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Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Paulino Manuel Vaz e esposa Rosa Amélia Mendes de Carvalho 2º Outorgante: Alcídio Vaz e esposa Elvira de Carvalho Vilela 3º Outorgante: João de Freitas Ferreira e esposa Maria Arminda Vaz 4º Outorgante: Maria de Jesus Vaz e marido Amâncio Gonçalves 5º Outorgante: Joaquim Vaz e esposa Júlia Mercês Martins dos Santos
Enternece-se com o artigo de AP na Voz (louvando a acção de JC e da Imprensa da Universidade) que agradece; refere a publicação do artigo sobre a petição universitária e de um outro, de Cabral de Moncada, no Século, que, corrigindo a mão, sintetiza a posição de Ortega y Gasset. Quer ainda escrever novo artigo sobre o dever dos universitários. Concorda com AP sobre o erasmismo de Gil Vicente mas lamenta que não citasse os estudos de M. Bataillon. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Anuncia a chegada a Buarcos; deseja publicar um livro sobre a filosofia de Espinosa: “É o ano do centenário do meu filósofo e sentiria que a bibliografia mundial não acusasse pelo menos um livro em português”. Refere a crítica de AP às lições de Fidelino de Figueiredo, autor que JC aprecia; não sem acusar o correspondente de expor “uma fractura entre os postulados da sua concepção filosófica, e as aplicações sociais desta concepção”. Promete para Outubro o envio duma “carrada de livros” e pergunta pelo andamento das obras de AP que pretende editar. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Continua emperrada a edição dos Estudos (2.º volume). Analisando o texto Martins Sarmento, ao elogio associa a crítica por ter AP omitido “as correntes europeias, na arqueologia sobretudo, de que Sarmento foi, não direi reflexo, mas representante” e estranha o seu cepticismo: “Os factos não importam; o que importa é a dimensão que se dá aos factos, e é neste trabalho do espírito que reside o erro, a verdade ou a probabilidade (…) neste ponto estamos sempre em discórdia”. Adverte AP em não fazer polémica quando se trate de um estudo erudito. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Consumada a extinção da Imprensa da Universidade, o “cair da tarde de ontem foi crudelíssimo: todo o pessoal me caiu nos braços a chorar. Foi uma despedida fúnebre, e para além da tortura de ver marchar para o desemprego 50 pessoas, ou antes famílias, o sentimento amargo de que algo morria em Portugal”. Assegura que será o advogado de AP junto da Imprensa Nacional. Anuncia a partida para Buarcos onde permanecerá até 6 de Outubro. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Grato pelos informes e o apoio de AP: “Creia que nunca esquecerei o que me diz e sobretudo o que não me diz e faz. Eu também sou assim – aliás estrutura de todos os homens independentes”. Correlaciona os dados que influíram no “ânimo do César” com o triunfo daqueles que “nada valem, mas são quem manda”. Deseja que o livro de AP seja o último a sair dos prelos. “Depois? Não sei ainda o destino”. Alusão às cartas de apoio que tem recebido. Não sabe se pode enviar os livros acabados, dos quais “um notabilíssimo do Artur Montenegro”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Acusa a recepção de Vínculos, Cartas de D. Manuel e as críticas a Monzó e Geyser. Faz uma apreciação positiva à parte histórica do primeiro texto mas não à análise sociológica, dada a evolução social contemporânea e a socialização da família; critica os restantes textos, com enfoque na oposição ao argumento ontológico que remete para o problema gnosiológico, abonando, mais uma vez, os antípodas ideológicos em que se situam. Continua a projectar uma revista de filosofia, agora denominada Convívio. Relata a marcha das vendas das obras de AP. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Aliviado dos exames, começou a ler os Novos Estudos, admirando a erudição e autonomia crítica de AP, mas achando as argumentações não convincentes, nem aceitando o cepticismo do prefácio ou as conclusões sobre S.to António, Pedro Hispano, ao contrário do estudo sobre Gil Vicente. Referência à crítica equânime de AP a Cartografia; de Armando Cortesão, cujo texto ainda não estudou. Comenta a redução do plano de publicações comemorativas do centenário da Universidade a “planozito”. Noticia que O ministro não lhe aceitou a escusa, começando dentro de uma semana a presidir à Comissão do livro de história e geografia. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere a sua colaboração na História, de D. Peres, em torno dos problemas de filosofia medieval (Pedro Hispano, Santo António). Retomou os temas espinosistas quando soube que a Junta da Educação Nacional subsidiava a viagem a Haia, e conta visitar Lovaina, Bruges e Gand. Questiona a autenticidade de um opúsculo de Leibniz mencionado por AP no contexto da complexidade da moderna bibliografia hebraica. Confirma ter ordenado a imediata composição do 2.º volume dos Estudos mal o original seja entregue. Contesta a “devastadora” posição filosófica da AP, aconselhando-o a adoptar a posição fenomenológica. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Narra um episódio de vertigem, enquanto nadava; na polémica do plano das Índias, entre Joaquim Bensaúde e Duarte Leite, nega a pretensa «ignorância» do Infante D. Henrique. Refere ter ultimado e colocado em novas bases, com o contributo de AP, o estudo sobre Pedro Hispano e a filosofia medieval em Portugal. O 2.º volume dos Estudos continua emperrado por falta de papel, mas com perspectivas de se poder comprar, Desmente Ricardo Jorge quanto às razões da sua não participação na Miscelânea D. Carolina Michaëllis. Anuncia um passeio ao Minho. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Quer adiantar a remuneração por conta da venda dos Vínculos. Debate o artigo de AP sobre o Prior do Crato, estudante, e esclarece dúvidas; recomenda que AP vá a Guimarães, ao jardim do Convento de Santa Marinha da Costa e veja a lápide evocativa da estadia de D. António no Colégio da Costa. Referência os ensino dos Jerónimos pelo método lovaniense e ao volume das Cartas de D. João III, que pede de empréstimo; pretende reunir estudos e artigos sobre o séc. XVI; partirá em Agosto para Buarcos; anuncia a ultimação da Miscelânea dedicada a D. Carolina Michaëllis. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere uma excursão à Beira Alta. Em relação à polémica pública sobre as Líricas, após a resposta de AP a Agostinho de Campos, “como é possível que tenha de intervir na polémica, que vejo generalizar-se, para esse momento – se for caso disso, – reservo a opinião que se publica”, apoie embora em privado AP. Discorre sobre a fonte erudita de lusiadae (Rhodigino, André de Resende, Fernando Coronel, Fernão Lopes de Castanheda, Nicolau de Grouchy, o meio humanista de Paris, Vives e Erasmo); corrige assim a opinião “hipercrítica” de AP. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Desmente que a Imprensa da Universidade tenha responsabilidade material ou moral na fuga de C. Nazareth e narra a devassa da polícia e o ambiente sobressaltado que paira no estabelecimento e desfaz o boato de que ele, ausente na Figueira, ou outros colaboradores estejam implicados (na composição de um jornal da Oposição), mas “parece fora de dúvida que o Armando Cortesão se envolveu na coisa”. Pergunta se AP recebeu os livros. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Tenciona ir ao Porto mostrar as provas e o original por compor, das cartas de D. Carolina, pois J. de Vasconcelos não lhe responde. Anuncia estar adiantada a tradução do Discurso do Método e das Meditações Metafísicas, com os quais pensa iniciar a colecção filosófica, embora tenha de abandonar o projecto da revista de filosofia. Indaga quem possa traduzir Max Scheler ou os Fundamentos da Metafísica dos Costumes, de Kant. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Solidarizando-se com as dificuldades de AP confirma ter recomendado a Cândido Nazareth que apressasse a composição dos Estudos; continua sem notícias das Cartas de D. Carolina; e lastima de novo que o país não lhe reconheça méritos: “O meu amigo é vítima deste ambiente de estupidez e ressentimento que nos envolve, porque um homem que possui a sua independência e espírito, qualquer que seja o fragor com que expande as suas dúvidas e as suas certezas, não deve ser abandonado”. Notícias de envio de publicações. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere os concursos de Queirós Veloso e Velasco, em Lisboa, e a informação a si transmitida por Simões Ventura, comentando de passagem o artigo de AP em A Voz: o que se passa em Lisboa, afirma, “é a consagração da insignificância”, ressaltando do episódio a postura de grande seriedade de Ventura. Afirma ter escrito “longa epístola” a António Sérgio sobre temas cartesianos; promete escrever como leitor ao autor dos Estudos. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Votos de boas-festas. Concorda com o teor do opúsculo de AP, A quem pertence a casa de Bragança?: “se eu fosse monárquico acompanhá-lo-ia”. Mas em termos jurídicos, discorda que os herdeiros de D. Miguel, excluso, possam ser usufrutuários da Casa de Bragança. Refere um livro de Mário Brandão. Discorda da posição de AP sobre a erudição de Santo António e aconselha-o a ler o seu texto “na História do Peres”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Espera que AP ultime o volume dos Estudos Críticos. Anuncia o envio das Últimas conversações, de Renouvier, e em poucos meses de 2 volumes: a Estética Contemporânea, de Neumann, e as Meditações metafísicas, de Descartes. Anuncia a ida muito provável a França, “percorrendo 4 ou 5 universidades com dois discos, que estou gravando, sobre os humanistas portugueses educados em França, e sobre Antero”. Acha notável o artigo de AP sobre os Vimaranis monumenta. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Votos de bom-ano; anuncia o envio de publicações e a saída do 1.º volume da Biblioteca Filosófica, as Últimas conversações, de Renouvier, traduzidas por António Sérgio. Anuncia outras realizações. Reitera convites a AP: O Discurso sobre o espírito positivo de Comte, ou um tratado de S. Tomás: também refere a Biblioteca de Escritores Portugueses, Scriptores rerum lusitanorum, e Subsídios para a História da Arte. Nova referência a uma Revista de Filosofia; narra a ultimação de um artigo sobre os antepassados de Espinosa. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Continua a mudança de casa. Interdita AP de escrever a Salazar, tanto mais que “parece estar na forja qualquer coisa que salve a continuidade intelectual da Imprensa”, e AP deve perseverar na hipótese da conclusão do livro. Lamenta e reprova a decisão de não ir a Friburgo, “só lucrava com esse duche de Europa”. Cogita, com Duarte Leite e Hernâni Cidade, dirigir uma História da cultura portuguesa, fascicular e com colaboração bem remunerada. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Congratulações pela aparição do 2.º volume dos Estudos, que aguarda. Nas férias, não se apercebeu do artigo Cartografia, de AP. Informa que foi nomeado presidente da Comissão de livros de história e geografia, do qual pediu escusa, por excesso de trabalho, a edição académica das obras de Pedro Nunes, e os vários volumes comemorativos da 4.º centenário da Universidade. Noticia que o livro de AP (Elementos de História de Portugal) é o único a concurso, no respectivo grupo. Ultima o artigo sobre 1820 para a História de Damião Peres. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Não sendo possível remunerar, senão facturando em nome do autor, lamenta as sequelas causadas no orçamento doméstico de AP, solidarizando-se: ”Sou pobríssimo – só sou rico de filhos, e tendo-me nascido o 9º no domingo de Páscoa, – e já há muito me habituei à ideia das dificuldades”. Afiança outro contrato para a edição dos Vínculos. Queixa-se de uma “horrorosa astenia”. Elogia a crítica de AP a P. Hourcade, embora discorde da “superstição do facto”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Noticia que José Maria Rodrigues irá publicar novo artigo e outra errata, em O Instituto, a qual lhe envia; recebeu dele novo original respondendo ao último folhetim de AP. Considera condenável a linguagem utilizada por AP na resposta e este, por ser merecedor do seu respeito, e aconselha AP à maior moderação; marca a sua posição arbitral, a de um “liberalismo insubornável e tranquilo”. Novas indicações para AP publicar, sobretudo o original camoniano. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria do Carmo Pacheco Pereira de Carvalho Mendes de Vasconcelos casada com Joaquim Luís do Espirito Santo Mendes de Vasconcelos 2º Outorgante: Ana Maria Pacheco Pereira de Carvalho Giraldes Outeiro casada com Raul Giraldes de Castro Portugal Outeiro, outorgando por si e na qualidade de procuradora de António Duarte Pacheco Pereira Rebelo de Carvalho casado com Maria Adelaide de Castro da Câmara Leme Rebelo de Carvalho 3º Outorgante: Joaquim Pereira Marques casado com Maria da Conceição Gomes da Mota
Inventário orfanológico. Os inventariados foram residente em Calendário. Inventariante: Maria Bertilha Garcia Carvalho e António Augusto Nascimento Carvalho. Residentes em Calendário.
Inventário orfanológico. Os inventariados foram residente em Calendário. Inventariante: Maria Bertilha Garcia Carvalho e António Augusto Nascimento Carvalho. Residentes em Calendário.
(Porto) Apresentação das razões pelas quais pede transferência de Bragança para Cabeceiras de Basto, lugar também desejado por Avelino Pereira de Carvalho.
[s.l.] Pedido de intervenção para que o sobrinho, Manuel Cardoso Vilhena de Carvalho, seja transferido para a Conservatória do Registo Civil e Predial de Pinhel.
(Lisboa) Comunicação da impossibilidade de estar presente na reunião preparatória do júri das provas de doutoramento de João de Carvalho. Timbre: "Faculdade de Ciências de Lisboa".
(Lisboa) Pedido de intervenção na colocação do seu sogro, Ruy Machado de Carvalho, na Companhia da Caminho de Ferro de Benguela.
(Porto) Pedido de empenho junto de [?] Maia de Carvalho para que este aceite patrocinar a causa da sua filha. Timbre: "João Baptista Machado. Professor da Faculdade de Economia"
Assunto: Processo de pessoal de toma de posse de Braulio Vieira de Carvalho como chefe interino. Contém: ordens de serviço, notas de serviço, comunicações, oficios, despachos.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca de informação sobre o pagamento do imposto de selo.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, referente ao poder conferido ao tesoureiro da direção do Montepio.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca da moeda de ouro antiga e seu destino legal.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, referente ao acréscimo de carga manifestada pelo capitão do navio, Extremadure.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca de varejos por motivo de contrabando.
Parecer do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, referente a uma partilha judicial.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: João Dias de Carvalho e José da Silva La-Salette.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Carlos Manuel do Carmo Carvalho, representante da firma Manuel Soares da Costa, Limitada.
(Braga) Desejo de felicidades para o doutoramento de Guilherme Braga da Cruz e promessa da sua oração. Timbre: "Instituto de Filosofia. B. Miguel de Carvalho".
[s.l.] Manifestação do seu interesse pessoal na nomeação de Avelino Pereira de Carvalho para o Registo Predial de Cabeceiras de Basto.
[s.l.] Agradecimento pela colaboração na nomeação do professor [?] Carvalho como representante de Portugal na Sociedad Francisco Suárez. Timbre: "IV Centenario de Suárez. Comisión Permanete".
[s.l.] Informa que isentou do pagamento de selo os cartazes do C.A.D.C. e que autorizou a nomeação de Caetano de Carvalho.
(Coimbra) Referências à colocação de Domingos [José da Luz Carvalho] no Tribunal do Trabalho. Timbre: "Faculdade de Direito. [Universidade de Coimbra]".
[s.l.] Referências impressão das provas de um trabalho de Luiz Fernando de Carvalho Dias. Timbre: "Universidade de Coimbra. Faculdade de Direito".
(Lisboa) Agradecimento pela informação acerca das provas de doutoramento de Joaquim Montezuma da Carvalho. Timbre: "Universidade de Lisboa. Faculdade de Ciências. Instituto Botânico".
(Esperança) Agradecimento pela intervenção junto da Sacor e comunicação de que Avelino Pereira de Carvalho foi nomeado presidente da Câmara Municipal de Póvoa de Lanhoso.
(Lisboa) Felicitações pelo artigo de Guilherme Braga da Cruz no "Diário de Lisboa" com objeções ao trabalho de [?] Tavares de Carvalho. Timbre: "J. Ferreira Gomes. Advogado".
(Lisboa) Pedido de intervenção junto de Caetano de Carvalho para lhe ser atribuído um part-time na Secretaria de Estado de Informação e Turismo.
(Coimbra) Pede autorização para ler um manuscrito de D. Frei Bartolomeu dos Mártires que lhe informou [José Gonçalo] Herculano de Carvalho estar na sua posse.
(Lisboa) Informa que o presidente da Fundação Calouste Gulbenkian decidiu aumentar para 1.500 escudos a bolsa de estudos de Adérito Brazão de Carvalho. Timbre: "Fundação Calouste Gulbenkian".
Brochuras, jornais e folhetins de teor político. Cartão de [Gomes de Carvalho] de 1 de setembro de 1925 e apontamentos síntese acerca de diplomas legais e acontecimentos políticos.
Carta de penhora a favor do juiz e irmãos da Irmandade de Nossa Senhora da Oliveira contra os herdeiros do capitão mor Manuel Dias de Carvalho.
Inventário de trastes que o andador José Alves de Carvalho tem em seu poder, pertencentes à irmandade. Inclui o registo quantitativo e breve descrição dos objetos.
Original do recorte de imprensa "Padre Dr. Abel Varzim", de Adão de Carvalho, publicado no Badaladas de 2 de setembro de 1994, página 3.
Contém: Júlio Augusto Carvalho Mendes, Pedagogia do Padre Américo no acolhimento, formação e inserção social, um exemplo de prevenção da marginalidade, 1986 (IV Semana Nacional de Pastoral Social).
1 cassete (áudio) com registos da VII Semana Nacional de Pastoral Social: debate (cont.), intervenção da Maria Francisca Martins de Carvalho (lado A e B).
Parecer do Procurador-Geral da Coroa João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Constitui "voto em separado" do parecer aprovado por maioria em conferência.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, relativo à Associação dos Empregados do Estado.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, sobre questões disciplinares da Associação.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, sobre alterações contratuais da Companhia com o Governo.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, sobre pedido de abono por tempo de serviço.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, sobre pedido de aposentação com ordenado por inteiro.
Contém pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, para os Ministérios do Reino, Justiça e Fazenda.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, sobre os novos estatutos da Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Examina queixa apresentada contra as autoridades marítimas do Algarve.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, sobre o exercício de cargos públicos por estrangeiros.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, sobre o Padroado Português do Oriente.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Consiste apenas em: "Conformo-me".
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Consiste apenas em: "Conformo-me".
Nota do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, sobre o asssunto estar pendente, aguardando decisão dos tribunais superiores.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, relativo à explosão ocorrida na fábrica de dinamite da Trafaria.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, relativo a remunerações dos magistrados judiciais"
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca do duplicado de renda vitalícia, de António Avelino de Azevedo.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca de uns prazos pertencentes ás Lezírias.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca da propriedade de um título de dívida pública.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca de uma escritura de cedência de António Rafael de Sousa.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca da contribuição pessoal industrial da décima de juros.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca da legalidade de uma escritura de cessão de direitos.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, referente á venda de umas propriedades em praça.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca da prescrição dos juros da dívida consolidada.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, referente a pedido para suspensão de execução administrativa.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca do rendimento coletável de uns prédios urbanos, para compra.