Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for soares and 46,176 records were found.

LEGITIMACAO de Jeronima Soares, de Sao Joao de Reboreda. Localidades: REBOREDA,Sao Joao Batista, VILA NOVA CERVEIRA
TRESLADO do titulo de notariato de Fernao Pereira Soares. Localidades: PONTE LIMA-SANTA MARIA ANJOS, PONTE LIMA
Profissão do noivo: lavrador. Naturalidade do noivo: Vila Verde-Vila Verde. Profissão da noiva: lavardeira. Naturalidade da noiva: Barbudo, São Salvador Parada-Vila Verde. Pai do noivo: António José Soares, feirante. Mãe do noivo: Maria Rosa Soares, tecedeira. Pai da noiva: Manuel Santos, lavrador. Mãe da noiva: Tomasia Sousa, lavradeira. Testemunhas: Manuel João Soares, António Fernandes Lopes Cabanelas e outros.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete as declarações dadas pelos seguintes delegados do procurador régio: Joaquim dos Prazeres Soares, da comarca de Guimarães, António Joaquim Machado Soares, da comarca de Celorico de Basto, António Vieira de Sequeira Ferraz, da comarca de Chacim, e Joaquim da Veiga Cabral e Sampaio, da comarca de Alijó.
Visita do Presidente da República Dr. Mário Soares e da Secretária de Estado da Cultura; à direita, de perfil, Presidente da República Dr. Mário Soares, ao centro, Secretária de Estado da Cultura Dra. Teresa Patrício Gouveia, à esquerda, de perfil, Reitor Prof. Doutor A. G. Santos Júnior e ao seu lado o Governador Civil de Évora Dr. F. Mira Branquinho. Envolvência em contexto: Monsaraz, núcleo intramuros da Vila.
Venda de umas herdades, localizadas no termo de Évora e de Monsaraz, por Dona Isabel Soares de Albergaria, viúva de Diogo Lopes, cavaleiro, escrivão do tesouro do rei D. Afonso, a Álvaro Rodrigues, escudeiro do rei e escrivão dos ouvidores da corte, por vinte e quatro mil reais brancos. Redactor: Pedro Afonso Calado, tabelião em Lisboa Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Casa de Isabel Soares de Albergaria
Formado em direito, depois de ser seminarista. Filiado sucessivamente no Partido Republicano Português, no Partido Nacionalista, na União Liberal Republicana e na União Nacional. Durante a I República foi deputado liberal (1921) e nacionalista (1925 e 1926), bem como presidente da câmara da terra natal, Oliveira de Azemeis, onde era conservador do registo civil. Apoiante do salazarismo, foi governador civil de Coimbra (1931-1932). Ministro do interior de 5 de julho de 1932 a 24 de julho de 1933, deputado e presidente da Assembleia Nacional, de 1942 a 1961. Aparece como presidente da Comissão Consultiva da ANP, em 1970. In: http://www.politipedia.pt/reis-junior-albino-soares-pinto-dos-1888-1983/
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Américo Silva Soares, outorgando na qualidade de procurador de Eurico Jorge Ribeiro Teles Feio e esposa Maria Bárbara Peixoto Pereira; Júlio César Ribeiro Teles Feio e esposa Rosa Maria da Silva Teles Feio; Maria Eunice Ribeiro Teles Feio; Aníbal Paiva de Almeida Fazendeiro e esposa Maria Adília Ribeiro Teles Feio Fazendeiro. 2º Outorgante: Abílio Fernandes Pereira, outorgando na qualidade de gestor de negócios de José António Pereira da Silva, Alcino Pereira da Silva, Abel Pereira da Silva, Rosa de Fátima Pereira da Silva e Ofélia Armanda Pereira da Silva.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Américo Silva Soares, outorgando na qualidade de procurador de Eurico Jorge Ribeiro Teles Feio e esposa Maria Bárbara Peixoto Pereira; Júlio César Ribeiro Teles Feio e esposa Rosa Maria da Silva Teles Feio; Maria Eunice Ribeiro Teles Feio e Aníbal Paiva de Almeida Fazendeiro e esposa Maria Adília Ribeiro Teles Feio Fazendeiro 2º Outorgante: Abílio Fernandes Pereira, casado com Luísa Gonzaga Monteiro de Oliveira Gomes, outorgando por si e na qualidade de gestor de negócios de José António Pereira da Silva, Alcino Pereira da Silva, Abel Pereira da Silva, Rosa de Fátima Pereira da Silva e Ofélia Armanda Pereira da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Américo Silva Soares, outorgando na qualidade de procurador de: Eurico Jorge Ribeiro Teles Feio e esposa Maria Bárbara Peixoto Pereira; Júlio César Ribeiro Teles Feio e esposa Rosa Maria da Silva Teles Feio; Maria Eunice Ribeiro Teles Feio; Aníbal Paiva de Almeida Fazendeiro e esposa Maria Adília Ribeiro Teles Feio Fazendeiro; 2º Outorgante: Abílio Fernandes Pereira, outorgando na qualidade de gestor de negócios de Rosa de Fátima Pereira da Silva e de Ofélia Armanda Pereira da Silva.
TITULO do oficio de Hospitaleiro do Hospital de Sao Marcos, em favor de Mariana Soares, mulher que ficou de Francisco Soares, desta nossa cidade. Localidades: BRAGA, BRAGA
TITULO do oficio de Hospitaleiro do Hospital de Sao Marcos, em favor de Mariana Soares, mulher que ficou de Francisco Soares, desta nossa cidade. Localidades: BRAGA, BRAGA
A presente ficha que abaixo consta foi "construída" tendo por base os domínios ou campos de preenchimento previsto no programa MatrizPCI, tendo em vista a estruturação base para registo da informação respeitante a esta tipologia de Património e à consequente adaptação da base de dados Archeevo para disponibilização online dos respectivos conteúdos. _ IDENTIFICAÇÃO N.º de Inventário: PCICVDG-E-A-001-005-0013 Domínio: Tradições e expressões orais Categoria: Manifestações literárias, orais e escritas Descritores: Poesia Popular Denominação: "Portugal anda em votos" Outras Denominações: - Identificador: CMVDG (Câmara Municipal de Vidigueira) Tipo: Poesia Popular Especificações: Registo identificado e recolhido pela Câmara Municipal de Vidigueira, por Luísa Costa, Manuel Carvalho, Célia Caciones e Solange Domingues (estas duas últimas responsáveis pela recolha áudio). Contexto Tipológico: Poesia popular, oral, registada em gravação áudio e publicação em Antologia Poética, proveniente do autor Joaquim António Curva Tareco. _ CONTEXTO DE PRODUÇÃO Contexto Social Entidade Tipo: Indivíduo (Joaquim António Curva Tareco) Entidade: Acesso: Público (acesso ao poema através dos registos bibliográficos e áudio). Especificações: O presente poema está registado na obra editada pela Câmara Municipal de Vidigueira, "Antologia Poética", estando presente também em gravação áudio. Contexto Territorial Local: Vidigueira - Concelho de Vidigueira Classificação Geográfica: Portugal - Beja - Vidigueira - Vidigueira NUTs: Portugal - Continente - Alentejo - Baixo Alentejo Contexto Temporal Data: Por volta de 1974-1975. Periodicidade: De carácter episódico Especificações: - _ CARACTERIZAÇÃO Caracterização Síntese: Neste poema o autor faz referência ao pós 25 de Abril, a toda a conjuntura que se vive no país, segundo o seu ponto de vista a Revolução de Abril veio agudizar mais os problemas do povo Português, a miséria extrema que assolava o país devido aos baixos salários que usufruíam e ao aumento do pão, bem como, de outros bens alimentares de primeira necessidade. Caracterização Desenvolvida: Poema "Viva o Dr. Mário Soares" VIVA O DR. MÁRIO SOARES E O DR. ÁLVARO CUNHAL E VIVÓ DR. SÁ CARNEIRO E O FREITAS DO AMARAL O 25 de Abril O que veio por cá fazer Já não ganho para comer E as fomes são mais de mil Cá na vida civil É o que está para passares Tens muito que poupar Que é o que está previsto E mandem o primeiro-ministro VIVA O DR. MÁRIO SOARES Houve estragos na nação Já nos estão a fazer falta Foi arranjado por malta Sem ter nenhuma instrução Aumentaram o preço ao pão Aí é que estamos mal Vão muitos para o hospital À falta de tratamento E temos esta por exemplo VIVA O DR. ÁLVARO CUNHAL Eu não sei quem é culpado Não sei nem quero saber E o que me estou é a ver Cada vez mais desgraçado Eu vou-me a queixar ao estado Já não me chega o dinheiro Que há muitos desordeiros E assim nunca mais se entendem E peço a Deus que nos defenda VIVA O DR. SÁ CARNEIRO O professor Marcelo Caetano E o Almirante Américo Tomás Era tão bom rapaz Parecíamos todos manos E quando havia um fulano Que se queria portar mal Era preso no Tarrafal E assim castigado à tesa E assim temos para nossa defesa E O FREITAS DO AMARAL _ CONTEXTO DE TRANSMISSÃO Estado de Transmissão: Inactivo Descrição: Poeta popular já falecido. A poesia está presente na publicação "Antologia Poética" (editada pela Câmara Municipal de Vidigueira em 2005) e numa gravação áudio recolhida por Solange Domingues e Célia Caciones no âmbito de um programa de Ocupação de Tempos Livress no ano de 1992. Proc. PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-005 Data: 2006-12-14 Modo de Transmissão: Oral e impresso Idioma: Português Agente de Transmissão: Câmara Municipal de Vidigueira - António Menezes Produções - Museu Municipal e Arquivo Municipal Especificações: PT_CMVDG-PCICVDG-E-A-001-DVD1 _ ORIGEM/HISTORIAL O Senhor Joaquim António Curva Tareco, natural de Selmes, residente em Vidigueira, nasceu em 1935, era casado e tinha um casal de filhos. Foi sempre trabalhador rural, era analfabeto pois nunca foi à escola, começando muito cedo a trabalhar no campo. Começou por fazer poesias por volta dos seus 12 anos, e só as recitava em festas ou nas tabernas quando lhe pediam. _ CONTEXTO DE DOCUMENTAÇÃO Id. Processo: PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-005 Data: 2006-12-14 Entidade: Câmara Municipal de Vidigueira Responsável: Luísa Costa e Fernanda Palma; Arquivo Municipal (revisão; edição e tratamento de áudios e vídeos; incorporação na base de dados Archeevo) Função: Coordenação, recolha e tratamento Observações: O poema encontra-se no processo PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-005, mais especificamente, em PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-DVD1 no qual estão contemplados, respectivamente, os ficheiros PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-IMP1 e PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-AUD1 _ ACÇÕES DE SALVAGUARDA Riscos e ameaças: Desaparecimento de documentos escritos pelo mesmo ou das recolhas efectuadas. Acções de salvaguarda: Recolha da poesia do autor em publicação (PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-001-IMP1). Processo PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-005 _ ACÇÕES DE DIVULGAÇÃO Denominação: Feira do Livro - Lançamento público da obra "Antologia Poética" Local: Largo Zeca Afonso - Vidigueira Data inicial: 2005 _ BIBLIOGRAFIA - "Antologia Poética", Câmara Municipal de Vidigueira, 2005. _ MULTIMÉDIA - Fotografia (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-005-0013_001) - Áudio do poema "Viva o Dr. Mário Soares" (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-005-0013_002) - Áudio biográfico (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-005-0013_003) - Vídeo biográfico (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-005-0013_004) - Poema na "Antologia Poética" - "Viva o Dr. Mário Soares" (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-IMP1_capa; PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-IMP1_contracapa; PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-IMP1_fol.163) _ DOCUMENTAÇÃO ASSOCIADA - O poeta popular tem alguns dos seus poemas publicados na Antologia Poética, editada pela Câmara Municipal de Vidigueira, no ano de 2005. _ OBSERVAÇÕES Poeta popular já falecido.
Apresentado por sua herdeira e testamenteira Isabel Maria Soares Castro.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Isabel Ferreira outorgando por si e na qualidade de procuradora de Maria Amélia Peixoto de Bourbon, de Maria Fernanda Peixoto de Bourbon e de Francisco José Ferreira Peixoto Bourbon 2º Outorgante: Maria Teresa de Jesus Peixoto de Bourbon e marido Carlos Francisco da Silva Lopes Barbosa outorgando ele por si e na qualidade de procurador de maria da Conceição Ferreira Peixoto de Bourbon, de Maria de Lurdes Peixoto de Bourbon Bastos e marido Raúl Vieira Bastos 3º Outorgante: Maria das Dores Peixoto de Bourbon casada com Albino Lopes Rodrigues 4º Outorgante: Maria da Purificação Peixoto de Bourbon 5º Outorgante: Maria Isabel Peixoto de Bourbon 6º Outorgante: José Gonçalves Pereira Soares casado com Cesaltina Moreira Guerreiro 7º Outorgante: Domingos Gonçalves Soares casado com Fernanda dos Prazeres Carvalho Rodrigues Gonçalves Soares
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Angélica Costa Gomes Pinto; 2º Outorgante: Leonel Gomes Pinto, casado com Angélica Baptista Gomes Pinto, outorgando por si e ainda na qualidade de procurador de: Jorge Costa Gomes Pinto, casado com Maria de Lurdes Santos Araújo Gomes Pinto, que também usa o nome de Maria de Lurdes dos Santos Araújo Gomes Pinto; Leonel Costa Gomes Pinto, casado com Isabel Maria Vieira Montês Gomes Pinto; Armando Costa Gomes Pinto, casado com Maria de Lurdes Simões; 3º Outorgante: Manuel António Jerónimo Liberal, casado com Maria da Graça Rafael Vaz Liberal; 4º Outorgante: Diamantino da Silva Soares, casado com Maria Cândida de Oliveira Soares da Costa; 5º Outorgante: Damião da Silva Soares, casado com Mariana Teixeira da Silva; 6º Outorgante: António Orlando de Freitas Machado, Sérgio Dias Freitas Machado, Júlio Maria Martins da Costa, Fernando Ferreira Eiriz, outorgando em nome de e representação da sociedade comercial, denominada "Midouro-Sociedade Panificadora,Limitada".
SOARES, Aldomar (Mário de Prado). Filho de Emília dos Prazeres [Rodrigues] (com 23 anos em 1913), solteira, doméstica, do lugar do Cerdedo, Prado, e de Luís Cândido Soares (com 29 anos em 1913), solteiro, lavrador, do lugar do Buraco, Prado, onde morava. Neto paterno de Florêncio José Soares (Pata), lavrador, natural da Vila, e de Ludovina Rosa Alves, do lugar do Buraco, Prado, onde moravam; neto materno de Vitória da Purificação Fernandes, doméstica, de Prado. Bisneto pela parte paterna de Maria Teresa de Magalhães (*). Nasceu no lugar do Cerdedo, Prado, a 10/9/1913, tendo por parteira Joana Rosa Gomes, do lugar da Breia, e foi batizado na igreja a 3 de Outubro desse dito ano. Padrinhos: Abílio Augusto Domingues e Felicidade Pinheiro. // Testemunhas do seu assento de nascimento na Conservatória do Registo Civil de Melgaço: António da Silva Cintrão, casado, lavrador, Isidoro Artur do Paço, cocheiro, ambos moradores na Vila, e Manuel José Ferreira, solteiro, lavrador, do lugar de Sante, Paderne. (A declaração de nascimento foi feita pelos seus pais, os quais declararam reconhecê-lo como seu filho para todos os efeitos legais). Todos assinaram, à exceção da mãe do Aldomar, por não saber. // A 17/11/1918 foi admitido na Confraria das Almas de Prado. // Aprendeu as primeiras letras na escola do Pombal com o professor José Caetano Gomes, transitando em seguida para a escola da Vila, cuja professora era Ana Cândida Magalhães de Barros. Dali mudou-se para a escola de Rouças, tendo por professor Rodolfo Augusto Esteves, sendo por este proposto a exame em 1925. Frequentou também o ensino particular, recebendo aulas de Agostinho Fernandes de Barros. // Fez a 1.ª comunhão na igreja de SMP a 30/5/1922. // Entre 1925 e 1927 foi aprendiz de serralheiro na oficina de Manuel Pereira, mais conhecido por “Manuel dos Ovos”, que nesse ano de 1927 encerrou a oficina a fim de emigrar para o Brasil. // Aprendeu música com Mestre Morais em 1928 e 1929, tocando clarinete e depois saxofone. Fez parte do “Orfeão Melgacense.“ // Residiu sucessivamente nos lugares de Cerdedo, Ferreiros, e Buraco, da freguesia de Prado, e na freguesia da Vila: Carvalhiças, Galvão, Corujeiras, e de novo em Galvão, até Janeiro de 1930, data em que emigrou para a Galiza, onde residiu em Mandelos e Eira, lugares da freguesia de Cecrinhos; depois em Quintela, e finalmente em Berducido de Redondela. Emigrou para França a 8/8/1930, fixando-se em Toulouse, regressando a Portugal a 5/8/1935. // Assentou praça na Escola Prática de Engenharia, em Tancos, a 3/3/1936, ficando com o n.º 90, tendo sido colocado na 1.ª Companhia (Transmissões), onde – a 22/5/1936 – fez exame do 1.º curso de habilitação das escolas regimentais. A 8/7/1937 fez exame do 2.º curso, e em 16 do mesmo mês e ano foi promovido a 2.º cabo; a 26/1/1938 foi promovido a 1.º cabo. A 15/6/1940 fez exame do 3.º curso, obtendo 12,5 valores. Passou à disponibilidade a 1/2/1941, sendo nessa data promovido a furriel miliciano. // Alistou-se na Polícia de Segurança Pública de Lisboa a 4/2/1941. // Casou na 4.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa a 25/11/1943 com Aurora Augusta, também de Prado, filha de José Faustino e de Maria Francisca Domingues, ficando a residir na Rua Maestro António Taborda, 68-1.º; casaram na igreja de Prado a 28/2/1952, tendo sido celebrantes os padres Justino Domingues, pároco da Vila, e Firmino Augusto Gonçalves, pároco de Prado. // Adoeceu com meningite a 16/12/1946, do que lhe havia de resultar surdez total e paralisia do flanco direito. Foi tratado no hospital Curry Cabral, Rego, Lisboa. Lê-se no “Notícias de Melgaço n.º 815, de 27/4/1947: «do hospital Curry Cabral, onde sentia umas ligeiras melhoras, transitou para o Serviço II do hospital de Santo António dos Capuchos.» // Devido à doença, foi dispensado da PSP, a 7/7/1947, regressando a Melgaço a 18/7/1947, passando a residir sucessivamente em Galvão, freguesia da Vila, Serra e Rego, freguesia de Prado. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 866, de 25/7/1948, referindo-se às festas de São Lourenço: «No recinto das festas funcionará um sortidíssimo bazar, onde serão sorteadas muitas e valiosas prendas, entre as quais duas interessantes aguarelas da autoria do senhor Aldomar Rodrigues Soares.» // Entrou no hospital de Santo António do Porto a 19/4/1955, do qual regressou a 17 de Maio desse ano. // Morreu na sua casa, em Prado, na noite de 6 para 7/9/1962. // A sua viúva finou-se a 23/6/1999, com 81 anos de idade, em Queluz, em casa da filha. // Pai de dois filhos: Carlos Alberto, nascido em Lisboa a 3/10/1944, e Maria Luísa, nascida em Prado alguns anos depois. // Colaborara em “A Voz de Melgaço” desde o primeiro número, onde deixou escritos de grande interesse histórico; alguns desses artigos foram reunidos pelo padre Júlio Vaz, e editados em livro em 1996 com o título “Padre Júlio Vaz Apresenta Mário”. Também deixou alguns poemas, revelando-nos o seu sentir face às coisas que o atormentavam. Soube, como poucos, suportar a dor, a adversidade, transformando a desgraça em hino à capacidade de realização. Este homem, com a sua imensa vontade e talento, teria sido tudo, desde que as oportunidades surgissem; mas como nasceu pobre, e os poderosos a estes fecham sempre a porta, o “Mário” só furou até onde pôde, mesmo assim legou-nos mais, muito mais, do que lhe seria exigido. Outros, ricos e anafados, na hora da morte só deixam os cofres abarrotados de notas de banco. Ele deixou-nos a sua obra, embora incompleta e imperfeita, como todas as obras. /// (*) Maria Teresa de Magalhães era filha de Ana Rosa do Souto, do lugar do Buraco, e de um filho do Dr. João Caetano Gomes de Abreu Magalhães; foi admitida na Confraria das Almas de Prado a 6/3/1842 por 500 réis; casou com João Caetano Alves (conhecido por “Tirão”).
Filiação: Antonio Melo Lima e Teotonia Maria Soares Abreu. Natural e/ou residente em PACO,Nossa Senhora Socorro , ARCOS VALDEVEZ-SAO SALVADOR e ARCOS VALDEVEZ-SAO PAIO, actual concelho de ARCOS VALDEVEZ e distrito (ou país) Viana do Castelo.
Filiação: Antonio Pinto Soares e Delfina Quiteria Pinto Basto. Natural e/ou residente em CEPELOS,Santa Maria e MADALENA,Santa Maria, actual concelho de AMARANTE e distrito (ou país) Porto.
Filiação: Antonio Pinto Soares e Delfina Quiteria Pinto Basto. Natural e/ou residente em CEPELOS,Santa Maria e MADALENA,Santa Maria, actual concelho de AMARANTE e distrito (ou país) Porto.
Filiação: Antonio Melo Lima e Teotonia Maria Soares Abreu. Natural e/ou residente em PACO,Nossa Senhora Socorro , ARCOS VALDEVEZ-SAO SALVADOR e ARCOS VALDEVEZ-SAO PAIO, actual concelho de ARCOS VALDEVEZ e distrito (ou país) Viana do Castelo.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Albino Manuel Maçada Soares e Maria Manuela Almeida Gomes, Presidente da de Direção e Secretária do Clube Equestre de Loureiro. Terceiro outorgante: Rui Jorge da Silva Luzes Cabral, Presidente de Junta de Freguesia de Loureiro.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: José Dias Neto, representante da empresa "Socarto - sociedade de Levantamentos Topo-Cartográficos, Lda" e José Nuno Metelo Nunes Soares da Paixão, representante da empresa "Nível - Serviços Topográficos, Lda" e José Camilo Pereira de Sousa, representante da empresa "ERFOTO - Fotografia Aérea, Lda.
O Primeiro-Ministro, Mário Soares, no regresso do Senegal e Marrocos, afirma que Portugal tem um grande papel a desempenhar em África. Comenta a autorização de regresso dada pelo Presidente da República, Ramalho Eanes, ao ex-presidente da República Américo Tomás.
No regresso da Cimeira de Madrid, Mário Soares afirma que Portugal não virou à direita e que as instituições portuguesas são sólidas. Declara que o Governo Constitucional não será substituído e que o PS não aceitará um sistema de coligação governamental.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Domingos Correia Gomes 2º Outorgante: Américo Gomes Correia Soares sócio e gerente da " A Neves & Correia, Limitada," representante da "Ecel -Empresa Construtora de Edifícios, Limitada," 3º Outorgante: Joaquim Maria da Silva Carneiro casado com Firmina Sameiro Pinto Azevedo
O primeiro-Ministro e ministro interino dos Negócios Estrangeiros, Mário Soares, em entrevista a ANOP analisa a política externa portuguesa, a exoneração de Medeiros Ferreira, as questões de integração de Portugal na CEE, o "grande empréstimo internacional" e as relações com os países árabes.
O candidato presidencial Diogo Freitas do Amaral, num debate na Faculdade de Direito de Lisboa, alerta para o perigo que o Partido Comunista representa para Portugal, considera que Mário Soares não é uma barreira aos comunistas e destaca os perigos reais das candidaturas de Salgado Zenha e Lourdes Pintasilgo.
O Secretário-Geral do PS, Mário Soares, considera que o Governo de Nobre da Costa não tem condições para ultrapassar a crise e justifica os encontros interpartidários com a necessidade de se encontrar uma solução de base parlamentar dentro de dois ou três meses.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Domingos Correia Gomes, Antero Pinto Fernandes dos Santos, outorgando ambos em representação da sociedade, denominada "Ecel-empresa Construtora de Edifícios, Limitada" 2º Outorgante: José Adriano Soares Guerra Janeiro, casado com Balbina Rodrigues de Almeida Janeiro
Freitas do Amaral analisa a sua e às outras candidaturas à presidência da República; alerta para os perigos de uma vitória de Salgado Zenha ou Maria de Lurdes Pintasilgo; considera que a candidatura de Mário Soares não é uma barreira intransponível ao acesso do PCP ao governo; enuncia os aspetos essenciais do seu programa.
participação do secretário-geral do PS, Mário Soares, numa reunião de socialistas da Europa do Sul, a visita oficial do Presidente da República a Espanha, as declarações de Freitas do Amaral na Assembleia da República e o empréstimo de um bilião e meio de dólares.
Diogo Freitas do Amaral afirma que o apoio dado à candidatura de Mário Soares por empresários decorre da entrega de «fortes subsídios às suas empresas». Justifica a sua candidatura presidencial e afirma que em caso de vitória ira dissolver o Parlamento e convocar eleições legislativas.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Luís da Silva Soares e esposa Maria da Conceição Oliveira 2º Outorgante: António Adalberto de Meireles Campos e Armando de Magalhães Ribeiro, outorgando em nome da sociedade comercial anónima de responsabilidade limitada, denominada "Fábrica de Malhas Albi, S.A.R.L."
O secretário-geral do PS, Mário Soares, considera que em Portugal existe uma viragem à Direita, mas tal não significa que exista o perigo, a médio prazo, de golpe fascista. Afirma que o PS não alinhará em blocos partidários e considera gravíssimo o acentuar da bipolarização da sociedade portuguesa.
O primeiro-Ministro e ministro interino dos Negócios Estrangeiros, Mário Soares, em entrevista a ANOP analisa a política externa portuguesa, a exoneração de Medeiros Ferreira, as questões de integração de Portugal na CEE, o "grande empréstimo internacional" e as relações com os países árabes.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Alice Mendes, que também usa o nome de Alice Gomes Martins 2º Outorgante: Maria Alice Gomes Ferreira da Silva casada com Albino Eurico Pinto da Silva 3º Outorgante: Luís da Silva Soares casado com Maria da Conceição de Oliveira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Domingos Correia Gomes 2º Outorgante: Américo Gomes Correia Soares sócio e gerente da " A Neves & Correia, Limitada," representante da "Ecel -Empresa Construtora de Edifícios, Limitada," 3º Outorgante: António Emílio de Abreu Ribeiro outorgando na qualidade de gestor de negócios de Adolfo Gonzalez casado com Deolinda Oliveira
Casado, 43 anos de idade. Filiação: Antonio Soares. Natural de ORIZ,Sao Miguel-VILA VERDE. Destino Rio Janeiro. Lavrador. Leva sua mulher Maria Augusta, seus filhos Hipolito de 3 anos, Antonio de 2 anos e sua sobrinha Gloria de 15 anos
Reverendo, presbítero Secular, cónego na Sé Primaz. Filho de Manuel António da Cruz e de D. Maria Isabel Soares Borges, da Freguesia de Nossa Senhora da Assunção de Torre de Moncorvo, Bragança. Morador na Rua Nova. Freguesia: Sé, Santa Maria. Concelho: Braga.
José Soares da Silva Júnior solicita licença para construção de um barracão com 56m2, no seu terreno sito no lugar e freguesia Monte Redondo. Confrontações: Norte, Sul, Nascente e Poente – Requerente Processo composto por: - Requerimento - Informação da Junta de Freguesia - Informação do Zelador - Informação da Repartição Técnica - Deliberação camarária de 06-02-1956 - Informação dos Serviços de Fiscalização
Processo de Joaquim do Nascimento Viegas Soares, sócio do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos. Contém talões de pagamento de quotas do Sindicato no valor de 10$00 (escudos) cada relativos às quotas de novembro e dezembro de 1941, e talão de pagamento no valor de 5$00 (escudos) relativo à segunda prestação do seu distintivo farmacêutico.
Documentos relativos ao processo de Ismael Soares da Silva Ribeiro, nomeadamente bilhete postal de inscrição como sócio dirigido à Comissão de Interesses Profissionais, proposta para admissão de sócio como membro correspondente da Sociedade, bilhete postal de inscrição como contribuinte na Secção Jurídica da Sociedade, e cartão com informação sobre a sua formação.
Casado, 43 anos de idade. Filiação: Antonio Soares. Natural de ORIZ,Sao Miguel-VILA VERDE. Destino Rio Janeiro. Lavrador. Leva sua mulher Maria Augusta, seus filhos Hipolito de 3 anos, Antonio de 2 anos e sua sobrinha Gloria de 15 anos
Reverendo, presbítero Secular, cónego na Sé Primaz. Filho de Manuel António da Cruz e de D. Maria Isabel Soares Borges, da Freguesia de Nossa Senhora da Assunção de Torre de Moncorvo, Bragança. Morador na Rua Nova. Freguesia: Sé, Santa Maria. Concelho: Braga.
Fala sobre a sua relação com Alfredo Pimenta. Manifesta a sua opinião sobre o incidente entre Alfredo Pimenta e a Academia Portuguesa da História. Contém uma nota manuscrita de Alfredo Pimenta acerca do assunto da carta de Torcato de Sousa Soares. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Exemplar do jornal "A Juventude" de Junho e Julho de 1962: - Editorial: esboço de uma tentativa - Nota da redação - Fumo por Fausto Parente - Homem, abre os olhos por A. Rodrigues - Meia janela aberta sobre o mundo - 11º congresso ecuménico da juventude europeia - Oikoumene, o pensamento ecuménico sobre as questões sociais - Conversa por F. Soares - Nota curiosa - Intercâmbio de Juventude - Poesia solta por Joaquim Silva - Confissão por Fernando Soares - Temas de hoje por Jorge Lopes - Teste bíblico - Página de publicidade
Assunto: Transgressão de Jaime Soares (O Pirolo) por ter feito uso de explosivos na pesca provocando grande destruição de peixe no rio Cávado. Contém: intimação, auto de notícia, comunicações
Assunto: Transgressão de Francisco Soares Miranda por este ter feito uso da pesca com rede de malha miúda em tempo de defeso no rio Cávado. Contém: cópia de intimação, auto de notícia, comunicações
Assunto: Transgressão de Jaime Soares por ter feito uso da industria da pesca por meio de explosivos provocando grande destruição de peixe no rio Cávado. Contém: auto de notícia, intimação, comunicações, despacho
Primeiro outorgante e seguintes: António Soares da Silva, Mercedes Barbosa Martins, Álvaro Alves da Silva, Maria Fernanda Barbosa Martins, Leonel Martins da Silva e Clara da Conceição de Azevedo Carvalho da Silva. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
O inventariado foi residente em Galegos,Santa Maria. Inventariante: Luisa Jesus em que é inventariado Teresa Jesus e inventariante Jose Joaquim Correia Soares
O inventariado foi residente em Sampaio (Guim). Inventariante: Casimiro Mario Lis Soares Silva residente em Lisboa. Tem apenso inventário de ver cota 4500
Filiação: Antonio Luis Morais Soares e Custodia Teixeira,Solteira. Natural e/ou residente em CARRAZEDO MONTENEGRO,Sao Nicolau, actual concelho de VALPACOS e distrito (ou país) Vila Real.
Filiação: Paulo Moura Morais Soares e Raquel Preciosa Carneiro. Natural e/ou residente em ERVEDEDO,Sao Martinho, actual concelho de CHAVES e distrito (ou país) Vila Real.