Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for joão and 477,882 records were found.

Documentos pessoais e respeitantes à carreira profissional.
Filiação: Bernardo José Cunha e Monica Maria Espirito Santo. Freguesia: Braga, Maximinos, São Pedro. Concelho: Braga.
A respeito da apelação dos autos cíveis relativos a vinte medidas pertencentes à Capela de São Lázaro impostos nos campos do Barroco, sitos na freguesia de São Martinho de Dume. Através da inquirição o embargado provará: - que os embargantes não são legitimos possuidores das medidas de que se trata; - que os embargantes não são legitimos administradores da dita capela; - que os bens da dita capela não são de sucessão mas de obrigação e pertencem a D. Catarina Jácome de Sousa; - que a esta sucedeu D. Maria Máxima Jácome de Sousa Carneiro; - que a esta sucedeu João Luís Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos; - que este vendeu ao embargado o resto da quinta de Mouquim e prazos dela, bem como os ditos Campos do Barroco.
Transcrição do Alvará e sentença de justificação de El Rei João V, a António da Rosa Marinho, proprietário do ofício de escrivão das sisas da vila de Melgaço. António da Rosa Marinho refere que após vinte anos de bom serviço, menor capacidade de saúde e necessidade de assistência à filha, Ângela Marinho Falcoa, solicita a capacidade de renunciar ao cargo em benefício de quem com ela casar. O monarca faz mercê do pedido, no entanto considera que se deve verificar a legitimidade do casamento e confirmar se o marido, Francisco Pinheiro Figueiroa, tem os requisitos para exercer o cargo que irá ocupar, identifica direitos e obrigações da função. O documento é complementado pelo pedido de confirmação da propriedade do oficio, por Francisco Pinheiro Figueiroa. O documento indica qual o livro da chancelaria em que se regista
Escritura de subenfiteuticação e obrigação, realizado em Alhandra, no cartório do tabelião Teófilo José de Penedo. Estavam presentes de uma das partes, Maria Catarina, viúva, moradora na Horta dos Velhos, julgado de Arruda, e da outra parte, Joaquim da Silva Casaca, fazendeiro, e sua mulher, Joana Maria, moradores no lugar do Mosteiro, do julgado de Alhandra. Por Maria Catarina foi dito que era subenfiteuta de um prazo de natureza em vidas, denominado A-de-Parceira, do qual era senhoria direta a igreja matriz de São João dos Montes, sendo enfiteuta principal Francisco José da Costa Viana, a quem se pagam os laudémios em caso de venda. A subenfiteuta deseja subenfiteuticar a Joaquim da Silva Casaca uma terra em A-de-Parceira, que fazia parte do mesmo casal, contanto a primeira vida a partir do outorgante e de sua mulher, podendo este nomear a segunda e terceira vidas. Findando estas três vidas, o domínio útil do mesmo prazo passa novamente para a outorgante Maria Catarina. Assim, os segundos outorgantes pagam a Maria Catarina o foro anual de cinco alqueires de trigo, pago a 15 de agosto de cada ano, em casas da residência da outorgante, sem quebra, falta ou diminuição alguma, sob pena de procedimento executivo. O pagamento de décimas, tributos e mais pensões ficariam também por conta dos foreiros, devendo estes cultivar e amanhar o prazo. Estes não podem empenhar, hipotecar nem vender o domínio útil do dito prazo, sendo para isso necessário solicitar a devida licença, por escrito. A senhoria direta do prazo, a igreja matriz de São João dos Montes, concedeu a respetiva licença para a realização da presente subenfiteuticação a 10 de junho de 1855, solicitando o seu traslado para o cartório da igreja matriz, cujo prior era António José Moreira. A rogo dos outorgantes assinou Júlio Avelino de Penedo, amanuense, por estes não saberem escrever. Foram testemunhas: Romão António, taberneiro, e José Maria de Sousa Chamusco, oficial de diligências do Juízo Ordinário, todos moradores em Alhandra.
Requerente: Emília Moreira. Assunto: Pedido de licença para construir engenho de retirar água para rega
Traslado do instrumento de venda, quitação, reconhecimento e obrigação realizado em Alhandra, no cartório do tabelião Teófilo José de Penedo. Estavam presentes, como vendedores, Francisco Leocádio, trabalhador, e sua mulher, Maria Angélica, moradores no Casal da Cocaria, da freguesia de São Miguel das Cardosas, e, como comprador, João Lopes, pastor, morador no Casal de A-de-Parceira, do extinto julgado de Alhandra. Pelos vendedores foi dito que eram senhores e possuidores de uma terra com oliveiras, um bocado de vinha e uma casa térrea, da qual era senhoria direta a igreja de São João dos Montes. Tinha como enfiteuta principal Francisco José da Cunha Viana e subenfiteuta Manuel José Henriques, a quem se pagava o foro anual de seis alqueires de trigo, 2.400 réis e duas galinhas, a 15 de agosto de cada ano. O domínio útil pertenceu-lhes por escritura lavrada nas notas do tabelião da vila de Arruda, Rodrigo Anastácio Teixeira de Lemos, a 2 de abril de 1859. O comprador aceitou as condições da presente escritura, bem como o pagamento das décimas e demais encargos. As licenças da senhoria direta e dos enfiteutas foram concedidas. Foram testemunhas: Teodoro Faustino de Frias Nobre, proprietário, morador em Lisboa, João Rodrigues Pinto, trabalhador, morador em Subserra, e Manuel Joaquim d’Oliveira, alfaiate, morador em Alhandra.
Outorgantes: João Araújo. Notário: João Batista Ferreira.
Outorgantes: João Martins. Notário: João Batista Ferreira.