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Realização de trabalhos de fusão de fibra ótica em caixas de visita existentes, em vários arruamentos de Vila Franca de Xira Solicitado pela empresa Vodafone Portugal – Comunicações Pessoais, SA Condicionamento: • Rua António Palha; • Rua António Maria Eugénio D'Almeida; • Rua Dr. António José de Almeida; • Rua Luís de Camões; • Rua António Lúcio Batista; • Estrada do Monte Gordo.
Realização de manifestação pública de fé denominada “Procissão do Corpo de Deus” Solicitado pela Paróquia de São Vicente Mártir de Vila Franca de Xira Condicionamento:  Largo Conde Ferreira;  Rua dos Loureiros;  Rua Dr. Miguel Bombarda;  Praça Afonso de Albuquerque;  Rua dos Heróis da Guerra Peninsular;  Travessa do Espírito Santo;  Largo do Espírito Santo.
Remodelação da rede de drenagem de águas residuais domésticas e águas pluviais, e dos respetivos ramais domiciliários, e reposição dos pavimentos afetados, no âmbito da empreitada de “Remodelação da rede de abastecimento de água e saneamento na Rua Júlio José Pedro Goes, em Vila Franca de Xira” Condicionamento: Rua Júlio José Pedro Goes Solicitado pelos SMAS - Serviços Municipalizados de Água e Saneamento
Reserva de 3 lugares de estacionamento para apoio a cargas e descargas de mobiliário e equipamento no âmbito da empreitada de intervenção nas lojas nºs 41, 43, 47 e 49, na Rua Luís de Camões, em Vila Franca de Xira Condicionamento: Rua Luís de Camões
Execução de trabalhos de passagem de cabos de telecomunicações em infraestruturas existentes finalidade da ligação em fibra ótica ao Complexo Municipal de Vila Franca de Xira; Local: Ruas José da Costa e Silva e Alfredo Keil; Trabalho executado por: MEO - Serviços Técnicos de Redes de Comunicações Eletrónicas, SA
Incorporação na Fazenda Nacional e retirado do culto o edifício da antiga Capela de São Pedro e o "passo" (contíguo), sita na vila e concelho do Crato, distrito de Portalegre, determinada pela Portaria n.º 4432, publicada no "Diário do Governo" n.º 138, 1.ª série, de 24 de Junho de 1925 .
Pedido de incorporação na Fazenda Nacional de um terreno que fazia parte do passal da freguesia de Vila Maior, concelho de São Pedro do Sul e distrito de Viseu, por Maria do Céu Henriques Pinto que o pretende adquirir para ali edificar uma casa.
Folheto publicitário sobre debulhadora de trigo, centeio, cevada, aveia, etc., e enfardadeira de palha manual ilustrado com desenhos das máquinas. “A Camponesa - Fábrica de Máquinas Agrícolas” tinha a sua sede no Campo Mouzinho de Albuquerque, 52-54, em Vila Nova de Famalicão.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Guilherme Pedro. Contém: 1.º - Recibo n.º 822, de 28 de março de 1940, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 55, de 30 de março de 1940, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 200$00.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Hermínia Gonçalves. Contém: 1.º - Recibo n.º 6.021, de 23 de abril de 1932, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 193 de 23 de abril de 1932, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 172$80.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Carlos Fernandes. Contém: 1.º - Recibo n.º 1.933, de 1 de maio de 1936, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 79, de 4 de maio de 1936, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 178$10.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Joaquim Miranda. Contém: 1.º - Recibo n.º 474, de 24 de janeiro de 1936, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 83, de 30 de abril de 1936, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 178$10.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Maria Batista. Contém: 1.º - Recibo n.º 1.877, de 29 de abril de 1936, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 82, de 30 de abril de 1936, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 178$10.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Doroteia Maria. Contém: 1.º - Recibo n.º 6.790, de 25 de setembro de 1935, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 342, de 26 de setembro de 1935, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 172$80.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Ana Lucas. Contém: 1.º - Recibo n.º 5.102, de 25 de fevereiro de 1932, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 135, de 25 de fevereiro de 1932, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 172$80.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira cedeu a João Duarte Fróis, casado, proprietário, morador em Vila Franca de Xira, 300 m2 de terreno contíguo a uma propriedade próxima do caminho de ferro e no Canto da Olaria, em Vila Franca de Xira. Valor: 36.000 réis.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Luís José. Contém: 1.º - Recibo n.º 1.222, de 1 de março de 1937, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 83, de 24 de abril de 1937, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 172$80.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Prudência Rabuço. Contém: 1.º - Recibo n.º 2.046, de 15 de maio de 1936, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 95, de 16 de maio de 1936, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 178$10.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Ana Rocha. Contém: 1.º - Recibo n.º 2.083, de 24 de outubro de 1941, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 249, de 25 de outubro de 1941, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 218$00.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Elvira Machado. Contém: 1.º - Recibo n.º 3.607, de 21 de março de 1935, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 222, de 21 de março de 1935, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 172$80.
Reconhecimento do prazos do Casal do Carral, freguesia de São Paio de Vizela, Guimarães, que possuem António Dias, João Dias e Domingos Francisco (1703); Reconhecimento da venda de [devesa], freguesia de Salvador de Briteiros, que possui Maria Marques (1703); Carta de venda e obrigação da herdade do Carral (1655); Carta de venda do Casal do Carral, que fazem Sebastião Gonçalves e mulher a João [Nogueira] (1620); Carta de venda de 10 medidas de trigo, 4 de milho 22 de centeio pelas Herdades do Carral, que fazem Sebastião Gonçalves e mulher Helena Manuel (1608); Venda de 3 medidas de pão pela herdade do Carral (1608); Venda de 2 medidas de trigo pela herdade do Carral (1606); Carta de venda de 4 medidas de trigo e 6 de meado pelo Casal de Carral (1604); "Escritura de contrato das Religiosas com Simão Dias Pimenta sobre a água que passa desde a cerca para o seu quintal" (1652); "Reconhecimento da propriedade do Carral de Ribeiro que possui João Alves, morador na freguesia de São Martinho de Leitões" (1703); "Prazo do Casal do Ribeiro na freguesia de São Martinho de Leitões, feito pelas Religiosas de Santa Clara, desta Vila a Custódio Alves da mesma freguesia" (1752); "Permutação que fizeram José Ferreira e sua mulher da freguesia de São Martinho de Leitões, com João Cardoso da Vila de Guimarães" (1811); "Mostrador" da louvação do foro e laudémio imposto no Casal da Venda, freguesia de São Martinho de Leitões [1857].
Sentença de Fernão Esteves juiz da vila a favor da Confraria dos Sapateiros pelo não pagamento da renda de um prazo de umas casas na Rua Nova, feito a João Afonso Castelão e Domingas Martins sua mulher, alegando que as condições do prazo não lhes eram favoráveis. O mordomo da Confraria Fernão Galego toma posse das ditas casas. Foram testemunhas Gaspar de São Torcato, Gaspar Alvares, e outros.
Prazo de duas casas terreiras na rua de Valdedonas na vila de Guimarães que faz a Colegiada de Santa Maria de Guimarães a Pedro Domingues e sua mulher Catarina de Freitas, moradores na dita rua, com a condição que em seis anos façam a casa sobradada e que paguem a renda e pensão ao Cabido por dia de São Miguel de Setembro. Foram testemunhas Gonçalo Esteves, escrivão da Correição, Lopo de Castro vassalo de el Rei e outros.
3 notícias sobre a Igreja Lusitana: notícia em que Diogo Cassels esclarece que a Igreja Lusitana não depende inteiramente de fundos vindos de Londres e que em Gaia existem três congregações independentes; notícias de um correspondente sobre ofício divino realizado em memória dos soldados falecidos na Grande Guerra; notícia de Diogo Cassels sobre a admissão de novos membros na Igreja Lusitana e o progresso das escolas em Vila Nova de Gaia;
Mapa com a relação do número de votos obtidos pelos vários candidatos nas Assembleias dos concelhos de Braga, Barcelos, Vila Verde, Esposende, Póvoa de Lanhoso e Amares. Destacam-se as referências aos candidatos António Lino Neto, Luís de Almeida Braga, Domingos José Soares, Guilherme L. de Azevedo, António de S. Ribeiro, António P. de Matos, Leopoldo de Sousa Machado, entre outros. Contém também informação sobre o número total de eleitores. Inclui, por fim, um recorte de imprensa, com um mapa idêntico.
Pedido de verificação de penhoras, nas receitas da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau de Lisboa, de umas casas da rua Nova da Igreja, na vila de Oeiras; de um casal no sítio da Murteira, freguesia de Santa Maria de Loures; de vinhas no sítio designado 'Mata Senhores' e no Lugar de Salveiros; e de casas na rua Larga das Olarias.
Documentação sobre Encontro Interdiocesano das Cáritas da Zona Centro, em 2003-03-01, com a seguinte ordem de trabalhos: ação de cada Cáritas Diocesana: principais realizações e dificuldades; lançamento do relatório nacional da ação da Cáritas em Portugal; estudo de casos de solução difícil - que futuro?; informatização das Cáritas Diocesanas. Contém: candidatura ao POEFDS do Centro de Noite de S. Romão (Vila Viçosa), 2004; correspondência entre Acácio Catarino e Eugénio Fonseca sobre o rendimento mínimo garantido, 2001.
Processo referente ao auxilio realizado junto da população portuguesa atingida pelas inundações de fevereiro de 1978 e fevereiro de 1979 (Azinhaga, Pombalinho, Vila Franca de Xira) e de novembro de 1983 (Oeiras, Cascais, Sacavém, Algés, Loures). Em 1987, a Cáritas contribui monetariamente para o programa de urgência da Comunidade Europeia para auxiliar populações abrangidas por uma vaga de frio na Europa. Contém: correspondência, recortes de imprensa e relatórios, estimativas orçamentais.
Informação do Arq. Manuel E. Palha Corrêa à Cáritas sobre um terreno junto à estrada nacional n.º 10 que liga Lisboa a Vila Franca de Xira, entre os kms. 136,540 e 136,100. O terreno tinha forma de trapézio retangular, divido em três lotes, com áreas de 0.53 ha., 3.2 ha. e 0.6 ha, situados perto do apeadeiro do caminho de ferro. O documento faz referência a uma planta que não consta do processo.
Maço constituído por documentação relativa a um empréstimo concedido a António Gomes Machado. Para tal, o suplicante hipotecou casas sitas na Rua da Ferraria de Cima, uma propriedade localizada na Praça de Santo Ovídio e uma propriedade próxima ao chafariz da Vila Parda. Alguns elementos identificativos do suplicante: António Gomes Machado – serigueiro, casado com Ana Ferreira Barbosa e morador na Praça de Santo Ovídio, Freguesia de Santo Ildefonso.
Requerente: António Alves de Azevedo. . Assunto: Transgressão por ter feito pesca com redes finas no rio Este, praticado de noite, abrindo o açude do seu moinho. Contém: intimação (duplicado), auto de notícia cujo verso da folha contém declaração do transgressor a afirmar o que fez (duplicado), ordens de serviço, talão da guia de receita e nota de serviço.Local: Concelho de Vila Nova de Famalicão, Freguesia de Cavalões, Lugar de Senra; Requerente: António Alves de Azevedo.
Requerente: Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Fafe. Assunto: Licença para modificar um açude no ribeiro de Santa Rita para a instalação hidroelétrica, destinada a fornecer energia eléctrica e iluminação pública à vila. Contém: requerimento, edital, ordem de serviço, certidão (cópia), reclamações (cópia), declaração (cópia), auto de vistoria, projeto de instalação, notas de serviço, termo de responsabilidade (cópia) e guia de receita de emolumentos, plantas.
Parecer do Procurador Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini, acerca de requerimento de Maria Aureliana do Carmo Serra, e filhos, viúva de João Pimenta Correia da Silva, em que pedem para serem aliviadas do pagamento de 11:222$000 réis referente ao contrato das rendas do pescado da cidade de Aveiro, foros e mais impostos da vila de Mira, nos anos de 1826 a 1830 pertencentes á Casa das Rainhas.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça acerca do recurso interposto pelo Ministério Público da sentença proferida no juízo de direito de Vila Real que declarou sem efeito o título de obrigação com que João Vicente Taveira de Macedo, coronel das extintas milícias de Chaves, se constituiu devedor à Fazenda Nacional, pela quantia de 492$000 réis.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Camarate sobre se a entrega de uma quantia de 600$000 réis feita à Santa Casa da Misericórdia da vila de Borba, por mão do reitor da Misericórdia da mesma Santa Casa a título de restituição, que, em confissão, um penitente se declarou obrigado a fazer, está ou não sujeita ao pagamento do imposto do registo.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Fazenda acerca do libelo proposto pela viscondessa da Baía, na comarca de Oliveira de Azeméis, contra a Fazenda Pública, para a restituição do celeiro com quintal e horta, sito na praça da mesma vila, que se diz pertencente à casa do falecido visconde, e de que se empossou indevidamente a Fazenda Pública como bens da comenda.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Fazenda remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa com a cópia do libelo proposto no juízo de direito da comarca de Abrantes pelo bacharel Vicente Carlos Vaz Soares contra a Fazenda Pública para pagamento dos honorários que, como advogado, lhe tinha ficado a dever o extinto Convento de São Domingos daquela vila.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro acerca do processo em que João Gonçalves de Freitas, ex-soldado de cavalaria n.º 6, pede que lhe seja entregue a importância pela qual foi executado o refratário José António Teixeira, que o suplicante substituiu. Relativamente a este processo, o Ajudante do Procurador-Geral solicita esclarecimentos do Governo Civil de Vila Real, para poder emitir o seu parecer.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro acerca do processo da Direção-Geral das Alfândegas e Contribuições Indiretas em que Francisco Caetano de Freitas, arrematante do real de água no distrito de Lisboa, entre 1844 e 1854, pede que nas contas destes contratos lhe seja paga a importância de 1282$988 réis que não recebeu de diversos contribuintes de Vila Franca de Xira.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca do libelo oferecido pelo padre Francisco Inácio de Seixas contra Joaquim António Henriques no juízo de direito da comarca das Caldas, para reivindicação de um prédio sito na vila de Óbidos, que se diz pertencente à Colegiada da Igreja Paroquial e fora vendido pela Fazenda Pública ao demandado.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa em que informa que a demarcação do Pinhal Nacional do Valado está concluída e que se levantaram dúvidas sobre pertencerem ao arrematante da Quinta do Campo, o conde de Vila Real, um forno de cozer cal, chamado a Bolinha, com o terreno adjacente e outras três terras.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Camarate para a Direção-Geral das Contribuições Diretas, do Ministério da Fazenda, promovendo que se oficie ao delegado do Tesouro no distrito de Vila Real fazendo-lhe sentir a necessidade de solicitar das empresas das águas Vidago e Pedras Salgadas os estatutos por que se regem, exigindo-lhes todas as informações que julgar convenientes para que a coleta da contribuição industrial seja justa e regular.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do delegado do Procurador Régio na comarca de Chaves em que participa ter recebido do administrador do concelho um auto de investigação e duas cartas de António Manuel Nogueira, daquela vila, dirigidas para Almeida aos chefes dos revoltosos, oferecendo-lhes 400 a 600 homens armados e 30 a 40 cavalos.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do delegado do Procurador Régio na comarca de Amarante em que participa ter-se levantado, no julgado de Santa Cruz, uma guerrilha que marchava sobre a estrada de Guimarães, afixando proclamações em Pombeiro, e, receando que fossem tirar os presos da cadeia daquela vila, promoveu a transferência destes para o Porto.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça remetendo a deprecada, recebida do juiz de primeira instância do julgado de Vitigudino, no reino de Espanha, às justiças da vila da Ponte, no julgado de Sernancelhe, comarca de Moimenta, para tomar declarações ao súbdito espanhol Alejandre sobre as circunstâncias da compra de uma égua que tinha sido roubada naquele reino.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o subdelegado do procurador régio no julgado de Alverca da Beira, no seu ofício de 27 de setembro de 1845, lhe participou que, no dia 26 daquele mês, foi assassinado naquela vila José Mateus, por Manuel Gil, que, havia pouco tempo tinha chegado de Lisboa, onde era militar.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que, de acordo com informação do delegado do procurador régio na comarca de Monsaraz, no dia 9 de junho de 1845, foi encontrado morto o guardador de gado Raimundo Manuel, natural daquela vila, que terá sido assassinado com uma facada enquanto dormia, não tendo sido ainda possível descobrir o autor do crime.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do delegado do Procurador Régio na comarca de Midões em que participa que, na tarde do dia 9 de maio, foi cometido, naquela vila, um homicídio por um dos indivíduos que andam armados e refere a necessidade de ser colocada na cabeça da comarca uma força militar permanente.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério das Obras Públicas acerca do requerimento em que Manuel Joaquim de Brito requer a quantia de 120 mil réis provenientes da venda de um terreno feita pelo seu pai, José Ferreira de Brito, falecido na vila do Seixal, a 28 de janeiro, para as obras do porto de Lisboa.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Fazenda acerca dos requerimentos em que Maria da Conceição de Abreu Carvalho pede os vencimentos que ficaram em dívida ao seu falecido marido, que foi escrivão de fazenda em Vila Nova de Foz Côa, e Carlota Júlia Ribeiro pede os da sua falecida irmã, que foi pensionista do montepio do exército.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério do Reino acerca do requerimento em que o Visconde Vila Maior, lente da Escola Politécnica, jubilado em 1863, por diuturnidade de serviço, pede os vencimentos que nessa qualidade lhe competiam pela carta de lei de 23 de abril de 1845, e de que foi privado pela sua nomeação de reitor da Universidade de Coimbra.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete cópias dos ofícios enviados aos procuradores régios de Lisboa e Porto sobre a formação de processos sobre a rebelião que se levantou em diversos pontos do país, principalmente nos distritos de Braga, Bragança, Vila Real, Guarda e Viseu, contra as instituições do país e contra a dinastia reinante.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Frederico de Gusmão Correia Arouca para o Ministério do Reino sobre o processo de justificação de Diogo Pereira Forjaz de Sampaio Pimentel, acerca de um terreno situado na Rua da Igreja, da vila de Tentúgal, que alega pertencer-lhe, mas cuja propriedade era contestada pela Repartição de Obras Públicas, não lhe concedendo licença para o vedar.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Frederico de Gusmão Correia Arouca acerca do pedido de perdão de Francisco Machado Pinto, condenado como cabeça de motim na insubordinação militar que teve lugar no extinto batalhão de caçadores n.º 3 aquartelado na fortaleza de São Fernando, na vila de Moçâmedes, na noite de 24 de novembro de 1869. O magistrado não vê "razão que o possa recomendar à real clemência de Vossa Majestade".
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o requerimento de José Bernardo Vieira, em que pede perdão da pena de 30 dias de prisão correcional a que foi condenado na comarca de Vila Franca de Xira, pelo crime de injúrias e ameaças que dirigiu a um agente da autoridade quando este fiscalizava a execução das posturas municipais no talho de que o suplicante é proprietário.
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; visita à região de Monsaraz guiada pelos Drs. J. Pires Gonçalves e J. Olívio Caeiro, 16 Julho. Envolvência em contexto: Monsaraz, fortificações e conjunto intramuros da Vila.
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; visita à região de Monsaraz guiada pelos Drs. J. Pires Gonçalves e J. Olívio Caeiro, 16 Julho. Envolvência em contexto: [Monsaraz, fortificações e conjunto intramuros da Vila, Paços da Audiência].
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; visita à região de Monsaraz guiada pelos Drs. J. Pires Gonçalves e J. Olívio Caeiro, 16 Julho. Envolvência em contexto: Monsaraz, fortificações e conjunto intramuros da Vila, castelo.
Curso de Primavera *A Estratégia e as Relações Internacionais*, 20-26 de Março 1982; organização do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais e patrocínio da Universidade de Évora; foto de grupo nas Casas de Monsaraz, propriedade da Universidade de Évora, avistando-se parcialmente, à esquerda, a Torre do Relógio; Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo e esposa, à esquerda. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Colóquio da Associação Portuguesa de Museologia (APOM) sobre museologia e património monumental, Universidade de Évora, 29 Outubro/1 Novembro 1982; o evento incluiu sessões de estudo e visitas, as visitas do programa de 1 de Novembro – Igreja do Convento Bom Jesus de Valverde, Viana do Alentejo, Alvito e Vila Nova da Baronia – foram orientadas por Túlio Espanca, visita à Anta Grande do Zambujeiro, 1 de Novembro. Envolvência em contexto: Valverde.
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; visita de estudo orientada pelo Prof. Doutor Mariano Feio e pelo Eng. Leopoldo Portas, 12 de Julho. Envolvência em contexto: Serra d’Ossa e zona dos mármores, Estremoz e Vila Viçosa.
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; visita de estudo orientada pelo Prof. Doutor Mariano Feio e pelo Eng. Leopoldo Portas, 12 de Julho. Envolvência em contexto: Serra d’Ossa e zona dos mármores, Estremoz e Vila Viçosa.
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; visita de estudo orientada pelo Prof. Doutor Mariano Feio e pelo Eng. Leopoldo Portas, 12 de Julho. Envolvência em contexto: Serra d’Ossa e zona dos mármores, Estremoz e Vila Viçosa.
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; visita de estudo orientada pelo Prof. Doutor Mariano Feio e pelo Eng. Leopoldo Portas, 12 de Julho. Envolvência em contexto: Serra d’Ossa e zona dos mármores, Estremoz e Vila Viçosa.
Carta régia de D. Afonso V dirigida aos juizes de Portel e a outras justiças a quem fosse mostrada, referente a requerimento feito por Álvaro, pobre, morador na serra do termo da vila, ao juiz Pedro Eanes, aos vereadores Vasco Gonçalves Cota de Malo (?) e João Lourigo e a outros homens bons, relativo ao impedimento de outras pessoas poderem caçar na terra dos pobres. Redactor: Afonso Anes, escrivão
Os frades do mosteiro de São Paulo da Serra de Ossa tomam posse de dois quartos de umas azenhas, localizadas no termo de Estremoz, uma na ribeira de Ana Loura e outra na ribeira da vila, que lhes foram doadas por Fernando, pobre da mesma comunidade. Redactor: João Afonso, tabelião de Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Casa de Estêvão Fernandes, escudeiro e juiz de Estremoz
Emprazamento que faz D. Catarina Mendeiro (?) de Vasconcelos, abadessa do convento de Santa Clara de Santarém, e as freiras do mesmo, a Gonçalo Pires e a sua mulher, Marinha Domingues, moradores em Santarém na rua de Santo Antoninho, de uma vinha com olival, no lugar de Manços, termo da vila, por doze libras de dinheiros portugueses, pagas pelo Natal. Redactor: Gomes Pires, tabelião em Santarém Localidade de redacção: Santarém Localização específica da redacção: Na igreja do mosteiro de Santa Clara
Perante Martim Vicente de Vila Lobos, cavaleiro, juiz do rei em Évora, compareceu Fernando, em nome dos pobres do termo de Montemor-o-Novo, solicitando o traslado de uma carta de privilégios de D. Afonso V. Através desta carta o monarca dava, aos referidos pobres, os mesmo privilégios que foram concedidos aos da Serra de Ossa. Redactor: Mendo Afonso, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Venda que fazem Gonçalo Anes Ferrete e sua mulher, Iria Esteves, a Vicente Anes e a sua mulher, Catarina Anes, de um quinto de umas casas onde morava o Vicente Anes, dentro da cerca da vila, por vinte cinco libras da moeda corrente de Portugal. Redactor: Vicente Lourenço, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Vicente Anes, sardinheiro
Constança Eanes, viúva de Gomes Eanes [...], vizinha e moradora em Montemor-o-Novo, afirma ter vendido, há dois anos, a Paio Rodrigues, escudeiro, e a Leonor Vicente Barrosa, um pedaço de terra, localizado no termo da vila, em Rio Mourinho, por duzentos reais brancos. Redactor: Vasco Lourenço, tabelião em Montemor-o-Novo e seu termo. Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: No termo, no monte de João Galego do Val das Mós.
Carta do bispo de Silves relativas aos mosteiros de São Paulo da Serra de Ossa, de Santo Antão de Vale do Infante, de Santa Catarina de Montemuro e de Nossa Senhora do Amparo de Valbom de Vila Viçosa, todos localizados no bispado de Évora, autorizando a edificação de altares, desde que não façam prejuízo às igrejas paroquiais. Redactor: Diogo Afonso, escrivão Localidade de redacção: Santarém
Escambo realizado entre Vicente Anes, sardinheiro, e sua mulher, Catarina Anes, de um lado, e Afonso Esteves e sua mulher, Mor Fernandes, do outro, moradores e vizinhos de Montemor-o-Novo. Os primeiros dão aos segundos um pedaço de vinha e recebem deles outro. Ambos se situavam no termo da vila, em Val Verde. Redactor: João Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de Vicente Anes, sardinheiro
Venda que faz Francisco Fernandes, filho de Fernão Gonçalves, sapateiro, vizinho e morador em Montemor-o-Novo, a Estevão (?) Pais (?) e a sua mulher, Domingas Joanes, também moradores m Montemor-o-Novo, da parte que tinham numa herdade no termo da vila, e num lagar e numa vinha, que ficaram por morte de seu pai, por dezasseis libras. Redactor: Lopo Martins, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Venda que fazem Lopo Domingues e sua mulher, Joana Martins, moradores e vizinhos em Montemor-o-Novo, de umas casas com celeiro no arrabalde da vila, acima do paço do rei que foram de Maria Martins, mãe de Lopo Domingues, por setenta libras de dinheiros portugueses. Redactor: Gomes Eanes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Lopo Domingues
Escambo realizado entre Pedro Domingues e sua mulher, Urraca Esteves, moradores em Montemor-o-Novo, e Vicente Anes, sardinheiro, e sua mulher Catarina Anes, também moradores em Montemor. Os primeiros dão aos segundos um quarto de três quartos de uma herdade, no termo da vila, na Fonte do Cortiço e recebem em troca um moio de trigo. Redactor: Gomes Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Doação que faz Isabel Pires, viúva de Afonso Martins, moradora em Moura, a D. Mécia, freira do convento de Santa Clara, de quem é ama, pelo amor que dela recebera, e de seu pai Pedro de Moura, e pelo amor que lhe tem. O bem doado é um olival na vila de Moura, onde chamam Torrejais, no caminho de Santa Marta. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No convento de Santa Clara
João Salema, escudeiro mor na vila de Alcácer do Sal, e sua mulher, Maria Anes, vendem a João Rodrigues, armeiro do rei e a sua mulher, Isabel Afonso, um quinhão de herdade no termo de Évora, em Machede, por quarenta mil reais brancos. Redactor: Duarte Serrão, escudeiro da Casa do Rei e tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do tabelião.
André Jorge, capelão e ouvidor geral do bispo de Évora, D. Afonso, faz saber ao vigário da vila da Juromenha que as freiras do Mosteiro de São Bento de Cástris de Évora obtiveram uma sentença que lhes dá a posse de uma terra de pão localizada na Juromenha e manda ao vigário que, em nome das mesmas freiras, tome posse dessa terra. Redactor: Luís Gonçalves, escrivão.
Sancha Nogueira, foreira do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, solicita a Vasco Mendes, escudeiro, juiz ordinário da vila de Avis, o traslado de um documento em que Martim Afonso, porteiro do concelho, ordena que os lavradores da Herdade do Cavaleiro entreguem a ração ao referido mosteiro. Redactor: Fernando Afonso, tabelião em Avis pelo Condestável Localidade de redacção: Avis Localização específica da redacção: Casa do tabelião
Emprazamento, em duas vidas, de uma casa, um ferragial e uma vinha, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizados em Montemor-o-Novo e seu termo, a Vicente Anes e sua mulher, moradores nesta vila, por cento e cinco libras, pagas pelo Natal. Redactor: Álvaro Martins, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Paços de Lourenço Mendes, cavaleiro
João Anes, almoxarife do rei em Évora, determina que Lourenço Anes, escudeiro, morador em Montemor-o-Novo, vá a Montemor em seu lugar tomar contas dos testamentos que na vila e seu termo havia e que constrangesse os testamenteiros pelo que fosse achado, e que tomasse contas aos testamenteiros perante o escrivão do almoxarifado. Redactor: Diogo Martins (?), escrivão no almoxarifado de Évora Localidade de redacção: Évora
Venda realizada por Lourenço Anes de Morais, escudeiro do infante D. Henrique, e Isabel Fernandes, moradores na vila de Aveiro, de uma courela de vinha, localizada no termo de Évora, em Peramanca, a João Afonso, lavrador, e Catarina André, moradores no termo de Évora. Redactor: Afonso Vicente, tabelião em Aveiro Localidade de redacção: Aveiro Localização específica da redacção: Casa de Lourenço Anes de Morais, vendedor.
Emprazamento, em três vidas, de uma casa e um pardieiro, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizados na vila, junto ao adro da referida igreja, a Jacob Farache, judeu, por sessenta reais brancos, pagos pelo Natal. Redactor: André Lopes, escudeiro, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Adro da igreja de Santa Maria do Bispo
Emprazamento, em três vidas, de uma herdade, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizada no termo da vila, junto à ribeira de Canha, a Domingos Eanes picamilho e a Leonor Dias, sua mulher, por vinte reais brancos da moeda corrente e duas galinhas boas, pelo Natal. Redactor: Álvaro Dias, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Termo de Montemor-o-Novo, nas casas da herdade
Emprazamento, em três vidas, de um olival, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizado no termo da vila, no caminho da Palreira, a Gonçalo Gil e a Joana Vicente, moradores na referida localidade, por um quinto do azeite. Redactor: Vicente (?), tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Emprazamento, em três vidas, de um chão com oliveiras, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizado no termo da vila, em Abadinho, a Nuno Afonso, escudeiro, e Isabel Pires, moradores na referida localidade, por sessenta reais brancos, pagos pelo Natal. Redactor: André Lopes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Emprazamento, em uma vida, de uma vinha, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizada no termo da vila, em Lagea, a Gomes Eanes, casteeiro, morador na referida localidade, por trinta e cinco soldos, uma galinha e duas dúzias de ovos, pagos em Setembro. Redactor: Joao Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Adro da igreja de Santa Maria do Bispo
Emprazamento, em uma vida, de uma vinha, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizada no termo da vila, em Vale Verde, a Gonçalo Eanes, clérigo, por vinte cinco reais brancos e uma galinha, pagos pelo Natal. Redactor: Álvaro Dias, tabelião pelo Condestável em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Aforamento de uma courela de vinha, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizada no termo da vila, no caminho de Alcácer, junto à Fonte do Reinaldo, a José Faim, judeu, morador em Montemor-o-Novo, por cinco libras, ou vinte soldos, pagos pelo Natal. Redactor: Lopo Rodrigues, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Emprazamento, em três vidas, de uns pardieiros, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizados na referida vila, na rua do Bispo, a Fernão Gonçalves, genro de João Dente, e a Leonor Martins, moradores na mesma localidade, por uma galinha, paga pelo Natal. Redactor: Álvaro Dias, tabelião pelo Condestável em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Emprazamento, em três vidas, de uma vinha com oliveiras, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizada no termo da vila, a Gil Vaz e a Catarina Eanes, moradores na referida localidade, por cinquenta reais brancos, pagos pelo Natal. Redactor: Álvaro Dias, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Emprazamento, em três vidas, de duas courelas de vinha com oliveiras, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, a André Anes Menudo, clérigo, vizinho e morador na referida vila. Pagava de foro, de uma das courelas, vinte e cinco soldos da moeda antiga e uma galinha; e, da outra, três libras da moeda antiga e uma galinha. Ambos os foros eram pagos no Natal. Redactor: Lopo Fernandes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Fernando Martins, prioste da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, solicita a Fernando Martins, vigário de Évora, D. Vasco, o traslado de uma venda do domínio útil de uma vinha, que trazia aforada Bernarda Anes, viúva de João, cirurgião da vila, localizada no termo de Montemor-o-Novo, no Abadinho. Redactor: João Anes, tabelião da rainha em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Emprazamento, em duas vidas, de um campo, da igreja de Santa Maria do Bispo, localizado no termo da vila, no caminho de Évora, a Pedro Vicente, alfaiate, e a sua mulher, Margarida Cucheira, por quinze soldos, uma galinha e uma dúzia de ovos, pagos pelo São Martinho. Redactor: João Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Casa de João Capitão
Traslado de carta régia de D. Duarte solicitado por Gomes Lourenço, clérigo raçoeiro da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, a Fernão Martins, clérigo e vigário na dita vila. A carta era sobre a reforma da moeda e o seu conteúdo dirigia-se, entre outros, às instituições religiosas que tinham propriedades de que recebiam foros. Redactor: Lopo Fernandes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Na praça do arrabalde
Emprazamento que faz João Rodrigues Ravasco, raçoeiro da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, em seu nome e dos outros raçoeiros, de uma vinha na Bucha, termo da vila, a João de Portalegre, sapateiro, e a sua mulher, por trinta soldos de moeda antiga, pagos no Natal. Redactor: Álvaro Martins, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Emprazamento, em três vidas, de um lagar, da igreja de Santa Maria do Bispo, de Montemor-o-Novo, localizado no arrabalde da vila, na barroca da água do poço das aventuras, a Pedro Pinto, escudeiro da casa do rei, e a Filipa Fernandes, ambos moradores em Montemor-o-Novo. Redactor: João da Costa, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Casas de Fernão Martins, prior da igreja de Santa Maria dos Açougues
Venda que faz Brites Pires, viúva, moradora em Montemor-o-Novo, a Catarina Lobo, viúva de Diogo da Gama, de um ferragial com oliveiras em Val de Corvos, termo da vila, por seis mil reais brancos. O ferragial era foreiro à igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo em quarenta reais por ano. Redactor: Pedro Lopes, escudeiro, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de Catarina Lobo
Emprazamento, em três vidas, de um mortorio de vinha, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizado no termo da vila, a Gomes Fernandes, clérigo de missa e morador na referida localidade, por vinte reais brancos, pagos pelo Natal. Redactor: João da Costa, vassalo do rei, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo