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Outorgantes: Francisco José Brito Junior; Rosa Maria Brito; Francisco José Brito. Notário: José António Arantes.
Outorgantes: Francisco José Brito Junior; Rosa Maria Brito; Francisco José Brito. Notário: José António Arantes.
Inclui as atas das sessões ordinárias e extraordinárias e as deliberações votadas e aprovadas pela Mesa Administrativa. As atas incidem sobre os mais diversos assuntos tratados nas sessões, sendo os mais recorrentes os que se enumeram: discussão e respostas a requerimentos e propostas apresentadas; conferência dos cofres do Santíssimo e da Caridade; apresentação da receita e da despesa pelo tesoureiro que serve a Mesa; leitura dos ofícios dos secretários da Mesa da Assembleia Geral remetendo os relatórios das mesas transatas e os pareceres das comissões revisoras; discussão e aprovação dos orçamentos do Cofre da Caridade para o ano económico vindouro; questões relativas à nomeação dos empregados da irmandade, à administração das capelas, legados pios, foros e outros bens da congregação; às festividades obrigatórias; à assistência e beneficência aos irmãos e viúvas de irmãos pobres e paroquianos pobres. Salientamos, a título ilustrativo, os assuntos abordados nas atas de 18 de novembro de 1842, de 12 de janeiro de 1843, e de 9 de fevereiro de 1843: as duas primeiras versam sobre a questão de constituir uma comissão para averiguar sobre a situação do Pinhal denominado “do Teófilo”, o qual fora instituído por Manuel Borges de Brito e era administrado pela irmandade, havendo João Coelho de Abreu apresentado à Mesa a intenção de o sub-rogar, a fim de a dita comissão dar o seu parecer sobre a sub-rogação pretendida ou a conservação da administração pela irmandade. A ata de 9 de fevereiro de 1843 versa sobre questões relacionadas com as eleições para a constituição da Mesa.
Livro constituído pelos seguintes arrolamentos de bens: - «LIVRO DO INVENTARIO DA PRATA, PARAMENTOS, & MAIS FABRICA DA NOVA IGREJA, E SACRISTIA DESTA VENERAVEL IRMANDADE DE N. S.RA DA ASSUMPÇÃO, S. PEDRO, E S. FILIPPE NERI, DIVIDIDO EM TITULOS, PARA DAR LUGAR AO AUGmento do dito inventario, NUMERADO, E RUBRICADO PELO M. R. S.R MANOEL DE BRITO SALGAdo Prior reservatario das igrejas de Palmàs, & San-Tiago, & Presidente desta Irmandade. ANNO de 1749. Na officina da Curiosidade.» (1749-00-00; fólios 2 a 19; índice actualizado no fólio 3); - «(…) Inventario dos paramentos, prata, e mais fabrica desta Igreja, e Sacristia; feito em o primeiro de Outubro de 1762» (1762-10-01; fólios 20 a 51v; índice actualizado no fólio 20); - «Inventario de todos os bens existentes na Capela de N. Snr.a da Lapa feito este anno de 1782 P. Lucas Coelho Pereira» (1782-00-00; fólios 52 a 53v); - «Inventario de todos os bens, e trastes, que existem, e se comprarão para este Hospital dos Clerigos pobres em 20 de Outubro de 1780» ([posterior a 1780-10-20]; fólio 54v). Esta fonte contém termos de abertura (fólio 1) e encerramento (fólio 55v).
As cartas são de apoio moral ao sacerdote e foram enviadas por Rita Guedes Pereira de Castro Alcoforado (s. d.), M. S. de A. (s. d.), D. António Mendes Belo (20-10-1910, s. d.), Ricardina Adelaide da Silva Buiça (s. d.), cónego José Bernardo M. Calado (s. d.), Alípio Ferreira de Carvalho (s. d.), José Joaquim Vieira de Castro (17-10-1910), José Ferreira da Cunha (06-11-1910), Julia Maria de Brito e Cunha (s. d.), M. H. Donohoe (s. d.), A. Salvador Ferreira (25-11-1910), Vicente Frutuoso da Fonseca (04-11-1910, 13-10-1910), Domingos Gonçalves (07-11-1910), Afonso (15-11-1910), Pe. José Vicente Lérias (09-11-1910), Virgílio Lima (s. d.), Roberto Moniz (12-11-1910), Cón. António Paulo Marques (s. d.), Abade João Mateus (21-11-1910), Pe. Bento Queirós (22-11-1910), Artur Mendonça da Rocha (s. d.), Maria Gonçalves do Seixo (19-10-1910), R. Xavier da Silva (s. d.), Violante Rosa da Silva (12-11-1910), Pe. António I. da Silveira (s. d.), Pe. José Gonçalves da Silveira (18-11-1910), Bartolomeu Pinto Soares (06-11-1910), Margarida Rita de Sousa (s. d.), Isabel Maria Godinho Tavares (s. d.), António Maria Malva do Vale (24-09-1919), Francisco Torres Violante (12-12-1910), José (12-11-1910).
Contém diversos apontamentos de Manuela Silva sobre temas como: modernidade; ética; filosofia; teologia; democracia; ecologia; globalização e história; direitos humanos; mulheres; alternativa pós-capitalista; economia solidária e social; pobreza e estado social; pobreza evangélica e fé; Igreja no mundo; novo contrato social; e Europa social. Contém ainda diferentes artigos dos seguintes autores: Boaventura Sousa Santos, Teresa Levy, Joaquim Cerqueira Gonçalves, Paul Ricoeur, André Compte-Sponville, a Conferência Episcopal do Chile, Albertine Tshibilondi Ngoyi, Wim Dierckxsens, José Maria Brandão de Brito, Alain Touraine, Luís Jesús Pastor Antolín, Michael Campbell-Johnston, Eduardo Rojo Torrecilla, Geneviève Azan; Jean-Pierre Dardaud, Gèrard Fontenau; Isabel Vidal Jaquces Prades; Robert Sugden, Alain Durand, Anthony Barnes Atkinson, Michael Lipton, e Jacques Delors. Entre outos, saliente-se que neste número encontra-se um exemplar da entrevista de Alain Touraine à resvita Pública, (9 de dezembro de 1999); um exemplar do Nº 10 da revista Convergence, «Globalization and Human Rights» (abril de 1999); uma cópia da entrevista de Maria de Lourdes Pintasilgo ao jornal Público, «É preciso um novo contrato social», (26 de janeiro de 1999); um exemplar do texto de Manuela Silva «A economia social. Uma ponte para nova cultura empresarial?», (abril de 2000); um exemplar do texto de Anthony Barnes Atkinson «A European Social Agenda: Poverty Benchmarking and Social Transfers», (julho de 2000); e um exemplar do texto de Alfredo Bruto da Costa «Globalização e Exclusão Social», (20 de novembro de 2001).
Aforamento que fazem os frades do convento de São Francisco de Évora a Heitor Velho, escudeiro, fidalgo, morador em Évora, recebedor dos direitos das calçadas e cadeias que o rei mandou fazer na cidade, e a sua mulher, Leonor de Brito, da sexta parte de uma herdade de um arado de bois, situada na Amoreira, termo de Montemor-o-Novo, por quatrocentos reais brancos, pagos em Santa Maria de Agosto. O aforamento surge na sequência dos seguintes acontecimentos: à cerca de um mês atrás Heitor Velho comprara, por ordem régia, umas casas junto à picota da cidade, a João Carvalho, trapeiro, para as ditas cadeias. Mas as casas eram foreiras ao convento de São Francisco em quatrocentos reais de foro. Por isso o rei mandara avaliar o foro para ser pago ao mosteiro, o qual fora avaliado em oito mil reais. Esse valor ficou em poder de Heitor Velho para o dar ao convento ou com ele comprar outra propriedade de onde se pagasse o foro ao mosteiro. Mas os frades não quiseram receber o valor do foro porque eram obrigados a cantar por ele em cada ano uma capela de Rui Falcão. Assim, com ordem régia, Heitor Velho comprou o quinhão de herdade citado acima para o mosteiro e dele se torna foreiro. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro do rei e tabelião em Évora Localização específica da redacção: No convento de São Francisco
Perante Afonso Pires, bacharel em cânones, vigário geral pelo deão e cabido da Sé vacante de Évora, compareceu Fernão Lourenço, prior da igreja de São Pedro de Évora e Pedro Leal, pedreiro, morador na cidade. O prior refere que a igreja possuía uma folha de herdade, localizada no termo da cidade, abaixo dos pinheiros, no caminho de Monte do Trigo. A herdade foi emprazada, em três pessoas, a Fernão Afonso, genro de Gomes Calvo, a qual por sua morte sucedeu a sua filha, Constança Fernandes, mulher de Diogo Gil Salvado, e seguiu-se Rui de Brito, sucessor de Constança Fernandes. Alegando-se que a dita herdade não se encontrava bem demarcada em certos lugares, o prior solicita ao vigário que mande um escrivão ou notário para demarcar a herdade, acompanhado de alguns lavradores antigos. O vigário ordenou que fosse fazer a demarcação Nuno Lourenço, notário público. Redactor: Nuno Lourenço, clérigo do bispado de Évora, público notário Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Livro onde se lançaram os termos e as atas das sessões da Mesa Administrativa da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau. Inclui transcrições das atas de 18 de novembro de 1842, de 12 de janeiro de 1843, e de 9 de fevereiro de 1843, sendo que a de 1842 foi colada no interior da capa. O citado documento e o de janeiro de 1843 versam sobre a questão de constituir uma comissão para averiguar sobre a situação do Pinhal denominado "do Teófilo", o qual fora instituído por Manuel Borges de Brito e era administrado pela irmandade, havendo João Coelho de Abreu apresentado à Mesa a intenção de o sub-rogar, a fim de a dita comissão dar o seu parecer sobre a sub-rogação pretendida ou a conservação da administração pela irmandade. A ata de 9 de fevereiro de 1843 versa sobre questões relacionadas com as eleições para a constituição da Mesa. A primeira ata escrita no livro é a referente à sessão de 19 de fevereiro de 1843. O livro tem termo de abertura e de encerramento datados de 20 de agosto de 1857.
Contém duas escrituras de aforamento da Quinta de Corroios, das vinhas que D. Pedro de Sousa Noronha e sua mulher, D. Juliana de Noronha, tinham em Santa Marta (1621, 1705); saldo de contas das despesas da Quinta de Corroios, pertencente ao vínculo instituído por Manuel Borges de Brito a fim de ser assinada e se passar quitação à irmandade (1825); sentença pela qual a irmandade pagou à viúva, D. Mariana Cândida de Melo Sousa e Menezes, as despesas e benfeitorias feitas após a morte do seu marido (1825); considerações da Comissão nomeada pela Mesa Definitória da irmandade para avaliar o estado do pinhal denominado - do Teófilo, no concelho do Seixal, para a Mesa poder deliberar sobre a questão da sub-rogação proposta por João Coelho Silva (1843); licença concedida pela irmandade para a celebração de uma missa numa das salas da casa da Quinta de Corroios, para a inauguração da imagem de São Nicolau sobre o portão (1860); petição de Manuel Francisco da Silva, rendeiro da Quinta de São Nicolau, para que a irmandade mande instalar uma nora no poço que existe na horta da mesma quinta (1862).
Inclui desenhos de diferentes perspetivas e pormenores da Igreja de São Nicolau e de um retábulo de igreja não identificado. Alguns destes documentos estão assinados pelo Marquês de Pombal; prospeto de melhoramento no alçado lateral junto da sua igreja com frente para a rua dos Douradores; cópia da inscrição latina, e sua tradução, esculpida na pedra principal lançada no alicerce da construção da nova Igreja de São Nicolau, iniciada em 1 de Setembro de 1776, a qual foi benzida pelo Arcebispo de Lacedemónia, Dom António Bonifácio Coelho; notas, ofícios e circulares, relações de peditórios, doações, prospeto e minutas com as condições do empréstimo e empréstimos relativos às obras de edificação da Igreja de São Nicolau. Integra também documentação diversa referente à gestão das propriedades rústicas e urbanas pertencentes à irmandade, da qual destacamos: livro do "Tombo da demarcação e medição da Quinta de Corroios de Teófilo Borges de Brito, e das mais propriedades, e pinhais pertencentes a ela"; conta corrente, declaração de receita para efeitos de pagamento da décima, apontamentos sobre arrendamentos e outros documentos relativos às casas e horta designada de “Feiticeira”, em Arroios; contratos de arrendamento da marinha de sal de Setúbal, denominada “o Gaifão”; doação e requerimento pedindo indemnização do rendimento dos covais e para que a irmandade tomasse posse das lojas que estão por baixo da Igreja de São Nicolau; conhecimentos dos depósitos das rendas dos inquilinos de prédios pertencentes à irmandade.
Contém ofício da Repartição Central da Direção-Geral das Contribuições Diretas do Ministério da Fazenda, de 5 de maio de 1899, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 30 de novembro de 1899, referentes ao requerimento de José Pacini, empresário do Real Teatro de São Carlos, em que pede se declare que são isentos do imposto do selo tanto os recibos dos assinantes como os bilhetes dos espetáculos, anúncios e outros atos necessários ao exercício daquela indústria. Tem junto ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral de Instrução Pública, de 24 de dezembro de 1895, e minuta do parecer, de 27 de dezembro de 1899, referentes ao requerimento de Diogo Maria de Freitas Brito, empresário do Teatro, em que pede esclarecimento acerca das disposições legais relacionadas com o imposto de selo dos bilhetes. Tem ainda outro ofício da Secção Central da Direção-Geral dos Próprios Nacionais do Ministério da fazenda, de 21 de janeiro de 1891, e minuta do parecer, de 8 de fevereiro, referentes à reclamação da empresa do Real Teatro de São Carlos contra a imposição do selo dos bilhetes de entrada.
Traslado em pública forma do testamento de Rui Fernandes Zuzarte, fidalgo da casa real, e de sua mulher, D. Violante de Carvalhais. O traslado é solicitado por Pedro Zuzarte, fidalgo da casa real, a Diogo Fernandes, escudeiro da casa real e juiz pelo rei em Évora. O testador institui capela na igreja do convento de São Domingos de Évora e também deixa um casal a uma irmã que é freira no convento de Santa Clara de Évora e que por morte do último passa para o convento. De facto, são trasladadas três cédulas de testamento, e respectivos instrumentos de aprovação, apresentadas no acto por Pedro Zuzarte. A primeira data de 20 de Julho de 1480 e foi feita em Évora, na casa de Fernão de Brito, colaço (?) do rei, por João de Beja, tabelião em Évora. A segunda data de 01 de Junho de 1504, também foi feita em Évora, na casa de morada do testador, por João Figueira, escudeiro da rainha D. Leonor e tabelião en Évora. A terceira data de 15 de Setembro de 1507 e foi igualmente redigida em Évora na casa do testador, por João Figueira, escudeiro e tabelião em Évora. Redactor: João Figueira, escudeiro da rainha D. Leonor e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas que foram de Rui Fernandes [Zuzarte], já falecido
O registado: Maria de Matos e Silva Nº registo: 192 Naturalidade (freguesia e concelho): Brito São João Baptista, Guimarães Data de nascimento: 1916/02/01 Pai: Vitorino Gonçalves Profissão: Lavrador Naturalidade (freguesia e concelho): Brito São João Baptista, Guimarães Mãe: Rosa de Matos e Silva Profissão: Domestica Naturalidade (freguesia e concelho): Brito São João Baptista, Guimarães Averbamentos: Registo de casamento nº 82 de 1940 com José Pereira; dissolução do casamento averbamento nº 1 por óbito o cônjuge marido em 1984 e assento de óbito nº 550 - faleceu em 1990.
Fábrica de estamparia, em Chelas, Lisboa.
Documentos pessoais e respeitantes à carreira profissional.
O nome referido no título corresponde ao nome que consta no livro de registo manual do fotógrafo.
O nome referido no título corresponde ao nome que consta no livro de registo manual do fotógrafo.
O inventariado foi residente em Vila Seca. Inventariante: Maria Josefa Vale
O inventariado foi residente em Barcelos. Inventariante: Joao Antonio Gomes Vieira
O inventariado foi residente em Barcelinhos. Inventariante: Manuel Gomes Reis
O inventariado foi residente em Milhazes. Inventariante: Maria Francisca Assuncao
O inventariado foi residente em Faria. Inventariante: Carlota Joaquina
Entidade responsável: Diniz de Mendonça Lda
Entidade responsável: Companhia de Seguros A Fidelidade
Entidade responsável: Companhia de Seguros A Fidelidade
Filiação: Sebastiao Rodrigues e Isabel Pires. Natural e/ou residente em FACHA,Sao Miguel, actual concelho de PONTE LIMA e distrito (ou país) Viana do Castelo.
Solteira. Moradora na Rua do Alcaide. Freguesia: Cividade, Santiago. Concelho: Braga.
Reverendo, abade de Creixomil. Morador nas Carvalheiras de São Sebastião. Freguesia: Sé, Santa Maria. Concelho: Braga.
Freguesia: Alentem, São Mamede.
Freguesia: Gandra, São Martinho (Ponte Lima).
Freguesia: Gandra, São Martinho (Ponte Lima).
Filiação: Alexandre Silva e Maria Vieira. Natural e/ou residente em CALVOS,Sao Gens, actual concelho de POVOA LANHOSO e distrito (ou país) Braga.
Entidade responsável: Companhia de Seguros A Fidelidade
Filiação: Antonio Gomes Abreu e Maria Teixeira. Natural e/ou residente em Porto-SAO NICOLAU e ARCOS VALDEVEZ-SAO SALVADOR, actual concelho de Porto e ARCOS VALDEVEZ e distrito (ou país) Porto e Viana do Castelo.
Natural da freguesia de BRAGA-SE, Santa Maria, concelho de BRAGA
Casado, 32 anos de idade. Natural de PACO,Nossa Senhora Socorro-ARCOS VALDEVEZ. Destino Rio Janeiro. Exposto. Regressa
Casado, 32 anos de idade. Natural de AGUIA,Sao Tome-ARCOS VALDEVEZ. Destino Rio Janeiro. Pedreiro. Exposto. Leva sua mulher Cecilia de 36 anos e seu filho Antonio de 9 anos. Regressa
Solteiro, 22 anos de idade. Filiação: Francisco Jose Faria. Natural de DORNELAS,Sao Salvador-AMARES. Destino Rio Janeiro. Lavrador