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Conjunto documental heterogéneo produzido por Margarida Abreu, de caráter religioso. Documentação produzida por Margarida Abreu na sequência da sua participação no I Congresso da Juventude Universitária Católica decorrido entre 16 e 19 de abril de 1953. Folhetos e brochuras com os programas das sessões, brochura com o "Guia Litúrgico" ficha de inscrição, 4 números do "Boletim de Informação" do Congresso, resumos das sessões de estudo dos encontros no Porto e em Coimbra, documentação de apoio às teses debatidas, esquemas das reuniões parciais, "Resultados do apuramento dos Inquéritos" (Maço 1). Documentação relacionada com os incidentes na Capela do Rato, ocorridos entre 30 de dezembro de 1972 e 1 de janeiro de 1973, na sequência da mensagem do papa Paulo VI para o Dia Mundial da Paz: coletânea de frases acerca da paz, cópia de correspondência, relato dos acontecimentos ocorridos, carta aberta ao bispo de Lisboa, recortes de jornal, cópia do pedido de renúncia ao mandato de deputado da Assembleia Nacional de João Pedro Miller Guerra, de 6 de fevereiro de 1973 e cópia de carta de Francisco Sá Carneiro ao presidente da Assembleia Nacional, de 25 de janeiro de 1973 (Maço 2). Documentação relacionada com a Universidade Católica Portuguesa: brochura "Da universidade laica à universidade com Deus" da autoria de José de Oliveira Ascensão, de 1964. Documentação de suporte ao Congresso dos Delegados das Universidades Católicas, realizado em Roma de 20 a 29 de novembro de 1972. Folheto "La universidad catolica en el mundo moderno". Comunicados, apontamentos de reuniões, atas de reuniões, propostas de constituição e organização de cursos, relatórios, deliberações e textos de reflexão produzidos pelos diversos órgãos académicos, de professores e de alunos, inseridos no debate havido entre os anos 1974-1975 acerca da constituição e organização da Universidade Católica Portuguesa (Maço 3).
Mercê de D. Duarte ao convento de São Francisco de Évora, de umas câmaras e de um laranjal que o rei seu pai mandara fazer no convento. D. João I pousava muitas vezes no convento, tal como os outros reis costumavam fazer, e, por isso, mandara fazer de novo duas câmaras com uma trescamara (?) e privada, e refazer e corrigir algumas outras. Mandara também cercar um ferragial e uma horta e plantar aí muitas laranjeiras e fazer um poço e um lavatório. E, assim, destinara estas construções para seu solar e paço. E por guarda dessas câmaras e laranjeiras mandara aí por um carcereiro. Porém, os frades recebiam dele alguns agravos e pediram ao rei que a isso desse remédio. Determina, então, D. Duarte, que nessas câmaras e hortas não haja nenhum carcereiro senão o guardião do mosteiro ou um frade do convento, que assim que recebesse esta carta devia receber as câmaras com todas as suas pertenças (leitos, mesas, bancos e madeira) que a elas pertencessem por inventário que estava em poder do almoxarife régio. Seriam depois bem guardadas numa casa que o guardião considerasse mais adequeda que devia ter duas fechaduras (chaves) ficando uma em poder do almoxarife e outra em poder do guardião do convento. Assim, daí em diante os frades podiam usufruir das câmaras que ficavam vazias, e do laranjal, desde que não fizessem alterações sem consentimento régio, que promovessem a sua manutenção e que as não dessem de aposentadoria a ninguém a não ser ao rei, à rainha, a seus filhos e aos infantes irmãos do rei. Redactor: Lopo Afonso, escrivão Localidade de redacção: Santarém
Sentença relativa a uma demanda entre as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora e Lopo Afonso Botelho, escudeiro, morador em Évora, relativamente à metade de uma herdade no termo de Montemor-o-Novo e a duas courelas de vinha no termo de Évora que eram da capela de João Rodrigues, escudeiro, que deixara estes bens por sua alma ao mosteiro. Já anteriormente as freiras tinham disputado a posse dos bens com Martim Gil de Sequeira e haviam ganho a causa. Agora Lopo Afonso tomara posse destes bens e os ocupara e levara deles os frutos contra a vontade do mosteiro. As freiras recorrem, por isso, a Vasco Vicente, cónego e vigário geral pelo bispo D. Diogo, que lhes deu razão. Mas o réu apelou para a igreja e corte do cardeal de Lisboa onde o feito foi perante Gonçalo Anes, cónego de Lisboa, bacharel de degredos e vigário do cardeal. Porém, a resolução continuava a ser favorável ao mosteiro. Por isso, o réu apelara a Roma. Entretanto, as freiras apelaram ao rei que manda dar sobre o assunto carta através de Afonso Vasques Dantas, seu corregedor de entre Tejo e Guadiana, que mandou levar o feito perante os desembargadores dos feitos do rei onde foi julgado por Rui Fernandes, juiz dos feitos que determinou que a sentença do vigário se não devia cumprir porque o réu era pessoa leiga e era da jurisdição do rei e estava a ser demandado por coisa que era sua. Redactor: Diogo Lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nos paços do concelho
Outorgantes: João Afonso; João Magalhães. Notário: João Pimenta Sousa Gama.