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“Nascido em Sousela (Lousada) a 29 de Agosto de 1869, doutorou-se pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra em 1898, ano em que iniciou a atividade docente como lente substituto de Direito Eclesiástico. De 1901 a 1910, foi regente de Ciência Económica e Direito Económico, tendo lecionado, também, História das Instituições do Direito Romano, Administração Colonial e Finanças. Entre 1913-1915 (o mesmo período em que dirigiu a Biblioteca da Universidade) foi diretor da Faculdade de Direito, onde a sua capacidade reformadora se espelhou na renovação das instalações, na criação do Instituto Jurídico e da sua Biblioteca e na execução da reforma dos estudos jurídicos, no âmbito da qual publicou, com José Alberto dos Reis, as obras A Faculdade de Direito e o seu ensino, Coimbra, 1907, e O ensino jurídico na França e na Itália, Coimbra, 1910. Foi redator da Revista de Legislação e Jurisprudência.
São-lhe unanimemente reconhecidas a total dedicação e a inexcedível competência com que desempenhou todas as tarefas e cargos que assumiu, demonstradas também na extensa e consistente obra publicada, de grande diversidade temática. As suas lições de Ciência Económica, de 1910, são hoje um clássico do pensamento económico português. Sem filiação partidária, interveio com igual empenho na vida pública, tendo exercido os cargos de Presidente da Câmara Municipal de Coimbra (1905 a 1910) e de Ministro da Marinha e do Ultramar (26 de Junho a 5 de Outubro de 1910). Durante este curto período, foi eleito deputado pelo círculo de Coimbra não tendo, porém, cumprido o mandato. Morreu em Coimbra, prematuramente, em Março de 1916, com a idade de 46 anos. Foi Diretor da Biblioteca da Universidade, de 1913 a 1915.”
In: https://www.uc.pt/bguc/DocumentosDiversos/JoseFerreiraMarnocoSOUSA
José Eduardo de Carvalho Crato nasceu em Setúbal a 14 de outubro de 1877 e faleceu no Porto a 1 de maio de 1947. Foi militar, político e maçon português. Fez o curso da Escola Politécnica de Lisboa, depois os da Escola Naval, de Torpedos e Eletricidade e complementar Naval de Guerra, sempre com grandes distinções.
Oficial da Marinha de Guerra, atingiu os postos de Capitão de Fragata e de Capitão de Mar e Guerra.
Republicano, foi chefe de gabinete do governador-geral de Angola em 1911 e chefe de gabinete do ministro das Colónias e do ministro da Marinha, membro da Junta Revolucionária de 19 de outubro de 1921 e ministro das Colónias no Ministério de Manuel Maria Coelho, em 1921. Combateu na Primeira Guerra Mundial.
Sobraçou a pasta de ministro das Colónias e foi adido naval em Paris, França, chefe dos Departamentos Marítimos do Sul e Norte, da Missão de Construção de Torpedos em Weymouth, em 1932, e da Missão de Construção de Contratorpedeiros em Glasgow, ambas no Reino Unido.
Comandou o Navio-Hospital Gil Eannes e os antigos destroyers Vouga e Guadiana e o moderno Vouga, além da fragata D. Fernando II e Glória.
Foi comandante da Escola de Artilharia Naval e da Esquadra na Festa da Marinha de 1938. Em 1939, sendo Capitão de mar e guerra, foi administrador da "Não-Intervenção na Guerra de Espanha" em Dover. Foi Capitão do Porto de São Tomé e Presidente da Junta Autónoma dos Portos do Douro e Leixões, etc.
Casou em Lisboa, no 3.º Bairro, a 30 de janeiro de 1915, com Margarida de Barros Pereira de Carvalho.
In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Eduardo_de_Carvalho_Crato
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: António de Almeida outorgando na qualidade de procurador de Laurinda Gonçalves Salgado e marido Eurico Gentil de Sousa Oliveira
2º Outorgante: Alberto Alves casado com Maria das Dores da Rocha Machado
3º Outorgante: António José Alves casado com Ana Pereira de Faria
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: José Teixeira de Oliveira outorgando na qualidade de procurador de Manuel Teixeira e esposa Josefa de Castro Pereira
2º Outorgante: António de Freitas outorgando como procurador de Dinis dos Santos Morais casado com Emília de Castro Freitas
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: José Pinto Teixeira da Costa
2º Outorgante: João da Silva Guimarães, outorgando na qualidade de procurador de Maria Emília Pinto Teixeira Machado Sampaio e marido Fernando da Silva Oliveira; João Pinto Teixeira Sampaio Machado da Silva e Emília Ema Pinto Teixeira Sampaio Machado Tavares e marido Augusto Fernando de Sousa Tavares
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Alberto José Fernandes, casado com Rosalina de Sousa, outorgando por si e na qualidade de procurador de seu irmão Domingos Fernandes, que também usa o nome de Domingos Fernandes Guimarães
2º Outorgante: João Mendes Bravo, casado com Maria da Conceição Faria Magalhães
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Alberto José Fernandes, casado com Rosalina de Sousa, outorgando por si e na qualidade de procurador de Domingos Fernandes, que também usa o nome de Domingos Fernandes Guimarães
2º Outorgante: Maria de Lurdes Faria Magalhães
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: José Pereira de Sousa outorgando na qualidade de procurador de Salvador Fernandes da Silva e esposa Isabel de Freitas de Sousa
2º Outorgante: Adérito Joaquim Fernandes outorgando na qualidade de procurador de Abílio da Costa Vieira, casado com Alexandrina Oliveira
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Armando de Sousa Andrade, outorgando na qualidade de procurador de Maria Engrácia Teixeira de Abreu, que também usa o nome de Maria Engrácia Teixeira de Abreu Andrade e Elísio Teixeira e esposa Rosa Mendes
2º Outorgante: José da Silva, casado com Maria Rosa Teixeira
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Abílio de Abreu Lemos, outorgando na qualidade de procurador de Honorato Tasso Almada e Albuquerque e esposa Maria Madalena de Matos Rola e Albuquerque
2º Outorgante: José Pereira, casado com Laurinda de Oliveira Fontão
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: António Correia Gonçalves, outorgando na qualidade de procurador de Joaquim Correia Gonçalves e esposa Maria do Carmo Marques Rodrigues
2º Outorgante: José Ângelo Folhadela de Melo, outorgando em representação da "Sociedade Têxtil de Melo & Filhos, Lda."
Notário: João Machado da Silva
Outorgantes: Francisco António Machado Cubelo Soares, outorgando na qualidade de procurador da sociedade comercial, denominada "Telme-Trefilaria Nacional de Metais, S.A.R.L", e José Bento da Silva Ramos, outorgando em representação da referida sociedade, da qual é um dos seus administradores.
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Francisco Machado Ribeiro Guimarães casado com Ema de Jesus Araújo Feio Guimarães
2º Outorgante: José Rodrigues Guimarães outorgando em representação da sociedade comercial denominada "Têxtil Alberto Rodrigues de Figueiredo, Sociedade Anónima de Responsabilidade Limitada"
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Alberto José Fernandes, casado com Rosalina de Sousa, outorgando por si e ainda na qualidade de procurador do seu irmão Domingos Fernandes, que também usa o nome de Domingos Fernandes Guimarães
2º Outorgante: António Novais de Carvalho casado com Joaquina Novais Pereira
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Ernesto Pereira da Costa, outorgando em representação da sociedade comercial por quotas de responsabilidade limitada, que gira sob a firma "António da Costa, Filho & Companhia, Limitada"
2º Outorgante: Alberto José Ribeiro, casado com Maria Correia da Cunha Ribeiro
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: António de Sousa Oliveira, outorgando em representação da sociedade comercial anónima de responsabilidade limitada, denominada "Têxtil Joaquim de Sousa Oliveira & Filhos, S.A.R.L."
2º Outorgante: José Luís de Almeida, outorgando em representação da "Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vizela"
Recenseamento de 1944.
Título de isenção do serviço militar nº 17/1943 (4142), de José Joaquim Ribeiro Cardoso, nascido a 3 de novembro de 1923, na freguesia de São Torcato, concelho de Guimarães, filho de Joaquim Ribeiro Cardoso e Amélia Ribeiro da Costa.
Ficou livre em 13 de agosto de 1943.
Modelo n.º 5.
Recenseamento de [1943].
Título de isenção do serviço militar nº 5/1943 (3986), de José António da Silva, nascido a 26 de dezembro de 1923, na freguesia de Polvoreira, concelho de Guimarães, filho de Manuel da Silva e Joana Pereira.
Ficou livre em 11 de agosto de 1943.
Modelo n.º 5.
Recenseamento de 1950.
Título de isenção do serviço militar nº 52/1950 (3938), de José Pereira da Silva, nascido a 5 de agosto de 1930, na freguesia de Creixomil, concelho de Guimarães, filho de António Ferreira da Silva e de Leopoldina da Conceição de Freitas.
Ficou livre em 30 de junho de 1950.
Modelo n.º 5
Recenseamento de 1963.
Título de isenção do serviço militar nº 4/1963, de Cândido José de Sousa Carvalho, nascido a 30 de abril de 1943, na freguesia de Infias, concelho de Guimarães, filho de Joaquim de Sousa Carvalho e de Isabel Pereira de Sousa Carvalho.
Modelo n.º 5
Recenseamento de 1955.
Título de isenção do serviço militar nº 17/1955 (4472), de José de Freitas Oliveira, nascido a 11 de janeiro de 1935, na freguesia de Sande (S. Martinho), concelho de Guimarães, filho de João de Oliveira e de Maria de Freitas.
Ficou livre em 13 de julho de 1955.
Modelo n.º 5
Recenseamento de 1951.
Título de isenção do serviço militar nº 24/1951 (3402), de José de Oliveira de Sousa, nascido a 11 de junho de 1931, na freguesia de Caldas (S. Miguel), concelho de Guimarães, filho de Filipe de Sousa e de Deolinda de Oliveira.
Ficou livre em 26 de junho de 1951.
Modelo n.º 5
Recenseamento de 1950.
Título de isenção do serviço militar nº 16/1950 (4364), de José da Cunha Faria, nascido a 24 de dezembro de 1930, na freguesia de Polvoreira, concelho de Guimarães, filho de João da Cunha e de Emília de Faria.
Ficou livre em 7 de julho de 1950.
Modelo n.º 5
Informa que não se deve pronunciar sobre a questão das eleições concelhias da Póvoa de Varzim, antes da decisão da Comissão Nacional de Jurisdição. Em anexo, as deliberações da Comissão Directiva. Carta de José João Campos da Silva a revelar a sua indignação por saber através do jornais da impugnação das eleições concelhias da Póvoa de Varzim pela Comissão Directiva.
1º. outorgante: João António Barros
2º. outorgantes: Américo da Costa Gouveia Barros esposa Maria de Oliveira Pontes
3º. outorgantes: José da Costa Gouveia Barros esposa Palmira das Dores da Cruz Guimarães
4º. outorgantes: Camila da Costa Gouveia Barros marido Virgílio Ribeiro Osório
5º. outorgantes: Fernando da Costa Gouveia Barros esposa Ernestina de Oliveira Barros
Livro Nº 71-58.
Contém documentação relativa ao exercício económico do ano de 1967 da empresa José Pinheiro Guimarães & Filhos, Lda., incluindo o movimento da conta de exploração geral, o movimento da conta de ganhos e perdas e o balanço datado de 31 de dezembro de 1966. Estes documentos espelham a situação financeira e os resultados da atividade da empresa nesse ano.
Recenseamento de 1951.
Título de isenção do serviço militar nº 44/1952 (4129), de José Vasco da Silva Reis Castro, nascido a 24 de maio de 1931, na freguesia da Oliveira, concelho de Guimarães, filho de Abel Francisco da Silva Reis e Armanda Neves de Castro.
Ficou livre em 10 de julho de 1952.
Modelo n.º 5
José António Ferreira e mulher vendem a Henrique Cardoso de Macedo umas casas de um andar de sobrado e quintal e muro nas traseiras do quintal, situado na rua do Gado, em Guimarães. Anexado o consentimento de venda. Nota manuscrita relativa ao laudémio pela compra da propriedade.
1º. outorgante: Maria da Silva Pires
2º. outorgante: Óscar Avelino Pires
3º. outorgante: Henrique Pires
4º. outorgante: Maria Adelaide Pires
5º. outorgante: Armanda Pires
6º. outorgantes: Filomena Pires Batista Guimarães marido Cipriano Batista Guimarães
7º. outorgante: António Pereira Ferraz procurador de Maria de Lurdes Pires que também usa Maria de Lurdes Pires Dourado marido José Braz Dourado
procurador de Afonso Pires
Livro Nº 67-3v.
Participa que devolve as duas cartas de que o Presidente do Conselho tomou conhecimento. Uma das cartas é de Leonor Fernandes O' Neill Gouveia e a outra é de Alfredo Pimenta ambas sobre o caso do desfalque de José O' Neill. Contém recortes de jornais todos sobre o mesmo assunto.
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Alberto José Gonçalves da Cunha
2º Outorgante: Paulino Rodrigues, outorgando na qualidade de gestor de negócios de Ignazio Abbate casado com Maria da Conceição Silva Rodrigues que também usa o nome de Maria da Conceição Abbate
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Maria Isabel Garcia Ribeiro Dias Leite, outorgando na qualidade de procuradora do seu pai Manuel de Freitas Ribeiro, casado com Narcisa da Conceição Couto Garcia;
2º Outorgante: José Ribeiro, casado com Adelaide Marques da Silva.
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Manuel Gonçalves outorgando por si e na qualidade de procurador de Maria de Lurdes Marques Rodrigues Gonçalves
2º Outorgante: José Manuel Carvalho e Melo, casado com Maria Alexandrina Alves Pinto e Melo que também usa o nome de Maria Alexandrina Alves Mendes
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: José Pereira da Silva, outorgando na qualidade de procurador de Francisco Gonçalves Guerreiro Chaves e esposa Zaida Tâmega de Araújo Guerreiro Chaves
2º Outorgante: Joaquim Oliveira da Costa, casado com Maria do Rosário Salgado
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: José Martins Leite de Faria, outorgando na qualidade de procurador de Manuel Jesus Batista Sampaio, que também usa o nome de Manuel Batista Sampaio
2º Outorgante: António Maria de Borda Cardoso, outorgando em representação da sociedade "Indústrias Jomar - Madeiras e Derivados, S.A.R.L.
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Manuel de Oliveira
2º Outorgante: António Dias Machado
3º Outorgante: José Machado
Habilitação por óbito de Plácido Martins, casado com Joaquina Maria, que também usa os nomes de Joaquina da Silva e Joaquina Maria da Silva
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Aventino Fernandes dos Santos Pinheiro, outorgando por si e ainda na qualidade de procurador de Maria Rosa de Oliveira, com a qual é casado
2º Outorgante: José da Cunha, casado com Clara dos Santos
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: José Pereira de Sousa, outorgando na qualidade de procurador de António Fernandes da Silva e mulher Maria da Conceição de Freitas Pereira de Sousa
2º Outorgante: João Fernandes da Silva, casado com Rosa de Jesus Ferreira
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Teresa Maria da Cunha Rola, outorgando na qualidade de procuradora de Maria Luisa Maia da Cunha Rola Pereira de Lima, que também usa o nome de Maria Luisa Maia Rola Pereira de Lima, casada com Júlio César Gonçalves Lima
2º Outorgante: José Mendes, casado com Maria das Dores Leite de Abreu
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Francisco Afonso Dias Leite, outorgando na qualidade de procurador do seu sogro Manuel de Freitas Ribeiro, casado com Narcisa da Conceição Couto Garcia;
2º Outorgante: José Gonçalves, casado com Maria Fernanda de Oliveira Aguiar.
Recenseamento de 1950.
Título de isenção do serviço militar nº 7/1950 (4139), de António José Leite Guimarães, nascido a 13 de agosto de 1930, na freguesia de São Sebastião, concelho de Guimarães, filho de Hamilton da Silva Leite e de Laurinda Rosa Guimarães.
Ficou livre em 4 de julho de 1950.
Modelo n.º 5
Empréstimos a juro junto da confraria de São José da freguesia de São Mateus, em Vila Nova de Famalicão. Escritura de obrigação de dívida que fez Ana Maria com a confraria da Senhora do Rosário na freguesia de Oliveira, em Vila Nova de Famalicão.
1º. outorgantes: João Leite Guimarães esposa Florinda Fernandes de Freitas
2º. outorgantes: Vicência Leite Guimarães marido Bernardino Rebelo
3º. outorgantes: Carlos Leite Guimarães esposa Rosa de Jesus Rebelo Martins
4º. outorgante: Serafim Leite Guimarães
5º. outorgantes: António Leite Guimarães esposa Maria Pereira
6º. outorgante: Maria Leite Guimarães
7º. outorgante: Luís Soares Leite na qualidade de procurador de José Maria Leite Guimarães
Livro Nº 50-53v.
Contém documentação relativa ao exercício económico do ano de 1967 da empresa José Pinheiro Guimarães & Filhos, Lda., incluindo o movimento da conta de exploração geral, o movimento da conta de ganhos e perdas e o balanço datado de 30 de dezembro de 1967.
Esclarece que o artigo de Alfredo Pimenta não foi proibido pela censura mas sim cortado, o que tornou inútil a sua publicação. Avisa que tenciona ir à censura com o cartão de José Manuel da Costa. Pede para os originais serem enviados para sua casa.
Fichas dos sócios: António José Lopes Pedro, António José Maia, António José Marques Timóteo, António José Martins, António José Martins Amaral, António José Martins Simão, António José Mata Rato, António José Miguel Charraz, António José Miguel da Silva, António José Mira Lança, António José Morais Cândido, António José Mota Gomes, António José Neves, António José das Neves Freitas, António José Nogueira de Aquino, António José Oleirinha Guerreiro, António José de Oliveira Raposo, António José Patinhas Galhós, António José Penteado Canêlo Vidal de Melo, António José Pereira Martins, António José Picareta, António José Rebocho Coco, António José Reis Duarte, António José dos Reis Neto, António José Ribeiro, António José Ribeiro, António José da Rocha Alves das Neves, António José da Rocha Alves das Neves, António José Rodrigues, António José Rodrigues Emídio, António José Salavessa Dias, António José Sameiro Rosado, António José dos Santos, António José dos Santos Traça, António José Silva Cardoso, António José da Silva Costa, António José da Silva Furtado, António José da Silva Jacques, António José da Silva Rodrigues Damas, António José de Sousa Freitas, António José Tavares Vieira, António José Teixeira, António José Tomar Nogueira, António José Toucinho Vara, António José Varina Bem, António José Vidal de Melo, António Júlio Azevedo Rosa e Ramos, António Júlio da Conceição dos Santos Neto, António Júlio da Costa Cardoso, António Júlio Grave Curado, António Júlio Mendes, António Júlio Real Formigo, António Júlio Silva, António Justino Lavaredas Zagalo e Mello, António Kerque Henriques, António Ladeira, António Leal Franco, António Leal Lucas, António Leonardo, António Libânio Patinhas Pinto, António de Lille Delgado Malaquias de Lemos, António Lino Banho Teixeira, António Lopes Montezo, António Lopes Moreira, António Lopes Pinto, António Lopes Pinto, António Lopes da Silva, António Lopes da Silva, António Lopes da Silva Júnior, António Lopes Vaz, António Loureiro da Silva, António Lourenço Baptista, António Lourenço Lapa, António Lourenço Martinho Franco, António Lucas Ramalho, António Luís de Almeida Cruz, António Luís D'Almeida Lobão, António Luís Alves de Oliveira, António Luís do Carmo Marques Augusto, António Luís do Carmo Tavares, António Luís Carvalho Pereira, António Luiz da Glória, António Luís Gouveia Cavalheiro Andrade Pires, António Luís Guerreiro Viola, António Luiz Guilherme, António Luís Lameirão, António Luís Mateus Paulino, António Luís Mesquita, António Luís Moço, António Luís Morgado Costa, António Luís Mureteira Vila, António Luís Ribeiro Lourenço Lopes, António Luís Ribeiro Robalo, António Luís Rodrigues de Melo, António Luís Sirgado Ferreira Nabais, António Luís de Sousa Pereira Lonção, António Luiz Teixeira, António Luís Teixeira Gomes, António da Luz Carvalho e António da Luz Freitas.
José Caetano Lobo de Ávila da Silva Lima (21 de Dezembro de 1885 - 1956) foi um diplomata português.
Educado no Colégio de Campolide, formou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
Fez parte da missão intelectual ao Brasil, em 1910, com Abel Botelho e Ernesto de Vasconcelos, tendo realizado nesse país um estudo sobre o providencialismo moderno e o elemento Português nas terras de Santa Cruz.
Em 1911, seguindo para Paris, França, realizou na Sorbonne uma conferência sobre “Portugal Économique”.
Foi Diretor do Banco de Portugal.
Ministro Plenipotenciário em Berna, Suíça, a 25 de Junho de 1933, foi nomeado Delegado do Governo Português à 14.ª e à 15.ª Assembleias da Sociedade das Nações, a 16 de Setembro de 1933 e a 8 de Agosto de 1934. No ano seguinte, foi ocupar o cargo de Ministro Plenipotenciário em Roma, Itália, a 14 de Janeiro de 1935, encontrando-se em 1946 como Ministro Plenipotenciário em Ancara, na Turquia.
A 20 de Maio de 1936 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Cristo.
In: https://pt.wikipedia.org/wiki/José_Caetano_Lobo_de_Ávila_da_Silva_Lima
DOMINGUES, Manuel José (Padre). Filho de João Manuel Domingues e de Maria Rodrigues, ela de Várzea Travessa e ele de Covelo, onde moravam. Neto paterno de Manuel Luís Domingues e de Ana Afonso; neto materno de José Bernardo Rodrigues e de Maria Domingues. Nasceu a 29/1/1875 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: José Domingues e sua mulher, Rosa Rodrigues. // Foi pároco de Lordelo, Cubalhão, Gondar (Cerveira), e de Remoães. Na Vila de Melgaço esteve de 25/6/1903 até finais de 1917 (*) Foi-lhe concedida a pensão eclesiástica anual de 300$000 réis (ver Correio de Melgaço n.º 85, de 1/2/1914, e Jornal de Melgaço n.º 1020, de 5/2/1914). // Em 1908 acompanhou José Leite de Vasconcelos a Castro Laboreiro, a fim do grande investigador tomar «algumas notas etnográficas e dialectológicas…» Iam montados em mulas, conduzidas por «duas robustas mocetonas». Seguiram por Fiães. // Nesse ano de 1908 foi vogal substituto da Comissão Administrativa Municipal de Melgaço. // Embora de ideologia monárquico-liberal, aderiu à república em 1910. // Era uma pessoa dinâmica: fundou a Associação Artística Melgacense «pela qual muito se bateu, e que outros não saberiam aguentar.» Fundou, com outros, um Externato, em que alguns alunos foram preparados para os exames dos primeiros anos do Curso Geral dos Liceus. // Em 1913, na festa da Ascenção de Jesus, realizada na Orada, SMP, provocou uma desordem (ver Correio de Melgaço n.º 48, de 4/5/1913). // Chegou a fazer parte da Comissão Camarária (Jornal de Melgaço n.º 1237, de 9/3/1919). // Lê-se no dito Jornal de Melgaço, n.º 1256, de 27/7/1919: «a expensas de alguns devotos, celebra missa na capela da Senhora da Orada, aos domingos e dias santificados, o nosso amigo reverendo abade Manuel José Domingues que, de Sua Excelentíssima Reverendíssima, novamente obteve ordem para celebrar.» // Por razões políticas (e talvez religiosas – veja-se o conflito com o padre Francisco António Gonçalves, pároco de Prado) deixou de exercer o sacerdócio e tornou-se aspirante de Finanças. No Notícias de Melgaço n.º 68, de 13/7/1930, lê-se: «para efeitos da redução do quadro do funcionalismo da Direcção Geral das Contribuições e Impostos foi transferido para o concelho de Monção (…) o padre Manuel José Domingues, aspirante de Finanças». // Foi publicado no Diário do Governo a sua aposentação voluntária (Notícias de Melgaço n.º 201, de 16/7/1933). // Os seus escritos no Notícias de Melgaço davam, quase sempre, que falar. Por exemplo: quando morre Maria Angélica Esteves. Ver também “Um general em Melgaço (NM 162, de 28/8/1932). // Morreu na Orada, SMP, a 1/3/1952, realizando-se o funeral no dia 3 do dito mês e ano. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1016, de 9/3/1952: Era tio do professor (e presidente da Câmara) Abílio Domingues, entre outros. /// (*) No Jornal de Melgaço n.º 1255, de 20/7/1919, página 2, diz-se que ele era, nessa altura, abade da Vila de Melgaço! Ver padre Manuel Joaquim Domingues.
PERES, Manuel José. Filho do general do exército José Domingues Peres, natural do Porto, e de Petronila Cândida (ver, em Chaviães, Petronila Pereira), natural de Chaviães, Melgaço (*), moradores na cidade de Aveiro. Nasceu na freguesia de Santo Ildefonso, Porto, no ano de 1897. // Depois do ensino secundário, ingressou na Universidade, a fim de tirar o curso de Farmácia, salvo erro. Desistiu do curso para ir combater em França, na I Grande Guerra (1914-1918). Nesse país festejou os seus 20 anos de idade! Inscrevera-se como voluntário em virtude de seu pai, nessa altura com a patente de coronel, ter sido mobilizado para a guerra; ofereceu-se para o acompanhar! Felizmente regressaram ambos em 1919, após a guerra ter terminado. // Nas forças armadas alcançou a patente de tenente de infantaria. // Tinha trinta e dois anos de idade, era alferes de Caçadores n.º 9, estava viúvo de Emília Rosa Pereira Peres, falecida a 4/7/1928, domiciliado na freguesia de Vera Cruz, Aveiro, quando casou na Vila de Melgaço, em regime de comunhão de bens, na casa de residência de Maria de Nazaré Esteves, mãe da noiva, sita no Largo da Baixa, a 27/2/1930, presidindo à cerimónia o Dr. José Joaquim de Abreu, oficial do Registo Civil, com Esmália de Nazaré, de vinte e nove anos de idade, solteira, proprietária, natural e domiciliada na vila de Melgaço, filha de Vitorino Augusto dos Santos Lima (já falecido em 1930) e de Maria de Nazaré Esteves, viúva, proprietária, melgacenses. // Casaram na igreja de Santa Maria da Porta a 30/4/1942 (confirmar). // Era um homem bastante abatido pela adversidade, pois o regime corporativista (chefias militares), expulsou-o do exército, por ele não estar certamente de acordo com o derrube da I República. // Trabalhou na Intendência, e até chegou a ser emigrante em França (confirmar). // Viveu de expedientes, tais como serviços de solicitador, etc. // O ano de 1937 traz-lhe algumas surpresas. A primeira tem a ver com o património da esposa. A Quinta de Eiró de Cima, que ela herdara dos pais, e onde vivia a sua mãe viúva, Maria de Nazaré Esteves, por ter o usufruto da mesma, teve de ir à praça para pagamento de uma dívida a Manuel José Vaz, casado, residente na Ferraria, Cristóval. A quinta tinha capela e mais do que uma casa de habitação. // A segunda surpresa é ainda mais surpreendente. Traz a seguinte notícia na 1.ª página: «Por ter sido reintegrado no exército português seguiu para Braga, onde foi colocado no Regimento de Caçadores n.º 9, o senhor tenente Manuel Joaquim (há engano; leia-se Manuel José) Domingues Peres, que durante alguns anos residiu nesta Vila com sua prezada família.» // Morou de facto com a esposa e filhos em Melgaço, primeiro no Rio do Porto, e mais tarde em uma casa do Terreiro, Praça da República, propriedade da esposa, salvo erro. // Na década de cinquenta e sessenta, já reformado, frequentava muito o Café, onde jogava damas com o cunhado, Horácio dos Santos Lima, grande especialista da modalidade. // Morreu na vila de Melgaço a 20/4/1964, realizando-se o seu funeral a 21 de Abril para o cemitério municipal. // A sua viúva finou-se a 17/12/1968. // Com geração. // Apesar de não ser melgacense, teve a estima de todos, pois era um homem educado e respeitador. /// (*) Petronila Cândida Pereira nasceu em Chaviães a 27/6/1860; no assento de óbito de seu filho, tenente Manuel José Domingues Peres, ela surge como sendo natural da Vila de Melgaço e com o apelido «Lima»: Petronila Cândida de Lima!
Filho de José Manuel Álvares (*) e de Ana Maria Domingues, residentes no lugar de Parada, Chaviães. Neto paterno de Manuel António Álvares e de Teresa Pires, da Calçada, SMP; neto materno de António Manuel Domingues e de Andreza Maria Gomes, do dito lugar de Parada. Nasceu em Chaviães a 31/8/1836 e foi batizado pelo padre MJGB a 4 de Setembro desse ano. Padrinhos: José António de Castro, do lugar da Assadura, SMP, e Maria Rita Vaz, do lugar de Cavaleiros, Rouças. // Lavrador. // Casou na igreja da sua terra, a 28/5/1866, com Maria das Dores, de quinze anos de idade, filha do padre Luís António Gomes Vieira, morador que fora em Soengas, e de Maria Teresa Álvares, solteira, da freguesia de São Jorge de Vilar, Galiza, moradora no lugar da Igreja, Chaviães. Testemunhas presentes: frei Manuel de Maria Santíssima Codeço, morador no lugar de Fonte, e Manuel Joaquim Vaz, solteiro, lavrador, residente no lugar de Parada, ambos de Chaviães. // A sua jovem esposa faleceu a 1/10/1869, sem geração. // Voltou a contrair matrimónio, na mesma igreja, a 18/5/1870, com Maria Joaquina, de 27 anos de idade, solteira, filha de António Joaquim Alves Ramos e de Ana Luísa Gomes (exposta), moradora no lugar da Igreja, Chaviães. Testemunhas: João Manuel de Araújo Azevedo, casado, lavrador, e José António Alves, solteiro, lavrador, ambos da freguesia de Chaviães. // Morreu a 14/8/1910, na sua residência, sita no lugar da Igreja, com todos os sacramentos, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério local. /// (*) No assento de óbito de seu filho, ele aparece com o nome de António Joaquim Alves.
