro da Silva Ribeiro outorgando em representação da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães 2º Outorgante: Ana Dias Leite e marido Vasco Dias Fernandes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Pereira Gonçalves e esposa Olivia Fernandes da Silva 2º Outorgante: Joaquim Teixeira de Abreu casado com Maria da Conceição Ribeiro de Araújo
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José da Encarnação Parente da Costa Lima e esposa Albertina Alves da Costa Lima 2º Outorgante: David Fernando Seara de Sá casado com Isaura da Anunciação de Barros Alves Pacheco Seara de Sá
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante:Manuel da Silva Machado e esposa Maria Adelaide de Sousa Fernandes Machado 2º Outorgante: José Ferreira da Silva casado com Maria Rosa Gonçalves
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Adelino José Ribeiro e esposa Maria Augusta Salgado Lobo 2º Outorgante: Maria Martins 3º Outorgante: Francisco Mendes casado com Ana da Silva Pereira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Inácio Rodrigues e esposa Portugália dos Santos Sales 2º Outorgante: José Adelino Ferreira de Carvalho casado com Maria Helena Henriques Ferreira de Carvalho
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rodrigo Martins de Menezes da Silva Basto, José Belmiro da Silva Ribeiro outorgando ambos em representação da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães 2º Outorgante: Francisco Pereira Leite de Magalhães e Couto
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire outorgando em representação da Caixa de Previdência e Abono de Família do Distrito de Braga 2º Outorgante: José Gonçalves e esposa Maria Carneiro de Sousa
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Pinto de Miranda e esposa Maria da Natividade Neves Miranda; 2º Outorgante: João de Oliveira, outorgando como gestor de negócios de seu filho Arlindo de Oliveira, casado com Maria Miranda.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Ferreira Martins e esposa Maria José Ferreira da Silva; 2º Outorgante: Eduardo Dias Duarte, outorgando em representação da sociedade comercial, denominada de "Aviário de Paço de Além, Limitada".
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando da Costa Guimarães, José Belmiro da Silva Ribeiro outorgando em representação da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães 2º Outorgante: Maria da Conceição Silva Araújo, Luísa da Silva Araújo
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando da Costa Guimarães, José Belmiro da Silva Ribeiro outorgando em representação da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães 2º Outorgante: Bento Rodrigues e esposa Ilídia Teixeira Novais
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando da Costa Guimarães, José Belmiro da Silva Ribeiro outorgando em representação da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães 2º Outorgante: Carlos Mendes de Oliveira e esposa Amélia da Silva Fernandes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando da Costa Guimarães, José Belmiro da Silva Ribeiro outorgando em representação da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães 2º Outorgante: Francisco Fernando dos Anjos e esposa Maria de Lurdes de Sousa
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Luís Alberto Ferreira de Carvalho outorgando na qualidade de procurador da Caixa Geral de Depósitos 2º Outorgante: Manuel José Teixeira e mulher Maria Cândida do Céu Barril
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José António Pereira da Silva e esposa Palmira da Silva Gonçalves e 2º Outorgante: Manuel Teixeira Borba, casado com Benedita de Oliveira Magalhães
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Joaquim Marques e esposa Maria de Belém da Silva 2º Outorgante: José da Costa Mendes, casado com Maria de Lurdes Leite Martins
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Rodrigues Guimarães e esposa Maria Rosa da Cunha 2º Outorgante: Joaquim Coelho de Alvim Barroso, casado com Isabel Martins de Abreu
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria das Dores Viamonte da Silveira Figueira de Sousa 2º Outorgante: José Ângelo Folhadela de Melo, outorgando na qualidade de gestor de negócios da sociedade comercial denominada "Indústrias Têxteis Somelos, S.A.R.L.".
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Cândida Machado de Abreu; Maria Arnaldina Machado de Abreu; Narciso José Machado de Abreu; 2º Outorgante: Hermínia Ferreira, casado com Álvaro de Oliveira.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria da Graça da Silva Lourenço 2º Outorgante: Maria Teresa de Sousa Pereira Lourenço e José Manuel Lourenço, casado com Maria Augusta Monteiro Dias de Castro
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Pereira de Sousa e esposa Josefa de Freitas 2º Outorgante: Francisco Ribeiro de Sousa, outorgando na qualidade de gestor de negócios de Francisco Marques da Costa, casado com Júlia Pereira Ribeiro
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Fernanda Salgado Areias e marido Delfim da Silva 2º Outorgante: José da Costa e Castro, casado com Rosa da Conceição Pereira de Almeida.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Pinto Dias de Carvalho e esposa Joana Ferreira Barbosa de Oliveira 2º Outorgante: Júlio Miranda Pedrosa, casado com Clementina da Cunha Freitas
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Luís Alberto Ferreira de Carvalho, outorgando na qualidade de procurador da Caixa Geral de Depósitos 2º Outorgante: António José Rodrigues e esposa Maria da Glória
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Maria Pereira de Castro Ferreira e esposa Clotilde Miranda da Veiga Castro Ferreira 2º Outorgante: António Ribeiro Martins de Macedo, casado com Emília Mendes da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Alves da Silva Pimenta e esposa Maria Silvina Pinto Ribeiro 2º Outorgante: José Nunes Carvalho outorgando na qualidade de gestor de negócios de Maria das Dores Ferreira Martins
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Maria Pereira de Castro Ferreira e esposa Clotilde Miranda da Veiga de Castro Ferreira 2º Outorgante: Bernardino Pereira casado com Eva Rosinda Ferreira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rufino da Silva e esposa Maria Idalina das Dores Plácido Guimarães 2º Outorgante: José Fernandes casado com Maria Rosa de Freitas da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Martins 2º Outorgante: António José Ribeiro e esposa Maria de Lourdes Ferreira da Silva Cruz Ribeiro 3º Outorgante: Ilídio de Oliveira, casado com Leonor Ferreira de Almeida
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Gandêncio Fernandes Lopes, casado com Maria de Lourdes Oliveira Azevedo 2º Outorgante: Adélia de Jesus Vieira da Rocha e marido José Fernandes Lopes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Albino António Machado da Silva e esposa Josefa da Paixão Rocha 2º Outorgante: José Pereira de Oliveira, casado com Carolina da Silva Gomes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Pereira Ribeiro 2º Outorgante: António Machado de Araújo 3º Outorgante: António da Silva Pereira Vaz e esposa Maria José Leite de Abreu
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José António de Freitas Carvalho 2º Outorgante: Maria Natália de Sousa Xavier 3º Outorgante: Joaquim Casimiro Mendes Xavier e esposa Maria Irene de Sousa
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rosa de Oliveira Coelho e marido Francisco de Assis de Oliveira Neves 2º Outorgante: José da Costa Neto, casado com Maria da Conceição da Costa
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Armando Ribeiro 2º Outorgante: Maria Alzira Mendes Soares e marido José Joaquim da Silva Henriques, outorgando ambos por si e na qualidade de únicos sócios gerentes da sociedade "J.Henriques, Limitada"
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Laura dos Santos Cardoso Ribeiro, que também usa o nome de Laura dos Santos Cardoso 2º Outorgante: José Lopes Fernandes casado com Maria Conceição Vieira Alves