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Manuscrito na "Pasta nº 2 Cazal nº 1 AH". Este documento estava na caixa “Pasta nº2 Anno 1841”, que contém CP 13108 a CP 13142. Escritura de dote para casamento do noivo João Machado de Melo e noiva Maria Angélica Rita Pinto Pereira de Magalhães e Gouveia, 1795, feita na quinta de Refalcão, freguesia de Santa Senhorinha, concelho de Cabeceiras de Basto. "compareceram muitas testemunhas, tudo parentela dos esposados. E são outorgantes: "de uma parte João Machado de Melo, Fidalgo da Casa de Sua Magestade (...) e sua Mãe, Dona Ana Maria Isabel de Melo (...) e da outra parte Luís Pinto de Magalhães e Gouveia e sua Mulher, Dona Rosa Marcelina de Santa Teresa e, com eles, sua filha Dona Maria Angélica Rita Pinto Pereira de Magalhães e Gouveia, moradores nesta dita casa e quinta". Declararam então: "que eles com a ajuda e favor de Deus Nosso Senhor estavam justos e contratados (...) de casar, (...) e que tendo efeito o dito casamento (...) em face da Igreja na forma do Sagrado Concílio tridentino, queriam fazer os seus dotes (...)". trazendo para o casal os bens de que eram titulares ou que as suas Famílias lhes disponibilizavam. João Machado de Melo é o primeiro a ofertar: "era Senhor e possuidor do seu Morgadio e quinta de Pindela e mais bens a ela pertencentes e bem assim de outros mais morgadios sitos em várias partes desta província e do prazo de Arnosinho (...) e outrossim era senhor de vários casais, prazos e bens de que se compunha a sua Casa, e que com todos os referidos bens (...) se dotava destes para si e sua futura esposa e filhos de entre ambos". Tomam seguidamente a palavra os pais da noiva: pois que para "casarem um com o outro lhes havia dotado o seu Pai e Sogro, Paulo Pinto de Magalhães e Gouveia, e seu irmão, o Rev. Manuel Pinto de Magalhães, abade de S. Miguel de Entre-Ambos-os-Rios, todos os bens que havia na Casa, a saber, esta quinta de Refalcão e (...) as da Costa e Hervões, nesta freguesia de Santa Senhorinha, e (...) os bens destas duas quintas". Por fim, e com a permissão dos Senhores seus Pais, fala a própria Dona Maria Angélica Rita: que "se dotava de si para si e seu futuro esposo com a quantia de um conto e seiscentos mil reis em dinheiro que lhe tinha deixado para o seu casamento o seu Tio, o Rev. Marcelino Pereira Cleto, abade resignatário da igreja de S. Miguel de Entre-Ambos-os-Rios, e com mais quatrocentos mil reis que lhe deixou em seu testamento o seu Tio, o Rev. Manuel Pinto de Magalhães, abade na dita igreja".
Luísa da Conceição Cardoso de Macedo Martins de Menezes, nasceu em 4 de Março de 1867 , filha primogénita de Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e Ana Júlia Rebelo, Senhora da Casa da Ribeira em São João da Ponte Guimarães, onde consagrou uma capela à Sagrada Família (compra efetuada pelo 1º conde Margaride ao seu primo co-irmão Eduardo Martins de Queirós Montenegro, em 1900), Dedicou-se a muitas obras de caridade: asilos, irmandades, nomeadamente da Conferência de S. Vicente de Paula, etc. Morreu solteira na Casa da Ribeira, S. João da Ponte a 9 agosto de 1936, sem geração. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
Luísa da Conceição Cardoso de Macedo Martins de Menezes, nasceu em 4 de Março de 1867 , filha primogénita de Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e Ana Júlia Rebelo, Senhora da Casa da Ribeira em São João da Ponte Guimarães, onde consagrou uma capela à Sagrada Família (compra efetuada pelo 1º conde Margaride ao seu primo co-irmão Eduardo Martins de Queirós Montenegro, em 1900), Dedicou-se a muitas obras de caridade: asilos, irmandades, nomeadamente da Conferência de S. Vicente de Paula, etc. Morreu solteira na Casa da Ribeira, S. João da Ponte a 9 agosto de 1936, sem geração. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
Bernardino Felizardo Rebelo de Carvalho, filho único (legitimado por alvará régio de 5-11-1831) de João Rebelo de Matos e Rocha e de Francisca Leocádia de Meireles, nasceu em 1794 e faleceu em 1870. Foi, por morte de seu pai, 8º Senhor da Capela de Santo António de Arroios, em S. João Baptista de Arroios, Vila Real. Casou, em 1831, com Matilde Carolina Cardoso de Menezes Girão, irmã Cristóvão Álvares Coelho, instituidores do Morgado de Arroios, em Vila Real, voltando assim a capela às origens familiares. Exerceu os cargos de Presidente interino (1844) e vereador da Câmara Municipal de Vila Real (1840-1846), alferes agregado do Regimento de Cavalaria n.9 ou Dragões de Chaves (1823), Teve descendência. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007