Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for vila and 140,637 records were found.

O registado: Maria Fernanda Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1905/04/25 Pai: João Rodrigues Loureiro Naturalidade (freguesia e concelho): Gondomil, Valença do Minho Mãe: Rita Vila Rodrigues Naturalidade (freguesia e concelho): Vitória, Porto Avós paternos: Francisco Loureiro e Catarina Rosa Rodrigues Avós maternos: António José Rodrigues da Silva e Teresa Vilaça Rodrigues da Silva
O registado: Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1896/02/22 Pai: António José de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Mãe: Luísa Rosa Mendes de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Vila Nova de Infantas, Guimarães Avós paternos: José de Oliveira e Maria de Belém Avós maternos: Manuel de São Boaventura e Cecília Mendes
O registado: Belmiro Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1891/01/26 Pai: António José de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Mãe: Luísa Rosa Mendes Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Vila Nova das Infantas, Guimarães Avós paternos: José de Oliveira e Maria de Belém Avós maternos: Manuel de São Boaventura e Emília Mendes
O registado: Fortunato Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1896/08/20 Pai: Francisco do Espírito Santo Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Comba de Vilariça, Vila Flor, Bragança Mãe: Odília Rosa da Silva Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Avós paternos: António Joaquim do Amaral e Raquel Violante Avós maternos: António José Paredes e Maria Rita
O registado: António Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1905/05/26 Pai: Antero Brás da Silva Naturalidade (freguesia e concelho): Alfena, Valongo Mãe: Maria Gonçalves Naturalidade (freguesia e concelho): Vila Cova, Fafe Avós paternos: Domingos Brás da Silva e Maria Loureiro Avós maternos: Rosa Gonçalves
O registado: Teresa Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1879/10/20 Pai: Manuel Joaquim da Cunha Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Turiz, Vila Verde Mãe: Rosa Maria de São João de Deus Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: José da Cunha e Josefa Maria Avós maternos: Manuel José do Couto e Maria Joaquina
O registado: Joaquim Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1879/09/29 Pai: António da Costa Nogueira Naturalidade (freguesia e concelho): São Salvador de Ruivães, Vila Nova de Famalicão Mãe: Ana Josefa da Costa Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: José da Costa Nogueira e Joaquina Maria Avós maternos: José Maria da Costa e Benta Josefa
O registado: Fernando Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1886/03/23 Pai: Avelino Ribeiro de Faria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Mãe: Emília da Cunha Faria Naturalidade (freguesia e concelho): Vila Cova, Fafe Avós paternos: Bento de Faria e Joana Cândida Ribeiro de Faria Avós maternos: José da Cunha e Maria Fernandes Gomes
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Manuel António Marques nasceu no lugar de Outeiro de Vila Cã (concelho de Pombal), a 1 de Outubro de 1913, e faleceu a 27 de Abril de 2004. Entrou para o Seminário de Coimbra a 8 de Janeiro de 1929, tendo recebido a Ordenação Sacerdotal a 9 de Junho de 1939. Foi nomeado pároco das freguesias de Pocariça e de Ourentã a 10 de Julho do mesmo ano, permanecendo como pároco de Ourentã até Novembro de 2000 e de Pocariça até Outubro de 2003. In: http://www.pocaricaonline.com/Paginas/?Action=Pagina&ID=15&TipoId=6
Raul da Costa Couvreur filho de Júlia Penteado da Costa Couvreur e de Jaime Agnelo dos Santos Couvreur, nasceu a 27 de agosto de 1879 em Lisboa e faleceu a 24 de junho de 1959, foi um engenheiro, professor, numismata e escritor português. Casou com Deborath Olímpia de Aguiar Craveiro Lopes Couvreur. Ficou conhecido por ter empreendido a construção da Estação Ferroviária do Sul e Sueste, da ligação ferroviária entre Tavira e Vila Real de Santo António, do Ramal do Montijo, e de outros troços ferroviários. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Raul_da_Costa_Couvreur
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Reinaldo dos Santos (Vila Franca de Xira, 3 de dezembro de 1880 — Lisboa, 6 de maio de 1970) foi um médico, escritor e historiador português. Licenciado em Medicina em 1903 pela Faculdade de Medicina de Lisboa, foi nomeado Professor de Cirurgia e Urologia em 1907. Em 1908 foi para Paris, onde trabalhou com Theodore Tuffier. Relacionou-se com diversas individualidades entre as quais Carrel e Cushing. De regresso a Lisboa, dedicou-se com paixão à cirurgia. Foi agraciado em 28 de junho de 1919, com o grau de Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Reynaldo_dos_Santos
A Congregação de Nossa Senhora da Conceição foi instituída por D. António Leite de Albuquerque em 16795, na quinta rural da família, na freguesia de Santa Eulália de Oliveira em Vila Nova de Gaia. A comunidade, sob Regra da Ordem Terceira de São Francisco, dotada dos bens do fundador e sob proteção régia propõe uma vida religiosa afastada do mundo. Dedicada à oração e exercícios espirituais, vocacionada para o acolhimento de sacerdotes doentes ou desvalidos do bispado do Porto, constitui-se como obra ao serviço de Deus e salvação da alma do seu fundador. http://ler.letras.up.pt
Fidalgo da Casa Real, comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, vice-presidente da Câmara Municipal de Guimarães, nasceu no Largo do Toural a 16 de junho de 1816 e faleceu a 2 de junho de 1885. Filho de Manuel Baptista de Sampaio, contratador de tabaco, grande proprietário, negociante de longo trato, e de Francisca Emília Pereira. Casou na Sé do Porto a 13 de março de 1852 com Emília Augusta Dias (1832-1880), filha de Luís António Dias Guimarães e de Jerónima Ermelinda Costa. Tiveram um filho, João Gonçalves Batista de Sampaio, pai de Arminda Adelaide Baptista de Sampaio que casou com Alberto Cardoso Martins de Menezes Macedo.
Duque de Bragança, filho do príncipe D. Miguel II de Bragança e de D. Maria Teresa de Lowenstein. Nasceu em 1907, em Seebenstein (Áustria). Após a morte de D. Manuel em 1932, foi reconhecido como chefe da Casa de Bragança. Do seu casamento (em 1942) com D. Maria Francisca de Orleães e Bragança nasceram três filhos: D. Duarte Pio, D. Miguel e D. Henrique. Os duques instalaram-se em Portugal em 1955, depois da abolição das leis do banimento (1949). Falecido em 1976, o duque de Bragança está sepultado no Panteão dos Duques, em Vila Viçosa. In: https://www.infopedia.pt/$d.-duarte-nuno
12 anos de idade. Filiação: Antonio Vilas Boas. Natural de GEMESES,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Brasil.
Filiação: Angelina Rosa Vilas Boas. Natural da freguesia de OLIVEIRA, Santa Eulalia, concelho de BARCELOS
Filiação: António Vilas Boas e Maria Luísa. Freguesia: Manhente, São Martinho. Concelho: Barcelos.
Processo instruído com a informação da Inspecção das Obras Públicas dos Açores e a Madeira, parecer da Junta Consultiva das Obras Públicas e Minas sobre o projecto indicando a necessidade de se proceder a um novo estudo, informação e memorando da Direcção das Obras Públicas do Distrito de Ponta Delgada expondo algumas considerações sobre o estudo e tendo em anexo peça desenhada, novos pareceres da Junta sobre o projecto e o orçamento com despacho de aprovação e novos reforços de verbas que dão origem a novos pareceres da referida Junta e ao despacho de libertação das verbas necessárias à execução da obra.
Contém ofício da Secretaria de Estado dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, de 26 de fevereiro de 1851, e minuta do parecer da Procuradoria-Geral da Fazenda de 7 de março de 1851, escrita sobre o ofício.
REGISTO de provisao para embargos de capitulos de visita a favor do Reverendo Doutor Francisco de Vilas Boas, Abade da igreja de Sao Pedro de Esmeriz e sua anexa Santiago de Outiz, por tempo de seis meses. Localidades: ESMERIZ,Sao Pedro, VILA NOVA FAMALICAO
REGISTO de provisao a favor de D. Gracia Barbosa de Faria, viuva de Luis de Vilas Boas Cisne Benevides, moradora na sua quinta de Anta, freguesia do Salvador de Lemenhe, para poder ter confessionario na sua capela. Localidades: LEMENHE,Sao Salvador, VILA NOVA FAMALICAO
REGISTO de provisao a favor de D. Garcia Barbosa de Faria, viuva de Luis Vilas Boas Cisne Benevides, moradora na sua quinta de Anta, freguesia de Lemenhe, para por um confessionario na sua capela. Localidades: LEMENHE,Sao Salvador, VILA NOVA FAMALICAO
PRAZO em tres vidas chamado o Assento da igreja, foreiro a igreja de Santa Marinha de Oriz e sito na mesma freguesia, a favor de Custodio Jose Vivas e sua mulher D. Maria do Rosario de Vilas Boas Pereira. Localidades: ORIZ,Santa Marinha, VILA VERDE
CONCURSO que se fez da Paroquial Igreja e Abadia de Santa Eulalia da Cumeeira, que vagou por morte do Abade Antonio Pita da Ortigueira, a favor do Padre Domingos Lopes Vilas Boas, clerigo in minoribus, de Vale Frechoso. Localidades: CUMEEIRA,Santa Eulalia, SANTA MARTA PENAGUIAO; VALE FRECHOSO,Sao Lourenco, VILA FLOR
TITULO da Igreja Vigararia novamente Colada de Nossa Senhora da Assuncao de Vilar de Macada, com residencia na de Sao Miguel de Tresminas, a favor do Reverendo Manuel Antonio da Guerra, clerigo in minoribus, da freguesia de Santa Maria Madalena de Vilas Boas. Localidades: VILAR MACADA,Nossa Senhora Conceicao, ALIJO; VILAS BOAS,Santa Maria Madalena, VILA FLOR
Projecto da Avenida de ligação da estação de caminho de ferro com a EN3. Peças escritas e desenhadas. Outra documentação relacionada com a aprovação do projecto e com as expropriações necessárias para a construção da referida Avenida.
Projecto de reconstrução do pontão. Peças escritas: memória justificativa, série de preços, orçamento. Peças desenhadas: alçado e perfil.
Parecer da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas relativo à aprovação do projecto definitivo do 2º lanço do troço entre o Norte Pequeno e o Porto da Calheta na ilha de São Jorge (perfis 387 a 692).
Projecto definitivo com alterações do 2º lanço entre as duas Azenhas constituído por relatório justificativo, memória descritiva, medição geral, série de preços e orçamento. Peças desenhadas - planta, perfil transversal, perfis longitudinais e tipos de obras de arte.
Projecto definitivo do 4º lanço da Portela do Ovo ao Barracão constituído por peças escritas - memória descritiva e caderno de encargos, medições, série de preços e orçamento - planta, perfil transvesal, perfis longitudinais e obras de arte. Parecer da Junta Consultiva das Obras Públicas e Minas.
Projecto de um aqueduto de três bocas em substituição da ponte projectada sobre a ribeira da Flagosa. Relatórios de medição do trabalho, orçamentos e medição; peças desenhadas. Pedido de autorização de expropriação de um terreno, planta parcelar e parecer da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas.
Projecto do lanço de Vilar de Maçada a Sanradela, na extensão de 4.960,24 m. Peças escritas: memória, medições, série de preços, orçamento. Peças desenhadas: planta geral, planta parcelar, perfil longitudinal. Parecer da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas.
Projecto do lanço de Sanradela a Agrelos, na extensão de 3.868,29 m. Peças escritas: memória, medições.
Projecto do lanço de Sanradela a Agrelos, na extensão de 3.868,29 m. Peças escritas: série de preços. Peças desenhadas: planta geral, planta parcelar, perfil longitudinal.
Projecto do lanço da Praça do Município à ponte do lugar da Relva entre os perfis 0 a 110 na extensão de 4.748,10 m constituído por peças escritas - memória descritiva e caderno de encargos, medição das obras, série de preços e orçamento - e peças desenhadas - planta geral, planta parcelar, perfil longitudinal e perfis transversais. Parecer da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas, suportado com informação da Direcção das Obras Públicas do Distrito de Ponta Delgada, com despacho de aprovação do projecto.
Projecto da variante entre a Ribeirinha e o Rebentão do Barro, 5º lanço entre os perfis 739 e 950 na extensão de 2.544,94 m constituído por peças escritas - memória descritiva, medição geral e orçamento - e peças desenhadas - planta cadastral, perfil longitudinal, perfis transversais e obras de arte. Parecer da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas com despacho de aprovação do projecto.
Projecto do 5º lanço das proximidades da Ribeira da Feteira à Ribeira da Achada, perfis 1495 a 1695, na extensão de 2.219,75 m constituído por peças escritas - memória descritiva e caderno de encargos, medição das obras, série de preços e orçamento - e peças desenhadas - planta geral, planta parcelar, perfil longitudinal e obras de arte.
Projecto do 8º lanço da Lombinha da Maia às proximidades da Ribeira da Vaqueira, perfis 0 a 315, na extensão de 4.913,74 m constituído por peças escritas - memória descritiva e caderno de encargos, medição das obras, série de preços e orçamento - e peças desenhadas - planta geral, planta parcelar, perfil longitudinal e obras de arte.
Parecer da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas e despacho de aprovação do projecto e orçamento da variante à ER8 entre o lugar de Trinta Reis e a Gruta do Barro na extensão de 411,55 m.
Anteprojecto do troço entre o lugar de Nossa Senhora do Pilar e a Fonte Grande constituído por memória justificativa, planta geral, planta corográfica e perfil longitudinal. Planta e perfil longitudinal da modificação ao anteprojecto.
Parecer da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas referente ao orçamento suplementar para a conclusão do lanço entre a freguesia de Nossa Senhora da Ajuda e a de Nossa Senhora do Pilar suportado com os pareceres primitivos da Junta de aprovação do projecto e dos orçamentos iniciais e as informações da Direcção das Obras Públicas do Distrito de Ponta Delgada.
Projecto do 5º lanço do perfil 732 ao 1058, do Mato de Felício do Amaral à proximidade da Gruta da Feteira na extensão de 4.473,56 m constituído por peças escritas - memória descritiva e caderno de encargos, medições, série de preços e orçamento - e peças desenhadas - planta geral, planta parcelar, perfil longitudinal, perfis transversais e obras de arte. Pareceres da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas suportados por informações da Direcção das Obras Públicas do Distrito de Ponta Delgada e despacho final de aprovação ao último parecer após introdução das alterações propostas.
Parecer do Conselho Superior de Obras Públicas e Minas sobre o projecto definitivo do lanço da lombinha da Maia à Ribeira do Vaqueiro, na extensão de 4.913,74 m..
Parecer do Conselho Superior de Obras Públicas e Minas sobre o projecto definitivo do lanço da Ribeira da Muralha à Ribeira da Feteira, na extensão de 2.198,24 m.
Processo da recepção definitiva da empreitada de construção do lanço de Sanradela a Agrelos entre os perfis 302 e 332 na extensão de 603,26 m instruído com o programa, condições de arrematação, medições e orçamento, propostas e guias de depósito, auto de abertura das propostas, parecer do Conselho Superior de Obras Públicas com despacho de aprovação, termo de adjudicação, novo parecer do Conselho, requerimento do empreiteiro de rescisão do contrato por não haver verba disponível para pagamento das obras, notas e informações sobre o requerido.
Processo da recepção definitiva da empreitada de construção parcial do troço entre a Foz do Tua e Castanheira instruído com o anúncio e condições de arrematação, propostas e guias de depósito, auto de arrematação, parecer do Conselho Superior de Obras Públicas com despacho de aprovação, termo de adjudicação, novo parecer do Conselho, recepção provisória, inquérito administrativo com um processo de reclamação contra o empreiteiro, autuação decorrente da reclamação, recepção definitiva e pareceres do Conselho sobre as sucessivas peças do processo.