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O gravador Francisco Tomás de Almeida, [1778-1866], informa a António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], que o Mestre Francisco Bartolozzi, faleceu no dia 7 de Março, vítima de uma catarral. Por este motivo, tem assistido temporariamente a Aula de Gravura. Tem em seu poder o desenho de Claúdio Coelho por onde foi gravada a chapa do Escorial de Espanha e também as chapas das vinhetas para a livraria, ambas para entregar ao destinatário. Enviará mais obras da sua autoria, onde figura um retrato ao natural do Duque de Wellington, mandado fazer pelo próprio e que Bartolozzi deixou inacabado. Pede proteção para o requerimento que Bartolozzi enviou ao rei solicitando um aumento da pensão que o autor recebe do Real Erário.
Carta enviada por Manuel José de Almeida Braamcamp Sobral ao Major Frederico Vilar. Morada: Rua do Quelhas, Lisboa.
Os inventariados foram residentes em Arcozelo (Vila Verde). Inventariante(s): Manuel António Alves, Maria Teresa de Almeida. Proc. N.º 1999.
REGISTO de DEMISSORIA a favor do Padre Jose Correia de Almeida e Abreu, desta cidade. Localidades: BRAGA, BRAGA
Director do jornal Quadrante acusado de reproduzir um desenho sobre a universidade que ridiculariza a instituição. • Assuntos: Fernandes, Jorge Almeida..
O inventariado foi residente em Sao Joao Rei. Inventariante: Florinda Rosa Almeida residente em Sao Joao Rei.
Localidade: Borba de Godim, São Miguel, concelho de Felgueiras. Filho de Jacinto Teixeira e de Brites de Almeida.
O inventariado foi residente em Sao Joao Rei. Inventariante: Florinda Rosa Almeida residente em Sao Joao Rei.
PROVISAO do oficio de Contador do couto de Dornelas, a favor de Manuel de Almeida. Localidades: DORNELAS,Sao Pedro, BOTICAS
Os inventariados foram residentes em Lage (Vila Verde). Inventariante(s): Antónia de Araújo Almeida, Francisco da Silva. Proc. N.º 723.
Os inventariados foram residentes em Bouro Santa Marta. Inventariante(s): António Manuel Gonçalves de Almeida. Proc. N.º 584.
PROVISAO de visitador a favor de Goncalo de Almeida Pontes, para visitador de Chaves. Localidades: CHAVES-SANTA MARIA, CHAVES
TITULO da conezia doutoral do Doutor Manuel de Almeida, sita na Se de Braga. Localidades: BRAGA-SE,Santa Maria, BRAGA
PROVISAO a favor do Doutor Goncalo de Almeida Pontes, desta cidade, para Desembargador da Relacao. Localidades: BRAGA, BRAGA
PROVISAO de adicao a favor de Mateus Jose Igrejas de Almeida da vila de Valenca. Localidades: VALENCA, VALENCA
PROVISAO para hipotecar o seu patrimonio, a favor do Padre Manuel Joaquim de Almeida desta cidade. Localidades: BRAGA, BRAGA
PROVISAO para advogar em Valenca, a favor do Bacharel Mateus Jose de Almeida da mesma vila. Localidades: VALENCA, VALENCA
LICENCA para dizer missa a favor do Padre Jose Carlos de Almeida, desta cidade. Localidades: BRAGA, BRAGA
DEMISSORIA do Padre Diogo Ferraz de Almeida, de Ponte de Lima. Localidades: PONTE LIMA-SANTA MARIA ANJOS, PONTE LIMA
Inventários orfanológicos. Os inventariados foram residentes em Fradelos. Inventariante: Maria Joaquina Santos e Avelino Santos Almeida. Residentes em Fradelos.
Contém declaração de venda de Voltaire Lopes da Costa do velocípede a João da Conceição Almeida.
Contém declaração da Firma Sintra Garagem, Lda, em como vendeu um velocípede a Francisco de Almeida.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Pereira Vaz, casado com Antónia do Carmo Vaz 2º Outorgante: Manuel Almeida casado com Deolinda Leite Faria Seixas Cibrão 3º Outorgante: Manuel Martins da Silva casado com Maria Amélia Fernandes Silva Leite 4º Outorgante: Alberto Fernandes e esposa Emília de Abreu Freitas 5º Outorgante: António Fernandes de Abreu casado com Cesarina Rosa Vieira de Macedo 6º Outorgante: Fernando Lage Jordão, outorgando na qualidade de sócio e gerente da sociedade "Bernardino Jordão, Filhos & Companhia, Limitada"
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Isidro da Silva Costa, casado com Maria Clara Leitão de Oliveira Costa 2º Outorgante: José Machado de Almeida, casado com Maria José de Oliveira da Silva Araújo 3º Outorgante: José Joaquim Martins Pereira, casado com Maria Isabel da Costa Gonçalves 4º Outorgante: António Bernardo da Glória e Silva 5º Outorgante: António Jorge da Silva, casado com Maria Júlia dos Reis Guedes de Magalhães e Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Machado Faria, casado com Maria Beatriz Carvalho Gomes da Costa 2º Outorgante: Domingos Machado Faria 3º Outorgante: Maria Augusta de Almeida Ribeiro da Silva e marido Abílio Marques Mota Pinho 4º Outorgante: António Pedro Dias Carneiro, casado com Elsa Celcedina Campos Neto de Sousa Dias Carneiro 5º Outorgante: Joaquim Dias Carneiro, casado com Adelaide da Conceição Penha e Sousa Dias Carneiro
Naturalidade do noivo: Cividade, Santiago-Braga. Naturalidade da noiva: Sé, Santa Maria-Braga. Pai do noivo: José António Almeida, sapateiro. Mãe do noivo: Rosa Teresas Correia. Pai da noiva: João Manuel Cerqueira, lavrador. Mãe da noiva: Antónia Maria. Testemunhas: João António Barros, José Gomes Soares Pacheco, Custódio Manuel Leite, José Gomes Soares Pacheco. Outras informações: avós paternos do noivo: Domingos José Almeida e Maria Antunes, maternos: Domingos José Correia e Rosa Perpetua. Avós paternos da noiva: António José Cerqueira e Maria Teresa, maternos:José e Custódia Maria.
Morgadio de Pindela. Luís de Carvalho e Beatriz de Almeida, Pindela, 1526. Remonta a 1442 a aquisição da propriedade da Quinta de Pindela, sita no atual concelho de Vila Nova de Famalicão, por João Afonso do Prado, escudeiro‐fidalgo de D. João I, e avô paterno de Luís de Carvalho, responsável pela instituição do morgadio de Pindela juntamente com a sua mulher, Beatriz de Almeida. O seu testamento, datado de 12 de maio de 1526, chega até nós contido numa cópia de 1724 – não eliminando a hipótese da existência do documento original em arquivo –, ao tempo do 8º morgado, João Machado Fagundes Pinheiro e Figueira, trasladado pelo padre e notário de Barcelos, Manuel Ribeiro Belo. Na ausência de descendência direta, o casal adota uma estratégia equitativa tendo em vista a distribuição dos bens, reservando a tutela da Quinta para os sobrinhos, Simão Pinheiro e Leonor de Almeida, com a condição de contraírem matrimónio. Em O Morgadio de Pindela (1999), João Afonso Machado traça as dinâmicas intergeracionais com recurso à memória oral e ao espólio da família, que compõe o Arquivo da Casa de Pindela, num esforço de preservação do património documental, fornecendo‐nos a base para a criação da presente rubrica do “Vínculo do Mês”. Foi aquando da segunda administração, do casal Manuel Figueira e Ana Pinheiro (filha de Simão Pinheiro e Leonor de Almeida), que o morgadio viu alargadas as suas propriedades com a incorporação de terras de que eram titulares, por via de escritura outorgada na Casa do Passadiço, a 6 de julho de 1593. Nesta escritura o casal declara que “pelos tempos adiante os que lhes sucederem representem pessoas principais que possam dar lustro e honrar o seu sangue e geração e louvor dos primeiros instituidores” (Arquivo Particular da Casa de Pindela, Pasta nº 1, doc. nº 1‐D, nota 11, p. 35 apud MACHADO, 1999, p. 35). O 3º morgado, Miguel Pinheiro Figueira, encarregar‐se‐ia de vincular ao morgadio de Pindela os restantes bens de raiz dos seus antecessores, por instrumento público lavrado a 15 de maio de 1617, com a condição de que os seus herdeiros não se alienassem dos mesmos e que conservassem o apelido Figueira, a acrescentar à disposição que já vigorava no documento de instituição quanto à conservação dos apelidos “dos Pinheyros ou carvalhos” (Arquivo Casa de Pindela, 6038, fl. 2 v.º). Excluía também da sucessão aqueles que contraíssem matrimónio com gente de “nação de cristãos‐novos, mouros ou de outra infecta nação”; ou os que incorressem em crimes de lesa majestade, de modo a evitar o confisco dos bens (MACHADO, 1999, pp. 36‐37). O seu sucessor, José Pinheiro Lobo, foi o responsável por acrescentar à casa senhorial a Capela de Nossa Senhora da Conceição. As décadas finais do século XVII ficariam marcadas pela instabilidade sucessória e tentativa de apropriação dos bens de Pindela, através de um plano perpetrado por Manuel de Vasconcelos e Sousa. Perante o assassínio do 5º administrador, José Pinheiro Lobo, a culpa recaiu, injustamente, sobre o seu sobrinho e sucessor, João Machado Fagundes. Perante este cenário particularmente vulnerável, Manuel de Vasconcelos e Sousa, casado com Isabel Figueira, sobrinha do falecido, liderou uma tentativa de sequestro das propriedades de Pindela. Assim, numa noite de agosto de 1679, as propriedades foram ocupadas por indivíduos que, em nome do insurreto, exigiam em tom de ameaça a expulsão de Veríssimo Pinheiro Lobo que, apesar da tenra idade e da filiação bastarda, tinha sido entretanto reconhecido como 7º morgado (MACHADO, 1999, p. 60). Volvidos vinte anos, o retorno dos Pinheiro‐Figueira a Pindela efetiva‐se após a obtenção do perdão papal de João Machado Fagundes. Este inicia a sua administração com a apresentação do testamento do instituidor do morgadio perante o notário local, que redigiu a cópia de que hoje dispomos, e cujas disposições justificariam os seus poderes por herança. O vínculo de Pindela chega à contemporaneidade com quatro séculos de acumulação de património e de expansão familiar, emergindo em Oitocentos como um pequeno núcleo político e cultural. O advento do Liberalismo trouxe a mobilização da família pela recusa da onda constitucionalista emergente, ao lado de D. Miguel, que aliás se fazia apoiar de fidalgos e morgados de Entre Douro e Minho (ibidem, 1999, p. 93). Como tal, o 11º morgado, Vicente Machado de Melo Pinheiro, marcou a sua presença nas fileiras do partido tradicionalista, estando presente em movimentações de apoio a D. João VI e tendo sido até condecorado com a Ordem Militar da Torre e Espada, por influência direta do infante absolutista. Já num contexto anticabralista, o seu sucessor, João Machado Pinheiro, continuou a abraçar a causa miguelista e, em 1846, surge contra os cartistas numa nova tentativa de elevar D. Miguel ao trono. Já em 1851 aparece a integrar as fileiras de apoio ao duque de Saldanha na constituição do governo da Regeneração, mantendo‐ se na carreira pública até 1888. Na viragem para o século XX, a Casa de Pindela emerge também como um centro cultural ativo, com “serões de filosofia e crítica de ideias”, por onde passaram nomes como Camilo Castelo Branco, Eça de Queiroz, Ramalho Ortigão e Oliveira Martins (MACHADO, 1999, p. 112). Os próprios administradores assumiram‐se como parte de uma geração romântica e assídua dos círculos literários. Ao longo dos seus seiscentos anos, a Casa de Pindela e os seus administradores têm sido espectadores e intervenientes na história nacional, no âmbito quer político quer cultural, como notado acima. A linhagem manteve, desde os seus primórdios, uma estreita cooperação com a Coroa, ou não tivesse notado Felgueiras Gaio serem os Pinheiros de Barcelos o ramo “mais respeitável pelo muito que se aumentou e se aliançou com as famílias mais ilustres do Reino e da Corte” (1940, p. 9). Atualmente convertida em parte em turismo rural, a Casa, quinta e mata de Pindela são um conjunto classificado, desde 2012, como monumento de interesse público, dado o “valor estético e técnico do bem, à conceção arquitetónica e paisagística” (DR, Portaria n.º 740‐DG/2012). Joana Soares, Maria Beatriz Merêncio, Alice Borges Gago, Margarida Leme, Rita Sampaio da Nóvoa (com a colaboração de João Afonso Machado e Luísa Alvim). Em colaboração com Arquivo Municipal Alberto Sampaio BIBLIOGRAFIA ARQUIVO MUNICIPAL ALBERTO SAMPAIO – Arquivo da Casa de Pindela, 1.ª geração, Luís de Carvalho e Beatriz de Almeida (Cota: ACP 6038). ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO – Registo Geral de Mercês de D. Luís I, liv. 40, fl. 28. Disponível em: https://digitarq.arquivos.pt/ViewerForm.aspx?id=2039930 [consultado a 27 de janeiro de 2021]. Diário da República, Portaria n.º 740‐DG/2012, 2.ª série, n.º 248 (suplemento), de 24‐12‐ 2012. Disponível em: https://dre.pt/application/dir/pdf2sdip/2012/12/248000001/0007500075.pdf [consultado a 29 de janeiro de 2021]. DIREÇÃO‐GERAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL – Casa, quinta e mata de Pindela. Disponível em: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio‐ imovel/pesquisa‐do‐patrimonio/classificado‐ou‐em‐vias‐de‐ classificacao/geral/view/341985 [consultado a 29 de janeiro de 2021]. GAIO, Manuel Felgueiras – “Origem dos Pinheiro”, in Nobiliário de Famílias de Portugal, vol. XXIV, Braga, Agostinho de Azevedo Meirelles & Domingos de Araújo Afonso, 1940, pp. 9–120. Disponível em: https://purl.pt/12151 [consultado a 25 de janeiro de 2021]. MACHADO, João Afonso – O Morgadio de Pindela, [s.l.], [s.e.], 1999.
1.º outorgantes: António da Silva Ribeiro e esposa Maria Emília Ferreira de Oliveira 2.º outorgantes: Luís de Almeida Pinheiro esposa Ana Ferreira e filhos: Manuel Ferreira de Almeida Pinheiro, Maria do Carmo Ferreira de Almeida Pinheiro, Maria Adelaide Ferreira de Almeida Pinheiro, Maria Manuela Ferreira de Almeida Pinheiro, Manuel Mário Ferreira de Almeida Pinheiro e Maria José Ferreira de Almeida Pinheiro Livro Nº B-519-82
1.º outorgantes : Balbina Soares Pereira Leite 2.º outorgantes : Domingos da Silva Almeida casado com Maria Teresa de Sousa Reis e seus filhos, Bernardino dos Reis Almeida, António dos Reis Almeida, José Marcelino dos Reis Almeida, Maria Carolina Reis Almeida, Agostinho dos Reis de Almeida e Domingos Reis de Almeida Livro Nº 10D-30v.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Hilário Marques Rodrigues e esposa Mariana Pinto de Araújo Campos 2º Outorgante: Manuel Dias da Silva Salgado; António Rafael de Almeida Galvão; José Teixeira Guimarães; José Gonçalves dos Santos; Francisco Dias Sampaio; José Pereira Monteiro e Alfredo Ribeiro Sampaio
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Dias Monteiro, Armindo Dias Monteiro e esposa Camila Magalhães Leite, Maria Emília Monteiro e marido António da Silva Mendes, Manuel Dias Monteiro e esposa Delmina de Abreu Magalhães Monteiro, Maria da Conceição Carneiro Monteiro e marido António Gomes de Almeida 2º Outorgante: Joaquim Leite da Silva, casado com Emília de Sousa
Requerimento e certidão solicitada pela Irmandade de São Pedro ao Reverendo António de Almeida assim como o sacristão da Colegiada, por ordem do Cabido, não lhe deixou proferir a missa de corpo presente de um irmão da Irmandade de São Pedro na dita colegiada
Casado, 36 anos de idade. Filiação: Jose Manuel Almeida. Natural de BRAGA-SAO JOAO SOUTO-BRAGA, residente em BRAGA-SE,Santa Maria-BRAGA. Destino Luanda. Proprietario. Leva sua mulher Augusta Adelaide de 39 anos e seu filho Estevao de 4 anos
Casado, 35 anos de idade. Filiação: Luis Joaquim Silva Almeida. Natural de PROZELO,Sao Tome-AMARES. Destino Rio de Janeiro. Leva em companhia seus filhos Adelino Jose Pereira de 12 anos e Simao Jose Pereira de 11 anos. Prestou fianca. Nao escreve
Naturalidade do noivo: Cividade, Santiago-Braga. Naturalidade da noiva: Cividade, Santiago-Braga. Pai do noivo: Bartolomeu Vasconcelos. Mãe do noivo: Maria Colaço. Pai da noiva: Damião Almeida. Mãe da noiva: Brites Nogueira. Testemunhas: Gonçalo Alvares, Francisco Gonçalves, Manuel Brochado e outros. Outras informações: noivo familiar do arcebispo.
Naturalidade do noivo: Cividade, Santiago-Braga. Naturalidade da noiva: Cividade, Santiago-Braga. Pai do noivo: José Alves Lourenço. Mãe do noivo: Antónia Maria Magalhães. Pai da noiva: José António Almeida. Mãe da noiva: Rosa Teresa Correia. Testemunhas: João António Barros, João José Rodrigues.
O autor, Thomé Barboza de Figueiredo de Almeida Cardoso, [1755-1820], sentindo-se honrado e protegido, agradece ao Conde da Barca por ter apadrinhado na Real presença a nomeação do seu filho para Secretário da legação em Paris, onde servirá sob as ordens e proteção do amigo [Francisco José Maria de Brito].
O autor,Tomé Barbosa de Figueiredo de Almeida Cardoso, [1755-1820], manifesta o seu contentamento por ter tomado conhecimento, através do amigo [Francisco José Maria de] Brito, [?Secretário da Legação em Paris?], que o Conde da Barca recuperava já a sua saúde. Lembra os dois requerimentos enviados com a carta de 7 de Dezembro do ano passado.
Caricatura da série dos sete pecados mortais - postal anti-republicano de António José de Almeida (1866-1929), político republicano português e sexto presidente da República Portuguesa. Integra a seguinte legenda: "Quarto - Ira"; no verso encontra-se impresso: o título e a numeração: "n.º 25".
Telegrama enviado a António de Almeida Feliz a 12 de setembro de 1940, pelas 14h55, na sequência do incêndio ocorrido na sua casa e Farmácia. Do telegrama consta a mensagem "Sinto profundamente desastre sofrido para o que for preciso disponha. António Roldão".
Registo de pagamento de quotas à Sociedade Farmacêutica Lusitana pelo sócio Eduardo Alves de Almeida de 28 de fevereiro a 30 de novembro de 1931. Contém ficha de pagamento de quotas e talões de pagamento, tendo deixado por pagar as quotas de 1932.
Receita para estupefacientes do Dr. Jacinto Pires de Almeida, de Coimbra, onde prescreve a toma de Dicodid. Receita com modelo de impresso exclusivo da Imprensa nacional segundo o N.º 3 do artigo 58.º do Decreto-Lei N.º 48547 de 27 de agosto de 1968.
Casado, 47 anos de idade. Natural de PICO REGALADOS,Sao Paio-VILA VERDE. Destino Rio Janeiro. Negociante. Leva sua esposa Maria Candida Bages Almeida de 32 anos,seus filhos Palmira de 10 anos, Luisa de 9 anos, Faustino de 7 anos, Joao de 2 anos e sua sobrinha Maria Gloria de 13 anos, sua creada Maria Nascimento de 20 anos
Filho de José Francisco Almeida Brandão e de Maria Teresa Conceição e natural e/ou residente em Beiriz, Santa Eulália, concelho de Póvoa de Varzim. Filha de José Fernandes e de Justina Lopes e natural e/ou residente em Braga, São Vitor, concelho de Braga.
Naturalidade da noiva: Cividade, Santiago-Braga. Pai do noivo: António Francisco. Mãe do noivo: Maria Almeida. Pai da noiva: Salvador Nogueira. Mãe da noiva: Catarina Francisca. Testemunhas: Jerónimo Francisco, Bento Costa, António Araújo e outros. Outras informações: noivo, viúvo de Graca Oliveira.
Francisco Bartolozzi, Cavaleiro Professo na Ordem de Cristo, Professor da Aula Régia de Gravura, atesta que Francisco Tomás de Almeida é seu discípulo desde 1806, e que desde Janeiro de 1810 tem colaborado em todas as suas obras. Possui o reconhecimento notarial.
Telegrama enviado a António de Almeida Feliz a 12 de setembro de 1940, pelas 14h42, na sequência do incêndio ocorrido na sua casa e Farmácia. Do telegrama consta a mensagem "Sinto sinceramente o seu desgosto mande para o que for preciso. Carlos Oliveira - Higiene".
Telegrama enviado a António de Almeida Feliz a 12 de setembro de 1940, pelas 18h00, na sequência do incêndio ocorrido na sua casa e Farmácia. Do telegrama consta a mensagem "Lamento muito desastre ocorrido na sua casa acompanho seu desgosto. Eduardo Moura".
Carta enviada pela Hasse, Lda. a António de Almeida Feliz, lamentando o incêndio ocorrido na Farmácia Feliz. O remetente faz votos para que a atividade desta farmácia seja reiniciada o mais rapidamente possível. A carta encontra-se assinada e datada de 13 de setembro de 1940.