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O atelier "Redondo" instalou-se no Palácio Foz, em Lisboa, depois de 1901, ano em que o edifício passa a ser arrendado parcelarmente a várias pessoas, incluindo fotógrafos.
Fotografia a preto e branco de António Luís Machado Guimarães, em Famalicão, no verso com dedicatória de Bernardino Machado ao 2º Visconde de Pindela. António Luís Machado Guimarães (Rio de Janeiro, Candelária, 18 de Janeiro de 1847 - Vila Nova de Famalicão, Calendário, Casa do Rodrigo, 1 de Outubro de 1909). Meio-irmão de Bernardino Machado. Foi Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, o qual surge identificado como Barão de Joane nas listas dos presidentes da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Representante do Título de Barão de Joane, casado com Balbina Gracinda Simões Machado. Bernardino Luís Machado Guimarães (Rio de Janeiro, 28 de Março de 1851 — Vila Nova de Famalicão, 29 de Abril de 1944). Filho do mesmo pai de António, do 2º casamento. Representante do Título de Barão de Joane, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, Presidente do Ministério e Presidente da República Portuguesa. Fonte: Wikipédia.
Fotografia (prova a preto e branco) de salva neomanuelina, com representação de algumas caravelas no medalhão central, decorada com sucessão de arcos trilobados e orla constituída por repetição de elementos heráldicos, nomeadamente o escudo de Portugal alternado com os escudos das ordens honoríficas de Cristo, Santiago e Espada, Avis e Infante D. Henrique, muito possivelmente da autoria de António Maria Ribeiro. Junto às marcas de contraste, encontra-se aparentemente gravado "Reis - Porto", de modo que, à data da realização desta peça, António Maria Ribeiro ainda seria ourives na Casa Reis. A peça foi fotografada sobre fundo neutro escuro. Segundo Teresa Trancoso, João Grave, em 1917, atribuiu a autoria desta peça a António Maria Ribeiro e refere-a como propriedade de Carlos de Seixas, tendo 70 cm de diâmetro (Trancoso, 2009, p.112).
Fotografia (prova a preto e branco) de arca de viagem, aparentemente em couro, gravado, profusamente decorada com elementos neomanuelinos, destacando-se a repetição da esfera armilar, estilizada, com aplicações metálicas (cinta na tampa, fechadura e peças laterais). No cartão secundário, ao nível superior, manuscrito a carvão: "Manuelino Tamanho / digo sacro"; ao nível inferior, à esquerda, carimbo "Silva Rocha/ 108 Bomjardim 107" [este com risco por cima] e à frente, escrito a caneta "154". No verso, carimbo no qual se lê: "Artigos de viagem/ 152 Bomjardim 154/ Silva Rocha/ Porto". A casa Silva Rocha, de artigos de viagem e colchoaria, foi fundada em 1869, no Porto, na Rua do Bomjardim, 152-154, tendo sido premiada em diversas exposições nacionais e internacionais.
Fotografia (prova a preto e branco). António Maria Ribeiro em sua casa (espaço de trabalho), sentado junto a pequena mesa com livros (vendo-se, por cima, um livro sobre Roma e o jornal "Diário de Notícias"), a admirar uma escultura de figura feminina, nua, que segura com as mãos. Em segundo plano, uma estante com livros e vários objectos, entre os quais uma telefonia, e um armário de portas de vidro, com livros e outros objectos, incluindo um retrato de António Maria Ribeiro. Sobre este, outra telefonia. Na parede, encontra-se uma pintura emoldurada, um relógio de parede e baixo relevos. No verso, o carimbo do escultor "António M. Ribeiro/ Escultor", e da casa fotográfica, cujo nome se encontra imperceptível, sendo apenas possível ler "D1464 (?)/ Lisboa".
Assuntos: Fotografias 096.
Fotografia (prova a preto e branco) reproduzindo pormenor de salva em estilo neogótico, composta por arcos conupiais que se dispõem concentricamente, no interior dos quais se desenvolvem outras arquitecturas, nomeadamente outros arcos, bandeiras de claustro e a representação de uma abóbada. Orla composta pela repetição de vários escudos unidos por rendilhado e corda. Peça fotografada sobre fundo negro, da autoria de António Maria Ribeiro. Esta peça foi executada ainda no contexto da sua colaboração na Casa Reis, encontrando-se inclusive representada (ainda em fase de acabamento) em fotografia do grupo de trabalhadores desta Fábrica de Pratas (PT-AMM-AMR-FT-NG01-121). Foi fundada em 1880, no Porto, por António Alves Reis, tornando-se mais tarde na Casa Reis & Filhos, depois de os seus 2 filhos, Serafim e Manuel Reis, enveredarem pelo mesmo ofício. Trabalhava sobretudo para Portugal e Espanha. Em 1893, a Casa Reis & Filhos recebeu o título de ourives honorário da Casa Real Portuguesa. Apostou muito no profissionalismo, preparando muito bem os seus artifices e colocando profissionais muito competentes na direcção. Participou na organização dos I e II Congressos de Ourivesaria Portuguesa, em 1925 e 1926, integrando respectivamente a Comissão de Honra e a Comissão Nacional. Ao nível do tipo de produção, especializou-se em peças revivalistas, neogóticas e, sobretudo, neomanuelinas, religiosas e civis, com maior destaque para as de carácter historicista, em particular as que foram executadas por António Maria Ribeiro que, pelo menos, desde 1915 já lá trabalhava, vindo a ser o seu director artístico durante muitos anos. Participou em inúmeras exposições nacionais e internacionais. Aquando da Grande Exposição Industrial Portuguesa em Lisboa, em 1932, já António Maria Ribeiro tinha as suas próprias oficinas de cinzelagem e fundição. A partir da década de 40', as referências à sua actividade começam a rarear, tendo cessado a mesma por essa altura (Trancoso, 2009, pp.51-55).
Fotografias de António Ferreira Fiandor que correspondem à sua adolescência, idade adulta e velhice, em diferentes momentos da sua vida pessoal e institucional.
Pagela com a reprodução de fotografia de Madre Teresa de Calcutá, com um bébé ao colo, e da sua assinatura. No verso, "Oração de São Francisco". Pagela produzida pelos Colaboradores da Madre Teresa.
Fotografia de grupo no almoço de despedia do Primeiro Tenente Mendonça da guarnição do T. "Pero de Alenquer", C. Republica e Canhoneira "Pátria", em frente ao Hotel Polana - Lourenço Marques em Moçambique.
Primeiro corpo ativo dos bombeiros voluntários de Oliveira de Azeméis composto pelos seguintes elementos, de pé da esquerda para a direita: António Rodrigues Oliveira, José Carvalho Costa, António Rodrigues de Lemos, António Sobrinho, António Enes, António Moreira Guedes, Adelino Carvalho, Manuel Campelo, António Araújo Moia e Alfredo Vargas. Sentados da esquerda para a direita: Amadeu Pereira da Silva, Manuel Dias de Carvalho, Armindo Landureza, Joaquim Lino Pires, António José Alves Moreira, João Lourenço da Silva (comandante), António Landureza, António Costa, Raul Lino Pires, Constantino Bastos e Joaquim Rodrigues Oliveira. Em baixo fotografia do quartel, localizado na rua Bombeiros Voluntários.
Conjunto de 8 fotografias (cor, 15x10cm) institucionais de Eugénio Fonseca, duas quais na sala dos Paços do Concelho de Setúbal, com o Dr. Acácio Catarino, D. Januário Torgal (Comissão Episcopal das Migrações) e o Pe. Rui Pedro (Secretariado Diocesano da Pastoral das Migrações de Setúbal), 1999.
Dedicatória: «Para o António José, do José Régio»
Fotografia (prova a preto e branco de negativo antigo) representando senhora sentada em cadeira, ao ar livre, em caminho de espaço de jardim junto a um edifício com embasamento em pedra e parede em tijolo, vendo-se, ao fundo, outro edifício envolto em vegetação arbórea. O espaço identifica-se, a partir de outros registos fotográficos recentes, como sendo a Quinta de Carvalhais (Torres Novas), pertença da família Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, onde José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa viveu. Coloca-se a hipótese da retratada ser a sua esposa, Maria Teresa Valdez Briffa (Lisboa 1891 - 1983), filha de Domingos Silvão Briffa e de Maria da Piedade De Campos Valdez. Casou com José Maria Raposo Espargosa a 13 de Novembro de 1912, de quem teve 6 filhos. No verso, a fotografia tem série de números, escritos a carvão: "8696 4 6".
Fotografia (prova a preto e branco). Peça escultórica com friso composto por 7 figuras, a central segurando espada e escudo com cruz, e as restantes vestidas à época e associadas a datas correspondentes a momentos chave da história de Portugal: 1140 (fundação de Portugal); 1385 (guerra com Castela, a que se seguiu a Dinastia de Avis, com D. João I); 1640 (Independência de Portugal face ao domínio espanhol com a Dinastia Filipina, desde 1580); 1812 (Invasões Francesas); 1895 (Guerra em África), 1940 (centenário da fundação e da restauração de Portugal). Inscrição não visível na fotografia, ladeada por dois medalhões com a cruz da Ordem de Cristo em relevo e no eixo da peça, de frente, sob a inscrição, uma cruz pátea. No verso, estrutura de postal e carimbo do fotógrafo: "cliché de/ E. Portugal/ Lisboa".
O atelier "Redondo" instalou-se no Palácio Foz, em Lisboa, depois de 1901, ano em que o edifício passa a ser arrendado parcelarmente a várias pessoas, incluindo fotógrafos.
O atelier "Redondo" instalou-se no Palácio Foz, em Lisboa, depois de 1901, ano em que o edifício passa a ser arrendado parcelarmente a várias pessoas, incluindo fotógrafos.
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de senhora sentada em banco de um jardim, vendo-se, ao fundo, edifício envolto em vegetação arbórea. O espaço identifica-se, a partir de outros registos fotográficos recentes, como sendo a Quinta de Carvalhais, pertença da família Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, onde José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa viveu. Coloca-se a hipótese da retratada ser a sua esposa, Maria Teresa Valdez Briffa (Lisboa 1891 - 1983), filha de Domingos Silvão Briffa e de Maria da Piedade De Campos Valdez. Casou com José Maria Raposo Espargosa a 13 de Novembro de 1912, de quem teve 6 filhos. No verso, a fotografia tem numeração mecânica: "31102". Existe nesta colecção um negativo retratando António Maria Ribeiro, exactamente no mesmo sítio (PT-AMM-AMR-FT-PR02-233).
Fotografia (prova a preto e branco) de escultura representando o Baptismo de Jesus Cristo, composta por tambor cilíndrico, no qual assenta a figura de São João Baptista, este sobre base cilíndrica, segurando cruz de pé alto e a concha do baptismo, e Jesus Cristo, em plano menos elevado, que recebe o sacramento. Muito provavelmente da autoria de António Maria Ribeiro. A peça encontra-se no interior de igreja (não identificada).
Fotografia (prova a preto e branco) de conjunto de peças destinadas a altar do Santíssimo, nomeadamente, sacrário com cobertura em bolbo e remate com crucifixo, 6 castiçais e baixo relevo para predela, muito provavelmente da autoria de António Maria Ribeiro, em exposição (numa loja?). As peças encontram-se sobre mesa coberta com pano adamascado, à excepção do baixo relevo para predela, este sobre banqueta e sob o sacrário, reconstituindo-se assim o posicionamento correcto das peças quando colocadas em altar.
Fotografia (prova a preto e branco) de escultura representando a figura histórica D. Nuno Álvares Pereira, segurando espada e escudo e envergando cota de malha e veste com as armas dos Pereira, visto do seu lado esquerdo, da autoria de António Maria Ribeiro. Peça fotografada em cima de plinto, sobre fundo composto por pano desdobrado para o efeito. No verso, carimbo do autor: "António M. Ribeiro/ escultor/ Cinzelador - desenhador/ Lisboa - Porto".
Fotografia (prova a preto e branco) de salva com representação de dois cavaleiros a saltar obstáculos, um dos quais em primeiro plano, acompanhados de 3 cães, em baixo relevo, apoiada em mesa (?) e trave de madeira. Em cima da mesa, a ladear a peça, encontram-se, à esquerda, pequenas peças com a seguinte leitura "9525 D[iâmetro] 45 cm" e, à direita "1/3 nat. Grosse". Peça possivelmente da autoria de António Maria Ribeiro.
Fotografia (prova a preto e branco) de escultura representando o Baptismo de Jesus Cristo, composta por tambor cilíndrico, no qual assenta a figura de São João Baptista, este sobre base cilíndrica, segurando cruz de pé alto e a concha do baptismo, e Jesus Cristo, em plano menos elevado, que recebe o sacramento. Muito provavelmente da autoria de António Maria Ribeiro. A peça encontra-se em espaço não identificado. No verso, manuscrito, pouco legível "cliché Jorge (?)/ C. dos (?)".
Fotografia (prova a preto e branco) de peça de escultura composta por base com pé formado por peixes, na cauda dos quais se apoia concha aberta que sustenta 4 puttis. Peça fotografada sobre fundo negro, e anotada na base "1419". No verso, carimbo dos autores da peça fotografada "F. G. PUGI FRÈRES/ 12, Viale in curva/ Florence/ Propriètaire Guglielm Pugi", com anotações a lápis: "Hauteur 2.00/ Carr. 6950/ Cast. (?)" ; ao nivel superior um número: "1/ 1419".
Grande fotógrafo do seu tempo, foi autor do livro "Não fotografe ao acaso (pequeno guia do fotógrafo amador e profissional" (Editora Educação Nacional, Porto, 1967).
Fotografia (prova a preto e branco) reproduzindo salva em estilo neogótico, composta por arcos conupiais que se dispõem concentricamente, no interior dos quais se desenvolvem outras arquitecturas, nomeadamente outros arcos, bandeiras de claustro e a representação de uma abóbada. Bordo composto pela repetição de vários escudos unidos por rendilhado e corda. Peça fotografada sobre fundo negro, da autoria de António Maria Ribeiro. No verso, carimbo do autor, com águia de asas abertas e " marca reg./ António Maria Ribeiro/ da Ordem de S. Thiago da Espada/ Ourives - cinzelador - Desenhador/ Rua da Constituição, 337/ Tel. 4625/ Porto". Esta peça foi executada ainda no contexto da sua colaboração na Casa Reis, encontrando-se inclusive representada (ainda em fase de acabamento) em fotografia do grupo de trabalhadores desta Fábrica de Pratas (PT-AMM-AMR-FT-NG01-121). Foi fundada em 1880, no Porto, por António Alves Reis, tornando-se mais tarde na Casa Reis & Filhos, depois de os seus 2 filhos, Serafim e Manuel Reis, enveredarem pelo mesmo ofício. Trabalhava sobretudo para Portugal e Espanha. Em 1893, a Casa Reis & Filhos recebeu o título de ourives Honorários da Casa Real Portuguesa. Apostou muito no profissionalismo, preparando muito bem os seus artifices e colocando profissionais muito competentes na direcção. Participou na organização dos I e II Congressos de Ourivesaria Portuguesa, em 1925 e 1926, integrando respectivamente a Comissão de Honra e a Comissão Nacional. Ao nível do tipo de produção, especializou-se em peças revivalistas, neogóticas e, sobretudo, neomanuelinas, religiosas e civis, com maior destaque para as de carácter historicista, em particular as que foram executadas por António Maria Ribeiro que, pelo menos, desde 1915 já lá trabalhava, vindo a ser o seu director artístico durante muitos anos. Participou em inúmeras exposições nacionais e internacionais. Aquando da Grande Exposição Industrial Portuguesa em Lisboa, em 1932, já António Maria Ribeiro tinha as suas próprias oficinas de cinzelagem e fundição. A partir da década de 40', as referências à sua actividade começam a rarear, tendo cessado a mesma por essa altura. (Trancoso, 2009, pp.51-55).
Fotografia (prova a preto e branco) de baixo-relevo representando a 1º Estação da Via Sacra, "Jesus é condenado à morte", da autoria de António Maria Ribeiro. A peça foi fotografada sobre bancada, coberta por tecido e sobre fundo composto por cortina escura.
Fotografia emoldurada, com uma chapinha dourada no bordo inferior, com a inscrição: Oferta à Casa de Cultura de Mafra pelos fundadores António Matias - Saraiva e João Carola - Xaruto Inscrição, numa chapinha dourada, no bordo superior da moldura: Rancho Regional Sto. André Vila Velha - Mafra - Fundado a 30 de Novembro 1960
Inauguração do edifício da Junta de Freguesia e do Posto Médico de Santo Estevão das Galés. Fotografia de grupo, junto à fachada do edifício inaugurado. Identificados: Ao centro, o Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes, e o Governador Civil de Lisboa, Dr. Mário Madeira. Identificam-se ainda: 7- Dr. Borges; 10- Alferes Nunes; e António Bento Franco (atrás, à direita).
Fotografia de carta de felicitação pelo trabalho da Real Academia das Ciências de Lisboa com a Quina. Carta enviada pedindo a continuação dos estudos químicos da Quina para que fosse fixado o seu uso e proveito no tratamento das doenças. Encontra-se assinada pelo rei D. Miguel.
Fotografias com Familiares e Amigos
Fotografias com familiares e amigos
Fotografia (prova a preto e branco) de arca de viagem, aparentemente em couro, gravado, profusamente decorada com elementos neomanuelinos, destacando-se na tampa, a figura do infante D. Henrique e, na frente, ao meio, a cruz da Ordem de Cristo, com aplicações metálicas (cintas na tampa, fechaduras e peças laterais). Nas fechaduras, gravadas no couro, surgem duas datas: "1498" e "1898". No cartão secundário, ao nível superior, manuscrito a carvão: "Manuelino Tamanho grande"; ao nível inferior, à esquerda, carimbo "Silva Rocha/ 108 Bomjardim 107" [este com risco por cima] e à frente, escrito a caneta "154". No verso, carimbo no qual se lê: "Artigos de viagem/ 152 Bomjardim 154/ Silva Rocha/ Porto". A casa Silva Rocha, de artigos de viagem e colchoaria, foi fundada em 1869, no Porto, na Rua do Bomjardim, 152-154, tendo sido premiada em diversas exposições nacionais e internacionais. A referência às datas será muito provavelmente uma alusão aos 400 anos sobre a descoberta do caminho marítimo para a India (1498) por Vasco da Gama.
Fotografia (prova a preto e branco) de conjunto de 4 peças, duas salvas, um busto e um tinteiro, da autoria do escultor cinzelador António Maria Ribeiro: salva de linguagem neo-românica, composta por cruz grega com escudo de Portugal no cruzamento e esferas armilares nas pontas da haste e braços, envolta por motivos vegetalistas e cercadura de pequenos escudos sucedida por uma outra onde se lê, repetidamente "In Deo"; busto de figura feminina, não identificado; tinteiro em forma de esfera, com escudo de Portugal; salva dedicada à fundação da nacionalidade, com a representação da esfinge de Afonso Henriques e a inscrição "Fundação/ 1139" inscritas em círculo do qual nascem 8 escudos referentes a várias ordens militares, intercalados com cenas de batalha e bordo com os nomes dos castelos conquistados e referência à Batalha de Ourique: "Santarém/ Lisboa/ Sintra/ Palmela/ Leiria/ Évora/ Beja/ Ourique". As peças encontram-se dispostas numa mesa, em exposição, sobre tecido escuro e fundo negro. No verso, carimbo "António Maria Ribeiro/ Escultor" e um carimbo relativo provavelmente a informação de negativo "J(?)instanta/ A3597".
Coleção de fotografias do arquivo fotográfico da Igreja Lusitana composta por fotografias da Igreja de Jesus (Lisboa), fotografias de D. António Ferreira Fiandor, galeria de ministros da Igreja Lusitana, fotografias do aniversário dos 115 anos da paróquia do Salvador do Mundo (Prado, Vila Nova de Gaia) e fotografias da sagração do Bispo D. Jorge de Pina Cabral. Collection of photographs from the photographic archive of the Lusitana Church composed of photographs of the Church of Jesus (Lisbon), photographs of D. António Ferreira Fiandor, gallery of ministers of the Lusitana Church, photographs of the 115th anniversary of the parish of Salvador do Mundo (Prado, Vila Nova de Gaia) and photographs of the consecration of Bishop D. Jorge de Pina Cabral.
Conjunto de 8 documentos fotográficos e respetivas legendas que retratam a comemoração do 67º aniversário; e fotografia da sala de Direção dos anos 60/70.