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Freguesia: Caniçada. Inventariante: José Bento Antunes de Carvalho.
Freguesia: Caniçada. Inventariante: José Bento Antunes de Carvalho.
Freguesia: Parada de Bouro. Inventariante: António Joaquim de Carvalho.
Freguesia: Mosteiro. Inventariante: Narcisa Maria Vieira de Carvalho.
O inventariado foi residente em Aguiar. Inventariante: Maria Vicente Carvalho
O inventariado foi residente em Passo. Inventariante: Manuel José Carvalho
Grato pelos informes e o apoio de AP: “Creia que nunca esquecerei o que me diz e sobretudo o que não me diz e faz. Eu também sou assim – aliás estrutura de todos os homens independentes”. Correlaciona os dados que influíram no “ânimo do César” com o triunfo daqueles que “nada valem, mas são quem manda”. Deseja que o livro de AP seja o último a sair dos prelos. “Depois? Não sei ainda o destino”. Alusão às cartas de apoio que tem recebido. Não sabe se pode enviar os livros acabados, dos quais “um notabilíssimo do Artur Montenegro”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Anuncia a chegada a Buarcos; deseja publicar um livro sobre a filosofia de Espinosa: “É o ano do centenário do meu filósofo e sentiria que a bibliografia mundial não acusasse pelo menos um livro em português”. Refere a crítica de AP às lições de Fidelino de Figueiredo, autor que JC aprecia; não sem acusar o correspondente de expor “uma fractura entre os postulados da sua concepção filosófica, e as aplicações sociais desta concepção”. Promete para Outubro o envio duma “carrada de livros” e pergunta pelo andamento das obras de AP que pretende editar. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Continua emperrada a edição dos Estudos (2.º volume). Analisando o texto Martins Sarmento, ao elogio associa a crítica por ter AP omitido “as correntes europeias, na arqueologia sobretudo, de que Sarmento foi, não direi reflexo, mas representante” e estranha o seu cepticismo: “Os factos não importam; o que importa é a dimensão que se dá aos factos, e é neste trabalho do espírito que reside o erro, a verdade ou a probabilidade (…) neste ponto estamos sempre em discórdia”. Adverte AP em não fazer polémica quando se trate de um estudo erudito. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Votos de boas-festas. Concorda com o teor do opúsculo de AP, A quem pertence a casa de Bragança?: “se eu fosse monárquico acompanhá-lo-ia”. Mas em termos jurídicos, discorda que os herdeiros de D. Miguel, excluso, possam ser usufrutuários da Casa de Bragança. Refere um livro de Mário Brandão. Discorda da posição de AP sobre a erudição de Santo António e aconselha-o a ler o seu texto “na História do Peres”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Enternece-se com o artigo de AP na Voz (louvando a acção de JC e da Imprensa da Universidade) que agradece; refere a publicação do artigo sobre a petição universitária e de um outro, de Cabral de Moncada, no Século, que, corrigindo a mão, sintetiza a posição de Ortega y Gasset. Quer ainda escrever novo artigo sobre o dever dos universitários. Concorda com AP sobre o erasmismo de Gil Vicente mas lamenta que não citasse os estudos de M. Bataillon. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Consumada a extinção da Imprensa da Universidade, o “cair da tarde de ontem foi crudelíssimo: todo o pessoal me caiu nos braços a chorar. Foi uma despedida fúnebre, e para além da tortura de ver marchar para o desemprego 50 pessoas, ou antes famílias, o sentimento amargo de que algo morria em Portugal”. Assegura que será o advogado de AP junto da Imprensa Nacional. Anuncia a partida para Buarcos onde permanecerá até 6 de Outubro. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Espera que AP ultime o volume dos Estudos Críticos. Anuncia o envio das Últimas conversações, de Renouvier, e em poucos meses de 2 volumes: a Estética Contemporânea, de Neumann, e as Meditações metafísicas, de Descartes. Anuncia a ida muito provável a França, “percorrendo 4 ou 5 universidades com dois discos, que estou gravando, sobre os humanistas portugueses educados em França, e sobre Antero”. Acha notável o artigo de AP sobre os Vimaranis monumenta. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Votos de bom-ano; anuncia o envio de publicações e a saída do 1.º volume da Biblioteca Filosófica, as Últimas conversações, de Renouvier, traduzidas por António Sérgio. Anuncia outras realizações. Reitera convites a AP: O Discurso sobre o espírito positivo de Comte, ou um tratado de S. Tomás: também refere a Biblioteca de Escritores Portugueses, Scriptores rerum lusitanorum, e Subsídios para a História da Arte. Nova referência a uma Revista de Filosofia; narra a ultimação de um artigo sobre os antepassados de Espinosa. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Acusa a recepção de Vínculos, Cartas de D. Manuel e as críticas a Monzó e Geyser. Faz uma apreciação positiva à parte histórica do primeiro texto mas não à análise sociológica, dada a evolução social contemporânea e a socialização da família; critica os restantes textos, com enfoque na oposição ao argumento ontológico que remete para o problema gnosiológico, abonando, mais uma vez, os antípodas ideológicos em que se situam. Continua a projectar uma revista de filosofia, agora denominada Convívio. Relata a marcha das vendas das obras de AP. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Aliviado dos exames, começou a ler os Novos Estudos, admirando a erudição e autonomia crítica de AP, mas achando as argumentações não convincentes, nem aceitando o cepticismo do prefácio ou as conclusões sobre S.to António, Pedro Hispano, ao contrário do estudo sobre Gil Vicente. Referência à crítica equânime de AP a Cartografia; de Armando Cortesão, cujo texto ainda não estudou. Comenta a redução do plano de publicações comemorativas do centenário da Universidade a “planozito”. Noticia que O ministro não lhe aceitou a escusa, começando dentro de uma semana a presidir à Comissão do livro de história e geografia. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere a sua colaboração na História, de D. Peres, em torno dos problemas de filosofia medieval (Pedro Hispano, Santo António). Retomou os temas espinosistas quando soube que a Junta da Educação Nacional subsidiava a viagem a Haia, e conta visitar Lovaina, Bruges e Gand. Questiona a autenticidade de um opúsculo de Leibniz mencionado por AP no contexto da complexidade da moderna bibliografia hebraica. Confirma ter ordenado a imediata composição do 2.º volume dos Estudos mal o original seja entregue. Contesta a “devastadora” posição filosófica da AP, aconselhando-o a adoptar a posição fenomenológica. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Continua a mudança de casa. Interdita AP de escrever a Salazar, tanto mais que “parece estar na forja qualquer coisa que salve a continuidade intelectual da Imprensa”, e AP deve perseverar na hipótese da conclusão do livro. Lamenta e reprova a decisão de não ir a Friburgo, “só lucrava com esse duche de Europa”. Cogita, com Duarte Leite e Hernâni Cidade, dirigir uma História da cultura portuguesa, fascicular e com colaboração bem remunerada. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Congratulações pela aparição do 2.º volume dos Estudos, que aguarda. Nas férias, não se apercebeu do artigo Cartografia, de AP. Informa que foi nomeado presidente da Comissão de livros de história e geografia, do qual pediu escusa, por excesso de trabalho, a edição académica das obras de Pedro Nunes, e os vários volumes comemorativos da 4.º centenário da Universidade. Noticia que o livro de AP (Elementos de História de Portugal) é o único a concurso, no respectivo grupo. Ultima o artigo sobre 1820 para a História de Damião Peres. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Não sendo possível remunerar, senão facturando em nome do autor, lamenta as sequelas causadas no orçamento doméstico de AP, solidarizando-se: ”Sou pobríssimo – só sou rico de filhos, e tendo-me nascido o 9º no domingo de Páscoa, – e já há muito me habituei à ideia das dificuldades”. Afiança outro contrato para a edição dos Vínculos. Queixa-se de uma “horrorosa astenia”. Elogia a crítica de AP a P. Hourcade, embora discorde da “superstição do facto”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Narra um episódio de vertigem, enquanto nadava; na polémica do plano das Índias, entre Joaquim Bensaúde e Duarte Leite, nega a pretensa «ignorância» do Infante D. Henrique. Refere ter ultimado e colocado em novas bases, com o contributo de AP, o estudo sobre Pedro Hispano e a filosofia medieval em Portugal. O 2.º volume dos Estudos continua emperrado por falta de papel, mas com perspectivas de se poder comprar, Desmente Ricardo Jorge quanto às razões da sua não participação na Miscelânea D. Carolina Michaëllis. Anuncia um passeio ao Minho. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Quer adiantar a remuneração por conta da venda dos Vínculos. Debate o artigo de AP sobre o Prior do Crato, estudante, e esclarece dúvidas; recomenda que AP vá a Guimarães, ao jardim do Convento de Santa Marinha da Costa e veja a lápide evocativa da estadia de D. António no Colégio da Costa. Referência os ensino dos Jerónimos pelo método lovaniense e ao volume das Cartas de D. João III, que pede de empréstimo; pretende reunir estudos e artigos sobre o séc. XVI; partirá em Agosto para Buarcos; anuncia a ultimação da Miscelânea dedicada a D. Carolina Michaëllis. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere uma excursão à Beira Alta. Em relação à polémica pública sobre as Líricas, após a resposta de AP a Agostinho de Campos, “como é possível que tenha de intervir na polémica, que vejo generalizar-se, para esse momento – se for caso disso, – reservo a opinião que se publica”, apoie embora em privado AP. Discorre sobre a fonte erudita de lusiadae (Rhodigino, André de Resende, Fernando Coronel, Fernão Lopes de Castanheda, Nicolau de Grouchy, o meio humanista de Paris, Vives e Erasmo); corrige assim a opinião “hipercrítica” de AP. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Noticia que José Maria Rodrigues irá publicar novo artigo e outra errata, em O Instituto, a qual lhe envia; recebeu dele novo original respondendo ao último folhetim de AP. Considera condenável a linguagem utilizada por AP na resposta e este, por ser merecedor do seu respeito, e aconselha AP à maior moderação; marca a sua posição arbitral, a de um “liberalismo insubornável e tranquilo”. Novas indicações para AP publicar, sobretudo o original camoniano. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Desmente que a Imprensa da Universidade tenha responsabilidade material ou moral na fuga de C. Nazareth e narra a devassa da polícia e o ambiente sobressaltado que paira no estabelecimento e desfaz o boato de que ele, ausente na Figueira, ou outros colaboradores estejam implicados (na composição de um jornal da Oposição), mas “parece fora de dúvida que o Armando Cortesão se envolveu na coisa”. Pergunta se AP recebeu os livros. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Tenciona ir ao Porto mostrar as provas e o original por compor, das cartas de D. Carolina, pois J. de Vasconcelos não lhe responde. Anuncia estar adiantada a tradução do Discurso do Método e das Meditações Metafísicas, com os quais pensa iniciar a colecção filosófica, embora tenha de abandonar o projecto da revista de filosofia. Indaga quem possa traduzir Max Scheler ou os Fundamentos da Metafísica dos Costumes, de Kant. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Solidarizando-se com as dificuldades de AP confirma ter recomendado a Cândido Nazareth que apressasse a composição dos Estudos; continua sem notícias das Cartas de D. Carolina; e lastima de novo que o país não lhe reconheça méritos: “O meu amigo é vítima deste ambiente de estupidez e ressentimento que nos envolve, porque um homem que possui a sua independência e espírito, qualquer que seja o fragor com que expande as suas dúvidas e as suas certezas, não deve ser abandonado”. Notícias de envio de publicações. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere os concursos de Queirós Veloso e Velasco, em Lisboa, e a informação a si transmitida por Simões Ventura, comentando de passagem o artigo de AP em A Voz: o que se passa em Lisboa, afirma, “é a consagração da insignificância”, ressaltando do episódio a postura de grande seriedade de Ventura. Afirma ter escrito “longa epístola” a António Sérgio sobre temas cartesianos; promete escrever como leitor ao autor dos Estudos. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Paulino Manuel Vaz e esposa Rosa Amélia Mendes de Carvalho 2º Outorgante: Alcídio Vaz e esposa Elvira de Carvalho Vilela 3º Outorgante: João de Freitas Ferreira e esposa Maria Arminda Vaz 4º Outorgante: Maria de Jesus Vaz e marido Amâncio Gonçalves 5º Outorgante: Joaquim Vaz e esposa Júlia Mercês Martins dos Santos
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Laura da Costa Freitas Ribeiro 2º Outorgante: José Vieira Campos de Carvalho e esposa Maria Helena Costa Freitas Ribeiro 3º Outorgante: Maria Helena Freitas Ribeiro de Almeida Ferreira 4º Outorgante: António Augusto de Almeida Ferreira Júnior outorgando na qualidade de procurador de Maria Antonieta Freitas Ribeiro de Almeida Ferreira Campos Carvalho, que também usa o nome de Maria Antonieta Freitas Ribeiro de Almeida Ferreira e marido Alvaro Vieira Campos de Carvalho
Filiação: Antonio Machado Dias Carvalho e Emilia Leitao Carvalho. Natural da freguesia de BRAGA-SAO JOAO SOUTO, concelho de BRAGA
Filiação: Bernardo Jose Carvalho e Maria Miquelina Azevedo Carvalho. Natural da freguesia de BARCELOS-SANTA MARIA MAIOR, concelho de BARCELOS
Filiação: Bernardo Jose Carvalho e Maria Miquelina Azevedo Carvalho. Natural da freguesia de BARCELOS-SANTA MARIA MAIOR, concelho de BARCELOS
Filiação: Guilherme Pereira Carvalho e Maria Carmo Barros Carvalho. Natural da freguesia de SANDE, Sao Clemente, concelho de GUIMARAES
Filiação: Luis Gonzaga Mendes Carvalho e Balbina Carvalho Azevedo. Natural da freguesia de AVES, Sao Miguel, concelho de SANTO TIRSO
Filiação: Albino Carvalho e Aurora Carvalho Bastos. Natural da freguesia de FAFE-SANTA EULALIA, concelho de FAFE
Filiação: Antonio Dias Carvalho e Balbina Veloso Carvalho. Natural da freguesia de CALENDARIO, Sao Juliao, concelho de VILA NOVA FAMALICAO
Filiação: Jose Oliveira Carvalho e Branca Soeiro Carvalho. Natural da freguesia de BRITIANDE, Sao Silvestre, concelho de LAMEGO
Filiação: Antonio Teixeira Carvalho e Isolinda Roque Carvalho. Natural da freguesia de RUA, Sao Pelagio, concelho de MOIMENTA BEIRA
Filiação: Arnaldo Rodrigues Carvalho e Deolinda Moreira Carvalho. Natural da freguesia de ANTAS, Sao Tiago, concelho de VILA NOVA FAMALICAO
Filiação: Antonio Joaquim Carvalho e Celestina Candida Cruz Carvalho. Natural da freguesia de BRAGA-SAO JOAO SOUTO, concelho de BRAGA
Filiação: Joaquim Ferreira Carvalho e Rosa Alves Simoes Carvalho. Natural da freguesia de BRAGA-SAO VITOR, concelho de BRAGA
Filiação: Bento Silva Carvalho e Julia Prazeres Carvalho. Natural da freguesia de MOSTEIRO, Sao Joao Batista, concelho de VIEIRA MINHO
Filiação: Bento Silva Carvalho e Julia Prazeres Carvalho. Natural da freguesia de MOSTEIRO, Sao Joao Batista, concelho de VIEIRA MINHO
Filiação: Mario Jose Sobral Carvalho e Fernanda Gabriela Gomes Faria Carvalho. Natural da freguesia de LISBOA-CAMOES, concelho de LISBOA
Filiação: Bento Silva Carvalho e Julia Prazeres Carvalho. Natural da freguesia de MOSTEIRO, Sao Joao Batista, concelho de VIEIRA MINHO
Filiação: Guilherme Pereira Carvalho e Maria Carmo Barros Carvalho. Natural da freguesia de SANDE, Sao Clemente, concelho de GUIMARAES
Filiação: Antonio Carvalho e Delfina Rosa Azevedo Ferreira Carvalho. Natural da freguesia de GUIMARAES-SAO SEBASTIAO, concelho de GUIMARAES
Filiação: Americo Carvalho Ferreira Silva e Amelia Carvalho Ferreira Silva. Natural da freguesia de REAL, Sao Jeronimo, concelho de BRAGA
Data de nascimento - 1848-06-16 Filiação - Teotónio de Carvalho e Gertrudes de Carvalho Naturalidade - Vila Nova de Famalicão
Filiação: Manuel Ferreira Carvalho e Laura Amelia Morais Guimaraes Carvalho. Natural da freguesia de BRASIL-RECIFE, concelho de BRASIL
Filiação: Manuel Jose Carvalho e Antonia Meira Carvalho. Natural da freguesia de BARCELINHOS, Santo Andre, concelho de BARCELOS
Filiação: Bernardo Jose Teixeira Carvalho e Joaquina Carvalho. Natural da freguesia de CANEDO, Santa Maria, concelho de CELORICO BASTO
Filiação: Bernardo Jose Carvalho e Maria Miquelina Azevedo Carvalho. Natural da freguesia de BARCELOS-SANTA MARIA MAIOR, concelho de BARCELOS
Filiação: Jose Carvalho Melo e Herminia Ismenia Carvalho Melo. Natural da freguesia de GUIMARAES-SAO SEBASTIAO, concelho de GUIMARAES
Filiação: Jose Joaquim Carvalho e Leonor Alves Freitas carvalho. Natural da freguesia de FAFE-SANTA EULALIA, concelho de FAFE
Filiação: Bento Silva Carvalho e Julia Prazeres Carvalho. Natural da freguesia de MOSTEIRO, Sao Joao Batista, concelho de VIEIRA MINHO
Filiação: Bernardo Jose Teixeira Carvalho e Joaquina Carvalho. Natural da freguesia de CANEDO, Santa Maria, concelho de CELORICO BASTO
Filiação: Manuel Ferreira Chaves Carvalho e Ambrosina Costa Carvalho. Natural da freguesia de BRASIL, concelho de BRASIL
CARVALHO, Maria Fernanda de Lurdes. Filha de João Cândido de Carvalho e de Carolina Augusta Gonçalves. N.p. de José Joaquim de Carvalho e de Maria Jacinta Rodrigues; n.m. de José Guilherme Gonçalves e de Rosa Bandeira. Nasceu na Vila a 1/9/1919. // Casou a --/12/1939 com Gaspar Magno, da Casa de Galvão, filho de Alberto Magno Pereira de Castro e de Maria José de Vasconcelos Mourão Passos. // Finou-se na dita Casa a 13/7/1969. // Com geração. // Nota: é provável que tenha feito a 4.ª classe em Julho de 1932.
Filho de Maria Henriqueta de Carvalho, solteira, de Arnoia, Ourense, moradora no Escuredo, Chaviães. Neto materno de João de Carvalho e de Maria Jacinta. Nasceu em Chaviães a 26/6/1864 e foi batizado pelo padre JLBC a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Jorge Caetano Baleixo, solteiro, alfaiate, e Maria da Luz, solteira, enjeitada, e criada na Vila de Melgaço, onde ambos moravam. // Foi cabo da Guarda-Fiscal. // Casou na igreja da sua freguesia a 18/11/1894 com Josefina Perpétua, de 29 anos de idade, solteira, sua conterrânea, moradora no lugar de Barraço, filha de António Joaquim Gomes e de Mariana Antónia de Sousa. Testemunhas: Manuel Tomás de Magalhães, casado, lavrador, e Maria de Jesus de Magalhães, solteira, do lugar de Tapada. // Enviuvou a 8/4/1902. // Casou na mesma igreja a 23/11/1904 com Maria da Conceição de Jesus Alves, de 29 anos de idade, solteira, costureira, chavianense, moradora no lugar de Baralha, filha de Joaquim Luís Alves e de Matilde de Jesus da Ribeira. Testemunhas: Américo Augusto dos Santos, solteiro, e Carolina de Jesus Alves, viúva, ambos do lugar do Casal, Chaviães. // Morreu no lugar do Barraço, Chaviães, a 13/2/1938. // Teve geração de ambas as esposas.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria do Carmo Pacheco Pereira de Carvalho Mendes de Vasconcelos casada com Joaquim Luís do Espirito Santo Mendes de Vasconcelos 2º Outorgante: Ana Maria Pacheco Pereira de Carvalho Giraldes Outeiro casada com Raul Giraldes de Castro Portugal Outeiro, outorgando por si e na qualidade de procuradora de António Duarte Pacheco Pereira Rebelo de Carvalho casado com Maria Adelaide de Castro da Câmara Leme Rebelo de Carvalho 3º Outorgante: Joaquim Pereira Marques casado com Maria da Conceição Gomes da Mota
Assunto: Processo de pessoal referente ao escrevente João Raio de Carvalho. Contém: comunicações, notas de serviço, cópias de requerimento, cópia de guia de apresentação.; Processo de pessoal referente ao escrevente João Raio de Carvalho. Contém: comunicações, notas de serviço, cópias de requerimento, cópia de guia de apresentação.; Processo de pessoal referente ao escrevente João Raio de Carvalho. Contém: comunicações, notas de serviço, cópias de requerimento, cópia de guia de apresentação.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre José Fernandes Fortes de Carvalho, pároco colado da freguesia de São Nicolau.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Manuel Loureiro de Carvalho Figueiredo, pároco encomendado da freguesia de Cabaços.
Processo para concessão de pensão eclesiástica, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre José Justino de Carvalho Lemos, pároco colado na freguesia de Mondim de Basto, concelho de Mondim de Basto, distrito de Vila Real.
Frei, Religioso na Ordem de São Bento. Filho de José Ramos de Carvalho e de Mariana Gonçalves da Costa. Morador no Campo de Santa Ana. Freguesia: São Lázaro, São José. Concelho: Braga.
Processo nº 1061, 1967: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 18/10/1967, em nome do requerente: Joaquim Morais de Carvalho António Licença de condução de velocípede nº 1060,
Positivo colado sobre cartão com moldura vermelha de filete de fantasia e cantos decorados, ao alto ao centro impresso a azul: "Província de Moçambique", em baixo ao centro impresso a azul "Conselheiro Mariano Cyrillo de Carvalho".
Processo para concessão de pensão eclesiástica, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Álvaro Augusto de Carvalho Pimenta, pároco colado na freguesia de Salvador, concelho de Ribeira de Pena, distrito de Vila Real.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre Francisco Maria Correia de Carvalho, pároco encomendado da freguesia de Vilarinho dos Galegos.
CARVALHO, José Maria Rodrigues (Dr.) // Licenciado em Direito. // Chegou a juiz de 2.ª classe. // Foi presidente das Câmaras de Deputados e dos Pares e Chefe do Partido Progressista de Braga. // Representou Melgaço, como deputado, em 1868. // Morreu em Paris.
Processo nº 909, 1964: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 30/10/1964, em nome do requerente: Carlos Alexandre da Silva Carvalho Licença de condução de velocípede nº 908,