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O Registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Data de nascimento: 1837-04-16 Pai: Manuel de Oliveira Peixoto Naturalidade (freguesia e concelho: Santa Cristina de Serzedelo, Guimarães Mãe: Maria Machado de Abreu Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Avós paternos: António de Oliveira do Vale e Teresa Maria Peixoto Avós maternos: Manuel da Costa Abreu e Maria Joana Machado
O Registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Data de nascimento: 1829-10-10 Pai: Domingos Francisco de Abreu Naturalidade (freguesia e concelho: São Paio de Moreira de Cónegos, Guimarães Mãe: Maria de Faria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Avós paternos: Manuel José Francisco de Carvalho e Maria Josefa de Abreu Avós maternos: Manuel José da Cunha e Antónia Maria de Faria
O Registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Data de nascimento: 1843-07-02 Pai: Domingos Francisco de Abreu Naturalidade (freguesia e concelho: São Paio de Moreira de Cónegos, Guimarães Mãe: Maria de Faria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Avós paternos: Manuel José Francisco da Carvalheira e Maria Josefa de Abreu Avós maternos: Manuel José da Cunha e Antónia Maria de Faria
O registado: Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data: 1906-01-27 Pai: Jerónimo Martins Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Lourenço de Selho, Guimarães Avós paternos: António Martins e Josefa Maria Avós maternos: jerónimo Salgado e Benta Maria de Freitas
O registado: Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1877-11-21 Pai: Manuel José Teixeira Naturalidade (freguesia e concelho): São Mamede de Aldão, Guimarães Mãe: Maria Teresa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Francisco José Teixeira e Joana Maria Avós maternos: Bento José Carneiro e Custódia Maria
O registado: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1861-08-08 Pai: José Joaquim Fernandes Naturalidade (freguesia e concelho): São Mamede de Aldão, [Guimarães] Mãe: Josefa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Francisco Fernandes e Antónia Maria Avós maternos: Gualter Rodrigues e Luísa Maria
O registado: Maria Joaquina Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1861-07-20 Pai: Manuel José Rodrigues dos Santos Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Joana Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Gualter Rodrigues e Luísa Maria Avós maternos: Manuel José Martins e Joaquina rosa
O registado: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1872-12-06 Pai: Joaquim José Rodrigues Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Manuel José Rodrigues e Joaquina Rosa Avós maternos: Domingos Francisco e Luísa Maria
O registado: Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1869-02-28 Pai: Manuel Carneiro Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Joaquina Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Bento José Carneiro e Custódia Maria Avós maternos: Jerónimo Francisco e Rosa Maria
O registado: Rita Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1866-01-23 Pai: Manuel de Abreu Naturalidade (freguesia e concelho): Moreira de Cónegos, [Guimarães] Mãe: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Manuel de Abreu e Maria Teresa Avós maternos: António José de Castro e Rita Maria
O registado: Maria Josefa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1881-05-17 Pai: José Martins Naturalidade (freguesia e concelho): São Torcato, Guimarães Mãe: Antónia Maria de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Manuel José Martins e Maria Joana Avós maternos: Francisco Poça e Maria Joana de Oliveira
O registado: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Corvite, Guimarães Data de Nascimento: 1875-04-02 Pai: Manuel da Silva Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Corvite, Guimarães Mãe: Custódia Maria de Sousa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Eulália de Fermentões Avós paternos: Domingos da Silva e Maria Rosa Avós maternos: João Francisco e Antónia Maria
O registado: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Corvite, Guimarães Data de Nascimento: 1862-07-27 Pai: João da Silva Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Eulália de Fermentões, Guimarães Mãe: Luísa Maria de Castro Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Corvite, Guimarães Avós paternos: Joaquim da Silva e Maria Teresa Avós maternos: Francisco da Silva e Joana Maria
O registado: Maria de Jesus Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Matamá, Guimarães Data de nascimento: 1876-04-20 Pai: António Mendes Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Matamá, Guimarães Mãe: Ana Mendes Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Matamá, Guimarães Avós paternos: António José e Ana Maria Avós maternos: João Mendes Salgado e Ana Maria
O registado: Maria Angélica Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Matamá, Guimarães Data de nascimento: 1903-04-14 Pai: Manuel Pereira Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Matamá, Guimarães Mãe: Balbina Alves Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Matamá, Guimarães Avós paternos: António Pereira e Rosa Maria Mendes Avós maternos: José Alves e Josefa Maria
O Registado: Maria da Conceição Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Infias, Guimarães Data de nascimento: 1906-05-08 Pai: José Francisco Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Infias, Guimarães Mãe: Maria de Abreu Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Infias, Guimarães Avós paternos: José Francisco e Maria Joana Avós maternos: Manuel Ribeiro e Teresa de Abreu
O registado: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data: 1903-08-22 Pai: Francisco Rodrigues Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Emília de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Joaquim José Rodrigues e Rosa Maria Avós maternos: Domingos Gomes de Oliveira e Micaela Maria
O registado: Maria da Conceição Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Data de nascimento: 1868-01-16 Pai: Vicente Martins de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira , Guimarães Mãe: Maria de Oliveira Sousa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Avós paternos: Domingos José Martins e Ana Maria Coelho Avós maternos: Bernardo de Sousa e Maria Rosa Ribeiro
O registado: Antónia Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1879-08-15 Pai: Domingos Gomes de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro de Polvoreira, Guimarães Mãe: Micaela Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: José Francisco e Josefa Maria Faria Avós maternos: Gualter Rodrigues e Luísa Maria
O registado: Maria do Rosário Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Matamá, Guimarães Data de nascimento: 1900-12-04 Pai: Manuel Pereira Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Matamá, Guimarães Mãe: Balbina Alves Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Matamá, Guimarães Avós paternos: António Pereira e Rosa Maria Mendes Avós maternos: José Alves e Josefa Maria
O registado: Maria de Belém Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Airão, Guimarães Data de nascimento: 1908-07-22 Pai: António Fernandes Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Airão, Guimarães Mãe: Maria Ferreira Naturalidade (freguesia e concelho): São Tiago de Antas, [Vila Nova de] Famalicão Avós paternos: Joaquim Fernandes e Maria Joana Exposta Avós maternos: Custódio Ferreira e Maria Joana
O registado: Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1880-04-22 Pai: António Francisco Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Romão de Rendufe, Guimarães Avós paternos: Domingos Francisco e Luísa Maria Avós maternos: Domingos José de Meira e Maria José de Meira
O registado: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1878-09-21 Pai: Manuel Carneiro Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Joaquina Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Bento José Carneiro e Custódia Maria Avós maternos: Jerónimo Francisco e Rosa Maria
O registado: Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1877-07-18 Pai: Domingos Gomes de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro de Polvoreira, Guimarães Mãe: Micaela Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: José Francisco e Josefa Maria de Faria Avós maternos: Gualter Rodrigues e Luísa Maria
O registado: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1876-09-30 Pai: Manuel Carneiro Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Joaquina Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Bento José Carneiro e Custódia Maria Avós maternos: Jerónimo Francisco e Rosa Maria
O registado: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1876-11-03 Pai: António Vieira Naturalidade (freguesia e concelho): São Tomé de Travassós Mãe: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Custódio Vieira e Maria Peixoto Avós maternos: Manuel José Rodrigues de Souto e Joana Maria
O registado: Teresa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1861-03-01 Pai: Gaspar Rodrigues Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro de Azurém, [Guimarães] Mãe: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: José António Rodrigues e Teresa Maria de Meira Avós maternos: Manuel Robeiro e António Maria
O registado: Joana Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1887-03-31 Pai: José Rodrigues Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Maria de Castro Naturalidade (freguesia e concelho): São Romão de de Rendufe, Guimarães Avós paternos: Manuel José Rodrigues e Joana Maria Avós maternos: José Fernandes e Luísa Maria
O registado: Joana Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1887-08-23 Pai: José Martins Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Maria Teresa Naturalidade (freguesia e concelho): São Cosme e Damião de Lobeira, Guimarães Avós paternos: Francisco José Martins e Custódia Maria Avós maternos: José Joaquim Pereira e Joana Maria Teixeira
O registado: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1873-09-29 Pai: António José Rodrigues Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Joana Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Romão de Mesão Frio, Guimarães Avós paternos: Custódia Maria Avós maternos: José da Silva e Rosa Maria
O registado: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1873-09-24 Pai: António Vieira Naturalidade (freguesia e concelho): São Tomé de Travassós, [Fafe] Mãe: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Custódio Vieira e Maria Peixoto Avós maternos: Manuel José Rodrigues do Souto e Joana Maria
O registado: Rita Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1864-09-21 Pai: Domingos Gomes de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro de Polvoreira, [Guimarães] Mãe: Micaela Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: José Francisco e Josefa Maria de Faria Avós maternos: Gualter Rodrigues e Luísa Maria
O registado: Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1874-05-15 Pai: Sebastião Ribeiro Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Mãe: Joaquina Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Manuel José Ribeiro e Antónia Maria Avós maternos: Francisco Teixeira e Joana Maria
O registado: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Data de nascimento: 1889-01-14 Pai: António Vieira Naturalidade (freguesia e concelho): São Tomé do Paraiso, Fafe Mãe: Maria Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Atães, Guimarães Avós paternos: Custódio Vieira e Maria Peixoto Avós maternos: Manuel José Rodrigues e Joana Maria
O registado: Maria da Glória Naturalidade (freguesia e concelho): São Salvador de Briteiros, Guimarães Data de nascimento: 1906-05-16 Pai: Manuel Vieira Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria do Souto, Guimarães Mãe: Maria Antónia da Cunha Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria da Sobreposta, Braga Avós paternos: José Vieira e Maria Antunes Avós maternos: Manuel Joaquim da Silva e Maria Quitéria
O registado: Luísa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): [São Miguel de Gonça, Guimarães] Data de nascimento: 1808-03-02 Pai: Domingos José Rodrigues Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Souto Mãe: Maria Joaquina Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Souto Avós paternos: Francisco José Rodrigues e Maria Francisca Avós maternos: Basílio Rodrigues e Maria Afonso
O registado: Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Data de nascimento: 1875-03-03 Pai: Manuel da Costa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Oliveira, Vila Nova de Famalicão Mãe: Maria Machado Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Avós paternos: Joaquim José da Costa e Maria de Abreu Avós maternos: José Ribeiro Machado e Catarina Ferreira
O registado: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Matamá, Guimarães Data de nascimento: 1877-02-20 Pai: João Ferreira Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel de Serzedo, [Guimarães] Mãe: Maria Joaquina Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Matamá, Guimarães Avós paternos: Francisco Ferreira e Benta Maria Avós maternos: Francisco José e Josefa Maria
O registado: Maria da Conceição Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Infias, Guimarães Data de nascimento: 1881-10-18 Pai: António Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Infias, Guimarães Mãe: Ana Maria Vás Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Infias, Guimarães Avós paternos: desconhecido e Joaquina Rosa Avós maternos: António Vás e Rita Maria
Primeiro outorgante: Maria Manuela Andrade Pinto Bessa de Castro e Lemos, João Manuel Andrade Pinto Bessa, Gonçalo João Pinto Bessa de Vicente Ribeiro. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis
Primeiro outorgante e seguintes: Manuel de Oliveira Santiago, Maria de Lurdes dos Santos Carvalho, Fernando de Oliveira Santiago, Armindo de Oliveira Santiago e outros. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis..
Primeiro outorgante e seguintes; Ana da Luz Valgueira, Maria Helena Valgueira Fava, Manuel Fernando da Silva Fava e Alexandrina Adelaide Valgueira Fava de Matos Pombo e outros Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
O jornal "A Juventude" foi um boletim mensal da secção de jovens do Esforço Cristão de Vila nova de Gaia, da paróquia de S. João Evangelista, publicado entre Janeiro de 1945 e fevereiro de 1948. As ilustrações são da autoria de Eduardo Gomes e o editorial estava a cargo de Maria Rosa Moura, Isabel Maria Gomes, Maria Odete, Joaquim Teles Gomes, José Manuel de Pina Cabral, António Tomás dos Santos, Arnaldo de Oliveira Pinto, Vitor Manuel Pinheiro, entre outros autores. Os temas centravam-se em torno de assuntos religiosos, atualidades da época contando ainda com secções de poesia e passatempos.
Pedidos efetuados por Margarida Rosa de Jesus Perdigão e outros, Maria da Piedade Franco e filhos menores, Amélia Faria de Sousa e filhos menores, Damásia Maria e filhos, Felismina da Conceição Breda, Carolina Eugénia de Paiva Vargas, Justina da Conceição, Maria Moreira de Castro, Manuel Teixeira Gomes e outros, Virgínia da Conceição Lança Barco e Isabel de Almeida Reis de Carvalho e filhos. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 27 de janeiro de 1908, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 11 de fevereiro, escritos sobre o ofício.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, em que informa que encontrou na cadeia do Limoeiro, presa desde dezembro de 1833, e condenada definitivamente a degredo para a Índia, por crime de furto, desde 5 de maio de 1837, Maria do Carmo, que se encontra quase cega e muito doente, considerando inconveniente o cumprimento do degredo. O Procurador-Geral, desconhecendo se a ré é merecedora de perdão ou comutação de pena, propõe que se solicite ao Presidente da Relação de Lisboa informação sobre as circunstâncias do crime e as razões pelas quais a condenada ainda não foi transferida para a cadeia da Cova da Moura nem transportada para o lugar do seu degredo.
Consulta acerca do pedido de José Ribeiro Vieira de Castro, na qualidade de procurador de Hippolyte de Baère, construtor do túnel de Ave Maria, empreitada D, na cidade do Porto, para que seja retirado do cofre da Repartição da Contabilidade do Ministério das Obras Públicas, com as formalidades legais, o processo relativo à referida empreitada que ali está e a que é estranho, mas onde se encontra em virtude de uma sindicância que foi feita naquela Repartição e que determinou a inviolabilidade do respetivo cofre por tempo não fixado. Contém ofício da Repartição de Obras Públicas da Direção-Geral de Obras Públicas e Minas da Secretaria de Estado dos Negócios das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 26 de março de 1902, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 11 de abril.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia do ofício do delegado do procurador régio na comarca oriental do Funchal, de 25 de julho de 1835, em que participa o "horroroso facto" praticado na noite de 12 para 13 do mesmo mês em Câmara de Lobos, contra Maria Rosa, por António Gonçalves de Barros, junto com os cabos de polícia, Manuel Figueira de Sousa, e o sapateiro Manuel Pinto, que, dirigindo-se ao local onde a vítima morava, lhe queimaram todos os móveis e, perseguindo-a até à vila onde ela se tinha refugiado, fizeram-na padecer tormentos. O delegado do procurador régio acusa o administrador do concelho, o juiz eleito e o regedor da paróquia de terem sido negligentes por não terem tomado providências para prevenir o mal.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 9 de julho de 1846, em que expõe que, tendo o governador civil de Aveiro, em junho de 1845, acusado o subdelegado do procurador régio no julgado de Sosa, Manuel Maria Rangel de Quadros, como avesso aos interesses da Fazenda Pública e "excitador dos povos" para não cumprirem as leis dos novos tributos, este, duvidando da verdade destas acusações, se limitou a suspender aquele agente do Ministério Público e mandou proceder aos exames necessários, que não comprovaram a arguição. O procurador régio refere que estava a ponto de se ordenar a restituição do subdelegado suspenso quando baixou a portaria de 18 de outubro de 1845, que o mandava demitir.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do ajudante do procurador régio da Relação do Porto, com exercício em Coimbra, de 30 de janeiro de 1847, participando que se lhe apresentou o bacharel Ricardo Maria de Melo Gouveia, nomeado para a delegação da Procuradoria Régia na comarca da Lousã, solicitando instruções acerca da repartição onde havia de prestar o juramento a fim de assumir as suas funções. O procurador régio propõe que sejam mandados para os seus lugares não só os juízes de direito, mas também os agentes do Ministério Público e demais empregados, a fim de se restabelecer a ação da justiça, removendo o obstáculo da falta da repartição onde os funcionários prestam juramento.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Pronuncia-se sobre o recurso extraordinário interposto por José Maria Ferreira e J. M. Fernandes Guimarães e C.ª sobre contribuição de registo por título oneroso relativo ao trespasse que obtiveram de Augusto Laverré da parte que este tinha na empreitada das obras para o melhoramento do porto e barra de Viana do Castelo. Entende que "o trespasse da empreitada, não obstante haver sido feito por um contrato de compra e venda, não está sujeito ao pagamento de contribuição de registo, visto não ter havido transmissão de propriedade imobiliária temporária ou permanente" e, por esse motivo, considera "que o presente recurso deverá ser atendido mandando-se restituir aos reclamantes o que indevidamente pagaram".
Primeiro outorgante e seguintes: Germano Dias Costa Ferreira, José Manuel de Castro Guimarães Dias da Costa, Anabela Castro Guimarães Dias da Costa e Maria do Rosário de Castro Guimarães Dias da Costa. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguintes: Leonel Dias da Costa, Alcides dos Santos Leiria, António Dias da Costa, Jorge Gomes da Costa e Maria José Gomes Dias da Costa.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: Aurélio Gonçalves dos Santos, Maria de S. José Soares de Albergaria Tavares de Castro Falcão Côrte-Real.
Primeiro outorgante e seguintes: Berta da Silva Pinho e Costa Correia, Simão de Pinho e Costa Correia, Maria Manuela de Pinho e Costa Correia e outros. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): [São Vicente de Oleiros, Guimarães] Data de nascimento: desconhecida Pai: Domingos Francisco Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria Antónia Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): [São Vicente de Oleiros, Guimarães] Data de nascimento: desconhecida Pai: Pedro Gonçalves Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria Gonçalves Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): [São Vicente de Oleiros, Guimarães] Data de nascimento: desconhecida Pai: Francisco Fernandes Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria Manuel Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): [São Vicente de Oleiros, Guimarães] Data de nascimento: desconhecida Pai: Filipe Roriz Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria Gonçalves Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respetiva transcrição. Transcrição Maria do Carmo Entrevistada: Maria do Carmo (MC) Entrevistadoras: Maria Ana Bernardo (MAB) e Manuela Oliveira (MO) Transcrição: Diana Henriques (05/12/2023) MVI_ 6129 MO: Maria do Carmo apresente-se então MC: Eu sou a Maria do Carmo, natural de Portel nasci aqui, fiz aqui a minha vida e aqui continuei a viver. MVI_6130 MC: Tive uma infância boa. A minha mãe trabalhava numa casa numas famílias ricas, nunca faltou nada na mesa. Nunca passei dificuldades. O meu pai era trabalhador rural e nunca nos faltou nada. Tive uma infância feliz, na casa dos meus pais. MO: E estudou MC: Fui à escola, fui até à quarta classe, era uma excelente aluna. E houve uma altura em que terminei a quarta classe e os professores, as professoras dessa altura foram falar com os meus pais para eu ir para a quinta e sexta classe, que era o que havia na altura. E o meu pai, tenho esta versão ainda hoje gravada na minha, na minha ideia que o meu pai disse aqui não à nem quinta, nem sexta, o cesto é o da azeitona. Ela vai à azeitona. E eu a sair da escola com onze, doze anos fui à azeitona. MAB: Começou a trabalhar? MC: Sim, com grande desgosto meu. E comecei a trabalhar. MAB: E a partir daí continuou? MC: E a partir daí continuei sempre a trabalhar como meu pai. Sempre. A trabalhar no campo. MAB: E os seus irmãos? MC: O meu irmão mais velho já teve uma vida diferente da minha. Fez a quarta classe, também era muito bom aluno, era afilhado do doutor Galhordas e ele disse o António José vai para Lisboa, vai estudar, vai trabalhar. Foi trabalhar para uma fábrica, havia uma tia minha que vivia em Lisboa e ele foi para casa dessa minha tia. E ele trabalhava na fábrica e à noite ia estudar. O padrinho pagou-lhe os estudos e ele avançou na vida. Infelizmente, já cá não está entre nós. Faleceu de uma doença, dessas doenças graves. E o meu outro irmão mais novo já foi mais burrinho. Andou sempre no campo, mas não aprendia nada, mas nessa altura se ele tivesse a ideia que eu tinha, o meu irmão teria ido já, já havia, as coisas já eram de outra maneira. A minha mãe já dizia, se ele fosse bom na escola já ele ia estudar, mas ele não. Até a quarta classe ele custou a fazer, ele não aprendia, tinha dificuldades em aprender. E foi assim a nossa vida. MO: E lembra-se do 25 de abril? MC: Claro que me lembro do 25 de abril. Olhe o 25 de abril foi, eu acho que foi das melhores coisas que houve. Porque antes do 25 de abril eu morava numa rua, que era a rua do Alfoz (?) a seguir ao castelo e há ali um largo que é o largo Miguel Bombarda, onde só viviam ricos. Eram quatro, que viviam lá, era o Manuel da Corte, o Fonseca e os dois Amarais. E lembro-me perfeitamente do meu pai, ir para aquele recinto, aquele largo, ele e mais homens a pedir trabalho à porta desses ditos ricos e eles vinham à porta e tu, tu e tu, saiam para aquele lado. E a maioria ficavam lá, eram escolhidos, aqueles que eles lhes agradavam mais. E então havia muita muita muita miséria. MAB: Quando as pessoas não tinham trabalho o que é que faziam? MC: Viviam que era miséria. Levavam os dias ali no largo da agrícola, naquele largo onde é a caixa geral de depósitos à procura de trabalho. Se alguém passava, que lhe propusesse trabalho. Era miséria, miséria. Eu vivi numa rua que era uma rua mesmo só de pobreza, onde só havia, muitos filhos. Nós eramos três, mas havia além casas que havia sete e oito irmãos. Que era mesmo, mesmo, mesmo miséria. A minha mãe tinha uma vizinha, que já faleceram, e essa vizinha, às vezes a minha mãe, trabalhava na casa dos ricos e trazia de lá coisas que lhe davam e diziam vai lá levar à Mariana. E ela ia-lhe levar coisas poucas, um bocadinho de pão, e um bocadinho de azeite e com isso ela fazia uma açordinha de alho para ela e para os filhos. E ela vinha à rua, lembro-me como se fosse hoje e dizia assim, hoje até vejo o sol bem, o que a Maria me veio aqui levar, fiz uma açordinha para mim e para os meus filhos, que nos soube tão bem, à não sei quantos dias que não comíamos. MAB: Na casa dos seus pais eles faziam matança? MC: Na casa dos meus pais faziam matança sim. MAB: E depois dividiam? MC: E dividiam sim. Aquilo no final ficava tudo em nada. Era um pratinho com chamavam-lhe na altura um jantar, um jantar de ossos. Com um bocadinho de toucinho, vai lá levar à menina, à vizinha Maria, à vizinha Antónia, à vizinha outra e a rua toda comia aquele jantarinho e a gente comíamos também só uma vez do porco. Era assim mesmo. Depois quando a outra vizinha fazia a matança, dividia por todos. Havia igualdade entre todos. A vida eram todas iguais, mas havia mais amizades, porque não havia invejas, o que havia na minha casa, havia na outra e na outra. E era assim. MAB: E quando começou a ficar mais crescida e depois a pensar em namorar, como é que foi essas, como é que foi essa fase. Como é que era, como é que se relacionavam? MC: Olhe a minha fase do namoro foi complicada. Porque eu nas férias já ia a Lisboa, a casa de uma tia minha, a casa onde o meu irmão sempre viveu e estudou lá. E eu ia para casa dessa minha tia e então, conheci lá um rapaz, conheci lá um rapaz e comecei a namorar com ele. Depois vim para cá, por cartas e ia lá só de vez em quando. MAB: Por cartas MC: Por cartas. E há uma das vezes que o rapaz apareceu cá e eu parece que o estou a ver, que ainda não se usava cá aquelas grandes gabardines e ele já vinha de gabardine, com uma malinha na mão, todo muito finório e veio cá para falar com os meus pais. Foi uma carga de trabalhos, para o deixarem lá entrar, e porque não conheciam. Ele estava em Lisboa a trabalhar, mas era aqui de Viana do Alentejo. Era e é. Que é o marido que ainda hoje tenho. Mas foi muito complicado aquele namoro, a minha mãe porque ele estava em Lisboa e ele deve ter lá outra, e não casa contigo, e depois o que é que dizem aqui. Bem, foi uma confusão, tão grande, tão grande, que só eu sei o que sofri. E ele depois vinha e não ficava lá na minha casa, nem pensar. Ia ficar numa casa de uma tia minha, que também se conheciam, e ia lá ficar. Mas eu já lá não metia um pé na casa da minha tia, porque ele estava lá. Era muito complicado. Namorei assim seis anos. Cartas, ele vinha cá, mas mesmo complicado e a minha mãe sempre a bater o pé, ele deve casar deve, ele tem para lá outra, como ele aí aparece parece um doutor. E afinal namoramos seis anos e depois casámos e olhe ainda somos hoje casados. Era complicado. MVI_6132 MC: Portanto, os trabalhadores agrícolas. MO: Vai falar então um bocadinho sobre a sua participação política e cívica. Alguma associação ou algumas coisas que MC: Sim, eu pertenci à JCP na altura e depois comecei a fazer parte do sindicato dos trabalhadores agrícolas, que era na altura o escritório da reforma agrária, ali no, situado no largo do chafariz, na altura. E fazia parte lá também do sindicato e porque trabalhei depois também na reforma agrária e era lá que nós íamos receber o ordenado, ia receber o meu e o do meu pai. A esse escritório. MAB: Como é que a senhora, como é que chegou a fazer parte do sindicato, ou seja, como é que e porque é que se filiou na JCP? MC: Porque fiz sempre aquelas ideias, aquelas ideias políticas que ainda hoje as tenho. E tenho dois filhos que ela é política e ele enão tem nada a haver com a política. Já houve aqui um ano, que em eleições em Portel, ela fazia parte da lista do PCP, como faz hoje sempre, como ainda é hoje, e ele fazia parte da do PS. E eu fazia parte com ela, da dela, sempre fui, por isso, cada um tem as suas ideias. E o pai é uma pessoa reservada, não sabemos se ele é da esquerda, se é da direita. É uma pessoa muito reservada. Apertamos, apertamos com ele, mas ele não diz nada. Vocês querem é saber. MAB: Portanto essa situação política e essa vontade de participação pública foi sempre uma coisa mais das mulheres cá MC: Sim, sim, sim, sim, foi minha e a minha Lúcia também foi. Embora ela já tivesse vindo noutra altura e as coisas já tivessem tudo mais avançado, mas viveu tudo isso comigo. Íamos às manifestações, ela ia comigo MAB: Levava-a para as manifestações? MC: Sempre, sempre, sempre. Havia qualquer festa do partido comunista ela ia comigo e já ia dizendo versos, que era pequenina e não sei quê. A ler e já fazia sempre parte de tudo. E ainda hoje é. Está na câmara de Évora hoje. MAB: E as mulheres aqui na vila começou, notaram que elas começaram a sair mais depois do 25 de abril? MC: Sim, sim muito mais. MAB: E a participar mais? MC: Sim e a participarem mais sim. Apareciam mais em tudo. A irem já a um café, porque se faziam aqueles almoços, por exemplo a gente do partido comunista e depois acabávamos os almoços e já íamos ali beber o café ao, ali a restaurante. Foi diferente, sim. Com mais saídas. MAB: E atualmente as mulheres tem muita participação em muita coisa, as mulheres, mesmo as mais idosas, não só as jovens? MC: Têm, têm. Mesmo aqui no nosso meio. Em tudo, em tudo. A gente começa aqui já pela Universidade Sénior, as mulheres participam mais, eu também já participei, no teatro, nas histórias, agora como tenho a menina tenho o tempo mais ocupado. E participam muito, muito as mulheres, mais do que os homens. MAB: Porque é que acha que é assim? MC: Essa parte eu também ainda não sei bem explicar porquê. MAB: Mas aquilo que vê é que as mulheres participam mais MC: Ainda levei o meu marido, ainda fazíamos parte da tuna, mas só da tuna, que ele disse só da tuna, das outras coisas não vou. E depois lá a professora dizia, não conseguem trazer os maridos, os maridos. Uma dizia, vou trazer o meu. Ninguém lá aparecia, era só a gente. Fazia, vestia. A Maria Cristina vestia-se de homem e fizemos assim teatros, eu de mulher e era assim. E os homens não participavam muito. A gente daqui é mais as mulheres. A mulher é mais pra frentex. MAB: No fundo a vida da mulher, talvez tenha mudado mais do que a dos homens? MC: Se calhar sim, porque estavam muito fechadas e tiveram uma abertura e nessa abertura, elas foram avançando sempre mais e eles já mais na retaguarda. MAB: E os jovens hoje? MC: Ora, os jovens hoje têm uma vida totalmente diferente, tudo já mais, tudo já mais liberal. MAB: Acha que hoje aqui em Portel faz diferença para a vida que a pessoa, ser homem ou mulher? MC: Não, não, não. Não há diferença aqui. Não, a juventude hoje andam todos juntos. Eu vejo pela vida da minha filha, para onde vai um, vai o outro. E é tudo, são, fazem uma vida e um conjunto igual. MAB: Em termos de costumes, aquela critica que havia, em relação ao comportamento MC: Não, isso já não há. Havia no meu tempo, agora no dela, neste tempo agora as raparigas. Eu vejo pela minha, que com o marido fazem uma vida juntos, vão para todo o lado. Às vezes o meu marido critica. Então a Lúcia só gosta é de paródia já vai para a paródia outra vez com ele. Digo, deixa lá a rapariga, eu não fui vai ela. MVI_6133 MAB: A vila de Portel tem hoje mais coisas, oferece mais oportunidades às pessoas e condições de vida por comparação com o antes do 25 de abril ou não MC: Sim, sim. Antes do 25 de abril pronto, havia muita dificuldade, mas agora presentemente Portel está morto. O nosso Portel está morto. Não há trabalho e não tem nada a ver com o que era Portel e o que foi aqui há uns anos, já depois do 25 de abril. MAB: Ou seja, faz uma distinção, entre o que era antes do 25 de abril, o que foi essa. MC: Sim, o que foi a seguir e o que está a cair. Portel está a cair, agora nesta, está a cair, já caiu dentro de um buraco. A nossa vila está suja, não há trabalho e as pessoas está tudo refugiado em casa. Não, está tudo triste. Portel, não é Portel. Não é o Portel que a gente conheceu. MAB: Mas tem por exemplo condições para acolher as crianças como os jardins de infância, MC: Sim sim, isso tem. A escola, o nosso ciclo. Sim, sim. Temos o ciclo, que é um espetáculo, a nossa escola primária, aqui a ATL dos miúdos. Sim, tudo cinco estrelas. MAB: Mesmo para as pessoas mais velhas, MC: E para as pessoas mais velhas a Universidade Sénior. Este ano não sei como é que vai ser, mas também MAB: Existe um lar? MC: O lar, sim, um lar sim. Que devia ser maior, pronto, porque apanha aqui também, as pessoas das aldeias e as pessoas que não são de cá, de Évora e de outras terras que vêm, ter aqui. Podia também ser maior, acho que Portel já devia ter estendido mais. Ter um outro lar. Agora esta creche onde está a minha netinha é uma creche já muito antiga, que precisava já além de, aquilo era um prédio já muito antigo, e aquele senhor, deu aquilo para fazerem uma creche. Aquilo tem as mesmas condições que tinha há 50 anos, está tudo muito velho, tudo muito degradado. Acho que as coisas deviam evoluir mais, com a época em que estamos. E uma vila que já é bastante grande e que faz parte aqui das nossas aldeias que ainda são algumas. MAB: Pois, porque é a sede de concelho. MC: É sede de concelho e é para aqui que vêm também, muitas crianças. MO: De qualquer maneira diga-me uma coisa, em termos do acesso à educação e à cultura e aos serviços de saúde, em relação a antes do 25 de abril há diferença aqui na vila? MC: Agora está muito mau. Nesta altura, os nossos serviços se saúde estão péssimos. Não temos médicos, os enfermeiros que aqui estão abalam. Queremos uma consulta, não a temos. Está mesmo muito, muito mau. Já houve uma altura, em que o nosso centro de saúde era um espetáculo, mas agora não. Muito complicado mesmo. MAB: As condições de vida das mulheres e da casa, das melhorias da habitação, de eletrodomésticos, se comparado com o antes do 25 de abril MC: Está muito melhor. MAB: A vida das mulheres hoje está muito mais facilitada? MC: Sim, sim. Mais facilitada. Até eu comparando agora a minha vida, a minha casa com a dos meus pais. Nem tem comparação. A minha mãe tinha um fogãozinho pequenino e fazia-se a comida ao lume, era o ferro com carvão. E não, nem havia, ferros de engomar, não havia, máquinas de lavar, frigorifico nem pensar. MO: Televisões? MC: Também não. Nós íamos ver a televisão à de uma vizinha que tinha, já tinha uma vidazinha melhor, viveu em Lisboa e depois de vir para cá, íamos ver tudo na televisão para casa da vizinha. Já quando a minha mãe teve uma televisão, já eu tinha os meus dezoito anos. MAB: Quando a sua mãe teve a primeira televisão. MC: A primeira televisão, sim. Aquilo era uma novidade grande. A gente estava sempre. MAB: Máquinas de lavar a roupa MC: Isso já foi muito mais tarde. Se calhar já quando eu casei ou estava para casara, quando a minha mãe comprou uma máquina de lavar roupa. Pois era tudo muito diferente. Muito, muito. MAB: Nesse aspeto a vida tem melhorado MC: A vida tem melhorado. Há outras coisas que que não, mas a vida melhorou, melhorou. MAB: O quotidiano, a vida das mulheres está mais facilitada MC: Sim, a vida das mulheres está mais facilitada. As mulheres iam para aqueles, aí para os rios lavar à mão. Iam de manhã à noite. Eu lembro-me perfeitamente da minha mãe ir e levar um bocado de pão e laranja. Era a comida. Que era o que havia. E a gente se ia mais o meu irmão, comíamos o pão todo e as laranjas, que era o que havia, quando ela ia para comer já não havia nenhum. Aquilo também era pouco. Isto quando eramos pequenos. Sim, lembro-me de irmos ali para um barranco. MO: E agora a Maria do Carmo vai lavar roupa? MC: Vai, vai. A Maria do Carmo agora vai lavar é a máquina de lavar, é a máquina de secar, pois. E temos isso tudo e é ferrinho para engomar, ali já com vapor, pois claro. Mas há outras coisas que podiam estar melhor e não estão. MAB: Por exemplo, o que é que a senhora achava que devia estra melhor e não está? MC: Olhe haver mais empregos para a juventude, para que o meu filho, até em Portel digo, os arredores, para que o meu filho e outros jovens como ele, não tivessem acabado os estudos e tivessem de abalar para o estrangeiro. O meu já lá está há nove anos, no Dubai, agora veio cá só para casar, com a miúda, com a Sarinha. E como ele, muitos mais. MAB: Ou seja, acha que muita juventude teve de sair, teve de sair? MC: Sim, sim, sim, muitos, muitos. A minha Lúcia não abalou porque ficou por aqui, a escola e não sei quê, casou com um rapazito que trabalha na câmara, pronto ficou por aqui. Mas muitos, muitos tiveram que sair. Sair e ir para o estrangeiro. Temos muita juventude nossa, que a gente conhece aqui de Portel, que a gente é fulano já está à não sei quantos, na Alemanha, na Suíça. Muita gente foi embora. Deviam estar cá no nosso Portugal. Mas são coisas que não estão na nossa mão. MAB: E a senhora quando ia fazer as campanhas como é que se organizavam? Como é que faziam? Iam para fora de Portel, era aqui, como é que faziam? MC: Quando é as campanhas organizamos todas, somos sempre o mesmo grupo e vamos apanhando alguma de alguma rua. E corremos aqui Portel e as nossas aldeias. Sim, e colaboram mais as mulheres que os homens. MAB: E quem é que conduz são os homens ou as mulheres? MC: Levamos sempre um condutor. MAB: É um homem? MC: Sim, sim. MAB: Ainda não são as mulheres? MC: Não, mas às vezes também vão a conduzir. Também vai a conduzir. Sim, às vezes vão a conduzir. MAB: A senhora tirou a carta? MC: Não, nunca tirei a carta. Porque o meu pai também por causa da falta de, do dinheirinho. Pois. Depois foi passando e foi passando. E depois vieram os filhos e fiquei por ali. Hoje tenho pena de não a ter tirado. Tenho carro, ela tem carta, a Lúcia tem carta, o Diniz tem carta, o pai tem carta e a minha ficou na gaveta. MAB: A prioridade foram eles MC: Exatamente, pois. Depois eles a estudar e tudo, eram os mestrados, muito dinheiro e claro essas coisas, havia outras prioridades e eu fui ficando para trás. Mas hoje já tenho pena, porque é que não fui, mas naquela altura, não podia, depois era os rapazes, um porque estava na universidade, outro porque estava a entrar e pronto. Tenho chauffeur particular. DH: Lembra-se como soube das notícias do 25 de abril ou o que fez no dia do 25 de abril? MC: Olhe do 25 de abril morávamos num monte, o meu pai guardava gado num monte. Que era o Monte de Valcabras e lembro-me do meu pai chegar a dizer.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Emília Fontes Gonçalves 2º Outorgante: Maria Liliana Lopes Granjo
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Elisa Ferreira Areias; 2º Outorgante: Maria Luzia Ferreira Areias.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria José Leite Machado 2º Outorgante: Maria Angela da Cunha
Santinho com dedicatória de Maria Olívia para Maria Amália Ana Júlia Cardoso de Macedo de Menezes. Rasgado no topo esquerdo.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Eva da Costa Ferreira 2º Outorgante: Maria de Fátima Miranda de Freitas e Maria da Conceição Miranda
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria da Conceição da Cruz Carvalho e marido João Maria de Sousa Martins 2º Outorgante: António Maria Teixeira de Carvalho
A fotografia abrange os seguintes locais da freguesia de Oliveira de Azeméis: Travessa António Maria Pereira Vilar/Rua Prof. Ascensão Gandra Santos/Rua Pintor João Marques/Rua Prof. Arnaldo Costeira/Central de camionagem.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Maria Helena da Silva Brites, Agostinho Brites Marques de Pinho, Reinaldo Agostinho Brites Marques de Pinho e Helena Rosa Brites Marques de Pinho.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: António Maria Soares Pinto dos Reis e Manuel Alves Pereira da Cruz representantes da Cooperativa Elétrica de Loureiro, Limitada.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguintes: Ilídio António Tavares Ferreira, Nuno Miguel Soares de Jesus, Maria de Lurdes Tavares Resende e Lindolfo Moreira Ribeiro da Silva.
Primeiro outorgante e seguintes: Leontina Gonçalves de Freitas, Júlio Gonçalves de Freitas, Maria Ester Gonçalves de Freitas e João Gonçalves de Freitas. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguintes: Manuel de Oliveira Castro, José Maria Valente, António Gomes da Costa, representantes da Cooperativa Elétrica de Loureiro.
Primeiro outorgante e seguinte: José Maria Godinho de Sousa e Fernando Custódio da Silva, representantes da Cooperativa de Construção e Habitação A.C. Bem Estar de Azeméis, CRL. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguintes: Olímpia da Silva Batista, Beatriz Batista Tavares, Maria Emília da Silva Tavares e Manuel Augusto da Silva Tavares. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguintes: Maria Manuela Andrade Pinto Bessa de Castro e Lemos, João Manuel Andrade Pinto Bessa e Edyr Andrade Pinto Bessa. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: Maria Lucília da Costa Gomes Moreira Pêgo e José Manuel de Castro Silva representantes da firma Fundágua - Sondagens e Prospecção Geológica, S.A.
Livros de registo do Fundo Paroquial da Igreja de S. Paulo: contribuintes, coletas, donativos, legado Rui Gameiro e Maria Helena, arrendamentos, compromissos pastorais, compromissos regulares, contribuições especiais, publicações, gastos gerais.
Sermão do reverendo Frederico Flower na ordenação a presbíteros pelo reverendíssimo bispo da Igreja Espanhola Reformada D. Juan Bautista Cabrera dos diáconos Armando Pereira de Araújo, José Maria Leite Bonaparte, Júlio Bento da Silva, António Ferreira Fiandor
Exemplar com as seguintes notícias: A propaganda católica; Conferência metodista; Anotação a uma carta de um padre; A imaculada conceição de Maria; Estudos bíblicos; Noticiário; Anúncios; Depósito de tratados e livros; Padre Guilherme Dias
Exemplar com as seguintes notícias: O Evangelho em triunfo; Qual é a doutrina protestante sobre a Virgem Maria?; Sede santos, porque eu sou santo, vosso Deus; Os judeus na Rússia; Noticiário; Ofícios divinos; Anúncios.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguintes: Hugo Manuel Gomes da Silva Pereira, Manuel António Marques da Costa, Maria de Lurdes Tavares Resende, Rui Jorge da Silva Cabral e Mário Jorge Tavares da Silva.
Texto de Susan Lowndes, remetido pelo NCWC/NS, sobre as consequências do afastamento do padre José Felicidade Alves da paróquia de Santa Maria de Belém, por críticas ao Estado e à estrutura da Igreja.
Texto datilografado de Susan Lowndes acerca do casamento da princesa Maria Pia com o príncipe Alexandre da Jugoslávia; oferta por devotos irlandeses de uma coroa de ouro para a imagem de Nossa Senhora de Fátima do Carmelo de Coimbra.
Texto datilografado de Susan Lowndes acerca da celebração da missa em Fátima segundo o rito russo-bizantino, presidida pelo bispo titular de Heracleópolis, Paul Militieff; consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria.
Texto datilografado de Susan Lowndes a referir a cura milagrosa de Maria Júlia Monteiro; imagens de Nossa Senhora de Fátima em várias partes do mundo; peregrinações de língua inglesa.
Texto datilografado de Susan Lowndes sobre a possível cura de cegueira de Maria Júlia Monteiro, em Fátima; dia de Santo António celebrado em Lisboa; cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, em vigília na Basílica da Estrela.
Recorte de jornal com um texto de Susan Lowndes a referir o centenário do nascimento do padre Américo; aumento de vocações sacerdotais; morte de Maria dos Anjos, irmã da irmã Lúcia, vidente de Fátima.
Texto datilografado de Susan Lowndes sobre como se vive o mês da Virgem Maria, o mês de maio, em Fátima. Não existe a certeza de que este texto tenha sido escrito para o “The Catholic Herald”.
Texto de Susan Lowndes, remetido pelo NCWC/NS, sobre a nomeação do padre Joaquim Maria Alonso pelo bispo de Leiria para compilar uma edição crítica dos documentos de Fátima.
(São Pedro do Funchal) - Convite feito em nome da Confraria do Coração Imaculado de Maria da Igreja Paroquial de São Pedro do Funchal, para António Lino Neto se inscrever na Associação das Três Rosas do Escolhido.
Inclui textos manuscritos com uma oração familiar, uma homenagem dedicada a [Maria Matilde da Cruz Antunes de Mendonça Lino Neto], por ocasião do seu aniversário, e apontamentos autobiográficos de António Lino Neto.
Contém duas cartas de Agostinho Cardoso, director do Sanatório Dr. João de Almada, remetidas [do Funchal] para António Lino Neto, com um pedido a favor de terceiro e informação sobre o Hospício D. Maria Amélia.
(Covilhã) - Mensagem de felicitação pela festa de Maria Teresa, [filha de António Lino Neto], ligada ao Colégio das doroteias, na Covilhã; considerações e pedido de conselhos relativos ao pagamento de obras do Seminário da diocese de Beja.
(Mação) - Confirmação da recepção de uma missiva de António Lino Neto, informando sobre o casamento de sua filha [Maria] detrudes [Lino Neto]; votos de felicidades e venturas para o mencionado enlace.
Contém cartas e um cartão da irmã Inês Neves, remetidos maioritariamente do Funchal para António Lino Neto. Predominando os pedidos a favor das escolas do Hospício [D. Maria Amélia] do Funchal.
(Luzern, Suíça) - Relato de acções lúdicas do remetente na Suíça, na presença da filha de António Lino Neto, Maria Isabel. Inclui uma gravura do funicular de Bürgenstock Bahn (Suíça).
(Guarda) - Alusão a uma viagem a Lourdes realizada por [Joaquim Maria de Mendonça Lino Neto], filho de António Lino Neto; relato de um acontecimento ocorrido em Celorico, relacionado com a expulsão do pároco pelo presidente da Câmara.
(Guarda) - Apresentação de propostas para acordos eleitorais no círculo da Guarda; pedido de parecer sobre a conveniência de se propor o candidato Luís Maria Lopes da Fonseca; considerações sobre acordos eleitorais.
Oração “para pedir a Beatificação da Mãe de Santa Teresinha [Zélia Guérin] e obter graças por sua intercessão”, pelo bispo de Bayeux e Lisieux, D. Francisco Maria [Picaud]. Contém a reprodução de uma imagem de Zélia Martin.