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Comemorações do Dia da Universidade; almoço no antigo Refeitório, junto à coluna, da esquerda para a direita, Prof. Doutoras Maria de Fátima Nunes e Constança Sacadura G. Machado, junto à mesa, à esquerda, Vice-Reitor Prof. Doutor Rui Namorado Rosa. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Refeitório.
Comemorações do Dia da Universidade; homenagem a Manuel da Fonseca, aspeto da assistência, na primeira fila, Governador Civil de Évora e esposa, Presidente da República e esposa, Prof. Gonçalo Ribeiro Telles antecedido da esposa. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Auditório.
Comemorações do Dia da Universidade; Missa de Acção de Graças, em primeiro plano, da esquerda para a direita, Prof. Doutor Joaquim Lavajo, Reitor Prof. Doutor A. G. Santos Júnior e esposa, Vice-Reitor Prof. Doutor António Pinheiro. Envolvência em contexto: Igreja do Espírito Santo.
Comemorações do Dia da Universidade; sessão solene, cerimónia de atribuição do grau de doutor *Honoris Causa* ao cónego Dr. José Augusto Alegria, em primeiro plano na imagem, acompanhado pelo seu patrono Prof. Doutor Manuel Ferreira Patrício. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala dos Actos.
Comemorações do Dia da Universidade, 1 de Novembro 1987; Ministro da Educação Eng. Roberto Carneiro assina o livro de cumprimentos, ao lado o Reitor Prof. Doutor A. G. Santos Júnior e o Presidente da República Dr. Mário Soares, atrás deste, Vice-Reitor Prof. Doutor Carlos Braumann e Vice-Reitor Prof. Doutor António Pinheiro, em frente. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Reitoria.
Comemorações do Dia da Universidade, 1 de Novembro 1987; intervenção do Reitor Prof. Doutor A. G. Santos Júnior, ao lado na mesa, Presidente da República Dr. Mário Soares e Ministro da Educação Eng. Roberto Carneiro, no cadeiral à direita, Diretor dos Serviços Académicos Sr. Florêncio Leite. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala dos Actos.
Comemorações do Dia da Universidade, 1 de Novembro 1987; Presidente da República Dr. Mário Soares assina o livro de cumprimentos, à esquerda, Ministro da Educação Eng. Roberto Carneiro e Reitor Prof. Doutor A. G. Santos Júnior. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Reitoria.
Comemorações do Dia da Universidade, 1 de Novembro 1987; inauguração de exposição sobre atividades da Universidade, em primeiro plano o Ministro da Educação Eng. Roberto Carneiro, seguido pelo Presidente da República Dr. Mário Soares e Reitor Prof. Doutor A. G. Santos Júnior, ao lado, segundo à direita, Vice-Reitor Prof. Doutor António Pinheiro. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Claustro.
Comemorações do Dia da Universidade, 1 de Novembro 1987; almoço no antigo Refeitório, à direita, Governador Civil de Évora Dr. F. Mira Branquinho, Presidente da República Dr. Mário Soares, no terceiro lugar à direita, mais atrás o Reitor Prof. Doutor A. G. Santos Júnior. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Refeitório.
Carta do governador civil de Évora a comunicar ao inspector da Fazenda Pública do distrito de Évora, que falecera a última religiosa professa do convento de São José às 11:30 da manhã do dia 19 de Outubro de 1886, a irmã Maria Teresa de São José.
Emprazamento, em três vidas, de um moinho, do convento de São Francisco de Évora, localizado no termo de Pavia, na ribeira de Tera, a Gil Martins Pataneiro e a Catarina Vaz, por trinta alqueires de trigo, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do tabelião
Breve do papa Inocêncio X onde determina, entre outros aspectos, que o altar de Santo António do convento de São Francisco de Évora é privilegiado em dia de todos os santos e seu oitavário e nas Segundas e Sextas-feiras de cada uma [...].
Breve do papa Inocêncio X onde consta que o altar de Nossa Senhora da Conceição do convento de São Francisco de Évora é privilegiado em dia de Todos os Santos e seu oitavário e nas segundas e sextas-feiras de cada uma (?) e [...] tem indulgência plenária pela alma de qualquer fiel católico que se disser missa, a livrá-lo (?) das penas do Purgatório.
Emprazamento em três vidas de uma vinha, situada no termo da cidade de Évora, em Peramanca, que faz o mosteiro de São Bento de Cástris de Évora a Domingos Durães e a sua mulher, Maria Pires, por dez libras pagas em dia de Páscoa. Redactor: Estevão Martins, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do tabelião
Aforamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo a Gil Martins, mancebo solteiro, de uma vinha no termo da vila, no Gafanhão, que fora de Domingos Palos, por foro pago em soldos no dia de São Martinho. Redactor: ??? Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Emprazamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo a [...] viúva de de Vicente Álvares (?), de um ferragial além de São Lázaro, por foro pago no dia de Natal. Redactor: Gomes Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Emprazamento de duas courela de herdade, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizadas no termo da referida vila, a Afonso e a Estêvão e a outros pobres da cela de Rui Mourinho, por quatro alqueries de trigo, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Vasco Lourenço, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Aforamento de uns pardieiros, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizados no arrabalde da vila, a Brás Domingues e a sua mulher, Catarina Anes, moradores e vizinhos da vila, por trinta soldos, pagos no dia oito de Julho. Redactor: João Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Adro da igreja de Santa Maria do Bispo
Aforamento de uma casa da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo, localizada na referida localidade, a Gonçalo Monteiro e a sua mulher, Maria Martins, moradores na vila, por três libras e quinze soldos, pagos no dia da cruz do mês de Maio. Redactor: Gomes Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Aforamento de uns pardieiros, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizados no arrabalde da vila, a Leonardo Vicente e a sua mulher, moradores na vila, por dez soldos, pagos no dia de Natal. Redactor: João Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Emprazamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo a João de Marialva, de uns pardieiros na largo da igreja, por uma galinha boa, paga no dia de Natal. Redactor: André Lopes, escudeiro e tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Secção composta por fotografias representativas de diferentes eventos, entre os quais se inclui: - Acordos/Convénios/Protocolos; - Apresentações Públicas; - Bênção das Pastas/Queima das Fitas/Recepção ao Caloiro; - Colóquios/Conferências/Congressos/Encontros/Jornadas/Seminários/Simpósios; - Concertos; - Cursos; - Dia da Universidade; - Distinções e Prémios/Doutoramentos Honoris Causa/Doutoramentos/Homenagens; - Efemérides; - Entrega de Diplomas; - Exposições; - Inaugurações; - Jubilações; - Outros; - Posses/Posse da Comissão Instaladora IUE; - Visitas.
Emprazamento, em uma vida, de uma casa, da igreja de Santiago de Évora, que foi de Vasco Franco, localizada na cidade, na rua do Raimundo, a Bartolomeu Afonso, morador e vizinho de Évora, por sete libras, pagas em dia de São João Baptista. Redactor: Rodrigo Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Emprazamento, em três vidas, de uma casa, da igreja de Santiago de Évora, localizada na cidade, na rua do lagar da oliveira, a Martim Afonso Esparteiro e a sua mulher, Mor Pires, vizinhos de Évora, por cinquenta soldos, pagos no primeiro dia de Abril.
Emprazamento, em três vidas, de uma panasqueira da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, no chafariz de Mor Mendes, a João Afonso Santos, morador na cidade, por trinta reais brancos, pagos em dia de São Martinho. Redactor: Rodrigo Anes, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Emprazamento, em três vidas, de um ferragial da igreja de Santiago de Évora, localizado junto da cidade, no caminho de Viana, a Pedro Esteves da Donas e a sua mulher, Maria Afonso, moradores na cidade, por quarenta soldos antigos, pagos em dia de Páscoa. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Testamento de Gonçalo Eanes Lobo, no qual deixa, à igreja de São Pedro de Évora, dois ferragiais, para que seja celebrado, perpetuamente, um aniversário, no primeiro dia de cada mês, pela alma de seu pai e de Catarina Pires, e uma missa pela sua alma. Redactor: João Eanes, tabelião Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de Gonçalo Eanes Lobo, testador.
Emprazamento, em três vidas, de uma casas, da igreja de São Pedro de Évora, localizadas na cidade, nas Portas de Moura, a Rodrigo Eanes Calça e sua mulher Leonor Rodrigues, por quatro libras, pagas no dia de todos os Santos. Redactor: João Eanes, tabelião Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Emprazamento, em duas vidas, de uma casa, da igreja de Santiago de Évora, localizada na cidade, na rua que vai da igreja de Santiago para o poço da Porta de Alconchel, a João Lourenço, alfaiate, e a Constança Gil, por três libras, pagas no primeiro dia de Janeiro. Redactor: Afonso Martins, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Emprazamento, em uma vida, de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, além de Alpedriche, a Estêvão Eanes, vizinho de Évora, por três libras, pagas no primeiro dia de Maio. Redactor: Afonso Martins, tabelião de Évora
Aforamento de uma casaria de campo, da igreja de Santiago de Évora, localizada na cidade, à Palmeira, a Vicente Eanes Farinha e a Dona Catarina, por vinte soldos, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Vasco Martins, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Emprazamento, em uma vida, de umas courelas de vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizadas no termo da cidade, no caminho do Poço Novo, a Afonso Martins, raçoeiro da igreja, por seis maravedis, pagos no dia do aniversário dos pais de Francisco Martins. Redactor: Vasco Afonso, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento de um campo, da igreja de Santiago de Évora, localizado no arrabalde de São Mamede da cidade, a Domingos Bispo e a sua mulher, Maria Nicolas, por quarenta soldos, pagos no dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Vicente Domingues, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Emprazamento, em duas vidas, de um ferragial, da igreja de Santiago de Évora, localizado no termo da cidade, a Gonçalo Lourenço de Oliveira, morador e vizinho de Évora, por doze libras, pagas em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Rodrigo Afonso, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Doação feita por Maria Nunes, de Viseu, à igreja de Santiago, de metade de uma casa, localizada na cidade, junto ao adro da referida igreja, tendo como contrapartida a celebração de um aniversário, em cada ano, no dia de sua morte. Redactor: Mestre Paio, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Emprazamento, em três vidas, de um pardieiro, da igreja de Santiago de Évora, localizado na cidade, na rua do Palazim, a Gomes Anes e a sua mulher, Catarina Domingues, por quinze soldos antigos, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Emprazamento, em três vidas, umas casas da igreja de São Pedro de Évora, localizadas na cidade, na rua de João Mendes, a Vasco Lourenço, criado de João Fuseiro, e a Margarida Rodrigues, moradores em Évora, por três libras de moeda antiga e duas galinhas, pagas no dia um de Dezembro. Redactor: Estevão Anes Maceira, tabelião Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Arrendamento, por quatro anos, de umas casas, da igreja de Santiago de Évora, localizadas na cidade, junto à Porta Nova, a Mousem, judeu, especieiro, morador em Évora, por vinte libras, pagas pela Páscoa, em Santa Maria de Agosto e no primeiro dia de Setembro. Redactor: Afonso Domingues, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento de duas courelas de vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizadas no termo da cidade, a João Domingues e a Maria Eanes, moradores em Évora, por seis libras, pagas no primeiro dia de Fevereiro. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Pedro Esteves
Emprazamento, em três vidas, de um campo, da igreja de Santiago de Évora, localizado no termo da cidade, no caminho do Poço Novo, a Nicolau Domingues, raçoeiro da referida igreja, por quarenta soldos, pagos no primeiro dia de Janeiro. Redactor: Gonçalo Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Emprazamento, em uma vida, de dois ferragiais, do prior da igreja de Santiago de Évora, localizados no termo da cidade, a João Martins Gago, morador e vizinho da cidade, por sete maravedis e dez dinheiros, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Rodrigo Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do tabelião
Arrendamento, por seis anos, de uma herdade, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, em São Manços, a Diogo Fernandes, escudeiro, morador e vizinho de Évora, por três moios e um quarteiro de trigo, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Bartolomeu Afonso, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Pedro Esteves
Aforamento de uns pardieiros da igreja de Santiago de Évora, localizados na cidade, à Palmeira, a João Abril e a Joana Rodrigues, moradores na cidade, por vinte cinco soldos, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: João Lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Praça da Porta de Alconchel
Aforamento de uma adega com sete talhas, um lagar e um pardieiro, da igreja de Santiago de Évora, localizados na cidade, na rua das Adegas, a João Domingues, raçoeiro da referida igreja, por onze libras e dois galos, pagos pela Páscoa, em dia de Santa Maria de Agosto e pelo Natal. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Doação feita por Domingos Domingues e sua mulher Sancha Pires, à igreja de Santiago de Évora, de umas casas, localizada na referida cidade, na rua de João Martins, filho de Dona Salvadeira, tendo como contrapartida a celebração de um aniversário, em dia de São Pedro da Cadeira, pela alma dos pais dos doadores. Redactor: Estêvão Martins, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento de um chão, da igreja de Santiago de Évora, localizado na cidade, à Palmeira, a João Gordo e a sua mulher, Domingas Eanes, por trinta soldos, pagos no dia do contrato. Redactor: João Domingues, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Porta da igreja de Santiago
Emprazamento, em duas vidas, de uma herdade, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, em São Manços, a Pedro Vasques, vizinho de Évora, por quatro moios de trigo, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Afonso Domingues, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, junto da torre de Cástris, a João Domingues, raçoeiro da igreja, por três libras e a quarta, pagas no primeiro dia de Fevereiro. Redactor: Pedro Ligeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Adro de Santo Antoninho
Emprazamento, em duas vidas, de dois ferragiais, da igreja de Santiago de Évora, localizados no termo da cidade, a Domingos Miguens, corrector, por dez maravedis, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: João Mendes, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Emprazamento, em duas vidas, de um ferragial, da igreja de Santiago de Évora, localizado no termo da cidade, junto do caminho do Poço Novo, a Gomes Lourenço e a sua mulher, por quarenta soldos, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Gonçalo Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Mem Pires, chantre da Sé
Emprazamento, em duas vidas, de umas casas, da igreja de Santiago de Évora, localizadas na cidade, na rua do Sarrilho, a Mor Rodrigues, viúva de Álvaro Mendes de Oliveira, morador na cidade, por cem libras e duas galinhas, pagas pelo Natal e em dia de Santiago. Redactor: João Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Mor Rodrigues
Emprazamento, em três vidas, de uma herdade de pão, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, junto da Fonte Gasbarra, a João Lameira, escudeiro, morador na cidade, por um moio de pão, pago no dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Martim Lourenço, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Emprazamento, em três vidas, de uma courela de vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada no caminho dos Arcos, a Afonso Gonçalves, bacharel da Sé e raçoeiro da referida igreja, por três libras, pagas no dia de São Martinho. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Aforamento de uma vinha, de Lourenço Afonso Brandão, filho de Afonso Ea nes Brandão, morador e vizinho de Évora, localizada no termo da cidade, no Degebe, junto ao caminho de Evoramonte, a Clara Martins, viúva de João da Pousada, morador na cidade, por quarenta e cinco soldos, pagos no dia de Santa Iria. Redactor: João Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Emprazamento, em três vidas, umas casas da igreja de São Pedro de Évora, localizadas na cidade, na rua de João Mendes, a Vasco Lourenço, criado de João Fuseiro, e a Margarida Rodrigues, moradores em Évora, por três libras de moeda antiga e duas galinhas, pagas no dia um de Dezembro. Redactor: Estevão Anes Maceira, tabelião Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Emprazamento, em duas vidas, de um ferragial, da igreja de São Pedro de Évora, localizado junto à cidade, a Gomes Eanes, azeiteiro, morador na cidade, junto à igreja de São Mamede, por oito libras e duas galinhas, pagas pelo Natal e no primeiro dia de Junho. Redactor: Diogo Vicente, tabelião Localização específica da redacção: Sé
Lourenço Eanes, criado da rainha, trazia aforada uma estalagem da igreja de São Pedro de Évora, situada na praça da cidade onde metem os touros no dia do Corpo de Deus. Agora encampava-a à igreja cujos raçoeiros a recebem. Redactor: Gonçalo Pires, tabelião geral do rei entre Tejo e Guadiana Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de morada de [...]
Carta autógrafa de Tito Iglesias, de 1994-03-19. Local de expedição: Praia do Vau/Portimão, Portugal Contém ainda: - 1 texto datilografado de Tito Iglesias, composto por 2 folhas, *Árvores, "cache-col" e livros amados*; - 2 versões do texto datilografado, 2 folhas cada, *Um naco onomatopaico*; - 1 texto datilografado, *O incêndio deste dia*
A presente ficha, que abaixo consta, foi "construída" tendo por base os domínios ou campos de preenchimento previsto no programa MatrizPCI, tendo em vista a estruturação base para registo da informação respeitante a esta tipologia de Património e à consequente adaptação da base de dados Archeevo para disponibilização online dos respectivos conteúdos. _ IDENTIFICAÇÃO N.º de Inventário: PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-003-0003 Domínio: Tradições e Expressões Orais Categoria: Manifestações literárias, orais e escritas Descritores: Poesia Popular - António José de Lemos (autor) Denominação: "Entrei um dia na minha casa" Outras Denominações: - Identificador: CMVDG (Câmara Municipal de Vidigueira) Tipo: Poesia Popular Especificações: Registo identificado e recolhido pela Câmara Municipal de Vidigueira, por Luísa Costa em colaboração com António Menêzes Produções, que efectuou a recolha em vídeo dos dados biográficos e de outros poemas. Contexto Tipológico: Poesia popular registada na "Antologia Poética" proveniente do autor António José de Lemos. _ CONTEXTO DE PRODUÇÃO Contexto Social Entidade Tipo: Indivíduo (António José de Lemos) Acesso: Condicionado (círculo de amigos, família ou declamação em festas ou outros eventos) Público (através do acesso ao poema na obra citada. Especificações: O presente poema está apenas registado na obra editada no ano de 2005 pela Câmara Municipal de Vidigueira, "Antologia Poética", podendo ainda ser ouvido quando declamado pelo autor. Contexto Territorial Local: Vila de Frades - Concelho de Vidigueira Classificação Geográfica: Portugal - Beja - Vidigueira - Vila de Frades NUTs: Portugal - Continente - Alentejo - Baixo Alentejo Contexto Temporal Data: Final da década de 40 do século XX. Periodicidade: De carácter episódico Especificações: - _ CARACTERIZAÇÃO Caracterização Síntese: O autor descreve a desorganização quotidiana, pondo em cena o universo da sua casa de habitação. Caracterização Desenvolvida: Poema "Entrei um dia na minha casa" Entrei um dia na minha casa Andava tudo em demanda A janela com a varanda E o alicate com a tenaz A cinza toda raivada Contra o fundo da chaminé Dizendo assim é que é Tu pensares que não és mais nada _ CONTEXTO DE TRANSMISSÃO Estado de Transmissão: Activo Descrição: Poeta popular ainda vivo em 2019. A poesia está presente numa gravação áudio e encontra-se na "Antologia Poética" editada pela Câmara Municipal de Vidigueira no ano de 2005. Proc. PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-003 Data: 2006-12-14 Modo de Transmissão: Oral e escrito Idioma: Português Agente de Transmissão: Câmara Municipal de Vidigueira - António Menezes Produções Especificações: PT_CMVDG-PCICVDG-E-A-001-DVD1 _ ORIGEM/HISTORIAL António José de Lemos nasceu em Vila de Frades, no ano de 1928, e a partir dos 15 anos começou a trabalhar no campo nos mais variados trabalhos a ele inerentes, destacando a monda, limpeza de oliveiras, etc, até que chegou a idade de ir para a tropa e quando chegou a altura da saída, foram mobilizados para ir para Macau. Foi nessa fase, da vida militar, que começou a recitar e a escrever os primeiros poemas. _ CONTEXTO DE DOCUMENTAÇÃO Id. Processo: PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-003 Data: 2006-12-14 Entidade: Câmara Municipal de Vidigueira Responsável: Luísa Costa e Fernanda Palma; Arquivo Municipal (revisão; edição e tratamento de áudios e vídeos; incorporação na base de dados Archeevo) Função: Coordenação, recolha e tratamento Observações: O poema encontra-se no processo PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-003, mais especificamente, em PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-DVD1 e PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-IMP1 _ ACÇÕES DE SALVAGUARDA Riscos e ameaças: Desaparecimento do autor. Desaparecimento de documentos escritos pelo mesmo ou das recolhas efectuadas. Acções de salvaguarda: Recolha da poesia do autor em publicação (PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-003 DVD1). Processo PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-003 _ ACÇÕES DE DIVULGAÇÃO Denominação: Feira do Livro - Lançamento público da obra "Antologia Poética" Local: Largo Zeca Afonso - Vidigueira Data inicial: 2005 _ BIBLIOGRAFIA - _ MULTIMÉDIA - Fotografia (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-003-0003_001) - Vídeo biográfico (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-003-0003_002) - Poema na "Antologia Poética" - "Entrei um dia na minha casa" (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-003-IMP1_capa; PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-003-IMP1_contracapa; PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-003-IMP1_fol.0102) _ DOCUMENTAÇÃO ASSOCIADA - O poeta popular tem alguns dos seus poemas publicados na Antologia Poética, editada pela Câmara Municipal de Vidigueira, no ano de 2005. _ OBSERVAÇÕES Poeta popular ainda vivo, a residir no Lar da santa Casa da Misericórdia de Vila de Frades, no ano de 2019.
O imposto de prestação de trabalho, previsto no artigo 707.º do Código Administrativo de 1940, podia ser cobrado em dinheiro ou mediante a prestação de serviço, correspondendo a um dia de trabalho anual com pessoas, animais ou veículos no concelho. Estavam obrigados a pagá-lo os chefes de família residentes ou proprietários na área do município, por si e por cada varão válido da família ou agregado, entre os 21 e os 50 anos, bem como pelos veículos e animais de carga ou transporte que utilizassem habitualmente. Estavam isentos do imposto os chefes de família com mais de cinco filhos legítimos, desde que pagassem menos de 300$00 de contribuições diretas ao Estado, os indigentes, os magistrados administrativos e os regedores de freguesia. Também beneficiavam de isenção, salvo sendo proprietários no concelho, os magistrados judiciais e do Ministério Público, os militares no ativo ou na reserva em serviço, as autoridades policiais, os funcionários dos correios, telégrafos e telefones, dos serviços aduaneiros e fiscais, os professores primários e os faroleiros. A tarifa da remição do imposto era fixada anualmente no orçamento ordinário do concelho, permitindo-se aos desempregados cumprir a obrigação através da prestação de serviço. O mapa de lançamento do imposto ficava disponível para consulta pública durante oito dias, mediante anúncio por edital. O imposto de prestação de trabalho não podia ser lançado nos concelhos de Lisboa e do Porto.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
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Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
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Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
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Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Agradece os postais e o folheto "A Cristo Rei Portugal agradecido". Informa que na diocese ficará encarregue da propaganda o P. Dr. Joaquim Maria Lourenço que escreverá um artigo já no número seguinte do jornal diocesano, promete que nas visitas aos arciprestados falará sempre do "nosso Monumento", pede o envio de 500 folhetos e confia que a “Santíssima Virgem abençoará e fará frutificar os nossos trabalhos”.
Segundo o autor Joaquim Rocha: “FERREIRA, Luís Máximo. Filho de Manuel Francisco Ferreira e de Clara Rosa Gonçalves de Castro, moradores no lugar da Costa, Remoães. N.p. de Manuel José Ferreira e de Maria Dias de Carvalho, de Queirão, Paderne; n.m. de Manuel António Gonçalves de Castro e de Maria Joaquina Vaz, de Sobral de Cima, Rouças. Nasceu a 11/11/1845 e foi batizado dois dias depois. Padrinho: Luís de Sousa Gama Sarmento, da Quinta da Serra, Prado. // Casou com Elvira Ferreira. // Viveu em Lisboa, onde era comerciante. // No Jornal de Melgaço n.º 755, de 15/10/1908, diz-se que ele, grande capitalista, pagou uma festa em Remoães, em honra de São Luís. No arraial participaram as filarmónicas “Nova” e “Centro Artístico Melgacense” «queimando-se muito fogo e havendo na véspera lindas iluminações, e no dia missa solene, sermão e procissão.» No ano anterior fizera uma festa, também à sua custa, em Remoães, em honra de Santo António (JM 703, de 3/10/1907). // No verão de 1912 esteve novamente na sua terra de nascimento. // Em 1913 fez publicar uma declaração no jornal Correio de Melgaço prevenindo todos aqueles melgacenses a quem tinha conferido procuração que a partir daí não mais poderiam fazer uso dessas procurações (Correio de Melgaço n.º 38, de 23/2/1913). // Em sessão da Câmara Municipal de 15/10/1913 leu-se um seu requerimento em que solicitava autorização para colocar tubos de ferro no caminho público da Corga à Portela, e por eles conduzir água para a sua casa de morada; os vereadores concederam-lhe a licença, mas com a condição de ele se tornar responsável por todos os prejuízos que pudesse causar (Correio de Melgaço n.º 71, de 19/10/1913). // Em 1917 a sua junta de bois ganhou o 2.º prémio (sete escudos e cinquenta centavos) na feira do gado (feiras francas); o 1.º prémio foi atribuído à junta de bois do senhor Elias, do Peso, Paderne, na importância de dez escudos (Correio de Melgaço n.º 250, de 20/5/1917). // Faleceu em Lisboa em 1918, após prolongada doença; quando se soube a notícia, foi rezada uma missa na igreja matriz da Vila por sua alma (ver Jornal de Melgaço n.º 1209, de 8/6/1918, e Notícias de Melgaço n.º 280). // A sua viúva finou-se também na capital do país, no ano de 1936 (Notícias de Melgaço n.º 311). // Nota: parece ser o senhor que tinha duas filhas. // Tinha um irmão carteiro. // Devia ter alguns bens, pois no jornal aparece como proprietário. “
VAZ, Luís. Filho de José Luís Vaz e de Rosa Dias, lavradores, residentes em Pomares. N.p. de Manuel Vaz e de Rosa Dias; n.m. de Manuel António Rodrigues e de Maria Dias. Nasceu em Paderne a 25/5/1895 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Luís Vaz, casado, rural, e Maria Joaquina Lourenço, casada, doméstica. // Faleceu a 30/9/1898 e foi sepultado no adro.
Na fotografia vemos João manuel Pulido vestido com indumentária própria para ingressar no primeiro dia na Queen Elizabeth`s School em Lisboa. Vemos a porta da sua habitação e a porta de um veículo no qual se fez deslocar. No verso consta, inscrita a caneta, a seguinte informação “26 de Abril de 1955. Primeira saída do João Manuel para o Queen Elizabeth`s School”.
Louva a atitude e a disciplina dos Batalhões de Caçadores, Cavalaria e Artilharia do esquadrão da Legião de São Paulo e das Milícias do Rio Grande, e em especial do Major Manuel Marques de Sousa e o seu Estado Maior pessoal que comandaram o assalto a Castilho no dia 5 de Setembro de 1816.
O director de campanha de Freitas do Amaral, Proença de Carvalho, afirma que o PSD está empenhado na campanha e que se encontra em preparação o processo de recolha de assinaturas para a legalização da candidatura presidencial. Defende o dia 19 de janeiro para o acto eleitoral.