Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for silva and 293,441 records were found.

Trata-se da família de maria Noémia da Silva Ribeiro, primeira mulher do Fotógrafo Mário da Gama freixo. Legenda do autor/ inscrição: "Marcos Ribeiro, Noémia Ribeiro, D. Maria Augusta Ribeiro, D. Mariana Ribeiro e Josefinha Brás da Silva". Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Domingos Ribeiro Martins da Costa natural de Macinhata do Vouga veio para Guimarães, com o seu irmão, António, chamado pelo seu primo Cristóvão José da Silva, O Cidade. Casou, em 1900, com Albertina Ferreira da Silva Rodrigues. Maria Teresa Brandão Martins da Costa. Guimarães. Junho 2021
João Rodrigues da Silva Couto (Coimbra, 1892 — Lisboa, 1968), mais conhecido por João Couto, foi um historiador de arte, especialista em pintura portuguesa, que foi diretor do Museu Nacional de Arte Antiga. É autor de uma extensa obra sobre arte portuguesa, pintura e restauro de obras de arte. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Rodrigues_da_Silva_Couto
O autor, José Pereira da Silva Leite de Berredo, [Comandante do Corpo da Guarda Real da Polícia do Porto], participa ao compadre António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar], o nascimento de outra filha. Solicita a proteção do destinatário para o portador da carta, seu sobrinho, o qual ofereceu-se para o serviço voluntário na América. Lembra a requisição da Patente, que apresentou em 1814, acompanhada da Planta Baixa da Cidade do Porto e de uma Memória da Força Militar da Polícia, semelhante à que o defunto Patriarca mandou ofercer a José Egídio Alvares de Almeida, [secretário Particular o Príncipe-regente] e compadre e condiscípulo académico do autor. Pede ao destinatário que patrocine o seu requerimento onde solicitava o recebimento da remuneração dos seus serviços, pelo Registo de Mercês, ao qual ficou habilitado pelo Decreto de 13 de Maio de 1813, onde recebeu também o Hábito de Torre e Espada. Comunica que pelo portador, o destinatário poderá receber informações sobre a fuga de Napoleão de Elba e sua chegada a Paris, da reorganização dos seus exércitos e consequente batalha com o Duque de Wellington, após a qual abdicou em favor do seu filho Napoleão II.
O autor queixa-se ao compadre António de Araújo de Azevedo, [Conde da Barca desde 17 de Dezembro de 1815], [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado], que António Joaquim Guedes de Oliveira e Silva, Tenente da Praça de Peniche, e Gonçalo Cristóvão, Tenente Coronel do Exército, criaram intrigas contra si junto do Marechal General o Marquês de Campo Maior, tentando silenciar o seu despacho de Tenente Coronel Graduado, conforme Decreto real de 13 de Agosto de 1810 e Patente do dia 30 do mesmo mês e ano. Lembra a Planta Baixa da Cidade do Porto e a Memória da força militar da polícia concebidas por si para um perfeito policiamento da Cidade, não aceitando ser afastado do seu cargo de Comandante do Corpo da Guarda Real da Polícia do Porto, independentemente da feição que o referido corpo venha a tomar. Pede a proteção do destinatário para se manter neste cargo, cujo Real Corpo foi criado e organizado por si pelo decreto de 10 de Setembro de 1808 e reorganizou em Janeiro de 1812. Relembra a sua pretensão em ver os seus serviços remunerados conforme o habilita o decreto real de 13 de Maio de 1815. Agradece a resposta à sua carta por via do amigo José Caetano de Sequeira Thedin.