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Fichas dos sócios: Rafael António da Conceição Fróes, Rafael Augusto Jurado Carbone, Rafael Filipe Soares Vieira, Rafael Franco da Encarnação, Rafael Gardete Correia, Rafael Jorge Leitão Xavier Pereira, Rafael Marques Cardoso, Raimundo José Abreu Ferreira, Raimundo Leonardo Runa Mota, Ramiro António, Ramiro António Mouzinho Honorato, Dr. Ramiro Gonçalves Almeida Ferrão, Ramiro Gonçalves Lopes Duarte, Ramiro José Magalhães Santos, Ramiro Martins Gonçalves, Ramiro da Silva, Ramiro da Silva Ramos, Ramiro Simões Baeta Neves, Ramiro Simões Baeta Neves, Rafael António Silvestre Ferreira, Rafael Vieira, Rafael Piedade Gevelber, Rafael Pedro Ferreira Nascimento Rosa, Raquel Araújo Claro, Raquel Cristina Pires da Costa, Raquel Letícia Raposo Costa, Raul Almeida Ambrósio, Raul Aníbal Batista, Raul António Jesus Moreira, Raul Assunção Ribeiro Passos Costa, Raul Carlos Marques Carinhas, Raul Coelho, Raul da Conceição Gaspar, Raul Domingos Gomes de Melo, Raul Fernando Serôdio Gonçalves, Raul Fernando Talhas Ventura, Raul Ferreira Branco Júnior, Raul Forte da Silveira, Raul Francisco Martins Simões, Raul Francisco Mouca Rosindo, Raul Galvão Coelho Dias, Raul Henrique Pereira de Sousa, Raul Lopes Teixeira, Raul Manuel Branco Vieira, Raul Manuel de Oliveira Caldeira, Raul Manuel dos Santos Pinto, Raul Manuel Soeiro Soares, Raul Marques da Silva, Raul Monteiro Azevedo, Raul Monteiro da Silva, Raimundo Ferreira, Raimundo Ferreira, Raul Natalino Quaresma Mateiro, Raul Pedro Ribeiro Alves, Raul Pereira Coelho, Raul Pinho Augusto, Raul Raposo, Raul Rico Matias, Raúl Risso Matias, Raul Rodrigues dos Santos, Raul Russiano da Encarnação, Raul dos Santos Cruz, Raul Semedo Borges Cabral, Raul Sérgio Póvoa Oleiro, Réclus Pinto da Costa, Regina da Conceição Silva Gomes, Regina Maria Santos Águas, Regino Ferreira Alves, Reinaldo Alves, Reinaldo Godinho Pereira, Reinaldo Henrique Amado Lopes, Reinaldo José Piçarra Cordeiro, Reinaldo José Vaz Marujo, Reinaldo Paixão Batista, Renata Andreia Silveira de Almeida, Renato Gomes Barata, Renato da Piedade Cartaxo, Ressurreição dos Anjos Afonso, Ricardino de Oliveira Reis, Ricardo Acates Rebelo, Ricardo Alberto Parreira Perpetuo, Ricardo Alexandre da Cruz Borges Mendes, Ricardo Augusto Alves Rodrigues, Ricardo Augusto Fraga Ferreira, Ricardo Joaquim da Cruz, Ricardo Jorge Conceição Santos Neto, Ricardo Jorge Cordeiro Lousã, Ricardo Jorge Dias de Castro Venceslau, Ricardo Jorge Gomes Semedo, Ricardo Jorge Martins Fitas, Ricardo Jorge Mendes Afonso, Ricardo Jorge Mendes Nunes, Ricardo Jorge Mendonça de Carvalho, Ricardo Jorge Seabra Queiroz Dias, Ricardo José Pereira Cunha, Ricardo Júlio Carvalho Gomes, Ricardo Lourenço Guerreiro, Ricardo Luís Tigol de Matos, Ricardo Manuel Correia Pinho, Ricardo Manuel Figueira, Ricardo Manuel Rodrigues de Carvalho e Ricardo Manuel da Silva Louro.
1º. outorgante: Manuel Pereira Livro Nº 47-16.
1.º outorgante: Manuel Freitas Ribeiro; Manuel Alves; e Manuel Gonçalves 2.º outorgante: Emília de Sampaio Por óbito de: Manuel Alves de Lemos Herdeiros: Segunda outorgante Livro Nº 421-57
Justificante: Manuel José de Magalhães, almocreve.
Autores: O Ministério Público. Réu: Manuel Cardoso.
Exemplar especial do jornal "O Comércio de Gaia" de 10 de Abril de 1938, organizado pela Associação dos Antigos Alunos das Escolas do Torne e do Prado", com os seguintes artigos: - Diogo Cassels patriota, crente e tolerante, da autoria de Manuel dos Santos; - Homenagem Póstuma, da autoria de Alfredo Barbosa; - O Senhor Dioguinho (recordações), da autoria de Diogo José de Macedo Júnior (Mem Bugalho); - Poema "Imortalidade", da autoria de J. Mário Neto; - Diogo Cassels, benemérito de Gaia, da autoria de Laíde Cândida Pires Chumbo; - O Educador, da autoria de Silvério de Magalhães; - Um belo exemplo de altruísmo, da autoria de Victor Pinheiro; - Poema "Consagração", da autoria de J. Mário Neto; - Sociabilidade do Homem, da autoria de Manuel Teixeira de Almeida; - O Orfeão Diogo Cassels, sem assinatura; - Diogo Cassels, da autoria de Henrique da Costa Pereira; - À memória de Diogo Cassels, da autoria de Joaquim Pina Cabral; - À memória de Diogo Cassels, da autoria de Augusto Nogueira; - A minha homenagem a Diogo Cassels, da autoria de Luís Cândido Pereira; - Diogo Cassels, um nobilitante empreendimento, da autoria de José Diniz; - Canção "Ó aves cantoras, ouvi os meus rogos"; - Súmula do trabalho desenvolvido pelos antigos alunos das escolas.
Guilherme Braga da Cruz tomou posse do cargo de reitor da Universidade de Coimbra a 13 de junho de 1961, após ter sido nomeado pelo ministro da Educação Nacional, Manuel Lopes de Almeida. Por inerência das funções de reitor, e por Portaria de 28 de junho de 1961 foi nomeado presidente da Comissão Administrativa do Plano de Obras da Cidade Universitária de Coimbra. Na sequência da chamada "crise académica" de 1962 e em aberta discordância com a solução encontrada pelo Governo para a mesma, Guilherme Braga da Cruz pediu a exoneração de funções do cargo de reitor ao ainda ministro da Educação Nacional, Manuel Lopes de Almeida, que iria ser substituído no cargo por Inocêncio Galvão Telles. A exoneração foi-lhe concedida em 6 de dezembro de 1962, tendo ainda visto aprovado o quadro de pessoal da Faculdade de Medicina. Para além da documentação inserida em séries, inclui documentação relativa a: Curso de férias de Universidade de Coimbra no Ultramar, realizado em Angola e Moçambique em setembro de 1961; doutoramentos "honoris-causa" de José de Azeredo Perdigão e Gilberto Freyre; assuntos relacionados com organismos académicos e com o V Colóquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros.
Álbum com imagens dos vários atos que integraram as cerimónias da inauguração do Monumento a Cristo Rei, assim como imagens do cardeal-patriarca D. Manuel Gonçalves Cerejeira a presidir às cerimónias de comemoração do aniversário da inauguração, provavelmente nos anos de 1960 a 1963. Relativamente às cerimónias do dia 17 de maio de 1959 o álbum inclui imagens da procissão de Nossa Senhora de Fátima de Cacilhas para o Monumento; da missa campal celebrada, de manhã, por D. Francisco Maria da Silva, bispo auxiliar de Braga; vistas da assistência, com destaque para imagem que mostra António de Oliveira Salazar, presidente do Conselho de Ministros; chegada do presidente da República, almirante Américo Thomaz; imagens da alocução do cardeal-patriarca, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, e do discurso do presidente da República; bênção do Monumento e, por fim, uma imagem da custódia usada na inauguração. Neste álbum as imagens das tribunas e das filas de prelados mostram aspetos diferentes dos captados por outras reportagens. As fotografias relativas a cerimónias dos anos sessenta mostram o cardeal Cerejeira sentado, com báculo e mitra, a proferir uma alocução ou a celebrar a eucaristia tendo junto ao altar o P. Sebastião Pinto da Rocha. Ver PT-SCR/SNMCR/B/11/28.
Títulos de ações da companhia "Auxiliadora" do número 185 a 320, referentes ao empréstimo efetuado à Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau de Lisboa, em que são constituídos os proprietários de uma ação do capital de cinquenta mil réis, em prestações no valor de cinco mil réis, sendo obrigados "a entrar com mais prestações (…) até completar o dito capital". Nos títulos constam carimbos de liquidação das prestações à esquerda e dos juros à direita. Em alguns títulos, à direita do documento, encontra-se uma nota de sorteio para "amortização na conformidade da condição 5.º do contrato e Art. 6.º dos Estatutos" da companhia "Auxiliadora". No verso, encontram-se notas de propriedade da ação e dos seus dividendos, assinaturas e datas de averbamento; o reconhecimento da autenticidade do original; nota e data de liquidação da quantia e juros do capital; outras notas de propriedades das ações. Em grande parte, após efetuada a amortização, os títulos foram rasurados e/ou cortados. Inclui ainda um requerimento e mais documentos (exemplares do "Diário do Governo", n.º 270, de 28 de novembro; n.º 281, de 12 de dezembro, e folhas do "Diário Popular" e do "Diário de Notícias"; ata de sessão da Assembleia da Irmandade; termo de fiança e termo de entrega relativos à perda de duas ações da companhia "Auxiliadora" (n.º 98 e 99), em que é requerente Francisco Manuel Correia Martins, herdeiro de Francisco Manuel Correia Lopes e sua mãe Margarida Joaquina Correia Martins.
Inclui processos relativos a causas judiciais que opuseram a Irmandade do Santíssimo Sacramento a foreiros, herdeiros e beneficiários de legados pios deixados à irmandade, inquilinos de casas e lojas e seus fiadores, a irmãos e outros religiosos, nomeadamente capelães que serviam nas capelas de missas administradas pela irmandade. Destacamos a título ilustrativo: autos de contrafé, conhecimentos, citações de pagamento do foro e deliberações da Mesa da Irmandade do Santíssimo Sacramento a propósito da penhora interposta à casa e Horta de Arroios em 1833. Acompanham pedidos de isenção da décima e outros autos de penhora referentes a estas propriedades; mandado de despejo a Francisco Xavier da Silveira morador na rua de S. Pedro Mártir (1741-1781); citação para libelo na pessoa de António Correia como fiador de Luís Pedro de Sousa, pelo aluguer de uma casa na rua de S. Pedro Mártir (1788); documentação vária sobre o processo movido pelo padre António José Fustigueiras e Manuel José Fernandes contra a irmandade relativo aos rendimentos das casas da rua do Ouro que tomaram posse por carta de arrematação de real a real, para pagamento do que a irmandade lhes devia (1739-1803); sentenças a favor do padre António da Silva Delgado impossibilitando a irmandade de proceder a qualquer alteração às disposições da testadora que legou as missas (1759-1760); sentença cível a favor do juiz e mais irmãos da Mesa da irmandade e contra Manuel Coelho, relativa ao resto da joia que ficou a dever enquanto mordomo da mesma irmandade (1772-1773).
Contém duas escrituras de aforamento da Quinta de Corroios, das vinhas que D. Pedro de Sousa Noronha e sua mulher, D. Juliana de Noronha, tinham em Santa Marta (1621, 1705); saldo de contas das despesas da Quinta de Corroios, pertencente ao vínculo instituído por Manuel Borges de Brito a fim de ser assinada e se passar quitação à irmandade (1825); sentença pela qual a irmandade pagou à viúva, D. Mariana Cândida de Melo Sousa e Menezes, as despesas e benfeitorias feitas após a morte do seu marido (1825); considerações da Comissão nomeada pela Mesa Definitória da irmandade para avaliar o estado do pinhal denominado - do Teófilo, no concelho do Seixal, para a Mesa poder deliberar sobre a questão da sub-rogação proposta por João Coelho Silva (1843); licença concedida pela irmandade para a celebração de uma missa numa das salas da casa da Quinta de Corroios, para a inauguração da imagem de São Nicolau sobre o portão (1860); petição de Manuel Francisco da Silva, rendeiro da Quinta de São Nicolau, para que a irmandade mande instalar uma nora no poço que existe na horta da mesma quinta (1862).
Correspondência entre a Comissão Central da Cáritas Portuguesa, a Assembleia Geral de Trabalhadores e diferentes entidades nacionais e internacionais referente a diversas atividades da instituição. Contém: pedidos da ajuda às congéneres europeias e norte-americana da Cáritas; comunicação à Junta da Salvação Nacional; negativo de stencil de carta enviada por Manuel Matos Dias à Junta de Salvação Nacional, [s.d.]; regulamento inter-serviços; processo de escrutínio de trabalhadores para a Assembleia Geral de Trabalhadores; correspondência entre os trabalhadores da Comissão Central da Cáritas Portuguesa, na sequência de Assembleias Gerais de 1974-05-21 e 1974-08-12 e o Cardeal-Patriarca de Lisboa (inclui Documento confidencial, exclusivamente divulgado ao Episcopado e destinado a uma análise objectiva da situação grave vivida pela Cáritas e a evitar uma informação unilateral, incompleta e distorcida, abrangendo diligências para encontrar armazém de géneros alimentícios, com referências a Matinha, Av. Elias Garcia, Seminário dos Olivais e Ameixoeira); correspondência com a Caritas Catholique Belge para Manuel Matos Dias, felicitando sobre a evolução dos acontecimentos em Portugal (1974-06-10); ajuda de emergência a Cabo Verde; projeto de estatutos.
Esboços feitos para o sacrário e documento de despesas com o mesmo, cartas do cónego Manuel Anaquim de 21-03-1925 e 28-06-1925 sobre diligências que o Pe. Benevenuto deverá fazer junto da Santa Sé para obter a autorização para ter Santíssimo Sacramento no seu oratório particular; carta de Rosa Nogueira de Castro de 21-03-1928 sobre oferta de Sagrado Vaso para o Oratório; carta de João Ferreira Fontes de 26-06-1925 sobre modelo de petição a enviar para obter licença para ter oratório em casa; carta da Casa B. M. Teixeira Bastos, de 23-02-1928, com orçamento de sacrário; carta da Madre Dolores Montiel, de 08-05-1928, sobre envio de um véu de cálice; carta de Manuel [Mendes da Conceição Santos] – Arcebispo de Évora, de 16-02-1928, 19-03-1928 e 25-05-1928 sobre obter licença para ter oratório privativo e votos de parabéns pela autorização obtida; cartão de Felismina de Jesus Soares sobre oferta de dois corporais para o sacrário (s.d.) e cartas do Pe. Vieira de 15-07-1925, 29-07-1925 e 14-08-1925 sobre a autorização do oratório.
Documentação de apoio ao I Encontro sobre Desenvolvimento Regional, realizado em Évora (1969-03-23-29) pela Junta Distrital de Évora: folheto Instruções Gerais e Regulamento; circular enviada ao Presidente Geral da Liga Agrária Masculina; comunicações apresentadas: António da Cruz Rodrigues - Problemas de Formação Profissional na Empresa; José Beja Neves, J. F. Faria Ferreira, Ernesto Wemans - O plano de rega do Alentejo e o desenvolvimento da região-plano sul; Carlos Uva Cansado - A olivicultura e o plano de rega do Alentejo; José Fernandes Ventura - Da escalada do ensino técnico; J. Carvalho Cardoso - Projetos de investigação aplicada em curso na Secretaria de Estado da Agricultura de interesse para o fomento agrário da Região-Plano Sul; Manuel Boavida - A formação profissional dos trabalhadores pecuários no desenvolvimento regional; A. J. da Silva Teixeira - Nota preliminar sobre drenagem de terras agrícolas. O caso particular do Alentejo; Zózimo Pimenta de Castro rego - Alguns problemas da hidrologia de Pequenas Bacias; Manuel Sieuve Afonso - Reflexos económico-sociais da lei dos melhoramentos agrícolas; Fernando Nascimento - A reabilitação profissional e o desenvolvimento; António de Sousa Pontes - A indústria química no Algarve ligada à alfarroba; Firmino Aresta - Vantagens de ordem cultural, social e pedagógica resultantes dos contactos de professores do ensino primário com as nossas províncias ultramarinas; Odete Direitinho - Contribuição para o estudo da promoção das jovens rurais na região plano sul; Francisco Luís Alves - Algumas considerações sobre problemas que se levantam sempre que, numa exploração, se passa do regime de sequeiro para o de regadio.
Aforamento feito pela comenda de São Miguel da Freiria de Évora de uma vinha no termo da cidade, no posto do Degebe, a Catarina Figueira, mulher de Manuel Carvalho, que vive de sua fazenda. Mendo Estevens, pai de Catarina Figueira, morador no Alandroal, e agora assistente e morador em Évora nas casas onde se realiza o acto, era foreiro da vinha por prazo de três vidas, de que era a terceira pessoa, e de que pagava o foro de trinta e cinco reis. Queria agora fazer a renovação do prazo, para o que obtivera uma provisão régia, nomeando como sucessor a sua filha. O senhorio está representado pelo licenciado Pedro de Faria de Abreu, advogado na cidade e nela morador na rua do Raimundo, como feitor e procurador do doutor e frei Gregório Mascarenhas, homem fidalgo da casa de Sua Majestade e cavaleiro professo da ordem de São Bento de Avis, comendador da Comenda de São Miguel da Freiria de Évora e morador em Lisboa. Redactor: António Pires, tabelião das notas. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Rua de Machede, nas casas de morada de Manuel Carvalho.
Retificação de aforamento. O licenciado Diogo Lopes, provedor da justiça eclesiástica de Évora, como procurador de D. Martinho de Portugal, primaz das Índias, arcebispo do Funchal e prior da igreja de Santiago de Évora, e Brás Álvares, beneficiado da dita igreja, disseram que como administradores dos bens da igreja, requeriam a Manuel do Touro, morador em Évora, filho de Henrique do Touro, já falecido, que mostrasse título de aforamento de uma vinha com oliveiras que trazia em Val de Romã, termo da cidade, no caminho dos Barreiros. Manuel do Touro obtivera a vinha na sequência das partilhas que ele e sua mãe, Filipa Guilherme, tinham feito contra sua irmã, vindo-lhe a vinha na legítima de seu pai, que a obtivera por Fernão Cardim, cónego da Sé de Évora, que lhe a deixara. Agora estava aforada de foro perpétuo em cento e oitenta reais cada ano, pagos pelo São Martinho. Requere que os raçoeiros lhe aprovem e rectifiquem o título de escritura de aforamento, o que é feito. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Filipe La Féria adaptou o romance "Cerromaior" de Manuel da Fonseca em radionovela, contendo 47 episódios. Contém fotografia de Manuel da Fonseca e de Filipe La Féria.
Manuel da Fonseca foi condecorado com a Ordem de Santiago da Espada. Contém uma fotografia onde está presente Manuel da Fonseca.
Os inventariados foram residentes em Pedregais (Vila Verde). Inventariante(s): Manuel José da Silva, Maria Rosa da Costa, José Manuel da Silva. Proc. N.º 478.
Os inventariados foram residentes em Lage (Vila Verde). Inventariante(s): Manuel António Soares, Manuel José Soares, Maria Joaquina Soares. Proc. N.º 173.
Manuel Maria de Oliveira Ramos nasceu em Ovar, 1862 e morreu em Lisboa, 1931. Foi professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, notabilizou-se como crítico musical e de arte nos jornais de Lisboa e Porto. Era filho do jornalista João de Oliveira Ramos, conhecido como o Pai Ramos. Estudou na Escola do Exército e seguiu a carreira militar. Licenciado pela Universidade de Coimbra, foi professor dos liceus. Em 1904, com a reforma do Curso Superior de Letras, tornou-se professor universitário, lecionando durante 26 anos História Geral e História de Portugal.Foi também professor no Colégio Militar e na Escola Normal Superior. Em 1917, foi tutor do príncipe real D. Luís Filipe em História e Literatura.Escreveu as obras A Música Portuguesa (1881) e A Baixela Barahona - Um Problema de Arte (1900), e traduziu livros de Júlio Verne, bem como a História Universal, de G. Oncken, a História da Época dos Descobrimentos, de Sophus Ruge, e O Casamento de Fígaro, de Beaumarchais. Colaborou na Enciclopédia Portuguesa, de Maximiano de Lemos, e na História da Literatura Portuguesa Ilustrada, dirigida por Forjaz Sampaio. O seu nome consta na lista de colaboradores da revista A Arte Musical (1898-1915). Fonte: Wikipédia.
O autor, Manuel Rodrigues Ponsadilha, Sargento-mor e Comandante Interino do 2.º regimento de Milícias dos Indios da Capitania do Maranhão, leva à presença do Conde da Barca um requerimento que já fez chegar à presença de Sua Majestade por intermédio do Ministro da Guerra em 8 de março de 1811. Informa que o mesmo Ministro lhe comunicou que o despacho seria enviado ao Governador do Maranhão, o que entretanto não aconteceu. Em virtude de não ter procurador na Corte, o autor solicita ao Conde da Barca que mande encontrar o requerimento na referida secretaria e que o promova junto do monarca, caso contrário ver-se-á na contingência de pedir um Aviso para se deslocar pessoalmente à Real Presença o que ainda não fez em virtude de estar há nove anos no comando interino do seu regimento por falta de dois oficiais superiores. Diz que se por acaso quiser recolher informações sobre si, que uestione os Grandes da Corte e os marqueses de Penalva e de Alegrete que o criaram e educaram.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Margarida de Freitas Bravo de Faria, outorgando por si e ainda como procuradora de: Maria Leopoldina de Freitas Bravo; Cármen Bravo de Faria, que também usa o nome de Cármen de Freitas Bravo de Faria; Alfredo Maurício de Freitas Bravo e esposa Fernanda de Freitas Bravo; Maria da Conceição Bravo de Faria Bravo; Maria Teresa Bravo de Faria Bravo; Maria Ofélia Bravo de Faria Bravo; Carlos Bravo de Faria Bravo, casado com Maria da Graça Ferreira Gonçalves Barbot de Faria Bravo; Fernando Manuel Bravo de Faria Bravo, casado com Maria Manuela Gouveia Pinho de Faria Bravo; Maria Tomásia Pinto da Silva Bravo; Joaquim de Freitas Bravo; Manuel Fernando de Freitas Bravo e esposa Maria Manuela Machado Guimarães de Freitas Bravo; Casimiro Alberto Fontes de Macedo e esposa Maria Teresa Machado Guimarães de Freitas Bravo de Macedo; Rodrigo Guimarães de Freitas Bravo e esposa Susan Jane Cochane de Freitas Bravo; António Fernando de Freitas Bravo de Faria, casado com Mariana Guimarães de Macedo Bravo; Maria Margarida Machado Guimarães de Freitas Bravo Pereira da Silva e marido Olívio José Alves Pereira da Silva; João Paulo de Freitas Bravo de Faria; Maria Leonor de Freitas Bravo de Faria; José Manuel de Freitas Bravo de Faria; António Pedro de Freitas Bravo de Faria; Duarte de Freitas Bravo de Faria; Maria Manuel de Freitas Bravo de Faria Cruz e marido Celso Renato Paiva Rodrigues da Cruz. 2º Outorgante: Manuel Alves Machado da Fonseca e Castro, outorgando por si e ainda na qualidade de procurador de: Maria Raquel de Freitas Bravo da Fonseca e Castro de Cardoso Lima, casada com Fernando Festa Cardoso Lima; Manuel Rui de Freitas Bravo da Fonseca e Castro e esposa Maria Lídia Rodrigues de Morais Soares da Fonseca e Castro. 3º Outorgante: Maria de Lourdes de Freitas Bravo da Fonseca e Castro Azevedo e marido Adalberto da Silva Azevedo 4º Outorgante: Mariana Guimarães de Macedo Bravo de Faria, casada com António Fernando de Freitas Bravo de Faria 5º Outorgante: Manuel Francisco, casado com Ana Pereira