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Solteiro, 21 anos de idade. Natural de BARREIROS,Sao Pedro-AMARES. Destino Rio Janeiro.
Filiação: João Joaquim Pedro e Ana Maria Pereira. Freguesia: Oliveira, Santa Eulália. Concelho: Barcelos.
Filiação: Pedro Melo e Margarida Melo Soares. Natural da freguesia de ACORES, concelho de ACORES
Filiação: Maria Assuncao. Natural da freguesia de VALE ASNES, Sao Pedro, concelho de MIRANDELA
Processo individual de Pedro Torrão composto por: boletim de inscrição; e declaração de quitação.
Vista parcial da feira de São Pedro com feirantes em traje popular.
Retrato do Rei D. Pedro I na sala dos reis da Quinta da Regaleira.
Calçada de Penalva em São Pedro de Sintra aquando do nevão.
Órfão de Pedro Alvares, da freguesia de Nogueira, termo da cidade de Braga.
Retrato do Rei D. Pedro II na sala dos reis da Quinta da Regaleira.
Vista parcial da feira de São Pedro de Sintra com saloiros e vendedores em traje popular.
Vista parcial de uma quinta em São Pedro de Sintra aquando do nevão.
Vista parcial de São Pedro de Penaferrim aquando do nevão de 1954.
Feira de São Pedro com saloios em traje popular vendendo gado.
Requerimentos e licenças efetuados pela Irmandade de São Pedro para concessão de licença para expor o Santíssimo Sacramento na Basílica durante a Semana Santa. Despachos de deferimento.
Breve do Arcebispo primaz, Dom Gaspar, concendendo aos irmãos da Irmandade de São Pedro autorização para poderem ampliar e edificar a igreja da Irmandade.
Certidão de instrumento de justificação de testemunhas passada a favor do juiz e mais adjuntos da antiga Irmandade de São Pedro.
Requerimento e certidão de duas petições e despachos solicitadas pela Irmandade de São Pedro ao capelão de Santa Clara em como a Curaria não acompanha as suas procissões .
Requerimento e certidão de uma adição e procuração do padre de São Sebastião solicitada pela Irmandade de São Pedro sobre o enterramento dos irmãos na Basílica.
Requerimentos e licenças solicitados pela Irmandade de São Pedro para fazerem as novenas com o santo exposto e poderem sair com ele na procissão
Processo de execução em que são autores o reverendos juiz e oficiais da Mesa da Irmandade de São Pedro e Réu Manuel Vieira
Escritura de contrato de obrigação e imposição de legado de uma missa quotidiana pela intenção de João Gonçalves Branco, o qual se obriga a Irmandade de São Pedro
Carta expondo os motivos da expulsão da Irmandade de São Pedro da Colegiada e a solicitar a construção de uma nova igreja
Requerimento para restabelecimento da extinta irmandade de São Pedro, com plena restituição de todos os seus bens móveis, direitos e bens de raiz
Requerimento da Irmandade de São Pedro sobre a ação de força nova ocorrido à menos de um ano feita pela Cabido da Colegiada de Guimarães
Requerimentos da Irmandade de São Pedro solicitando autorização para celebrarem a missa no altar em frente da sacristia, enquanto durarem as obras na igreja. Contém despachos com deferimento.
Requerimento e certidão solicitada pela Irmandade de São Pedro ao pároco de São Paio e São Sebastião da exposição dos sacramentos
Requerimento da Irmandade de São Pedro sobre a necessidade de juntar as certidões das três sentenças contra o Cabido no requerimento que irão enviar à Rainha D. Maria.
Requerimento da Irmandade de Dão Pedro, sita nos claustro da Colegiada sobre a sua transferência para o convento de São Francisco
Requerimento e licença solicitada pela Irmandade de São Pedro para colocarem a pedra para a construção da igreja no terreiro no Toural
Escritura de paga e quitação entre António Peixoto Correia e seu irmão, José Peixoto Correia, pedreiros, e os irmãos da Irmandade de São Pedro.
Escritura de compra efetuada pela Irmandade de São Pedro a António da Costa e Manuel Dias de umas casas junto à basílica .
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: João Torcato Fernandes de Freitas e esposa Maria da Conceição Oliveira Saraiva 2º Outorgante: Pedro Cardoso Ferreira
Breve do Arcebispo primaz, Dom Gaspar, concedendo licença para a agregação da Igreja de São Pedro à de São João de Latrão.
Requerimento e certidão solicitada pela Irmandade de São Pedro ao pároco de São Sebastião assim como não acompanha a Irmandade da Curaria na profissão.
Contrato de dinheiro a juros dado pela Irmandade de São Pedro ao Corregedor da Comarca de acordo com a carta régia.
Requerimento da Irmandade de São Pedro solicitando que António Alves de Azevedo Coina pague a garimpa da torre da igreja que tinha lhes tinha oferecido.
Requerimento e certidão solicitada pela Irmandade de São Pedro ao escrivão da Coroa do Porto, de uns autos de recurso que o Reverendo Cabido interpôs contra eles.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Pedro Fernandes e esposa Maria José Vaz da Cunha 2º Outorgante: Francisco da Silva, casado com Aurora Salgado
Requerimento e certidão solicitada pela Irmandade de São Pedro do inventário judicial que se fez no ato do sequestro dos bens da Irmandade.
Libelo móvel em três partes como autores o juiz e mais oficiais da Irmandade de São Pedro contra Domingos de Abreu. Contém requerimentos e sentença.
Requerimento e certidão solicitada pela Irmandade de São Pedro da resolução régia dos autos que correram entre o Cabido da Colegiada e Irmandade.
Requerimento e certidão solicitada pela Irmandade de São Pedro de uma carta circular do Cardial Patriarca Saldanha sobre o acompanhamento nos enterros.
Requerimento da Irmandade de São Pedro solicitando a isenção do pagamento da décimas referentes a quatro moradas de casas, sitas no Toural.
Requerimento e certidão solicitada pela Irmandade de São Pedro de uns Autos de recurso que o Reverendo Cabido interpôs contra eles
Retrato de criança. Trata-se de Francisco Pedro Carvalho Caetano. Encontra-se de pé junto a uma cadeira de madeira. Veste blusa e calções, tem calçadas meias e botas, e usa boina. Atrás pode ver-se um cenário fotográfico. Na parte inferior do cartão onde se encontra a fotografia podemos observar a existência de um carimbo referente ao fotógrafo ou casa de fotografia onde podemos ler: “Campos e Pires Photographos”.
Fotografia tirada a caminho da ermida de S. Pedro em Vidigueira. Atrás, da esquerda para a direita, podemos ver Liliete da Conceição Bacalhau Alho e Carlos Damas (de Vila de Frades). Em baixo, da esquerda para a direita, constam António Vicente Bacalhau Alho, Maria José Bacalhau Alho, Patrocínio Bacalhau, Gertrudes de Jesus Lopes Lança e José Fernando Coxinho, podendo ver-se ainda a mãe de Liliete, António Vicente e Maria José, de nome Vicência Alho.
DURÃES, Pedro Caetano. Filho de --------- Durães e de ---------------------------. Nasceu a --/--/17--. // Casou com Maria do Souto. // Pertenceu à Casa da Corredoura. // Pai do padre Lourenço, do padre Manuel João, que foi provedor da SCMM em 1809, de Maria, de Ana, de Bernardo José, de Mariana, que casou com Manuel José Vaz Torres, de quem descendem os Soares Calheiros; a Maria, ou a Ana, casou com António Alves, de quem descendem os “Lourenços da Fichoa” (ver Vitalina Lourenço).
Constituído por documentos relacionados com a vida pessoal e política. No domínio pessoal integra uma coleção de fotografias com retratos de Pedro Teotónio Pereira e da sua mãe Virgínia Herman Von Boetischer, reproduções de fotografias do casamento da sua filha Maria Madalena Teotónio Pereira. Inclui também listas de bens que terão integrado o património da sua propriedade Quinta da Cerca. No âmbito das suas atividades políticas integra uma pasta com recortes de imprensa.
Retrato de Pedro de Sequeira e Sá. No verso vemos inscrita a seguinte informação: “Pedro de Sequeira e Sá offeresse à sua querida irmã D. Maria Casemira de Sequeira e Sá a 3-4-1898”. Encontramos também, ao centro, carimbo onde podemos ler “P. Barneto Fotógrafo”.
António de Jesus Pedro solicita licença para construção de uma moradia, área aproximada de 1500 m2, no lugar e freguesia de Amor. O requerimento foi redigido por Joaquim Alves da Cruz na qualidade de gestor de negócios de António de Jesus Pedro.
Joaquim de Jesus Pedro solicita licença para construção de muro de suporte de terras, com o comprimento de 35 metros junto da sua casa de habitação, no lugar de Matoeira, freguesia de Regueira de Pontes. O requerimento foi redigido por Duarte Matias da Silva na qualidade de gestor de negócios de Joaquim de Jesus Pedro.
Cópia do acórdão judicial sobre o caso imputado a José da Silva – advogado pelo Desembargador Pedro Vicente de Morais Campilho que o acusou de “…crime de injúria contra autoridade pública…” O tribunal decidiu “…arquivar o processo, com o fundamento de não haver indícios da autoria do crime.” e de “…negar…[o] recurso…” a Pedro Vicente de Morais Campilho – Desembargador, 1972-10-20
Leonel Pedro banha da Silva nasceu, em Beja, em 1901 e licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra. Entre 1927-1928 foi advogado e professor no Liceu de Beja e o principal dinamizador da ação editorial da Agência Geral do Ultramar, até 1967. Foi, ainda, Vice-presidente da Sociedade de Propaganda de Portugal e Vice-presidente do II Congresso Nacional do Turismo. Em 1927 exerceu os cargos de Presidente da Junta da Província do Baixo Alentejo e Presidente da Câmara Municipal de Beja entre 1938- 1945, em cuja qualidade integrou a Câmara Corporativa, em representação dos municípios rurais das províncias do Ribatejo, Alto Alentejo, Baixo Alentejo e Algarve. Entre, 1945-1946, foi vogal da Junta de Exportação de Cereais das Colónias e Inspetor Superior da Administração Ultramarina até 1970. In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/OsProcuradoresdaCamaraCorporativa/html/pdf/s/silva_leonel_pedro_banha_da.pdf
Freguesia: Monte Fralaes, São Pedro. Propriedade: Casal Povoa.
Obras de Pavimentação da Estrada do Largo Pedro Vítor
Freguesia: Rio Mau, São Martinho. Propriedade: Casal Pedro Gil.
Freguesia: Monte Fralaes, São Pedro. Propriedade: Casal Lucos.
Freguesia: Ferreira, São Pedro. Possuidores de um casal.
Freguesia: Roriz, São Pedro. Propriedade: Casal São Miguel.
Rua 5 de Outubro em São Pedro do Estoril.
Pedro António Bettencourt Raposo lecionou na escola Médico-Cirúrgica e na Faculdade de Medicina de Lisboa, onde ao longo de 50 anos de actividade docente regeu as cadeiras de clínica médica, medicina legal, clínica cirúrgica, patologia interna, patologia geral, história e filosofia da medicina e deontologia. Foi secretário e bibliotecário da Faculdade de Medicina (1904-1929). Médico e cirurgião dos hospitais civis de Lisboa. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 661
Ele da freguesia de Seixas, São Pedro, concelho de Caminha. Ela da freguesia de Seixas, São Pedro, concelho de Caminha.
Sita na freguesia de Sao Pedro Fins de Pondras, comarca de Chaves. Localidades: Pondras, São Pedro Fins, Montalegre.
Filiação: José Pedro Rodrigues Lontra e de Balbina Rosa. Natural e/ou residente em Seixas, São Pedro, concelho de Caminha.
Ele da freguesia de Seixas, São Pedro, concelho de Caminha. Ela da freguesia de Seixas, São Pedro, concelho de Caminha.
Ele da freguesia de Seixas, São Pedro, concelho de Caminha. Ela da freguesia de Seixas, São Pedro, concelho de Caminha.
Ele da freguesia de Seixas, São Pedro, concelho de Caminha. Ela da freguesia de Seixas, São Pedro, concelho de Caminha.
Fotocópia do retrato de corpo inteiro de Pedro Teotónio Pereira junto aos seus filhos Pedro, Maria Madalena e Clara.
Artigo sobre o Bairro de S. Pedro, com referência ao penúltimo quartel dos bombeiros de S. Pedro.
Artigo sobre o Bairro de S. Pedro, com referência à fonte de S. Pedro desenhada pelo autor.
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
Freguesia: Jugueiros, São Pedro. Propriedade: Casal Ribeiro.
Casal Lucos. Freguesia: Monte Fralães, São Pedro.
Pedro Correia Marques nasceu em São Pedro de Rates, vila pertencente ao Concelho da Póvoa de Varzim (terra de Eça de Queirós), a 26 de abril de 1890. Iniciou sua carreira de jornalista quase ao acaso, já que, como muitos jovens depois do serviço militar, e advindo de uma família humilde, partiu em busca de emprego para garantir sua sobrevivência. Dessa maneira, começou a trabalhar na revista católica O Rosário – de 1913 a 1919 – como redator. Em 1915, torna-se redator também do jornal A Restauração. E, em 1919, consolida-se a sua presença no panorama jornalístico português ao entrar para a redação do jornal A Época – periódico conceituado – logo sendo nomeado redator principal. Com o término da edição de A Época, Correia Marques assume a direção e o posto de redator principal do jornal A Voz, até a sua extinção. Em 1927, aquando da nova publicação do jornal “A Época”, o Conselheiro Fernando de Sousa, foi seu diretor até à sua morte, em 1972. In: http://www.bocc.ubi.pt/pag/moreira-lucia-pedro-correia-marques.pdf