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Arrolamento e venda em hasta pública de objectos de culto pertencentes à capela do Forte de São Julião da Barra e à capela do Palácio Real de Caxias, bem como a transferência de objectos para o Museu Nacional de Arte Antiga. Contém a lista dos objectos pertencentes à Capela do fote de São Julião da Barra que deviam recolher ao Museu Nacional de Arte Antiga assim como a listagem e avaliação dos objectos pertencentes à Capela do Palácio de Caxias.
Informações e propostas sobre: aquisição de materiais e firmas fornecedoras para a obra "Museu das Recordações das Comemorações Centenárias"; para a "Adaptação e modificação dos Pavilhões da Secção Histórica da Exposição do Mundo Português"; pavimentos da zona do Museu de Arte Popular. Nomeações de pessoal. Entrega à Alfândega de Lisboa da diversão "Serra da Estrela" que esteve patente na Exposição do Mundo Português. Programa do concurso de exploração do restaurante Espelho de Água.
Execução de dois esgrafitos no Pavilhão do Museu de Arte Popular, da autoria de Américo Leite Rosa. Motivos decorativos de seis esferas em cimento fundido para o jardim em frente do Restaurante Espelho de Água. Fundações para assentamento de seis esferas decorativas. Proposta de orçamento de pintura a óleo a imitar granito para quatro colunas na entrada do Museu de Arte Popular. Esboço, a carvão e lápis azul, de baixo relevo para o topo norte do Restaurante Espelho de Água.
Boletim Municipal do mês de Dezembro de 1988. Possui os seguintes artigos: - Bom Natal; Bom Ano Novo - Deliberações da Câmara - Obras da Câmara - Movimento da Biblioteca - Arqueologia – Pedrógão há 5000 anos: a primeira intervenção no povoado da Idade do Cobre da Sala n.º1 - Levantamento arqueológico do concelho - Cultura – Exposição de artesanato da Ucrânia; Museu: Ajude a construir o Museu!; Gastronomia da Moldávia na Vidigueira - Desporto – Plano de Desenvolvimento Desportivo – Actividades Contínuas: Animação desportiva; Ginástica desportiva; Ginástica de manutenção para senhoras
A mulher de Jorge Colaço refere que enviou para o Museu Camilo Castelo Branco o retrato de azulejos, porque o marido encontra-se em Tânger. Informa que considera muito o livro "Camilo Homenageado" e deseja enviar para o museu o seu livro "Auto dos faroleiros" e as "Cartas de Camilo Branco a Tomás Ribeiro". Carta manuscrita incompleta sem assinatura, de Estrada da Luz, 8 (Laranjeiras), Lisboa. A carta foi escrita por Branca de Gonta Colaço, referência indireta na carta.
Cartaz de divulgação do encontro organizado pelo Museu Municipal de Almada, a decorrer no auditório do Instituto Piaget, de 20 a 23 de fevereiro. Apoios: Costa Azul, Portugal; Instituto Piaget; Caixa Geral de Depósitos; Tocapiano Electrodomésticos; Companhia de Teatro de Almada; Escola Profissional de Música de Almada. Contém um desenho simples de uma estrutura arqueológica. Contém os contactos do secretariado do Museu; contém o logótipo da Câmara Municipal de Almada.
Reunião Ordinária Ata da Reunião Anterior Pagamentos Comissão Municipal de Turismo Câmara Municipal Requerimentos Diversos Alvarás de licença sanitária Correspondência Pavimentação de diversas ruas da cidade Museu Obras de aquisição e trabalhos urgentes a fazer para o museu Bairro das Almoinhas Posto Escolar de Andrinos: Fixação da renda de ocupação pela proprietária do espaço. Fornecimento de luz e agua a G.N.R. Orçamento 2º Suplementar - Retificação Classificação de receita não prevista Taxas - rendimentos de diversos serviços Presidência da câmara
Etapa #9 De acordo com o parecer da etapa anterior que vai de encontro ao que se faz habitualmente. As técnicas do Museu do Oriente darão apoio mtécnico à montagem da exposição cedida graciosamente pelo pelo Museu. A alimentação e alojamento dos técnicos é o minímo que temos de disponibilizar para o apoio qualificado necessário a uma exposição desta natureza e que é habitual disponibilizar em situações similares.
Etapa #15 Aguardar. Mantemos a necessidade desta requisição para divulgação e promoção do Arquivo de Imagem e do Museu da Imagem em Movimento, pondo à disposição do público imagens representativas do acervo fotográfico relacionado com o mundo do Cinema.. Seria importante ter este material disponível na Loja do Museu para a celebração do Dia Internacional dos Museus (18 de Maio). O DVD com as imagens será entregue em mão ao seu cuidado no SAAAGS. Salette (AAP)
Etapa #10 Na sequência da consulta prévia nº87b/2007 para o desenvolvimento conceptual e criativo de iconografia e sistema de cores para sinalética de interiores e sua aplicação às respectivas placas de identificação foram recebidas duas propostas: Blend e Gravoideias/F.Costa - Oficina de museu,Lda. Considerando que o critério de adjudicação é o da proposta de mais baixo preço, e que ambos respondem na íntegra ao solicitado, proponho que se adjudique ao segundo concorrente. Ana David T.S.A.C.,1ª Museu da Imagem em Movimento
Etapa #3 Pelo facto de pertencermos à RPM temos que nos reger pela Lei n.º 47/2004, 19/8 que aprovou a Lei Quadro dos Museus Portugueses.Tudo o que entra no Museu tem que ser alvo de um pré-inventário onde lhe é atribuído uma numeração cronológica. Só depois é que será feita uma inventariação mais pormenorizada por pessoal técnico em suporte informático específico. Este conjunto de precauções destina-se a proteger o Museu e seu acervo contra possíveis extravios de objectos. Salette (AAP)
Etapa #2 Atendendo à complexidade dos equipamentos e dos sistema informático que os controla; considerando a necessidade de manutenção dos mesmos equipamentos tendo em vista a manutenção dos níveis de temperatura e humidade das colecções do museu, torna-se importante e inadiável a contratação de uma empresa para realizar a manutenção dos referidos equipamento, uma vez que não existem técnicos com qualificação para tal, no mapa de pessoal do município. À consideração superior, Ana David|tec. Superior Museu da Imagem em Movimneto
Imagem com a legenda: Museu Regional de Sintra (bordo inf.). No verso: M.R.S. Portugal. Ânforas romanas para transporte de pasta de peixe, do Mucifal (sécs. I-II d.C.). Amphores romaines pour le transport de pâte de poissson, du Mucifal (I-II èmes siècles après J-C). Roman amphoras for transportation of fish-paste, from Mucifal (I-II centuries A.D.) (bordo superior); C.M.S. - Série Museus Municipais. Museu Regional de Sintra - N.º 11. Foto Granja - Tel. 9230331 - Sintra - Portugal - Foto: Carlos Granja (bordo inf.)
Imagem com a legenda: Museu Regional de Sintra (bordo inf.). No verso: M.R.S. Portugal. Balão de vidro romano da Necrópole de Casal de Pianos (séc. III d. C.). Ballon romaisn en verre de la Nécropole de Casal de Pianos (III ème siècle après J-C). Roman glass ballon from Casal de Pianos Necropolis (III century A.D.) (bordo superior); C.M.S. - Série Museus Municipais. Museu Regional de Sintra - N.º 10. Foto Granja - Tel. 9230331 - Sintra - Portugal - Foto: Carlos Granja (bordo inf.)
Imagem com a legenda: Museu Regional de Sintra (bordo inf.). No verso: M.R.S. Portugal. Mobilier funéraire romain de la sépulture n. 1 de la Nécropole de Casal Pianos (moitié du 1er siècle après J-C). Roman funerary, tomb n.1 of the Casal de Pianos Necropolis (middle of I century A.D.)(bordo superior); C.M.S. - Série Museus Municipais. Museu Regional de Sintra - N.º 12. Foto Granja - Tel. 9230331 - Sintra - Portugal - Foto: Carlos Granja (bordo inf.)
Imagem com a legenda: Museu Regional de Sintra (bordo inf.). No verso: M.R.S. Portugal. Machados votivos de pedra polida do Monte Sereno (Idade do Bronze). Haches votives en pierre polie du Monte Sereno (Âge du Bronze). Votive polished stone axes from Monte Sereno (Bronze Age) (bordo superior); C.M.S. - Série Museus Municipais. Museu Regional de Sintra - N.º 6. Foto Granja - Tel. 9230331 - Sintra - Portugal - Foto: Carlos Granja (bordo inf.)
Pasta que contém o inventário do extinto Convento de S. José. “Auto de posse por parte da Fazenda Nacional que tomou o substituto do administrador do concelho de Évora do edifício e mais pertenças do suprimido convento Novo de São José, desta cidade”. Neste auto de posse no edifício do convento estavam presentes: o substituto do administrador do concelho de Évora, António Joaquim Ramos, o escrivão da Fazenda, Domingos Júlio dos Santos, o oficial de diligências, Francisco de Sousa Freitas, e três testemunhas. A tomada de posse dizia respeito ao edifício e suas pertenças e bens móveis nele existentes, tanto alfaias como objectos próprios do culto e também o mobiliário de uso profano e o arquivo do Convento. Na mesma pasta segue-se um documento da recebedoria de Évora datado de 22 de Outubro de 1886, relativo a papel moeda e metal, num valor total de 490$800 reis encontrado no cofre do Convento. Está também uma carta do inspector da Fazenda do distrito de Évora datada de 22 de Outubro de 1886, dirigida ao administrador do concelho onde ele o informa que quem irá representar o arcebispo no acto da inventariação dos objectos destinados ao culto, é o padre José Joaquim Abrantes,prior da freguesia da Graça do Divor, que pode também assinar o termo de depósito. Há ainda a referência a “dois títulos no valor nominal de 29.200$000 e em metal 1.200$000 que tudo possuía o suprimido Convento”. Emitido pelo inspector da Fazenda, dirigido ao escrivão da Fazenda e datado de 3 de Dezembro de 1886. Existe um outro inventário, datado de 21 de Janeiro de 1887, dos objectos pertencentes ao convento e que são destinados à Academia Real das Belas Artes de Lisboa. Estes objectos foram escolhidos pelo conservador e secretário do Museu de Belas Artes, Manuel de Macedo Pereira Coutinho. Segue-se o auto de inventário dos objectos destinados ao culto divino, que foram para a paróquia da Graça do Divor, feito a 16 de Março de 1887 no extinto Convento. Há mais um inventário dos bens móveis pertencentes ao extinto Convento feito aos 23 de Abril de 1887. Estavam presentes o administrador do concelho, Martinho Pedro Pinto Bastos, José Maria Gutierres, depositário destes bens, Manuel Lopes da Silva e José António de Oliveira, ambos louvados nomeados para avaliarem estes bens e o escrivão da Fazenda, Domingos Júlio dos Santos, encarregado de fazer este inventário. Depois do juramento sobre os Santos Evangelhos, os louvados encarregaram-se de examinar todos os objectos para assim lhes ser dado o respectivo valor. Segue-se um ofício do inspector da Fazenda do distrito de Évora, datado de 14 de Junho de 1887, dirigido ao escrivão da Fazenda autorizando que este venda em hasta pública dos objectos de uso profano, que constam desta relação/inventário. Segue-se um ofício do administrador substituto do concelho a mandar publicitar em seis locais do costume, a relação dos bens a vender a partir de 3 de Julho de 1887. Feito em 26 de Junho de 1887. Segue-se o edital a afixar nos ditos locais. Datado de 27 de Junho de 1887, assinado pelo escrivão da Fazenda. Consta de seguida um Auto de Praça e Almoeda. Este auto decorre 3 de Julho de 1887 no extinto Convento e é o inicio da venda em hasta pública. De forma sucessiva constam os números dos objectos do inventário geral e quanto renderam na dita hasta pública. Neste dia ficou suspensa a venda porque haviam ainda muitos objectos para vender e era necessário contar o dinheiro. Venderam apenas até ao Nº 543. Renderam 52.885 reis. Continuaram no dia seguinte à mesma hora. A 5 de Julho de 1887 concluiu-se a venda e arrematação dos ditos objectos que renderam na totalidade 153$620 reis. Este montante fora entregue na recebedoria do Concelho de Évora. Segue-se a despesa com o leilão no convento de São José nos dias 3, 4 e 5 de Julho de 1887. Somaram estes gastos 1$740 reis. Está junto o registo deste depósito. Por fim há um Termo de exoneração de depósito. Com a venda dos objectos de uso comum, José Maria Gutierres fica livre do encargo de depositário dos objectos.
Estudou advocacia em Coimbra e arte em Paris. Os seus estudos sobre os Painéis de São Vicente de Fora, permitiram-lhe atribuir a autoria de grande parte deles a Nuno Gonçalves. Publicou o livro " O Pintor Nuno Gonçalves" com os estudos que efetuou e que lhe permitiram identificar e validar a autoria dos painéis de S. Vicente de Fora. Foi o primeiro diretor do Museu Nacional de Arte Antiga, junto ao qual existe hoje um largo com o seu nome (Largo José de Figueiredo). O museu criou o Instituto José de Figueiredo também em sua homenagem. Dedicou a sua vida à arte e à procura de objetos da arte Portuguesa espalhados pela Europa, principalmente em França e na Holanda. Adquiriu grande parte do espólio que hoje se encontra exposto no Museu de Arte Antiga em Lisboa. O seu irmão era proprietário da Casa de Farelães, no Minho, sendo este um dos mais antigos solares da Península Ibérica e ainda hoje na posse da família Figueiredo. Foi tio do ilustre Dr Manuel de Figueiredo, escritor e pensador que foi durante vários anos o diretor do Museu de Soares dos Reis no Porto. Neste mesmo museu funciona ainda hoje a sede do Ciclo Dr José de Figueiredo, que se dedica à promoção e restauro de obras de arte em Portugal. A Academia Nacional das Belas-Artes em homenagem ao seu primeiro diretor, atribui um prémio com o seu nome aos melhores livros publicados em Portugal sobre arte e património. Encontra-se colaboração da sua autoria na revista luso-brasileira Atlantida (1915-1920) e ainda na revista Lusitânia (1924-1927). Foi agraciado com os seguintes graus das Ordens Honoríficas Portuguesas: Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (14 de fevereiro de 1920), Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo (28 de julho de 1933), Grande-Oficial da Ordem da Instrução Pública (7 de setembro de 1935) e Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (14 de novembro de 1936). In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jose_de_Figueiredo
Declara que é o presidente da Câmara que vai presidir à sessão solene e que estão a fazer o pau para a bandeira da Madre de Deus. Descreve o funeral do Jordão. Informa que o Cardoso ofereceu um exemplar da sua separata " Mestre de Campo. Álvaro de Sousa e o Terço organizado em Guimarães em 1639" ao Arquivo e ao Museu Regional. Refere-se à demora dos correios na entrega das suas cartas a Alfredo Pimenta. Tece críticas ao Correia Marques por não ter publicado o que lhe pediu e por não ter acusado a receção da carta. Acusa a receção das provas que vai entregar ao Antonino. Comunica que para o número especial arranjou colaboração do Álvaro Dória, do Monsenhor Ferreira, de Braga, e do Joaquim Costa, do Porto. Disponibiliza-se, juntamente com o João Rocha, a equipar a casa da Madre de Deus. Reporta-se ao desaparecimento da bandeira do castelo de Guimarães. Afirma que o "Diário do Minho" foi o único que foi correto a propósito da conferência de Alfredo Pimenta. Comenta as notícias sobre a Segunda Guerra Mundial.
Etapa #8 Conforme informação nº 17 a necessidade deste seguro prende-se com a necessidade de garantir as peças da instalação do artista Daniel Barroca no contexto da exposição da EDP, em conformidade com o protocolo celebrado com o municio atravéz do museu da imagem em movimento. Atendendo a que o museu não possui monitores deste tipo e o seu aluguer era mais caro que a sua aquisição e tendo em consideração que a aquisição de cada monitor custa cerca de 700 Euros, foi solicitado o emprestimo de dois monitores à RTP cuja contrapartida seria pagar a apólice referente ao valor dado para realização de seguro, que neste caso são cerca de 167 Euros no total. à consideração superior. Mais se informa que a RTP deixou sair os monitores sem a referida apolice de seguro porque já trabalhou anteriormente com o museu, contudo, estamos em falta, pelo que a resolução deste assunto é urgente, conforme já tinhamos informado por altura da inauguração do museu. Ana David Museu da Imagem em Movimento.
Boletim Municipal do mês de Novembro de 1990. Possui os seguintes artigos: - Vidigueira vai ter escola profissional - Noticiário: - Obras de revalorização em espaços públicos; - Visita do Lions Clube de Sines à Vidigueira (geminação); - Arranjo da cobertura do Externato e da Casa do Conselheiro; - Conclusão da captação de água para reforço ao abastecimento domiciliário a Pedrógão e a Marmelar; - Arranjo de estradas; - Aumento do valor das bolsas de estudo; - Pavimentação dos arruamentos do cemitério de Vidigueira; - Adjudicação do Plano Director Intermunicipal; - Execução da fossa séptica de Selmes; - Venda de loteamentos para habitação própria na estrada de Vila de Frades; - “O Museu da Música Regional portuguesa”, exposição de instrumentos musicais; - Segunda edição da Feira do livro; - Exposição “Os Beatles e os anos 60”; - Sessões de cinema infantil na Biblioteca Municipal; - Peças oferecidas ao futuro Museu da Vidigueira vão estar brevemente em exposição; - Apelo à população para oferta de objectos para o futuro Museu.
Etapa #12 Foi estabelecido contato telefónico em 22 de novembro de 2012 com a Dra. Helena Freitas do Gabinete de Comunicação do Museu do Douro (254 310 198 – helena.freitas@museudodouro.pt) e explicado que o assunto tem estado submetido a uma disponibilidade de agenda do Senhor Vereador Dr. Gonçalo Lopes, e do Chefe da DIACMB, Dr. Pedro Ferreira, para a realização de uma visita ao Museu do Douro e uma reunião com o Senhor Diretor, o que até ao momento não tem sido possível. A Dra. Helena Freitas realçou novamente o interesse de uma parceria no âmbito cultural, referindo nomeadamente os descontos nas visitas ao Museu do Douro e o intercâmbio de exposições. Isabel Santos Brás Técnica Superior
Etapa #4 Sr. Vereador Atento à reclamação em epígrafe remetem-se as seguintes considerações: 1. O primeiro ponto refere-se à falta de sinalização rodoviária relativa ao Museu do Moinho do Papel; 2. O segundo ponto refere-se aos sacos utilizados para acondicionar os artigos de merchandising, que estavam todos com defeito, tendo sido fornecido um saco sem publicidade ou imagem do Município ou do Museu. Face ao exposto propõem-se as seguintes indicações: 1. Verificar o estado dos sacos do Município quando são fornecidos pelo aprovisionamento; 2. Reforçar a implementação do plano de sinalética rodoviária (DIEM), onde consta a sinalética para o Museu; 3. Resposta à reclamante, informando das indicações/procedimentos referidos nos pontos anteriores. À sua consideração. Pedro Ferreira C-Diacmt(r/s)
Proposta para construção de Casa da Cultura de Leiria, para instalar a Biblioteca Pública, Biblioteca Afonso Lopes Vieira, Arquivos Distrital, Biblioteca Infantil, Museu de Leiria e Instituto Cultural. Contém: - Correspondência trocada com várias entidades - Ordem de trabalhos da reunião com Ex.ª o Sr. Ministro da Educação Nacional; - Programa da visita de sua Ex.ª o Sr. Ministro da Educação Nacional - Relação de número de alunos matriculados no ano letivo 1971/72 - Estudo prévio (plantas) - Notas do programa previsto para construção da Casa de Cultura de Leiria (Biblioteca Pública, Biblioteca Afonso Lopes Vieira, Arquivos Distrital, Biblioteca Infantil e Museu de Leiria) - Notas da conversa com Inspetor Superior das Bibliotecas e Arquivos Dr. Luis Silveira; - Inventário do Museu Municipal
Documento
Membro da Guarda Real da Rainha D. Amélia, estribeiro-mor da Casa Real, comandante do Regimento de Lanceiros N.º 2, antigo Regimento de Cavalaria Lanceiros 2 D'El Rei, primeiro director do Museu Nacional dos Coches, serviu como coronel às ordens do rei D. Carlos I e foi coronel honorário do rei D. Manuel II. Participou na instrução militar dos Príncipes Reais, Luís Filipe e Manuel. Na revolução republicana de 5 de Outubro de 1910, distinguiu-se, junto com Paiva Couceiro, nos combates pelas hostes leais ao Rei com o seu regimento na defesa da monarquia. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Augusto_de_Albuquerque
Fiel da Fonseca Viterbo (Porto, Vitória, 25 de Abril de 1873 - Lisboa, 18 de Abril de 1954), foi um matemático, que optou por ser arquiteto, jardineiro e decorador.Terá projetado e decorado uma ampla residência em Coimbra, iniciada em 1923 e concluída em 1925, num num "estilo eclético com acentuadas sugestões do barroco joanino português", para o médico cirurgião Fernando Bissaya Barreto (1886-1974), aquela que é hoje a sede da Casa Museu Bissaya Barreto. Mourou na quinta da fonte, Olivais , Lisboa In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fiel_da_Fonseca_Viterbo
Amadeu Ferraz de Carvalho, figura de relevo da cultura de Tondela, nasceu em 1876 e faleceu em 1951. Formou-se em Direito, pela Universidade de Coimbra, foi professor, membro do Conselho de Arte e Arqueologia de Coimbra, membro do Senado Universitário, delegado no Concelho de Tondela da Secção de Antiguidades da extinta Junta Nacional de Educação. Exerceu, igualmente relevantes funções políticas, nomeadamente administrador do concelho de Benavente e vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra. Foi, ainda, notário na Comarca de Tondela. In: http://obeirao.pt/online/2018/02/08/busto-de-amadeu-ferraz-de-carvalho-doado-ao-museu-terras-de-besteiros/
Fontenla Juan Dominguez nasceu na Guarda a 8 de Outubro de 1869 e faleceu em Santiago a 11 de Março de 1942 , foi um padre, historiador e arqueólogo. galego. Doutor em Teologia, foi professor no Seminário de Tui , capelão das Carmelitas de A Guarda, pároco de O Rosal, São Francisco de Vigo e A Guarda, e cónego nas catedrais de Burgos, Ourense e Tui. Foi professor da Pontifícia Universidade, da Sociedade Arqueológica de Santander e curador do Museu Provincial de Ourense. In: https://gl.m.wikipedia.org/wiki/Juan_Domínguez_Fontenla
Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério do Reino, de 5 de fevereiro de 1907, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 8 de fevereiro.
Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério do Reino, de 26 de novembro de 1906, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 5 de dezembro, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 28 de fevereiro de 1899, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 6 de março, escrito sobre o ofício.