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ALVES, Rosa Maria. // Faleceu em Paranhão, a 30/12/1857, viúva de Manuel Rodrigues Caldas, e foi sepultada na igreja no dia seguinte. // Segundo o padre, ela «fez um apontamento para o bem-fazer de alma.» E mais: «declaro que na mesma (doença?) em que recebeu o sagrado viático e se confessou caiu ao depois em fraqueza de entendimento e por isso quando faleceu estava [falha] de razão e sentido.»
ALVES, Manuel José. Filho de João Manuel Álvares e de Maria Rosa Gomes. Neto paterno de António Álvares e de Liberata Domingues, todos da Granja; neto materno de Maria de Araújo, da freguesia de São Mamede, Couto de São Fins. Nasceu em São Paio a 14/7/1802 e foi batizado a 17 desse mês e ano. Padrinhos: José Domingues e sua mulher Isabel Quintela, da Veiga.
ALVES, Teresa Maria. Filha de António Álvares e de Maria Benta Esteves, lavradores, de Leirado, Galiza, residentes que foram no lugar do Paço, São Paio de Melgaço. Nasceu na década de oitenta do século XVIII, na freguesia de Santa Maria de Leirado, bispado de Ourense. // Lavradeira. // Casou com José Vaz, de quem ficou viúva. // Faleceu em Cavencas a 7/6/1870 com todos os sacramentos. Tinha 90 anos de idade. // Foi sepultada na igreja de São Paio. // Fizera testamento. // Deixou filhos.
ALVES, Maria Rosa. Filha de pais galegos. Nasceu na freguesia de Riba de Mouro na década de vinte do século XIX. // Faleceu a 11/12/1860, com apenas 32 anos de idade, mais ou menos, solteira, em casa do seu patrão, António José Esteves, do lugar da Ponte, São Paio de Melgaço. // Era lavradeira. // Foi sepultada na igreja desta freguesia de São Paio no dia seguinte. // Recebera os sacramentos da penitência e da extrema-unção. // Não fizera testamento, nem deixou herdeiros conhecidos.
ALVES, José Manuel (Padre). Filho de Manuel Álvares e de Manuela de Sousa, lavradores, residentes que foram no lugar de Lourenços. // Em Novembro de 1845 era pároco encomendado na freguesia de São Paio. // Além de padre, também era proprietário. // Faleceu no sobredito lugar a 18/11/1888 com os sacramentos da penitência e extrema-unção. // Tinha oitenta e nove anos de idade. // Fizera testamento e foi sepultado na igreja de São Paio.
ALVES, Benigno de Jesus. Filho de pais incógnitos, por ter sido exposto na Roda, ou Hospício, de Tui. Foi batizado na igreja catedral dessa cidade galega. // Padeiro. // Tinha 24 anos quando casou na igreja da Vila de Melgaço a 7/1/1885 com Cândida Laurinda, de 18 anos, costureira, filha de Diogo Manuel Pinto, servo da SCMM, e de Mariana de Jesus Vasques, de SMP. Testemunhas: José Cândido Gomes de Abreu, solteiro, negociante, e Caetano Celestino de Sousa, casado, mordomo da igreja. // Com geração.
ALVES, Joaquim de Sousa. // Era oficial do Ministério do Interior (Direcção Geral da Assistência Pública, em Lisboa) quando tomou posse de administrador do concelho de Melgaço a 25/7/1916, terça-feira; fora escolhido, segundo consta, pelos chefes do Partido Democrático e do Partido Evolucionista em Melgaço, respectivamente Dr. António Augusto Durães e Dr. Augusto César Ribeiro Lima. // Foi demitido desse cargo no ano seguinte, regressando à capital do país.
Cópia de formulário de inscrição de Eraldo Alves dos Santos, Auxiliar Instrutor Chefe da Escola de Educação Física do Exército, para frequência do curso de Dirigente Desportivo, realizado no Rio de Janeiro entre 3 e 8 de abril de 1989. Este curso foi promovido pelo Movimento Solidariedade Olímpica, tendo sido coordenado por André Richier (Brasil) e ministrado por David Sequerra (Portugal) e António Aguillar (México).
Cópia de formulário de inscrição de Luiz Fernando Alves Branco, membro do Departamento Técnico da Confederação Brasileira de Voleibol e Administrador das Seleções Brasileiras Infanto-Juvenil, Juvenil e Adulta Femininas, para frequência do curso de Dirigente Desportivo, realizado no Rio de Janeiro entre 3 e 8 de abril de 1989. Este curso foi promovido pelo Movimento Solidariedade Olímpica, tendo sido coordenado por André Richier (Brasil) e ministrado por David Sequerra (Portugal) e António Aguillar (México).
ALVES, José Maria (Padre). Filho de ------------- Alves e de ------------------------------------. Nasceu no lugar de Alcobaça (Fiães ou Lamas de Mouro) a --/--/18--. // «… concluiu os preparatórios aí por 1876…» (Jornal de Melgaço n.º 1226, de 15/11/1918). // Em Maio de 1901 tomou posse da paróquia de Fiães, como encomendado, substituindo o padre encomendado José António Alves Salgueira. Manteve-se nesse cargo durante alguns meses, até Junho de 1902, ocupando o seu lugar, como reitor, o padre António Esteves, que se aguentou até ao final da monarquia. // Foi padre-cura da freguesia de Cubalhão. // Na madrugada de 31/12/1912 tentaram roubar-lhe a égua da cavalariça, usando de meios violentos, mas não o conseguiram (Correio de Melgaço n.º 31, de 5/1/1913). // Morreu a --/--/1918, devido à terrível epidemia que fustigou Melgaço. Era conhecido por «padre Conde.» // Segundo o referido Jornal de Melgaço n.º 1226 «ele era um bom pároco; prova-o o facto de em quaisquer eleições o eleitorado da sua freguesia quase na totalidade o acompanhar até à urna.» E mais à frente: «com o seu desaparecimento perde o Dr. Vitoriano [Figueiredo e Castro], e o Conde de Azevedo, um dos seus maiores influentes políticos.»
ALVES, Luís Manuel. Filho de Manuel José Alves e de Maria Luísa Lourenço, moradores no lugar de Queirão. N.p. de Manuel Alves (Campinos) e de Joana Carvalho, do Pinheiro; n.m. de Manuel Lourenço e de Maria Fernandes, de Queirão. Nasceu em Paderne a 3/7/1852 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: Manuel e Maria da Ascensão, irmãos do batizando. // Rural. // Casou a 23/4/1884, na igreja de Alvaredo, com Ana, natural de Vilar (lugar meeiro de Paderne e Alvaredo), de 30 anos de idade, solteira, camponesa, filha de Bento Manuel de Sousa Lobato e de Maria José Esteves, de quem ficou viúvo em 1899. Testemunhas: padre Manuel António de Sousa Lobato, de Paderne, irmão da noiva,e o padre António de Sousa Lobato, natural de Penso. // Em 1892 ficou ferido, juntamente com o cunhado padre, quando os ladrões assaltaram a sua casa de Vilar. // Faleceu no dito lugar de Vilar, onde residia, a 20/12/1938. // Pai de Bento e de Maria (ver em Alvaredo).
ALVES, Maria Rosa. Filha de José Manuel Alves e de Rosa Teresa de Sousa Araújo, moradores no lugar do Carvalhal. Neta paterna de Manuel Joaquim Alves e de Maria José Pires, do lugar do Pinheiro, Paderne (!!!); neta materna de Joaquim António de Sousa Araújo (Besteiro) e de Ana Luísa Pinto, ou Lopes, do lugar de Carvalhal, Prado, todos lavradores. Nasceu em Prado a 12/2/1868 e foi batizada na igreja a 16 desse mês e ano. Padrinhos: José Maria de Sousa Pinto, solteiro, rural, do lugar do Carvalhal, e (Rosa?) Joaquina de Sousa Palhares, solteira, camponesa, do lugar de Ferreiros. // Casou na igreja de Prado a 13/1/1890 com Manuel Crispim de Oliveira, natural da freguesia de São João da Foz, diocese do Porto, de 39 anos de idade, solteiro, filho de Crispim José de Oliveira e de Joaquina Rosa, da Foz do Douro. Testemunhas presentes: Diogo Manuel de Sousa Araújo, viúvo, professor da instrução primária na freguesia de Paderne, e Manuel Joaquim de Sousa Araújo, proprietário, do lugar da Carpinteira, freguesia de São Paio. // Enviuvou ainda mulher nova. // Casou em segundas núpcias, na igreja de Prado, a 28/12/1905, com o seu conterrâneo Adjuto Joaquim Vaz, filho de Manuel José Vaz e de Maria Rosa Afonso, do lugar da Breia, de quem teve filhos. // Faleceu a 8/3/1946.
ALVES, Bebília dos Prazeres. Filha de José Maria Alves (Mestre Zinona), serralheiro, e de Belmira dos Prazeres Pires, doméstica, ambos da Vila, moradores na Rua Direita. N.p. de João António Alves, de Paderne, e de Maria Teresa Lourenço, da Vila (SMP); n.m. de José Joaquim Pires, de São Paio, e de Florinda Vitória Lourenço, da Vila. Nasceu a 14/5/1913 e foi batizada a 18/2/1915. Padrinhos: António Luís Fernandes, solteiro, negociante, e Elvira da Purificação Almada, solteira, doméstica. // Em Julho de 1929 fez o exame do 2.º grau de escolaridade (quarta classe), ficando aprovada. // Morreu nova, com apenas vinte e um anos de idade, em 1934, de doença grave. No “Notícias de Melgaço” n.º 252, 18/11/1934, alguém escreveu: «Mais uma vítima da terrível tuberculose. Com dezanove (*) anos de idade, nessa quadra, a mais interessante da vida talvez, a pobre Bebília, vai a caminho do cemitério…» // Disse, quem a conheceu, que era uma das moças mais bonitas de Melgaço. Parece que já estava noiva, mas o azar bateu-lhe à porta e tudo acabou para ela. /// (*) Tinha 21 anos de idade, e não 19. // Na fotografia aparece-nos à direita; ao centro está a mãe; no lado esquerdo vê-se a sua irmã, Leonídia Augusta.
Filha de José Bento Alves, lavrador, de Alveios, Tui, e de Maria Joaquina de Sousa, de Chaviães, moradores no lugar do Casal. Neta paterna de Manuel Alves e de Jacinta Prieto, de Alveios; neta materna de Manuel José de Sousa e de Maria Josefa Esteves, do Casal. Nasceu em Chaviães a 29/9/1866 e foi batizada pelo padre JLBC a 6 de Outubro desse mesmo ano. Padrinho: José Maria Rodrigues, solteiro, mestre-carpinteiro, de São Pedro de Riba do Mouro, Monção. // Casou na igreja da sua freguesia natal a 16/2/1887 com Alberto da Silva, de 25 anos de idade, solteiro, lavrador, natural da freguesia de Covas do Douro, concelho de Sabrosa, morador no lugar do Casal, Chaviães, Melgaço, filho de António Joaquim Lordelo e de Maria das Dores, transmontanos. Testemunhas: Maria de Jesus de Magalhães, solteira, do lugar de Tapada, e Antónia Maria Alves, também solteira, do lugar do Casal. // O seu marido morreu a 10/12/1889, em sua casa de morada, sita no lugar do Casal, Chaviães, com todos os sacramentos, com apenas 28 anos de idade, sem testamento, e foi sepultado na igreja paroquial de Chaviães. // Deixou um filho, Américo Augusto.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Pinto Teixeira da Costa 2º Outorgante: João da Silva Guimarães, outorgando na qualidade de procurador de Maria emília Pinto Teixeira Machado Sampaio e marido Fernando da Silva Oliveira; João Pinto Teixeira Sampaio Machado da Silva e Emília Ema Pinto Teixeira Sampaio Machado Tavares e marido Augusto de Sousa Tavares 3º Outorgante: Maria Idalinda Machado Sampaio e marido Mário Dias Sampaio 4º Outorgante: Olinda Alves Machado e marido Fernando de Jesus Ferreira 5º Outorgante: Maria Júlia Sampaio Alves e marido Alberto Barbosa de Brito 6º Outorgante: António Sampaio Alves, casado com Maria de Fátima Coutinho da Silva Pereira de Sampaio 7º Outorgante: Francisco Allves Machado, casado com Maria Amélia Correia Guimarães Machado, outorgando por si e ainda na qualidade de procurador de Arnaldo Alves Machado, casado com Ana Maria Soares de Sousa Monteiro Alves Machado
Alberto Alves Vieira Braga nasceu a 20 de março de 1892, na freguesia de S. Paio, em Guimarães, e aí morreu a 5 de março de 1965. Filho de António Alves Martins Pereira e de Teresa Maria Vieira, pertenceu a uma importante família de comerciantes. Em 1923, foi responsável pela constituição da “Sociedade Mercantil do Minho, Lda.”, que veio dar origem à Fábrica Cavalinho de Guimarães, e em 1944 pela Sociedade Braga & Rebelo, que manteve até 1956. Autodidata na sua formação, Alberto Vieira Braga foi etnógrafo, arqueólogo e historiador, que ao longo de meio século produziu uma vasta obra essencialmente ligada à investigação das tradições populares. Dedicando uma importante parte da sua vida ao associativismo em Guimarães, exerceu o cargo de diretor da Sociedade Martins Sarmento em 1923, 1926 e 1928. In: http://www.matrizpci.dgpc.pt/MatrizPCI.Web/pt-PT/RecursosSearch/PesquisaInvestigadores?IdEntidade=426
Contém uma biografia e bibliografia de Alves Redol; Excertos do livro "Fanga", "Gaibéus e duas entrevistas dadas pelo autor; Referência a Exposição Bibliográfica patente na Biblioteca - Museu Municipal Dr. Vidal Baptista; O folheto informativo contém na folha de rosto uma fotoimagem e um excerto de um texto de Alves Redol.
ALVES, Manuel António. Filho de António Alves e de Maria Rosa Alves. Nasceu na freguesia de Castro Laboreiro a 17/8/1903. // Casou com Isabel Maria Rodrigues (26/2/1905 a --/1/1995), filha de António Rodrigues e de Rosa Rodrigues. // Comprou a Quinta do Fecho, sita em Rouças, no ano de 1936, por quarenta contos de réis, onde passou a residir com a mulher e filhos, e também seus pais, que ali morreram. // Nesse local teve uma loja de comércio. // Mais tarde cedeu metade da Quinta ao irmão, Dodão, que morava em Castro Laboreiro. Morreu no lugar do Fecho a 22/11/1956. // Pai de Noémia, Adriano e Carlos Augusto. [Essa Quinta foi arrematada em hasta pública a 26/1/1936, pelas doze horas, no Tribu-nal Judicial de Melgaço, por metade do valor antes estipulado, ou seja por 28.380$00 (casa de morada, capela com brasão, terra de cultivo, mato e arvoredo), pois no dia 12 desse mês ninguém a quisera comprar. Pertencia ao conde de Azevedo, Pedro Barbosa Falcão Azevedo Bourbon. O Morgadio do Fecho fora criado por Lopo de Castro (o Moço) e pela sua mulher, Francisca Quevedo, a 7/6/1601. No século XVIII era dono da Quinta o Morgado do Fecho, Dr. Manuel José Castro Melo Barreto, que também possuía a Quinta da Boavista. // Estes bens seriam para pagar a dívida à Caixa Geral de Depósitos no valor de 469.054$04, nos autos de execução fiscal administrativa que o magistrado do Ministério Público moveu contra os devedores, como representante da Fazenda Nacional. Eram citados Estêvão Maria Barbosa Carneiro Queiroz de Azevedo Bourbon e sua esposa, residentes em Viseu, a favor dos quais existia um registo provisório. O escrivão da 1.ª secção era, nessa altura, João Afonso, e o juiz de direito o Dr. José Luís de Almeida. // «Foi demolida a capela já pelos actuais possuidores da referida quinta (…), os quais tiveram a louvável ideia de aproveitar as (…) armas e fixá-las na casa de morada do velho solar acastelado.» (Padre Júlio Vaz apresenta Mário, página 120).
Filho de José Augusto Alves, carpinteiro e proprietário, e de Carlota Maria Rodrigues, moradores na Portela do Couto, Chaviães. Neto paterno de António Joaquim Alves e de Maria Joaquina Pires; neto materno de Manuel José Rodrigues “Valença” e de Maria Joaquina Domingues. Nasceu em Chaviães a 4/11/1879 e foi batizado pelo padre BARP a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Guilherme José Meleiro, solteiro, lavrador, e Alexandrina Rosa Rodrigues, casada. // A 14/8/1898, na igreja de Rouças, foi padrinho de Maximiano Cândido Esteves, nascido a oito daquele mês e ano. A madrinha foi Cândida Beatriz Dias. // Casou na igreja de Cristóval a 24/9/1903 com Olívia Isabel, de 20 anos de idade, solteira, camponesa, natural de Cristóval, moradora em Cevide, filha de Joaquim Rodrigues e de Benedita Mendes. Testemunhas presentes: padre Júlio Celestino Gonçalves e Manuel Pereira da Costa, casado, proprietário, ambos do lugar da Porta, freguesia de Cristóval. // Lavrador e cambista. // Também teve uma pequena fábrica de espanadores de ráfia, no lugar da Portela. // Em 1914 era vereador da Câmara Municipal de Melgaço. // Foi jurado no 2.º semestre de 1915, e no 2.º semestre de 1916. // Em 1917 concorreu às eleições para a Câmara Municipal, em uma lista encabeçada pelo padre Francisco Leandro Álvares de Magalhães. // Foi de novo jurado no segundo semestre de 1919. Eram seus companheiros por Chaviães: José António Vaz e António Caetano Alves. // Escreveu-se acerca dele, em 1936, no “Notícias de Melgaço” n.º 306: «importante capitalista e proprietário». // Em Novembro de 1937 era vogal do Conselho Municipal de Melgaço. // Foi administrador do Grémio da Lavoura. // Em 1950 foi submetido a uma melindrosa cirurgia na cidade de Lisboa. // A sua esposa faleceu em São Vítor, Braga, a 26/11/1926, e ele acabou seus dias na Portela do Couto a 17/9/1963. // Ficou conhecido por “Banqueiro de Chaviães”. // Com geração (ver em Cristóval). // Era sogro do Dr. Abel Varela Seixas, residentes com a esposa e filha na cidade de Lisboa.
Filho de José Manuel Álvares (*) e de Ana Maria Domingues, residentes no lugar de Parada, Chaviães. Neto paterno de Manuel António Álvares e de Teresa Pires, da Calçada, SMP; neto materno de António Manuel Domingues e de Andreza Maria Gomes, do dito lugar de Parada. Nasceu em Chaviães a 31/8/1836 e foi batizado pelo padre MJGB a 4 de Setembro desse ano. Padrinhos: José António de Castro, do lugar da Assadura, SMP, e Maria Rita Vaz, do lugar de Cavaleiros, Rouças. // Lavrador. // Casou na igreja da sua terra, a 28/5/1866, com Maria das Dores, de quinze anos de idade, filha do padre Luís António Gomes Vieira, morador que fora em Soengas, e de Maria Teresa Álvares, solteira, da freguesia de São Jorge de Vilar, Galiza, moradora no lugar da Igreja, Chaviães. Testemunhas presentes: frei Manuel de Maria Santíssima Codeço, morador no lugar de Fonte, e Manuel Joaquim Vaz, solteiro, lavrador, residente no lugar de Parada, ambos de Chaviães. // A sua jovem esposa faleceu a 1/10/1869, sem geração. // Voltou a contrair matrimónio, na mesma igreja, a 18/5/1870, com Maria Joaquina, de 27 anos de idade, solteira, filha de António Joaquim Alves Ramos e de Ana Luísa Gomes (exposta), moradora no lugar da Igreja, Chaviães. Testemunhas: João Manuel de Araújo Azevedo, casado, lavrador, e José António Alves, solteiro, lavrador, ambos da freguesia de Chaviães. // Morreu a 14/8/1910, na sua residência, sita no lugar da Igreja, com todos os sacramentos, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério local. /// (*) No assento de óbito de seu filho, ele aparece com o nome de António Joaquim Alves.
ALVES, Maria Libânia (*). Filha de João António Alves, serralheiro, natural de Paderne, e de Maria Teresa Lourenço, lavradeira, natural da Vila, moradores no Campo da Feira de Dentro, SMP. Neta paterna de Manuel Luís Alves e de Maria Joaquina Rodrigues; neta materna de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. Nasceu na vila a 26/3/1869 e foi batizada a 9 de Abril desse ano. Padrinhos: Luís de Sousa Gama, Governador Militar da Praça de Melgaço, natural de Prado, e Maria Ludovina de Barros, doméstica, natural da Vila. Aprendeu a ler, talvez na escola primária, e ajudou a mãe nas lides caseiras. Apaixonou-se por um indivíduo, cujo nome desconheço, e tiveram três filhos, dois deles morreram ainda bebés, e o José da Purificação faleceu a 12/2/1914, com 18 anos de idade. // Em 1903 deu à luz a Maria Alice, mas esta já era do novo namorado, Belchior Herculano da Rocha, com quem casou em 1905. Depois do casamento teve mais filhos. // Ela andava pelas festas e feiras a vender doces e pão, e o marido a vender rebuçados de seu fabrico, e limonadas, além de ser cozinheiro. Na feira do dia 9 roubaram-lhe uma libra em oiro, encastoada num aro do mesmo metal, no valor de 9$000 réis, não se descobrindo o autor do furto (“Correio de Melgaço” de 11/8/1912) // Faleceu numa casa das Carvalhiças, Vila, a 14/6/1947. Acompanharam o seu funeral, no dia seguinte, três irmandades: a da Misericórdia, Almas, e a do Sagrado Coração de Jesus. // O seu viúvo morreu na mesma casa em 1949. /// (*) É minha avó materna.
"Alves Redol tem neste primeiro volume do ciclo «Port Wine» o primeiro grande romance do Douro"
Referência a conferÊncia sobre Alves Redol, proferida pelo Dr. José Manuel Mendes.
Referência as várias homenagens e colóquios realizados sobre a obra e vida de Alves Redol.
Refere a quem Alves Redol , deixou os seus direitos de autor às colectividades de cultura popular.
Refere o documentário que vai passar na RTP2 , sobre a vida e obra de Alves Redol.
"No sentido de criar o Centro Popular Alves Redol, os amigos e admiradores da sua obra (…)"
Referência ao livro "Alves Redol e o Neo-Realismo Português", de Ana Paula Ferreira.
Refere também as actividades culturais sobre Alves Redol, relacionadas com o 2ºaniversário da sua morte.
Anúncio da venda do livro "Alves Redol e o Neo-Realismo Português", de Ana Paula Ferreira.
Refere também as actividades culturais sobre Alves Redol, relacionadas com o 2ºaniversário da sua morte.
Refere também as actividades culturais sobre Alves Redol, relacionadas com o 2ºaniversário da sua morte.
Referem as actividades culturais sobre Alves Redol, relacionadas com o 2º aniversário da sua morte.
Referem as actividades culturais sobre Alves Redol, relacionadas com o 2º aniversário da sua morte.
Referem as actividades culturais sobre Alves Redol, relacionadas com o 2º aniversário da sua morte.
Transcrição do prefácio de Alves Redol ao romance de estreia de Álvaro Guerra "Os Mastins"
Referem algumas obras de Alves Redol, também o primeiro aniversário da sua morte.
Refere a exposição itinerante Alves Redol; Cooprave distribuiu um trecho do livro "Olhos de água".
Referência a recolha de fundos para o Centro Popular Alves Redol.
Cartão dirigido à família de Alves Redol, enviado para Casa da Imprensa;
Refere a angariação de fundos para o Museu Alves Redol; Recorte muito danificado.
Refere a toponímia da Biblioteca Vidal Baptista, para Biblioteca Alves Redol.
Anúncio da venda do livro "Alves Redol e o Neo-Realismo Português", de Ana Paula Ferreira.
Refere a venda da obra "A Experiência Africana de Alves Redol", de Garcez da Silva.
Refere a peça "O destino morreu de repente" e a obra dos "Gaibéus", de Alves Redol.
Realização de uma exposição itinerante, sobre Alves Redol e a sua peça Forja.
Refere também a obra "Alves Redol e o Neo-Realista Português", de Ana Paula Ferreira.
O inventariado foi residente em Friande. Inventariante: Maria Teresa Alves residente em Friande.
O inventariado foi residente em Verim. Inventariante: Joao Rocha Alves Brasao residente em Verim.
O inventariado foi residente em Rendufinho. Inventariante: Rosa Alves residente em Rendufinho.
O inventariado foi residente em Tamel,Sao Fins. Inventariante: Maria Costa Alves
O inventariado foi residente em Frades. Inventariante: Jose Maria Alves residente em Frades.
O inventariado foi residente em Vilar Figos. Inventariante: Antonio Jose Alves
O inventariado foi residente em Sobradelo Goma. Inventariante: Rosa Alves residente em Sobradelo Goma.
O inventariado foi residente em Palmeira Faro. Inventariante: Francisco Alves Santos
O inventariado foi residente em Taide. Inventariante: Augusto Alves Vieira residente em Taide.
O inventariado foi residente em Oliveira. Inventariante: Maria Costa Antunes Alves residente em Oliveira.
O inventariado foi residente em Varzea,Sao Bento. Inventariante: Manuel Alves Silva
O inventariado foi residente em Calvos. Inventariante: Antonio Jose Alves residente em Calvos.
O inventariado foi residente em Rendufinho. Inventariante: Abel Alves Costa residente em Rendufinho.
O inventariado foi residente em Panque. Inventariante: Maria Rosa Alves Abreu
O inventariado foi residente em Barcelos. Inventariante: Jose Alves Moreira em que é inventariado Domingas Teresa
O inventariado foi residente em Serzedelo. Inventariante: Joaquina Rosa Alves residente em Serzedelo.
O inventariado foi residente em Oliveira. Inventariante: Maria Joaquina Alves residente em Oliveira.
O inventariado foi residente em Fonte Arcada. Inventariante: Augusto Louro Alves residente em Fonte Arcada.
O inventariado foi residente em Sobradelo Goma. Inventariante: Jose Dias Alves Cunha residente em Sobradelo Goma.
Filiação: Florinda Alves. Natural da freguesia de BASTO, Sao Clemente, concelho de CELORICO BASTO
Filiação: Casimira Alves. Natural da freguesia de ARNOIA, Sao Joao Batista, concelho de CELORICO BASTO
Filiação: Maria Alves. Natural da freguesia de GEMEOS, Sao Miguel, concelho de CELORICO BASTO