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ENT - Entrada de Correspondência Diversa FAX - Faxes Referência: 1023/01
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio Referência: 120/02
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio Referência: 1531/02
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio Referência: 107/04
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio Referência: 123
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio Referência: 00584 SMASL
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CAR - Carta
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio Referência: Proc.º n.º 657/10.4 TBLRA-2.ºJ
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio
ENT - Entrada de Correspondência Diversa REQ - Requerimento
ENT - Entrada de Correspondência Diversa FAX - Faxes
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio Referência: of. 726/DC/2001
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio Referência: carta 2. Mai.06
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio Referência: e-mail de 31 de Outubro/2001
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio Referência: of.1705-10/4/02
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio Referência: 29/07/02
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 31 de Julho de 1930, relativo à comissão desempenhada por aquele navio de 7 a 14 de Julho daquele ano, altura em que se deslocou em direção à praia da Quarteira, na Nazaré, a fim de destruir “pegadilhos” (na sequência da queixa de vários pescadores que lá têm danificado as suas redes de arrasto). Nota n.º 115, de 19 de Junho de 1930, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Contém mais correspondência que diz respeito a este processo.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 28 de Maio de 1928, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 25 a 28 daquele mês. Altura em que tendo rumado às Berlengas, a fim de transportar material da Direcção de Faróis destinado ao farol desta ilha, apreendeu duas lagosteiras francesas e recolheu vários covos. De regresso entregou as lagosteiras ao vapor “Vale do Zebro” tendo recebido um vapor com munições que deitou ao mar junto a Cascais. Nota n.º 3, de 05 de Junho de 1928, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Nota n.º 73, de 30 de Junho de 1928, da Superintendência dos Serviços da Armada a devolver o respectivo relatório e ainda a mesma nota mas manuscrita.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 16 de Janeiro de 1928, relativo à comissão desempenhada por aquele navio de 14 a 15 de Janeiro, data em largou a fim de prestar socorro ao navio italiano “Cadore”, que se encontrava ao largo do cabo Carvoeiro. Nota n.º 1, de 19 de Janeiro de 1928, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos cuja data mais recente é de 24 de Janeiro de 1928.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 14 de Abril de 1927, relativo à comissão desempenhada por aquele navio de 09 a 14 daquele mês, data em que foi em missão de fiscalização da pesca. Alertava também para os casos de navios naufragados que não havendo possibilidade de serem assinalados, poderiam causar algum perigo, como era o caso do navio grego “Andrios”, a norte do enfiamento Berlenga-Carvoeiro, e cuja colocação de uma boia de naufrágio parecia ser também impraticável.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros de 29 de Janeiro de 1927, relativo à missão desempenhada por aquele navio, de 24 a 29 do mesmo mês, data em que rumou para o porto de Leixões a fim de comboiar ou rebocar a Canhoneira “Ibo” para Lisboa. Nota n.º 22, de 04/01/1927, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos de 24/02/1927.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 18 de Agosto de 1927, relativo à missão desempenhada por aquele navio de 15 a 18 de Agosto daquele ano, data em que procedeu à condução para a Praia da Aguda do salva-vidas “Almirante Álvaro Ferreira”, pertencente ao Instituto de Socorros a Náufragos, entre outras manobras. Fundeou, dia 18, à frente da Cova da Piedade a fim de continuar com os trabalhos de destruição do vapor “Lizdouro”. Nota n.º 30, de 20 de Agosto de 1927, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada, a remeter o referido relatório.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 05 de Junho de 1927, relativo à comissão desempenhada por aquele navio de 2 a 5 de Junho daquele ano, data em que largou a fim de rebocar o vapor “Lidador” de Faro para Lisboa.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 08 de Maio de 1927, relativo à comissão desempenhada por aquele navio de 3 a 8 daquele mês, data em que foi em missão de fiscalização de pesca, dirigindo-se para os pontos pesqueiros mais explorados pelas lagosteiras francesas.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 31 de Agosto de 1929, relativo à missão desempenhada por aquele navio, nos dias 16 a 19 de Agosto do mesmo ano, data em que largou a fim de rebocar o contra-torpedeiro “Guadiana”, do Douro para Lisboa. Missão interrompida, apenas, porque aí foi informado que tinham sido encontrados destroços do vapor “Deister”, submerso na barra, a seis pés de água. Uma vez que esta informação contrariava a apresentada por aquele Comandante, foi feita uma verificação para apurar a veracidade daquele alerta. Amarrou à boia no dia 19, após ultrapassadas dificuldades devido ao nevoeiro que se fazia sentir. Tem diversos despachos cuja data mais recente é de 19/09/1929.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 2 de Setembro de 1929, relativo à missão desempenhada por aquele navio de 1 a 2 de Setembro, data em que largou ao encontro da “Sagres” para a rebocar para o rio Tejo. Tem despacho aposto de 14/9/1929 e carimbo com data de 17/09/1929 do “Serviço do Estado Maior Naval”.
A maioria das imagens referem-se à cidade e concelho de Évora, se bem que haja alguns conjuntos referentes a concelhos limítrofes, nomeadamente Arraiolos, Reguengos de Monsaraz, Montemor-o-Novo e Estremoz.Grande parte das imagens reportam-se a aspectos monumentais e artísticos concelhios, a que acrescem aspectos vários da cidade e concelho de Évora; reportagens de alguns eventos municipais; reportagens de acidentes rodoviários; levantamentos de obras municipais; imagens do património dos concelhos limítrofes e, finalmente, um conjunto de reproduções de documentos e manuscritos antigos.A Colecção, resultado de compras e doações de espécies para actividades editoriais do Grupo Pró-Évora, reúne imagens de diversos fotógrafos amadores locais nomeadamente José Monteiro Serra, Caetano da Câmara Manoel, Campos Martins, José António Barbosa, Caetano Polido Júnior, Inácio Caldeira, Mariano, Gama Freixo, J. Lopes Franco (Reguengos de Monsaraz), Pereira & Prostes, Ricardo Santos, António Synarle (Reguengos de Monsaraz), António Vicente da Rocha e Alberto Silva, reportando-se a um período compreendido entre 1890 e 1920.
José Maria Rodrigues foi filólogo, camonista, pedagogo e professor. Licenciado e doutorado em teologia e ordenado presbítero, lecionou hebraico em Coimbra (1888-1893) e foi capelão da universidade. Colaborou na reforma do ensino secundário (1894) e foi depois reitor do Liceu de Lisboa, até 1902. Em 1901 ingressou como professor no Curso Superior de Letras, depois Faculdade de Letras de Lisboa, onde lecionou filologia clássica, estudos camonianos, literatura portuguesa e línguas e literaturas alemã e inglesa. Foi preceptor dos príncipes D. Luís Filipe e D. Manuel. Publicou Fontes dos Lusíadas (1908), edições críticas de "Os Lusíadas (1921 e 1928)", uma edição prefaciada e anotada das "Líricas de Camões (1932, com Afonso Lopes Vieira)" e vários outros estudos camonianos. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 671
César Augusto Abbott nasceu no Porto a 3 de agosto de 1910 e faleceu a 2 de junho de 1977. Era filho do artista Tomás Abbott Costa. Frequentou a Escola Superior de Belas Artes do Porto e a Escola de Mestre Joaquim Lopes, no Salão Silva Porto. Realizou a sua primeira Exposição aos 12 anos, no Salão da Santa Casa da Misericórdia, juntamente com o seu pai e expôs por dezenas de vezes nos mais diversos salões: Sociedade Nacional de Belas Artes, Ateneu Comercial do Porto, etc. Distinguiu-se nos imensos trabalhos executados em aguarela e nas ilustrações de postais, livros infantis e jogos. Alguns dos seus trabalhos podem ser vistos na coleção de livros “A forminha”, bem como em jogos da antiga distribuidora de brinquedos Majora. https://serralvesantiguidades.com/lote/cesar-abbott-1910-1977
Com a promulgação do Estatuto Judiciário, decreto n.º 15344 de 12 de abril de 1928, é alterada a denominação do ofício para secção. Com efeito, no artº 687, pode ler-se, “(…) Nos juízos, enquanto não for possível obter casas apropriadas para o funcionamento das secretarias, cada um dos ofícios, instalados em separado, considerar-se-á uma secção da respetiva secretaria (…)”. No entanto, esta alteração só é evidente no início de 1933, período em que de facto se encontra registado na documentação, inclusive nos livros da distribuição de 1929, sob a denominação de secção. O último escrivão a exercer com a denominação de ofício foi Luís Cândido Lopes até 1933, continuando após essa data o mesmo escrivão a exercer o cargo, agora com a designação de secção.
Revista publicada entre 1914 e 1938 e dirigida, entre outros, por Alberto Monsaraz, António Sardinha e Manuel Múrias. A partir da 2.a série (1922), como propriedade da Sociedade Integralista Editora, e com a designação de "Revista de Cultura Nacionalista", assume-se como órgão do integralismo lusitano, defendendo as suas linhas mestras, nomeadamente a restauração de uma ordem monárquica e católica. Ao longo de mais de vinte anos de publicação, recebeu colaboração literária, doutrinária, filosófica e política de numerosos autores, como, por exemplo, Afonso Lopes Vieira, Alberto de Monsaraz, António Sardinha, Manuel Múrias, Feliciano Ramos, José Osório de Oliveira, Carlos Malheiro Dias, Castelo Branco Chaves, Fernando Pires de Lima, Augusto da Costa, Bettencourt Rodrigues, Cabral Moncada, Silva Rego, Caetano Beirão, Henrique Galvão, Fernando Campos, Hipólito Raposo, Pequito Rebelo, Marcello Caetano, Mussolini.