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ALVES, Manuel António. Filho de António Álvares e de Úrsula de Abreu, todos do lugar de Paçô. N.p. de António Álvares e de Ana Pereira, de Cavaleiros; n.m. de Manuel de Abreu e de Joana Fernandes, de Paçô. // Casou na igreja de Rouças a 11/9/1807 com a sua parente no 4.º grau, Teresa Caetana, filha de João Álvares e de Ana Maria Gomes; neta paterna de António Álvares e de Maria Rodrigues, do lugar da Travessa; n.m. de Jorge Gomes e de Benta Vidal, de Cavaleiros, todos roucenses. Testemunhas: Caetano José Domingues, do lugar de Crasto, Frutuoso José de Castro, do lugar da Igreja, e João Álvares, do lugar da Travessa.
ALVES, Domingos José. Filho de António Álvares e de Maria Esteves. Neto paterno de Manuel Álvares e de Rosa Gonçalves; neto materno de António Esteves e de Antónia Meleiro, todos do lugar de Cavaleiro Alvo. Nasceu em São Paio em Agosto de 1820 e foi batizado a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Meixeiro, de Sante, e Maria -----------, do lugar de Lobiô, Rouças. // Lavrador. // Casou com Joaquina Rosa, filha de António Lopes e de Maria Domingues, de Cavaleiro Alvo. // Morreu no lugar de Cavaleiro Alvo a 10/2/1893, com todos os sacramentos, no estado de casado, sem testamento, com geração, e foi sepultado na igreja paroquial.
ALVES, Maria Teresa. Filha de António [José] Álvares e de Maria Luísa Lourenço, lavradores, moradores no lugar da Costa. N.p. de Manuel Álvares e de Maria Afonso, do dito lugar; n.m. de António Lourenço e de Maria Vaz, da Carpinteira. Nasceu em São Paio a 22/4/1804 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Joaquim Pinheiro e sua irmã Antónia, solteiros, da Raza. // Faleceu no lugar da Costa a 10/12/1862, com todos os sacramentos, solteira, e foi sepultada na igreja no dia 11. // Fizera testamento. // Deixou um filho.
ALVES, Maria Rosa. Filha de Manuel Álvares e de [Maria] Manuela de Sousa, moradores no lugar dos Lourenços. N.p. de Manuel Álvares e de Isabel Gomes, do dito lugar; n.m. de Maria Álvares, de Sante. Nasceu em São Paio a 16/8/1820 e foi batizada a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Gomes, solteiro, e sua mãe, Maria Rosa, viúva, do Regueiro. // Lavradeira. // Faleceu no lugar dos Lourenços a 6/5/1892, com todos os sacramentos, no estado de casada com Manuel Joaquim Meleiro, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja paroquial.
ALVES, Manuel José (Nené). Filho de João António Alves, de Paderne, e de Maria Teresa Lourenço, da Vila, onde moravam. N.p. de Manuel Luís Alves e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. Nasceu a --/--/1874. // Devido a deficiências mentais, é possível que não tenha feito a instrução primária. // Esteve sempre com a mãe e irmãos: – ao José Maria ajudava, como podia, na sua oficina de serralheiro. // Era conhecido por “Nené” e todos o tratavam como a uma criança crescida. // Algumas vezes foi, a pé, ao Santuário do Sameiro, e voltava, também a pé, como se fosse a coisa mais natural do mundo. De Melgaço a Braga, distam cerca de cem quilómetros. Não é brincadeira. // Não pronunciava correctamente as palavras e, por causa disso, arranjou uma alcunha à família feminina: as balacas (*). Talvez derivada de “balaica”, ou “balalaica”. (**) // A família possuía uns terrenos cultiváveis, mas por vezes o tempo não corria de feição, por isso ele rogava com fervor à divindade: «Ó meu Jesus, dá água pró meu Corçães, prà minha horta, prà minha Buraca!» E logo a seguir pedia sol, como no ditado: «sol na eira e chuva no nabal.» // O “Notícias de Melgaço” n.º 26, de 30/9/1923, fala dele: «GOSTO QUE DÁ DESGOSTO – No dia 23 do corrente mês, quando vinha de Penso em direcção a esta Vila, Manuel Alves, mais conhecido por “Nené”, ao chegar próximo do Hotel Ranhada, achou, no meio da estrada, um maço de notas do Banco (moeda corrente) que, surpreendido, guardou, mas mais surpreendido ficou quando duas praças da Guarda Fiscal, em serviço no posto de São Marcos, que lhe viram apanhar fosse o quer que fosse, lho fizeram entregar, dando estes 20$00 ao dito “Nené”, dizendo-lhe que mais lhe dariam se não aparecesse o dono.» // Quanto a mim, trata-se de uma partida. Sempre existiu, nos humanos, uma tendência para brincar com os idiotas. De qualquer modo, ganhou vinte mil réis, que naquele tempo era dinheiro. // Faleceu solteiro, sem geração, a 23/12/1924, com cinquenta anos de idade. /// (*) Existiu uma tribo cujos membros eram conhecidos por valáquios; hoje encontram-se dissolvidos no povo romeno. Haverá alguma relação? /// (*) «Espécie de bandolim de três cordas e de forma triangular, usado pelos camponeses russos e apenas para acompanhar a voz.»
ALVES, Manuel Caetano. // Era viúvo de Ana Rosa da Silva desde 19/4/1809, morava intramuros, SMP, quando casou, na igreja de SMP, a 26/2/1813, com Clara Joaquina, filha de Luís Esteves e de Luísa Domingues, do Couto de Fiães, a contraente moradora na Vila de Melgaço. Testemunhas: padre FXTS, Manuel José Quintela, do lugar dos Moinhos, João Fernandes, solteiro, da Vila, e o padre Pedro Domingues, tio da noiva. // Morou na Rua da Misericórdia, SMP. // Faleceu a 30/9/1818. // Fizera testamento. // A sua viúva finou-se a 8/10/1821.
ALVES, José Maria (Zinona). Filho de João António Alves, de Paderne, e de Maria Teresa Lourenço, da Vila, onde moravam. N.p. de Manuel Luís Alves e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. Nasceu no Campo da Feira, SMP, a 17/8/1871, e foi batizado a 23 desse mês e ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu, solteiro, comerciante, e tocou com a coroa de Nossa Senhora, Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja. /…/ // Ficou órfão de pai aos seis anos. // Depois da 4.ª classe aprendeu a profissão de serralheiro, que exerceu toda a vida, com oficina própria. Consta que era um verdadeiro mestre (*). // A 18/3/1900, na igreja de Paços, foi padrinho de Bebília Lourenço, nascida nessa freguesia a 10 daquele mês e ano; a madrinha era a mãe do padrinho, Maria Teresa Lourenço. // Ainda no estado de solteiro gerou filhos em duas mulheres: uma da Vila (Lucrécia da Costa Velho) e outra de Prado (Elvira Augusta Ribeiro). // Casou a 12/4/1910 com a sua parente no 3.º grau de consanguinidade, Belmira dos Prazeres, nascida na Rua Direita, Vila, a 26/3/1872, filha de José Joaquim Pires, de São Paio, e de Florinda Vitória Lourenço, da Vila, taberneiros. Testemunhas: Aurélio Araújo Azevedo e António Luís Fernandes, negociantes. Moraram na Rua Direita, SMP. // O “Jornal de Melgaço” 1237, de 1919, diz que ele está preocupado com o marco fontanário existente no Largo das Cadeias; em sessão da CMM de 6/3/1919 tomou-se isso em consideração, prometendo tomar providências. // Em 1925 morreu a sua mãe, tendo ele herdado alguns bens. Uma das casas da família, designada “Casa Velha”, sita nos Fojos, Vila, foi por ele vendida a Emiliano Igrejas, na altura cobrador de impostos e motorista de táxi, além de outras coisas. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 159, de 31/7/1932: «Com vista à Ex.ª Câmara. Tem-se-nos queixado o senhor José Maria Alves, industrial desta vila, do tratamento de desfavor que lhe tem sido feito por parte da Comissão Administrativa, a quem tem pedido para vedar o terreno nas traseiras do seu prédio, e consentir-se que o terreno do proprietário contíguo esteja vedado e onde permanecem animais domésticos. Diz-nos, se o terreno em questão é uma rua pública e por isso ele não o pode vedar, também o vizinho não o pode fazer. Se não é…justiça de funil, sendo todos iguais contribuintes municipais.» // Morreu a 3/11/1941. // A sua viúva finou-se a 22/5/1956.
ALVES, Josefa Maria. Filha de Jorge Gabriel Álvares e de Maria Martins, moradores na Pontepedrinha. N.p. de João Álvares e de Maria Martins, de S. Jorge de Vilar, Crecente, Tui; n.m. de Pedro Martins e de Josefa Ribeira, de Santa Cristina de Labradores, termo de Vigo. Nasceu a 8/3/1777 e foi batizada na igreja matriz de SMP a 11 desse mês e ano. Padrinhos: José Luís Cunha, solteiro, filho de Manuel da Cunha, da Vila. Testemunhas: Manuel da Cunha e seu filho, Inácio António da Cunha, e Manuel José Gomes, da Vila.
ALVES, Albina da Conceição. Filha de Teresa Joaquina Alves, solteira (*), moradora intramuros, SMP, e de pai desconhecido. Neta materna de Francisco António Alves e de Joana Antónia Sarmento, moradores no Bairro do Carvalho. Nasceu na Vila a 7/12/1852 e foi batizada pelo padre João Evangelista de Sá a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Domingos Lopes, solteiro, e Carlota Joaquina (neta da Cecília), todos de SMP. // A vida de Albina da Conceição (mãe de Belchior Herculano da Rocha, meu avô) dava um grande romance. Não sei se frequentou a escola primária, mas é provável que não. Deve ter aprendido alguma coisa de costura, pois nalguns documentos aparece como costureira. O mais certo é ter sido criada de servir, pois é nessa condição que ela vai trabalhar na casa de Gaspar de Brito e Rocha (1837-1882), natural dos Arcos de Valdevez, solteiro, responsável pela delegação da alfândega na Vila de Melgaço. Do seu patrão teve três filhos: Baltazar José da Rocha (1876-1909); Belchior Herculano da Rocha (1877-1949); e Gaspar Alves da Rocha (1882-1890). // Baltazar e Belchior foram expostos: o primeiro no Linhar, Chaviães, à porta de Albina Clara de Castro, mas a 20/7/1879, sabendo-se quem era a mãe, foi-lhe entregue; o segundo em Santo Amaro, Prado, à porta de Mariana Gonçalves, casada, mas a 1/10/1879, por terem descoberto a mãe, foi-lhe entregue «por intimação». O Gaspar não foi exposto porque quando nasceu já o pai tinha morrido. // Depois da morte do patrão/amante arranjou um namorado, de quem teve um filho, de nome Francisco (nasceu em 1884), que deve ter morrido ainda bebé. // A 4/6/1888, na igreja de SMP, casa com Manuel Francisco Barbeitos, sapateiro, de Barbeita, Monção, a residir em Melgaço, ela já com 36 anos de idade e ele apenas com 21 anos. Os pais dele tiveram que lhe dar consentimento. Deste casamento nasceram dois filhos: Vitorino de Jesus Maria (1888-1963) e João Manuel (1894-1963). // A Albina da Conceição morreu a 19/7/1905, na sua casa da Rua Direita, SMP, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultada no cemitério municipal. // O seu viúvo voltou a casar, desta vez com Almerinda Augusta Esteves, natural de Paderne, e teve mais filhos da segunda esposa, entre eles Preciosa de Jesus e Rosendo. /// (*) Casou a 2/5/1861 com Francisco Maria de Melo.
Cópia de formulário de inscrição de Paulo Roberto Alves, Chefe da Secção Técnica de Ensino da Escola de Educação Física do Exército, membro do Comité Técnico Permanente de Futebol do C.I.S.M e secretário da Associação Brasileira de Treinadores de Futebol, para frequência do curso de Dirigente Desportivo, realizado no Rio de Janeiro entre 3 e 8 de abril de 1989. Este curso foi promovido pelo Movimento Solidariedade Olímpica, tendo sido coordenado por André Richier (Brasil) e ministrado por David Sequerra (Portugal) e António Aguillar (México).
(Luanda) Informa que envia uma ordem de pagamento a favor do Secretariado em nome de Monsenhor Amadeu Ruas no valor de 1.223$00. Contabiliza o total de valores enviados pela diocese até à data (23.512$00) e pede para lhe serem enviadas as notas de entrega das importâncias remetidas por cheque em 2 de junho e 7 de julho. Confirma que a subscrição continua aberta e que receberam impressos de propaganda por duas vezes.