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Grau - Elementar Idade - 13 Filiação - Manuel Alves Simões Naturalidade - Vale S. Cosme Classificação - Aprovado
Grau - Elementar Idade - 18 Filiação - José Francisco Alves Naturalidade - Carreira Classificação - Adiado
Grau - Elementar Idade - 14 Filiação - José Pinheiro Alves Naturalidade - Seide S. Miguel Classificação - Suficiente
Grau - Elementar Idade - 10 Filiação - Joaquim Rodrigues Alves Naturalidade - Vila Nova de Famalicão Classificação - Aprovado
Grau - Elementar Idade - 10 Filiação - António Alves Carneiro Bezerra Naturalidade - Requião Classificação - Suficiente
Filiação: Custodia Alves Moreira. Natural da freguesia de ANTAS, Sao Paio, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Rosa Alves Ferreira. Natural da freguesia de ARNOSO, Santa Eulalia, concelho de VILA NOVA FAMALICAO
Filiação: Camilo Alves e Francisca Ribeiro. Natural da freguesia de PANOIAS, Santa Maria, concelho de BRAGA
Com destino a Rio de Janeiro, Brasil Naturalidade do requerente: Mar - Esposende Data de Batismo: n/a Pai: Abel Alves Mãe: Maria Victor Bermutti Estado Civil:Solteiro Cônjuge: n/a Pai do Cônjuge: n/a Acompanhantes: Maria de Lourdes Alves, Elsa Alves e Rosa Alves Processo 11/1-14-E
Maria Emília de Jesus Alves solicita certidão referente à existência de loteamento de uma parcela de terreno, com a área de 135 m2, sita em Andreus, freguesia de Amor, que faz parte do artigo nº 1041 da matriz rústica da freguesia de Amor. Confrontações: Norte - Francisco de Jesus Alves Sul - Jacinto Alves Nascente - Carlos Domingues Gomes Poente - Marcelino Alves
ALVES, Manuel António. Filho de António Alves e de Maria Rosa Alves. Nasceu na freguesia de Castro Laboreiro a 17/8/1903. // Casou com Isabel Maria Rodrigues (26/2/1905 a --/1/1995), filha de António Rodrigues e de Rosa Rodrigues. // Comprou a Quinta do Fecho, sita em Rouças, no ano de 1936, por quarenta contos de réis, onde passou a residir com a mulher e filhos, e também seus pais, que ali morreram. // Nesse local teve uma loja de comércio. // Mais tarde cedeu metade da Quinta ao irmão, Dodão, que morava em Castro Laboreiro. Morreu no lugar do Fecho a 22/11/1956. // Pai de Noémia, Adriano e Carlos Augusto. [Essa Quinta foi arrematada em hasta pública a 26/1/1936, pelas doze horas, no Tribu-nal Judicial de Melgaço, por metade do valor antes estipulado, ou seja por 28.380$00 (casa de morada, capela com brasão, terra de cultivo, mato e arvoredo), pois no dia 12 desse mês ninguém a quisera comprar. Pertencia ao conde de Azevedo, Pedro Barbosa Falcão Azevedo Bourbon. O Morgadio do Fecho fora criado por Lopo de Castro (o Moço) e pela sua mulher, Francisca Quevedo, a 7/6/1601. No século XVIII era dono da Quinta o Morgado do Fecho, Dr. Manuel José Castro Melo Barreto, que também possuía a Quinta da Boavista. // Estes bens seriam para pagar a dívida à Caixa Geral de Depósitos no valor de 469.054$04, nos autos de execução fiscal administrativa que o magistrado do Ministério Público moveu contra os devedores, como representante da Fazenda Nacional. Eram citados Estêvão Maria Barbosa Carneiro Queiroz de Azevedo Bourbon e sua esposa, residentes em Viseu, a favor dos quais existia um registo provisório. O escrivão da 1.ª secção era, nessa altura, João Afonso, e o juiz de direito o Dr. José Luís de Almeida. // «Foi demolida a capela já pelos actuais possuidores da referida quinta (…), os quais tiveram a louvável ideia de aproveitar as (…) armas e fixá-las na casa de morada do velho solar acastelado.» (Padre Júlio Vaz apresenta Mário, página 120).
Filho de José Augusto Alves, carpinteiro e proprietário, e de Carlota Maria Rodrigues, moradores na Portela do Couto, Chaviães. Neto paterno de António Joaquim Alves e de Maria Joaquina Pires; neto materno de Manuel José Rodrigues “Valença” e de Maria Joaquina Domingues. Nasceu em Chaviães a 4/11/1879 e foi batizado pelo padre BARP a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Guilherme José Meleiro, solteiro, lavrador, e Alexandrina Rosa Rodrigues, casada. // A 14/8/1898, na igreja de Rouças, foi padrinho de Maximiano Cândido Esteves, nascido a oito daquele mês e ano. A madrinha foi Cândida Beatriz Dias. // Casou na igreja de Cristóval a 24/9/1903 com Olívia Isabel, de 20 anos de idade, solteira, camponesa, natural de Cristóval, moradora em Cevide, filha de Joaquim Rodrigues e de Benedita Mendes. Testemunhas presentes: padre Júlio Celestino Gonçalves e Manuel Pereira da Costa, casado, proprietário, ambos do lugar da Porta, freguesia de Cristóval. // Lavrador e cambista. // Também teve uma pequena fábrica de espanadores de ráfia, no lugar da Portela. // Em 1914 era vereador da Câmara Municipal de Melgaço. // Foi jurado no 2.º semestre de 1915, e no 2.º semestre de 1916. // Em 1917 concorreu às eleições para a Câmara Municipal, em uma lista encabeçada pelo padre Francisco Leandro Álvares de Magalhães. // Foi de novo jurado no segundo semestre de 1919. Eram seus companheiros por Chaviães: José António Vaz e António Caetano Alves. // Escreveu-se acerca dele, em 1936, no “Notícias de Melgaço” n.º 306: «importante capitalista e proprietário». // Em Novembro de 1937 era vogal do Conselho Municipal de Melgaço. // Foi administrador do Grémio da Lavoura. // Em 1950 foi submetido a uma melindrosa cirurgia na cidade de Lisboa. // A sua esposa faleceu em São Vítor, Braga, a 26/11/1926, e ele acabou seus dias na Portela do Couto a 17/9/1963. // Ficou conhecido por “Banqueiro de Chaviães”. // Com geração (ver em Cristóval). // Era sogro do Dr. Abel Varela Seixas, residentes com a esposa e filha na cidade de Lisboa.
Filho de José Manuel Álvares (*) e de Ana Maria Domingues, residentes no lugar de Parada, Chaviães. Neto paterno de Manuel António Álvares e de Teresa Pires, da Calçada, SMP; neto materno de António Manuel Domingues e de Andreza Maria Gomes, do dito lugar de Parada. Nasceu em Chaviães a 31/8/1836 e foi batizado pelo padre MJGB a 4 de Setembro desse ano. Padrinhos: José António de Castro, do lugar da Assadura, SMP, e Maria Rita Vaz, do lugar de Cavaleiros, Rouças. // Lavrador. // Casou na igreja da sua terra, a 28/5/1866, com Maria das Dores, de quinze anos de idade, filha do padre Luís António Gomes Vieira, morador que fora em Soengas, e de Maria Teresa Álvares, solteira, da freguesia de São Jorge de Vilar, Galiza, moradora no lugar da Igreja, Chaviães. Testemunhas presentes: frei Manuel de Maria Santíssima Codeço, morador no lugar de Fonte, e Manuel Joaquim Vaz, solteiro, lavrador, residente no lugar de Parada, ambos de Chaviães. // A sua jovem esposa faleceu a 1/10/1869, sem geração. // Voltou a contrair matrimónio, na mesma igreja, a 18/5/1870, com Maria Joaquina, de 27 anos de idade, solteira, filha de António Joaquim Alves Ramos e de Ana Luísa Gomes (exposta), moradora no lugar da Igreja, Chaviães. Testemunhas: João Manuel de Araújo Azevedo, casado, lavrador, e José António Alves, solteiro, lavrador, ambos da freguesia de Chaviães. // Morreu a 14/8/1910, na sua residência, sita no lugar da Igreja, com todos os sacramentos, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério local. /// (*) No assento de óbito de seu filho, ele aparece com o nome de António Joaquim Alves.
ALVES, Maria Libânia (*). Filha de João António Alves, serralheiro, natural de Paderne, e de Maria Teresa Lourenço, lavradeira, natural da Vila, moradores no Campo da Feira de Dentro, SMP. Neta paterna de Manuel Luís Alves e de Maria Joaquina Rodrigues; neta materna de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. Nasceu na vila a 26/3/1869 e foi batizada a 9 de Abril desse ano. Padrinhos: Luís de Sousa Gama, Governador Militar da Praça de Melgaço, natural de Prado, e Maria Ludovina de Barros, doméstica, natural da Vila. Aprendeu a ler, talvez na escola primária, e ajudou a mãe nas lides caseiras. Apaixonou-se por um indivíduo, cujo nome desconheço, e tiveram três filhos, dois deles morreram ainda bebés, e o José da Purificação faleceu a 12/2/1914, com 18 anos de idade. // Em 1903 deu à luz a Maria Alice, mas esta já era do novo namorado, Belchior Herculano da Rocha, com quem casou em 1905. Depois do casamento teve mais filhos. // Ela andava pelas festas e feiras a vender doces e pão, e o marido a vender rebuçados de seu fabrico, e limonadas, além de ser cozinheiro. Na feira do dia 9 roubaram-lhe uma libra em oiro, encastoada num aro do mesmo metal, no valor de 9$000 réis, não se descobrindo o autor do furto (“Correio de Melgaço” de 11/8/1912) // Faleceu numa casa das Carvalhiças, Vila, a 14/6/1947. Acompanharam o seu funeral, no dia seguinte, três irmandades: a da Misericórdia, Almas, e a do Sagrado Coração de Jesus. // O seu viúvo morreu na mesma casa em 1949. /// (*) É minha avó materna.
ALVES, Lucília do Rosário. Filha de Ricardo Álvares, de Santiago de Achas, Tui, morador em Lisboa, e de Maria Gonçalves, casada, jornaleira, de Alvaredo, moradora no Maninho. N.p. de José Álvares e de Pilar Álvares; n.m. de Maria Gonçalves. Nasceu a 5/4/1901 e foi batizada na igreja de Alvaredo, pelo padre Francisco Leandro Álvares Magalhães, a 7 desse mês e ano. Padrinho: professor Adelino José Pereira. // Fez exame do 1.º grau na Escola Conde de Ferreira a 4/7/1914; obteve um «ótimo». // Casou na 4.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa, a 5/8/1928, com Abraão Tavares da Silva. // Faleceu em Carnaxide, Oeiras, a 26/1/1971.
Filha de José Joaquim Álvares, lavrador, e de Maria Teresa de Jesus Gomes Vieira, moradores no lugar de Soengas. N.p. de António Joaquim Álvares e de Antónia Maria Esteves; n.m. de Luís António Gomes Vieira e de Maria Manuela Barreiro. Nasceu em Chaviães a 8/4/1865 e foi batizada pelo padre JLBC a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Luís Alves, lavrador, e sua mulher Maria Caetana Álvares, moradores no Casal, Chaviães. // Casou na igreja a 30/9/1885 com Manuel Luís Pinto, de 29 anos de idade, solteiro, seu conterrâneo, morador no lugar do Barraço, filho de João António Pinto e de Águeda da Conceição Gomes.
Filho de Manuel José Álvares, jornaleiro, de Arnoia, Ourense, e de Maria José de Sousa, de Chaviães, moradores no lugar da Fonte. N.p. de Manuel José Álvares e de Maria Rodrigues; n.m. de Manuel António de Sousa e de Clara Isabel Gonçalves. Nasceu em Chaviães a 8/9/1867 e foi batizado pelo padre JLBC a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Esteves, casado, escrivão da Fazenda na Vila de Melgaço, e Adelaide Joaquina Alves, solteira, moradora na Vila, SMP. // Faleceu às sete horas da manhã do dia 12/4/1868 e foi sepultado na igreja.
Filha de Maria de Jesus Alves, chavianense. Nasceu em Chaviães por volta de 1847. // Tinha cinquenta e um anos de idade, era lavradeira, viúva de Joaquim Teixeira desde Janeiro de 1896, morava no lugar de Redondas, quando casou na igreja da sua freguesia de nascimento, a 19/10/1898, com Constantino Pereira Fernandes, de quarenta e quatro anos de idade, solteiro, lavrador, natural da freguesia de Santiago de Oliveira, diocese de Tui, filho de José Bento Pereira e de Rosa Fernandes, galegos. Testemunhas: José Maria Soares, casado, lavrador, do lugar da Pena, e Antónia Maria Esteves, casada, do lugar da Fonte, chavianenses.
ALVES, Manuel António. Filho de António Álvares e de Úrsula de Abreu, todos do lugar de Paçô. N.p. de António Álvares e de Ana Pereira, de Cavaleiros; n.m. de Manuel de Abreu e de Joana Fernandes, de Paçô. // Casou na igreja de Rouças a 11/9/1807 com a sua parente no 4.º grau, Teresa Caetana, filha de João Álvares e de Ana Maria Gomes; neta paterna de António Álvares e de Maria Rodrigues, do lugar da Travessa; n.m. de Jorge Gomes e de Benta Vidal, de Cavaleiros, todos roucenses. Testemunhas: Caetano José Domingues, do lugar de Crasto, Frutuoso José de Castro, do lugar da Igreja, e João Álvares, do lugar da Travessa.
ALVES, Domingos José. Filho de António Álvares e de Maria Esteves. Neto paterno de Manuel Álvares e de Rosa Gonçalves; neto materno de António Esteves e de Antónia Meleiro, todos do lugar de Cavaleiro Alvo. Nasceu em São Paio em Agosto de 1820 e foi batizado a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Meixeiro, de Sante, e Maria -----------, do lugar de Lobiô, Rouças. // Lavrador. // Casou com Joaquina Rosa, filha de António Lopes e de Maria Domingues, de Cavaleiro Alvo. // Morreu no lugar de Cavaleiro Alvo a 10/2/1893, com todos os sacramentos, no estado de casado, sem testamento, com geração, e foi sepultado na igreja paroquial.
ALVES, Maria Teresa. Filha de António [José] Álvares e de Maria Luísa Lourenço, lavradores, moradores no lugar da Costa. N.p. de Manuel Álvares e de Maria Afonso, do dito lugar; n.m. de António Lourenço e de Maria Vaz, da Carpinteira. Nasceu em São Paio a 22/4/1804 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Joaquim Pinheiro e sua irmã Antónia, solteiros, da Raza. // Faleceu no lugar da Costa a 10/12/1862, com todos os sacramentos, solteira, e foi sepultada na igreja no dia 11. // Fizera testamento. // Deixou um filho.
ALVES, Maria Rosa. Filha de Manuel Álvares e de [Maria] Manuela de Sousa, moradores no lugar dos Lourenços. N.p. de Manuel Álvares e de Isabel Gomes, do dito lugar; n.m. de Maria Álvares, de Sante. Nasceu em São Paio a 16/8/1820 e foi batizada a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Gomes, solteiro, e sua mãe, Maria Rosa, viúva, do Regueiro. // Lavradeira. // Faleceu no lugar dos Lourenços a 6/5/1892, com todos os sacramentos, no estado de casada com Manuel Joaquim Meleiro, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja paroquial.
ALVES, Manuel José (Nené). Filho de João António Alves, de Paderne, e de Maria Teresa Lourenço, da Vila, onde moravam. N.p. de Manuel Luís Alves e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. Nasceu a --/--/1874. // Devido a deficiências mentais, é possível que não tenha feito a instrução primária. // Esteve sempre com a mãe e irmãos: – ao José Maria ajudava, como podia, na sua oficina de serralheiro. // Era conhecido por “Nené” e todos o tratavam como a uma criança crescida. // Algumas vezes foi, a pé, ao Santuário do Sameiro, e voltava, também a pé, como se fosse a coisa mais natural do mundo. De Melgaço a Braga, distam cerca de cem quilómetros. Não é brincadeira. // Não pronunciava correctamente as palavras e, por causa disso, arranjou uma alcunha à família feminina: as balacas (*). Talvez derivada de “balaica”, ou “balalaica”. (**) // A família possuía uns terrenos cultiváveis, mas por vezes o tempo não corria de feição, por isso ele rogava com fervor à divindade: «Ó meu Jesus, dá água pró meu Corçães, prà minha horta, prà minha Buraca!» E logo a seguir pedia sol, como no ditado: «sol na eira e chuva no nabal.» // O “Notícias de Melgaço” n.º 26, de 30/9/1923, fala dele: «GOSTO QUE DÁ DESGOSTO – No dia 23 do corrente mês, quando vinha de Penso em direcção a esta Vila, Manuel Alves, mais conhecido por “Nené”, ao chegar próximo do Hotel Ranhada, achou, no meio da estrada, um maço de notas do Banco (moeda corrente) que, surpreendido, guardou, mas mais surpreendido ficou quando duas praças da Guarda Fiscal, em serviço no posto de São Marcos, que lhe viram apanhar fosse o quer que fosse, lho fizeram entregar, dando estes 20$00 ao dito “Nené”, dizendo-lhe que mais lhe dariam se não aparecesse o dono.» // Quanto a mim, trata-se de uma partida. Sempre existiu, nos humanos, uma tendência para brincar com os idiotas. De qualquer modo, ganhou vinte mil réis, que naquele tempo era dinheiro. // Faleceu solteiro, sem geração, a 23/12/1924, com cinquenta anos de idade. /// (*) Existiu uma tribo cujos membros eram conhecidos por valáquios; hoje encontram-se dissolvidos no povo romeno. Haverá alguma relação? /// (*) «Espécie de bandolim de três cordas e de forma triangular, usado pelos camponeses russos e apenas para acompanhar a voz.»
ALVES, Manuel Caetano. // Era viúvo de Ana Rosa da Silva desde 19/4/1809, morava intramuros, SMP, quando casou, na igreja de SMP, a 26/2/1813, com Clara Joaquina, filha de Luís Esteves e de Luísa Domingues, do Couto de Fiães, a contraente moradora na Vila de Melgaço. Testemunhas: padre FXTS, Manuel José Quintela, do lugar dos Moinhos, João Fernandes, solteiro, da Vila, e o padre Pedro Domingues, tio da noiva. // Morou na Rua da Misericórdia, SMP. // Faleceu a 30/9/1818. // Fizera testamento. // A sua viúva finou-se a 8/10/1821.
ALVES, José Maria (Zinona). Filho de João António Alves, de Paderne, e de Maria Teresa Lourenço, da Vila, onde moravam. N.p. de Manuel Luís Alves e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. Nasceu no Campo da Feira, SMP, a 17/8/1871, e foi batizado a 23 desse mês e ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu, solteiro, comerciante, e tocou com a coroa de Nossa Senhora, Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja. /…/ // Ficou órfão de pai aos seis anos. // Depois da 4.ª classe aprendeu a profissão de serralheiro, que exerceu toda a vida, com oficina própria. Consta que era um verdadeiro mestre (*). // A 18/3/1900, na igreja de Paços, foi padrinho de Bebília Lourenço, nascida nessa freguesia a 10 daquele mês e ano; a madrinha era a mãe do padrinho, Maria Teresa Lourenço. // Ainda no estado de solteiro gerou filhos em duas mulheres: uma da Vila (Lucrécia da Costa Velho) e outra de Prado (Elvira Augusta Ribeiro). // Casou a 12/4/1910 com a sua parente no 3.º grau de consanguinidade, Belmira dos Prazeres, nascida na Rua Direita, Vila, a 26/3/1872, filha de José Joaquim Pires, de São Paio, e de Florinda Vitória Lourenço, da Vila, taberneiros. Testemunhas: Aurélio Araújo Azevedo e António Luís Fernandes, negociantes. Moraram na Rua Direita, SMP. // O “Jornal de Melgaço” 1237, de 1919, diz que ele está preocupado com o marco fontanário existente no Largo das Cadeias; em sessão da CMM de 6/3/1919 tomou-se isso em consideração, prometendo tomar providências. // Em 1925 morreu a sua mãe, tendo ele herdado alguns bens. Uma das casas da família, designada “Casa Velha”, sita nos Fojos, Vila, foi por ele vendida a Emiliano Igrejas, na altura cobrador de impostos e motorista de táxi, além de outras coisas. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 159, de 31/7/1932: «Com vista à Ex.ª Câmara. Tem-se-nos queixado o senhor José Maria Alves, industrial desta vila, do tratamento de desfavor que lhe tem sido feito por parte da Comissão Administrativa, a quem tem pedido para vedar o terreno nas traseiras do seu prédio, e consentir-se que o terreno do proprietário contíguo esteja vedado e onde permanecem animais domésticos. Diz-nos, se o terreno em questão é uma rua pública e por isso ele não o pode vedar, também o vizinho não o pode fazer. Se não é…justiça de funil, sendo todos iguais contribuintes municipais.» // Morreu a 3/11/1941. // A sua viúva finou-se a 22/5/1956.
ALVES, Albina da Conceição. Filha de Teresa Joaquina Alves, solteira (*), moradora intramuros, SMP, e de pai desconhecido. Neta materna de Francisco António Alves e de Joana Antónia Sarmento, moradores no Bairro do Carvalho. Nasceu na Vila a 7/12/1852 e foi batizada pelo padre João Evangelista de Sá a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Domingos Lopes, solteiro, e Carlota Joaquina (neta da Cecília), todos de SMP. // A vida de Albina da Conceição (mãe de Belchior Herculano da Rocha, meu avô) dava um grande romance. Não sei se frequentou a escola primária, mas é provável que não. Deve ter aprendido alguma coisa de costura, pois nalguns documentos aparece como costureira. O mais certo é ter sido criada de servir, pois é nessa condição que ela vai trabalhar na casa de Gaspar de Brito e Rocha (1837-1882), natural dos Arcos de Valdevez, solteiro, responsável pela delegação da alfândega na Vila de Melgaço. Do seu patrão teve três filhos: Baltazar José da Rocha (1876-1909); Belchior Herculano da Rocha (1877-1949); e Gaspar Alves da Rocha (1882-1890). // Baltazar e Belchior foram expostos: o primeiro no Linhar, Chaviães, à porta de Albina Clara de Castro, mas a 20/7/1879, sabendo-se quem era a mãe, foi-lhe entregue; o segundo em Santo Amaro, Prado, à porta de Mariana Gonçalves, casada, mas a 1/10/1879, por terem descoberto a mãe, foi-lhe entregue «por intimação». O Gaspar não foi exposto porque quando nasceu já o pai tinha morrido. // Depois da morte do patrão/amante arranjou um namorado, de quem teve um filho, de nome Francisco (nasceu em 1884), que deve ter morrido ainda bebé. // A 4/6/1888, na igreja de SMP, casa com Manuel Francisco Barbeitos, sapateiro, de Barbeita, Monção, a residir em Melgaço, ela já com 36 anos de idade e ele apenas com 21 anos. Os pais dele tiveram que lhe dar consentimento. Deste casamento nasceram dois filhos: Vitorino de Jesus Maria (1888-1963) e João Manuel (1894-1963). // A Albina da Conceição morreu a 19/7/1905, na sua casa da Rua Direita, SMP, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultada no cemitério municipal. // O seu viúvo voltou a casar, desta vez com Almerinda Augusta Esteves, natural de Paderne, e teve mais filhos da segunda esposa, entre eles Preciosa de Jesus e Rosendo. /// (*) Casou a 2/5/1861 com Francisco Maria de Melo.
Francisco Ferreira Alves solicita licença para ampliação de um barracão, transformando-o em habitação, conforme projeto junto, num terreno sito em Olhalvas, Pousos, inscrito na matriz predial sob o nº 928. Confrontações: Norte - Maria Alzira da S. Ruivo Nascente - Requerente Sul - Caminho público Poente - Manuel Simões Composto por: - Requerimentos; - Projeto (plantas, memória descritiva, termo de responsabilidade); - Informação técnica; - Correspondência vária; - Declaração de responsabilidade pela execução da obra; - Alvará de licença de ampliação nº 1007/76; - Auto de vistoria nº 467/76; - Licença de utilização nº 8, de 03-01-1977.
Cópia de formulário de inscrição de Paulo Roberto Alves, Chefe da Secção Técnica de Ensino da Escola de Educação Física do Exército, membro do Comité Técnico Permanente de Futebol do C.I.S.M e secretário da Associação Brasileira de Treinadores de Futebol, para frequência do curso de Dirigente Desportivo, realizado no Rio de Janeiro entre 3 e 8 de abril de 1989. Este curso foi promovido pelo Movimento Solidariedade Olímpica, tendo sido coordenado por André Richier (Brasil) e ministrado por David Sequerra (Portugal) e António Aguillar (México).
Filiação: Manuel Alves Dias Ferreira (ou Manuel Alves Gordo) e Maria Alves Lima. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Alberto Alves Vieira Braga nasceu a 20 de março de 1892, na freguesia de S. Paio, em Guimarães, e aí morreu a 5 de março de 1965. Filho de António Alves Martins Pereira e de Teresa Maria Vieira, pertenceu a uma importante família de comerciantes. Em 1923, foi responsável pela constituição da “Sociedade Mercantil do Minho, Lda.”, que veio dar origem à Fábrica Cavalinho de Guimarães, e em 1944 pela Sociedade Braga & Rebelo, que manteve até 1956. Autodidata na sua formação, Alberto Vieira Braga foi etnógrafo, arqueólogo e historiador, que ao longo de meio século produziu uma vasta obra essencialmente ligada à investigação das tradições populares. Dedicando uma importante parte da sua vida ao associativismo em Guimarães, exerceu o cargo de diretor da Sociedade Martins Sarmento em 1923, 1926 e 1928. In: http://www.matrizpci.dgpc.pt/MatrizPCI.Web/pt-PT/RecursosSearch/PesquisaInvestigadores?IdEntidade=426