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Petição para a concessão de pensão nos termos do artigo 154.º da Lei de 20 de Abril de 1911, em que são requerentes os sacristãos das freguesias de Aljezur: José Rafael da Costa; Bordeira: António Filipe Martins; Odeceixe: José João (faleceu). Concelho de Aljezur.
Petição para a concessão de pensão nos termos do artigo 154.º da Lei de 20 de Abril de 1911, em que são requerentes os sacristãos das freguesias de Estombar: João Batista Campos; Ferragudo: José Gregório Cabrita; Porches: José Bentes Valério. Concelho de Lagoa.
Profissão do noivo: carpinteiro. Naturalidade do noivo: Sé, Santa Maria-Braga. Profissão da noiva: costureira. Naturalidade da noiva: Lisboa-Lisboa. Pai do noivo: Manuel José Gomes, jornaleiro. Mãe do noivo: Maria Rosa, jornaleira. Pai da noiva: António Vicente, sapateiro. Mãe da noiva: Ana Joaquina Luz. Testemunhas: Padre Manuel José Rodrigues, Manuel Francisco.
FERNANDES, José Joaquim. Filho de Manuel José Fernandes e de Violanta da Gaia Torres, lavradores, residentes no lugar de Ferreiros. Neto paterno de António Fernandes e de Luísa Fernandes; neto materno de João António da Gaia Torres e de Maria Luísa Pires. Nasceu em Alvaredo a 2/3/1831 e foi batizado na igreja paroquial nesse mesmo dia. Padrinhos: António Manuel Fernandes e sua irmã, Maria Rosa, seus tios. // Tinha trinta e sete anos de idade, era solteiro, rural, quando casou na igreja de Remoães a 23/2/1868, com Maria Josefa, de vinte e cinco anos de idade, solteira, camponesa, natural da freguesia de São Cristóvão de Mourentão, Galiza, residente em Remoães, Melgaço, filha de José Luís Fernandes e de Maria Manuela Gomes, de Mourentão. Testemunhas presentes: João António Mendes, solteiro, lavrador, e João Salgado, casado, ambos remoalenses. // Morreu a 18/11/1906, em sua casa de morada, sita no lugar do Cruzeiro, freguesia de Remoães, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de casado com a dita Maria Josefa, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério público daquela freguesia de Melgaço. // Pai de Rita Joaquina Fernandes, nascida em Remoães a 7/1/1869.
EXPOSTO, José Joaquim. // Foi entregue ao presidente da Câmara Municipal de Melgaço por Francisca de Puga, residente na Charneca, a 9/12/1859. Parecia ter dois meses de idade. Aparecera exposto no dia anterior, por volta das onze horas da noite, à porta da casa da apresentante. Não tinha sinais particulares, mas «vinha chagado no assento com duas chagas bastante inflamadas.» A criança trazia um pequeno enxoval. Junto a ela apareceu um escrito, o qual dizia: «José Joaquim já foi batizado e em todo o tempo será procurado.» Nesse mesmo dia nove foi entregue à ama, Maria da Conceição Sanches, solteira, do lugar de Fonte, Alvaredo, para o criar. O exposto foi batizado a quinze desse mês e ano pelo pároco da freguesia da Vila, mantendo o primitivo nome, tendo por padrinhos Caetano Celestino de Sousa, da Vila de Melgaço, e Maria António Rodrigues, do lugar da Fonte, Alvaredo. O presidente da Câmara era na altura Lourenço José Ribeiro Figueiredo e Castro e o escrivão da Câmara, Frederico Justiniano de Sousa e Castro. // Faleceu na casa de Maria Domingues, solteira, da Fonte, com apenas três meses de vida, a 23/1/1860, e foi sepultado no dia seguinte na igreja de Alvaredo. // A Câmara Municipal gastou com o bebé 330 réis.
RODRIGUES, Emílio José. Filho de Manuel Francisco Rodrigues e de Maria de Jesus Sousa Afonso, lavradores/proprietários, residentes no lugar da Sobreira. Neto paterno de Manuel Francisco Rodrigues e de Maria Margarida Alves de Magalhães, de Vila Franca, São João de Sá; neto materno de José de Sousa Afonso e de Rosa Maria Rodrigues, de Alvaredo. Nasceu a 18/2/1872 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Padrinhos: José Narciso Alves de Magalhães, casado, proprietário, e Claudina Domingues Basto, casada, proprietária, de Cristelo, Troviscoso. // Agricultor. // Em 1908 foi nomeado regedor de Alvaredo (Jornal de Melgaço n.º 727); tinha como substituto André Domingues, que ocupou o seu lugar em 1913. // Em Abril de 1917 voltou a ser nomeado regedor. Escreveu “Daenilo”, correspondente do Correio de Melgaço, a 27/4/1917, que o milho produzido no lugar de Vilar fora distribuído pela população na «mais perfeita equidade», inteiramente livre de facciosismos. «Decisão acertada do novo regedor» –> comenta ele. // Casou na Conservatória do Registo Civil de Melgaço a 27/5/1922 com a sua conterrânea Maria Canes. // Faleceu a 4/3/1944.
Filho de Constantino José Meleiro e de Teresa Joaquina Fernandes, moradores no lugar do Val. Neto paterno de António Meleiro e de Maria Josefa Fernandes, da Corga, Rouças; neto materno de Domingos Fernandes e de Jerónima Luísa Gomes, do Val, Chaviães. Nasceu em Chaviães a 16/9/1854 e foi batizado pelo padre JLBC no dia seguinte. Padrinhos: padre Manuel António Meleiro e Ana Meleiro, da Corga, Rouças. // Lavrador. // Casou na igreja de São Paio a 9/5/1887 com Maria Rosa, de 27 anos de idade, filha de José Joaquim Meixeiro e de Joaquina Rosa Alves, rurais, do lugar de Lourenços, São Paio. // A 29/9/1891 ele e a mulher foram padrinhos de Guilherme José Ferreira, nascido em São Paio a 26 desse mês e ano. // A 28/5/1893 o casal apadrinhou Alfredo Ferreira, nascido em São Paio a 24 daquele mês e ano. // Novamente, a 9/12/1895, desta vez de Maria das Dores Ferreira, nascida em São Paio a 1 do dito mês e ano. // Faleceu a 19/5/1900, em sua casa de morada, sita no lugar do Val, sem sacramentos, por não dar tempo para isso, sem testamento, e foi sepultado no adro da igreja. // Com geração.
Filho de Antónia Joaquina Carneiro, moradora no lugar da Assadura, SMP [e de um fidalgo do Rio do Porto, do clã Cunha Araújo, do qual herdou o apelido Abreu]. Neto materno de António Carneiro e de Joana Travassos, do dito lugar. Nasceu - na Assadura? - a 10/2/1858 e foi batizado na igreja de Chaviães pelo padre JLBC a 20 do mesmo mês e ano. Padrinhos: José António de Castro, da Assadura, e tocou por madrinha José Luís Rodrigues Cardoso, casado, da Vila de Melgaço. // Ainda novo emigrou para o Brasil, onde arranjou algum dinheiro para reconstruir e acrescentar, aí por 1912, a casinha do Rio do Porto, mesmo defronte do Solar da família do seu progenitor. // Em Melgaço arranjou uma namorada, Deolinda Augusta Pereira, com quem acabou por casar, pouco tempo antes de morrer, na CRCM, a 26/11/1921, perfilhando, desse modo, todos os filhos do casal. // Deolinda Augusta, mais conhecida por “Carneira”, abriu uma loja no rés-do-chão dessa dita casa. // Ele, nas suas permanências em Melgaço, envolveu-se na política, e chegou mesmo a ser vereador da Câmara Municipal de Melgaço. // Morreu na Vila de Melgaço a 6/1/1922. // A sua viúva faleceu a 17/5/1972, com 88 anos de idade. // Foi pai de Maria de Nazaré (1901-1934), de Márcia Cantuária (1902-1948), de José do Nascimento (1904-?), de Deolinda Augusta (1909-1975), de Campião Augusto (1913-197-), de Franklin Augusto (1917-1975), e de Irene de Lurdes (1920-?).
Filho de Domingos José Lopes e de Ana Rosa Alves, moradores no lugar de Gondufe. Neto paterno de António Lopes e de Isabel Maria, de Soutelo, Vila Chã (desde 1855 freguesia de Vila Verde); neto materno de João Francisco Alves e de Maria Rosa Pinheiro, do Cortinhal. Nasceu em Chaviães a 18/11/1849 e foi batizado pelo padre JLBC a 25 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Pires, natural de Paços, e Ana Joaquina da Ribeira, do lugar do Val, Chaviães. // Lavrador. // Casou na igreja da sua freguesia a 14/1/1877 com Maria José, de dezassete anos de idade, sua conterrânea, filha de Francisco António Vaz e de Maria Benta Fernandes. Testemunhas: António Joaquim Domingues, solteiro, lavrador, e Manuel António Gonçalves, viúvo, mordomo da igreja. // Faleceu a 17/7/1899, em sua casa de morada, sita no lugar de Gondufe, com todos os sacramentos, à exceção do sagrado viático, sem testamento, e foi sepultado no adro da igreja. Teve um ofício de cinco padres com missa cantada. // Com geração.
Filho de Manuel Tomás Magalhães e de Jerónima Luísa Alves, proprietários, residentes no lugar da Tapada. Neto paterno de José Caetano de Magalhães e de Francisca de Cardenes; neto materno de João Caetano Alves e de Ana Rosa Pereira. Nasceu em Chaviães a 17/4/1856 e foi batizado pelo padre JLBC a 27 do mesmo mês e ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu e Ana Joaquina Vasques, da Vila. // Casou em SMP a 27/9/1888, com a sua prima no terceiro grau, Higina Cândida, nascida na Vila a 11/1/1864, filha de Joaquim Maria Calheiros Gomes Abreu de Magalhães e de Marcelina Rosa da Rocha e Sá, proprietários. Testemunhas: José Cândido Gomes de Abreu e Luís Camilo Gomes Abreu, irmãos, naturais de SMP. // Ele e a esposa foram padrinhos de batismo de Higina Cândida Cerdeira, nascida na Calçada, SMP, a 16/9/1899, e batizada a 23 desse mês e ano. // Faleceu na sua casa da Praça do Comércio, Vila, a 17/4/1907, sem sacramentos, com testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério municipal. // As herdeiras foram, salvo erro, a sua viúva, e a sua sobrinha, Rosalina Cândida de Magalhães Alves, solteira, ambas da Vila. // A sua viúva finou-se a 7/3/1937.
ABREU, José Joaquim. Filho de Francisco José de [Abreu] Lima e Castro e de Maria Engrácia de Araújo Lira de Abendanho, do Maninho, Alvaredo. Nasceu por volta de 1795 (*). // Lavrador. // Morava em São Gregório, Cristóval, quando casou na igreja de Paços, a 26/11/1832, com Francisca Rosa Gomes, filha de Manuel José Gomes e de Ana Rosa Esteves, de Sá, Paços. Testemunhas: Joaquim do Outeiro e Manuel Domingues, de Sá. // Em 1838 era comerciante em São Gregório (ver ACE, página 184). // Morreu em São Gregório a 19/8/1881, com 86 anos de idade, no estado de casado, só com os sacramentos da penitência e da extrema-unção, com testamento, e foi sepultado na igreja no dia 20. // A sua viúva finou-se na Rua Verde a 3/4/1889, com 76 anos de idade, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultada na igreja de Cristóval no dia 5. // Com geração. /// (*) Deve ter nascido em Alvaredo e vindo para Cristóval ainda novo, onde foi agricultor e comerciante.
ESTEVES, José Luís. Filho de Francisco Esteves e de Marcelina Quintela, moradores em Marga, Cristóval. N.p. de José Luís Esteves e de Lina Rosa Rodrigues, do Sobreiro; n.m. de Francisco Quintela e de Josefa Esteves, de Marga. Nasceu a 5 ou 6/11/1878 e foi batizado a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Domingues, de Pousadas, e Francisca Pires, do Sobreiro, solteiros, lavradores. // Casou com Júlia Maria. // Em Maio de 1913 era esperado em Cristóval; vinha de Pará (Correio de Melgaço n.º 52, de 1/6/1913); embarcou novamente para Pará, onde era comerciante, proprietário da “Casa Esteves” em Belém de Pará, no vapor “Antony”, levando com ele seu sobrinho, José Martins (Correio de Melgaço n.º 81, de 4/1/1914). // A 25/2/1914, na sua casa da Marga, a sua esposa deu à luz um menino, ao qual atribuíram o nome de António Alberto (Correio de Melgaço n.º 91, de 15/3/1914). // Em 1915 regressava de Pará; vinha com a esposa e demais família fixar residência em Marga; parece que tinha algum dinheiro (Correio de Melgaço n.º 149, de 16/5/1915). // Concorreu às eleições municipais de 4/11/1917, na lista do Partido Republicano, como vereador substituto (ver Jornal de Melgaço n.º 1181, de 27/10/1917); foi eleito, na lista chamada das minorias, juntamente com Vítor Manuel Esteves de Magalhães, natural de Chaviães, e outros (Jornal de Melgaço n.º 1183, de 10/11/1917). // Enviuvou a 22/1/1942. // Morreu na sua freguesia natal a 18/2/1952.
QUINTELA, José Maria. Filho de Francisco José Quintela e de Maria Josefa Esteves, moradores no lugar de Marga. N.p. de Manuel Luís Quintela e de Maria Luísa Pires, do dito lugar; n.m. de Manuel Esteves e de Maria de Puga, do Sobreiro. Nasceu a 18/1/1846 e foi batizado no dia 22. Padrinhos: José Maria Pires, do Sobreiro, e Rosa, irmã do batizando. // Casou na igreja de Cristóval a 19/11/1877, com Rosa (ver), de 20 anos de idade, solteira, cristovalense, filha de Manuel Caetano Domingues e de Maria Tomásia Domingues, do Ramo. Testemunhas presentes: Francisco Esteves, casado, lavrador, de Marga; António Domingues, solteiro, do Ramo; e o pai da noiva. // Casou na igreja de Cristóval a 4/12/1893, no estado de viúvo de Rosa Domingues, com Rosa Maria Marques, solteira, de 29 anos de idade, filha de Francisco António Marques e de Fortunata Lopes, lavradores, residentes no lugar de Doma. Testemunhas: padre Manuel Francisco Domingues, de Pousafoles, Fiães, e Francisco António Domingues, viúvo, do lugar do Sobreiro, Cristóval. // Morreu em Doma com 70 anos de idade a --/--/1916 (Correio de Melgaço n.º 188, de 27/2/1916). // Gerou filhos em ambas as esposas.
QUINTELA, Manuel José. Filho de Manuel Quintela e de Maria Rosa Domingues, moradores no lugar de Marga. N.p. de Manuel Luís Quintela e de Maria Rosa Pires, do dito lugar; n.m. de Manuel José Domingues e de Maria Rosa Vaz, de Pousafoles, Fiães. Nasceu em Cristóval a 23/7/1845 e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Pires e sua mulher, Ana Luísa do Souto, de Marga. // Casou na igreja de Cristóval a 8/1/1880, com Carlota de Jesus Rodrigues, de 47 anos de idade, solteira, cristovalense, filha de Manuel Rodrigues e de Maria José de Abreu, de São Gregório. Testemunhas: Joaquim Quintela, solteiro, lavrador, de Marga; Manuel de Abreu, casado, lavrador, de São Gregório; e Francisco Lourenço, solteiro, lavrador, de Marga. // Faleceu a 15/5/1883 no Hospício de Nossa Senhora do Socorro, Rio de Janeiro, Brasil, casado com a dita Carlota de Jesus, lavradeira, residente em São Gregório, sem testamento, sem filhos, e no dia seguinte à sua morte foi sepultado no cemitério de São Francisco Xavier, Rio de Janeiro, de acordo com o atestado do Secretário da Santa Casa da Misericórdia daquela cidade brasileira.
DOUTEIRO, José Joaquim. Filho de Manuel Joaquim Douteiro e de Maria Pires, lavradores, de Merelhe. Neto paterno de José Luís Douteiro e de Maria Rosa Gomes; neto materno de Francisco António Pires e de Joaquina de Castro. Nasceu em Paços a 27/3/1878 e foi batizado a 31 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno, casado, e sua filha Francisca Pires, solteira, lavradores, das Granjas. // Rural. // Casou na igreja de Paços a 13/4/1903 com Rita Lopes, de 27 anos de idade, solteira, camponesa, natural do lugar de Beleco, Paços, filha de Bento Lopes e de Rosa Rodrigues. Testemunhas presentes: Jerónimo Fernandes e sua filha Deolinda da Encarnação, solteira, ambos moradores no lugar do Outeiro. // Em sessão da Câmara Municipal de 4/3/1914 foi nomeado, pela Comissão Executiva, delegado paroquial para os efeitos da administração escolar a que se referia o artigo 63 do decreto de 29/3/1911; junto com ele foi nomeado José Albano Gonçalves. // Enviuvou a 1/7/1931. // Morreu na freguesia de Paços a 8/3/1955. // Pai de António de Lurdes Douteiro (Rita) e de Júlia Claudina Douteiro.
PINHEIRO, José Joaquim (Padre). Filho de Manuel Joaquim Pinheiro, de Prado, negociante, e de Ana Joaquina Pires Ramos, proprietários, residentes no Outeiro. N.p. de João Luís Pinheiro e de Josefa Clara do Souto (ou dos Santos); n.m. de José Joaquim Pires Ramos e de Maria Durães. Nasceu a 10/9/1864 e foi batizado no dia seguinte pelo padre Francisco José da Ribeira. Padrinhos: os seus avós maternos, proprietários. (Este assento foi elaborado pelo padre António Esteves em 1880). // Foi pároco encomendado na freguesia da Vila de 13/6/1899 a 25/6/1903. // No dia 14/3/1902 recusou a comunhão a Duarte Augusto de Magalhães pelo que este, em 1912 (!), o processou, respondendo em tribunal a 12 de Novembro desse ano, sendo absolvido. // Também paroquiou uma freguesia de Monção. // Em 1917 foi nomeado pároco encomendado da freguesia de Paços; aquando da sua chegada Armindo Bailão leu um escrito, saudando-o. // Faleceu na sua residência do lugar do Outeiro, freguesia de Paços, a 17/7/1933. // Era irmão de Luís, farmacêutico em São Gregório, e de António.
RODRIGUES, José Manuel. Filho de Maria Joaquina Rodrigues, viúva, jornaleira, de Desteriz, Ourense, moradora no lugar de Queirão. Neto materno de José Rodrigues e de Maria do Carmo. Nasceu a 27/10/1877 e foi batizado pelo padre António José Rodrigues, cura de Paderne, a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Durães e Maria Vaz, solteiros, lavradores, padernenses. // A sua mãe fugiu para a Galiza, levando com ela dois filhos, e abandonando este, a 15/1/1878, no lugar do Pico, Cristóval. No dia seguinte o regedor dessa freguesia apresentou-o à Câmara Municipal, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 317. // Nesse dia, 16/1/1878, foi entregue à ama-de-leite, Maria da Conceição Sanches, do lugar de Fonte, Alvaredo. // A 15/1/1885 findou a época da criação, e ficou com a dita ama, por ela assim o desejar. // Lavrador. // Casou na igreja de Remoães a 20/9/1909 com Ludovina Rosa Rei, natural de Remoães. // Morreu no lugar da Quinta da Torre, Paderne, onde residia, no estado de viúvo, a 21/1/1957, e foi sepultado no cemitério de Remoães. // Pai de António de Lurdes (ver em Paderne). // Nota: o pároco de SMP, não sabendo que a criança fora batizada, batizou-o novamente, dando-lhe o nome de Manuel Justino, mas verificando-se o lapso, esse batismo ficou sem efeito.
PEREIRA, Aníbal José. Filho de Jerónimo Alves Pereira e de Joaquina Rosa Alves Pereira, lavradores, residentes no lugar de Sante. Neto paterno de Joaquim Alves Pereira e de Maria Joaquina Fernandes; neto materno de Francisco Alves Pereira e de Rosa Domingues. Nasceu em Sante, Paderne, a 8/1/1910, e foi batizado na igreja a 14 desse mês e ano. Padrinhos: José Manuel Meleiro, solteiro, rural, e Maria Alves Garelha, solteira, doméstica. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 99, de 1/3/1931: Interdito por demência por acórdão do tribunal do Porto de 20/5/1971. Por sentença de 18/10/1971 o tribunal de Melgaço anulou a interdição. // A 7/11/1971 estava solteiro, e residia no Lar Pereira de Sousa. // Nessa data declarou que dispunha de todos os seus bens rústicos, herdados de seus pais, e de seu tio António Alves Pereira, já falecidos, a favor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço. Tratava-se de vinte e dois prédios rústicos e um urbano, os quais foram vendidos posteriormente. // Faleceu a 18/1/1975, no Lar Pereira de Sousa, e foi sepultado no cemitério de Paderne. // Nota: em 1938 um indivíduo de nome Aníbal José Pereira fez exame do ensino primário na escola de Paderne, com a professora E.C. Outeiro, ficando aprovado; não sei se será o mesmo, devido à sua idade!
AFONSO, José Maria. Filho de Manuel António Afonso, de Parada do Monte, e de Maria Joaquina Rodrigues, de Penso. N.p. de Manuel Afonso e de Francisca Alves, do Pereiro, Parada do Monte; n.m. de Pedro Rodrigues e de Maria Rosa, de Mós, Penso. Nasceu em Penso a 8/11/1834 e foi batizado pelo padre Luís Monteiro de Alpoim três dias depois. Padrinhos: Manuel José Afonso e sua mulher, Maria de Cubalhão, de Aldeia Grande, Parada do Monte. // Casou a 19/8/1862 com Joaquina Rosa Pereira, nascida a 23/7/1831, solteira, camponesa, filha de Francisco Pereira e de Maria Joana Gonçalves, moradores em Lages. Testemunhas: padre C.E.C. e António José Rodrigues de Azevedo, casado, lavrador, de Barro Grande. // Tinha 50 anos de idade, era lavrador, viúvo de Joaquina Rosa Pereira, morava no lugar das Lages, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 11/3/1885 com a sua conterrânea Camila Alves, de 45 anos de idade, solteira, jornaleira, residente no dito lugar, filha de João Manuel Alves e de Maria Rosa Rodrigues, rurais. Testemunhas presentes: Caetano Manuel da Rocha, viúvo, camponês, do lugar de Paradela… // Morreu a 27/3/1906, no lugar das Lages, apenas com o sacramento da extrema-unção, no estado de casado em segundas núpcias com Camila Alves, sem testamento, com filhos do primeiro matrimónio, e foi sepultado no cemitério local.
PEIXOTO, Caetano José. Filho de António José e de Maria Rosa Peixoto, jornaleiros, moradores no lugar das Lages. N.p. de Ana Rita, exposta, solteira; n.m. de João António Peixoto e de Rosa Teresa Alves. Nasceu em Penso a 10/7/1875 e foi batizado na igreja a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano Celestino Soares Calheiros, proprietário, e sua esposa, Constância Rosa Barbeitos Pinto, de Ponte do Mouro, Barbeita. // Tinha 34 anos de idade, era solteiro, fiel de armazém do círculo aduaneiro das colónias, África Oriental, quando casou na igreja de Prado a 22/11/1909 com Albertina de Jesus Lopes, de 24 anos de idade, solteira, natural e moradora no lugar de Trás-do-Coto, Prado, filha de Manuel Joaquim Lopes e de Maria da Conceição Barros, lavradores. Testemunhas presentes: Marcelino Ilídio Pereira e Hilário José Domingues, negociantes, naturais de Penso. // Em 1913 foi com a sua família para a capital do país, onde fixou residência . // Foi empregado comercial. // Em Junho de 1948 esteve em Penso; viera a fim de acompanhar o funeral de sua irmã Elisa. // Morreu em Alcântara, Lisboa, a 24/2/1968. // Pai de Manuel, casado com Armanda Fidalgo; e do Eng.º Virgílio, casado em Lourenço Marques com Maria Luísa da Conceição. // Avô do Eng.º Virgílio, nascido em 1942; de Luís Manuel, nascido em 1945; e de Carlos, nascido em 1947, todos os três filhos de Virgílio Lopes Peixoto e de Maria Luísa da Conceição.
RODRIGUES, Domingos José. Filho de Manuel José Rodrigues, de Álvora, Arcos de Valdevez, e de Maria Josefa Veloso, de Cela, Tui, lavradores, residentes em Alempassa, Penso. N.p. de António Rodrigues e de Joana Cerqueira, de Álvora, Arcos; n.m. de Maria Joana de Castro, solteira, de Cela, Tui. Nasceu no sobredito lugar de Penso por volta de 1804. // Camponês. // Morava ali quando casou na igreja da sua freguesia, a 21/4/1850, com Ana Joaquina Rodrigues, do lugar de Mós, filha de Manuel José Rodrigues e de Maria Francisca de Sousa, moradores nesse lugar, neta paterna de Manuel António Rodrigues e de Rosa Domingues, de Cousso, e neta materna de João Manuel de Sousa Caldas e de Francisca Luísa Pires, de Mós, Penso. Testemunhas: João Rodrigues, casado, de Paradela, Francisco Caetano Rodrigues, casado, de Pomar, e António Esteves Reguengo, casado, de Telhada Grande, todos pensenses. // Faleceu a 28/12/1865, em sua casa de Alempassa, com cerca de 61 anos de idade, casado com a dita Ana Joaquina Rodrigues, e foi sepultado na igreja. // Deixou filhos.
RODRIGUES, Firmino José. Filho de José Joaquim Rodrigues e de Rosa da Rocha, lavradores, residentes no lugar das Lages. N.p. de Manuel Luís Rodrigues e de Maria Guiomar Solha; n.m. de João da Rocha e de Maria Teresa Bernardes. Nasceu em Penso a 9/11/1867 e foi batizado na igreja a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Esteves Reguengo, solteiro, rural, e Francisca Luísa da Rocha, solteira, lavradora, de Lages. // Era solteiro, lavrador, quando casou na igreja local a 14/4/1895 com Luísa Vitória do Vale, de 20 anos de idade, solteira, costureira, natural da freguesia do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Brasil, residente no lugar de Casal Maninho, Penso, filha de António Manuel do Vale e de Maria Gomes, proprietários. Testemunhas presentes: Francisco José Esteves Reguengo, casado, camponês, e António Manuel Esteves Cordeiro, casado, lavrador, ambos da freguesia de Penso. // «Em audiência de polícia correcional respondeu há dias no tribunal desta comarca o nosso amigo Firmino Rodrigues, de Penso, por ter batido há tempos em Maria Domingues, da mesma freguesia. Além das custas e selos do processo, foi condenado em setenta dias de multa a $40 por dia…» // Morreu no lugar de Casalmaninho, Penso, em Março de 1951, no estado de viúvo .
ROCHA, José Carlos. Filho de Joaquim Maria da Rocha e de Sofia Joaquina de Magalhães, proprietários, moradores no lugar do Campo. N.p. de Francisco da Rocha e de Maria da Conceição de Queirós; n.m. de Tomaz José de Magalhães e de Rosa Fernandes Vaz. Nasceu a 18/11/1897 e foi batizado a 22 desse mês e ano. Padrinhos: avó paterna, viúva, proprietária, e tio paterno, José Joaquim da Rocha de Queiroz, bacharel em Direito, casado, proprietário. // A 15/7/1907 fez exame do 1.º grau (3.ª classe) na escola Conde de Ferreira, Vila, obtendo um «bom». // No verão de 1915 completou a 1.ª secção do Curso Geral, no Liceu Passos Manuel, Lisboa. // Veio à terra de nascimento passar o natal de 1916, com os pais, avó e tia . // Em 1918 seguiu para Alcobaça a fim de cumprir o seu dever militar. // Casou na CRCM a 23/8/1922 com Maria da Conceição, de 24 anos de idade, filha de António Manuel Fernandes e de Maria Rosa Garcia, de Penso. // Faleceu na freguesia do Coração de Jesus, Lisboa, a 18/7/1966.
MARQUES, José Caetano (Ganchola). Filho de António José Marques e de Clara Rosa Fernandes, moradores no lugar da Corredoura. Neto paterno de António Marques e de Maria Josefa Domingues, do lugar de Cavaleiro Alvo, São Paio; neto materno de Luís Caetano Fernandes e de Ana Vaz Torres, da Corredoura, Prado. Nasceu em Prado a 18/9/1827 e foi batizado na igreja a 21 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Bento Manuel Marques, de Cavaleiro Alvo, São Paio, e Caetana Luísa, do Outeirão, Prado. // Casou na igreja da sua paróquia a 14/8/1859 com Clara Joaquina, filha de Diogo António Fernandes (defunto) e de Maria Luísa Pinheiro, do lugar de Leiros, Prado. Testemunhas presentes: Luís de Sousa Gama, viúvo, Governador Militar; padre Francisco António Soares Calheiros, da Corredoura; e José Caetano do Souto Monteiro, casado, lavrador, de Leiros. // Casou em segundas núpcias, na igreja de Prado, a 21/3/1897 com Ludovina Rosa Dantas (ver na Vila), solteira, filha de Luís Manuel Dantas e de Josefa Maria Soares, do lugar de Galvão de Baixo, freguesia da vila. // Deve ter morrido por volta de 1908. // Pai de Vítor Manuel Marques. // A sua viúva casou em segundas núpcias com Manuel Boaventura Rodrigues, de Merufe, Monção (ver este nome em Prado).
GOMES, Maria José. Filha de Manuel Narciso Gomes e de Maria Josefa Martins, lavradores, residentes no lugar da Breia, Prado. Neta paterna de Manuel José Gomes e de Ana Rodrigues (defunta), do dito lugar; neta materna de Pedro Martins e de Mariana de Nóvoa, solteiros (defuntos), dos Moinhos, São João de Alveios, Caniça, Tui. Nasceu em Prado a 7/3/1846 e foi batizada na igreja no dia seguinte. Padrinhos: Fortunato José Alves, do lugar de Santo Amaro, e Maria Inácia Teodora de Sousa, do lugar de Raposos, solteiros. // Casou a 14/7/1870 com Manuel António (Granja), solteiro, lavrador, de 29 anos de idade, nascido no lugar da Granja, São Paio, filho de António Joaquim Domingues e de Marcelina Rosa Gonçalves. // Ambos faleceram em Santo Amaro: o marido a 11/5/1918 e ela a 7/9/1920. // Por sua morte foram citados pelo cartório do escrivão Brito -> Ermezinda Rosa Domingues e marido (filha e genro), Pureza Domingues e marido, Diniz Gonçalves (filha e genro), os quatro ausentes em parte incerta do Brasil; e António Domingues e esposa (filho e nora), ausentes em parte incerta da América do Norte, a fim de assistirem a todos os termos do inventário a que então se procedia.
VAZ, Domingos José. Filho de António José Vaz e de Maria Luísa Ferreira de Passos, lavradores, residentes no lugar de Barro Grande. N.p. de Manuel António Vaz e de Maria Antónia Solha, do dito lugar; n.m. de Bento Ferreira de Passos e de Maria Joana Rodrigues, de Barro Pequeno. Nasceu em Penso a 8/6/1873 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Domingos Ferreira de Passos e sua esposa, Maria da Conceição Garcia, de Paranhão. // Proprietário. // Casou na igreja de Cristóval a 10/6/1903 com Miquelina Gonçalves, solteira, camponesa, nascida em Cristóval a 23/3/1880, moradora no lugar do Ramo, filha de António Manuel Gonçalves e de Claudina Gonçalves. Testemunhas presentes: Manuel Pereira da Costa, casado, proprietário, do lugar da Porta, e José Alves, casado, lavrador, do lugar do Carvão, cristovalenses. // Ambos os cônjuges faleceram na freguesia de Penso: a esposa a 30/8/1952 e ele a 5/2/1958. // Com geração. // Nota: deve ser o mesmo indivíduo que era barqueiro no rio Minho; a 9/4/1913, pelas quinze horas, agrediu Carmem Costa, também de Penso, quando esta apascentava o seu rebanho, produzindo-lhe um golpe na cabeça; logo a seguir ela foi à Vila, acusá-lo ao administrador do concelho .
ARAÚJO, José Maria. Filho de Joaquim António de Sousa Araújo (Besteiro), natural de Prado, e de Ana Luísa Lopes Pinto, natural da Vila, moradores no lugar do Carvalhal, Prado. Neto paterno de Francisco Antão Mendes de Araújo Besteiro (defunto) e de Maria Manuela de Sousa, do dito lugar; neto materno de Manuel José Pinto e de Ana Ventura Lopes, de Galvão, SMP. Nasceu em Prado a 6/2/1829 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: o padre José Ferreira e sua irmã, Maria Ferreira, solteira, ambos de Remoães. // Faleceu no lugar de Cima de Vila, Remoães, a 9/2/1874, com 45 anos de idade, em sua casa de morada, casado com Maria Joaquina Fernandes, filha de João Batista Fernandes e de Rosa Clara Vaz, do lugar de Cima de Vila (ver a sua descendência no apelido Pinto, na freguesia de Remoães), e foi sepultado na igreja local a onze desse mês e ano. // A sua viúva finou-se a 15/6/1924. // Deixou filhos. // Nota: alterou o seu apelido para Sousa Araújo Pinto.
RIBEIRO, António José. Filho de José Maria Ribeiro, galego, e de Maria Rita Pires, portuguesa, lavradores, residentes no lugar de Raposos, freguesia de Prado. Neto paterno de Domingos Ribeiro e de Josefa de Gar, naturais de São João de Rates, diocese de Lugo; neto materno de João Manuel Pires e de Maria Rosa Esteves, rurais, moradores no lugar de Bouça Nova, Prado. Nasceu em Prado, Melgaço, a 29/6/1866, e foi batizado na igreja paroquial a 5 de Julho desse mesmo ano. Padrinhos: José Manuel Rodrigues, casado, lavrador, do lugar do Rego, pela pessoa do capitão Joaquim António da Fonseca, do Batalhão de Caçadores 7, Valença, e a esposa deste, Maria Delfina Salvador da Fonseca, residente no lugar do Outeirão, Prado. // Casou na igreja de Prado a 30/5/1898 com Corina Augusta Esteves, de 22 anos de idade, solteira, natural da Vila de Melgaço, filha de Luís Caetano Esteves, natural de Remoães, e de Josefina da Conceição Pereira de Castro (ver em Rouças). Testemunhas presentes: Gaspar Eduardo de Almeida e sua irmã, Herculana do Rosário de Almeida. // Emigrou para o Brasil nos inícios do século XX, onde morreu. // A sua esposa faleceu em Prado a 21/4/1954. // Pai de Oceano Atlântico Ribeiro (ver, na freguesia de Fiães, Melgaço, Maria Rosa de Carvalho), nascido a bordo do navio, fundador da Pensão Boavista, no lugar do Peso, freguesia de Paderne, entre outros.
DOMINGUES, Filipe José. Filho de Domingos Domingues (dos Santos) e de Faviana Domingues, de Bilhões. N.p. de Sebastião Domingues e de Maria Domingues Esteves, do Sobral de Cima; n.m. de Francisco Domingues e de Domingas Fernandes, de Bilhões. // Casou na igreja de Rouças a 13/1/1802 com Isabel Ventura Esteves, filha de Manuel Esteves e de Luísa Domingues Alves, do lugar do Porto; neta paterna de António Esteves e de Bárbara Álvares, do lugar do Telheiro; e neta materna de António Domingues Álvares, do lugar do Porto, e de Dominga Domingues, do lugar da Eira. Testemunhas: José António Domingues, do lugar de Crasto, Manuel Agostinho Domingues, de Bilhões, e Manuel Esteves, do lugar do Porto. // Enviuvou, voltando a casar na mesma igreja, a 1/9/1811, com Ana Maria, filha de Manuel Lourenço e de Margarida Rodrigues, do lugar do Portal, freguesia de Prado; neta paterna de António Lourenço e de Maria Gomes, do dito lugar de Prado; e neta materna de Custódio Rodrigues e de Ana Lourenço, do lugar de Várzea, Paderne. // Testemunhas: João Lourenço, de Surribas, João Luís Fernandes, do lugar da Lágia, e Lourenço José Gomes de Abreu, do Outeirão, ambos de Prado.
DOMINGUES, José Caetano. Filho de António Manuel Domingues e de Maria Vitória Domingues, rurais, moradores no lugar de Peres. Nasceu em Rouças por volta de 1808. // Casou na igreja de Rouças a 23/5/1836 com Rosa Joaquina Codesso, filha de José Codesso e de Maria Teresa Meleiro de Castro, nascida no lugar das Quingostas, São Paio de Melgaço, a 8/7/1799. Testemunhas: José António Domingues, sacristão, e Francisco Luís Durães, solteiro, do lugar da Igreja. // Moraram no lugar da Carreira, Rouças. // Em 1838 nascia-lhes o filho Tomaz Joaquim, cujo padrinho foi seu tio materno, o célebre “Tomaz das Quingostas”. // A 17/4/1853, e na igreja de Rouças, juntamente com sua esposa, foi padrinho de Maria Dias. // A sua esposa faleceu no lugar da Carreira, Rouças, a 6/9/1874, com 75 anos de idade, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultada na igreja de Rouças, deixando uma filha viva. // Ele morreu a 8/12/1891, no lugar da Carreira, com os sacramentos da penitência e da extrema-unção, com 83 anos de idade, no estado de viúvo, sem testamento, e foi sepultado no cemitério da freguesia.
LOURENÇO, Constantino José. Filho de Maria da Graça Lourenço, solteira, lavradora, natural de Rouças. Nasceu no lugar do Crasto a 20/7/1850 e foi batizado no dia seguinte. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar onde nascera, quando casou na igreja da sua freguesia a 12/2/1877 com Maria Fernandes, solteira, lavradora, do lugar de Surribas, onde nascera a 10/9/1828 (batizada a 15 desse mês e ano), filha de Manuel António (ou Manuel Joaquim) Fernandes e de Maria Rosa [Esteves], lavradores, de Rouças. Testemunhas presentes: padre Manuel Caetano Alves Salgado e António Joaquim Durães, casado, lavrador, de Rouças. // Enviuvou a 5/12/1906. // Casou na igreja de São Paio, em segundas núpcias, a 19/5/1907, com Maria Alves de Figueiredo, solteira, camponesa, sampaiense, moradora no lugar da Costa, filha de filha de Caetano José Alves de Figueiredo e de Ana Ermelinda Rodrigues, rurais. Testemunhas: Manuel Joaquim de Carvalho, lavrador, e Albano Augusto Pereira, estudante, solteiros, sampaienses. // Morreu no lugar do Crasto, Rouças, a 1/10/1916. // Aquando da sua morte estava casado com Maria José Alves de Figueiredo, lavradeira, natural de São Paio. // Deixou uma filha, Albertina de Figueiredo Lourenço, de apenas oito anos de idade, residentes, mãe e filha, no lugar do Crasto, Rouças.
AFONSO, José Joaquim. Filho de Manuel António Afonso e de Maria Josefa Lourenço, moradores no lugar de Baratas. Neto paterno de Caetano Afonso e de Ana Rodrigues, de Campelo, Castro Laboreiro; neto materno de Pedro Lourenço e de Maria Luísa Ferreira, de Covelo, Paderne. Nasceu em São Paio a 19/2/1822 e foi batizado na igreja a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Lourenço e Ana Maria, sua irmã, solteiros, de Covelo, Paderne. // Lavrador. // Tinha 38 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Paderne a 5/8/1861 com Joaquina Rosa Fernandes, de 37 anos de idade, solteira, batizada na dita igreja, filha de Manuel António Fernandes e de Vicência Luísa Vaz, lavradores; neta paterna de Francisco Fernandes e de Maria Rosa de Carvalho, de Rouças, e neta materna de Manuel Luís Vaz e de Isabel Alves, de Verdelha. Testemunhas: António José Fernandes, solteiro, irmão da noiva, e António José Gonçalves, casado, lavrador, de Baratas, São Paio. // Faleceu no lugar das Baratas a 28/8/1886, com todos os sacramentos, e foi sepultado na igreja de São Paio. // Não fizera testamento. // Deixou uma filha.
ESTEVES, António José. Filho de João Bento Esteves e de Teresa de Jesus Esteves, rurais, moradores no lugar de Soutulho. Neto paterno de José Bento Esteves e de Rosa Mendes, de Mourentão, Arbo; neto materno de Manuel António Esteves e de Maria Ventura Dias, de Soutulho. Nasceu em São Paio a 21/4/1837 e foi batizado a 23 desse mês e ano. Padrinhos: António José Esteves, solteiro, de Soutulho, e Maria Joaquina Afonso, solteira, de Baratas. // Lavrador. // Casou em primeiras núpcias com Rosa Joaquina, filha de Manuel Luís Gonçalves e de Vicência Engrácia Fernandes, de Estivadas, Paderne. // Estava viúvo de Rosa Joaquina Gonçalves quando casou na igreja de São Paio a 30/9/1893 com a sua conterrânea Maria Teresa Rebelo, de 35 anos de idade, solteira, camponesa, do lugar do Cruzeiro, filha de Francisco Rebelo e de Maria Luísa Carvalho, camponeses. // Morreu a 21/12/1907, no lugar do Cruzeiro, com todos os sacramentos, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério paroquial.
FREITAS, Manuel José. Filho de Manuel Leandro de Freitas e de Maria Luísa Dias, moradores no lugar do Regueiro. Neto paterno de Manuel de Freitas e de Luísa Alves; neto materno de João Manuel Dias e de Luísa Maria Rodrigues, do lugar da Nogueira, Paderne. Nasceu em São Paio a 14/2/1827 e foi batizado a 16 desse mês e ano. Padrinhos: João António Rebelo, do lugar de Real, e (Manuel José Figueiredo e sua mulher, Domingas Domingues, do Regueiro). // Lavrador-caseiro. // Casou em primeiras núpcias com Maria Rosa de Carvalho (ver), filha de Manuel António de Carvalho e de Joaquina Rosa da Rosa. // Casou em segundas núpcias com Maria Rosa Domingues (ver), lavradeira, filha de José Maria Domingues e de Isabel Alves, moradores no lugar da Costa. // Morreu a 13/2/1905, no lugar do Regueiro, com todos os sacramentos, sem testamento, com geração de ambas as esposas, e foi sepultado no cemitério paroquial. // A sua viúva faleceu a 20/3/1911, no dito lugar do Regueiro, com todos os sacramentos, no estado de viúva, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério paroquial.
ARAÚJO, José António (Dr.) Filho de João António de Abreu da Cunha Araújo e de Maria Francisca da Cunha Rego Moreira, da Casa do Rio do Porto, SMP. Neto paterno de João António de Abreu da Cunha Araújo e de Maria Luísa dos Reis, da dita Casa; neto materno de José António Moreira e de Ana Tomásia da Cunha Rego, da freguesia de Nossa Senhora do Monte Sarrado (Monserrate), Viana do Castelo. Nasceu a 10/6/1827 e foi batizado na igreja de Prado três dias depois (por comissão que o abade de SMP deu ao pároco de Prado). Padrinhos: o seu avô materno e Rosa Maria de Mesquita, de Monserrate, Viana, por procuração que passaram aos avós paternos do neófito. // Tirou o Curso de Direito em Coimbra. // Viveu na dita Casa fidalga do Rio do Porto, sempre solteiro. // Foi administrador do concelho de Melgaço. // Militou no Partido Regenerador. // Em 1874 era vogal do Conselho Municipal. // Morreu na Casa do Rio do Porto, doente mental, a 24/7/1885. // Embora não se tenha casado, gerou filhos numa senhora de Monção, Angelina de Jesus Monteiro Guimarães, os quais perfilhou em 1875. // Parece ser ele o pai de José António de Abreu Carneiro (1858-1922), natural da Vila de Melgaço, gerado em Antónia Joaquina Carneiro (1835-1896).
ABREU, Tomaz José. Filho de Leão José Gomes de Abreu e de Maria Pereira da Costa Araújo. Neto paterno de Lourenço José Gomes de Abreu Coelho de Novais e de Bernarda Teixeira, solteira, moradora intramuros; neto materno de Domingos Tomaz Pereira de Araújo e de Sebastiana da Costa. Nasceu em SMP a 9/7/1770 e foi batizado na igreja a 13 desse mês e ano. Padrinhos: seu tio, João Manuel Pereira da Costa Araújo, e sua esposa, Ana Maria da Silveira. Testemunhas: Manuel Gomes e Pedro Gonçalves da Ribeira. // Ainda chegou a frequentar os estudos eclesiásticos, mas abandonou-os. // Foi escrivão do público e administrador do correio local. // Tomou parte ativa na conjuração melgacense de 9/6/1808. // Casou na Vila de Melgaço com Constança Teresa, filha de Manuel António de Araújo e de Maria Gonçalves, residentes na Rua Direita, SMP. // Moraram na Calçada. // Enviuvou a 13/3/1811. // Por ser liberal, foi preso pelos capangas de D. Miguel e encerrado nas cadeias do castelo de Lamego, onde morreu em Dezembro de 1832 «aonde se acharia preso por crime de constitucional», escreveu o padre que elaborou o seu assento de óbito. O dia certo da sua morte não se sabia. Escreveu mais o padre-cura Manuel Joaquim Quintela: «… e para constar fiz aqui esta lembrança aos 4/2/1833.» // Pai de Maria Benedita Júlia e de Luciana Cândida Gomes de Abreu.
ALMEIDA, Joaquim José (*) Nunes. Filho de Ana Josefa de Almeida, solteira, da Vila de Melgaço, (e de José Nunes). // Nasceu em SMP a --/--/1821. // Emigrou para o Brasil onde, como comerciante em Belém de Pará, amealhou alguns contos de réis, o que lhe permitiu comprar alguns terrenos. // Na sua terra foi 3.º juiz substituto (1870/1;1879/80;1883 a 1885), e juiz de paz da freguesia da Vila e suas anexas, nos biénios de 1862/3 e 1876/77, etc. // Em 1874 era vogal substituto do Conselho Municipal. // Casou em SMP a 6/11/1858 com Maria Teresa da Assunção, filha reconhecida de Caetano Maria de Abreu Mosqueira Soares e de Vitória Ventura da Cunha, solteira, todos da Vila. Testemunhas da boda: Francisco José Gomes, escrivão administrativo do concelho de Melgaço, e Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja. // Faleceu na Rua de Baixo, Vila, a 8/2/1889, e foi sepultado no cemitério público. // A sua viúva morreu a 13/9/1914, domingo, pelas nove horas, com 84 anos de idade (**). // Deixou filhos. /// (*) No seu assento de casamento surge como Joaquim Vicente de Almeida. /// (**) No ”Correio de Melgaço” n.º 116 escreveu-se que ela morrera com 76 anos de idade e que «… nunca deixou de mitigar a fome à pobreza…»
CARVALHO, Francisco José. Filho de João Batista de Carvalho e de Rosa Joaquina Gomes Veloso, lavradores, ele de Santiago, Braga, e ela natural de Rouças, Melgaço, moradores intramuros. Neto paterno de António José de Carvalho e de Maria Josefa da Silva, de Braga; neto materno de Gervásio Gomes Veloso e de Rosa Joaquina Esteves, do Rio do Porto, Rouças. Nasceu na Vila a 8/12/1830 e foi batizado na igreja matriz de SMP três dias depois. Padrinhos: Francisco José Carvalho, tio do batizando, representado por António Joaquim de Araújo, negociante na Vila, e Ana Rosa Fernandes, casada, de Soutulho, São Paio. // Lavrador e proprietário. // Casou a 16/2/1868 com Antónia da Assumpção, de 29 anos de idade, solteira, do lugar da Carreira, freguesia de São Paio, filha de Manuel Caetano de Neiva e de Lina Rosa Fernandes, lavradores, ele de Rouças e ela de São Paio. // Morreu a 8/2/1902, no dito lugar da Carreira, com todos os sacramentos, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja de São Paio.
LIMA, Amadeu Carlos José. Filho de Carlos João Ribeiro [Lima] e de Ludovina Rosa dos Santos Lima, proprietários. Neto paterno de Jerónimo José Ribeiro e de Antónia Teresa Rodrigues, lavradores; neto materno de João Correia dos Santos Lima e de Emília Perfeita da Rocha Gonçalves, negociantes no Campo da Feira de Fora, Vila. Nasceu na Vila a 5/6/1875 e foi batizado na igreja de SMP a 3 de Julho desse ano. Padrinhos: São José e a mãe de Jesus, tocando na coroa do santo, por padrinho, Cândido Augusto dos Santos Lima, e pela madrinha Florinda dos Santos Lima, tios maternos do batizando. // Deve ter feito alguns estudos, pois foi escrivão judicial no juízo de direito da comarca (*). // «foi exonerado do lugar de escrivão de direito da comarca de Arouca, por não ter tomado posse, o senhor Amadeu…» // Casou a 10/3/1923 com Dominda Augusta de Carvalho, de 37 anos de idade, natural da Orada, Vila, filha de Joaquim de Carvalho e de Maria Rosa Pitães, com quem já vivia há muitos anos. // Faleceu em Paranhos, Porto, a 3/10/1937, onde residia havia muito tempo. // A sua viúva finou-se a --/--/1944 (ou em 25/4/1962 – confirmar). // Com geração. // Nota: foi sua a casa e rocios que depois seriam de Manuel Domingues (Mareco). // (*) Em 1907 já desempenhava esse cargo.
RIBEIRO, João José. Filho de Jerónimo José Ribeiro e de Antónia Teresa Rodrigues, moradores no Louridal, Vila. N.p. de António José Ribeiro e de Caetana Maria Teixeira Salgado; n.m. de Bernardo António Rodrigues e de Rosa Antónia Gomes. Nasceu a 15/2/1823 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: padre Manuel Caetano da Costa Codesso e sua irmã Maria, residentes no Campo da Feira. // Casou na igreja de SMP a 19/1/1856 com Maria Manuela, filha de Francisco Lopes e de Teresa Simões, do lugar de Mendelas (ou Mandelos), Cecriños, Tui. Testemunhas: Caetano Celestino de Sousa, Luís Caetano Araújo e Azevedo, e Pedro Alberto Teixeira. // Morreu afogado, a 15/3/1862, depois das oito horas da manhã, nas pesqueiras da Costa, Rio Minho, próximo da Vila. O seu cadáver apareceu (segundo constava) na paróquia de Cela, Galiza, onde foi enterrado. // Na igreja da Vila de Melgaço fizeram-lhe um ofício, a 28/4/1862, de oito padres. // Estava casado. // Era lavrador e morava no Louridal, freguesia da Vila. // Deixou uma filha.
ROCHA, Baltazar José. Filho de João Cândido da Rocha, oficial de diligências, da Vila de Melgaço, e de Filomena Rodrigues Nabeiro, doméstica, da Vila de Ponte de Lima. N.p. de Baltazar José da Rocha e de Júlia Cândida Pereira; n.m. de João Rodrigues Nabeiro e de Maria Joaquina do Sacramento Lopes. Nasceu a 22/8/1925 e foi batizado a 31/1/1926. Padrinhos: João Nabeiro e Gracinda Alves. // Durante vários anos foi jardineiro da Câmara Municipal de Melgaço, mas como tinha um salário baixo, tentou a França, terra dos francos. «A fim de assistirem às festas do concelho, e descansarem um pouco das suas fadigas, encontram-se entre nós, vindos de França, os conterrâneos (….), Armando Alves de Melo, (…), Baltazar José da Rocha (…) // A sua compleição física, porém, não o ajudou; a doença surgiu, e lá vem ele aposentado, com uma pequena pensão. // Casara a 2/4/1949 com Maria dos Prazeres da Silva, filha de Ana da Silva, nascida a 1/2/1926 em Lindoso, Ponte da Barca, que viera para Melgaço como empregada de serviços domésticos. // Morreu na Vila a 29/11/1983 e foi sepultado no cemitério municipal. // A sua viúva faleceu no hospital de Santa Luzia, Viana, a 17/10/2000. // Com geração.
RODRIGUES, Francisco José. Filho de João Rodrigues e de Sabina Josefa de Sousa, moradores na Rua Direita. N.p. de Afonso Rodrigues e de Gertrudes Gomes, do Cortinhal, Chaviães; n.m. de Francisco Coelho e de Maria de Sousa, da Vila. Nasceu a 9/1/1784 e foi batizado na igreja de SMP a 12 desse mês. Padrinhos: Francisco José da Costa e esposa, Teresa Josefa Pinto Cardoso, residentes no Campo da Feira de Fora. // Casou na igreja de SMP a 29/11/1828 com Caetana Luísa de Sousa Araújo, filha de Maria Luísa Araújo, todos da Vila. Testemunhas: padre M.J. Quintela, AJR, mordomo, e Manuel Lourenço Afonso. // Enviuvou. // Contraiu novo matrimónio, na igreja de SMP, a 1/5/1844, com Maria Gertrudes, filha de António Joaquim Alves de Abreu e de Maria Pereira de Abreu, nascida em Santo Estêvão, Vila de Valença. Testemunhas: António Caetano Araújo Azevedo, morgado de Soengas, Chaviães, e José Manuel Gomes de Sousa, morador no ex-convento das Carvalhiças. // Morreu no Campo da Feira de Fora, onde morava com a esposa, a 28/8/1848, e foi sepultado na igreja matriz com ofício de 20 padres.
VALE, José Luís. Filho de João José do Vale, natural de Prado, escriturário da SCMM, e de Maria Engrácia Trancoso, natural da Vila, onde residiam. N.p. de José Luís do Vale e de Luísa Vitória Lourenço; n.m. de Joaquina Rosa Trancoso. Nasceu a 20/7/1912 e foi batizado a 30 de Agosto desse ano. Padrinhos: Secundino Augusto da Cunha, solteiro, e Júlia Augusta da Cunha, solteira, proprietários. // Comerciante. // Casou em Penso a 8/10/1936 com Maria Amélia Ferreira dos Santos. // Em 1937 tinha um Café na Vila, ao qual o professor Ribeiro da Silva, lhe dedicou uma das suas gazetilhas. // Nesse ano roubaram-lhe 13.000$00 em dinheiro, português e espanhol, que guardava na mesa-de-cabeceira, em sua casa de morada. // Era dele a casa onde depois esteve instalado o Grémio da Lavoura. Também lhe pertenceu uma pequena quinta ao fundo das Carvalhiças, no caminho que leva ao rio, mais tarde adquirida por António Marinho (Chencho). // Faleceu a --/--/19--. // A sua esposa finou-se a 23/9/1972, com 62 anos de idade. // Com geração.
Freguesia: Bouro, Santa Marta. Inventariante: Maria Rosa de Sousa, Maria Silva e Doingos José da Silva.