Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for alves and 91,218 records were found.

ALVES, Manuel Joaquim. Filho de Manuel Bento Alves e de Rosa Pires, lavradores, residentes em Lagarteira. Nasceu por volta de 1843. // Tinha trinta e dois anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no dito lugar, quando casou na igreja de Parada do Monte, a 13/9/1875, com Maria Pires, sua parente no segundo grau de consanguinidade, de trinta e um anos de idade, solteira, camponesa, moradora em Chão do Bezerro, filha de Manuel Joaquim Pires e de Ana Maria Pires, rurais, do mesmo lugar. Testemunhas: Manuel Afonso, casado, camponês, e António Joaquim Cerqueira, casado, rural, moradores em Chão do Bezerro.
ALVES, Maria Rosa. Filha de José Maria Alves e de Rosa da Lama. Nasceu em Penso por volta de 1843. // Tinha 33 anos de idade, era solteira, camponesa, morava no lugar do Crasto, quando casou na igreja da sua freguesia de nascimento a 27/4/1876 com José Joaquim, de 24 anos de idade, solteiro, alfaiate, exposto na roda de Valadares, freguesia de São Miguel de Messegães, morador desde criança no lugar das Lages, Penso. Testemunhas presentes: padre João Manuel Esteves Cordeiro, do lugar de Casal Maninho, e padre Manuel José Domingues, do lugar de Barro Pequeno.
ALVES, Manuel José. Filho de Marcelina Rosa Alves. Nasceu em Penso por volta de 1848. // Tinha 25 anos de idade, era solteiro, carpinteiro, morava em Telhada Grande, quando casou na igreja de Penso a 21/7/1873, com a sua conterrânea, Mariana, de 36 anos de idade, solteira, costureira, residente em Lages, filha de Anastácio José [da Cunha] Lima, de São Julião de Cornes, Vila Nova de Cerveira, e de Marcelina Gonçalves, natural de Cousso, Melgaço. Testemunhas: Bonifácio Rodrigues Marçães, lavrador, de Cortinhas, e Secundino da Cunha Lima, camponês, de Lages.
ALVES, António Joaquim. Filho de João Caetano Alves (Tirão), natural de SMP, e de Maria Teresa do Souto, natural de Prado, moradores no lugar do Buraco. Neto paterno de Maria Rodrigues, solteira, das Carvalhiças, SMP; neto materno de Ana Rosa do Souto, solteira, do dito lugar do Buraco, Prado. Nasceu em Prado a 4/5/1859 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: frei António de Santa Isabel Monteiro, do lugar de Cavaleiros, Rouças, e Maria Antónia de Sousa, solteira, do lugar de Fonte, Chaviães. // Morreu a 26/4/1869.
ALVES, Teresa de Jesus. Filha de Manuel Caetano Alves e de Joaquina Rosa Cardoso, lavradores, residentes no lugar do Cerdedo, Rouças. Nasceu na freguesia de Rouças entre 1845 e 1848. // Lavradeira. // Casou na igreja de São Paio a 26/7/1879, com Luís António, solteiro, de 37 anos de idade, lavrador, filho de António José Vergara e de Joana Luísa Vaz, lavradores, da Devesa, São Paio. // Faleceu a 13/10/1906, no lugar da Deveza, freguesia de São Paio, com todos os sacramentos, com 61 anos de idade, no estado de viúva, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério de São Paio.
ALVES, Caetano José. Filho de António Luís Alves e de Maria Luísa (ou Luísa Maria) Vaz, moradores no lugar de Oleiros. // Lavrador. // Casou na igreja de Rouças a 21/3/1822 com Maria Joana, filha de Francisco José Esteves Fernandes e de Maria Josefa Monteiro, de Paçô. // Testemunhas: padre Manuel António Durães e o mordomo da igreja, José António Domingues. // Faleceu em Oleiros a 10/11/1872, tendo recebido os sacramentos da igreja católica, com 83 anos, viúvo da dita Maria Joana, sem testamento, com um filho, e foi sepultado na igreja.
ALVES, Bento José. Filho de Manuel Alves e de Joana Domingues, rurais, de Portelinha, Castro Laboreiro. // Casou na igreja de Rouças a 26/7/1824 com Ana Ventura Rodrigues, filha de José Luís Rodrigues e de Inês Caetana Durães, do lugar de Oleiros, Rouças. // Testemunhas presentes: padre Agostinho Manuel Cardoso, do lugar de Bilhões, e o mordomo da igreja, José António Domingues. // Morreu em Oleiros, Rouças, a 10/1/1862, com 69 anos de idade, no estado de viúvo da dita Ana Ventura, com todos os sacramentos, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja local.
ALVES, Manuel Caetano. Filho de Manuel José Alves e de Maria Madalena Domingues, lavradores, do lugar do Cerdedo. Nasceu em Rouças por volta de 1823. // Rural. // Casou na igreja paroquial a 24/3/1847 com Joaquina Rosa, filha de Manuel José Cardoso e de Manuela Francisca Domingues, de Bilhões. Testemunhas: padre António Monteiro, de Cavaleiros, padre António Joaquim Durães, e Bento de Nossa Senhora do Carmo. // Em 1886 morava no Cerdedo, Rouças. // Morreu a 13/4/1903, com 80 anos de idade, com todos os sacramentos, no estado de casado, com testamento, e foi sepultado no cemitério. // Uma filha do casal, Teresa de Jesus, casou com Luís António Vergara, de São Paio.
ALVES, Manuel José. Filho de Manuel Luís Álvares e de Maria Teresa Esteves, moradores no lugar do Pombal. Nasceu por volta de 1833. // Lavrador. // Casou com 34 anos de idade, a 10/10/1867, com Isabel, de 25 anos de idade, solteira, da freguesia de Arnoia, moradora no lugar de Lapela (ou Capela), bispado de Ourense, filha de Romão Cortes (ou Costas) e de Vitória Vasques, do dito lugar galego. Testemunhas do acto: Manuel Fernandes, casado, e José Maria Alves, solteiro, lavradores, do lugar do Pombal, São Paio.
ALVES, Domingos José. Filho de Manuel António Alves, ferreiro, e de Teresa Pires. // Casou na igreja de SMP a 23/8/1834 com Maria Caetana, filha de Miguel Inácio Gaioso e de Maria Caetana Soares, todos moradores na Calçada. Testemunhas: Carlos Câncio Gomes da Ribeira, José Joaquim Gomes da Ribeira e A.J.R. // Faleceu na sua casa da Calçada, SMP, a 7/2/1868, com 76 anos, casado, e foi sepultado na igreja matriz. // Deixou três filhos. (O padre que fez o assento de óbito ignorava a sua naturalidade).
ALVES, Eduardo Júlio. Filho de -------- Alves e de ------------------------------------. Nasceu a --/--/1881 e foi batizado na igreja de SMP a 14/11/1881. Padrinhos: Gaspar Eduardo Lopes da Fonseca, casado, e Júlia da Glória de Sousa, casada, moradores na Vila. // Em virtude de seu pai ter falecido, e a mãe ter comportamentos pouco dignos, o administrador do concelho interveio, levando a criança à Câmara Municipal a 11/1/1888, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 363. // Nesse dia foi entregue à ama Carlota Joaquina de Sousa, de intramuros, Vila. // Faleceu a 26/10/1888.
ALVES, Caetano José. Filho de Tomás António Alves e de Maria Manuela, moradores que foram em Eiró, Rouças, termo de Melgaço. // Casou na igreja da Vila de Melgaço, a 26/4/1833, com Maria Joaquina, filha de Vicença Gonçalves, de Cecriños, bispado de Tui. Testemunhas: José Joaquim Gomes, Vitorino Joaquim Gonçalves e A.J.R., mordomo. (Padre M.J. Quintela). // Depois de viúvo voltou a casar, na igreja de SMP, a 21/4/1852, com Maria de Jesus, filha de Manuela Maria, de Alveios, Galiza. Testemunhas: C.C.S. e Manuel Joaquim Domingues, solteiro, morador em Galvão de Baixo.
ALVES, João Manuel. Filho de Josefa Teresa Alves, de Padrenda, Tui, criada de servir na Vila de Melgaço. Nasceu em SMP a 22/9/1850 e foi batizado pelo padre João Evangelista de Sá Sotto Mayor a 24 desse mês. Padrinhos: João Manuel Domingues Marques e Maria Helena (ou Telma) Solheiro. {Este assento foi feito a 11/12/1871 (já a sua mãe tinha morrido), para ele poder casar}. // Casou na igreja da Vila, a 7/1/1872, com Emília Carolina, de 32 anos de idade, solteira, exposta, batizada na freguesia de Badim, termo de Monção. Testemunhas do casamento: Jacinto Ventura da Lama e sua mulher, Maria do Carmo, moleiros, de SMP.
ALVES, Rosa Maria. Filha de ---------- Alves e de -------------------------------------. Nasceu na Vila a --/--/18--. // Em 1912 era dona de uma tasca no Rio do Porto. Nesse ano andou à zaragata com Maria Rodrigues (a Poltrona), de Messegães, Monção, por esta não lhe pagar o que tinha comido e bebido, tentando fugir para a sua terra, acabando por ser expulsa do concelho pelas autoridades de Melgaço. // Nesse mesmo ano, a 24 de Novembro, deu uma grande tareia em Felisbela Cândida Fernandes (Belabucha), sua conterrânea, por razões mesquinhas, segundo o jornal.
Filha de António Caetano Alves, carpinteiro de profissão, e de Maria Angélica Monteiro, moradores no lugar do Barreiro. Neta paterna de António Joaquim Alves e de Maria Joaquina Pires; neta materna de António Manuel Fernandes Monteiro e de Rosa Caetana de Sousa. Nasceu em Chaviães a 19/9/1886 e foi batizada pelo padre BARP a 30 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno, viúvo, e a avó paterna, casada. // Casou na igreja de Chaviães a 26/12/1908 com Júlio José Domingues, de 21 anos de idade, solteiro, natural de Paços. // Faleceu na freguesia de Paços a 23/1/1972. // Com geração.
Filha de António Luís Alves, lavrador, de Chaviães, e de Ludovina Rosa Rodrigues, da Vila de Melgaço, moradores no lugar do Barraço. N.p. de José Luís Alves e de Marcelina Rosa; n.m. de António Tomás Rodrigues e de Teresa Benedita Cardoso. Nasceu em Chaviães a 11/9/1884 e foi batizada pelo padre BARP a 17 do mesmo mês e ano. Padrinhos: Francisco Pedreira, solteiro, lavrador, e Ana Joaquina Rodrigues, solteira, ambos da Vila. // Faleceu no lugar do Barraço, Chaviães, a --/--/1915, com apenas 31 anos de idade
ALVES, Manuel Luís. Filho de Francisco José Alves e de Maria Rosa Ferreira, lavradores, padernenses. Nasceu em Paderne por volta de 1859. // Tinha 32 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar de Barreira, quando casou na igreja do mosteiro a 9/2/1891 com Joaquina Rosa Rodrigues, de 30 anos de idade, solteira, doméstica, natural de São Paio, moradora no lugar de Baratas, filha de António José Rodrigues e de Maria Angélica Afonso, rurais, sampaienses. Testemunhas: António Joaquim Gregório, casado, carpinteiro de profissão, morador no lugar da Costa, e António Joaquim Gonçalves, casado, sapateiro, residente no lugar de Crastos.
ALVES, Maria do Carmo. Filha de Caetano Alves e de Marcelina Rosa Lamas (*), lavradores, residentes em Barro Grande. Nasceu por volta de 1845. // Era solteira, jornaleira, e morava em Penso, quando deu à luz uma criança do sexo masculino, a qual morreu logo ao nascer, a 26/9/1863, sem nome, em casa de sua mãe, Marcelina Rosa Lamas, de Barro Grande, Penso, que a sopeou em casa, sendo depois sepultada na igreja. // Faleceu em Barro Grande a 30/11/1914, com 69 anos de idade . /// (*) Marcelina Rosa Lamas depois de viúva teve uma filha, Angelina Lamas, nascida em Penso em 1858.
ALVES, Francisco José. Filho de Manuel António Alves e de Josefa Clara Rodrigues, moradores no lugar de Cavaleiros. Nasceu em Rouças por volta de 1826. // Rural. // Casou na igreja de Rouças a 19/2/1857 com Carlota Joaquina, filha de António Joaquim Rodrigues Pereira e de Maria Teresa Gomes, de Paçô. // Testemunhas: padre Manuel José de Sousa, de Bilhões, e Bento de Nossa Senhora do Carmo, do lugar da Igreja. // Morreu em Rouças a 25/12/1886, apenas com os sacramentos da penitência e extrema-unção, com 60 anos de idade, no estado de viúvo de Carlota Joaquina Pereira, sem testamento, com quatro filhos, e foi sepultado no cemitério da freguesia.
CLARO, Pedro Alves. // Casou na Vila de Melgaço a 27/4/1642 com Fiilipa de Castro e Sousa, filha natural de Lopo de Sousa, irmão de João de Sousa e Castro, administrador do morgado do Fecho. Aquando do casamento ela foi dotada por este seu tio. Ele, noivo, foi dotado com alguns bens a 26/5/1646, por sua tia Maria Rodrigues, solteira, moradora nas Várzeas. A 28/2/1656 compraram a António Vaz e sua mulher, Maria Alves, lavradores, de Trás do Coto, um campo de castanheiros, chamado dos Carvalhais, sito na freguesia de Prado. // Com geração.
Avós paternos: António Alves e Vitória Alves; Avós maternos: Manuel Dias e Germana Dias; Averbamentos: Com o nome de Manuel Alves, casou catolicamente com Maria da Ascensão Perestrelo, em 1943-12-23, na igreja de Santa Luzia, na freguesia de Santa Luzia, concelho do Funchal, reg. n.º 569/1943, da CRC do Funchal. Faleceu em 1956-09-08, reg. n.º 1012/1956, da CRC do Funchal.
Avós paternos: Francisco Alves e Maria de Jesus; Avós maternos: João Alves e Maria de Jesus; Averbamentos: Com o nome Francisco Alves, casou civilmente com Maria Bela Teixeira Petito, em 1939-06-19, no Funchal, reg. n.º 269/1939, da CRC do Funchal. Informatizado sob o n.º 91/2019, da CRC do Machico.
Avós paternos: Daniel Alves e Maria Alves; Avós maternos: Manuel da Silva e Maria Francisca da Silva; Averbamentos: Com o nome de Arlete Alves, casou civilmente com Albertino Saraiva das Neves, em 1948-10-17, em 1ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa, concelho de Lisboa, reg. n.º 687/1948, da 1ª CRC de Lisboa. N.º 2 - Faleceu em 1965-11-14, na freguesia de Amadora, concelho de Amadora.
Avós paternos: João Alves e Rosa de Gouveia; Avós maternos: Joaquim Alves e Maria de Jesus; Averbamentos: Com o nome João Alves, casou civilmente na Repartição do Registo Civil com Maria de Nóbrega, em 1930-07-23, em Santa Cruz, reg. n.º 56/1930, da CRC de Santa Cruz.
Avós paternos: Isidoro Alves e Maria da Conceição; Avós maternos: Manuel Alves e Maria Rosa; Averbamentos: Com o nome de Maria Alves, casou catolicamente com António de Abreu, em 1950-06-12, na igreja de Santa Lúzia, reg. n.º 300/1950, da CRC de Santa Cruz. Readquiriu a nacionalidade Portuguesa.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rodrigo Martins de Meneses da Silva Basto e José Belmiro da Silva Ribeiro, outorgando ambos em representação da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães 2º Outorgante: Fernando Duarte Teixeira Alves e sua esposa Maria Luísa de Vasconcelos Machado Teixeira Alves
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José de Almeida e esposa Maria de Lurdes Alves Peixoto, que também usa o nome de Maria de Lurdes Alves Peixoto 2º Outorgante: José de Lima Gonçalves, casado com Gracinda Maria Rodrigues Pinheiro Gonçalves
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Serafim Ferreira de Oliveira e esposa Albertina Maria de Azevedo Alves Caramalho, que também usa o nome de Alberina Maria de Azevedo Alves Caramalho de Oliveira 2º Outorgante: Júlio da Silva, casado com Maria dos Prazeres de Almeida e Silva
"Note-se o caderno de apontamentos na algibeira do casaco e a caneta no bolso superior, a boina (que parece ter começado a usar no início dos anos 40). Na esadia em Porto Manso em 1945, o escritor esteve a viver na casa onde também residira o Barão de Forrester", informação retirada da monografia: Alves Redol: fotobiografia: fragmentos autobiograficos, p.59;
Filho de ----------- Alves e de ---------------------------------------. Nasceu por volta de 1904. // A 9/7/1912 fez exame do 1.º grau com o professor António Vitorino da Cunha obtendo um ótimo. // Faleceu a 29/8/1962, com 58 anos de idade. // Está sepultado no cemitério de Chaviães. // (Era parente de Carlota Maria Rodrigues).
Filha de João Francisco Alves, lavrador, e de Rosa Pinheiro. // Casou com Luís António Cortes, seu conterrâneo. // Faleceu com cinquenta e dois anos de idade, a 22/3/1863, na sua casa de Gondufe, Chaviães, e foi sepultada na igreja. // Deixou duas filhas.
Filha de João Caetano Alves e de Ana Luísa (ou Ana Rosa) Pereira, proprietários. Nasceu em Chaviães por volta de 1828. // Proprietária. // Casou com Manuel Tomás de Magalhães. // Faleceu na Praça do Comércio, Vila de Melgaço, onde morava, a 22/3/1901, com todos os sacramentos, no estado de viúva, com 73 anos de idade, com testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério municipal.
Filho de António Joaquim Alves e de Antónia Maria Esteves. Nasceu em Chaviães por volta de 1816. // Lavrador. // Casou com Maria Teresa de Jesus Gomes Vieira. // Faleceu a 18/12/1893, em sua casa de morada, sita no lugar de Soengas, com todos os sacramentos, com 77 anos de idade, no estado de viúvo, com testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja paroquial.
Nasceu na freguesia de Chaviães por volta 1820. // Casou com. Morreu a 7/10/1883, em casa de morada de Júlio Alves, sita no lugar da Igreja, onde ele era criado de servir, com todos os sacramentos, com sessenta e três anos de idade, no estado de casado, ou viúvo, sem testamento legal, sem filhos, e foi sepultado no adro da igreja (2.º).
Filha de João Francisco Alves e de Maria Rosa Pinheiro. Nasceu em 1815. // Lavradora. // Faleceu no estado de solteira, a 18/6/1872, com cinquenta e sete anos de idade, na sua casa do Cortinhal, Chaviães. // Fizera testamento. // Não deixou descendência. // Foi sepultada na igreja.
Filha de Francisco José Alves e de Maria Benta Salgado, naturais de Chaviães. Nasceu em 1794. // Casou com José Inácio Esteves, seu conterrâneo. // Faleceu a 17/9/1864, com 70 anos de idade, na sua casa do lugar do Pico e foi sepultada na igreja paroquial. // Escreveu o padre: «fez testamento em nota de mão, comum com seu marido, de cujo matrimónio não houve filhos».
Filho de Caetano Alves e de Luísa de Sousa, lavradores, coussenses. Nasceu em Cousso por volta de 1835. // Lavrador. // Faleceu a 1/11/1905, no lugar de Cousso, com todos os sacramentos da igreja católica, com setenta anos de idade, casado com Rosa Pereira, sem testamento, deixou filhos, e foi sepultado no adro da igreja paroquial.
Filho de António Alves e de Maria Domingues. Nasceu em Cousso por volta de 1834. // Faleceu a 17/6/1896, no hospital da Vila de Melgaço, com todos os sacramentos da igreja católica, com sessenta e dois anos de idade, no estado de casado com Clara Gonçalves, sem testamento, e foi sepultado na igreja da sua freguesia natal. // Deixou uma filha.
ALVES, Manuel Caetano. // Casou com Benita Baldera. // A sua esposa faleceu na Rua Verde de São Gregório, freguesia de Cristóval, a 2/4/1858, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultada na igreja no dia 3; não teve missa, nem ofício, por ser tempo impedido. No entanto, o viúvo mandou rezar por sua alma trinta missas e os ofícios do costume de sete padres.
ALVES, Maria Angélica. // Faleceu a 28/2/1839, no estado de casada com José Francisco Vaz, de Lapela, Fiães, e foi sepultada na igreja do mosteiro a 1/3/1839. // Teve ofício de corpo presente da irmandade. // O seu viúvo pagou dois ofícios e 23 missas.
ALVES, Francisca Rosa. // Nasceu em Penso por volta de 1824. // Faleceu a 7/2/1908, numa casa de residência de Libânia de Magalhães, sita no lugar da Barqueira, Alvaredo, com todos os sacramentos, solteira, com oitenta e quatro anos de idade, sem testamento, sem filhos, e no dia 9 foi sepultada no cemitério daquela freguesia. // Era mendiga.
ALVES, Rosa Teresa. Filha de Caetana Vasques, camponesa. Nasceu em Penso por volta de 1801. // Lavradeira. // Faleceu em Lages, onde morava, a 21/4/1877, com 76 anos de idade, viúva de João António de Faria Peixoto, e foi sepultada na igreja. // Deixou descendência.
ALVES, Luís António. Filho de Teresa Álvares, solteira, moradora em Real, nascida em Colonellos, freguesia de Santa Maria de Leirado, bispado de Ourense. N.m. de António Álvares e de Benita Esteves, do dito lugar galego. Nasceu em São Paio a 17/8/1820 e foi batizado a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António Álvares, solteiro, e sua irmã Rosa Maria, de Real.
ALVES, António José. // Natural do lugar de Real. // Morreu no estado de viúvo, com todos os sacramentos, menos o da extrema-unção, por a doença não o permitir, sem testamento, a 20/9/1851, e foi sepultado na igreja paroquial, com ofício de corpo presente de cinco padres, no dia seguinte.
ALVES, António Xavier. Filho de João Manuel Alves e de Maria do Carmo Fernandes, lavradores, ele natural de Paderne e ela natural de São Paio. N.p. de Ana Joaquina Alves; n.m. de Francisco Fernandes e de Maria Benedita Durães. Nasceu no Barral, São Paio, a 23/3/1866 e foi batizado pelo padre Luís Manuel do Souto Monteiro dois dias depois. Padrinhos: António Xavier Palhares Falcão e Teresa Delfina Gomes Pinheiro. // Casou com Filomena Albina, de 18 anos de idade, filha de Vitorino José de Castro e de Carolina Rosa Alves, na igreja de Prado, de onde ela era natural, a 19/8/1894. // Nessa freguesia teve uma oficina, ficando conhecido por “Soqueiro de Bouça Nova”. // Morreu na Bouça Nova, Prado, a 21/5/1942. // São pais de sete filhos, entre eles de António Augusto, nascido a 18/9/1922, o qual casou com Maria Augusta de Melo e foram para Angola e depois para o Brasil (1963); e avós de Fernando Augusto, economista, e colaborador de uma rádio brasileira, casado e com filhos.
ALVES, Maria Teresa. Filha de Manuel Álvares e de Maria Joaquina Carvalho, moradores em Soutulho. N.p. de Maria Rosa Rodrigues, solteira, do Regueiro; n.m. de Jerónimo Carvalho e de Maria Vitória Sanches, de Soutulho. Nasceu em São Paio a 4/6/1820 e foi batizada no dia seguinte. Madrinha: Teresa Joaquina, solteira, filha de José Codesso, de Quingostas.
ALVES, Maria Rosa. Filha de Manuel Álvares e de Ana Vaz, moradores no lugar da Carreira. N.p. de André Álvares e de Maria Esteves, do Paço; n.m. de Francisco Vaz e de Maria Rodrigues, da Carreira. Nasceu em São Paio a 2/8/1803 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: Manuel Domingues e sua mulher Maria Durães, da Raza.
ALVES, Maria Rosa. Filha de António José Álvares e de Maria Luísa Lourenço. N.p. de Manuel Álvares e de Maria Afonso, todos da Costa; n.m. de António Lourenço e de Maria Vaz, da Carpinteira. Nasceu em São Paio a 31/7/1800 e foi batizada a 1 de Agosto desse ano. Padrinhos: Joaquim Pinheiro e sua irmã Antónia, do lugar da Raza.
ALVES, Maria Joaquina. Nasceu em Melgaço por volta de 1818. // Doméstica. // Faleceu na sua casa da Rua Direita, SMP, a 18/3/1908, só com o sacramento da extrema-unção, com 90 anos de idade, sem testamento, com filhos, viúva de Miguel José Rodrigues (ver), e foi sepultada no cemitério municipal. // Com geração.
ALVES, Francisca Luísa. // Morou no lugar (dos Bajos), arrabaldes da Vila de Melgaço. // Faleceu a 24/3/1834, casada com António Joaquim de Sousa, e foi amortalhada em hábito de freira e sepultada na igreja matriz com ofício de corpo presente de dez padres.
ALVES, João Caetano (Tirão). Filho de Maria Rodrigues, solteira. Nasceu nas Carvalhiças, SMP, nos inícios do século XIX. // Casou no lugar do Buraco, Prado, com Maria Teresa, filha natural de Ana Rosa Souto (e de um indivíduo de apelido Magalhães, da Carvalheira, Chaviães), neta paterna (por bastardia) do Dr. João Caetano Abreu de Magalhães. // Era bisavô paterno de Aldomar (Mário de Prado).
ALVES, José da Purificação. Filho de Libânia Maria Alves, solteira (casou em 1905 com Belchior Herculano da Rocha), lavradora, de SMP, residente na Rua de Baixo. N.m. de João António Alves e de Maria Teresa Lourenço. Nasceu a 2/2/1896 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: José Maria Alves, solteiro, serralheiro, tio materno, e Sara dos Prazeres Azevedo, solteira. // Apesar de ter sido batizado em casa no dia em que nasceu, por recearem a sua morte, acabou por sobreviver e tornar-se um rapaz normal. Em Julho de 1908 fez exame do 1.º grau e obteve um bom. // Aprendeu a arte de serralheiro com seu tio e padrinho e pertenceu à banda de música (Associação Artística Melgacense). // Em 1913, por ter sido atingido no peito com um ferro em brasa, foi operado no Hospital da Misericórdia do Porto. O ferimento deve ter sido profundo e o moço não resistiu a ele. // Faleceu a 12/2/1914, quinta-feira, na sua casa da Rua Direita, Vila. Foi muito chorado pela família e pelos amigos.
Requerimento nº 1020, 15/07/1999: Processo de troca de licença de condução de velocípede com motor nº 4317, emitida pela Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha em 07/10/1981, por licença de condução de ciclomotor, em nome do requerente: Francisco José Alves Pinto
Processo nº 1500, 1975: Processo de concessão de licença de condução de velocípede sem motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 19/02/1975, em nome do requerente: Luís Fernandes Amante Alves Licença de condução velocípede registada com o nº 1499
Processo disciplinar contra Eduardo Alves Espinheira, pároco de Ermesinde, concelho de Valongo e distrito do Porto, de que resultou a proibição de residir durante um ano dentro dos limites do distrito, além de perder os benefícios materiais do Estado. O referido reverendo substituiu Paulo António Antunes que se refugiou em Espanha.
Na semana da inauguração da Exposição realizou se dois colóquios, um sobre o Redol e o teatro português, com participação de Bernardo Santareno e Glicínio e outro colóquio sobre a obra literária de Alves Redol, com participação de Maria Antónia Palla, Manuel ferreira e José Coelho Pinheiro. Refere que o grupo de teatro «Joaquim António de Aguiar» levaram à cena a peça "Forja".
Referência a escritura para o Centro Popular Alves Redol que não pode ser pública. Nas Caldas da Rainha formou-se um grupo de apoio ao Centro Popular e o grupo cénico caldense está a estudar a peça "O Destino morreu de repente" para levar à cena.
ALVES, Jaime César. Filho de Ricardo Alves, natural da freguesia de Santiago de Achas, bispado de Tui, morador na cidade de Lisboa, e de Maria Gonçalves, de Alvaredo, Melgaço, residente no lugar do Maninho. Neto paterno de José Álvares e de Pilar Álvares; neto materno de Maria Gonçalves. Nasceu em Alvaredo a 15/11/1898 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Feliciano Fernandes e Rosalina Soares de Castro, solteiros, lavradores, do Maninho. // Casou na Conservatória do Registo Civil de Melgaço a 24/5/1922 com Ana, de 21 anos de idade, natural de Alvaredo, filha de Francisco António Besteiro e de Antónia Besteiro, de quem se divorciou em 1950. // Nesse ano de 1950 era instrutor de condutores-auto em Lisboa; também nesse ano veio visitar Alvaredo na companhia do empregado comercial José Alves (NM 945, de 3/9/1950). // Casou em segundas núpcias a 18/6/1952, na 4.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa, com Maria… // A 29/6/1965 celebraram o casamento católico na igreja do mosteiro dos Jerónimos. // A sua segunda esposa finou-se na freguesia de Santa Maria de Belém, Lisboa, a 24/7/1970. // Ele faleceu a 3/12/1972 na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, Lisboa. // Pai de Alice de Lurdes Alves (1924-2004).
ALVES, Maria José. Filha de João Manuel Alves e de Maria Pires, rurais, moradores no lugar do Padreiro. N.p. de Romão Alves e de Rosa Pires; n.m. de Manuel Pires e de Maria Manuela Esteves, do Maninho. Nasceu a 25/3/1841 e foi batizada no dia 26 do mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel António Martins e Maria José Alves, do Maninho. // Casou na igreja de Alvaredo a 23/4/1883 com José Maria, de 23 anos de idade, solteiro, lavrador, natural da freguesia de São Cristóval de Mourentão, concelho de Caniça, morador no lugar da Granja (Alvaredo-Paderne), filho de João Salvador Vieites e de Benita Pires. Testemunhas: António José de Castro, lavrador, residente no lugar da Granja, e José Albano Lopes, rural, morador no lugar do Padreiro. // Faleceu na sua casa do lugar do Pinheiro a 2/7/1885, com todos os sacramentos, sem testamento, sem descendência, e foi sepultada no adro da igreja matriz de Alvaredo. // O seu viúvo casou a 5/4/1886 com Adelaide da Pureza Exposta.
ALVES, Manuel Salustiniano (Grilo). Filho de Vicente Alves e de Maria Joaquina Gregório, ele de Várzea Travessa e ela de Portelinha, onde residiam. Neto paterno de Bernardo Alves e de Luísa Esteves; neto materno de Manuel Gregório e de Maria Antónia Domingues. Nasceu a 8/6/1887 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Madrinha: a sua avó materna. // Casou com Joaquina Rosa Gregório, de 20 anos de idade, filha de Manuel António Gregório e de Rosa Benta Gonçalves, natural do lugar de Portelinha, na CRCM, a 14/8/1912. Com data de 25/4/1931, aparece um anúncio seu, no “Notícias de Melgaço” n.º 106, de 26/4/1931, do seguinte teor: «M.S.A., de Corçães, Rouças, convida todas as pessoas a quem ele seja devedor a comparecerem no prazo de trinta dias para serem saldadas [as dívidas], e bem assim os devedores de seu falecido pai, Vicente Alves, para o mesmo efeito.» //) A Guarda Nacional Republicana levantou-lhe um auto de trangressão por ter infringido o artigo 46.º do Código das Posturas Municipais, por consentir silvas na testada de seus prédios (NM 836, de 19/10/1947). // Morreu em Rouças, na Quinta de Corçães, a 29/3/1965, sem geração. Tudo que tinham deixaram a um sobrinho, soldado da GNR, casado. // Era parente dos “Castrejos do Fecho”.
Filha de ------------ Alves e de ------------------------------. Nasceu em ---------------, por volta de 1921. // Faleceu a 4 de Novembro de 1970, com quarenta e nove anos de idade. // O seu corpo foi sepultado no cemitério de Chaviães. // Na sua campa também está enterrado Maximiano Veloso (1905-1984), natural da freguesia de Rouças, concelho de Melgaço. // Com geração.