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O registado: Maria de Belém Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Airão, Guimarães Data de nascimento: 1908-07-22 Pai: António Fernandes Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Airão, Guimarães Mãe: Maria Ferreira Naturalidade (freguesia e concelho): São Tiago de Antas, [Vila Nova de] Famalicão Avós paternos: Joaquim Fernandes e Maria Joana Exposta Avós maternos: Custódio Ferreira e Maria Joana
O registado: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1878-09-21 Pai: Manuel Carneiro Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Joaquina Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Bento José Carneiro e Custódia Maria Avós maternos: Jerónimo Francisco e Rosa Maria
O registado: Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1877-07-18 Pai: Domingos Gomes de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro de Polvoreira, Guimarães Mãe: Micaela Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: José Francisco e Josefa Maria de Faria Avós maternos: Gualter Rodrigues e Luísa Maria
O registado: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1876-09-30 Pai: Manuel Carneiro Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Joaquina Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Bento José Carneiro e Custódia Maria Avós maternos: Jerónimo Francisco e Rosa Maria
O registado: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1876-11-03 Pai: António Vieira Naturalidade (freguesia e concelho): São Tomé de Travassós Mãe: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Custódio Vieira e Maria Peixoto Avós maternos: Manuel José Rodrigues de Souto e Joana Maria
O registado: Teresa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1861-03-01 Pai: Gaspar Rodrigues Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro de Azurém, [Guimarães] Mãe: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: José António Rodrigues e Teresa Maria de Meira Avós maternos: Manuel Robeiro e António Maria
O registado: Joana Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1887-03-31 Pai: José Rodrigues Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Maria de Castro Naturalidade (freguesia e concelho): São Romão de de Rendufe, Guimarães Avós paternos: Manuel José Rodrigues e Joana Maria Avós maternos: José Fernandes e Luísa Maria
O registado: Joana Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1887-08-23 Pai: José Martins Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Maria Teresa Naturalidade (freguesia e concelho): São Cosme e Damião de Lobeira, Guimarães Avós paternos: Francisco José Martins e Custódia Maria Avós maternos: José Joaquim Pereira e Joana Maria Teixeira
O registado: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1873-09-29 Pai: António José Rodrigues Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Joana Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Romão de Mesão Frio, Guimarães Avós paternos: Custódia Maria Avós maternos: José da Silva e Rosa Maria
O registado: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1873-09-24 Pai: António Vieira Naturalidade (freguesia e concelho): São Tomé de Travassós, [Fafe] Mãe: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Custódio Vieira e Maria Peixoto Avós maternos: Manuel José Rodrigues do Souto e Joana Maria
O registado: Rita Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1864-09-21 Pai: Domingos Gomes de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro de Polvoreira, [Guimarães] Mãe: Micaela Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: José Francisco e Josefa Maria de Faria Avós maternos: Gualter Rodrigues e Luísa Maria
O registado: Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1874-05-15 Pai: Sebastião Ribeiro Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Joaquina Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Manuel José Ribeiro e Antónia Maria Avós maternos: Francisco Teixeira e Joana Maria
O registado: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1889-01-14 Pai: António Vieira Naturalidade (freguesia e concelho): São Tomé do Paraiso, Fafe Mãe: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Custódio Vieira e Maria Peixoto Avós maternos: Manuel José Rodrigues e Joana Maria
O registado: Maria da Glória Naturalidade (freguesia e concelho): São Salvador de Briteiros, Guimarães Data de nascimento: 1906-05-16 Pai: Manuel Vieira Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria do Souto, Guimarães Mãe: Maria Antónia da Cunha Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria da Sobreposta, Braga Avós paternos: José Vieira e Maria Antunes Avós maternos: Manuel Joaquim da Silva e Maria Quitéria
O registado: Luísa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): [São Miguel de Gonça, Guimarães] Data de nascimento: 1808-03-02 Pai: Domingos José Rodrigues Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Souto Mãe: Maria Joaquina Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Souto Avós paternos: Francisco José Rodrigues e Maria Francisca Avós maternos: Basílio Rodrigues e Maria Afonso
O registado: Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Data de nascimento: 1875-03-03 Pai: Manuel da Costa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Oliveira, Vila Nova de Famalicão Mãe: Maria Machado Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Avós paternos: Joaquim José da Costa e Maria de Abreu Avós maternos: José Ribeiro Machado e Catarina Ferreira
O registado: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Matamá, Guimarães Data de nascimento: 1877-02-20 Pai: João Ferreira Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel de Serzedo, [Guimarães] Mãe: Maria Joaquina Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Matamá, Guimarães Avós paternos: Francisco Ferreira e Benta Maria Avós maternos: Francisco José e Josefa Maria
"Colóquio: Letras", Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, n.º 63, 1981, p. 44-46. Trata-se do "Vilancete para Maria Manuel".
João Maria Rodrigues Martins da Costa nasceu, em 3 de dezembro de 1911. Era filho de José Rodrigues Martins da Costa e de Conceição Freitas Ribeiro. Casou com Rosa Martins Peixoto Villas-Boas Norton Brandão, em 1943. Foi Presidente da Câmara Municipal de Guimarães entre 1949-1951 e 1963-1965 e está associado a muitos projetos do concelho de Guimarães, um deles foi a construção da central de captação de água no Rio Ave, em Santo Tirso de Prazins. Faleceu na sua casa em Aldão em 24 de outubro de 2007. Maria Teresa Brandão Martins da Costa. Guimarães. Junho 2021
A comenda em causa pertencia à Ordem de Cristo, de que era administrador o/a monarca. Sabe-se que, achando-se a comenda vaga, fez D. Pedro II dela mercê a seu filho D. Francisco, por Alvará de 2 de Março de 1693.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: António José Correia Parente e Maria Celeste Correia Parente representantes da empresa Sociedade de construções Públicas António Rodrigues Parente, Limitada.
Primeiro outorgante e seguintes: Abel da Silva Valente, Aníbal da Silva Valente, Elizabeth da Silva Dominguez e Maria de la Concepción da Silva Domingues. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguinte: Manuel Pinheiro Fernandes de Sá e Maria Fernanda Machado Seixas representantes da CEAPE - Cooperativa de Estudos de Arquitetura, Planeamento e Engenharia. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguintes: Justino Reis da Cunha Figueiredo, Irene da Piedade Madeira Figueiredo, António Reis da Cunha Figueiredo, Maria Adriana Alves Ribeiro Figueiredo e outros. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Francisco da Silva Cascais e Maria Emília Cardoso da Silva Cascais representantes da firma Procivil - Consultores Técnicos de engenharia Limitada
Primeiro outorgante e seguintes: Rosa de Jesus, Fernando de Jesus Silva, Manuel da Silva, Eugénio Gonçalves da Silva, Olívia Rodrigues da Silva e Maria Amélia de Jesus. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguintes: Daniel Ferreira da Silva, João António de Sousa Silva, Nilza Quaresma Pereira e Rosa Maria Sousa e Silva Paiva. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: José Maria Godinho de Sousa presidente da direção da Cooperativa de Construção e Habitação A.C. Bem Estar de Azeméis, C.R.L.
Primeiro outorgante e seguintes: Margarida Jorge da Silva, Abílio Jorge da Silva Guimarães, Pedro Jorge da Silva Guimarães e Isabel Maria Jorge da Silva Guimarães. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Manuel Pinheiro Fernandes de Sá e Maria Fernanda Machado Seixas representantes da CEAPE - Cooperativa de Estudos de Arquitetura, Planeamento e Engenharia. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Maria Celeste Correia Parente das Neves Tavares, representante da firma Sociedade de Construções Civis e Obras Públicas António Rodrigues Parente, Limitada.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Luís Maria de Castelo Branco Assis Teixeira e Alberto Correia Brandão de Sousa e Vasconcelos, Presidente da Direção e Tesoureiro, da Associação Florestal de Entre Douro e Vouga.
Primeiro outorgante: Edmundo Emílio Mão de Ferro Martinho e Rosa Maria Rodrigues Clemente Risques Correia da Silva, Presidente e Vogal do Instituto para o Desenvolvimento Social. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Carlos Alberto Gonçalves Fonseca e Ana Maria Costa Almeida e Silva Garcia da Conceição, Presidente e Vice-Preside da GOTA - Grupo Oliveirense de Teatro Amador.
Primeiro outorgante: Maria de Fátima Aires Marinho Saraiva, Diretora da Faculdade de Letras da Universidade. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Terceiro: Sara Filipa Bastos de Almeida e Silva, estagiária do Faculdade de Letras da Universidade.
Exemplar comemorativo de 1946: - Nota da redação, da autoria de Daniel de Pina Cabral; - Supremo anseio, da autoria de Maria Rosa Moura; - Deixai vir a mim, da autoria de Arnaldo Oliveira Pinto; - No dealbar de 1946, da autoria de Fernando Santos Silva; - Rescaldo, da autoria de Vitor Manuel Nunes Pinheiro; - Assim nasceu (caricatura dos fundadores do jornal); - Poema "Á humanidade", da autoria de Isabel Maria Teles Fernandes Gomes; - Ano Velho, da autoria de Maria Aurora Raimundo; - Poema "Á juventude", da autoria de Joaquim Teles Fernandes Gomes; - Correspondência; Passatempo; - Bom-humor de capacho.
22 processos com documentos relativos aos devedores à Irmandade do Santíssimo Sacramento, por empréstimos, rendas de casas ou disposições testamentárias: D. Maria da Luz Freitas, António Alves, D. Maria Micaela e sua irmã D. Paula Teresa da Silva, Sebastião Maldonado, D. Madalena Soares de Espoleta Maldonado, D. Maria Joaquina Teresa, viúva de Brás Soares Brandão, Manuel Rebelo de Carvalho, João de Sousa Benevides, José Salinas Benevides, Desembargador Francisco Xavier da Silva, José Caetano Monteiro, Pedro Fortunato de Meneses, religiosas do Convento da Esperança, Desembargador João Correia de Abreu, Padre Agostinho de Figueiredo e Carvalho, entre outros.
Inclui convites endereçados a Ruy Cinatti para os casamentos de: Joana de Sena e Paulo de Sena, filhos de Jorge e Mécia de Sena; Maria da Graça Varella Cid com Estêvão d'Oliveira Fernandes; Patrícia d'Orey com Luiz Filipe de Moraes Sarmento Pinto Gonçalves; Patricia Ann Sterling com Allen Eugene Cole; Elizabeth Gray com Edward David Woodberry Spingarn; Nicole Pierrette Sauvebois com José Fernandes da Silva; Maria da Graça Leite Ribeiro com José Amaral Tavares de Carvalho; Maria Balbina Castela com Manuel Viegas Carrascalão. Integra também convites para o aniversário da fundação do Colégio Militar e para uma exposição privada em Oxford. Engloba, ainda, cartões com mensagens de agradecimento endereçados a Ruy Cinatti.
Listas nominais de assistentes sociais e familiares; lista de diplomadas (1948); texto de locução de Maria Helena Trigo e Maria Carlota Lobato Guerra (1951); convocatória das diplomadas, em circular, e anúncio da sessão de distribuição de certificados e programa (1956); programa da sessão de 1957, notícias de jornal, palavras da directora Maria Carlota Lobato Guerra, lista de diplomadas entre 1950-1951 e 1955-1956; lista e estatística de diplomadas (1960, 1962); abertura de aulas na instituições da igreja (1986); lista de inscritos para o curso de Serviço Social, reabilitação e educação (1950-1954, 1968-1972, 1952-1956).
Trabalhos realizados na Ação de Formação Contínua de Professores "Sinais dos tempos, lugar de esperança", sob a responsabilidade de Acácio Catarino, promovida pelo Secretariado Diocesano do Ensino Religioso do Patriarcado de Lisboa na Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Teologia. Contém: Teresa Isabel, Exclusão social, integração escolar, 1998; Maria Firmina Albuquerque, Pobres, fome, sem-abrigo, 1998; Maria do Rosário Adragão, Crianças indianas na Freguesia da Portela, concelho de Loures: um caso de exclusão social, 1998; Maria Fernanda Lopes, Exclusão social, 1998; Angélica Pato e Silva, Exclusão social, 1998; Ana Carvalho, Projecto de Escola Inclusiva, 1998. Os trabalhos contêm comentários manuscritos de Acácio Catarino.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa sobre os requerimentos de Virgínia Baptista Ferreira, de Ana Pires de Freitas, de Catarina de Sena Jácome, de Maria da Piedade de Magalhães Fonseca, de Judite Dulce Catalão Pereira, de Maria Teresa Samora Pimentel e filha, de Joaquina da Conceição de Sá e Silva Santana, e de Maria das Dores Moniz de Oliveira Borges, para lhes serem pagos vencimentos, por morte dos respectivos familiares (V. PGR/03/01/36 - Registo de processos entrados para consulta).
Pedidos apresentados por Amélia Rosado Sequeira e filha, Leopoldina Martins Gonçalves, Maria da Assunção e outros, Rosa da Rocha, João Neto, Justina de Jesus e outra, Daniel José de Almeida Lima, Maria Angélica da Silva Pina Manique, Maria Rosa de Sá Sousa, Luísa Figueiredo e Joana Rodrigues Tenório. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 30 de março de 1906, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 4 de abril, escritos sobre o ofício.
Consulta acerca dos requerimentos em que Maria Cecília Bento Marques Lobo e sua filha Elisa Cândida Marques Lobo Pereira, António Maria Teixeira Guerra e Maria Almeida dos Santos pedem a entrega dos saldos dos depósitos pertencentes aos falecidos depositantes José Bento, Margarida Rosa Guerra e Domingos Vieira. Contém ofício da Repartição da Caixa Económica Portuguesa da Caixa Geral de Depósitos e Instituições de Previdência, de 18 de agosto de 1904, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 31 de agosto, expedido a 3 de setembro, escritos sobre o ofício.
Consulta acerca de oito processos relativos a pedidos de vencimentos que ficaram em dívida a pessoas falecidas. Os requerentes são: Eduardo Teixeira de Sampaio e irmão, Joaquina Luísa, Maria Cândida Nunes Ludovice, Maria Emília da Fonseca Dinis e filhos, Laura Travassos Lamy da Costa Reis, Emília Martins Nogueira e filha, Carlota Maria da Silva e outros, Anatilde Pio Silveira. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 2 de novembro de 1904, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 16 de novembro.
Pedidos efetuados por Maria do Rosário Veloso de Mendonça e filhos, Maria Madalena da Costa Faria, Emília da Costa Santos, Maria da Conceição Roma Martins do Rego Lima e neta, Carlota Emília Freire de Melo e Angélica Elvira de Vargas Olero. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 21 de outubro de 1909, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 27 de outubro, escritos sobre o ofício.
Os requerentes dos pedidos eram os seguintes: Adelaide Pinto Pereira Chaves e filhos, Emília Pedrosa Martins, Maria Miquelina Rodrigues, Gertrudes Jacinta da Costa e filhos, Cândida Pimental Novais e filho, Maria Luísa de Azevedo, Apolónia Rosa Alves, Maria do Nascimento Neves. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 11 de janeiro de 1901, e minutas dos pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 9 de fevereiro.
Os requerentes são: Maria da Assunção das Neves e Sousa da Silveira, Ana Ribeiro, Hedviges Eulália Ferreira de Campos e filhos, Olívia da Silva Costa Loureiro, Maria Madalena de Aguiar e Silva, Feliciana Rosa da Conceição e filha e Maria Luísa Rodrigues da Silva. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 15 de janeiro de 1902, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 23 de janeiro, escritos sobre o ofício.
Os requerentes são: Teodolinda Machado Torres e marido, Gertrudes da Conceição e filhos, Maria Filomena de Sousa Carvalho de Meneses, Maria das Dores Pereira Guedes e filhos, Germana A. da Costa Carregal e filhos, Manuel de Jesus Alves e filhos e Carlota Maria Vieira e filhos. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 7 de julho de 1903, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 18 de julho.
Pedro de Leiria, marido que foi de Maria Eanes, de uma parte e Gomes Eanes Golhelho e Martim Eanes Golhelho, seu irmão, clérigo de missa, como herdeiros de Maria Eanes, sua mãe. Todos juntos, mandaram pôr em pregão uma casa, que foi da sua mãe, por Martim Eanes, pregoeiro do concelho. A casa situa-se em Évora, na Rua dos Galegos, parte com casa de Gomes da Adella. Foi comprada por Maria Domingues, tecedeira, por trinta e cinco libras. Redactor: Lourenço Pires da Rosa, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Partilha dos bens que ficaram por morte de Maria Formosa, entre Vicente Anes e sua mulher, Catarina Esteves, vizinhos e moradores em Montemor-o-Novo, de uma parte, e João Domingues e sua mulher, Sancha Cabeça, e Domingos Bartolomeu Cabeça e sua mulher, Maria Anes Terroa, e João Martins, sardinheiro, da outra parte. Este último era viúvo de Maria Formosa e pai do Vicente Anes. Domingos e Sancha era filhos da falecida. Referem uma herdade em Val de Soudo, termo de Arraiolos, e uma vinha em Montemor-o-Novo. Redactor: Álvaro Rodrigues, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de Vicente Anes
Encampação realizada entre os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora e Maria Vicente, viúva de João de Viseu, moradora na cidade, no bairro de São Mamede. Esta trazia emprazada uma vinha, da referida igreja, localizada no termo da cidade, junto ao mosteiro de São Bento de Cástris, por vinte soldos antigos. Maria Vicente, por não conseguir cumprir as condições impostas no contrato, pede que os clérigos lhe recebam a vinha. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, em três vidas, o referido bem, a Diogo Afonso e a sua mulher Maria Anes. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): [São Vicente de Oleiros, Guimarães] Data de nascimento: desconhecida Pai: Pedro Gonçalves Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria Gonçalves Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): [São Vicente de Oleiros, Guimarães] Data de nascimento: desconhecida Pai: Filipe Roriz Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria Gonçalves Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): [São Vicente de Oleiros, Guimarães] Data de nascimento: desconhecida Pai: Francisco Fernandes Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria Manuel Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): [São Vicente de Oleiros, Guimarães] Data de nascimento: desconhecida Pai: Domingos Francisco Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria Antónia Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Elisa Ferreira Areias; 2º Outorgante: Maria Luzia Ferreira Areias.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria José Leite Machado 2º Outorgante: Maria Angela da Cunha
Santinho com dedicatória de Maria Olívia para Maria Amália Ana Júlia Cardoso de Macedo de Menezes. Rasgado no topo esquerdo.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Emília Fontes Gonçalves 2º Outorgante: Maria Liliana Lopes Granjo
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Eva da Costa Ferreira 2º Outorgante: Maria de Fátima Miranda de Freitas e Maria da Conceição Miranda
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria da Conceição da Cruz Carvalho e marido João Maria de Sousa Martins 2º Outorgante: António Maria Teixeira de Carvalho
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, em que informa que encontrou na cadeia do Limoeiro, presa desde dezembro de 1833, e condenada definitivamente a degredo para a Índia, por crime de furto, desde 5 de maio de 1837, Maria do Carmo, que se encontra quase cega e muito doente, considerando inconveniente o cumprimento do degredo. O Procurador-Geral, desconhecendo se a ré é merecedora de perdão ou comutação de pena, propõe que se solicite ao Presidente da Relação de Lisboa informação sobre as circunstâncias do crime e as razões pelas quais a condenada ainda não foi transferida para a cadeia da Cova da Moura nem transportada para o lugar do seu degredo.
Consulta acerca do pedido de José Ribeiro Vieira de Castro, na qualidade de procurador de Hippolyte de Baère, construtor do túnel de Ave Maria, empreitada D, na cidade do Porto, para que seja retirado do cofre da Repartição da Contabilidade do Ministério das Obras Públicas, com as formalidades legais, o processo relativo à referida empreitada que ali está e a que é estranho, mas onde se encontra em virtude de uma sindicância que foi feita naquela Repartição e que determinou a inviolabilidade do respetivo cofre por tempo não fixado. Contém ofício da Repartição de Obras Públicas da Direção-Geral de Obras Públicas e Minas da Secretaria de Estado dos Negócios das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 26 de março de 1902, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 11 de abril.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia do ofício do delegado do procurador régio na comarca oriental do Funchal, de 25 de julho de 1835, em que participa o "horroroso facto" praticado na noite de 12 para 13 do mesmo mês em Câmara de Lobos, contra Maria Rosa, por António Gonçalves de Barros, junto com os cabos de polícia, Manuel Figueira de Sousa, e o sapateiro Manuel Pinto, que, dirigindo-se ao local onde a vítima morava, lhe queimaram todos os móveis e, perseguindo-a até à vila onde ela se tinha refugiado, fizeram-na padecer tormentos. O delegado do procurador régio acusa o administrador do concelho, o juiz eleito e o regedor da paróquia de terem sido negligentes por não terem tomado providências para prevenir o mal.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 9 de julho de 1846, em que expõe que, tendo o governador civil de Aveiro, em junho de 1845, acusado o subdelegado do procurador régio no julgado de Sosa, Manuel Maria Rangel de Quadros, como avesso aos interesses da Fazenda Pública e "excitador dos povos" para não cumprirem as leis dos novos tributos, este, duvidando da verdade destas acusações, se limitou a suspender aquele agente do Ministério Público e mandou proceder aos exames necessários, que não comprovaram a arguição. O procurador régio refere que estava a ponto de se ordenar a restituição do subdelegado suspenso quando baixou a portaria de 18 de outubro de 1845, que o mandava demitir.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do ajudante do procurador régio da Relação do Porto, com exercício em Coimbra, de 30 de janeiro de 1847, participando que se lhe apresentou o bacharel Ricardo Maria de Melo Gouveia, nomeado para a delegação da Procuradoria Régia na comarca da Lousã, solicitando instruções acerca da repartição onde havia de prestar o juramento a fim de assumir as suas funções. O procurador régio propõe que sejam mandados para os seus lugares não só os juízes de direito, mas também os agentes do Ministério Público e demais empregados, a fim de se restabelecer a ação da justiça, removendo o obstáculo da falta da repartição onde os funcionários prestam juramento.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Pronuncia-se sobre o recurso extraordinário interposto por José Maria Ferreira e J. M. Fernandes Guimarães e C.ª sobre contribuição de registo por título oneroso relativo ao trespasse que obtiveram de Augusto Laverré da parte que este tinha na empreitada das obras para o melhoramento do porto e barra de Viana do Castelo. Entende que "o trespasse da empreitada, não obstante haver sido feito por um contrato de compra e venda, não está sujeito ao pagamento de contribuição de registo, visto não ter havido transmissão de propriedade imobiliária temporária ou permanente" e, por esse motivo, considera "que o presente recurso deverá ser atendido mandando-se restituir aos reclamantes o que indevidamente pagaram".
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Osório Sarmento de Figueiredo Júnior acerca do asilo denominado "Barradas" que Maria Emília da Mota Negrão Barradas criou, a 8 de outubro de 1899, numa casa que possuía em Setúbal, para abrigo e sustento de mulheres velhas, pobres e inválidas, entretanto aumentado, em terrenos cedidos gratuitamente pela Santa Casa da Misericórdia de Setúbal, e designado "Asilo Acácio Barradas", inaugurado a 8 de outubro de 1894. A instituidora faleceu a 11 de fevereiro de 1899, deixando ao Asilo, em testamento, a casa onde se encontra estabelecido o asilo e a quantia de 50 contos de réis. Considera que o legado não deve pagar contribuição de registo.
Primeiro outorgante: Maria Manuela Andrade Pinto Bessa de Castro e Lemos, João Manuel Andrade Pinto Bessa, Gonçalo João Pinto Bessa de Vicente Ribeiro. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis
Primeiro outorgante e seguintes; Ana da Luz Valgueira, Maria Helena Valgueira Fava, Manuel Fernando da Silva Fava e Alexandrina Adelaide Valgueira Fava de Matos Pombo e outros Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguintes: Manuel de Oliveira Santiago, Maria de Lurdes dos Santos Carvalho, Fernando de Oliveira Santiago, Armindo de Oliveira Santiago e outros. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis..
Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respetiva transcrição. Transcrição Maria do Carmo Entrevistada: Maria do Carmo (MC) Entrevistadoras: Maria Ana Bernardo (MAB) e Manuela Oliveira (MO) Transcrição: Diana Henriques (05/12/2023) MVI_ 6129 MO: Maria do Carmo apresente-se então MC: Eu sou a Maria do Carmo, natural de Portel nasci aqui, fiz aqui a minha vida e aqui continuei a viver. MVI_6130 MC: Tive uma infância boa. A minha mãe trabalhava numa casa numas famílias ricas, nunca faltou nada na mesa. Nunca passei dificuldades. O meu pai era trabalhador rural e nunca nos faltou nada. Tive uma infância feliz, na casa dos meus pais. MO: E estudou MC: Fui à escola, fui até à quarta classe, era uma excelente aluna. E houve uma altura em que terminei a quarta classe e os professores, as professoras dessa altura foram falar com os meus pais para eu ir para a quinta e sexta classe, que era o que havia na altura. E o meu pai, tenho esta versão ainda hoje gravada na minha, na minha ideia que o meu pai disse aqui não à nem quinta, nem sexta, o cesto é o da azeitona. Ela vai à azeitona. E eu a sair da escola com onze, doze anos fui à azeitona. MAB: Começou a trabalhar? MC: Sim, com grande desgosto meu. E comecei a trabalhar. MAB: E a partir daí continuou? MC: E a partir daí continuei sempre a trabalhar como meu pai. Sempre. A trabalhar no campo. MAB: E os seus irmãos? MC: O meu irmão mais velho já teve uma vida diferente da minha. Fez a quarta classe, também era muito bom aluno, era afilhado do doutor Galhordas e ele disse o António José vai para Lisboa, vai estudar, vai trabalhar. Foi trabalhar para uma fábrica, havia uma tia minha que vivia em Lisboa e ele foi para casa dessa minha tia. E ele trabalhava na fábrica e à noite ia estudar. O padrinho pagou-lhe os estudos e ele avançou na vida. Infelizmente, já cá não está entre nós. Faleceu de uma doença, dessas doenças graves. E o meu outro irmão mais novo já foi mais burrinho. Andou sempre no campo, mas não aprendia nada, mas nessa altura se ele tivesse a ideia que eu tinha, o meu irmão teria ido já, já havia, as coisas já eram de outra maneira. A minha mãe já dizia, se ele fosse bom na escola já ele ia estudar, mas ele não. Até a quarta classe ele custou a fazer, ele não aprendia, tinha dificuldades em aprender. E foi assim a nossa vida. MO: E lembra-se do 25 de abril? MC: Claro que me lembro do 25 de abril. Olhe o 25 de abril foi, eu acho que foi das melhores coisas que houve. Porque antes do 25 de abril eu morava numa rua, que era a rua do Alfoz (?) a seguir ao castelo e há ali um largo que é o largo Miguel Bombarda, onde só viviam ricos. Eram quatro, que viviam lá, era o Manuel da Corte, o Fonseca e os dois Amarais. E lembro-me perfeitamente do meu pai, ir para aquele recinto, aquele largo, ele e mais homens a pedir trabalho à porta desses ditos ricos e eles vinham à porta e tu, tu e tu, saiam para aquele lado. E a maioria ficavam lá, eram escolhidos, aqueles que eles lhes agradavam mais. E então havia muita muita muita miséria. MAB: Quando as pessoas não tinham trabalho o que é que faziam? MC: Viviam que era miséria. Levavam os dias ali no largo da agrícola, naquele largo onde é a caixa geral de depósitos à procura de trabalho. Se alguém passava, que lhe propusesse trabalho. Era miséria, miséria. Eu vivi numa rua que era uma rua mesmo só de pobreza, onde só havia, muitos filhos. Nós eramos três, mas havia além casas que havia sete e oito irmãos. Que era mesmo, mesmo, mesmo miséria. A minha mãe tinha uma vizinha, que já faleceram, e essa vizinha, às vezes a minha mãe, trabalhava na casa dos ricos e trazia de lá coisas que lhe davam e diziam vai lá levar à Mariana. E ela ia-lhe levar coisas poucas, um bocadinho de pão, e um bocadinho de azeite e com isso ela fazia uma açordinha de alho para ela e para os filhos. E ela vinha à rua, lembro-me como se fosse hoje e dizia assim, hoje até vejo o sol bem, o que a Maria me veio aqui levar, fiz uma açordinha para mim e para os meus filhos, que nos soube tão bem, à não sei quantos dias que não comíamos. MAB: Na casa dos seus pais eles faziam matança? MC: Na casa dos meus pais faziam matança sim. MAB: E depois dividiam? MC: E dividiam sim. Aquilo no final ficava tudo em nada. Era um pratinho com chamavam-lhe na altura um jantar, um jantar de ossos. Com um bocadinho de toucinho, vai lá levar à menina, à vizinha Maria, à vizinha Antónia, à vizinha outra e a rua toda comia aquele jantarinho e a gente comíamos também só uma vez do porco. Era assim mesmo. Depois quando a outra vizinha fazia a matança, dividia por todos. Havia igualdade entre todos. A vida eram todas iguais, mas havia mais amizades, porque não havia invejas, o que havia na minha casa, havia na outra e na outra. E era assim. MAB: E quando começou a ficar mais crescida e depois a pensar em namorar, como é que foi essas, como é que foi essa fase. Como é que era, como é que se relacionavam? MC: Olhe a minha fase do namoro foi complicada. Porque eu nas férias já ia a Lisboa, a casa de uma tia minha, a casa onde o meu irmão sempre viveu e estudou lá. E eu ia para casa dessa minha tia e então, conheci lá um rapaz, conheci lá um rapaz e comecei a namorar com ele. Depois vim para cá, por cartas e ia lá só de vez em quando. MAB: Por cartas MC: Por cartas. E há uma das vezes que o rapaz apareceu cá e eu parece que o estou a ver, que ainda não se usava cá aquelas grandes gabardines e ele já vinha de gabardine, com uma malinha na mão, todo muito finório e veio cá para falar com os meus pais. Foi uma carga de trabalhos, para o deixarem lá entrar, e porque não conheciam. Ele estava em Lisboa a trabalhar, mas era aqui de Viana do Alentejo. Era e é. Que é o marido que ainda hoje tenho. Mas foi muito complicado aquele namoro, a minha mãe porque ele estava em Lisboa e ele deve ter lá outra, e não casa contigo, e depois o que é que dizem aqui. Bem, foi uma confusão, tão grande, tão grande, que só eu sei o que sofri. E ele depois vinha e não ficava lá na minha casa, nem pensar. Ia ficar numa casa de uma tia minha, que também se conheciam, e ia lá ficar. Mas eu já lá não metia um pé na casa da minha tia, porque ele estava lá. Era muito complicado. Namorei assim seis anos. Cartas, ele vinha cá, mas mesmo complicado e a minha mãe sempre a bater o pé, ele deve casar deve, ele tem para lá outra, como ele aí aparece parece um doutor. E afinal namoramos seis anos e depois casámos e olhe ainda somos hoje casados. Era complicado. MVI_6132 MC: Portanto, os trabalhadores agrícolas. MO: Vai falar então um bocadinho sobre a sua participação política e cívica. Alguma associação ou algumas coisas que MC: Sim, eu pertenci à JCP na altura e depois comecei a fazer parte do sindicato dos trabalhadores agrícolas, que era na altura o escritório da reforma agrária, ali no, situado no largo do chafariz, na altura. E fazia parte lá também do sindicato e porque trabalhei depois também na reforma agrária e era lá que nós íamos receber o ordenado, ia receber o meu e o do meu pai. A esse escritório. MAB: Como é que a senhora, como é que chegou a fazer parte do sindicato, ou seja, como é que e porque é que se filiou na JCP? MC: Porque fiz sempre aquelas ideias, aquelas ideias políticas que ainda hoje as tenho. E tenho dois filhos que ela é política e ele enão tem nada a haver com a política. Já houve aqui um ano, que em eleições em Portel, ela fazia parte da lista do PCP, como faz hoje sempre, como ainda é hoje, e ele fazia parte da do PS. E eu fazia parte com ela, da dela, sempre fui, por isso, cada um tem as suas ideias. E o pai é uma pessoa reservada, não sabemos se ele é da esquerda, se é da direita. É uma pessoa muito reservada. Apertamos, apertamos com ele, mas ele não diz nada. Vocês querem é saber. MAB: Portanto essa situação política e essa vontade de participação pública foi sempre uma coisa mais das mulheres cá MC: Sim, sim, sim, sim, foi minha e a minha Lúcia também foi. Embora ela já tivesse vindo noutra altura e as coisas já tivessem tudo mais avançado, mas viveu tudo isso comigo. Íamos às manifestações, ela ia comigo MAB: Levava-a para as manifestações? MC: Sempre, sempre, sempre. Havia qualquer festa do partido comunista ela ia comigo e já ia dizendo versos, que era pequenina e não sei quê. A ler e já fazia sempre parte de tudo. E ainda hoje é. Está na câmara de Évora hoje. MAB: E as mulheres aqui na vila começou, notaram que elas começaram a sair mais depois do 25 de abril? MC: Sim, sim muito mais. MAB: E a participar mais? MC: Sim e a participarem mais sim. Apareciam mais em tudo. A irem já a um café, porque se faziam aqueles almoços, por exemplo a gente do partido comunista e depois acabávamos os almoços e já íamos ali beber o café ao, ali a restaurante. Foi diferente, sim. Com mais saídas. MAB: E atualmente as mulheres tem muita participação em muita coisa, as mulheres, mesmo as mais idosas, não só as jovens? MC: Têm, têm. Mesmo aqui no nosso meio. Em tudo, em tudo. A gente começa aqui já pela Universidade Sénior, as mulheres participam mais, eu também já participei, no teatro, nas histórias, agora como tenho a menina tenho o tempo mais ocupado. E participam muito, muito as mulheres, mais do que os homens. MAB: Porque é que acha que é assim? MC: Essa parte eu também ainda não sei bem explicar porquê. MAB: Mas aquilo que vê é que as mulheres participam mais MC: Ainda levei o meu marido, ainda fazíamos parte da tuna, mas só da tuna, que ele disse só da tuna, das outras coisas não vou. E depois lá a professora dizia, não conseguem trazer os maridos, os maridos. Uma dizia, vou trazer o meu. Ninguém lá aparecia, era só a gente. Fazia, vestia. A Maria Cristina vestia-se de homem e fizemos assim teatros, eu de mulher e era assim. E os homens não participavam muito. A gente daqui é mais as mulheres. A mulher é mais pra frentex. MAB: No fundo a vida da mulher, talvez tenha mudado mais do que a dos homens? MC: Se calhar sim, porque estavam muito fechadas e tiveram uma abertura e nessa abertura, elas foram avançando sempre mais e eles já mais na retaguarda. MAB: E os jovens hoje? MC: Ora, os jovens hoje têm uma vida totalmente diferente, tudo já mais, tudo já mais liberal. MAB: Acha que hoje aqui em Portel faz diferença para a vida que a pessoa, ser homem ou mulher? MC: Não, não, não. Não há diferença aqui. Não, a juventude hoje andam todos juntos. Eu vejo pela vida da minha filha, para onde vai um, vai o outro. E é tudo, são, fazem uma vida e um conjunto igual. MAB: Em termos de costumes, aquela critica que havia, em relação ao comportamento MC: Não, isso já não há. Havia no meu tempo, agora no dela, neste tempo agora as raparigas. Eu vejo pela minha, que com o marido fazem uma vida juntos, vão para todo o lado. Às vezes o meu marido critica. Então a Lúcia só gosta é de paródia já vai para a paródia outra vez com ele. Digo, deixa lá a rapariga, eu não fui vai ela. MVI_6133 MAB: A vila de Portel tem hoje mais coisas, oferece mais oportunidades às pessoas e condições de vida por comparação com o antes do 25 de abril ou não MC: Sim, sim. Antes do 25 de abril pronto, havia muita dificuldade, mas agora presentemente Portel está morto. O nosso Portel está morto. Não há trabalho e não tem nada a ver com o que era Portel e o que foi aqui há uns anos, já depois do 25 de abril. MAB: Ou seja, faz uma distinção, entre o que era antes do 25 de abril, o que foi essa. MC: Sim, o que foi a seguir e o que está a cair. Portel está a cair, agora nesta, está a cair, já caiu dentro de um buraco. A nossa vila está suja, não há trabalho e as pessoas está tudo refugiado em casa. Não, está tudo triste. Portel, não é Portel. Não é o Portel que a gente conheceu. MAB: Mas tem por exemplo condições para acolher as crianças como os jardins de infância, MC: Sim sim, isso tem. A escola, o nosso ciclo. Sim, sim. Temos o ciclo, que é um espetáculo, a nossa escola primária, aqui a ATL dos miúdos. Sim, tudo cinco estrelas. MAB: Mesmo para as pessoas mais velhas, MC: E para as pessoas mais velhas a Universidade Sénior. Este ano não sei como é que vai ser, mas também MAB: Existe um lar? MC: O lar, sim, um lar sim. Que devia ser maior, pronto, porque apanha aqui também, as pessoas das aldeias e as pessoas que não são de cá, de Évora e de outras terras que vêm, ter aqui. Podia também ser maior, acho que Portel já devia ter estendido mais. Ter um outro lar. Agora esta creche onde está a minha netinha é uma creche já muito antiga, que precisava já além de, aquilo era um prédio já muito antigo, e aquele senhor, deu aquilo para fazerem uma creche. Aquilo tem as mesmas condições que tinha há 50 anos, está tudo muito velho, tudo muito degradado. Acho que as coisas deviam evoluir mais, com a época em que estamos. E uma vila que já é bastante grande e que faz parte aqui das nossas aldeias que ainda são algumas. MAB: Pois, porque é a sede de concelho. MC: É sede de concelho e é para aqui que vêm também, muitas crianças. MO: De qualquer maneira diga-me uma coisa, em termos do acesso à educação e à cultura e aos serviços de saúde, em relação a antes do 25 de abril há diferença aqui na vila? MC: Agora está muito mau. Nesta altura, os nossos serviços se saúde estão péssimos. Não temos médicos, os enfermeiros que aqui estão abalam. Queremos uma consulta, não a temos. Está mesmo muito, muito mau. Já houve uma altura, em que o nosso centro de saúde era um espetáculo, mas agora não. Muito complicado mesmo. MAB: As condições de vida das mulheres e da casa, das melhorias da habitação, de eletrodomésticos, se comparado com o antes do 25 de abril MC: Está muito melhor. MAB: A vida das mulheres hoje está muito mais facilitada? MC: Sim, sim. Mais facilitada. Até eu comparando agora a minha vida, a minha casa com a dos meus pais. Nem tem comparação. A minha mãe tinha um fogãozinho pequenino e fazia-se a comida ao lume, era o ferro com carvão. E não, nem havia, ferros de engomar, não havia, máquinas de lavar, frigorifico nem pensar. MO: Televisões? MC: Também não. Nós íamos ver a televisão à de uma vizinha que tinha, já tinha uma vidazinha melhor, viveu em Lisboa e depois de vir para cá, íamos ver tudo na televisão para casa da vizinha. Já quando a minha mãe teve uma televisão, já eu tinha os meus dezoito anos. MAB: Quando a sua mãe teve a primeira televisão. MC: A primeira televisão, sim. Aquilo era uma novidade grande. A gente estava sempre. MAB: Máquinas de lavar a roupa MC: Isso já foi muito mais tarde. Se calhar já quando eu casei ou estava para casara, quando a minha mãe comprou uma máquina de lavar roupa. Pois era tudo muito diferente. Muito, muito. MAB: Nesse aspeto a vida tem melhorado MC: A vida tem melhorado. Há outras coisas que que não, mas a vida melhorou, melhorou. MAB: O quotidiano, a vida das mulheres está mais facilitada MC: Sim, a vida das mulheres está mais facilitada. As mulheres iam para aqueles, aí para os rios lavar à mão. Iam de manhã à noite. Eu lembro-me perfeitamente da minha mãe ir e levar um bocado de pão e laranja. Era a comida. Que era o que havia. E a gente se ia mais o meu irmão, comíamos o pão todo e as laranjas, que era o que havia, quando ela ia para comer já não havia nenhum. Aquilo também era pouco. Isto quando eramos pequenos. Sim, lembro-me de irmos ali para um barranco. MO: E agora a Maria do Carmo vai lavar roupa? MC: Vai, vai. A Maria do Carmo agora vai lavar é a máquina de lavar, é a máquina de secar, pois. E temos isso tudo e é ferrinho para engomar, ali já com vapor, pois claro. Mas há outras coisas que podiam estar melhor e não estão. MAB: Por exemplo, o que é que a senhora achava que devia estra melhor e não está? MC: Olhe haver mais empregos para a juventude, para que o meu filho, até em Portel digo, os arredores, para que o meu filho e outros jovens como ele, não tivessem acabado os estudos e tivessem de abalar para o estrangeiro. O meu já lá está há nove anos, no Dubai, agora veio cá só para casar, com a miúda, com a Sarinha. E como ele, muitos mais. MAB: Ou seja, acha que muita juventude teve de sair, teve de sair? MC: Sim, sim, sim, muitos, muitos. A minha Lúcia não abalou porque ficou por aqui, a escola e não sei quê, casou com um rapazito que trabalha na câmara, pronto ficou por aqui. Mas muitos, muitos tiveram que sair. Sair e ir para o estrangeiro. Temos muita juventude nossa, que a gente conhece aqui de Portel, que a gente é fulano já está à não sei quantos, na Alemanha, na Suíça. Muita gente foi embora. Deviam estar cá no nosso Portugal. Mas são coisas que não estão na nossa mão. MAB: E a senhora quando ia fazer as campanhas como é que se organizavam? Como é que faziam? Iam para fora de Portel, era aqui, como é que faziam? MC: Quando é as campanhas organizamos todas, somos sempre o mesmo grupo e vamos apanhando alguma de alguma rua. E corremos aqui Portel e as nossas aldeias. Sim, e colaboram mais as mulheres que os homens. MAB: E quem é que conduz são os homens ou as mulheres? MC: Levamos sempre um condutor. MAB: É um homem? MC: Sim, sim. MAB: Ainda não são as mulheres? MC: Não, mas às vezes também vão a conduzir. Também vai a conduzir. Sim, às vezes vão a conduzir. MAB: A senhora tirou a carta? MC: Não, nunca tirei a carta. Porque o meu pai também por causa da falta de, do dinheirinho. Pois. Depois foi passando e foi passando. E depois vieram os filhos e fiquei por ali. Hoje tenho pena de não a ter tirado. Tenho carro, ela tem carta, a Lúcia tem carta, o Diniz tem carta, o pai tem carta e a minha ficou na gaveta. MAB: A prioridade foram eles MC: Exatamente, pois. Depois eles a estudar e tudo, eram os mestrados, muito dinheiro e claro essas coisas, havia outras prioridades e eu fui ficando para trás. Mas hoje já tenho pena, porque é que não fui, mas naquela altura, não podia, depois era os rapazes, um porque estava na universidade, outro porque estava a entrar e pronto. Tenho chauffeur particular. DH: Lembra-se como soube das notícias do 25 de abril ou o que fez no dia do 25 de abril? MC: Olhe do 25 de abril morávamos num monte, o meu pai guardava gado num monte. Que era o Monte de Valcabras e lembro-me do meu pai chegar a dizer.
José Maria dos Santos começou a sua actividade fotográfica no início da década de '70, do século XIX, a qual perdurou até à sua morte em 1900. Em 1869, exercia a sua actividade original, como ourives, na Rua da Calçada (actual Rua Ferreira Borges), no número 102, destacando-se sobretudo como fabricante de dentaduras. Paralelamente, desenvolveu a sua actividade como fotógrafo. Antes de 1872, exercia já a sua actividade no Pátio do Castilho. A partir dessa data, é proprietário de uma casa fotográfica situada junto ao Caes, a "Photographia Conimbricense". Na década de '80, esteve ainda temporariamente instalado na Rua da Sofia (nº 151-153). Colaborou em diversas publicações periódicas, como por exemplo "O Panorama contemporâneo". Em 1878, obteve uma menção honrosa na Exposição de Paris. Foi premiado com a medalha de ouro na Exposição Distrital de Coimbra, em 1884, pela apresentação de retratos em tamanho natural em cartão, album e em bilhete de visita, paisagens e vistas da cidade. Esteve presente em outras exposições, nomeadamente no Palácio de Cristal (Porto, 1886) e Exposição Industrial de Lisboa (1889) na qual foi também premiado.
O Registado: Maria Bernarda Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Data de nascimento: 1800-09-07 Pai: Bernardino Pereira Naturalidade (freguesia e concelho: Santa Maria de Guardizela, Guimarães Mãe: Marcelina Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Salvador do Monte Córdova Avós paternos: João Pereira Gaiato e Ana da Costa Avós maternos: António da Silva e Josefa Maria (ou Maria da Silva ou Maria Josefa Exposta)
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1881/10/23 Pai: Miguel Pereira Batista Naturalidade (freguesia e concelho): São Martinho de Candoso Mãe: Maria de Belém Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: António Pereira e Maria Rosa Avós maternos: Manuel Ribeiro e Maria Teresa
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1893/09/01 Pai: Manuel de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): São Torcato, Guimarães Mãe: Ana Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Lourenço de Selho, [Guimarães] Avós paternos: Jerónimo de Oliveira e Ana Maria Avós maternos: Maria
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1887/06/12 Pai: José Gonçalves Naturalidade (freguesia e concelho): São Salvador de Nogueiró, Braga Mãe: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro de Azurém, Guimarães Avós paternos: António Gonçalves e Maria Gonçalves Avós maternos: incógnito e Maria Leonor
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1887/06/25 Pai: José Matias dos Santos Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Mãe: Brizida Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Avós paternos: Manuel Matias dos Santos e Josefa Maria Avós maternos: incógntito e Maria Joaquina
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1851/10/28 Pai: António Moreira Pacheco Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria da Conceição Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: Manuel Moreira Pacheco e Maria Joana Avós maternos: Manuel José de Sousa e Rosa Maria
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de Nascimento: 1867/05/06 Pai: Manuel Gonçalves Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel do Castelo, Guimarães Mãe: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Avós paternos: Manuel Gonçalves e Maria de Belém Avós maternos: Manuel António e Genoveva Maria
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de Nascimento: 1867/06/24 Pai: Henrique da Costa Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Mãe: Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Avós paternos: Manuel da José da Costa e Maria Rosa Avós maternos: José Onofre da Silva e Leonor Maria
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1850/09/23 Pai: José Ferreira Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria Fernandes Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: João Ferreira e Catarina Maria Ferreira de Matos Avós maternos: Domingos Fernandes e Josefa Maria
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1899/08/05 Pai: António Fernandes Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Eulália de Fermentões, Guimarães Mãe: Angela Maria Pereira Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Avós paternos: António Fernandes e Maria Josefa Avós maternos: Francisco da Costa Pereira e Ana Maria Pereira
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Data de nascimento: 1843/03/09 Pai: António José Pereira Pavão Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria Luísa Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: Leopoldo Luís Pereira e Maria Josefa Avós maternos: José Luís Lopes e Maria Josefa
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1874/01/29 Pai: José Maria Leite Naturalidade (freguesia e concelho): Fafe Mãe: Maria Joaquina Naturalidade (freguesia e concelho): Senhora da Oliveira , Guimarães Avós paternos: José Joaquim Leite e Joaquina Rosa Avós maternos: Francisco José Pinto e Maria Rosa
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1857/08/10 Pai: José António Leite Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria Leite da Conceição Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: Joaquim José Leite Guimarães e Maria Josefa Avós maternos: António Leite de Sousa e Maria de Jesus da Costa e Silva
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de Nascimento: 1871/01/29 Pai: Vicente de Sousa Neves Naturalidade (freguesia e concelho):São Miguel de Valongo Mãe: Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da OLiveira, Guimarães Avós paternos: Bras de Sousa Neves e Maria dos Santos Avós maternos: Joaquim José de Oliveira e Maria Custódia
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Data de nascimento: 1844/10/03 Pai: António José Fernandes Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Rosa Maria da Luz Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: José António Fernandes e Inácia Maria Avós maternos: Bento António Gomes e Maria Rosa da Luz
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1861/05/03 Pai: Teodoro Luís da Cunha Naturalidade (freguesia e concelho): Moreira de Cónegos Mãe: Ana Maria Mendes Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: António Luís da Cunha e Maria Ferreira Avós maternos: José Gonçalves e Francisca Maria
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1859/03/29 Pai: Francisco Pereira de Mesquita Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria da Conceição de Sousa Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: João Pereira e Maria Pereira Avós maternos: Manuel José de Sousa e Rosa Maria Ferreira
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de Nascimento: 1870//04/23 Pai: Tadeu Ribeiro Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Mãe: Maria da Luz Naturalidade (freguesia e concelho): Santo Estevão de Urgeses, Guimarães Avós paternos: Francisco Ribeiro e Maria Victoria Avós maternos: Filipe António e Maria Josefa
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de Nascimento: 1870/03/16 Pai: Teodoso Luis da Cunha Naturalidade (freguesia e concelho): Moreira de Conegos, Guimarães Mãe: Ana Maria Mendes Naturalidade (freguesia e concelho):São Jorge , Guimarães Avós paternos:António Luis da Cunha e Maria Ferreira Avós maternos: José Gonçalves e Josefa Maria Mendes
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Data de nascimento: 1848/11/23 Pai: Manuel Monteiro Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Custódia Maria Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: António Monteiro e Maria Teresa Avós maternos: Bento de Araújo e Custódia Maria
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de Nascimento: 1873/07/19 Pai: Manuel Peixoto Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho):São Sebastião, Guimarães Mãe: Joana Maria Teixeira Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães Avós paternos: João António Peixoto e Maria Josefa Avós maternos: Manuel José Teixeira e Rosa Maria
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de Nascimento: 1872/12/08 Pai: Manuel José Martins Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Mãe: Joaquina Rosa de Jesus Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães Avós paternos: José Martins da Silva e Maria de Belem Avós maternos:José Maria Leite e Maria Joaquina
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de Nascimento: 1872/04/28 Pai: António José Mendes Naturalidade (freguesia e concelho):Santa Marinha da Costa, Guimarães Mãe:Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho):São Sebastião, Guimarães Avós paternos: António José Mendes e Custódia Maria Avós maternos: José da Silva Filipe e Ana Maria
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1862/09/21 Pai: desconhecido Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria da Conceição Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Corvite, Guimarães Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: António José da Silva e Teresa Maria de Sousa
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Data de nascimento: 1847/05/08 Pai: António José da Mota Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Antónia Maria Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: António da Mota e Maria Teresa Avós maternos: José António Peixoto e Teresa Maria