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Ofício do Ministério da Marinha - Contabilidade da Marinha - 6ª Repartição da Direcção-Geral da Contabilidade Pública
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Justiça acerca do requerimento em que Francisco Teixeira Falcão, condenado na pena de cinco anos de degredo, pelo crime de atentado ao pudor, pede perdão da pena.
Pedido a favor de dois guardas da segurança do castelo de Guimarães.
Trabalho elaborado por Carlos A. Moreira Azevedo. Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Teologia. Humanistica e Teologia 7
“Nascido em Sousela (Lousada) a 29 de Agosto de 1869, doutorou-se pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra em 1898, ano em que iniciou a atividade docente como lente substituto de Direito Eclesiástico. De 1901 a 1910, foi regente de Ciência Económica e Direito Económico, tendo lecionado, também, História das Instituições do Direito Romano, Administração Colonial e Finanças. Entre 1913-1915 (o mesmo período em que dirigiu a Biblioteca da Universidade) foi diretor da Faculdade de Direito, onde a sua capacidade reformadora se espelhou na renovação das instalações, na criação do Instituto Jurídico e da sua Biblioteca e na execução da reforma dos estudos jurídicos, no âmbito da qual publicou, com José Alberto dos Reis, as obras A Faculdade de Direito e o seu ensino, Coimbra, 1907, e O ensino jurídico na França e na Itália, Coimbra, 1910. Foi redator da Revista de Legislação e Jurisprudência. São-lhe unanimemente reconhecidas a total dedicação e a inexcedível competência com que desempenhou todas as tarefas e cargos que assumiu, demonstradas também na extensa e consistente obra publicada, de grande diversidade temática. As suas lições de Ciência Económica, de 1910, são hoje um clássico do pensamento económico português. Sem filiação partidária, interveio com igual empenho na vida pública, tendo exercido os cargos de Presidente da Câmara Municipal de Coimbra (1905 a 1910) e de Ministro da Marinha e do Ultramar (26 de Junho a 5 de Outubro de 1910). Durante este curto período, foi eleito deputado pelo círculo de Coimbra não tendo, porém, cumprido o mandato. Morreu em Coimbra, prematuramente, em Março de 1916, com a idade de 46 anos. Foi Diretor da Biblioteca da Universidade, de 1913 a 1915.” In: https://www.uc.pt/bguc/DocumentosDiversos/JoseFerreiraMarnocoSOUSA
Cartão com a impressão do nome e dados pessoais.
O registado: António da Silva Nº registo: 524 Naturalidade (freguesia e concelho): Silvares Santa Maria, Guimarães Data de nascimento: 1911/08/27 Pai: Joaquim da Silva Profissão: Sapateiro Naturalidade (freguesia e concelho): Creixomil São Miguel, Guimarães Mãe: Engrácia da Silva Profissão: Tecedeira Naturalidade (freguesia e concelho): Gandarela São Salvador, Guimarães Averbamentos: Assento de óbito nº 1155 de 1913 - faleceu em 1913.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Marinha. Refere não poder consultar "sem que seja presente o processo ou cópias das peças do processo as quais costumam acompanhar as súplicas ao poder moderador".
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Marinha.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Justiça. Contém a seguinte informação: "O parecer é ipsis verbis igual ao que está registado a f. 90v".
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre pedido de aprovação de estatutos.
Referência bibliográfica: Memorias economicas da Academia Real das Sciencias de Lisboa, para o adiantamento da agricultura, das artes e da industria em Portugal, e suas conquistas. 1789-1815.
Informa sobre os livros que Alfredo Pimenta pretende. Pede para, qualquer assunto que deseje, lhe escrever para a sua morada.
Pede que interceda junto do ministro para que possa ir trabalhar para o Pará. Contém um verso de Alfredo Pimenta.
Pede para obter na Junta de Emigração o deferimento do seu processo.
O registado: Camilo de Sousa (exposto) Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Data de nascimento: 1845/01/02 Pai: desconhecido Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: desconhecida Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
Participa o valor do material e serviço de alfaiataria.
Apresenta as razões que a levaram a votar contra a proposta da Comissão de Habitação e Urbanismo.
Trata da encomenda de um livro que, assegura, será enviado para Alfredo Pimenta. Informa que está empregado na Livraria Eclética e reserva, para uma conversa pessoal, as razões da sua saída da Bertrand.
Apresenta a sua opinião em relação ao uso da palavra «Lusíadas» no feminino. Faz referência ao “Novo Dicionário da Língua Portuguesa e Alemã”, de H. Michaëlis. Transcreve um trecho do prefácio da 8.ª edição onde o autor afirma ter recorrido à irmã, Carolina Michaëlis, e questiona a hipótese de, também neste caso, ter recorrido.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta. Esclarece que a carta que escreveu em 26 de fevereiro foi entregue, em mãos, no “Diário de Notícias”.
Pede desculpa pela insistência em relação ao juro do prémio do Secretariado. Avisa que escreverá a Alexandre Correia, professor no Brasil, para que este envie a tradução que fez da Suma Teológica. Enaltece as qualidades intelectuais de Alexandre Correia.
Refere o artigo do “The Times” e recorda a época em que saiu. Pede a Alfredo Pimenta informações sobre o prémio do Secretariado, garante guardar segredo e menciona, com ironia, a intenção de retribuir.
Recorre a Alfredo Pimenta para denunciar o que considera uma injustiça: a atribuição do prémio do Secretariado ao romance “Bússola doida”. Considera que este romance contraria os critérios estabelecidos pelo Secretariado para atribuição do prémio. Pede a intervenção de Alfredo Pimenta junto de João Ameal.
Refere os passos dados para conseguir uns livros pretendidos por Alfredo Pimenta. Faz referência à exclusão do livro de Maria Lamas do concurso do Secretariado por não ter atingido o mínimo de 250 páginas. Pede a Alfredo Pimenta que o patrocine junto de João Ameal. Transmite algumas sugestões de António Dória, de quem recebeu carta.
Agradece uma informação relativa ao júri. Indica que vai escrever a Vasco do Amaral para pedir a informação do “The Times”.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta. Declara ser um admirador de Alfredo Pimenta. Faz referência ao seu percurso como emigrante e jornalista. Contém um cartão desejando uma Páscoa feliz.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta a propósito do discurso proferido no Liceu de Camões. Declara a sua admiração.
Informa que desistiu de fazer a casa e apresenta as razões.
Partilha da opinião da falta de carácter e dignidade de alguns políticos e revela um episódio passado com Francisco Pereira de Sequeira, que acusa de falta de carácter.