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Registo das quantias depositadas na «Casa Bancária Joaquim Alves de Oliveira, Sucessória e Companhia» e dos juros recebidos, com indicação das datas. Termo de abertura no fólio [1] e termo de encerramento no fólio [51].
Esboço do livro com textos apresentados nas Jornadas Rurais, Coimbra, 1983-06-10 a 12, e que estiveram na origem do Movimento Solidariedade Rural. Contém textos de Marina Perestrelo, Manuela Silva, António Gomes Severino, D. João Alves (bispo de Coimbra).
Assunto: Transgressão de Domingos Alves Borralha por este ter construido um moinho, açude e respetiva derivação, sem licença na margem esquerda esquerda do ribeiro da Borralha. Contém: intimação, comunicação, nota de serviço
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto sobre o pedido de pensão de Anastácia Umbelina dos Santos Pereira, viúva do capitão António José Alves dos Santos Pereira.
Texto datilografado de Susan Lowndes referindo que o envelope do terceiro segredo de Fátima foi enviado para Roma; padre Alves de Campos fala na Biblioteca da Embaixada Americana sobre a delinquência juvenil.
Exposição de Macau, 1985; em primeiro plano, Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo e esposa, Prof. Pe. Alves Gomes junto à coluna. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, antigo Refeitório.
Exposição de Macau, 1985; da esquerda para a direita, Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo e esposa, Prof. Pe. Alves Gomes e Prof. Doutor Manuel Ferreira Patrício. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, antigo Refeitório.
Carta de D. Afonso V que concede aos pobres do Vale de Flores, do termo de Portalegre, os mesmo privilégios concedidos aos pobres da Serra de Ossa. Redactor: Pedro Alves, escrivão Localidade de redacção: Évora
Referência as obras "Maria Emília" e "Forja", de Alves Redol.Refere a exposição itenerante Alves Redol.
Refere uma sessão de divulgação da obra Alves Redol; Referência a 2ª Exposição Itinerante Alves Redol.
Outras informações: No texto «Maria Alves», à margem e assinatura «Maria Mercês Alves».
O inventariado foi residente em Soutelo. Inventariante: Paulo Alves; Francisco Alves
O inventariado foi residente em Laje. Inventariante: Rosalina Alves Martins; Manuel Alves Martins
Filiação: Narciso Simoes Alves Silva e Idalina Pereira Figueiredo Alves Silva. concelho de 0
Filiação: Sebastião José Alves Pereira e Luísa Alves Andrade. Freguesia: Reigoso, São Martinho. Concelho: Montalegre.
O inventariado foi residente em Carreiras, Sao Miguel. Inventariante: Agostinho Alves; Maria Alves
Filiação: Narciso Simoes Alves Silva e Idalina Pereira Figueiredo Alves Silva. concelho de 0
Refere-se à nota dos novos assinantes da "Gil Vicente", à publicação da carta do Lopes Vieira e a Alfredo Pimenta. Informa que não houve separata da conferência de Alfredo Pimenta sobre [Guerra] Junqueiro e tece comentários críticos à referida conferência. Pede para o informar se recebeu o Boletim da Câmara de Braga. Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta.
Refere-se ao envio das provas tipográficas do seu artigo, à publicação, do fac-simile da carta e da separata do seu trabalho sobre o Lopes Vieira, às medidas que a direção da Sociedade Martins Sarmento tomou, à nótula sobre o livro de Monção e às novas assinaturas para a "Gil Vicente". Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta e sobre opúsculo de Alfredo Pimenta "A Naturalidade de Francisco Sanchez".
Tece comentários críticos à "Revista de Guimarães". Refere-se ao artigo que começou a redigir sobre o livro do Rui Galvão. Sugere que a Câmara Guimarães e a Sociedade Martins Sarmento adquiram a biblioteca de Alfredo Pimenta. Formula um pedido de emprego. Solicita que o represente na Assembleia Geral da Sociedade Martins Sarmento. Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira em resposta a esta.
Tece comentários sobre a atitude de Rodrigo [Pimenta] para com o Mário [Cardozo], ao caso dos livros espanhóis retidos na alfândega, às provas das nótulas, ao folheto de cordel do Correia Oliveira, ao seu livro "A vida rural no romance português", à conferência de [Alfredo] Pimenta e à atitude deste para com ele, e à revista "Mínia". Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta.
Refere-se ao último número da "Gil Vicente", às provas tipográficas do seu artigo, às nótulas sobre os livros enviados pelas editoras, à carta para o "Hispanic Society of America" , a pedir livros para crítica, e ao Horácio. Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta, e também sobre a passagem dos 26 anos do aniversário da morte de António Sardinha e sobre a trasladação do corpo de Alfredo Pimenta.
Tece comentários críticos ao trabalho da tipografia relativo às separatas de um artigo seu. Pede para responder à carta do Instituto Britânico alusiva às nótulas dos seus livros. Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta, e a informar que propôs à Câmara de Guimarães que colocasse na sala do Arquivo uma réplica do busto de Alfredo Pimenta.
Refere-se ao pagamento das separatas, à homenagem ao Joaquim Bensaúde, às gravuras para o artigo "A vida Rural na Arte da Antiguidade", aos aumentos dos funcionários públicos e à reunião, que se irá realizar, do Pacto do Atlântico. Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira em resposta a esta e um cartão de António Álvaro Dória, sobre a autorização para as gravuras e sobre o artigo de Rui Galvão acerca de Alfredo Pimenta.
Faz referência ao seu artigo dedicado a Hipólito [Raposo] sobre Herculano, a alguns volumes que faltam para completar a coleções das editoras espanholas, ao adiamento da sua ida à Sociedade Martins Sarmento, à sua visita à exposição de iluminuras do D. Lucas Teixeira e à viajem do Chico [Aldão] pela Alemanha. Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta, e a informar que o Horácio lhe escreveu a prometer artigo para a "Gil Vicente".
Refere-se ao artigo que vai escrever sobre Joaquim Bensaúde, ao pagamento das separatas, às gravuras para o artigo "A vida Rural na Arte da Antiguidade" e ao artigo do Rui Galvão e aos livros da editoras espanholas. Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta e a informar quando sai o número de homenagem a Alfredo Pimenta.
Tece comentários alusivos ao livro “Antero Vivo” enviado por Rui Galvão, à homenagem a Alfredo Pimenta, ao desentendimento entre as famílias de Guerra Junqueiro e de Alfredo Pimenta, às nótulas acerca dos livros das editoras, no próximo número da "Gil Vicente". Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta e sobre o próximo número da “Gil Vicente”.
Tece comentários alusivos ao prefácio para o livro sobre as cartas de [D. Manuel II para Edgar Prestage], à data da trasladação do corpo de Alfredo Pimenta, à situação profissional do seu filho mais velho, às notícias sobre a política nacional e às nótulas acerca dos livros das editoras espanholas. Tem em anexo uma cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta e ainda sobre a constituição do próximo número da revista "Gil Vicente".
O registado: Casimiro Alves da Silva Nº registo: 1059 Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel de Caldas de Vizela, Guimarães Data de nascimento: 1911/10/23 Pai: Desconhecido Profissão: Desconhecida Naturalidade (freguesia e concelho): Desconhecida Mãe: Carlota da Silva Profissão: Tecedeira Naturalidade (freguesia e concelho): Conde São Martinho, Guimarães Averbamentos: boletim de casamento nº 709, maço nº 4 de 1949 com Maria da Assunção Gonçalves de Magalhães e boletim de óbito nº 243, maço nº 4 - faleceu em 1971.
Refere-se à aquisição da biblioteca de Alfredo Pimenta, ao artigo que vai escrever acerca de [Edgar Prestage], à publicação das referências à obra de Menéndez y Pelayo, ao exemplar do livro de Rui Galvão "Antero Vivo". Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta e a informar que o Horácio lhe escreveu, ficando assim reatadas as velhas relações.
Refere-se nota dos assinantes de Braga da "Gil Vicente" , ao ensaio que vai escrever em homenagem a Aubrey Bell, a Alfredo Pimenta e à nota do Macmillan sobre o envio de livros. Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta e a pedir que interceda junto do Sindicato para que o seu Bilhete de [Identidade], lhe seja devolvido.
Refere-se ao silêncio da tipografia e ao encontro com Sá Tinoco. Pergunta a opinião sobre o aumento dos funcionários públicos e se tem notícias do Hipólito [Raposo]. Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira em resposta a esta e um cartão de António Dória sobre os números da "Revista de Guimarães" que o Fraga Lamares pretende e sobre as separatas dos seus ensaios publicados na "Gil Vicente".
Declara que está à espera das provas do seu artigo acerca da peça "O Braço da Justiça", de Paço de Arcos. Tece comentários elogiosos à homenagem ao D. José e críticos ao artigo do Fernando Aguiar, ambos publicados na "Gil [Vicente"]. Felicita Manuel Alves de Oliveira pela orientação que deu ao "Boletim [de Trabalho Históricos"]. Afirma que ficou contente com a conclusão das obras da Sociedade Martins Sarmento.
O registado: Joaquim Marques Alves Dias Nº registo: 5 Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel de Caldas de Vizela, Guimarães Data de nascimento: 1917/12/28 Pai: Manuel de Macedo Profissão: Jornaleiro Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel de Caldas de Vizela, Guimarães Mãe: Francisca de Sousa Profissão: Tecedeira Naturalidade (freguesia e concelho): São Paio de Guimarei, Santo Tirso Averbamentos: Emancipado em 1936; assento de casamento n.º 31 com Rosa Pereira de Sousa em 1939; assento de óbito n.º 807 - faleceu em 1970.
Refere-se à gravura do retrato do Lopes Vieira, à publicação do fac-simile da carta deste último, às assinaturas para a "Gil Vicente”, à nótula sobre o livro do [Congresso Eucarístico de] Monção e ao folheto de Alfredo Pimenta, "A Naturalidade de Francisco Sanchez". Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta sobre o livro "Páginas Minhotas" de Alfredo Pimenta e a conferência deste sobre [Guerra] Junqueiro.
Refere-se ao Alfredo Guimarães, às nótulas para publicação na "Gil Vicente" e ao prefácio da edição das carta D. Manuel II para o [Edgar] Prestage. Tece comentários alusivos aos acontecimentos políticos em Portugal, a Hipólito raposo e ao Almeida Braga. Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta e a informar sobre a trasladação de Alfredo Pimenta para a capela da Madre de Deus e sobre os artigos para a homenagem ao mesmo.
Refere-se à devolução do pacote com os exemplares da revista e do livro, e ao embrulho com as gravuras. Pede para se encarregar da cobrança do recibo do 2.º semestre da Ordem Nova do padre Olímpio Rebelo. Tece comentários sobre a nota da Junta Central Integralista. Manifesta a intenção de criar um jornal. Informa que João do Amaral, pretende desenvolver atividades de angariação de fundos, por todo o país e pede ajuda ao Manuel Alves de Oliveira.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Pinto Teixeira da Costa 2º Outorgante: João da Silva Guimarães, outorgando na qualidade de procurador de Maria emília Pinto Teixeira Machado Sampaio e marido Fernando da Silva Oliveira; João Pinto Teixeira Sampaio Machado da Silva e Emília Ema Pinto Teixeira Sampaio Machado Tavares e marido Augusto de Sousa Tavares 3º Outorgante: Maria Idalinda Machado Sampaio e marido Mário Dias Sampaio 4º Outorgante: Olinda Alves Machado e marido Fernando de Jesus Ferreira 5º Outorgante: Maria Júlia Sampaio Alves e marido Alberto Barbosa de Brito 6º Outorgante: António Sampaio Alves, casado com Maria de Fátima Coutinho da Silva Pereira de Sampaio 7º Outorgante: Francisco Allves Machado, casado com Maria Amélia Correia Guimarães Machado, outorgando por si e ainda na qualidade de procurador de Arnaldo Alves Machado, casado com Ana Maria Soares de Sousa Monteiro Alves Machado
João Alves era casado com Antónia Vieira. Faleceu sem testamento. Moradores no Lugar de Areias. Freguesia: Este, São Pedro. Concelho: Braga.
Retrato de rapaz vestido de marinheiro. Uma inscrição na frente permite identificar o retratado. Logotipo com nome a morada do fotógrafo no verso do cartão.
Refere exposição itinerante Alves Redol, em Portimão; Referência ao debate sobre Alves Redol, com participação dos representantes do Centro Popular Alves Redol;O Grupo de Teatro do Círculo Cultural do Algarve, encenou a peça "Maria Emília".
Refere a exposição itinerante Alves Redol, no Algarve; Referência ao debate sobre Alves Redol, com a participação dos representantes do Centro Popular Alves Redol; O Grupo de Teatro do Círculo Cultural do Algarve, encenou a peça "Maria Emilia".
Refere exposição itinerante Alves Redol, em Portimão; Referência ao debate sobre Alves Redol, com participação dos representantes do Centro Popular Alves Redol;O Grupo de Teatro do Círculo Cultural do Algarve, encenou a peça "Maria Emília".
Casado, 39 anos de idade. Filiação: Antonio Alves. Natural de INFESTA,Sao Salvador-CELORICO BASTO. Destino Rio Janeiro. Capitalista. Leva seus filhos Julia Alves Machado de 19 anos e Manuel Alves de 11 anos
Avós paternos: José Alves e Silvina Augusta Alves; Avós maternos: incógnito e Joana da Graça de Sousa; Averbamentos: Faleceu em 1940-12-17, reg. n.º 754/1940, da CRC do Funchal.
ALVES, Domingos António (Carabel). Filho de António Alves e de Ana Rosa Esteves, lavradores, ela de Assureira e ele de Dorna, onde residiam. Neto paterno de Manuel Alves e de Maria Luísa Esteves; neto materno de Francisco Esteves e de Maria Domingues. Nasceu a 15/3/1866 e foi batizado a 17 desse mesmo mês. Padrinhos: o presbítero Domingos José Bernardo e Ana Bernardo, solteira. // Trabalhou em Trás-os-Montes, ora exercendo a profissão de pedreiro, ou outras, conforme dava jeito, até fundar, juntamente com seu irmão Germano, na vila de Castro, a 26/4/1908, uma fábrica de chocolates, com a firma «Domingos António Alves & C.ª» (Jornal de Melgaço n.º 731, de 30/4/1908). A energia utilizada, já se sabe, era o carvão. Curioso um anúncio publicado no “Correio de Melgaço” n.º 49, de 11/5/1913: «Chocolates de Castro. Os afamados chocolates, de superior qualidade, preparados com cacau caraca e manteiga finíssima da fábrica do Sr. Alves, encontram-se à venda nesta Vila, na “Brasileira”, de Francisco Augusto Igrejas, frente ao Hospital, único depositário, que faz vantajosos descontos aos revendedores.» Porém, em 1917 já era Aurélio Araújo Azevedo o único depositário na Vila de Melgaço. // No 2.º semestre de 1914 foi jurado por Castro, e no 2.º semestre de 1915 voltou a sê-lo, no 2.º semestre de 1916 foi novamente nomeado. // Em 1913 seguia para Cortegada «a fim de fazer uso das águas», acompanhada de seu filho José. Casou com Maria Teresa Gomes. Ela faleceu em São Julião, SMP, a 3/1/1948, com 81 anos de idade. Ele faleceu a 24/5/1919. A sua morte vem anunciada no Jornal de Melgaço 1248, de 1/6/1919: «… ao finado, que naquelas paragens tão inóspitas ousou fundar uma importante fábrica de chocolate, a morte arrebatou-o no dia 23 (!) do próximo passado, pelas 21 horas.» Na capela de Santo António, Adedela, Fiães, o seu compadre, Manuel Esteves Pinto, soldado da Guarda-Fiscal, mandou celebrar duas missas por sua alma. // Pai de Abílio, de Germano (em 1919 ausente), e de José António (este ainda menor em 1919). // A alcunha herdou-a do pai ou do avô, e deve estar relacionada com a «caravela» que levava os portugueses para o Brasil. Pronunciaria «caravel» e daí a alcunha. Um parente deste, José Alves, já em 1865 carregava essa alcunha! // Tinha alguma cultura para a época. E andou na política local – figurava, como substituto, na “lista do concelho”, encabeçada pelo reitor de Alvaredo, padre Francisco Leandro Magalhães, para as eleições à Câmara Municipal de Melgaço de 4/11/1917 // No Jornal de Melgaço n.º 1279, de 1/2/1920, lê-se: «brevemente vai ser exposto à venda uma nova marca de chocolate denominado “À Espanhola”; garantimos a sua especialidade, sendo fabricado como marca exclusiva do Sr. Esteves – Loja Nova – Melgaço. Fabricantes: viúva de Domingos António Alves & Filhos.» // No Jornal de Melgaço n.º 1316, de 31/12/1920, lemos: «À Espanhola. Fábrica de chocolates movida a força hidráulica, fundada em 1908 e reconstruída em 1919. Chocolates fabricados pelos últimos sistemas adoptados em Madrid e Barcelona: cacau, caraca, açúcar, canela, baunilha, e uma pequena quantidade de manteiga de vaca. Viúva de Domingos António Alves & Filhos. Castro Laboreiro. Depositário em Melgaço: Francisco Augusto Igrejas, alfaiataria Félix.»
Filha de Joaquim Luís Alves e de Matilde de Jesus da Ribeira, lavradores, residentes no lugar da Baralha. N.p. de José Bento Alves e de Maria Joaquina de Sousa; n.m. de Manuel de Jesus da Ribeira e de Maria Rosa Gonçalves. Nasceu em Chaviães a 12/4/1877 e foi batizada pelo padre BARP a 15 desse mês e ano. Padrinhos: António Maria Fernandes, viúvo, pedreiro, e Ana Rosa Maceira, casada, da Portela. // Casou na igreja a 22/8/1898 com o seu conterrâneo, Augusto Cândido Gonçalves, de 23 anos de idade, solteiro, lavrador, residente no lugar de Quintas, filho de António Joaquim Gonçalves e de Maria Júlia de Araújo. // Faleceu na freguesia de Chaviães a 1/12/1956. // Com geração.
Filho de Manuel José Alves e de Angélica Rosa de Sousa, lavradores, residentes no lugar de Quintas. N.p. de José Joaquim Alves e de Maria Teresa Gomes Vieira; n.m. de José Caetano de Sousa e de Maria Marcelina Barros. Nasceu em Chaviães a 15/3/1889 e foi batizado pelo padre BARP dois dias depois. Padrinho: António Joaquim Domingues, casado, lavrador, de Gondufe, Chaviães. // Em 1918, aquando da morte de seu pai, encontrava-se em parte incerta do Brasil. // Casou com Elisa Rosa, de 31 anos de idade, de Chaviães, filha de Vitorino José Lopes e de Maria Rosa Cortes, na Conservatória do Registo Civil de Melgaço, a 4/7/1925. // Morreu no Rio de Janeiro, Brasil, a 31/1/1945. // A sua viúva faleceu em Chaviães a 6/11/1960. // Com geração.
Filho de Francisco Alves, lavrador, da freguesia de São João de Alveios, Galiza, e de Maria da Luz Esteves, de Chaviães, moradores na Baralha. N.p. de José Alves e de Benta Rodrigues; n.m. de Diogo Manuel Esteves e de Maria Rita Esteves. Nasceu na Baralha, Chaviães, a 11/6/1884, e foi batizado pelo padre BARP a 30 desse mês e ano. Padrinhos: António Jacinto Gonçalves, casado, lavrador, e Georgina Cândida da Costa Pinto, solteira, da Vila de Melgaço. // Casou com Maria, de 32 anos de idade, de Rouças, filha de Francisco Esteves, mineiro, e de Ana Nóboas, na CRCM, a 16/9/1916. // Emigrou para o Brasil e na cidade de Belém do Pará trabalhou como empregado comercial. «Da cidade foi para o interior e a doença o transformou num farrapo humano, obrigando-o a regressar à terra natal.» (O Meu Livro das Gerações Melgacenses, vol. II, p. 184, de A.C.E.) // Ambos os cônjuges faleceram em Chaviães: ela a 18/2/1964 e ele a 24/8/1967.
Filho de José Joaquim Alves e de Maria Teresa [de Jesus Gomes Vieira], moradores no lugar de Soengas. N.p. de António Joaquim Alves e de Antónia Maria Esteves, do Casal; n.m. de Maria Manuel Barreira, de Alveios, Galiza. Nasceu em Chaviães a 24/9/1851 e foi batizado pelo padre JLBC a 28 desse mês e ano. Padrinhos: José Narciso Pinto e sua irmã Antónia, do lugar dos Cotos. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar de Fonte, quando casou na igreja da sua freguesia a 25/9/1893 com a sua parente no 3.º grau de consanguinidade, Caetana Joaquina, de 43 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no dito lugar da Fonte, filha de Diogo Luís Esteves e de Maria Marcelina de Araújo, chavianenses. // Com geração.
Filha de Caetano Maria Alves e de Maria Joaquina Rodrigues, lavradores, residentes no lugar da Portela. N.p. de João Manuel Alves e de Caetana de Araújo; n.m. de João Manuel Rodrigues e de Maria Esteves. Nasceu em Chaviães a 1/5/1875 e foi batizada pelo padre BARP a 9 desse mês e ano. Padrinhos: João Domingos Rodrigues, casado, proprietário, e Carlota Maria Rodrigues, solteira, ambos da Portela de Chaviães. // Casou na igreja de Chaviães a 16/10/1892 com Aníbal dos Anjos, de 19 anos de idade, solteiro, lavrador, natural da freguesia da Vila, residente no lugar das Carvalhiças, filho de Francisco Manuel da Cunha, da Vila, e de Caetana Maria da Cunha, de Chaviães. Testemunhas: José Cândido Salgado, solteiro, fabricante, morador no lugar de Soengas, e Maria Rosa Rodrigues, solteira, lavradora, residente no lugar da Portela. // Faleceu na Lage, Chaviães, a 16/4/1940.
Filho de José Bento Alves e de Maria Joaquina de Sousa, moradores no lugar da Bouça. Neto paterno de Manuel Alves e de Jacinta Prieta, galegos; neto materno de Manuel José de Sousa e de Maria Josefa Esteves, do lugar do Casal, Chaviães. Nasceu em Chaviães a 13/9/1849 e foi batizado pelo padre JLBC dois dias depois. Padrinhos: o pároco de Chaviães, padre Joaquim Luís Barbosa Coutinho, e Rosa Narcisa Barros, do lugar do Barraço. // Casou com Matilde de Jesus Oliveira. // Morreu repentinamente, a 7/11/1897, à tarde, na Rua do Benformoso, n.º 156, loja, freguesia dos Anjos, Lisboa, onde morava. // Era caixeiro. // Foi sepultado no cemitério do Alto de São João. // Deixou dois filhos menores.
Filha de Casimiro Álvares, lavrador, natural da freguesia do Salvador de Arnoia, bispado de Ourense, e de Bebiana Cândida Moço, natural de Chaviães, Melgaço, moradores no lugar do Barraço. Neta paterna de Felipe Alves e de Josefa Vasques; neta materna de João Moço e de Jerónima Luísa Gomes. Nasceu em Chaviães a 30/7/1888 e foi batizada pelo padre BARP a 6 de Agosto desse ano. Padrinhos: António Joaquim Alves Ramos, casado, lavrador, do lugar da Igreja, e Maria Asménia, casada, da Bouça. // Casou com Manuel Joaquim Soares, de vinte e dois anos de idade, natural de Messegães, Monção, filho de Clementina Soares, na Conservatória do Registo Civil de Melgaço a 19/1/1920. // Faleceu em Chaviães a 24 de Outubro de 1936.
ALVES, António José. Filho de Joaquim Alves e de Maria Rosa Domingues, rurais. Nasceu em Lamas de Mouro a 10/3/1852. // Era solteiro, camponês, e morava no lugar de Gavião quando casou na igreja de Cristóval, a 4/8/1880, com Albina Esteves da Silva, cristovalense, solteira, nascida a 12/4/1858, filha de Gonçalo Luís da Silva e de Joaquina Esteves, lavradores, residentes no lugar da Cruz de Carvão. Testemunhas: Luís Pires e Manuel Joaquim Fernandes, solteiros, lavradores, residentes em Gavião, Lamas de Mouro. // Morreu de senilidade a 27/6/1938, no lugar de Carvão, freguesia de Cristóval, com 86 anos de idade, no estado de viúvo, e foi sepultado no cemitério daquela freguesia melgacense. // Com geração (ver em Cristóval).
ALVES, José Maria. Filho de Maria Joaquina Alves, solteira, camponesa, moradora em Golães, Paderne. Nasceu nesta freguesia de Melgaço por volta de 1836. // Tinha 27 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar da Cabana, quando casou na igreja de Rouças a 17/9/1863 com Rosa Maria, de 34 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no dito lugar da Cabana, filha de António Manuel Gonçalves e de Antónia Maria Fernandes, roucenses. Testemunhas: padre António Joaquim Durães e Domingos José Gonçalves, casado, lavrador, ambos do lugar da Igreja. // Enviuvou a 21/7/1898. // Morreu a 30/11/1904, no lugar da Cabana, Rouças, com todos os sacramentos, com 70 (!) anos de idade, no estado de viúvo de Rosa Maria, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério paroquial de Rouças.
ALVES, Josefa Luísa. Filha de Manuel Alves e de Ana Maria Fernandes, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1820. // Casou com José Domingues Monteiro, de quem ficou viúva. // Tinha 54 anos de idade, morava no lugar de Crastos, quando casou em segundas núpcias, na igreja de Paderne, a 30/9/1874, com Domingos Fernandes, de 22 anos de idade, solteiro, natural do lugar de Palhares, freguesia de Merufe, filho de Francisco António Fernandes e de Maria Lourenço, do dito lugar. Testemunhas presentes: o padre Albano Júlio de Castro e Joaquim Teotónio de Araújo Azevedo. // Faleceu a 7/1/1907, em sua casa de morada, sita no lugar de Crastos, sem sacramentos, com 86 anos de idade, no estado de casada com Domingos Fernandes, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no adro da igreja.
ALVES, Virgínia da Luz. Filha de Maria Joaquina Alves, de Sante, Paderne, criada de servir na Vila. // Na noite de 27/3/1866 foi colocada à porta de Maria Josefa Vieites, solteira, de Covelo, Paderne. // No dia seguinte, 28, foi levada à Câmara Municipal pela dita senhora, ficando a criança registada no livro dos expostos sob o n.º 259. // Nesse mesmo dia foi batizada na igreja de SMP, tendo por padrinhos Domingos José Coutinho, oficial da Câmara, e Francisca Rita Vieites, do lugar de Barreira de Covelo, Paderne. // Após o batismo foi entregue à ama-de-leite, Francisca Rita Vieites, solteira, de Covelo. // A 3/1/1873 descobriu-se a mãe, a qual foi intimada a receber a criança, que por ser pobre não lhe exigiram as despesas.
ALVES, Maria das Dores. Filha de Bento Alves, solteiro, lavrador, natural da freguesia de Santigo de Cobelo, diocese de Tui, e de Maria Joaquina Rodrigues, solteira, doméstica, natural de Paderne, Melgaço. Nasceu em Paderne por volta de 1860. // Tinha 37 anos de idade, era solteira, doméstica, morava no lugar da Várzea, quando casou na igreja do mosteiro a 29/8/1897 com João Bernardo Rodrigues, de 40 anos de idade, solteiro, lavrador, natural da freguesia de Santiago de Canda, partido judicial da Caniça, bispado de Tui, residente no lugar de Crastos, Paderne, filho de Maurício Rodrigues e de Joana Conde, rurais, galegos. Testemunhas: Manuel Joaquim Vaz, casado, lavrador, residente no lugar da Várzea, Paderne, e João Marcelino Ferreira, casado, lavrador, residente na freguesia de Remoães.
ALVES, António Luís. Filho de Manuel Joaquim Alves e de Maria José Pires. Nasceu em Paderne por volta de 1834. // Lavrador. // Tinha 45 anos de idade quando casou na igreja do mosteiro a 28/5/1879 com a sua conterrânea Máxima Rosa Rodrigues, de 34 anos de idade, solteira, camponesa, filha de José Joaquim Rodrigues e de Maria Violante Fernandes, rurais, padernenses, moradores no lugar do Pinheiro. Testemunhas: Manuel Joaquim Soares e sua esposa, Maria Teresa Rodrigues, agricultores. // Faleceu a 21/4/1904, em sua casa de morada, sita no lugar do Pinheiro, com todos os sacramentos, com 70 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja paroquial.
ALVES, João Caetano (Tirão). Filho natural de António Alves (defunto em 1849), morador que foi no Pico, Chaviães, e de Maria Rodrigues, solteira, (defunta em 1849), moradora que foi no lugar das Carvalhiças, SMP. Neto materno de Manuel Alexandre e de Mariana (Lourida?), de Alveios, Tui. // Casou na igreja de Prado a 15/2/1849 com Maria Teresa, filha natural de José Caetano de Magalhães, do lugar da Ourada (*), Chaviães, e de Ana Rosa do Souto, solteira, do lugar do Buraco, Prado; neta materna de Domingos António do Souto e de Maria Rosa Gomes (defuntos), moradores que foram no lugar de Bouça Nova, freguesia de Prado. Testemunhas presentes: padre António Joaquim Monteiro, de Cavaleiros, Rouças, Manuel Ventura da Costa Pinto e Francisco Luís Gonçalves, negociantes na Rua da Calçada, Vila de Melgaço. /// (*) A pessoa que redigiu o assento de casamento deve ter confundido Orada (Vila) com Cruzeiro (Chaviães), lugares muito próximos.
ALVES, Luís António. Filho de André Álvares e de Maria Esteves. N.p. de Alexandre Alves e de Ângela Codesseira, do lugar do Paço; n.m. de João Esteves e de Maria Durães, de Cavencas, todos de São Paio. // Casou na igreja de Rouças a 25/12/1811 com Mariana Domingues (*), filha de João Manuel Domingues e de Maria Neves Meixeiro, de Sobral de Baixo; neta paterna de Francisco José Domingues e de Ana Esteves, do lugar de Aldeia, e neta materna de Manuel António Meixeiro, de Covilhós, e de Teresa Lourenço, do lugar da Carreira, todos estes roucenses. // Testemunhas: João Manuel Domingues, do Sobral, Rouças, e Manuel Codesseira, de Cavencas, São Paio. /// (*) Quando Mariana nasceu seus pais ainda eram solteiros.
ALVES, Bento (Rau-Trau). Filho de Domingos dos Santos [Alves] e de Rosa Maria Cabeços, naturais de Ponte de Lima. Nasceu em Selbique da Penha, Ponte de Lima, por volta de 1852. // Tinha 29 anos de idade quando o padre Elias de Jesus Marques, natural de Prado, sob licença do abade de SMP, padre Francisco Gomes Barreiros, o casou na igreja da Vila de Melgaço, a 18/2/1881, com Cândida Augusta de Sousa, de 27 anos de idade, filha de Maria Ludovina de Sousa, de SMP, Melgaço. Testemunhas: Joaquim do Carmo Álvares de Barros, solteiro, e Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja. // Faleceu em SMP a 24/8/1920, com 52 anos (!), no estado de casado. // Com geração.
Filha de Francisco Alves, caseiro, natural de Alveios, Galiza, e de Maria da Luz Esteves, natural de Chaviães, Melgaço, moradores no lugar da Baralha. Neta paterna de José Alves e de Benta Rodrigues; neta materna de Diogo Manuel Esteves e de Maria Rita Esteves. Nasceu em Chaviães a 11/10/1875 e foi batizada pelo padre BARP a dezassete do mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel António Pinto, solteiro, lavrador, e Maria Joaquina Pinto, solteira. // Casou na igreja da sua freguesia, a 13/8/1906 com Joaquim Emílio, de 24 anos de idade, natural de Chaviães, filho de Teresa de Jesus de Sousa, e neto materno de João Manuel de Sousa e de Maria Joaquina Paz. // Lavradores. // Moraram no lugar da Baralha. // Ambos os cônjuges faleceram em Chaviães: o marido a 4/4/1950 e ela a 25/3/1961 (confirmar).
ALVES, Manuel Francisco. Filho de Luísa Alves, solteira, camponesa, moradora no lugar de Aldeia Grande. Nasceu na freguesia de Parada do Monte a 8/3/1839. // Tinha quarenta anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no dito lugar, quando casou na igreja de Parada do Monte, a 28/8/1879, com Maria Pires, nascida a 20/10/1843, solteira, camponesa, moradora no lugar de Carrascal, filha de Manuel António Pires e de Maria Pires, rurais, do mesmo lugar. Testemunhas: Francisco Lourenço, casado, rural, morador em Coto Santo, e Justino Pires, solteiro, camponês, morador em Carrascal. // Morreu no lugar de Carrascal a 4/5/1904, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de casado com a dita Maria Pires, sem testamento, sem filhos, e foi sepultado no adro da igreja paroquial.
BARROSO, António Alves. Nasceu em Castro Laboreiro por volta de 1839. // Faleceu na Quinta ---- (?) Salgueiro, limite da freguesia de Vila Flor, distrito de Bragança, quase de repente, a 5/3/1879, com 40 anos de idade, no estado de casado com Rosa Pires, e foi sepultado no cemitério daquela Vila transmontana, tendo sido acompanhado pelos irmãos da Misericórdia local. Fizera disposição perante os companheiros. // O padre de Castro recebeu a notícia a 8/6/1879.
Filho de António Joaquim Alves e de Maria Joaquina Pires, moradores no lugar de Parada, Chaviães. Neto paterno de Tiago Álvares e de Maria Manuela Álvares; neto materno de Manuel António Pires e de Teresa Joaquina Pereira, da Tapada. Nasceu em Chaviães a 13/7/1848 e foi batizado pelo padre JLBC a 23 desse mês e ano. Padrinhos: José António de Castro, da Assadura, SMP, e Rosa Narcisa, do lugar do Barraço, freguesia de Chaviães.
Filha de José Manuel Alves e de Ana Domingues, residentes no lugar de Parada, Chaviães. Neta paterna de Manuel António Álvares e de Teresa Anes, de SMP; neta materna de António Manuel Domingues e de Andreza Maria Gomes, do lugar de Parada. Nasceu em Chaviães a 18/4/1848 e foi batizada pelo padre JLBC a 22 desse mês e ano. Padrinhos: José António de Castro e Maria Joaquina, filha de José Rodrigues Soares, da Vila de Melgaço.
Filha de Aníbal José Alves, natural de Chaviães, e de Olívia Carlota Rodrigues, natural de Cristóval. Nasceu - em Chaviães? - a --/--/19--. // Casou a 1/1/1941 com o Dr. Abel Varela Seixas, de Vila Nova de Cerveira, chefe da secretaria da Câmara Municipal de Vieira do Minho, assíduo colaborador do jornal «Notícias de Melgaço», salazarista convicto, atuante. // Em 1950 recebeu a visita do marido, o qual vinha de Lisboa. // Faleceu ainda nova, a 19/9/1955.
Filha de Domingos Alves e de Francisca Maria. Nasceu em Chaviães por volta de 1801. // Lavradeira. // Casou com Manuel António Simões, seu conterrâneo, lavrador. // Faleceu na sua casa de morada, sita no lugar da Igreja, a 5/1/1874, com 73 anos de idade, com todos os sacramentos, com testamento, e foi sepultada na igreja. // O seu viúvo morreu a 2/9/1874, na mesma casa, com todos os sacramentos, com 77 anos de idade, e foi sepultado na igreja. // Deixou filhos.
Filho de Isabel Maria Gomes. Nasceu em Chaviães por volta de 1817. // Lavrador. // Casou com Maria Rosa Gonçalves. // Faleceu a 3/3/1894, em casa de seu filho, António Joaquim Alves, sita no lugar da Igreja, apenas com o sacramento da confissão, com 77 anos de idade, no estado de viúvo, com testamento, e foi sepultado no adro da igreja, «por a mesma estar cheia». // Deixou um filho e uma filha.
Filho de António Joaquim Álvares e de Maria Joaquina Pires, residentes no lugar de Parada. Neto paterno de Tiago Alves e de Maria Álvares, da Vinha de Cima, Rouças; neto materno de Manuel António Pires e de Teresa Joaquina Pereira, do dito lugar de Parada. Nasceu em Chaviães a 21/2/1840 e foi batizado pelo padre MJGB dois dias depois. Padrinhos: José Vitório Araújo de Azevedo e sua tia, Teresa Araújo Azevedo, da Casa de Soengas.
Filha de José Joaquim Alves e de Teresa de Jesus, moradores no lugar de Soengas. N.p. de António Joaquim Álvares e de Antónia Maria Esteves, do Casal; n.m. de Maria Manuela Barreiro e de Luís António Gomes Vieira. Nasceu em Chaviães a 31/8/1846 e foi batizada pelo padre AMR a 2 de Setembro desse ano. Padrinhos: padre Diogo, da Nogueira, Chaviães, e Teresa Joaquina, do Casal, Chaviães.
Filha de Casimiro Alvares, lavrador, de Arnoia, Ourense, e de Bebiana Cândida Moço, de Chaviães, moradores no lugar do Barraço. N.p. de Filipe Alves e de Josefa Vasques; n.m. de João Moço e de Jerónima Luísa Gomes. Nasceu em Chaviães a 29/10/1889 e foi batizada pelo padre BARP a 10 de Novembro desse mesmo ano. Padrinhos: João de Deus, casado, guarda-fiscal, e Carlota Maria Rodrigues, casada, da Portela. // Casou com Manuel Joaquim Domingues, na CRCM, a 25/5/1927. // Faleceu em Chaviães a 11/11/1969.
Filha de João Caetano Alves e de Ana Rosa Pereira. Nasceu em Chaviães por volta de 1827. // Lavradeira. // Casou com José Maria de Magalhães, mestre pedreiro. // Faleceu a 5/5/1895, em sua casa de morada, sita no lugar da Tapada, Chaviães, com todos os sacramentos, com sessenta e oito anos de idade, no estado de casada, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja.
Filha de João Manuel Alves e de Maria José Gonçalves de Castro, naturais de São Pedro de Riba do Mouro. Nasceu nessa freguesia por volta de 1835. // Lavradeira. // Faleceu a 30/3/1879, no lugar e freguesia de Cousso, concelho de Melgaço, onde morava, com todos os sacramentos da igreja católica, com 44 anos de idade, no estado de casada com Manuel Joaquim Gregório, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja de Cousso.
ALVES, Luís Manuel. // Casou com Joaquina Rosa, nascida no lugar de Formosende, freguesia de São Tiago da Carreira, Santo Tirso, filha de José Monteiro Barbosa e de Ana Rita de Sousa, lavradores. // O casal morou na Sobreira, Gave. // Ele morreu antes da esposa, pois ela faleceu no dito lugar da Gave, a 25/9/1875, viúva, com cerca de 58 anos de idade, e foi enterrada na igreja. // Com geração.
ALVES, João António (*). Filho de Manuel Luís Alves Mendes (**) e de Maria Joaquina Rodrigues, moradores na Granja (Alvaredo e Paderne). Neto paterno de Pedro Alves Mendes e de Maria Davila, do dito lugar; neto materno de Manuel António Rodrigues e de Francisca Rodrigues, de Golães. Nasceu no dito lugar da Granja a 5/3/1815 e foi batizado pelo padre João Esteves, do Pinheiro, com licença do reitor, padre Manuel Francisco Gonçalves Vilarinho, a sete desse mês e ano (fora sopeado em casa no dia do seu nascimento, em virtude de ter nascido fraco). Padrinho: João António de Abreu Cunha Araújo, capitão-mor de Melgaço, representado pelo citado padre João Esteves. // Embora tendo nascido no meio rural, teve a profissão de serralheiro; foi ele que fez vários portões de Quintas e também o portão do cemitério municipal de Melgaço, inaugurado em 1876 ou 1877. // Casou a 3/2/1851 na igreja de Paderne, em primeiras núpcias, com Antónia Maria, filha de Francisco António Fernandes e de Joana Rosa Esteves, de Arroteia, Paderne, que lhe deu a filha Carlota Joaquina, nascida a 21/1/1852. Testemunhas presentes: José Joaquim Alves, irmão do noivo, e João Fernandes, irmão da noiva. // Depois de viúvo foi morar na Vila de Melgaço, onde abriu uma serralharia. // Ali casou na década de sessenta com Maria Teresa (1838-1925), natural da Vila, filha de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. // Faleceu a 14/12/1877, repentinamente, no Campo da Feira, SMP, e seu corpo foi sepultado no cemitério municipal, um dos primeiros a ser ali enterrado. // A sua segunda esposa esteve 47 anos no estado de viúva, pois faleceu a 31/3/1925. // Deste segundo matrimónio nasceram quatro crianças: Maria Libânia (1869-1947), José Maria (1871-1941); Maria de Jesus (1873-1915), e Manuel José (1874-1924). /// (*) Meu bisavô. /// (**) O apelido Mendes foi abandonado pelos seus descendentes.
ALVES, Rosa Maria. // Faleceu em Paranhão, a 30/12/1857, viúva de Manuel Rodrigues Caldas, e foi sepultada na igreja no dia seguinte. // Segundo o padre, ela «fez um apontamento para o bem-fazer de alma.» E mais: «declaro que na mesma (doença?) em que recebeu o sagrado viático e se confessou caiu ao depois em fraqueza de entendimento e por isso quando faleceu estava [falha] de razão e sentido.»
ALVES, Manuel José. Filho de João Manuel Álvares e de Maria Rosa Gomes. Neto paterno de António Álvares e de Liberata Domingues, todos da Granja; neto materno de Maria de Araújo, da freguesia de São Mamede, Couto de São Fins. Nasceu em São Paio a 14/7/1802 e foi batizado a 17 desse mês e ano. Padrinhos: José Domingues e sua mulher Isabel Quintela, da Veiga.
ALVES, Teresa Maria. Filha de António Álvares e de Maria Benta Esteves, lavradores, de Leirado, Galiza, residentes que foram no lugar do Paço, São Paio de Melgaço. Nasceu na década de oitenta do século XVIII, na freguesia de Santa Maria de Leirado, bispado de Ourense. // Lavradeira. // Casou com José Vaz, de quem ficou viúva. // Faleceu em Cavencas a 7/6/1870 com todos os sacramentos. Tinha 90 anos de idade. // Foi sepultada na igreja de São Paio. // Fizera testamento. // Deixou filhos.
ALVES, Maria Rosa. Filha de pais galegos. Nasceu na freguesia de Riba de Mouro na década de vinte do século XIX. // Faleceu a 11/12/1860, com apenas 32 anos de idade, mais ou menos, solteira, em casa do seu patrão, António José Esteves, do lugar da Ponte, São Paio de Melgaço. // Era lavradeira. // Foi sepultada na igreja desta freguesia de São Paio no dia seguinte. // Recebera os sacramentos da penitência e da extrema-unção. // Não fizera testamento, nem deixou herdeiros conhecidos.
ALVES, José Manuel (Padre). Filho de Manuel Álvares e de Manuela de Sousa, lavradores, residentes que foram no lugar de Lourenços. // Em Novembro de 1845 era pároco encomendado na freguesia de São Paio. // Além de padre, também era proprietário. // Faleceu no sobredito lugar a 18/11/1888 com os sacramentos da penitência e extrema-unção. // Tinha oitenta e nove anos de idade. // Fizera testamento e foi sepultado na igreja de São Paio.
ALVES, Benigno de Jesus. Filho de pais incógnitos, por ter sido exposto na Roda, ou Hospício, de Tui. Foi batizado na igreja catedral dessa cidade galega. // Padeiro. // Tinha 24 anos quando casou na igreja da Vila de Melgaço a 7/1/1885 com Cândida Laurinda, de 18 anos, costureira, filha de Diogo Manuel Pinto, servo da SCMM, e de Mariana de Jesus Vasques, de SMP. Testemunhas: José Cândido Gomes de Abreu, solteiro, negociante, e Caetano Celestino de Sousa, casado, mordomo da igreja. // Com geração.
ALVES, Joaquim de Sousa. // Era oficial do Ministério do Interior (Direcção Geral da Assistência Pública, em Lisboa) quando tomou posse de administrador do concelho de Melgaço a 25/7/1916, terça-feira; fora escolhido, segundo consta, pelos chefes do Partido Democrático e do Partido Evolucionista em Melgaço, respectivamente Dr. António Augusto Durães e Dr. Augusto César Ribeiro Lima. // Foi demitido desse cargo no ano seguinte, regressando à capital do país.