Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for fotografia and 30,391 records were found.

Fotografia exterior do edifício.
Fotografia exterior do edifício.
Fotografia de Eduardo Ferreira.
Fotografia de uma artista.
Fotografia de uma artista.
Fotografia de uma artista.
Fotografia 1. Miradouro da Madeira. Fotografia 2. Miradouro Funchal. Fotografia 3. Madeira. Fotografia 4. Miradouro Madeira.
Álbum «Colónia Portuguesa de Timor», mais conhecido por «Álbum Fontoura», nome do governador que o mandou elaborar em finais dos anos 30, e coincidindo, então, com a permanência em Timor de uma missão geográfica e geológica, chefiada pelo geógrafo Jorge Castilho. Contém 549 fotografias relativas a «grupos étnico-linguísticos e tipos em geral», «trajos, ornamentos, pertences e armas», «vida familiar e social», «formas de trabalho (…), arte indígena e instrumentos musicais» e «acção civilizadora e colonizadora». O exemplar do álbum, recuperado após Abril de 1974 pelo antropólogo, professor António de Almeida, foi depositado no AHS, pela «Família Almeida», através do Doutor Pedro Cardim. • Áreas geográficas e topónimos: Timor-Leste • Assuntos: Estado Novo (1926-1974).
Fotógrafo que exercia a sua actividade em Coimbra, no início do século XX.
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, rosto de perfil, de traje académico, com pasta das fitas sob o braço esquerdo, autografado e datado pelo próprio no canto inferior direito "José Maria/ 4-III-08". No cartão secundário, ao nível inferior, "J. J. Silva e Sousa/ Photo/ Coimbra". Trata-se de um "carte de visite" de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Torres Novas, 1886 - Lisboa, 1974), filho único de Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1859-?) e de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena (1864-?), unidos por matrimónio em 1886, em Santarém. Licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1908). Casou, em 1912, em Lisboa, com Maria Teresa Valdez Briffa, e tiveram 6 filhos, 5 raparigas (Maria da Piedade, Maria de Jesus, Maria Teresa, Maria Octávia e Maria José) e 1 rapaz (Bernardim). Dedicou a sua vida à gestão do seu vasto património, de que se destacam grandes propriedades agrícolas, como por exemplo, a Quinta de Carvalhais (onde viveu) e as Quintas do Peru e da Valada. Foi membro da Direcção dos Bombeiros de Torres Novas, da Comissão executiva formada para a construção da actual igreja de Riachos e do Grémio da Lavoura de Torres Novas. A fotografia foi tirada no último ano da sua licenciatura em Direito, na Universidade de Coimbra (1908).
Fotógrafo que exercia a sua actividade em Coimbra, no início do século XX.
Em 1886, o fotógrafo Ricardo Santos, que explorava o Phoebus Photografia Moderna, sendo, aliás, um dos principais operadores de Lisboa, deixa a capital para se fixar em Évora, na Rua Anche, 66, pelo que este atelier já existia naquela data.
Em 1886, o fotógrafo Ricardo Santos, que explorava o Phoebus Photografia Moderna sendo, aliás, um dos principais operadores de Lisboa, deixa a capital para se fixar em Évora, na Rua Anche, 66, pelo que este atelier já existia naquela data.
Fotografia (prova a preto e branco) do exterior do atelier (e da casa ?) de António Maria Ribeiro, situado na Rua da Constituição, nº 337, no Porto. Trata-se de um edifício de planta em "L", flanqueado à esquerda por outro edifício e ligado à direita com uma casa de habitação (nº 473) muito provavelmente a sua, uma vez que há unidade arquitectónica entre o muro no qual se rasga o portão de acesso ao espaço de jardim que enquadra o edifício do atelier. Por cima do portão, placa com a seguinte inscrição: "António Maria Ribeiro/ Ourivesaria, Bronzes d'Arte". O edifício tem dois pisos, sendo o rés-do-chão, no alçado visível, rasgado por sequência de 5 grandes janelas rectangulares, e o 1º piso, elevando-se apenas por cima das duas primeiras janelas a partir da fachada, rasgado por grande janelão e no alçado lateral por janela de sacada com varanda. A existência de vários vãos de janela de grandes dimensões e muito próximos uns dos outros proporcionava, desta forma, um espaço interior com muita luz. Nesta fotografia, já se vê a fachada integral da casa que provavelmente é a do escultor-cinzelador. Esta oficina foi o primeiro estabelecimento que António Maria Ribeiro fundou para exercer a sua actividade independente. Chegou a ter 90 funcionários. Em 1932, ainda laborava. O edifício já não existe (Trancoso, 2009, p.78, 87).
O atelier "Redondo" instalou-se no Palácio Foz, em Lisboa, depois de 1901, ano em que o edifício passa a ser arrendado parcelarmente a várias pessoas, incluindo fotógrafos.
Fotografia (prova a preto e branco) de um grupo, ao ar livre, provavelmente um jardim (fundo de vegetação arbórea), onde se identifica ao centro, vestida de negro, Claire Salles (1863-1934), filha mais velha de Gustav Eiffel, rodeada de algumas pessoas, entre as quais se identificam membros da família Raposo de Sousa d'Alte Espargosa. A composição divide-se em dois planos: primeiro plano composto por 8 pessoas sentadas em banco e cadeiras e o segundo plano por 6 pessoas, encontrando-se as primeiras 5 a contar da esquerda sentadas na balaustrada que os separa, e a 6º pessoa atrás desta e debruçada sobre a mesma, apoiada com os braços. Esquema do primeiro plano: 1ª linha: homem sentado no chão (não identificado); 2ª linha: sentados em cadeiras, uma jovem e um menino, não identificados; 3ª linha, um homem e uma senhora não identificados, Claire Salles (ao centro), Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena (mãe de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa), e uma menina; 4ª linha, uma jovem, Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (pai de José Maria Espargosa), outra jovem e dois homens; na 5º linha: à direita, um homem, não identificado. Cartão secundário decorado com cercadura Arte Nova, gravada, a envolver a fotografia.
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, a 3/4, de traje académico, com pasta das fitas sob o braço esquerdo, sobre cenário, autografado e datado pelo próprio no canto inferior direito "José Maria/ 4-III-08". No cartão secundário, ao nível inferior, "J. J. Silva e Sousa/ Photo/ Coimbra". Trata-se de um "carte de visite" de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Torres Novas, 1886 - Lisboa, 1974), filho único de Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1859-?) e de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena (1864-?), unidos por matrimónio em 1886, em Santarém. Licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1908). Casou, em 1912, em Lisboa, com Maria Teresa Valdez Briffa, e tiveram 6 filhos, 5 raparigas (Maria da Piedade, Maria de Jesus, Maria Teresa, Maria Octávia e Maria José) e 1 rapaz (Bernardim). Dedicou a sua vida à gestão do seu vasto património, de que se destacam grandes propriedades agrícolas, como por exemplo, a Quinta de Carvalhais (onde viveu) e as Quintas do Peru e da Valada. Foi membro da Direcção dos Bombeiros de Torres Novas, da Comissão executiva formada para a construção da actual igreja de Riachos e do Grémio da Lavoura de Torres Novas. A fotografia foi tirada no último ano da sua licenciatura em Direito, na Universidade de Coimbra (1908).
Fotógrafo que exercia a sua actividade em Coimbra, no início do século XX.
Em 1886, o fotógrafo Ricardo Santos, que explorava o Phoebus Photografia Moderna sendo, aliás, um dos principais operadores de Lisboa, deixa a capital para se fixar em Évora, na Rua Anche, 66, pelo que este atelier já existia naquela data.
Em 1886, o fotógrafo Ricardo Santos, que explorava o Phoebus Photografia Moderna, sendo, aliás, um dos principais operadores de Lisboa, deixa a capital para se fixar em Évora, na Rua Anche, 66, pelo que este atelier já existia naquela data.
Em 1886, o fotógrafo Ricardo Santos, que explorava o Phoebus Photografia Moderna, sendo, aliás, um dos principais operadores de Lisboa, deixa a capital para se fixar em Évora, na Rua Anche, 66, pelo que este atelier já existia naquela data.
Em 1886, o fotógrafo Ricardo Santos, que explorava o Phoebus Photografia Moderna, sendo, aliás, um dos principais operadores de Lisboa, deixa a capital para se fixar em Évora, na Rua Anche, 66, pelo que este atelier já existia naquela data.
Em 1886, o fotógrafo Ricardo Santos, que explorava o Phoebus Photografia Moderna, sendo, aliás, um dos principais operadores de Lisboa, deixa a capital para se fixar em Évora, na Rua Anche, 66, pelo que este atelier já existia naquela data.
Conjunto de sete fotografias da Farmácia Cruz em Cantanhede, como fotografia da Placa existente na mesma com indicação de que o Dr. Fernando António da Cruz e Silva era o seu Diretor Técnico, fotografias da Farmácia Cruz em Cantanhede, nos dois edifícios que ocupou, e fotografia do carimbo da mesma.
Esta série engloba um conjunto de fotografias da Farmácia Cruz em Cantanhede, como fotografia da Placa existente na mesma com indicação de que o Dr. Fernando António da Cruz e Silva era o seu Diretor Técnico, fotografias da Farmácia Cruz em Cantanhede, nos dois edifícios que ocupou, e fotografia do carimbo da mesma.
Fotografia de condução de doentes para votar nas eleições legislativas em 5 de outubro de 1980.
Fotografia (prova a preto e branco) de salva neorenascentista, designada por "Renascença", decorada com motivos grotescos animais e vegetais, em relevo, organizados de forma concêntrica, apresentando, do exterior para o interior, motivos vegetalistas espiralados e entrelaçados formando um padrão, terminando em taças com flores, em cabeças de animal fantástico ou em cartelas sem inscrição, circunscritos por dois festões, compondo-se assim a orla. No registo interior surgem quatro grifos apoiados sobre cartela sem inscrição, suspensa pelas bocas de quatro leões com cornos. Peça da autoria de António Maria Ribeiro, conforme gravação na peça, ao nível inferior, junto às marcas de contraste: "António Maria Ribeiro/ Reis Porto". A salva foi realizada ainda quando António Maria Ribeiro era ourives na Casa Reis. No verso, carimbo do autor com a águia e "marca reg./ António Maria Ribeiro/ da Ordem de S. Thiago da Espada/ Ourives - cinzelador - Desenhador/ Rua da Constituição, 337/ Tel. 4625/Porto". Esta peça esteve na Exposição Internacional do Rio de Janeiro, por ocasião da comemoração do 1º centenário da independência do Brasil, em 1922, no âmbito da mostra da Casa Reis, bem como na Exposição de Pratas na Câmara Portuguesa do Comércio de São Paulo, em 1923 (Trancoso, 2009, p.115) A Casa Reis foi fundada em 1880, no Porto, por António Alves Reis, tornando-se mais tarde na Casa Reis & Filhos, depois de os seus 2 filhos, Serafim e Manuel Reis, enveredarem pelo mesmo ofício. Trabalhava sobretudo para Portugal e Espanha. Em 1893, a Casa Reis & Filhos recebeu o título de ourives honorário da Casa Real Portuguesa. Apostou muito no profissionalismo, preparando muito bem os seus artifices e colocando profissionais muito competentes na direcção. Participou na organização dos I e II Congressos de Ourivesaria Portuguesa, em 1925 e 1926, integrando respectivamente a Comissão de Honra e a Comissão Nacional. Ao nível do tipo de produção, especializou-se em peças revivalistas, neogóticas e, sobretudo, neomanuelinas, religiosas e civis, com maior destaque para as de carácter historicista, em particular as que foram executadas por António Maria Ribeiro que, pelo menos, desde 1915 já lá trabalhava, vindo a ser o seu director artístico durante muitos anos. Participou em inúmeras exposições nacionais e internacionais. Aquando da Grande Exposição Industrial Portuguesa em Lisboa, em 1932, já António Maria Ribeiro tinha as suas próprias oficinas de cinzelagem e fundição. A partir da década de 40', as referências à sua actividade começam a rarear, tendo cessado a mesma por essa altura (Trancoso, 2009, pp.51-55).
Fotografias dos armários antigos da Farmácia Senos e que já existiam no tempo em que a farmácia era designada Farmácia Cunha. Zona de atendimento da Farmácia.
Dvd com apresentação de powerpoint e fotografias.
Série composta por fotografias representativas outras personalidades.
Fotografias que documentam o curso de férias da Universidade de Coimbra no Ultramar, em Angola e Moçambique. Algumas fotografias estão repetidas, estando impressas em formatos diferentes. Testemunham a chegada dos participantes, sessões solenes de inauguração e encerramento, aulas e aspetos da assistências, jantares e almoços de confraternização, visitas, exposições e conferências de imprensa. Outras documentam o jantar oferecido a Guilherme Braga da Cruz pelos bracarenses residentes em Nampula, em 28 de setembro de 1961. Neste envelope inclui dois cartões da Sociedade do Niassa. Contém envelope com fotografias aéreas de paisagem e aspetos da viagem. Fotografias de um almoço típico em Luanda e de um jantar de confraternização monárquica na Pastelaria "Versalhes", em Luanda.
Fotografias do edifício da Farmácia Medeiros antigamente e na atualidade, com pormenores do interior e do exterior e fotografia da proprietária no Carro da Queima.
Apresenta-se como leitor da “Tribuna Livre”, elogia o artigo intitulado “Coisas deste Mundo”, de Alfredo Pimenta, que considera uma lição para João de Barros. Refere um artigo de Júlio Dantas em homenagem a Teixeira Gomes. Envia o recorte desse artigo. Comunica o envio de uma fotografia de homenagem a Fernandes de Sousa. Contém a fotografia.
Contém as subsecções: Textos do autor; Imaginário; Edição; Ficção; Banda Desenhada; Teatro; Poesia; Cinema; Rádio; Televisão; Vídeo; Ensaio; Fotografia; Música; Tradução e Documentos de apoio à edição As subsecções 003 a 015 foram criadas a pedido do colecionador, não comportando, por ora, qualquer documentação
Rio de Janeiro: Edições Dois Mundos, [1944]. Seleção e prefácio de Cecília Meireles. Dedicatória: «A Branquinho da Fonseca, cordialmente, Cecília Meireles». 1944. Biobibliografia, fotografia e textos de Branquinho da Fonseca, nas p. 10 e 203-208: "Poema duma epígrafe", "Idade do Mundo", "Rosa dos centos" e "Caminhos brancos", extraídos de "Mar coalhado" e de "Cadernos de poesia" (1940).
Documentação elaborada por uma fotografia do "Centenário dos Carcaças", do almoço de Oficiais e da Escola de Marinheiros da Marinha.
Fotografia (prova a preto e branco) de desenho em papel vegetal de castiçal, em estilo barroco, da autoria de António Maria Ribeiro, conforme assinatura "A.M. Ribeiro/ Esc.tor cinzelador" no canto inferior direito. Por cima desta, surge a legenda "«Mosteiro da Encarnação»/ candelabro D. João V (5 lumes)/ (10 peças)". Trata-se portanto de uma encomenda para este mosteiro, constituída por 10 castiçais em estilo barroco joanino (o autor denomina erradamente a peça, pois, pela proporção, trata-se de uma peça de mesa e não de chão, pelo que é um castiçal, de 5 lumes, e não um candelabro). No verso, carimbo com a assinatura do autor do desenho "António M. Ribeiro/ escultor/ cinzelador-desenhador/ Lisboa - Porto".
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de de homem idoso, um pouco a 3/4 sobre a direita, provavelmente Francisco de Paula Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, avô paterno de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa. Existem outros retratos deste homem (PT-AMM-AMR-FT-PR02-043 e 046, 261, 262, 265) presentes no espólio e associados (do mesmo fotógrafo e contemporâneos) a retratos daquele e de seu pai, Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa. Francisco de Paula Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Lisboa, 1830 - 1911) casou com Maria Benedita Pereira Palha de Faria Lacerda e tiveram 5 filhos, 4 rapazes (José Maria, António Maria, João Carlos e Bernardim) e 1 rapariga (Maria do Carmo).
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de senhora não identificada, em pé, lendo um livro, no interior de uma sala ricamente mobilada. No verso, dedicatória manuscrita pela própria, na qual se lê: "Ao seu collega/ Bernardim / Rapozo com/ 43 anos/ 1903/ 17 de Setembro". Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Lisboa, 1859 - ?), filho de Francisco de Paula Raposo de Sousa d'Alte Espargosa e de Maria Benedita Pereira Palha de Faria Lacerda, casou com Maria de Jesus Xavier de Figueiredo de Melo e Oriol Pena, em Santarém, no ano de 1886, vindo a fixar-se em Torres Novas, onde foi detentor de vasto património fundiário. Tiveram um único filho, José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1886 - 1974), licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1908, e que dedicou a vida à administração do património herdado de seus pais, em particular várias quintas com exploração agrícola significativa.
Fotografia (prova a preto e branco) de desenho de medalha alusiva à figura do Infante D. Henrique, composta pela sua figura inscrita em arco quebrado adornado no interior por outro trilobado, sobre a representação da costa africana e de uma caravela, com a sua divisa, "Talant de Bien faire", e a inscrição "Navegações henriquinas. No canto inferior direito, inscrição "Medalha para Bronze/ por António Maria Ribeiro/ escultor cinzelador/ Lx. 1958". Possivelmente, a medalha veio a figurar na exposição "Comemorações Henriquinas", realizada em 1960 na sala de exposições que António Maria Ribeiro tinha na Rua Garrett, nº17, 1º Esq., em Lisboa, denominada "Salão de Bronzes de Arte", já existente na década de 40'. Esta foi a sua última exposição (Trancoso, 2009, p.80).
Grande fotógrafo do seu tempo, foi autor do livro "Não fotografe ao acaso (pequeno guia do fotografo amador e profissional" (Editora Educação Nacional, Porto, 1967).
Fotografia (prova a preto e branco). Conjunto de altar, composto por crucifixo e dois tocheiros, colocados sobre mesa rectangular coberta por tecido e adornada de folho. Em segundo plano, vêem-se várias peças dispostas sobre bancada dupla, também revestida a tecido e adornada de folhos, em armário de vidro, ao fundo, e uma imagem escultórica de Jesus Cristo sobre plinto, revestido da mesma forma. Parede revestida com tapeçarias (tapetes?) de grandes dimensões, com etiqueta a indicar o fabricante: "Fabrico da/ Companhia União Fabril/ de Lisboa". Ao fundo do espaço expositivo (Loja?), parede em vidro, com duas portas e letring referente a produtos sobre o vidro: "Sulfatos de Ferro e Sod(io)/ Adubos/ Sulfato de Cobre/ Enxofres/ Acidos sulfurico e Chlorhydrico". Trata-se de uma exposição de peças da autoria de António Maria Ribeiro, provavelmente em Lisboa (ver PT-AMM-AMR-FT-PR02-294).
Fotografia (prova a preto e branco) de secretária decorada com aplicações metálicas de linguagem neoclássica, em exposição. Por cima vê-se letreiro, no qual se consegue ler "Adelino de Sá Lemos & C.ª Lt.ª". Trata-se de uma secretária com aplicações metálicas (bronze?), fundidas pela empresa de Adelino de Sá Lemos. Faz parte de conjunto constituído por cadeirão e armário de grandes dimensões. Adelino Augusto de Sá Lemos (Mirandela?, 1869 - Vila Nova de Gaia, 1941) casou com Emilia Teixeira Lopes de Sá Lemos em 1865, de quem teve 4 filhos. Dedicou-se à fundição de bronzes, sabendo-se, através de documentação existente no Arquivo Municipal Sophia de Mello Breyner, que em 1910 encetou processo de obras na Câmara de Vila Nova de Gaia para a construção de 2 prédios e vedação, um destinado a habitação, outro a oficina de fundição de bronzes, sitos na Avenida Campos Henriques, freguesia de Mafamude (Pasta nº 13, Documento nº 38).
Fotografia (prova a preto e branco). Desenho de medalha alusiva à figura do Infante D. Henrique, composta pela sua figura inscrita em arco quebrado adornado no interior por outro trilobado, sobre a representação da costa africana e de uma caravela, com a sua divisa, "Talant de Bien faire", e a inscrição "Navegações henriquinas". No canto inferior direito, inscrição "Medalha para Bronze/ por António Maria Ribeiro/ escultor cinzelador/ Lx. 1958". A medalha possivelmente figurou na exposição "Comemorações Henriquinas", realizada em 1960 na sala de exposições que António Maria Ribeiro tinha na Rua Garrett, nº17, 1º Esq., em Lisboa, denominada Salão de Bronzes de Arte", já existente na década de 40'. Esta foi a sua última exposição. (Trancoso, 2009, p.80).
Fotógrafo que exercia a sua actividade em Coimbra, no início do século XX.
Fotografia (prova a preto e branco) de várias peças de uso litúrgico, nomeadamente, um crucifixo sobre base com duas figuras aladas, um turíbulo, uma custódia, cálice e patena, e conjunto de crucifixo e 4 castiçais, de linguagem "moderna", da autoria de António Maria Ribeiro. As peças encontram-se sobre uma mesa, tendo sido colocado pano negro por trás para criar fundo. Por cima deste, vê-se pormenor do tecto da sala decorado com estuques (?) e pintura mural (guirlandas) junto à sanca. No verso, carimbo com a assinatura do autor "António M. Ribeiro/ escultor" e dois pedaços de papel escritos à máquina, colados: no primeiro "descrição/ Foto N. 1 - Peças religiosas/ (crucifixo e castiçaes (arte moderna)/ calix, custódia, turíbole e cruz/ executa-se em prata e bronze)" e carimbo "António Maria Ribeiro/ escultor e cinzelador/ Rua Garrett, 17, 1º Esq./ Telef. 2 2770 = Lisboa"; no segundo "Executamos neste género em todos/ os estilos, desde os mais ricos/ aos mais modestos".
Conjunto de três fotografias do interior da Farmácia Medeiros em 2012, com pormenores da zona de atendimento onde se visualizam armários antigos, fotografia do Dr. José Augusto de Medeiros, farmacêutico e fundador da Farmácia Medeiros; a placa da atual diretora técnica da Farmácia Medeiros, Dr.ª Maria Alice Abreu Medeiros, diploma, balcão com fotografia dos tempos de estudante da Dra. Maria Alice Abreu Medeiros.
Fotografia (prova a preto e branco) do exterior da oficina de António Maria Ribeiro, situada na Rua da Constituição, nº 337, no Porto. Trata-se de um edifício de planta em "L", flanqueado à esquerda por outro edifício e ligado à direita com uma casa de habitação (nº 473) muito provavelmente a sua, uma vez que há unidade arquitectónica entre o muro no qual se rasga o portão de acesso ao espaço de jardim que enquadra o edifício do atelier, conforme se vê nas outras fotografias associadas a esta. Fachada com dois registos, vista parcialmente, rasgada por grande janela rectangular no 1º registo e por janelão no 2º registo; alçado lateral direito, também com dois registos, rasgado por sequência de 5 janelas rectangulares no 1º registo e uma janela de sacada com varanda no 2º, na qual se vê, uma senhora, não identificada. Ao fundo, vê-se a continuidade do edifício, com piso térreo, e alçado também rasgado por janelas idênticas, mantendo o ritmo. A existência de vários vãos de janela de grandes dimensões e muito próximos uns dos outros proporcionava, desta forma, um espaço interior com muita luz. Esta oficina foi o primeiro estabelecimento que António Maria Ribeiro fundou para exercer a sua actividade independente. Chegou a ter 90 funcionários. Em 1932, ainda laborava. O edifício já não existe (Trancoso, 2009, p.78, 87).
Duas fotografias oferecidas pela Junta de Freguesia de Tadim a José Maria Braga da Cruz que documentam uma cerimónia de inauguração, que poderá ser das obras de remodelação da escola Primária de Tadim, que ocorreu em 1957. As fotografias representam a chegada de José Maria Braga da Cruz ladeado pelo seu irmão Domingos Braga da Cruz e por António Maria Santos da Cunha, presidente da Câmara Municipal de Braga, a quem são atiradas pétalas de rosas por mulheres trajadas "à minhota", e o corte da fita inaugural por José Maria Braga da Cruz.
Fotografia (prova a preto e branco) representando peça de ourivesaria, um prato ovalado, com iconografia alusiva à figura e novela "D. Quixote de La Mancha", da autoria do escultor cinzelador António Maria Ribeiro. Peça fotografada sobre tecido adamascado. No verso, carimbo do autor com a águia e "marca reg./ António Maria Ribeiro/ da Ordem de S. Thiago da Espada/ Ourives - cinzelador - Desenhador/ Rua da Constituição, 337/ Tel. 4625/Porto", e manuscrito a carvão "Prato D. Quichote/ (?) 125/ Diâmentro 0,90 cm x 0,60 cm/ tempo gasto na execução 4 meses/ Preço livre de encargos (?)".
Fotografias da Farmácia Medeiros, farmacêuticos, especialidades farmacêuticas e materiais
Série composta por fotografias relativas ao ensino de farmácia.
Augusto Bobone (1852-1910) estudou na Academia de Belas Artes de Lisboa. Herdou o "Atelier Fillon" e tornou-se fotógrafo das Casas Reais de Portugal e Espanha. Ganhou vários prémios, diplomas e medalhas de ouro e prata em exposições e ficou conhecido, sobretudo, pelas suas reproduções de obras de Arte.