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O conjunto de fotografias contém 6 documentos fotográficos, produzidos em contextos diversos. Na primeira fotografia estão referenciados Eduardo Alves e Ferrer, e na última fotografia estão Eduardo Alves, Comandante Morgado e Cândido.
O conjunto de fotografias contém 8 documentos fotográficos, produzidos durante as promoções de carreira de bombeiro. Na primeira fotografia estão referenciados Raul Pinho Augusto, Eduardo Alves, "Espanhol". Na segunda fotografia está referenciado Vítor Martins, bombeiro de 3ª classe.
O atelier "Redondo" instalou-se no Palácio Foz, em Lisboa, depois de 1901, ano em que o edifício passa a ser arrendado parcelarmente a várias pessoas, incluindo fotógrafos.
O grupo de fotografias contém 2 documentos fotográficos, mostrando o corpo feminino dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas. Na segunda fotografia estão as bombeiras: Luísa, Palmira, Isabel e Georgete.
Álbum com 80 fotografias (p&b) referentes a: Natal Cáritas, Av. António Augusto Aguiar; Venda de Natal 1962; Almoço no Hotel Seteais 1960; Palácio S. Bento 1959; Aeroporto 1959; Alcântara 1959.
Casa da actual rua da Academia das Ciências onde esteve a a igreja de Jesus, depois que saiu da rua de S. Marçal e antes de ir para a rua da Senhora da Conceição, conforme opinião do irmão senhor Francisco Maria Martins. Contém uma nota: esta informação do senhor Martins não concorda com o que dizem os documentos que dão a igreja como instalada na rua da Horta, 6A, a qual é normal a esta rua, para a esquerda da fotografia, ainda desemboca quase em frente da casa indicada, que é a que tem o automóvel à porta.
(Lisboa) - Nomeação de António Lino Neto para integrar uma Comissão com a incumbência de rever e actualizar a legislação portuguesa sobre propriedade intelectual. Inclui novo ofício de Júlio Dantas a comunicar a data de uma reunião da referida Comissão, na qual se iria discutir o ante- projecto apresentado pela “Sub-Comissão encarregada de estudar o direito de representação, execução, fono-cinematografia, radio-difusão e reprodução músicomecânica”. Compreende, por fim, um artigo de imprensa, publicada no «Diário dos Açores» (ano 63.º, série 4.ª, n.º 1204, p. 1), reproduzindo uma fotografia de grupo da referida Comissão, na qual se encontra representado António Lino Neto.
Processo referente à organização do II Encontro Nacional da Cáritas, ocorrido a 2006-05-28, em Fátima, sob o tema "Peregrinos em Comunhão", composto por correspondência, programa, informações sobre logística de transportes e equipamentos, reserva de alojamentos, apontamentos manuscritos, memorando de reuniões, fotografia impressa das placas identificadoras por diocese, textos de apoio sobre recursos hídricos e naturais, desdobráveis da Cáritas Brasileira "Programa de Convivência com o Semi-Árido PCSA 1999 a 2002" e "Campanha para Convivência com o Semi-Árido brasileiro: cisterna caseira, toda a família com água potável".
Bilhete-postal do casal Maria Manuela e Augusto Lopes Cardoso para António Ferreira Gomes – bispo do Porto resignatário que em férias no Brasil, em Rio de Janeiro e em São Paulo têm mantido contacto com as “…Equipas de Nossa Senhora, movimento aqui em franca expansão…” e comentando que se nota na imensidão do país como a política e as mentalidades estão “…conturbadas…”. Aponta o sincretismo religioso, 1984-08-24 no verso uma fotografia intitulada “Brasil Turístico 04 – SÃO PAULO – SP – Vista parcial do Vale do Anhangabaú Anhangabau Valley”, São Paulo – Brasil
Bilhete-postal de Manuel António – padre para António Ferreira Gomes – bispo do Porto resignatário enviando um “…abraço de parabéns por mais um ano de vida…”; expressa “Que Deus conceda ao Sr. Bispo muitos mais anos…” e indica que esteve a “…participar num congresso em Le Mans…”, E afirma que tem rezado pelo Cónego Rebelo Le Mans – Sartre, 1986-05-09 no verso uma fotografia intitulada “Le Mans (Sartre) - Le Vieux Mans: torre do recinto galo-romano (séculos III e IV). Ao fundo, uma torre da catedral de Saint-Julien.”,
Carta datilografada, com assinatura autógrafa de António J. Antunes Rodrigues, não datada. Local de expedição: [Faro], Portugal Contém ainda: - 1 carta datilografada com assinatura autógrafa, de 1990-01-04; - 1 carta datilografada com assinatura autógrafa, de 1990-07-31; - 1 carta datilografada com assinatura autógrafa, não datada [conjeturalmente finais 2006, por referência ao falecimento de M. Cesariny]; - 1 carta datilografada com assinatura autógrafa, composta por 2 folhas, com fotografia de C. Seixas e mensagem autógrafa na última, datada de 2007-12-15; - 1 carta datilografada com assinatura autógrafa, de 2009-12-22
Carta datilografada com assinatura autógrafa de Liliane Jover, eventualmente datada de Dezembro 2010. Local de expedição: [Mauguio], França Contém ainda: - 1 carta datilografada, composta por 2 folhas, com assinatura e nota *post scriptum* autógrafas de Liliane [Dezembro 2010]; - 1 carta datilografada com assinatura autógrafa, de 2010-12-14; - 1 carta datilografada com assinatura autógrafa, composta por 2 folhas, expedida em 2011-01-21; - 1 carta datilografada, composta por 2 folhas, não datada; - 1 carta datilografada com assinatura autógrafa e uma fotografia anexa de Liliane, Alex e André, em papel comum de impressora, datada de 2011-04-13; - 2 envelopes
Neste ano o texto da circular não tem parágrafos numerados mas trata de todos os assuntos já abordados nos documentos dos anos anteriores, nomeadamente do envio de estampas e cartazes, da definição do programa, da contabilização dos montantes anuais e do saldo total, incluindo também um pedido de mais generosidade aos católicos devido ao enorme aumento das taxas postais. É anunciado nesta circular que uma fotografia da maqueta do monumento foi publicada no jornal O Monumento e que está para breve a cerimónia da bênção da primeira pedra.
Certificados de Participação na Festa de Nossa Senhora da Boa Viagem /Festas do Concelho de Constância 2011, no Concurso de Fotografia Retratos da Festa - Categoria a cores. Classificados 1º, 2 e 3º lugares.
Busto de Domingos da Costa e ao lado uma lápide em bronze com o nome de todos os elementos da Comissão Patriótica Oliveirense. Em baixo fotografia tirada no Parque La Salette com a Comissão Patriótica Oliveirense e alguns beneméritos. No chão: José Landureza, Fernanda de Oliveira e António César Guedes. Sentados: José Lino Pires, Joaquim Nunes da Silva, Francisco Costa, Domingos Costa, Francisco Tavares Machado, António Resende Rodrigues e Aníbal Resende. Em pé: António Pereira Costa, António Bastos Nunes, Albertino Landureza, Franklim Nunes da Silva, Bento Landureza, António Moreira Guedes, António Barbosa Tavares, António Landureza, Adelino Carvalho, Alfredo dos Santos Godinho, Armindo Landureza, José Firmino da Silva e Adelino Pereira da Costa.
Projetos, provas e exemplares dos elementos de propaganda e edificação religiosa usados pelo Secretariado para obter as contribuições dos católicos, nomeadamente cartazes, folhetos pagelas e estampas. Inclui: os cartazes de grande formato destinados a serem afixados em lugares visíveis; um desenho, a cores, com o projeto de um cartaz; a pagela de agosto de 1937 com a oração do Monumento; a fotografia da maqueta para as pagelas do Plano Trienal; um projeto de oração que não foi aprovado; postais do Plano Trienal; desdobráveis "A Cristo Rei Portugal Agradecido" de 1952; fotografias, postais e desenhos do Sagrado Coração de Jesus; provas da imagem de Cristo, para a pagela de setembro de 1958, tendo junto exemplares da mesma; material relativo à inauguração em 17 de maio de 1959, nomeadamente o desdobrável com o Ato de consagração de Portugal aos Sagrados Corações. Integra também envelopes, folhas de papel e cartões de vários formatos com o timbre do Secretariado.
Deseja a Freitas do Amaral boas festas e um feliz ano. Contém uma fotografia de Freitas do Amaral no encontro de advogados brasileiros.
Pede para solicitar a Rocha Martins a publicação, no próximo número [do jornal], da fotografia do Ipana e do seu doador.
Informa que apesar de ser fraca a qualidade da fotografia vai ser usada em tamanho reduzido. Comenta que o artigo vai aparecer no próximo número da "Bracara Augusta".
Agradece-lhe as gentilezas aquando da sua visita a Guimarães e convida-o para o ir visitar a Braga. Informa que envia a fotografia do Sardinha.
Diz que Carolina Homem Cristo lhe emprestou um retrato do irmão, feito por Eduardo Malta. Oferece a fotografia a Manuel Alves de Oliveira.
Devolve as provas e envia ainda uma fotografia sua. Agradece a Alves de Oliveira um roteiro sobre o Brasil, com desenhos de Maltieira.
Professor Doutor Pedro Calmon - Discursando na Sessão Solene Inaugural do Congresso Histórico de Guimarães e sua Colegiada] Fotografia do ato inaugural do Congresso Histórico de Guimarães.
Homenagem a D. Afonso Henriques, onde foi depositada uma coroa de flores ao pé da sua estátua. Fotografia do ato inaugural do Congresso Histórico de Guimarães.
Albino Fernandes a requerer à Câmara de Guimarães licença para colocar uma tabuleta no seu estabelecimento de fotografia no Largo da Oliveira, com os dizeres " Ilford - Selokromo".
Clemente de Abreu, com estabelecimento de barbearia, sito na Rua Dr. Avelino Germano freguesia de Oliveira requer licença para colocar uma tabuleta conforme fotografia em anexo.
Dr. Jaime de Faria, médico com consultório na Rua Paio Galvão, freguesia de São Paio requer licença para colocar uma placa conforme fotografia em anexo.
Banco de Angola, com instalações sito no largo do Toural, 83-85/rua de Camões 4-8, freguesia de São Paio requer licença para colocar um emblema conforme fotografia em anexo.
Monsenhor da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira - D. Prior António de Araújo Costa. Fotografia do acto inaugural do Congresso Histórico de Guimarães.
Pedem uma fotografia de Alfredo Pimenta em virtude de este ter acedido em colaborar na ilustração. Contém um recado de Rocha Martins sobre o retrato de Alfredo Pimenta.
Quadro de Dom Afonso Henriques, almofada com a Chave da cidade, miniatura do Castelo de Guimarães e fotografia do Presidente do Brasil, Emílio Garrastazu Médici.
Informa que dentro de dias conta enviar-lhe o trabalho de Cruz Malpique sobre o Carlos Eugénio, acompanhado de uma fotografia deste e de uma carta explicativa.
Refere-se ao prazo de Sobredo em São Torcato, às provas para o folheto, à fotografia de Alfredo Pimenta e às separatas da revista de Guimarães.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos no Teatro Jordão: " Febre de fotografia"; " Oiro velho"; " Jornal fox"; " A cidade mágica"
Refere-se ao envio da fotografia do retrato a óleo do Rodrigo Navarro de Andrade, que pediu à Sociedade Martins Sarmento.
Tece comentários sobre a imprensa. Refere que a publicação da conferência será posta à venda e sugere uma edição mais barata. Pede uma fotografia do rei.
Acusa a receção do segundo exemplar da fotografia tirada na ida à Madre Deus. Expressa a alegria e a honra que sente na amizade de Alfredo Pimenta.
Envia pelo correio a fotografia destinada à gravura de S. João de Deus. Não será colorida porque é mais caro. Pede que a separata fique pronta em setembro.
Diz que aceita o envio das provas que depois remeterá para o autor, e envia a última fotografia do pai, Conde de Monsaraz.
Retrato de Dona Maria II, Rainha de Portugal, que, em 1853, elevou Guimarães à categoria de cidade. Fotografia de imagem publicado em livro.
D. Eurico Dias Nogueira - Arcebispo Primaz, proferindo a homilia durante a missa campal comemorativa da Batalha de São Mamede. Fotografia do ato inaugural do Congresso Histórico de Guimarães.
Assistência da Sessão Solene Inaugural do Congresso Histórico de Guimarães e sua Colegiada. Fotografia do ato inaugural do Congresso Histórico de Guimarães.
Professor Doutor Joaquim Veríssimo Serrão - Discursando na Sessão Solene Inaugural do Congresso Histórico de Guimarães e sua Colegiada] Fotografia do ato inaugural do Congresso Histórico de Guimarães.
Sessão Solene Inaugural do Congresso Histórico de Guimarães e sua Colegiada - Aspeto da Assistência. Fotografia do ato inaugural do Congresso Histórico de Guimarães.
Citânia de Briteiros - Visita no âmbito do Congresso Histórico de Guimarães e sua Colegiada. Fotografia do ato inaugural do Congresso Histórico de Guimarães.
Aspeto da Parte Antiga da Cidade - Visita no âmbito do Congresso Histórico de Guimarães e sua Colegiada Fotografia do ato inaugural do Congresso Histórico de Guimarães.
Oferece a fotografia de um avião Stuka alemão, construído pelo filho a pedido de Kessemeier e Römer, como prova de amizade.
Homenagem a D. Afonso Henriques, onde foi depositada uma coroa de flores ao pé da sua estátua. Fotografia do acto inaugural do Congresso Histórico de Guimarães.
Escultura em pedra do Museu Martins Sarmento - Pedra Formosa. Fotografia do acto inaugural do Congresso Histórico de Guimarães, aquando da visita dos congressistas à Sociedade Martins Sarmento.
Arcos do Largo da Oliveira pertencentes ao antigo edifício dos Paços do Concelho. Fotografia do acto inaugural do Congresso Histórico de Guimarães.
Igreja de Nossa Senhora da Oliveira - Esculturas da fachada. Bustos de frades e anjos segurando livros com inscrições. Fotografia do acto inaugural do Congresso Histórico de Guimarães.
Fotografia (prova a preto e branco) de salva de linguagem neorenascentista, com cartela circular no centro rodeada por motivos vegetais entrelaçados, profusamente decorada com motivos grotescos vegetais e animais, organizados de forma concêntrica, com padrão de motivos vegetais espiralados terminando em grifos afrontados apoiados em taças com flores na orla. Peça da autoria de António Maria Ribeiro, executada na casa Reis, conforme se encontra gravado na peça, ao nível inferior, junto às marcas de contraste: " António Maria Ribeiro/ Reis Porto". No verso, carimbo do autor com a águia e " marca reg./ António Maria Ribeiro/ da Ordem de S. Thiago da Espada/ Ourives - cinzelador - Desenhador/ Rua da Constituição, 337/ Tel. 4625/Porto". A Casa Reis foi fundada em 1880, no Porto, por António Alves Reis, tornando-se mais tarde na Casa Reis & Filhos, depois de os seus 2 filhos, Serafim e Manuel Reis, enveredarem pelo mesmo ofício. Trabalhava sobretudo para Portugal e Espanha. Em 1893, a Casa Reis & Filhos recebeu o título de ourives Honorários da Casa Real Portuguesa. Apostou muito no profissionalismo, preparando muito bem os seus artifices e colocando profissionais muito competentes na direcção. Participou na organização dos I e II Congressos de Ourivesaria Portuguesa, em 1925 e 1926, integrando respectivamente a Comissão de Honra e a Comissão Nacional. Ao nível do tipo de produção, especializou-se em peças revivalistas, neogóticas e, sobretudo, neomanuelinas, religiosas e civis, com maior destaque para as de carácter historicista, em particular as que foram executadas por António Maria Ribeiro, que, pelo menos desde 1915 já lá trabalhava, vindo a ser o seu director artistico durante muitos anos. Participou em inúmeras exposições nacionais e internacionais. Aquando da Grande Exposição Industrial Portuguesa em Lisboa, em 1932, já António Maria Ribeiro tinha as suas próprias oficinas de cinzelagem e fundição. A partir da década de 40', as referências à sua actividade começam a rarear, tendo cessado a mesma por essa altura. (Trancoso, 2009, pp.51-55).
Fotografia (prova a preto e branco) de salva neomanuelina, com representação de algumas caravelas no medalhão central e do escudo de Portugal alternado com os escudos das ordens honoríficas de Cristo, Santiago e Espada, Avis e Infante D. Henrique e decorada com esferas armilares, da autoria de António Maria Ribeiro. Junto às marcas de contraste, encontra-se gravado "António Maria Ribeiro/ Reis- Porto", de modo que, à data da realização desta peça, António Maria Ribeiro ainda era ourives na Casa Reis. A peça foi fotografada sobre fundo neutro escuro. Segundo Teresa Trancoso, mede 75 cm de diâmetro e, em 1917, pertencia a Eduardo Honório de Lima, do Porto (Trancoso, 2009, p.111). A Casa Reis foi fundada em 1880, no Porto, por António Alves Reis, tornando-se mais tarde na Casa Reis & Filhos, depois de os seus 2 filhos, Serafim e Manuel Reis, enveredarem pelo mesmo ofício. Trabalhava sobretudo para Portugal e Espanha. Em 1893, a Casa Reis & Filhos recebeu o título de ourives honorário da Casa Real Portuguesa. Apostou muito no profissionalismo, preparando muito bem os seus artifices e colocando profissionais muito competentes na direcção. Participou na organização dos I e II Congressos de Ourivesaria Portuguesa, em 1925 e 1926, integrando respectivamente a Comissão de Honra e a Comissão Nacional. Ao nível do tipo de produção, especializou-se em peças revivalistas, neogóticas e, sobretudo, neomanuelinas, religiosas e civis, com maior destaque para as de carácter historicista, em particular as que foram executadas por António Maria Ribeiro que, pelo menos, desde 1915 já lá trabalhava, vindo a ser o seu director artístico durante muitos anos. Participou em inúmeras exposições nacionais e internacionais. Aquando da Grande Exposição Industrial Portuguesa em Lisboa, em 1932, já António Maria Ribeiro tinha as suas próprias oficinas de cinzelagem e fundição. A partir da década de 40', as referências à sua actividade começam a rarear, tendo cessado a mesma por essa altura (Trancoso, 2009, pp.51-55).
Fotografia (prova a preto e branco) de salva neomanuelina, com representação de algumas caravelas no medalhão central, apresentando a orla um enrolamento a imitar as ondas do mar, da autoria de António Maria Ribeiro. Junto às marcas de contraste, encontra-se gravado "António Maria Ribeiro/ Reis-Porto", de modo que, à data da realização desta peça, António Maria Ribeiro ainda era ourives na Casa Reis. A peça foi fotografada sobre fundo neutro escuro. Segundo Teresa Trancoso, tem 64 cm de diâmetro e, em 1917, pertencia a Raimundo Pereira de Magalhães, de Lisboa (Trancoso, 2009, p.112). A Casa Reis foi fundada em 1880, no Porto, por António Alves Reis, tornando-se mais tarde na Casa Reis & Filhos, depois de os seus 2 filhos, Serafim e Manuel Reis, enveredarem pelo mesmo ofício. Trabalhava sobretudo para Portugal e Espanha. Em 1893, a Casa Reis & Filhos recebeu o título de ourives honorário da Casa Real Portuguesa. Apostou muito no profissionalismo, preparando muito bem os seus artifices e colocando profissionais muito competentes na direcção. Participou na organização dos I e II Congressos de Ourivesaria Portuguesa, em 1925 e 1926, integrando respectivamente a Comissão de Honra e a Comissão Nacional. Ao nível do tipo de produção, especializou-se em peças revivalistas, neogóticas e, sobretudo, neomanuelinas, religiosas e civis, com maior destaque para as de carácter historicista, em particular as que foram executadas por António Maria Ribeiro que, pelo menos, desde 1915 já lá trabalhava, vindo a ser o seu director artistico durante muitos anos. Participou em inúmeras exposições nacionais e internacionais. Aquando da Grande Exposição Industrial Portuguesa em Lisboa, em 1932, já António Maria Ribeiro tinha as suas próprias oficinas de cinzelagem e fundição. A partir da década de 40', as referências à sua actividade começam a rarear, tendo cessado a mesma por essa altura (Trancoso, 2009, pp.51-55).
José Maria dos Santos começou a sua actividade fotográfica no início da década de '70, do século XIX, a qual perdurou até à sua morte em 1900. Em 1869, exercia a sua actividade original, como ourives, na Rua da Calçada (actual Rua Ferreira Borges), no número 102, destacando-se sobretudo como fabricante de dentaduras. Paralelamente, desenvolveu a sua actividade como fotógrafo. Antes de 1872, exercia já a sua actividade no Pátio do Castilho. A partir dessa data, é proprietário de uma casa fotográfica situada junto ao Caes, a "Photographia Conimbricense". Na década de '80, esteve ainda temporariamente instalado na Rua da Sofia (nº 151-153). Colaborou em diversas publicações periódicas, como por exemplo "O Panorama contemporâneo". Em 1878, obteve uma menção honrosa na Exposição de Paris. Foi premiado com a medalha de ouro na Exposição Distrital de Coimbra, em 1884, pela apresentação de retratos em tamanho natural em cartão, album e em bilhete de visita, paisagens e vistas da cidade. Esteve presente em outras exposições, nomeadamente no Palácio de Cristal (Porto, 1886) e Exposição Industrial de Lisboa (1889) na qual foi também premiado.
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de homem sentado à secretária, enquadrado simetricamente na arquitectura da sala, esta de planta hexagonal, vendo-se por trás do retratado um grande vão fechado por portas de madeira e dois que o ladeiam (estes vistos parcialmente), adornada com pintura junto à cimalha representando gado bravo, e pequenas pintura de cavalete, emolduradas entre os vãos. Em cima da secretária destacam-se peças de ourivesaria (tinteiro?) e dois livros sobre o pintor espanhol Goya. Através da comparação com outras fontes iconográficas, foi possível identificar o retratado e o ambiente em que foi fotografado: trata-se do famoso ganadeiro José Pereira Palha Blanco (1854-1937), filho de António José Pereira Palha (1825-1871) e de Laura Rodriguez Blanco (1925-?), natural de Málaga (Espanha), que deu grande impulso à ganadaria criada por seu pai, vindo a ser um dos maiores ganadeiros portugueses. A fotografia foi tirada no seu escritório, situado no torreão hexagonal que domina o alçado lateral esquerdo da Casa Palha Blanco, construída no início do século XX, na Quinta das Areias, em Vila Franca de Xira (adquirida por seu pai quando, saindo do Alentejo, se veio aqui fixar e onde iniciou a Ganadaria Palha Blanco), também fotografada por Teixeira da Silva, provavelmente na mesma ocasião em que fez este retrato (veja-se http://www.otiumcumdignitate.pt/o?l=S003). O cartão secundário, cinzento, apresenta ornamentação a branco a enquadrar a fotografia. No verso, surge o carimbo da casa fotográfica, uma composição ricamente desenhada com a inscrição "Photographia Social/ Teixeira da Silva/ Villa Franca de Xira".
Fotografia (prova a preto e branco) representando escultura de Santo António de Lisboa, vista de frente, apresentando-se com os seus atributos iconográficos comuns: o menino Jesus ao colo e o ramo de açucenas. No verso, carimbo do autor com desenho de capitel e "marca reg./ António Maria Ribeiro/ da Ordem de S. Thiago da Espada/ Ourives - Cinzelador - Desenhador/ Rua da Constituição, 337/ Tel. 4625/ Porto". O capitel presente no carimbo de António Maria Ribeiro, corresponde à sua marca de ourives, um capitel encimado por um A (estilizado), registada em 1914.
Fotografia (prova a preto e branco) representando escultura de Santo António de Lisboa, vista de lado, apresentando-se com os seus atributos iconográficos comuns: o menino Jesus ao colo e o ramo de açucenas. No verso, carimbo do autor com desenho de capitel e "marca reg./ António Maria Ribeiro/ da Ordem de S. Thiago da Espada/ Ourives - Cinzelador - Desenhador/ Rua da Constituição, 337/ Tel. 4625/ Porto" e manuscrito a caneta "Altura 1,40m/ peso 170 kilos/ peça fundida de um játo/ (sem emendas)/ trabalho original". O capitel presente no carimbo de António Maria Ribeiro, corresponde à sua marca de ourives, um capitel encimado por um A (estilizado), registada em 1914 (Trancoso, 2009, p.87).
Fotografia (prova a preto e branco) de arca de viagem, aparentemente em couro, gravado, profusamente decorada, com aplicações metálicas (fechadura e peças laterais) e pés a imitar patas de leão. No cartão secundário, ao nível superior, manuscrito a carvão: "Henrique 4º"; ao nível inferior, à esquerda, carimbo "Silva Rocha/ 108 Bomjardim 107" [este com risco por cima] e à frente, escrito a caneta, "154". No verso, carimbo no qual se lê: "Artigos de viagem/ 152 Bomjardim 154/ Silva Rocha/ Porto". A casa Silva Rocha, de artigos de viagem e colchoaria, foi fundada em 1869, no Porto, na Rua do Bomjardim, 152-154, tendo sido premiada em diversas exposições nacionais e internacionais.
Fotografia (prova a preto e branco) de arca de viagem, aparentemente em couro, gravado, profusamente decorada, com aplicações metálicas (fechadura e peças laterais) e pés a imitar patas de leão. No cartão secundário, ao nível superior, manuscrito a carvão: "Luis (digo seculo 16"; ao nível inferior, à esquerda, carimbo "Silva Rocha/ 108 Bomjardim 107" [este com risco por cima] e à frente, escrito a caneta, "154". No verso, carimbo no qual se lê: "Artigos de viagem/ 152 Bomjardim 154/ Silva Rocha/ Porto". A casa Silva Rocha, de artigos de viagem e colchoaria, foi fundada em 1869, no Porto, na Rua do Bomjardim, 152-154, tendo sido premiada em diversas exposições nacionais e internacionais.
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de de homem idoso, rosto a 3/4 sobre a esquerda, provavelmente Francisco de Paula Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, avô paterno de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa. Existem outros retratos deste homem (PT-AMM-AMR-FT-PR02-043 e 046, 261, 262, 264) presentes no espólio e associados (do mesmo fotógrafo e contemporâneos) a retratos daquele e de seu pai, Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa. Francisco de Paula Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Lisboa, 1830 - 1911) casou com Maria Benedita Pereira Palha de Faria Lacerda e tiveram 5 filhos, 4 rapazes (José Maria, António Maria, João Carlos e Bernardim) e 1 rapariga (Maria do Carmo).
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de homem idoso, com rosto de frente, provavelmente Francisco de Paula Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, avô paterno de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa. Existem outros retratos deste homem (PT-AMM-AMR-FT-PR02-043 e 046) presentes no espólio e associados (do mesmo fotógrafo e contemporâneos) a retratos daquele e de seu pai, Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa. Francisco de Paula Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Lisboa, 1830 - 1911) casou com Maria Benedita Pereira Palha de Faria Lacerda e tiveram 5 filhos, 4 rapazes (José Maria, António Maria, João Carlos e Bernardim) e 1 rapariga (Maria do Carmo).
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de homem idoso, com rosto de perfil virado para a sua esquerda, provavelmente Francisco de Paula Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, avô paterno de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa. Existem outros retratos deste homem (PT-AMM-AMR-FT-PR02-043 e 046) presentes no espólio e associados (do mesmo fotógrafo e contemporâneos) a retratos daquele e de seu pai, Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa. Francisco de Paula Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Lisboa, 1830 - 1911) casou com Maria Benedita Pereira Palha de Faria Lacerda e tiveram 5 filhos, 4 rapazes (José Maria, António Maria, João Carlos e Bernardim) e 1 rapariga (Maria do Carmo).
Fotografia (prova a preto e branco) de cruz processional em prata, decorada com elementos do estilo barroco-rococó no pé e terminações dos braços e haste, ostentando a imagem de Nossa Senhora da Candelária em medalhão e resplendor. Nos braços, lê-se a inscrição: "Irmandade de Nossa Senhora da Candelária/ Rio de Janeiro". A peça foi fotografada sobre fundo negro com tratamento a imitar riscado à volta. Trata-se de uma peça destinada à Irmandade de Nossa Senhora da Candelária (Igreja de N.ª Sr.ª da Candelária, Rio de Janeiro), muito provavelmente da autoria de António Maria Ribeiro.
Fotografia (prova a preto e branco) de desenho em papel vegetal de lâmpada, em estilo barroco, da autoria de António Maria Ribeiro, conforme assinatura "A.M. Ribeiro/ Esc.tor cinzelador/ Porto - Lisboa" no canto inferior direito. No canto inferior esquerdo, surge a legenda "Lampadário para a Igreja de/ S.tª Catarina alt. 1,50 m/ (12 peças)". Trata-se portanto de uma encomenda para esta igreja, constituída por 12 lâmpadas em estilo barroco joanino. No verso, carimbo com a assinatura do autor do desenho "António M. Ribeiro/ escultor/ cinzelador-desenhador/ Lisboa - Porto".
Cartaz Promocional da Exposição de Fotografia "O Centro Histórico de Macau - Património da Humanidade" realizada na Casa-Memória de Camões em Constância de 19 de Novembro a 18 de Dezembro de 2011. No âmbito da exposição realizou-se no dia 19 de Novembro as seguintes atividades: - Inauguração da exposição; - Colóquio que contou com os seguintes intervenientes: - Dr. Máximo Ferreira - Presidente da Câmara Municipal de Constância e Vice-Presidente da CIMT - Dr. Rodolfo Faustino - Coordenador do Centro de Promoção e Informação Turística de Macau em Portugal - Dra. Ana Marias Dias - Diretora da Casa-Memória de Camões - Dr. Luís Mota - Professor Coordenador do Instituto Politécnico de Tomar
Grande fotógrafo do seu tempo, foi autor do livro "Não fotografe ao acaso (pequeno guia do fotografo amador e profissional" (Editora Educação Nacional, Porto, 1967).
Fotografia (prova a preto e branco) de escultura representando a figura histórica D. Nuno Álvares Pereira, segurando espada e escudo e envergando cota de malha e veste com as armas dos Pereira, visto a 3/4, do seu lado direito, e identificado na base "Nun'Alvares", da autoria de António Maria Ribeiro. Peça fotografada em cima de plinto, sobre fundo composto por pano desdobrado para o efeito. No verso, carimbo do autor: "António Maria Ribeiro/ Escultor e Cinzelador / Rua Garrett, 17-1º - Esq.º/ Telef. 2 2770 = Lisboa".
Fotografia (prova a preto e branco) de baixo relevo representando a Última Ceia de Cristo, muito provavelmente da autoria de António Maria Ribeiro. A peça foi fotografada em contexto de atelier, sendo visível, à direita, uma figura masculina que a observa, não identificada. Encontra-se anotada, nas extremidades, a feltro, indicando-se as medidas da peça fotografada: em cima e em baixo, "3,55" (m); à direita, "1,38" (m). No verso, carimbo da casa fotográfica: "Bazar/ Foto - Amador/ 14, R. Conde Vizela, 13/ Porto/ Abril 1937".
Fotografia (prova a preto e branco) de cdruz processional em prata, decorada com elementos do estilo barroco-rococó no pé e terminações dos braços e haste, ostentando a imagem de Nossa Senhora da Candelária em medalhão e resplendor. Nos braços, lê-se a inscrição: "Irmandade de Nossa Senhora da Candelária/ Rio de Janeiro". A peça foi fotografada sobre fundo negro com tratamento a imitar riscado à volta. Trata-se de uma peça destinada à Irmandade de Nossa Senhora da Candelária (Igreja de N.ª Sr.ª da Candelária, Rio de Janeiro), muito provavelmente da autoria de António Maria Ribeiro.
Fotografia (prova a preto e branco) de salva, muito provavelmente da autoria de António Maria Ribeiro, com temática camoneana, representando algumas cenas correspondentes ao Canto V do poema épico "Os Lusíadas", de Luíz Vaz de Camões. Ao centro Vasco da Gama, na caravela, dirige-se a Adamastor, que surge entre as nuvens, sendo a cena envolta por fimbría com texto não perceptível. Em torno desta, surgem mais 6 cenas que se relacionam com este episódio. O bordo é composto por rendilhado. Peça fotografada sobre fundo negro. A cena principal, ao centro foi inspirada numa gravura (ver bibliografia).
Pagela com reprodução de fotografia da imagem de Nossa Senhora de Fátima. Ao nível inferior, dactilografado: "Foto de Maria Jacinta". No verso, "Nossa Senhora de Fátima. «Eu venho do Céu. Sou a Senhora do Rosário. Venho para avisar os homens a que reformem sua vidas a peçam perdão dos seus pecados. Eles não devem continuar a ofender Nosso Senhor, porque ele tem sido demasiadamente ofendido pelos pecados dos homens. A gente deve recitar o Rosário à Virgem. Se os homens fizerem o que peço, muitas almas converter-se-ão e haverá paz no Mundo». Blue Army of Our Lady. Washington, New Jersey 07882".
Carte-visite oferecida à família Passaporte.
Documentação criada em reunião da Comissão.