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Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando da Costa Guimarães e José Belmiro da Silva Ribeiro, outorgando ambos em nome da Caixa de Crédito Agricola Mútuo de Guimarães 2º Outorgante: Manuel Pereira Ribeiro casado com Maria da Luz Lopes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Eduarda da Cunha Guimarães que também usa o nome de Maria Eduarda da Cunha Guimarães Coelho Lima e marido Francisco Abreu Coelho Lima 2º Outorgante: José Mendes casado com Rosa Martins
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando da Costa Guimarães e José Belmiro da Silva Ribeiro, outorgando ambos em representação da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães 2º Outorgante: Manuel de Macedo e esposa Ana de Castro
Nomeação de Domingos Cardoso de Macedo para Capitão-mor das Ordenanças da vila de Guimarães. No verso contém o despacho do Conselho de Guimarães e a data da tomada de posse.
Desafia o conde de Margaride a continuar na presidência da Câmara Municipal de Guimarães, apesar das pressões do visconde de Pindela e de Gaspar Lobo. Propõe um "meeting" em Guimarães.
Alfonsus Iohannis lega ainda outras quantias a São Miguel de Guimarães, São Miguel de Castelo, São Martinho de Candaosa e a Santa Maria de Enfias lega o casal de Barrio e a herdade de Portela. Vincentius Iohannis, tabelião de Guimarães.
"Instrumento público feito em Guimarães a 5 de novembro da era de 1327, lavrado pelo tabelião Pedro Domingues, sendo testemunhas Vicente Anes e Pedro Martins, tabeliães, e Martinho Villa-Chã, reitor de Matamá, e outros, pelo qual D. Maria Egas, mulher de D. Gonçalo Gonçalves, cavaleiro de Erosa, outorga a doação feita por seu marido ao Cabido de Guimarães do seu herdamento de Erosa, renunciando a todo o direito que nele tem, com reserva de usufruto em sua vida e mais seis [covoados de santoane]. Este documento não é original mas um pública-forma passada em Guimarães na igreja de Santa Maria, mo lugar chamado a Via-Sacra, a 27 denovembro da era de 1330, pelo tabelião de Guimarães Vicente Anes, sendo testemunhas Estevão Lupi e Vicente Anes, juizes de Guimarães Martim Afonso e João Domingues, tabeliães, Estevão Anes, reitor da igreja (?)".
O registado: Maria Hermínia Moreira Guimarães Nº registo: 1823 Naturalidade (freguesia e concelho): Nespereira Santa Eulália, Guimarães Data de nascimento: 1918/12/04 Pai: Afonso Fernandes da Silva Guimarães Profissão: Proprietário Naturalidade (freguesia e concelho): Nespereira Santa Eulália, Guimarães Mãe: Hermínia da Luz da Silva Sarmento Moreira Guimarães Profissão: Doméstica Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria Maior, Viana do Castelo Averbamentos: Registo de óbito nº 336 - faleceu em 1920.
O registado: Alcino Aires Pereira de Sousa Guimarães Nº registo: 1855 Naturalidade (freguesia e concelho): Abação São Cristóvão, Guimarães Data de nascimento: 1918/12/14 Pai: João Aires Pereira de Sousa Guimarães Profissão: Proprietário Naturalidade (freguesia e concelho): São Torcato, Guimarães Mãe: Maria Adelinda de Sampaio Bragança Profissão: Proprietária Naturalidade (freguesia e concelho): Abação São Cristóvão, Guimarães Averbamentos: Assento de casamento n.º 74 com Lucília Magalhães da Silva Pereira em 1963; Assento de óbito n.º 618 - faleceu em 1979.
O registado: Manuel Salgado de Oliveira Guimarães Nº registo: 1757 Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel de Caldas de Vizela, Guimarães Data de nascimento: 1918/11/11 Pai: Joaquim Francisco de Oliveira Guimarães Profissão: Empregado do caminho de ferro Naturalidade (freguesia e concelho): Oliveira do Castelo Santa Maria, Guimarães Mãe: Rosa Salgado de Oliveira Profissão: Costureira Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel de Caldas de Vizela, Guimarães
A criação das Ordenanças no século XVI, prende-se com dois fatores principais - derivados das crescentes necessidades bélicas das monarquias no processo de construção do Estado Moderno, assente na fiscalidade e na guerra - a saber: a constituição de um exército à escala do território nacional (quer como alternativa à contratação de tropas mercenárias - com pouca tradição em Portugal, quer ao recrutamento efectuado com base nas levas de homens pelos senhores - realidade dominante no nosso país - de forma a dotar o monarca de um corpo militar não estritamente dependente das hostes senhoriais) e como forma de repelir os ataques dos corsários estrangeiros contra as costas portuguesas, uma vez que a empresa dos Descobrimentos retirou muitos homens das suas terras para seguirem a bordo de inúmeras expedições marítimas (criando-se forças razoavelmente adestradas, facilitando a reunião de alguns elementos para combate).De facto, as Ordenanças constituem um tipo de organização defensiva que traduz uma característica peculiar que retorna ao início da nacionalidade, associada à desproporção entre território e população - o que obrigava a ter constantemente ativa e mobilizada toda a gente válida - que é a existência de «forças localmente levantadas para defesa da sua terra» (Nova História Militar de Portugal. V.3. p. 154).Os primeiros passos dados para a criação das Ordenanças situam-se nos inícios do século XVI, com Dom Manuel I, no propósito de reformar o aparelho militar português, tendo concedido a Dom Nuno Manuel - seu almotacé-mor - pelo Alvará de 8 de Fevereiro de 1508, a capitania geral de toda a gente de ordenança que o rei mandara então levantar em Lisboa e no Reino e, um pouco mais tarde, pelo Alvará de 20 de Maio de 1508 ficou estabelecida a forma de organização da gente de armas. Dom João III, em 1549, faz publicar o Regimento de 7 de Agosto, que determinou, de uma forma geral, as obrigações militares de todos os súbditos com idade entre os 20 e os 60 anos, numa base censitária, aquilo que Joaquim Romero de Magalhães designou como «um princípio de militarização geral da sociedade» (Nova História Militar de Portugal. V. 2. p. 245). Foram estes diplomas os alicerces do sistema das Ordenanças.Pela Lei de Armas de 6 de Dezembro de 1569, pelo Regimento dos «capitães mores e mais capitães e oficiais das companhias» de 10 de Dezembro de 1570 e pela Provisão sobre as Ordenanças de 15 de Maio de 1574, o rei Dom Sebastião criou um modelo de organização militar local - bem montado - que se manteve como base do recrutamento militar em Portugal até à sua definitiva extinção pela revolução liberal triunfante. Na verdade, apesar da publicação de legislação que revogou partes do regimento sebástico e, sem contar com a sua abolição por algum tempo durante o vintismo, manter-se-ia como a referência basilar das Ordenanças durante mais de 260 anos, tendo sido alvo de diversas reimpressões - sobretudo durante o período filipino e após a Restauração. Pela Lei de Armas de 1569 todos os fidalgos, cavaleiros e escudeiros, embora não fossem criados da Casa Real, eram obrigados a ter cavalos e armas, desde que gozassem de determinada renda. À semelhança destes, determinou por ordem decrescente, que todos os outros vassalos tivessem cavalos, arcabuzes e lanças, sendo que os não usufruíam de qualquer renda eram obrigados a ter meias-lanças ou dardos (depois piques). A estas obrigações respondiam os que tivessem entre 20 a 65 anos, sob pena de multas e prisão, em compensação os homens inscritos na Ordenança gozavam de diferentes regalias. Pelo Regimento de 1570 o país foi dividido em várias Capitanias Mores - constituídas com base na circunscrição básica da organização territorial portuguesa do Antigo Regime, a Cidade, Vila ou Concelho - cujo chefe era o senhor da vila ou o alcaide-mor, nas terras de domínio senhorial, ou o capitão-mor, eleito pela Câmara, nos territórios de jurisdição régia, como é o caso do Concelho de Guimarães. Cada Capitania Mor era formada por um número variável de Companhias de Ordenanças, constituídas individualmente por 250 homens, sob o comando de um Capitão de Ordenanças, coadjuvado por um alferes e um sargento. Os 250 efetivos eram divididos em 10 Esquadras, comandadas por 10 Cabos de Esquadra, havendo ainda em cada Companhia de Ordenanças um Meirinho e um Escrivão. Ao Capitão-Mor competia organizar a lista dos homens hábeis para a Ordenança e fiscalizar o seu grau de preparação em dois alardos anuais. Pela Provisão de 1574, dando resposta às queixas do povo, foi estabelecido que nas localidades onde só se pudesse criar uma companhia de Ordenanças, deixaria de haver Capitão-Mor e os oficiais, no exercício das suas funções, passavam a estar isentos da obediência aos seus senhores enquanto vassalos, o que fez com que as Ordenanças deixassem de ser estruturas diretamente associadas às Câmaras ou Donatários, tornando-se uma organização militar dependente da Coroa.A legislação entretanto publicada não teve grande relevância para o modelo de organização e sistema de recrutamento das Ordenanças, não obstante o Alvará de Outubro de 1709, feito publicar por Dom João V, é fundamental, na medida em que - ao legislar uma nova forma de eleição dos oficiais das Ordenanças, na tentativa de exercer um maior controlo sobre as mesmas e coibir os abusos dos seus membros contra as populações - retirou às Câmaras o poder de nomear os Capitães Mores e demais Capitães, cabendo a nomeação definitiva ao Conselho da Guerra, na pessoa do monarca, baseada na escolha de três nomes propostos pela Câmara, sob supervisão do Corregedor ou Provedor da Comarca, ou do Ouvidor, que remetia as propostas ao Governador das Armas da Província respetiva e este ao órgão superior - o Conselho de Guerra, chegando à pessoa do Rei. Esta centralização da escolha dos oficiais das Ordenanças, leva a que todos eles passem a ter uma Carta Patente, assinada pela Real Mão, em vez que uma Provisão passada pelo Conselho de Guerra. Em 1764, pelo Alvará de 24 de Fevereiro, surgem novidades nos campos relativos ao modelo de organização e sistema de recrutamento militar das Ordenanças. Para tentar melhorar o sistema de recrutamento agrupam-se as Capitanias Mores em Distritos sendo cada um atribuído a um dos 45 Regimentos de Infantaria, Cavalaria ou Artilharia existentes na altura, incluindo os dois Regimentos de Armada e o de Voluntários Reais. Por este Alvará, houve a preocupação de regulamentar claramente a forma como se realizava a escolha de recrutas, tentando torná-la o mais transparente possível. O método adoptado foi o de tirar à sorte, de entre os membros das listas de Ordenanças, de quem era enviado para o Regimento respectivo. Neste Alvará discrimina-se quem deve estar isento das Recrutas - uma parte considerável da população trabalhadora - sendo, normal, na época conceder-se ao chefe de família o poder de determinar quem seria incluído nas listas, mas essa autoridade incidia apenas na escolha dos filhos, criados ou aprendizes a serem inscritos para a recruta, pois os oficiais sabiam objectivamente quais a que casas se deveriam dirigir para exigir as mesmas. Dona Maria I não tocou nos regulamentos das Ordenanças e no ano de 1807 apesar de Dom João VI ter publicado o Regulamento Provisional para as Ordenanças do Reino e do Algarve, seguido do Alvará de 21 de Outubro do mesmo ano, onde são definidos os sete Governos Militares (Algarve, Alentejo, Beira, Estremadura, Partido do Porto, Minho e Trás-os-Montes) determinando que o país fosse dividido em 24 Brigadas de Ordenanças, uma para cada Regimento de Infantaria, esta reforma não chega a ser aplicada, devido à primeira invasão francesa, em 1808. Só em 1816 foi estabelecida uma nova e verdadeiramente racional organização do recrutamento e das Ordenanças, pondo termo à organização em Distritos Regimentais de 1764. O responsável por essa reforma foi Dom João VI, através do Regulamento de Ordenanças para o Reino de Portugal de 21 de Fevereiro de 1816. Nesse diploma o país era dividido - dentro dos 7 Governos de Armas coincidentes territorialmente com as Províncias - em 24 Distritos de Ordenanças - chefiado por um Coronel de Ordenanças (subordinado ao Inspector-Geral das Ordenanças, que por sua vez respondia ao General da Província e este ao General em Chefe, ponte de ligação com o órgão máximo, o Conselho de Guerra) - cada Distrito era dividido em 8 Capitanias Mores, num total de 192, e cada uma destas em 8 Companhias, num total de 1 536. O objectivo deste regulamento era acabar com as desigualdades da divisão anterior, ainda em vigor, ficando os Distritos, as Capitanias e as Companhias com o mesmo número de pessoas. Cada Capitania Mor possuía um Capitão Mor e um Sargento Mor e cada Companhia um Capitão, um Alferes, um 1.º Sargento, quatro 2.º Sargentos e 8 Cabos. Apesar de não vir expressamente delimitada as balizas temporais de recrutamento, em termos de idade, infere-se que todos os homens a partir dos 17 anos, que não fossem abrangidos pelas isenções (capítulo V do Regulamento) e que permanecessem solteiros até aos 24 anos ou mais eram obrigados a servir na Ordenança. Os Capitães Mores elaboravam as listas dos hábeis para o recrutamento, com base no sistema de sorteamento, para ingresso na Tropa de Linha ou nas Milícias (constituídas, grosso modo, pelos membros dos grupos privilegiados). Esta organização permanece nas Ordenanças até as mesmas serem abolidas pela Carta de Lei de 28 de Agosto de 1821, produto da revolução liberal vintista. Mais tarde, com Dom Miguel as Ordenanças voltam a ser restabelecidas nos mesmos moldes, tendo vindo a serem definitivamente extintas pela legislação de Mouzinho da Silveira, 1832-34, com a vitória cabal do liberalismo.
A criação de uma empresa de capitais mistos para construção e exploração de equipamentos turísticos em Guimarães. Anexada a acta.
Apresenta as razões que o levam a abandonar a Associação das Famílias dos Alunos do Liceu Nacional de Guimarães.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Paula Alexandra Gonçalves de Oliveira Guimarães e Carolina Filipe Tecedeiro Gomes Leite, Presidente de Direção e Vogal do Grace - Grupo de Reflexão e Apoio à Cidadania Empresarial.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: João Eduardo Guimarães Moura de Sá e Paulo Renato Gonçalves Reis, representantes da empresa Vector Estratégico, Estudos e Consultoria, SA.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: João Eduardo Guimarães Moura de Sá e Paulo Renato Gonçalves Reis, representantes da empresa Rede Ambiental - Engenharia e Serviços, S.A.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: João Eduardo Guimarães Moura de Sá e Paulo Renato Gonçalves Reis, representantes da empresa Vector Estratégico, Estudos e Consultoria, SA.
"Confirmação e instituição canónica, conferida pelo tesoureiro da igreja de Santa Maria de Guimarães, Brás Estevez, por comissão do arcebipso D. Fernando dada em alvará, datado de Braga a 22 de dezembro de 1425, de Estevão Gonçalves, abade de Castro Laboreiro, na igreja sem cura, de S. Tiago da vila de Guimarães, em que fôra apresentado pelo prior e cabido de Guimarães. Esta igreja estava vaga por morte de Álvaro Vasques, último reitor, e foi apresentada a renúncia do direito que nela pretendia ter Álvaro Gonçalves, clérigo em 31 de dezembro, e também renunciou em 1 de Janeiro a abade confirmado dela, Rodrigo Anes, criado de Lopo Vasques da Cunha, por intermédio do seu procurador Fernão Gonçalves de Araújo, cónego de Guimarães e abade de S. Gens de Montelongo. Este último foi igualmente procurador do prior Rui da Cunha para apresentação da referida igreja em virtude do substabelecimento de procuração feito por Lopo Vasques da Cunha, irmão e procurador do prior. A colação realizou-se na igreja de Santa Maria e em seguida foi conferida a posse da dita igreja pelo mesmo tesoureiro e de tudo lavrou o instrumento o tabelião João Anes."
"Confirmação e instituição canónica, conferida pelo tesoureiro da igreja de Santa Maria de Guimarães, Brás Estevez, por comissão do arcebipso D. Fernando dada em alvará, datado de Braga a 22 de dezembro de 1425, de Estevão Gonçalves, abade de Castro Laboreiro, na igreja sem cura, de S. Tiago da vila de Guimarães, em que fôra apresentado pelo prior e cabido de Guimarães. Esta igreja estava vaga por morte de Álvaro Vasques, último reitor, e foi apresentada a renúncia do direito que nela pretendia ter Álvaro Gonçalves, clérigo em 31 de dezembro, e também renunciou em 1 de Janeiro a abade confirmado dela, Rodrigo Annes, criado de Lopo Vasques da Cunha, por intermédio do seu procurador Fernão Gonçalves de Araújo, cónego de Guimarães e abade de S. Gens de Montelongo. Este último foi igualmente procurador do prior Rui da Cunha para apresentação da referida igreja em virtude do substabelecimento de procuração feito por Lopo Vasques da Cunha, irmão e procurador do prior. A colação realizou-se na igreja de Santa Maria e em seguida foi conferida a posse da dita igreja pelo mesmo tesoureiro e de tudo lavrou o instrumento o tabelião João Anes."
Atas da eleição de um deputado na assembleia de São Torcato do concelho de Guimarães. Termos de abertura datados 1870.08.29 e de 1870.09.11 e encerramento datado de 1870.08.29 e assinados pela Comissão de Recenseamento, José Martins de Queirós Minotes (vice-presidente), Pedro de Sousa Guedes Aguiar (vice-secretário), João Batista Sampaio, José Custódio Vieira e Francisco da Costa Sampaio e Castro.
Atas da eleição de um deputado na assembleia de São Torcato do concelho de Guimarães. Termos de abertura datados 1870.08.29 e de 1870.09.11 e encerramento datado de 1870.08.29 e assinados pela Comissão de Recenseamento, José Martins de Queirós Minotes (vice-presidente), Pedro de Sousa Guedes Aguiar (vice-secretário), João Batista Sampaio, José Custódio Vieira e Francisco da Costa Sampaio e Castro.
Atas da eleição de um deputado na assembleia de São Sebastião do concelho de Guimarães. Termos de abertura datados 1870.08.29 e de 1870.09.11 e encerramento datado de 1870.08.29 e assinados pela Comissão de Recenseamento, José Martins de Queirós Minotes (vice-presidente), Pedro de Sousa Guedes Aguiar (vice-secretário), João Batista Sampaio, José Custódio Vieira e Francisco da Costa Sampaio e Castro.
Atas da eleição de um deputado na assembleia de São Sebastião do concelho de Guimarães. Termos de abertura datados 1870.08.29 e de 1870.09.11 e encerramento datado de 1870.08.29 e assinados pela Comissão de Recenseamento, José Martins de Queirós Minotes (vice-presidente), Pedro de Sousa Guedes Aguiar (vice-secretário), João Batista Sampaio, José Custódio Vieira e Francisco da Costa Sampaio e Castro.
Atas da eleição de um deputado na Assembleia de São Torcato do concelho de Guimarães, em virtude do decreto de 9 de janeiro de 1871. Termos de abertura e encerramento datados de 1871.01.16 e assinado pela Comissão Recenseadora, Barão de Pombeiro, José Maria da Costa, António José Ferreira Caldas e Rodrigo de Meneses.
Atas da eleição de um deputado na Assembleia de São Sebastião do concelho de Guimarães, circulo nº 12, em virtude do decreto de 9 de janeiro de 1871. Termos de abertura e encerramento datados de 1871.01.16 e assinados pela Comissão de Recenseamento, Barão de Pombeiro, José Maria da Costa, António José Ferreira Caldas e Rodrigo de Meneses
[Relação dirigida ao] Vereador Lemos Damião com datas de Exposições de Artesanato. (3 folhas); Oficio do Circuito Interno de Áudio Visuais Ltda dirigido ao Presidente da CM Guimarães publicitando um circuito interno de TV e Ecrã Gigante no Amoreiras Shopping. (doc composto); [Memorando com a calendarização de eventos a ocorrer em Setembro de 1986] (manuscrito, doc original, 3 folhas); Informação dirigida ao Vereador Lemos Damião sobre custos e despesas de eventos; Recibo de Prémio da seguradora Império (exposição em vigo); Cópia de Recibo de Prémio da seguradora Império (exposição em vigo); Desdobrável com as condições da Apólice de Transportes (Mercadorias) da seguradora Império; Telex da Divisão de Turismo da CM do Porto para o Presidente da CM de Guimarães sobre uma visita educacional de agentes de viagens/pessoal executivo [ligado ao Turismo] (doc composto]; Oficio de Maria Almeida d’Eça dirigido ao Presidente da CM Guimarães sobre dados de artesãos do Concelho de Guimarães. (doc composto); Envelope da empresa Matos e Companhia; 4 Autocolantes das Gualterianas 86 com motivo de quadro de Teixeira Caçoila; 10 Cópias de Recibos/Facturas da firma Matos e Cia. Ltda.; [Relação de venda de artigos da firma Matos e Companhia Festival Celta de Vigo]; [Relação] de Artigos Só para Expor [Festival Celta de Vigo]; [Relação] de Artigos á Consignação Festival Celta de Vigo (4 folhas); [Relação] de Artigos Só para Expor Festival Celta de Vigo (3 folhas); [Relação] de Artigos á Consignação Festival Celta de Vigo (4 folhas)
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Pinto Teixeira da Costa 2º Outorgante: João da Silva Guimarães, outorgando na qualidade de procurador de Maria Emília Pinto Teixeira Machado Sampaio e marido Fernando da Silva Oliveira; João Pinto Teixeira Sampaio Machado da Silva e Emília Ema Pinto Teixeira Sampaio Machado Tavares e marido Augusto Fernando de Sousa Tavares
Livro da receita e despesa das rendas e bens do concelho de Guimarães para o ano económico de 1642, tomadas pelo procurador do concelho, Filipe Vieira Pinto. Reformulação do livro do ano de 1642, pelo facto desse mesmo livro se ter perdido.
O Governo Civil de Braga solicita ao oficial de diligências que intime a Câmara Municipal de Guimarães a remeter ao Tribunal de Contas os documentos comprovativos da verba de 106.918$000 reis, importância das deduções estipuladas na lei de 26.01.1869, feitas durante o ano económico de 1872/1873.
Circular n.º 26 de 1973 do Governo Civil do Distrito de Braga dirigida à Câmara Municipal de Guimarães dando conta do plano nacional de saneamento básico, que visa dotar a maioria das povoações do Continente e Ilhas com as infraestruturas de abastecimento de água, esgotos e lixos, num período de 12 anos.
Troca de correspondência entre a Associação de Patinagem do Minho e a Câmara Municipal de Guimarães no sentido de se retirar ao jogador de hóquei em patins, do Turismo Hóquei Clube das Taipas, senhor José de Oliveira, a sua licença de patinador.
A edilidade da cidade de Guimarães necessitava de um edifício condigno para instalar os Paços do concelho fez os seus orçamentos e os seus cálculos para essa despesa, tendo aparecido várias propostas, umas que excediam outras não, tendo o júri aproveitado todas.
1º. outorgante: Bernardino Gonçalves Barroso na qualidade de gerente e representante da sociedade José Bernardo Ramalho e Companhia, Sucessores, Limitada 2º. outorgante: Mário de Sousa Menezes 3º. outorgante: José Maria Leite 4º. outorgante: Joaquim de Sousa Neves 5º. outorgante: Engrácia Martins 6º. outorgante: Joaquim da Costa Vaz Vieira 7º. outorgante: Domingos Salgado Guimarães Livro Nº 46-44v.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos no Praça de Toiros de Guimarães: " Queima das Fitas da Universidade do Porto" Grande festival de variedades Taurinas: - 4 - Rezes puríssimas - 4 bravos garraios - Cavaleiro em Praça - Dr. João Barata Freixo - Em lide à Espanhola - Henrique Caldas Oliveira - Bandarilheiro profissionais - 2 Colossais filarmónicas
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta a lindíssima peça "Os fidalgos da casa mourisca" com o seguinte elenco: "Eduardo de Matos"; "Carlos Frias"; "Fernando Frias"; "Fernando Oliveira"; "António Vilela"; "Luís Pinhão"; "Lizete Frias"; "Ema de Oliveira"; "Gisela de Oliveira".
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta a engraçadíssima comédia de Rafael de Lima "Moços e velhos" Carnaval de 1958
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta a peça "Calúnia" com o seguinte elenco: "Eduardo de Matos"; "Fernando Frias"; "Lizete Frias"; "Geny Frias"; "Carlos Frias"; "Gizela Oliveira"; "António Vilela"; "Fernando Oliveira".
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta a peça "Alguém terá que morrer" com o seguinte elenco: "Eduardo de Matos"; "Fernando Frias"; "Geny Frias"; "Idalina de Almeida"; "Lucinda Trindade"; "Gizela Oliveira"; "Fernando Oliveira".
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta a peça "Transviados" com o seguinte elenco: "Eduardo de Matos"; "Fernando Frias"; "Ema Oliveira"; "Lizete Frias"; "Alvarinho"; "Gizela Oliveira"; "António Vilela"; "Fernando Oliveira".
Ofício da Associação Comercial de Guimarães dirigido à comunicação social, solicitando a publicação de um comunicado em anexo relativo à realização de mesas redondas no âmbito das Festas Gualterianas. O documento evidencia a colaboração entre entidades locais e os meios de comunicação na promoção de eventos culturais da cidade.
Requerimento (cópias) da Câmara Municipal de Guimarães solicitando autorização para o levantamento da 2ª série do empréstimo no valor de 9.500$000 reis relativos ao empréstimo global no valor de 48.000$000 para pagamento dos saldos em dívida dos empréstimos anteriores, nomeadamente: conclusão das obras do cemitério, obras do mercado.
Atas da eleição de um deputado na assembleia de São Sebastião do concelho de Guimarães, em virtude do decreto de 5 de junho de 1871. Termos de abertura e encerramento datados de 1871.07.03 e assinados pela Comissão de Recenseamento, Barão de Pombeiro, José Maria da Costa, António José Ferreira Caldas e Jerónimo António de Faria e Rodrigo de Meneses.
Termos de entrada dos expostos no Hospício de Guimarães. Termo de abertura datado de 1 de janeiro de 1887, assinado pelo presidente da Comissão Municipal Luís Martins Pereira de Menezes. Termo de encerramento datado de 8 de janeiro de 1887, assinado Mariano Augusto da Rocha.
A Câmara Municipal de Santo Tirso comunica que foi cancelado o registo 6.284 do velocípede com motor auxiliar de marca Vilar n.º 263271, em virtude do proprietário ter vendido a António Francisco da Silva Freitas, residente na freguesia de Infias - Vizela, concelho de Guimarães.
A Câmara Municipal de Santo Tirso que foi cancelado o registo 5/175.456 do velocípede de marca Famel registado naquela câmara com o n.º 9588, em virtude do seu proprietário Manuel da Cunha ter declarado que o vendeu a António Martins Pereira, residente no lugar de Condessas , freguesia de Moreira de Cónegos, concelho de Guimarães.
"Posse de herdades sitas em Paçô, freguesia de Ribas, tomada pelo cabido de Guimarães por as haver comprado a Martim Pires e mulher Maria Pires. Escrita no mesmo lugar, a 9 de junho da era de 1370, por Matim Gonçalves, tabelião de Celorico de Basto, sendo testemunha, entre outros, Martim Lourenço, abade de (Chorense?)."
"Nota de emprazamento, em três vidas, do casal da Sabugosa, freguesia de S. Pedro de Freitas, feito pelo cabido de Guimarães, sendo chantre Fernando Álvares, Tesoureiro Manuel de Andrade, mestre-escola Baltazar de Andrade, a Domingos Fernandes. Escrito na capela de S. João pelo tabelião António Luis, escudeiro."
Atas da eleição de um deputado na Assembleia de São Torcato do concelho de Guimarães, em virtude do decreto de 9 de janeiro de 1871. Termos de abertura e encerramento datados de 1871.01.16 e assinado pela Comissão de Recenseamento, Barão de Pombeiro, José Maria da Costa, António José Ferreira Caldas e Rodrigo de Meneses.
Conta corrente da receita e despesa vila de Guimarães. Termo de abertura e encerramento datados de 31 de dezembro de 1802, assinados pelo corregedor da comarca servindo de provedor, António de Melo Pais Vilas-boas. Contém o modelo do livro do diário da Roda e formulários para os livros da matrícula dos expostos e das revistas e pagamentos.
Conta corrente da receita e despesa com a sustentação dos expostos do Hospício de Guimarães. Contém a seguinte informação: data, receita, recebido durante o mês, total, despesa, a receber, total. Inclui cópia dos meses de julho de 1866 a junho de 1867 do livro n.º1 da conta corrente da Câmara Municipal (10-12-8-10).
1º. outorgante: Manuel Mendes Oliveira na qualidade de representante da sociedade António José de Oliveira, Filhos 2º. outorgantes: José Mendes de Oliveira esposa Maria Cristina Pereira da Silva Oliveira 3º. outorgante: Joaquim de São Boaventura Mendes Guimarães na qualidade de procurador de Lino Teixeira de Camacho Livro Nº 28-20.
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta a grandiosa peça "A calúnia" com o seguinte elenco: "Carlos Frias"; "Fernando Frias"; "Fernando Oliveira"; "Gizela Oliveira"; "Eduardo de Matos"; "Lizete Frias"; "Luís Pinhão"; "Geny Frias".
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta a notável obra "Israel" com o seguinte elenco: "Eduardo de Matos"; "Carlos Frias"; "Fernando Frias"; "Fernando Oliveira"; "António Vilela"; "Luís Pinhão"; "Geny Frias"; "Idalina de Almeida"; "Lucinda Trindade"; "Fernando Frias"; "Fernando Oliveira".
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta a peça "A morgadinha de valflor" com o seguinte elenco: "Eduardo de Matos"; "Carlos Frias"; "Fernando Frias"; "Fernando Oliveira"; "António Vilela"; "Luís Pinhão"; "Geny Frias"; "Idalina de Almeida"; "Lucinda Trindade"; "Fernando Frias"; "Fernando Oliveira".
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta o teatro"O grande industrial" com o seguinte elenco: "Eduardo de Matos"; "Fernando Frias"; "Ema Oliveira"; "Lizete Frias"; "Alvarinho"; "Gizela Oliveira"; "Luís Pinhao"; "Lucinda Trindade"; "Rafael Oliveira"; "Carlos Frias"; "Idalina de Almeida"; "António Vilela"; "Fernando Oliveira".
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta a peça "A dama das camélias" com o seguinte elenco: "Eduardo de Matos"; "Fernando Frias"; "Ema Oliveira"; "Lizete Frias"; "Gizela Oliveira"; "Luís Pinhao"; "Lucinda Trindade"; "Rafael Oliveira"; "Carlos Frias"; "Idalina de Almeida"; "António Vilela"; "Fernando Oliveira".
Atas da eleição de um deputado na assembleia de São Sebastião do concelho de Guimarães, em virtude do decreto de 5 de junho de 1871. Termos de abertura e encerramento datados de 1871.07.03 e assinados pela Comissão de Recenseamento, Barão de Pombeiro, José Maria da Costa, António José Ferreira Caldas, Rodrigo de Meneses e Jerónimo António de Faria.
Atas da eleição de um deputado na assembleia de São Torcato do concelho de Guimarães, em virtude do decreto de 5 de junho de 1871. Termos de abertura e encerramento datados de 1871.07.03 e assinados pela Comissão de Recenseamento, Barão de Pombeiro, António José Ferreira Caldas, Rodrigo de Meneses, Jerónimo António de Faria e José Maria da Costa.
"Composição entre o arcebispo de Braga, D. Martinho e o cabido de Guimarães, pela qual este cedeu aquele o padroado e rendas da igreja de S. Paio de Fão [?) à mesa do prior a igreja de S. João de Ponte e à mesa capitular as de Santa Maria de Silvares, S. Tiago de Candoso, S. Martinho do Conde e Negrelos, que eram da apresentação do cabido, com reserva de congrua suficiente para o capelão perpétuo que o cabido apresentaria e o arcebispo confirmaria. Escrito o instrumento em Santarém a 28 de outubro/novembro de 1306 pelo tabelião Martim Anes, o qual por autorização régia podia exercer as usas funções em todo o reino nos negócios do arcebispo, sendo testemunhas, entre outros, Pedro Ferraz, cónego de Guimarães e reitor da igreja de Vila Boa de [Luiriz], e Gonçalo Esteves, reitor de S. Pedro de Maximinus. Neste contrato foi procurador do cabido de Guimarães o chantre Martim Garcia em virtude da procuração passada em Guimarães a 4 dos idos de outubro da era de 1344."
Oficio da Direção Geral do Turismo, dirigido ao Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, sobre uma reclamação de um Campista relativa ao estado de abandono e crescente anarquia que se assiste no Parque de Campismo das Caldas das Taipas. 1 Ofício e Anexo de 2 folhas.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Arnaldo de Freitas Barbosa, outorgando na qualidade de procurador de Narciso Fernando Ferreira de Oliveira, casado com Maria Nazaré Silva Pinto da Costa Oliveira 2º Outorgante: Armindo Pereira Guimarães, casado com Deolinda de Almeida e Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Emília Antunes Guimarães 2º Outorgante: Joaquim da Silva Ferreira, outorgando nas seguintes qualidades: primeiro - como legal representante de seu filho Jerónimo de Oliveira Ferreira, segundo - como gestor de negócios de seu filho José de Oliveira Ferreira, casado com Maria José da Silva Rocha
Escambo de seis moradas de casas na Rua da Sapateira que são da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães, pelas herdades da Vinha da Cana e da Vinha da Pedra em São Martinho de Fareja, em que moram Jerónimo Pires e sua mulher, lavradores.
Livro da receita e despesa das rendas e bens do concelho de Guimarães para o ano económico de 1653. Livro rubricado pelo Licenciado Gualter Vaz da Rocha. Contém, entre outras, as receitas das rendas do vinho, carne e azeite. Nas despesas, destacam-se as festas do Corpo de Deus, do Pelote, de São Sebastião, de São Dâmaso e outras.
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta a peça "Calúnia" com o seguinte elenco: "Eduardo de Matos"; "Fernando Frias"; "Lizete Frias"; "Geny Frias"; "Carlos Frias"; "Gizela Oliveira"; "António Vilela"; "Rafael de Oliveira"; "Fernando Oliveira".
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta a extraordinária da obra "Está lá fora um inspetor" com o seguinte elenco: "Eduardo de Matos"; "Fernando Frias"; "Fernando Oliveira"; "António Vilela"; "Lucinda Trindade"; "Eduardo de Matos"; "Geny Frias".
Apoio da Comissão Concelhia da Comissão Democrática Eleitoral (CDE) de Guimarães à lista D dos candidatos a deputados à Assembleia nacional constituída por: Marinho Dias, Eduardo Ribeiro, Santos Simões, José Sampaio, Lino Lima e Margarida Malvar. Apresentação de propostas a nível concelhio e a relação de alguns democratas que apoiam a CDE e a lista D.
Contém documentação relativa ao exercício económico do ano de 1967 da empresa José Pinheiro Guimarães & Filhos, Lda., incluindo o movimento da conta de exploração geral, o movimento da conta de ganhos e perdas e o balanço datado de 30 de dezembro de 1967.
1- Projeto do mercado municipal de Guimarães - obras de conclusão - 2.ª Fase Peças escritas: - Memória descritiva e caderno de encargos Peças desenhadas: - Cortes - Fachada lateral - Planta das fundações - Planta do Reis do chão - Planta da armação da cobertura 2- Correspondência, recebida e expedida
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos na Praça de Toiros em Guimarães Nos dias 7 e 8 de agosto de 1966 - 2 Extraordinárias Corridas de Toiros Por ocasião das tradicionais Festas Gualterianas
Comunica à Câmara a Municipal de Guimarães que está a negociar com o agente João Carlos Soares & Filhos para pagarem a licença respeitante à bomba de gasolina existente na frente do Café Mourão, no Largo do Toural, freguesia de São Paio.
Livro da receita e despesa das rendas e bens do concelho de Guimarães para o ano económico de 1691. Livro rubricado pelo Licenciado Carneiro Gomes. Contém, entre outras, as receitas das rendas do vinho, carne e azeite. Nas despesas, destacam-se as festas do Corpo de Deus, São João Batista, Santa Isabel, Anjo Custódio, festa do Pelote, São Dâmaso e outras.
Registo dos serviços eleitorais do concelho de Guimarães, compreendendo ofícios expedidos e editais. Termo de abertura e encerramento datados de 1949.01.25 e assinados pelo chefe da secretaria, João das Neves. Inclui duas requisições à Imprensa Municipalista, uma circular da Imprensa Municipalista e uma lista com nomes.
Apoio da Comissão Concelhia da Comissão Democrática Eleitoral (CDE) de Guimarães à lista D dos candidatos a deputados à Assembleia nacional constituída por: Marinho Dias, Eduardo Ribeiro, Santos Simões, José Sampaio, Lino Lima e Margarida Malvar. Apresentação de propostas a nível concelhio.
Contém documentação relativa ao exercício económico do ano de 1967 da empresa José Pinheiro Guimarães & Filhos, Lda., incluindo o movimento da conta de exploração geral, o movimento da conta de ganhos e perdas e o balanço datado de 31 de dezembro de 1966. Estes documentos espelham a situação financeira e os resultados da atividade da empresa nesse ano.
A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia comunica que foi cancelada a matrícula nº 7746, referente a um velocípede com motor auxiliar marca Motom, propriedade de Valdemar de Macedo, residente na rua 5 de outubro, freguesia de Avintes, em virtude de ter sido vendida a António Ferreira, residente no lugar das Cerdeirinhas, freguesia de Polvoreira, concelho de Guimarães.
Contém ofício da Associação Comercial de Guimarães dirigido às associações e coletividades do concelho, solicitando o envio de bandeiras para o embelezamento do Estádio Municipal e a colaboração na colocação de bandeira e iluminação das fachadas dos edifícios das sedes durante os dias da festa, de 3 a 6 de agosto.
Atas da eleição de um deputado na Assembleia de São Sebastião do concelho de Guimarães, circulo 12, em virtude do decreto de 9 de janeiro de 1871. Termos de abertura e encerramento datados de 1871.01.16 e assinados pela Comissão de Recenseamento, Barão de Pombeiro, José Maria da Costa, António José Ferreira Caldas e Rodrigo de Meneses.
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta a peça "O paralítico" com o seguinte elenco: "Eduardo de Matos"; "Carlos Frias"; "Fernando Frias"; "António Vilela"; "Luís Pinhão"; "Lizete Frias"; "Idalina de Almeida"; "Lucinda Trindade"; "Gizela Oliveira"; "Fernando Oliveira".
Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o seguinte invento instalado na parada dos bombeiros de Guimarães; A companhia de Rafael Oliveira apresenta a peça "Raça" com o seguinte elenco: "Eduardo de Matos"; "Fernando Frias"; "Ema Oliveira"; "Lizete Frias"; "Gizela Oliveira"; "Lucinda Trindade"; "Carlos Frias"; "Idalina de Almeida"; "António Vilela"; "Fernando Oliveira".
Atas da eleição de um deputado na assembleia de São Torcato do concelho de Guimarães, em virtude do decreto de 5 de junho de 1871. Termos de abertura e encerramento datados de 1871.07.03 e assinados pela Comissão de Recenseamento, Barão de Pombeiro, António José Ferreira Caldas, Rodrigo de Meneses, Jerónimo António de Faria e José Maria da Costa.
Conta corrente da receita e despesa dos expostos do hospício dos expostos de Guimarães. Contém a seguinte informação: receita; recebido durante o mês; total; despesa; a receber; total. Inclui relações de despesas com pessoal, enxoval, material, expediente, medicamentos e alimentos para os anos de 1881, 1882 e 1883.
Termos de entrada e saída dos expostos na Roda de Guimarães e seu termo. Termo de abertura datado de 3 de julho de 1813, assinado pelo mordomo dos expostos, Jerónimo Vaz Vieira. Contém, entre outras informações, a identificação da criança, número, data em que foi encontrada, nome da ama, por vezes, entrega às mães e anotações do falecimento da criança.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Francisco Rosas Guimarães, casado com Vera Davies Crato Guimarães que também usa o nome de Vera Amélia Davies Crato Guimarães 2º Outorgante: Maria Amélia Rosas Macedo e marido António Augusto Monteiro Borges de Araújo 3º Outorgante: Fernando Gomes de Abreu, casado com Margarida Mendes de Freitas
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Francisco Rosas Guimarães, casado com Vera Davies Crato Guimarães, que também usa o nome de Vera Amélia Davies Crato Guimarães 2º Outorgante: Maria Amélia Rosas Macedo e marido António Augusto Monteiro Borges de Araújo 3º Outorgante: António da Costa, casado com Rosa de Oliveira de Carvalho
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Francisco Rosas Guimarães casado com Vera Davies Crato Guimarães que também usa o nome de Vera Davies Crato Guimarães 2º Outorgante: Maria Amélia Rosas Macedo e marido António Augusto Monteiro Borges de Araújo 3º Outorgante: José Antunes casado com Ana da Costa Freitas
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Francisco Rosas Guimarães, casado com Vera Davies Crato Guimarães, que também usa o nome de Vera Amélia Davies Crato Guimarães 2º Outorgante: Maria Amélia Rosas Macedo e marido António Augusto Monteiro Borges de Araújo 3º Outorgante: Manuel de Araújo, casado com Joaquina Rosa Rodrigues Antunes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Francisco Rosas Guimarães, casado com Vera Davies Crato Guimarães, que também usa o nome de Vera Amélia Davies Crato Guimarães 2º Outorgante: Maria Amélia Rosas Macedo e marido António Augusto Monteiro Borges de Araújo 3º Outorgante: José da Silva, casado com Margarida Mendes Fernandes de Lima e Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Francisco Rosas Guimarães casado com Vera Davies Crato Guimarães, que também usa o nome de Vera Amélia Davies Crato Guimarães 2º Outorgante: Maria Amélia Rosas Macedo e marido António Augusto Monteiro Borges de Araújo 3º Outorgante: Adão Marques casado com Joaquina Ferreira Marques
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Francisco Rosas Guimarães casado com Vera Davies Crato Guimarães que também usa o nome de Vera Amélia Davies Crato Guimarães 2º Outorgante: Maria Amélia Rosas Macedo e marido António Augusto Monteiro Borges de Araújo 3º Outorgante: José Antunes casado com Ana Pereira de Freitas
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Francisco Rosas Guimarães, casado com Vera Davies Crato Guimarães, que também usa o nome de Vera Amélia Davies Crato Guimarães 2º Outorgante: Maria Amélia Rosas Macedo e marido António Augusto Monteiro Borges de Araújo 3º Outorgante: José da Silva casado com Margarida Mendes Fernandes Lima e Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Francisco Rosas Guimarães casado com Vera Davies Crato Guimarães, que também usa o nome de Vera Amélia Davies Crato Guimarães 2º Outorgante: Maria Amélia Rosas Macedo e marido António Augusto Monteiro Borges de Araújo 3º Outorgante: José dos Santos Oliveira casado com Maria de Lourdes Pereira da Costa
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Francisco Rosas Guimarães, casado com Vera Davies Crato Guimarães, que também usa o nome de Vera Amélia Davies Crato Guimarães 2º Outorgante: Maria Amélia Rosas Macedo e marido António Augusto Monteiro Borges de Araújo 3º Outorgante: Manuel Marques Cardoso, casado com Maria Ferreira da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Francisco Rosas Guimarães, casado com Vera Davies Crato Guimarães, que também usa o nome de Vera Amélia Davies Crato Guimarães 2º Outorgante: Maria Amélia Rosas Macedo e marido António Augusto Monteiro Borges de Araújo 3º Outorgante: Manuel Marques, casado com Leonor Fernandes de Macedo
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Álvaro da Costa Marques Guimarães outorgando na qualidade de procurador de Constança da Costa Marques Guimarães e de Aníbal da Costa Marques Guimarães e esposa Maria dos Remédios Penha Marques 2º Outorgante: Fernando da Cunha Esteves e Avelino Agostinho da Cunha Esteves
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Francisco Rosas Guimarães casado com Vera Davies Crato Guimarães que também usa o nome de Vera Amélia Davies Crato Guimarães 2º Outorgante: Maria Amélia Rosas Macedo e marido António Augusto Monteiro Borges de Araújo 3º Outorgante: José Antunes casado com Ana de Costa Freitas