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Registo de navios que levam guias de seus despachos dirigidos aos juízes das Alfândegas do Brasil, Ásia, África e Ilhas. Compreende: Portos para onde vão, data das guias, nome dos navios e nome dos mestres. Apresenta o seguinte termo de abertura: "Livro 2º que ha de servir para Registo da Sahida dos Navios que levão Guia dos seus Despachos dirigidas aos Juizes das Alfandegas do Brazil, Azia, e Africa, e Ilhas, tendo principio em Janeiro deste anno; e declaro que o Lº1º se consumio no fatal incendio do dia 10 de Junho do dito anno, extrahido das Petições, e Bilhetes de Vizitas que se salvarão; e para constar fiz esta declaração. Contadoria da Superintendencia Geral dos Contrabandos e Descaminhos dos Direitos Nacionaes em o 1º de Setembro de 1821.Mauricio Joze Teixeira de Moraes." Rotulado como livro segundo do registo da saída dos navios, tendo o primeiro livro sido destruido pelo incêndio de 1821.
Entrega de bens ao abrigo do Decreto n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, na freguesia de Resende, concelho de Resende, distrito de Viseu, nomeadamente a igreja paroquial com o seu adro e casa de fábrica, bem como todos os mobiliários, alfaias e mais objectos; a Capela da Senhora do Viso com todas as suas dependências; a Capela de Santa Rita sita no lugar de Tendões; a Capela de São Braz sita no lugar do mesmo nome; a Capela da Senhora das Preces, sita no lugar de Loureiro, de acordo com o auto de entrega arquivado no processo e lavrado a 30 de Março de 1950. Excluída da entrega ficou a Capela de Nossa Senhora da Livração por ter sido construída há cerca de 20 anos com donativos angariados por uma comissão constituída para o efeito e o terreno ter sido oferecido verbalmente a esta comissão por José Maria Teixeira Pinto de Vasconcelos.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, no escritório de João José Miguel Ferreira da Silva Amaral, procurador de Francisco Duarte Pereira de Macedo, soldado do Regimento de Infantaria n.º 16, e de sua mulher, Maria Miquelina de Araújo Costa Leal, moradores na cidade de Lisboa. Estes contraíram um empréstimo de 100.000 réis a Joaquim José Rodrigues Casaleiro, negociante, morador em Vila Franca de Xira, tendo hipotecado uma propriedade de casas com sobrados, lojas e quintal, situada na Rua do Alegrete, confrontando pelo Norte com a Travessa da Lourença. Foram testemunhas: José Faustino de Melo Baracho e José António Teixeira, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. Mariana Vitória Salgado, viúva de António Manuel Salgado, moradora na cidade de Lisboa, representada por Caetano Roquete, e Joaquim José de Sousa, lavrador, morador em Vila Franca de Xira, celebraram um contrato de sociedade em que o segundo outorgante acordou pagar anualmente 144.000 réis, seis alqueires de legumes sorteados, toda a despesa da fábrica e pagamento de pensões das terras para exploração de seis moios e quinze alqueires de terras na denominada "Morraceira de Alhandra", nas lezírias do termo de Alhandra. Foram testemunhas: Francisco José da Silva, caixeiro do sócio, e José António Teixeira, ambos moradores em Vila Franca de Xira.