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Filiação: Matilde Dores Carvalho. Natural da freguesia de CANTELAES, Santo Estevao, concelho de VIEIRA MINHO
Filiação: Rosa Maria Carvalho. Natural da freguesia de TABUACAS, Sao Juliao, concelho de VIEIRA MINHO
Filiação: Antonio Carvalho e Maria Pereira. Natural da freguesia de REIGOSO, Sao Martinho, concelho de MONTALEGRE
Filiação: Sebastião Carvalho e de LuísaMelo. Freguesia: Mercês. Concelho: Lisboa. Distrito: Lisboa. Arcediago de Santa Cristina.
Filiação: Joao Carvalho e Rosa. Natural da freguesia de ESPOROES, Sao Tiago, concelho de BRAGA
Filiação: Joao Carvalho e Antonia Exposta. Natural da freguesia de CARREIRA, Sao Miguel, concelho de BARCELOS
Filiação: Joaquim Carvalho e Antonia Cunha. Natural da freguesia de FIGUEIREDO, Sao Pedro, concelho de AMARES
Filiação: Manuel Carvalho e Joaquina Martins. Natural da freguesia de AIRO, Sao Jorge, concelho de BARCELOS
Filiação: Emilia Goncalves Carvalho. Natural da freguesia de REGO, Sao Bartolomeu, concelho de CELORICO BASTO
Filiação: Catarina Rosa Carvalho. Natural da freguesia de COSSOURADO, Sao Tiago, concelho de BARCELOS
Filiação: Manuel Jose Carvalho. Natural da freguesia de MACIEIRA RATES, Santo Adriao, concelho de BARCELOS
Filiação: Felicidade Ferreira Carvalho. Natural da freguesia de CALENDARIO, Sao Juliao, concelho de VILA NOVA FAMALICAO
Filiação: João Carvalho e Francisca Teresa. Freguesia: Figueiredo, São Pedro. Concelho: Amares.
Filiação: Josefa Carvalho, solteira. Freguesia: Novais, São Simão. Concelho: Vila Nova de Famalicão.
Filiação: Francisco Carvalho e Maria Josefa Silva. Freguesia: Laje, São Julião. Concelho: Vila Verde.
Filiação: Francisco Morais e Josefa Carvalho. Freguesia: Padronelo, Santo André. Concelho: Amarante.
Filiação: João Manuel Carvalho e Margarida Rosa Martins Ferreira. Freguesia: Ruivães, São Martinho. Concelho: Vieira Minho.
Filiação: João Correia Carvalho e Josefa Rosa. Freguesia: Areias, São Tiago. Concelho: Santo Tirso.
Filiação: Manuel Moura e Jacinta Carvalho. Freguesia: Fervença, São Salvador. Concelho: Celorico de Basto.
Filiação: João Manuel Carvalho e Margarida Rosa Ferreira. Freguesia: Ruivães, São Martinho. Concelho: Vieira Minho.
Filiação: Manuel Carvalho e Josefa Mesquita. Freguesia: Britelo, São Pedro. Concelho: Celorico de Basto.
Filiação: Ana Maria Carvalho. Freguesia: Ribeira, São Mateus. Concelho: Terras de Bouro.
Filiação: Joaquim Gonçalves e Ana Carvalho. Freguesia: Britelo, São Pedro. Concelho: Celorico de Basto.
Filiação: Francisco Carvalho e Maria Josefa Silva. Freguesia: Laje, São Julião. Concelho: Vila Verde.
Filho de Francisco Carvalho e de Ana Rodrigues. Localidade(s): Cambres, São Martinho, Lamego.
Filiação: Joao Carvalho e Maria Monteiro. Natural da freguesia de TENOES, Santa Eulalia, concelho de BRAGA
Filiação: Manuel Carvalho e Ana Sa. Natural da freguesia de FIGUEIREDO, Sao Salvador, concelho de BRAGA
Filiação: António Carvalho e Ana Peixoto. Freguesia: Semelhe, São João Batista. Concelho: Braga.
Filiação: Francisco Carvalho e Maria Barros. Freguesia: Ribas, São Salvador. Concelho: Celorico de Basto.
Filiação: Francisco Carvalho e Antonia Fernandes. Natural da freguesia de CABREIROS, Sao Miguel, concelho de BRAGA
Filiação: Maria Carvalho. Natural da freguesia de CABECEIRAS BASTO-SAO NICOLAU, concelho de CABECEIRAS BASTO
Filiação: Maria Carvalho. Natural da freguesia de MOLARES, Santo Andre, concelho de CELORICO BASTO
Filiação: Joaquina Carvalho Freitas. Natural da freguesia de GAGOS, Sao Tiago, concelho de CELORICO BASTO
Filiação: Luis Silva Carvalho. Natural da freguesia de GRIMANCELOS, Sao Mateus, concelho de BARCELOS
Solteiro, 22 anos de idade. Natural de CARVALHO,Sao Miguel-CELORICO BASTO. Destino Rio Janeiro.
13 anos de idade. Filiação: Antonio Joaquim Carvalho. Natural de RENDUFE,Santo Andre-AMARES. Destino Pernambuco.
12 anos de idade. Filiação: Francisco Freitas Carvalho. Natural de BRAGA-SAO VITOR-BRAGA. Destino Montevideu.
12 anos de idade. Filiação: Antonio Carvalho. Natural de MOURE,Santa Maria-BARCELOS. Destino Rio Janeiro.
18 anos de idade. Filiação: Domingos Carvalho. Natural de BARCELINHOS,Santo Andre-BARCELOS. Destino Rio Janeiro.
12 anos de idade. Filiação: Manuel Gomes Carvalho. Natural de MILHAZES,Sao Romao-BARCELOS. Destino Para.
13 anos de idade. Filiação: Antonio Carvalho. Natural de SAO TORCATO-GUIMARAES. Destino Pernambuco.
Filiação: Francisco José Costa e Custódia Maria Carvalho. Freguesia: Ribeira, São Mateus. Concelho: Terras de Bouro.
Inventário de maiores. A inventariada foi residente em Delães. Inventariante: Emília Alves Carvalho. Residente em Delães.
Inventário orfanológico. O inventariado foi residente em Novais. Inventariante: Teresa Jesus Carvalho. Residente em Novais.
Inventário obrigatório. O inventariado foi residente em Jesufrei. Inventariante: Deolinda Carmo Costa Carvalho. Residente em Jesufrei.
Inventário orfanológico. O inventariado foi residente em Famalicão. Inventariante: Alvaro Soares Carvalho. Residente em Braga.
Inventário orfanológico. O inventariado foi residente em Famalicão. Inventariante: Plácido Velosos Carvalho. Residente em Famalicão.
Inventário obrigatório. O inventariado foi residente em Calendário. Inventariante: Lidia Morais Carvalho. Residente em Calendário.
Inventário orfanológico. O inventariado foi residente em Carreira. Inventariante: Manuel Carvalho, residente em Carreira.
Inventário obrigatório. O inventariado foi residente em Nine. Inventariante: Heitor Rodrigues Carvalho. Residente em Porto. Proc.3/74
Filiação: Jose Carvalho e Custodia Goncalves. Natural da freguesia de PROZELO, Sao Tome, concelho de AMARES
Filiação: Manuel Carvalho e Joaquina Rosa. Natural da freguesia de CARRAZEDO, Sao Martinho, concelho de AMARES
Filiação: Joaquim Carvalho e Antonia Cunha. Natural da freguesia de FIGUEIREDO, Sao Pedro, concelho de AMARES
Filiação: Clementina Antonia Carvalho. Natural da freguesia de BOURO, Santa Marta, concelho de AMARES
Filiação: Joao Carvalho. Natural da freguesia de FAFE-SANTA EULALIA, concelho de FAFE
Naturalidade - Castelões Data de nascimento - 1852-08-04 Filiação - António Carvalho e Ana Machado Profissão - Estado - Morada -
Data de nascimento - 1848-10-08 Filiação - António Carvalho e Maria Teresa Naturalidade - Antas
Data de nascimento - 1848-06-18 Filiação - Joaquim Carvalho e Josefa Maria Naturalidade - Mogege
Data de nascimento - 1848-09-03 Filiação - Manuel Carvalho e Joana Maria Naturalidade - Carreira
Data de nascimento - 1848-12-06 Filiação - Manuel Carvalho e Teresa Maria da Silva Naturalidade - Delães Residência - Landim
Grau - Elementar Idade - 17 Filiação - Francisco de Carvalho Naturalidade - Vermoim Classificação - Bom
Grau - Elementar Idade - 11 Filiação - José Carvalho Ribeiro Naturalidade - Antas Classificação - Distinto
Grau - Elementar Idade - 14 Filiação - António Carvalho Tinoco Naturalidade - Gavião Classificação - Distinto
Xilogravura de meio corpo de João Batista Carvalho Serra, em traje de gala (três exemplares).
Descrição da obra: Certidão de localização Morada: Largo Padre Carvalho Localidade: Leiria
Solteiro. Tem um codicilo ao testamento. Filho de Domingos Marques e de Maria Carvalho, já falecidos, da fregª de São Jerónimo de Real, Braga. Morador na Casa e Quinta do Portelo, do Lugar de Vilarinho, em casa de seu sobrinho José António de Sousa de Carvalho. Freguesia: Palmeira, Santa Maria. Concelho: Braga.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Frederico de Gusmão Correia Arouca para o Ministério das Obras Públicas acerca do processo em que o administrador do Correio de Vila Real, Manuel António de Carvalho, alega que se considera ofendido com as disposições do decreto de 1 de dezembro de 1884, por julgar que este está em desarmonia com o disposto na carta de lei de 7 de julho de 1880, que regulou a forma de colocação dos administradores das extintas administrações, fixando-lhes, quando diretores, o ordenado de diretor e um suplemento de retribuição. Sustenta que compete ao poder legislativo apreciar se o Governo procedeu bem ou mal e só ele tem a faculdade de tomar uma providência para fazer cumprir a lei, não tendo a Procuradoria-Geral da Coroa e Fazenda essa competência.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 3 de julho de 1846, em que participa que, na sessão daquela Relação no dia 1 de julho, após confirmação da sentença da primeira instância que condenara José Manuel Teixeira de Carvalho, proprietário da cidade do Porto, por crime de abuso de imprensa, este "teve a ousadia de entrar precipitadamente pela sala das sessões, chegar à mesa e romper em graves doestos e injúrias aos juízes nas suas próprias sedes". Refere ter recomendado àquele procurador régio que se promova o respetivo processo e que seja concluído com a maior brevidade.
Rui Galvão de Carvalho nasceu em Rabo de Peixe a 3 de novembro de 1903 e faleceu em Ponta Delgada a 29 de abril de 1991. Foi um poeta, escritor, ensaísta e professor açoriano que se notabilizou pelo seu estudo da vida e obra de Antero de Quental, sendo considerado um dos bons anterianistas. Deixou uma vasta e diversificada obra literária, em parte publicada sob o pseudónimo de Abd-el Kader. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rui_Galv%C3%A3o_de_Carvalho
Inventário orfanológico. Os inventariados foram residente em Calendário. Inventariante: Maria Bertilha Garcia Carvalho e António Augusto Nascimento Carvalho. Residentes em Calendário.
O registado: João Peixoto de Carvalho do Amaral e Freitas Nº registo: 1541 Naturalidade (freguesia e concelho): Souto Santa Maria, Guimarães Data de nascimento: 1911/08/06 Pai: Fernando Peixoto de Carvalho do Amaral e Pinto de Freitas Profissão: Proprietário Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Mãe: Maria Rosa de Barros do Amaral Profissão: Doméstica Naturalidade (freguesia e concelho): Santo Emilião, Póvoa de Lanhoso Averbamentos: registo de casamento nº 116de 1940 com Maria das Maravilhas da Silva Braga; dissolução do casamento por óbito do cônjuge mulher em 1975 e assento de óbito nº 308; boletim nº 71, maço nº 4 de 1990 - faleceu em 1990.
O registado: Fernando Peixoto Pinto de Carvalho do Amaral Freitas Nº registo: 1030 Naturalidade (freguesia e concelho): Souto Santa Maria, Guimarães Data e nascimento: 1915/06/19 Pai: Fernando Peixoto de Carvalho do Amaral Pinto e Freitas Profissão: Proprietário Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Mãe: Maria Rosa de Barros do Amaral Profissão: Proprietária Naturalidade (freguesia e concelho): Santo Emilião, Povoa de Lanhoso Averbamentos: Transcrição de casamento nº 175 de 1942 com Teresa Xavier de Araújo, dissolução do casamento boletim nº. 56 por óbito do cônjuge mulher em 1973, assento de casamento nº 80 de 1980 com Maria Marques e assento de óbito nº 201 - faleceu em 1981.
O inventariado foi residente em Aguiar. Inventariante: Maria Vicente Carvalho
Filiação: Antonio Sampaio Carvalho Junior. concelho de 0
O inventariado foi residente em Aguiar. Inventariante: Maria Vicente Carvalho
O inventariado foi residente em Passo. Inventariante: Manuel José Carvalho
Anuncia a chegada a Buarcos; deseja publicar um livro sobre a filosofia de Espinosa: “É o ano do centenário do meu filósofo e sentiria que a bibliografia mundial não acusasse pelo menos um livro em português”. Refere a crítica de AP às lições de Fidelino de Figueiredo, autor que JC aprecia; não sem acusar o correspondente de expor “uma fractura entre os postulados da sua concepção filosófica, e as aplicações sociais desta concepção”. Promete para Outubro o envio duma “carrada de livros” e pergunta pelo andamento das obras de AP que pretende editar. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Consumada a extinção da Imprensa da Universidade, o “cair da tarde de ontem foi crudelíssimo: todo o pessoal me caiu nos braços a chorar. Foi uma despedida fúnebre, e para além da tortura de ver marchar para o desemprego 50 pessoas, ou antes famílias, o sentimento amargo de que algo morria em Portugal”. Assegura que será o advogado de AP junto da Imprensa Nacional. Anuncia a partida para Buarcos onde permanecerá até 6 de Outubro. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Grato pelos informes e o apoio de AP: “Creia que nunca esquecerei o que me diz e sobretudo o que não me diz e faz. Eu também sou assim – aliás estrutura de todos os homens independentes”. Correlaciona os dados que influíram no “ânimo do César” com o triunfo daqueles que “nada valem, mas são quem manda”. Deseja que o livro de AP seja o último a sair dos prelos. “Depois? Não sei ainda o destino”. Alusão às cartas de apoio que tem recebido. Não sabe se pode enviar os livros acabados, dos quais “um notabilíssimo do Artur Montenegro”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Espera que AP ultime o volume dos Estudos Críticos. Anuncia o envio das Últimas conversações, de Renouvier, e em poucos meses de 2 volumes: a Estética Contemporânea, de Neumann, e as Meditações metafísicas, de Descartes. Anuncia a ida muito provável a França, “percorrendo 4 ou 5 universidades com dois discos, que estou gravando, sobre os humanistas portugueses educados em França, e sobre Antero”. Acha notável o artigo de AP sobre os Vimaranis monumenta. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Votos de bom-ano; anuncia o envio de publicações e a saída do 1.º volume da Biblioteca Filosófica, as Últimas conversações, de Renouvier, traduzidas por António Sérgio. Anuncia outras realizações. Reitera convites a AP: O Discurso sobre o espírito positivo de Comte, ou um tratado de S. Tomás: também refere a Biblioteca de Escritores Portugueses, Scriptores rerum lusitanorum, e Subsídios para a História da Arte. Nova referência a uma Revista de Filosofia; narra a ultimação de um artigo sobre os antepassados de Espinosa. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Continua a mudança de casa. Interdita AP de escrever a Salazar, tanto mais que “parece estar na forja qualquer coisa que salve a continuidade intelectual da Imprensa”, e AP deve perseverar na hipótese da conclusão do livro. Lamenta e reprova a decisão de não ir a Friburgo, “só lucrava com esse duche de Europa”. Cogita, com Duarte Leite e Hernâni Cidade, dirigir uma História da cultura portuguesa, fascicular e com colaboração bem remunerada. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Congratulações pela aparição do 2.º volume dos Estudos, que aguarda. Nas férias, não se apercebeu do artigo Cartografia, de AP. Informa que foi nomeado presidente da Comissão de livros de história e geografia, do qual pediu escusa, por excesso de trabalho, a edição académica das obras de Pedro Nunes, e os vários volumes comemorativos da 4.º centenário da Universidade. Noticia que o livro de AP (Elementos de História de Portugal) é o único a concurso, no respectivo grupo. Ultima o artigo sobre 1820 para a História de Damião Peres. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Não sendo possível remunerar, senão facturando em nome do autor, lamenta as sequelas causadas no orçamento doméstico de AP, solidarizando-se: ”Sou pobríssimo – só sou rico de filhos, e tendo-me nascido o 9º no domingo de Páscoa, – e já há muito me habituei à ideia das dificuldades”. Afiança outro contrato para a edição dos Vínculos. Queixa-se de uma “horrorosa astenia”. Elogia a crítica de AP a P. Hourcade, embora discorde da “superstição do facto”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Narra um episódio de vertigem, enquanto nadava; na polémica do plano das Índias, entre Joaquim Bensaúde e Duarte Leite, nega a pretensa «ignorância» do Infante D. Henrique. Refere ter ultimado e colocado em novas bases, com o contributo de AP, o estudo sobre Pedro Hispano e a filosofia medieval em Portugal. O 2.º volume dos Estudos continua emperrado por falta de papel, mas com perspectivas de se poder comprar, Desmente Ricardo Jorge quanto às razões da sua não participação na Miscelânea D. Carolina Michaëllis. Anuncia um passeio ao Minho. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere uma excursão à Beira Alta. Em relação à polémica pública sobre as Líricas, após a resposta de AP a Agostinho de Campos, “como é possível que tenha de intervir na polémica, que vejo generalizar-se, para esse momento – se for caso disso, – reservo a opinião que se publica”, apoie embora em privado AP. Discorre sobre a fonte erudita de lusiadae (Rhodigino, André de Resende, Fernando Coronel, Fernão Lopes de Castanheda, Nicolau de Grouchy, o meio humanista de Paris, Vives e Erasmo); corrige assim a opinião “hipercrítica” de AP. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Noticia que José Maria Rodrigues irá publicar novo artigo e outra errata, em O Instituto, a qual lhe envia; recebeu dele novo original respondendo ao último folhetim de AP. Considera condenável a linguagem utilizada por AP na resposta e este, por ser merecedor do seu respeito, e aconselha AP à maior moderação; marca a sua posição arbitral, a de um “liberalismo insubornável e tranquilo”. Novas indicações para AP publicar, sobretudo o original camoniano. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Continua emperrada a edição dos Estudos (2.º volume). Analisando o texto Martins Sarmento, ao elogio associa a crítica por ter AP omitido “as correntes europeias, na arqueologia sobretudo, de que Sarmento foi, não direi reflexo, mas representante” e estranha o seu cepticismo: “Os factos não importam; o que importa é a dimensão que se dá aos factos, e é neste trabalho do espírito que reside o erro, a verdade ou a probabilidade (…) neste ponto estamos sempre em discórdia”. Adverte AP em não fazer polémica quando se trate de um estudo erudito. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Votos de boas-festas. Concorda com o teor do opúsculo de AP, A quem pertence a casa de Bragança?: “se eu fosse monárquico acompanhá-lo-ia”. Mas em termos jurídicos, discorda que os herdeiros de D. Miguel, excluso, possam ser usufrutuários da Casa de Bragança. Refere um livro de Mário Brandão. Discorda da posição de AP sobre a erudição de Santo António e aconselha-o a ler o seu texto “na História do Peres”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Enternece-se com o artigo de AP na Voz (louvando a acção de JC e da Imprensa da Universidade) que agradece; refere a publicação do artigo sobre a petição universitária e de um outro, de Cabral de Moncada, no Século, que, corrigindo a mão, sintetiza a posição de Ortega y Gasset. Quer ainda escrever novo artigo sobre o dever dos universitários. Concorda com AP sobre o erasmismo de Gil Vicente mas lamenta que não citasse os estudos de M. Bataillon. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Acusa a recepção de Vínculos, Cartas de D. Manuel e as críticas a Monzó e Geyser. Faz uma apreciação positiva à parte histórica do primeiro texto mas não à análise sociológica, dada a evolução social contemporânea e a socialização da família; critica os restantes textos, com enfoque na oposição ao argumento ontológico que remete para o problema gnosiológico, abonando, mais uma vez, os antípodas ideológicos em que se situam. Continua a projectar uma revista de filosofia, agora denominada Convívio. Relata a marcha das vendas das obras de AP. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Aliviado dos exames, começou a ler os Novos Estudos, admirando a erudição e autonomia crítica de AP, mas achando as argumentações não convincentes, nem aceitando o cepticismo do prefácio ou as conclusões sobre S.to António, Pedro Hispano, ao contrário do estudo sobre Gil Vicente. Referência à crítica equânime de AP a Cartografia; de Armando Cortesão, cujo texto ainda não estudou. Comenta a redução do plano de publicações comemorativas do centenário da Universidade a “planozito”. Noticia que O ministro não lhe aceitou a escusa, começando dentro de uma semana a presidir à Comissão do livro de história e geografia. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)