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Pasta que contém o inventário do extinto Convento de S. José. “Auto de posse por parte da Fazenda Nacional que tomou o substituto do administrador do concelho de Évora do edifício e mais pertenças do suprimido convento Novo de São José, desta cidade”. Neste auto de posse no edifício do convento estavam presentes: o substituto do administrador do concelho de Évora, António Joaquim Ramos, o escrivão da Fazenda, Domingos Júlio dos Santos, o oficial de diligências, Francisco de Sousa Freitas, e três testemunhas. A tomada de posse dizia respeito ao edifício e suas pertenças e bens móveis nele existentes, tanto alfaias como objectos próprios do culto e também o mobiliário de uso profano e o arquivo do Convento. Na mesma pasta segue-se um documento da recebedoria de Évora datado de 22 de Outubro de 1886, relativo a papel moeda e metal, num valor total de 490$800 reis encontrado no cofre do Convento. Está também uma carta do inspector da Fazenda do distrito de Évora datada de 22 de Outubro de 1886, dirigida ao administrador do concelho onde ele o informa que quem irá representar o arcebispo no acto da inventariação dos objectos destinados ao culto, é o padre José Joaquim Abrantes,prior da freguesia da Graça do Divor, que pode também assinar o termo de depósito. Há ainda a referência a “dois títulos no valor nominal de 29.200$000 e em metal 1.200$000 que tudo possuía o suprimido Convento”. Emitido pelo inspector da Fazenda, dirigido ao escrivão da Fazenda e datado de 3 de Dezembro de 1886. Existe um outro inventário, datado de 21 de Janeiro de 1887, dos objectos pertencentes ao convento e que são destinados à Academia Real das Belas Artes de Lisboa. Estes objectos foram escolhidos pelo conservador e secretário do Museu de Belas Artes, Manuel de Macedo Pereira Coutinho. Segue-se o auto de inventário dos objectos destinados ao culto divino, que foram para a paróquia da Graça do Divor, feito a 16 de Março de 1887 no extinto Convento. Há mais um inventário dos bens móveis pertencentes ao extinto Convento feito aos 23 de Abril de 1887. Estavam presentes o administrador do concelho, Martinho Pedro Pinto Bastos, José Maria Gutierres, depositário destes bens, Manuel Lopes da Silva e José António de Oliveira, ambos louvados nomeados para avaliarem estes bens e o escrivão da Fazenda, Domingos Júlio dos Santos, encarregado de fazer este inventário. Depois do juramento sobre os Santos Evangelhos, os louvados encarregaram-se de examinar todos os objectos para assim lhes ser dado o respectivo valor. Segue-se um ofício do inspector da Fazenda do distrito de Évora, datado de 14 de Junho de 1887, dirigido ao escrivão da Fazenda autorizando que este venda em hasta pública dos objectos de uso profano, que constam desta relação/inventário. Segue-se um ofício do administrador substituto do concelho a mandar publicitar em seis locais do costume, a relação dos bens a vender a partir de 3 de Julho de 1887. Feito em 26 de Junho de 1887. Segue-se o edital a afixar nos ditos locais. Datado de 27 de Junho de 1887, assinado pelo escrivão da Fazenda. Consta de seguida um Auto de Praça e Almoeda. Este auto decorre 3 de Julho de 1887 no extinto Convento e é o inicio da venda em hasta pública. De forma sucessiva constam os números dos objectos do inventário geral e quanto renderam na dita hasta pública. Neste dia ficou suspensa a venda porque haviam ainda muitos objectos para vender e era necessário contar o dinheiro. Venderam apenas até ao Nº 543. Renderam 52.885 reis. Continuaram no dia seguinte à mesma hora. A 5 de Julho de 1887 concluiu-se a venda e arrematação dos ditos objectos que renderam na totalidade 153$620 reis. Este montante fora entregue na recebedoria do Concelho de Évora. Segue-se a despesa com o leilão no convento de São José nos dias 3, 4 e 5 de Julho de 1887. Somaram estes gastos 1$740 reis. Está junto o registo deste depósito. Por fim há um Termo de exoneração de depósito. Com a venda dos objectos de uso comum, José Maria Gutierres fica livre do encargo de depositário dos objectos.
Estudou advocacia em Coimbra e arte em Paris. Os seus estudos sobre os Painéis de São Vicente de Fora, permitiram-lhe atribuir a autoria de grande parte deles a Nuno Gonçalves. Publicou o livro " O Pintor Nuno Gonçalves" com os estudos que efetuou e que lhe permitiram identificar e validar a autoria dos painéis de S. Vicente de Fora. Foi o primeiro diretor do Museu Nacional de Arte Antiga, junto ao qual existe hoje um largo com o seu nome (Largo José de Figueiredo). O museu criou o Instituto José de Figueiredo também em sua homenagem. Dedicou a sua vida à arte e à procura de objetos da arte Portuguesa espalhados pela Europa, principalmente em França e na Holanda. Adquiriu grande parte do espólio que hoje se encontra exposto no Museu de Arte Antiga em Lisboa. O seu irmão era proprietário da Casa de Farelães, no Minho, sendo este um dos mais antigos solares da Península Ibérica e ainda hoje na posse da família Figueiredo. Foi tio do ilustre Dr Manuel de Figueiredo, escritor e pensador que foi durante vários anos o diretor do Museu de Soares dos Reis no Porto. Neste mesmo museu funciona ainda hoje a sede do Ciclo Dr José de Figueiredo, que se dedica à promoção e restauro de obras de arte em Portugal. A Academia Nacional das Belas-Artes em homenagem ao seu primeiro diretor, atribui um prémio com o seu nome aos melhores livros publicados em Portugal sobre arte e património. Encontra-se colaboração da sua autoria na revista luso-brasileira Atlantida (1915-1920) e ainda na revista Lusitânia (1924-1927). Foi agraciado com os seguintes graus das Ordens Honoríficas Portuguesas: Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (14 de fevereiro de 1920), Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo (28 de julho de 1933), Grande-Oficial da Ordem da Instrução Pública (7 de setembro de 1935) e Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (14 de novembro de 1936). In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jose_de_Figueiredo
Declara que é o presidente da Câmara que vai presidir à sessão solene e que estão a fazer o pau para a bandeira da Madre de Deus. Descreve o funeral do Jordão. Informa que o Cardoso ofereceu um exemplar da sua separata " Mestre de Campo. Álvaro de Sousa e o Terço organizado em Guimarães em 1639" ao Arquivo e ao Museu Regional. Refere-se à demora dos correios na entrega das suas cartas a Alfredo Pimenta. Tece críticas ao Correia Marques por não ter publicado o que lhe pediu e por não ter acusado a receção da carta. Acusa a receção das provas que vai entregar ao Antonino. Comunica que para o número especial arranjou colaboração do Álvaro Dória, do Monsenhor Ferreira, de Braga, e do Joaquim Costa, do Porto. Disponibiliza-se, juntamente com o João Rocha, a equipar a casa da Madre de Deus. Reporta-se ao desaparecimento da bandeira do castelo de Guimarães. Afirma que o "Diário do Minho" foi o único que foi correto a propósito da conferência de Alfredo Pimenta. Comenta as notícias sobre a Segunda Guerra Mundial.
Boletim Municipal do mês de Novembro de 1990. Possui os seguintes artigos: - Vidigueira vai ter escola profissional - Noticiário: - Obras de revalorização em espaços públicos; - Visita do Lions Clube de Sines à Vidigueira (geminação); - Arranjo da cobertura do Externato e da Casa do Conselheiro; - Conclusão da captação de água para reforço ao abastecimento domiciliário a Pedrógão e a Marmelar; - Arranjo de estradas; - Aumento do valor das bolsas de estudo; - Pavimentação dos arruamentos do cemitério de Vidigueira; - Adjudicação do Plano Director Intermunicipal; - Execução da fossa séptica de Selmes; - Venda de loteamentos para habitação própria na estrada de Vila de Frades; - “O Museu da Música Regional portuguesa”, exposição de instrumentos musicais; - Segunda edição da Feira do livro; - Exposição “Os Beatles e os anos 60”; - Sessões de cinema infantil na Biblioteca Municipal; - Peças oferecidas ao futuro Museu da Vidigueira vão estar brevemente em exposição; - Apelo à população para oferta de objectos para o futuro Museu.
Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério do Reino, de 5 de fevereiro de 1907, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 8 de fevereiro.
Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério do Reino, de 26 de novembro de 1906, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 5 de dezembro, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 28 de fevereiro de 1899, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 6 de março, escrito sobre o ofício.
Pedido formulado pela comissão executiva da Câmara Municipal do de Guimarães, distrito de Braga, de cedência, nos termos do artigo 104.º da lei de 20 de abril de 1911, da antiga casa do Cabido, anexa à Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, para a instalação de um museu regional de arte sacra da cidade de Guimarães. Inclui documentação proveniente da Sociedade Martins Sarmento, promotora da instrução popular no concelho de Guimarães, solicitando a entrega dos objetos de valor artístico ou histórico existentes no edifício de Nossa Senhora da Oliveira; pedidos de parecer à Direção Geral de Belas Artes sobre a instalação de um museu de arte sacra.
Transferência de objectos de arte existentes no Paço Episcopal de Castelo Branco para o Museu Municipal a pedido da Câmara Municipal de Castelo Branco. Ouvido o Conselho de Arte e Arqueologia - 2.ª circunscrição de Coimbra, foi de parecer que alguns desses objectos devessem ser incorporados no Museu Nacional Machado de Castro. Porém, a Comissão Central deliberou no sentido da sua permanência naquela localidade com vista a não "produzir atritos e perturbações locais" e ainda "considerando que muito interessa fomentar o enriquecimento dos museus de província, onde os interessados poderão ir buscar ensinamentos".
Acontecimentos relacionados com o arrolamento de um relicário que fora de Ordem Militar de São Bento de Avis, que pretensamente teria servido a Nuno Álvares Pereira e sua incorporação no Museu Nacional de Arte Antiga. Apesar da concordância da Comissão Central de Execução da Lei da Separação, os dois conservadores do Museu Nacional de Arte Antiga - Luís Keil e Virgílio Correia Pinto da Fonseca - não puderam recolher o objecto artístico dado o sino da igreja ter tocado a rebate e se ter juntado povo no largo da igreja impedindo a saída do relicário. Contém cópia do auto de ocorrência, inquérito, recortes de jornais e uma fotografia a preto e branco do relicário
Cedência, a título de depósito, ao Museu Grão Vasco de Viseu, de um dos três tinteiros de prata, com prata e dois depósitos, que tinham sido arrolados à Junta Geral da Bula da Cruzada. Os referidos tinteiros tinham sido considerados pelo Conselho de Arte e Arqueologia da 1.ª circunscrição como dignos de figurarem nos museus do Estado. Tendo o Museu Nacional de Arte Antiga requisitado os três tinteiros, a Comissão Central de Execução da Lei da Separação deliberou entregar apenas um, ficando os restantes dois para outros museus do Estado.
Fotografia de Fernando Garcia. No verso consta a seguinte dedicatória: “A seus primos como testemunho de muita amizade. Off. Fernando Garcia. Coimbra, 9-4-1894”. Possui na parte inferior do cartão onde se encontra afixada a fotografia, identificação de fotógrafo onde se pode ler: “Adriano da Silva e Sousa – Rua do Museu, 4 Coimbra”. No verso do cartão onde se encontra a fotografia, a preenche-lo, encontramos marca ou identificação da casa de fotografia, podendo ler-se: “Photographia Academica Conimbricense / Adriano da Silva e Sousa – Rua do Museu n.º 4 Coimbra”.
Domingos Pulido Garcia. Vidigueira. Possui na parte inferior do cartão onde se encontra afixada a fotografia, identificação de fotógrafo onde se pode ler: “Adriano da Silva e Sousa – Rua do Museu, 4 Coimbra”. No verso do cartão onde se encontra a fotografia, a preenche-lo, encontramos marca ou identificação da casa de fotografia, podendo ler-se: “Photographia Academica Conimbricense / Adriano da Silva e Sousa – Rua do Museu n.º 4 Coimbra”. Consta ainda no verso a seguinte dedicatória: “Ao seu prim muito amigo Domingos Simão Pulido Garcia como prova de sincera estima e amizade, off. Domingos Pulido Garcia. Junho de 1894, Coimbra”.
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, no palco e da esquerda para a direita, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos, uma personalidades não identificada a discursar, o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas e o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 7".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, ao centro, o homenageado a receber flores de uma atriz da Companhia de Teatro de Almada, acompanhado à direita da imagem pelo diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite e o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas e à esquerda da imagem, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos e outra personalidade não identificada. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 6".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, no palco e da esquerda para a direita, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos, uma personalidades não identificada, o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas a discursar e o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 4".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, no palco e ao centro, o homenageado acompanhado à direita da imagem pelo diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite e o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas e à esquerda da imagem, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos, uma personalidades não identificada. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 2".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, no palco e da esquerda para a direita, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos, uma personalidades não identificada, o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas e o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 3".
Boletim Informativo dos meses de Março e Abril de 1999. Contém os seguintes artigos: - Alargamento da Rede Escolar; - Pomonas Camonianas; - Feira de Antiguidades e Velharias; - Pomona Divindade dos Frutos e dos Jardins; - Histórias do Património do Concelho de Constância; - Montalvo em busca de uma identidade; Grupo de Acção e Dinaminização Cultural de Montalvo; - Vamos Mergulhar no Livro; Ana Paula Tracana; - Festas de Nossa Senhora da Boa Viagem; - Carta Arqueológica do Concelho de Constância; Cerâmica de Constância, Arqueologia; ratinhos de Constância; - Protocolo de Colaboração entre o Museu Dos Rios e Artes Marítimas o Museu Rural e Etnográfico de Alviobeira.
Documento
Membro da Guarda Real da Rainha D. Amélia, estribeiro-mor da Casa Real, comandante do Regimento de Lanceiros N.º 2, antigo Regimento de Cavalaria Lanceiros 2 D'El Rei, primeiro director do Museu Nacional dos Coches, serviu como coronel às ordens do rei D. Carlos I e foi coronel honorário do rei D. Manuel II. Participou na instrução militar dos Príncipes Reais, Luís Filipe e Manuel. Na revolução republicana de 5 de Outubro de 1910, distinguiu-se, junto com Paiva Couceiro, nos combates pelas hostes leais ao Rei com o seu regimento na defesa da monarquia. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Augusto_de_Albuquerque
Fiel da Fonseca Viterbo (Porto, Vitória, 25 de Abril de 1873 - Lisboa, 18 de Abril de 1954), foi um matemático, que optou por ser arquiteto, jardineiro e decorador.Terá projetado e decorado uma ampla residência em Coimbra, iniciada em 1923 e concluída em 1925, num num "estilo eclético com acentuadas sugestões do barroco joanino português", para o médico cirurgião Fernando Bissaya Barreto (1886-1974), aquela que é hoje a sede da Casa Museu Bissaya Barreto. Mourou na quinta da fonte, Olivais , Lisboa In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fiel_da_Fonseca_Viterbo
Amadeu Ferraz de Carvalho, figura de relevo da cultura de Tondela, nasceu em 1876 e faleceu em 1951. Formou-se em Direito, pela Universidade de Coimbra, foi professor, membro do Conselho de Arte e Arqueologia de Coimbra, membro do Senado Universitário, delegado no Concelho de Tondela da Secção de Antiguidades da extinta Junta Nacional de Educação. Exerceu, igualmente relevantes funções políticas, nomeadamente administrador do concelho de Benavente e vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra. Foi, ainda, notário na Comarca de Tondela. In: http://obeirao.pt/online/2018/02/08/busto-de-amadeu-ferraz-de-carvalho-doado-ao-museu-terras-de-besteiros/
Fontenla Juan Dominguez nasceu na Guarda a 8 de Outubro de 1869 e faleceu em Santiago a 11 de Março de 1942 , foi um padre, historiador e arqueólogo. galego. Doutor em Teologia, foi professor no Seminário de Tui , capelão das Carmelitas de A Guarda, pároco de O Rosal, São Francisco de Vigo e A Guarda, e cónego nas catedrais de Burgos, Ourense e Tui. Foi professor da Pontifícia Universidade, da Sociedade Arqueológica de Santander e curador do Museu Provincial de Ourense. In: https://gl.m.wikipedia.org/wiki/Juan_Domínguez_Fontenla
Ofício do Governador Civil de Évora solicitando a transferência para o Museu da Biblioteca Pública de Évora, caso seja fornecido um cofre ou caixa forte, de bens arrolados de "subido valor e nomeadamente o conhecido tesouro da Sé que se compõe de jóias muito apreciadas" que pertenceram à Sé de Évora e Paço do Arcebispo.
Ofício do Presidente da Comissão Concelhia de Administração dos Bens Eclesiásticos do Funchal informando ter pedido esclarecimentos ao administrador do concelho sobre os bens pertencentes ao antigo Seminário do Funchal, nomeadamente o Museu de Ciências Naturais, gabinete de física e armários.
Acerca dos bens e mobiliário existente no Paço Episcopal do Funchal a incorporar no Museu Nacional de Arte Antiga, e no Palácio de São Lourenço, para serviço dos governadores civis. Contém relação dos objectos pedidos por ofício de 13 de Dezembro de 1912, para mobilar o Palácio de São Lourenço.
Sobre a venda em hasta pública dos objectos de ouro e prata da antiga Igreja paroquial de Alcanena, onde tinha ocorrido um incêndio em 1915. No Museu Nacional de Arte Antiga foram depositados um colar com cruz, em ouro e esmalte e uma coroa de filigrana, em prata, devido ao seu valor artístico.
Sobre o destino a dar ao edifício da igreja da extinta Misericórdia de Tancos, na margem direita do Tejo, frequentemente inundada pelas águas do Tejo, bem como aos respectivos bens móveis, situada na freguesia de Tancos, concelho de Vila Nova da Barquinha, distrito de Santarém (Proc. 9886); Inicialmente foram cedidos ao Museu Grão Vasco, de Viseu, 90 metos quadrados de azulejos, de apreciável valor artístico, que revestiam interiormente o edifício em ruínas da extinta Misericórdia de Tancos. No entanto, por alegação do director do Museu Regional de D. Lopo de Almeida, de Abrantes, de 5 de Abril de 1926, a cedência anterior foi revogada e todos os bens solicitados por este museu foram-lhe cedidos. Cedência ao Museu de Grão Vasco, de Viseu, de uma escultura primitiva, de pedra, representando a Santíssima Trindade e que não faz falta ao culto, existente na igreja matriz da freguesia de Tancos (Proc. 10187). Pedido de cedência feito pela Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha da antiga igreja da Misericórdia, muito arruinada, situada na margem sul do Tejo, freguesia de Tancos, a fim de ser aproveitado o seu terreno para recreio dos alunos da escola oficial, ficando a Câmara com a responsabilidade de remover para a Igreja matriz da freguesia um velho retábulo e restos de azulejos considerados como as "únicas cousas com algum valor existente na mesma Igreja" (Proc. 13010).
Pedido de cedência da igreja do extinto convento dos frades de Alcácer do Sal, feito pela Câmara Municipal de Alcácer do Sal para instalação de um museu municipal de arqueologia e etnologia, que se achava em parte instalado nos Paços do Concelho.
Pedidos de cedência de imagens, paramentos e várias alfaias religiosas que pertenceram às capelas dos Hospitais Civis de Lisboa e que se encontram depositados no Hospital de São José, em Lisboa, nomeadamente na freguesia de São João Baptista, do concelho de Monção; da freguesia da Caparica, concelho de Almada; e dos párocos das freguesias de Almagreira, São Tiago de Litem e de São Martinho, todas do concelho de Pombal. Inclui informação da Direcção Geral dos Hospitais Civis de Lisboa, de 3 de Novembro de 1930 referindo a degradação de muitos dos objectos que ficaram à guarda dos hospitais e solicitando a venda urgente daqueles objectos, tendo em conta que a Comissão Central de Execução da Lei da Separação do Estado das Igrejas publicara a 24 de Novembro de 1014 uma ordem de serviço determinando que fossem secularizadas as capelas hospitalares e que os objectos de culto se vendessem em leilão com excepção dos que fossem considerados de valor histórico ou artístico, os quais seriam arrecadados no Museu dos Hospitais, em vias de criação. Este leilão nunca se chegou a realizar e os objectos de maior valor artístico foram, quer para o Museu Nacional de Arte Antiga, escolhidos pelo seu Director, quer para as Missões Religiosas dos Padres Seculares ou ainda para figurarem no Museu dos Hospitais. Inclui igualmente relações dos objectos de culto provenientes da Biblioteca do Hospital de São José, em Lisboa que deram entrada no Museu Nacional de Arte Antiga e na Igreja das Trinas.
Acerca da remoção de paramentos guardados numa sala do Paço Episcopal do Funchal - então Liceu do Funchal -, e em risco de conservação, sendo proposta a sua deslocação para diferentes igrejas. Um conjunto de objectos seleccionados pelo Conselho de Arte e Arqueologia destinar-se-ia ao Museu Regional do Funchal.
Pedido de autorização para a realização de cópias dos quadros pintados em tábua representando Santo António provenientes de Évora, da igreja de Ancede e do Museu de Castelo Branco, a fim de figurarem na "Casa de Santo António" edificada no âmbito da Exposição Histórica do Mundo Português de 1940.
Informação dos Serviços do Arquivo-Museu da Junta do Crédito Público fazendo o historial da desamortização dos bens nacionais desde as cortes de 1821 e a extinção das ordens religiosas com vista a reduzir a dívida nacional. Revela ainda as desamortizações relativas ao passal do pároco da Redinha e respetivas arrematações.
Visita do Ministro das Obras Públicas a Viana do Castelo. As fotografias três primeiras fotografias referentes ao Palácio do General Luis do Rêgo têm legenda manuscrita. Visita à Escola Industrial e Comercial situada no Palácio do General Luis do Rêgo e ao Museu Municipal.
Apresentação de propostas de empresas para a execução de fundições em cimento para nove baixos relevo da autoria de Maria keil do Amaral. Solicitação com carácter de urgência devido a atraso por parte da empresa de fundição, da execução e colocação dos baixos relevos em cimento para o Pavilhão de Etnografia Metropolitana - Museu de Arte Popular.
Consulta às empresas de cimento: Companhia de Cimento Tejo; Companhia Geral de Cal e Cimento (SECIL); Empresa de Cimentos de Leiria; António Moreira Rato & Filhos, Lda; Aguiar & Mello, Lda. mapa de medições e orçamento de aquisição de cimento para o Museu das Comemorações Centenárias.
Incorporação no Museu Machado de Castro, de Coimbra, dos objectos do culto valiosos existentes na igreja do extinto Mosteiro do Lorvão, situado no concelho de Penacova e distrito de Coimbra, por solicitação do seu director, dado terem-se registado sucessivos furtos.
Pedido de averiguação da existência de porcelanas de Sèvres nos Palácios Nacionais, destinadas a exposição no Museu das Janelas Verdes. Várias listas de peças de porcelanas de Sévres, existentes nos Palácios Nacionais de Sintra, Pena, Mafra, Queluz e Ajuda (Casa Forte do Palácio das Necessidades) e respectivos estudos sobre a autenticidade das peças.
Bilhete-postal ilustrado