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Envia um número da Presença e a separata Itinerário de Monetarius. Continua a queixar-se achaques de saúde; declara ter escrito um artigo onde aclara o problema de Pedro Hispano. Confessa não estar zangado com AP e promete uma visita à Torre do Tombo; regozija-se que a Imprensa Nacional, com a Biblioteca Nacional e a Academia, empreendam obra similar à da Imprensa da Universidade. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
O Registado: António Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Data de nascimento: 1790-12-11 Pai: Lourenço Machado de Miranda Gusmão Coelho da Cunha Naturalidade (freguesia e concelho): São Paio de Figueiredo, Guimarães Mãe: Clemência Clara de Miranda e Menezes Naturalidade (freguesia e concelho): Quinta da Torre do Carvalhal Avós paternos: António Machado de Miranda Gusmão Vasconcelos e Rita Maria Pereira de Faria e Cunha Avós maternos: Bernardo Félix Veloso de Miranda Brandão e Cecília Maria de Menezes de Miranda
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos da igreja de São Bartolomeu de São Gens, a António Antunes, morador no lugar do Vale na dita freguesia, por três anos, pelo valor de 400 mil reis em dinheiro. Foram fiadores Domingos Antunes, morador no lugar da Torre em São Martinho de Quinchães, e Bento da Costa, morador no lugar de Sá em Santa Eulália Antiga de Fafe.
"Emprazamento, em três vidas, do casal das Lamas, freguesia de S. João de Gondar, pertencente à igreja de S. Tiago de Guimarães, feito por mestre Francisco, frade de S. Domingos, governador da dita igreja, a Lourenço das Lamas e mulher Margarida Gil, com o foro de 5 maravidis da moeda antiga. Escrito no mosteiro de S. Domingos pelo tabelião Nicolau de Freitas, sendo uma das testemunhas D. Frei Gonçalo, abade de S. Salvador da Torre."
Autor: O Ministério Público. Réus: Jerónimo Martins, do lugar dos Vales, Domingos Faria, do lugar da Torre de Baixo, estes casados e lavradores, António de Faria, casado, e filho Manuel de Faria, solteiro, jornaleiro, do lugar do Monte, Domingos Pereira, casado, e filho António Pereira, solteiro, lavradores, do lugar de Cutiães, todos da freguesia de Guardizela, e António Ribeiro, casado, do lugar do Sacoto, da dita freguesia.
Fala sobre o custo de vida em Espanha e compara com Portugal. Tece comentários críticos aos horários e serviços da Biblioteca Nacional. Alude à publicação do 17.º volume do "Anuário", às bulas de Alexandre VI e aos acontecimentos em Espanha. Pergunta se há novidades sobre o projeto de reforma de vencimentos da Torre do Tombo. Refere a festa de homenagem ao Dr. Ramos, em Madrid. Contém um P.S. sobre a "Miscelânea".
O registado: Porfirio Alves Júnior Nº registo: 169 Naturalidade (freguesia e concelho): Selho São Jorge, Guimarães Data de nascimento: 1917/01/25 Pai: Manuel Alves do Esteiro Júnior Profissão: Guarda republicano Naturalidade (freguesia e concelho): São Salvador da Torre, Viana do Castelo Mãe: Quitéria Alves Profissão: Doméstica Naturalidade (freguesia e concelho): Sub Portela, Viana do Castelo Averbamentos: Assento de casamento n.º 104 com Teresa de Sousa Fernandes em 1944; assento de óbito n.º 345 - faleceu em 1979.
Refere-se ao pagamento da contribuição, ao Pinto de Figueiredo e à posse de Alfredo Pimenta do cargo de Diretor da Torre do Tombo. Comunica que vai tentar enviar as notícias sobre o julgamento do A.L. Gomes. Informa que a reunião reviralhista no teatro Jordão foi adiada. Refere-se à deslocação à Penha dos católicos. Reporta-se ao discurso de Sá Tinoco sobre Alfredo Pimenta e sobre o Estado Novo e à emissão de certidões pelo Arquivo.
Compra que faz Dona Grácia Pereira de Castro e Lira, moradora na vila, a Domingos José, sapateiro, e sua mulher Joana Maria, moradores na Rua do Postigo da parte de dentro da Torre de Nossa Senhora da Guia, de uma sepultura grande que está pegada à primeira coluna ao descer do púlpito na igreja da Colegiada, que ficou por falecimento de seu pai o sogro Tadeu de Meira Peixoto.
O registado: Armando Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro de Azurém, [Guimarães] Data de nascimento:1892/06/07 Pai: Adolfo Almeida Barbosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria da Torre, Amares Mãe: Rosa Miquelina de Vasconcelos Peixoto Morais Naturalidade (freguesia e concelho): Friões, Valpaços Avós paternos: João Manuel de Almeida Barbosa e Ana Teresa da Silva Avós maternos: Manuel José de Morais e Ana Casimira de Vasconcelos Peixoto
O registado: João Óscar Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro de Azurém, [Guimarães] Data de nascimento: 1896/01/20 Pai: Adolfo Almeida Barbosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria da Torre, Amares Mãe: Rosa Miquelina de Vasconcelos Peixoto Morais Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro de Friões, Valpaços Avós paternos: João Manuel de Almeida Barbosa e Ana Teresa da Silva Avós maternos: Manuel José de Morais e Ana Casimira de Vasconcelos Peixoto
Doação ao Hospital da Confraria de Santa Maria dos Sapateiros de três covas de jazigo que faz João Anes, sapateiro. As ditas covas estão na crasta da Igreja de Santa Maria da Oliveira na vila de Guimarães, estando uma delas sepultada sua mulher Margarida Anes. Foram testemunhas Fernão Gil sapateiro da torre velha e Gonçalo Anes, sapateiro da rua da sapateira moradores na dita vila.
Comunica que o Dr. Caetano de Oliveira não apareceu no Ministério do Interior e que depois foi à Torre do Tombo para falar com Alfredo Pimenta, mas estava fechada. Pede para se entender com o Dr. Caetano de Oliveira sobre o recurso da Câmara. Participa que vai enviar um memorial explicando a situação da Câmara. Pergunta se é possível recomendar, na Caixa Geral, o pedido a que se refere o memorial.
Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Reitera o pedido feito nos ofícios enviados a 23 e 29 de março de 1838, no primeiro dos quais lhe exigia que desse conta do cumprimento da portaria do Ministério da Justiça de 16 do mesmo mês sobre a execução da sentença de José Martins condenado em seis meses de prisão no julgado de Torres Vedras e, no segundo, que participasse o resultado do processo mandado formar pela portaria de 23 do mesmo mês sobre o homicídio do súbdito britânico James M. Neil.
TORRES, José Joaquim. Filho de Manuel Joaquim Esteves Torres e de Maria da Conceição Cazeiro, proprietários, moradores na Rua Verde de São Gregório. Neto paterno de Manuel Joaquim Esteves Torres e de Francisca Caetana Rodrigues, do Barral, Paderne; neto materno de José Cazeiro e de Maria Benita Nogueira, de Barredo, Julgado de Celanova, Ourense. Nasceu em Cristóval a 16/11/1876 e foi batizado a 19 do mesmo mês e ano. Padrinho: padre José Joaquim de Abreu, de São Gregório. // Faleceu a 21/5/1883 e foi sepultado na igreja no dia 22.
TORRES, Rosa de Jesus. Filha de António Joaquim Rodrigues Torres, lavrador, natural de Paderne, e de Maria Justina de Sousa Barbosa Lobo, natural de Alvaredo, proprietária, moradores no lugar de Crastos. N.p. de João Luís Rodrigues Torres e de Maria Joaquina Esteves; n.m. de António José Barbosa Lobo e de Maria Joaquina de Castro. Nasceu em Paderne a 23/8/1894 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: padre João António de Castro, pároco de Remoães, e Rosa Barbosa Lobo, solteira, rural, tia da batizanda. // Faleceu a 14/5/1896 e foi sepultada no adro da igreja.
TORRES, Maria Rosa. Filha de António Joaquim Rodrigues Torres, lavrador, de Paderne, e de Maria Justina de Sousa Barbosa, doméstica, de Alvaredo, moradores em Crastos. N.p. de João Luís Rodrigues Torres e de Maria Joaquina Esteves; n.m. de António José Barbosa e de Maria Joaquina de Castro. Nasceu a 29/7/1897 e foi batizada a 31 desse mês e ano. Padrinhos: padre João António de Castro, pároco de Remoães, e Rosa Barbosa Lobo, solteira, doméstica. // Casou na CRCM a 14/12/1927 com José Cândido, de 28 anos de idade, padernense, filho de Custódio do Patrocínio Gonçalves e de Ana Joaquina Meleiro. // Faleceu em Paderne a 11/5/1966.
TORRES, Manuel José. Filho de António Joaquim Rodrigues Torres e de Maria Justina Barbosa Lobo, proprietários, moradores em Crastos. N.p. de João Luís Rodrigues Torres e de Maria Joaquina Esteves, proprietários, do dito lugar; n.m. de António José Barbosa Lobo e de Maria Joaquina de Castro, proprietários, do Rego, Alvaredo. Nasceu a 18/11/1886 e foi batizado a 21 desse mês e ano. Padrinhos: padre João António de Castro, encomendado de Remoães, morador no Paço, Paderne, e Rosa Barbosa Lobo, solteira, proprietária, do Rego, Alvaredo, tia do batizando. // Faleceu em Paderne a 28/11/1967.
TORRES, Luís Manuel. Filho de João Luís Rodrigues Torres e de Maria Joaquina Esteves. Neto paterno de Bernardino Rodrigues Torres e de Maria Gonçalves de Caldas, do lugar do Pinheiro; neto materno de Francisco Esteves e de Maria Caetana Lourenço, do lugar de Crastos. Nasceu em Paderne a 13/12/1839 e foi batizado na igreja do mosteiro a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel e Maria Rosa, irmãos do batizando. // Proprietário. // Faleceu a 13/4/1910, em sua casa de morada, sita no lugar de Crastos, com todos os sacramentos, no estado de solteiro, sem testamento, sem filhos, e foi sepultado no adro da igreja.
TORRES, João Luís (Padre). Filho de João Luís Rodrigues Torres e de Maria Joaquina Esteves, rurais, moradores em Crastos. N.p. de Bernardino Rodrigues Torres e de Maria Gonçalves de Caldas, do Pinheiro; n.m. de Francisco Esteves e de Maria Caetana Lourenço, de Crastos. Nasceu a 22/1/1837 e foi batizado a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel e Maria, irmãos do batizando. // Esteve muitos anos no Brasil onde, segundo consta, conseguiu juntar alguma fortuna. // Proprietário. // Morreu no lugar de Crastos a 10/8/1909, em sua casa de morada, com todos os sacramentos, com testamento, e foi sepultado no adro da igreja paroquial.
TORRES, José Joaquim. Filho de Manuel António Rodrigues Torres e de Ana Maria Domingues de Sousa, padernenses. Nasceu a 6/10/1835 e foi batizado na igreja do mosteiro de Paderne. // Tinha 32 anos de idade, era solteiro, morava no lugar de Nogueira, quando casou na igreja do mosteiro a 2/6/1867, com Maria Joaquina Afonso, de 46 anos de idade, solteira, nascida e batizada em São Paio, residente no lugar de Real, filha de António José Afonso e de Maria Rosa Codesseira, lavradores, sampaienses. Testemunhas: Manuel Caetano Ribeiro, casado, rural, e Manuel Inácio Rodrigues Torres, casado, lavrador, irmão do noivo. // O seu irmão padre ofereceu-lhe como prenda cinquenta mil réis.
TORRES, Teresa de Jesus. Filha de António Joaquim Torres e de Caetana Delfina dos Ramos, ele natural de Paderne e ela natural de São Paio, moradores no lugar da Gaia. N.p. de Manuel António Torres e de Ana Maria Domingues, da Nogueira, Paderne; n.m. de Manuel Joaquim Ramos e de Luísa Antónia Soares, da Gaia, todos lavradores. Nasceu em São Paio a 20/7/1876 e foi batizada a 25 desse mês e ano. Padrinhos: padre Manuel José Vaz e Maria Joaquina Soares, viúva, de Paderne, moradores no Barral. // Faleceu na sua terra natal a 14/5/1941.
TORRES, Maria Rosa. Filha de António Joaquim Rodrigues Torres e de Caetana Delfina dos Ramos, ele de Paderne e ela de São Paio, moradores no lugar da Gaia. N.p. de Manuel António Rodrigues Torres e de Ana Maria Domingues; n.m. de Manuel Joaquim Ramos e de Luísa Antónia Soares, todos lavradores. Nasceu em São Paio a 14/7/1869 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: padre Manuel José Vaz e Maria Rosa da Costa, casada, de São Paio. // Camponesa. // Faleceu a 19/11/1896, no lugar da Gaia, com todos os sacramentos, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no adro.
TORRES, Juliana Augusta. Filha de António Joaquim Rodrigues Torres e de Caetana Delfina dos Ramos, lavradores. Neta paterna de Manuel António Rodrigues Torres e de Ana Maria Domingues, moradores que foram na Nogueira, Paderne; neta materna de Manuel Joaquim dos Ramos e de Luísa Antónia Soares. Nasceu na Gaia, São Paio, a 18/6/1884, e foi batizada a 20 desse mês e ano. Padrinhos: padre José Augusto Ferreira, pároco de São Paio, e Clara Teresa Soares, solteira, proprietária, moradora na Gaia. // Faleceu a 7/8/1885 e foi sepultada no cemitério provisório de São Paio.
TORRES, Ana Joaquina. Filha de Manuel José Torres, de Lugores, Tui, e de Luísa Domingues, de Riba de Mouro, Valadares, moradores no Rio do Porto, Vila de Melgaço. N.p. de Pedro Miguel Torres, de Santiago de Galiza, e de Maria Monteiro, de Guimarães; n.m. de Leixandre Domingues e de Isabel Álvares, de Riba de Mouro. Nasceu a 8/4/1790 e foi batizada na igreja de SMP a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Matias de Sousa e Castro e sua filha, Ana Joaquina de Sousa e Castro.
Primeiro outorgante: Pedro Dias, Diretor do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo. Segundo outorgante: Município Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Miriam Halpern Pereira, Diretora do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo. Segundo outorgante: Município Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Miriam Halpern Pereira, Diretora do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Fonte do Rossio de São Brás. Do lado esquerdo, parte da fachada do Palácio Barahona e torre sineira da Igreja da Graça. Ao fundo, a Sé.
Aspecto do Templo Romano, vendo-se em segundo plano a Igreja dos Lóios e a torre do Paço dos Duques de Cadaval.
Legenda do autor/ inscrição: "Um aspecto de Évora visto atravéz [sic] a janela da Torre das Cinco Quinas" Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Legenda do autor/ inscrição: "Uma vista da cidade tirada da Torre das Cinco Quinas" Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Cabanas de Torres, distrito de Lisboa, concelho de Alenquer, constando de: Igreja de São Gregório Magno; Capela de Nossa Senhora do Ó; Capela de São João.
Averiguações acerca do padre Albino Pacheco Dias Torres, pároco das freguesias de Besteiros e de Cristelo, concelho de Paredes, distrito do Porto, acusado de ter celebrado um casamento religioso sem o respectivo boletim do Registo Civil.
TORRES, António Joaquim. Filho de João Luís Rodrigues Torres e de Maria Joaquina Esteves. N.p. de Bernardino Rodrigues Torres e de Maria Gonçalves Caldas, do Pinheiro; n.m. de Francisco Esteves e de Maria Caetana Lourenço, de Crastos. Nasceu a 25/12/1842 e foi batizado a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José e Maria, irmãos do batizando. // Era solteiro, morava no lugar de Crastos, quando casou na igreja do mosteiro a 22/9/1884 com Maria Justina Barbosa Lobo, de 27 anos de idade, solteira, natural de Alvaredo, residente no lugar do Rego, filha de António José Barbosa Lobo, do dito lugar e freguesia, e de Maria Joaquina de Castro, do lugar do Paço, Paderne. Testemunhas: padre João António de Castro, do lugar do Paço, tio da noiva, Luís Manuel Rodrigues Torres, solteiro, irmão do noivo, e António Joaquim Gregório, casado, carpinteiro, do lugar da Costa dos Moinhos. // Com geração.
TORRES, João Manuel. Filho de Manuel José Rodrigues [Torres], lavrador, de Penso, e de Teresa Maria Ferreira, lavradeira, de Alvaredo. Nasceu em Penso por volta de 1811. // Camponês. // Casou na igreja de Penso a 10/1/1855, no estado de viúvo de Maria Teresa Esteves, de Lages, com Rosa, filha de Anastácio José Cunha de Lima e de Marcelina Gonçalves, moradores em Lages, neta paterna de Manuel da Cunha de Lima e de Joana Maria, da freguesia de São Julião de Cornes, termo de Vila Nova de Cerveira, e neta materna de Francisco Gonçalves e de Maria Luísa, de Cousso. Testemunhas: padre Inocêncio José da Gaia Torres, padre Francisco António Fernandes, e Jerónimo do Carmo Domingues, casado, de Barro Grande. // Faleceu em Casal de Arado, onde morava, a 6/8/1881, com cerca de 70 anos de idade, casado com Rosa da Cunha Lima, e foi sepultado na igreja. // Deixou filhos. // Foi citado por sua morte Manuel Rodrigues Torres, solteiro, emigrante no Brasil, como seu herdeiro .
TORRES, António Manuel. Filho de José Manuel da Gaia Torres e de Rosa Maria Rodrigues, camponeses, pensenses. Neto paterno de João da Gaia Torres e de Maria Gonçalves; neto materno de José Rodrigues e de Ana Maria da Lama, todos de Felgueiras. Nasceu por volta de 1816. // Lavrador. // Casou na igreja de Penso a 27/5/1847 com Maria Joana, filha de Manuel José Rodrigues e de Maria Josefa Alves, moradores em Felgueiras, neta paterna de Domingos Rodrigues e de Maria Alves, desse lugar, e neta materna de João Alves e de Maria Josefa Pires, de Casal Maninho. Testemunhas: padre Inocêncio José da Gaia Torres, Custódio Esteves, solteiro, ambos de Felgueiras, e José Maria Alves, casado, do lugar de Crasto. // Faleceu no lugar de Felgueiras, onde nascera e morava, a 9/3/1881, com cerca de 65 anos de idade, viúvo de Maria Joana Rodrigues, e foi sepultado na igreja. // Fizera testamento. // Não deixou filhos vivos.
TORRES, Manuela Rodrigues. // Do lugar de Sante. // Faleceu, no estado de solteira, de repente, e por isso sem sacramentos, a 27 de Setembro de 1846, e foi sepultada na igreja a 28.
SALGADO, Francisco Xavier Torres (Padre). // Era presbítero secular. // Em 1805 era cura da freguesia de SMP. // Morava intramuros. // Faleceu a 3 de Junho de 1816. // Não deixou testamento. // Tinha uma caligrafia perfeita; escrevia sem quaisquer erros.
TORRES, Manuel Joaquim. Filho de António Manuel da Gaia Torres e de Maria Joaquina Rodrigues, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1848. // Faleceu a 20/9/1867, afogado no rio Minho, no sítio de Novaz (?), limites de Penso, quando tentava atravessar o rio vindo da Galiza para Portugal. Era solteiro, tinha apenas 19 anos de idade, e morava com seus pais em Felgueiras. // Quando apareceu o seu corpo, passados alguns dias, foi sepultado na igreja da sua freguesia.
TORRES, Teotónio José (Padre). Filho de João António da Gaia Torres e de Maria Luísa Pires, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1804. // A 29/2/1856 batizou, na igreja de Penso, Maria Rosa Fernandes Pereira, nascida em Barro Grande três dias antes. // Morava no lugar da Carreira, onde faleceu a 24/1/1879, com 75 anos de idade, e foi sepultado na igreja no dia seguinte. // Fizera testamento.
TORRES, Maria Vaz. // Irmã do padre João Manuel Vaz Torres. // Faleceu no estado de solteira, a 26/11/1827, no lugar de Cima de Vila, Remoães, e foi sepultada na igreja paroquial a 28 desse mês e ano. // Deixou testamento. // Teve três ofícios por sua alma, cada um de doze sacerdotes «e por o pároco estar também para morrer em seu impedimento fiz este assento eu, o padre Manuel Afonso, e o testamento seria apresentado por o pároco ser irmão dela e estar para morrer.»
SALGADO, José Joaquim Torres (Padre; presbítero secular). Filho de António Xavier Torres Salgado e de Gaspara ------------. N.p. de Melchior Rodrigues e de Maria Gomes; n.m. de (espanhóis). Nasceu por volta de 1780. // Morreu com 80 anos, a 4/11/1860, nas casas da Rua Direita, Vila, às oito horas da manhã, e foi sepultado na igreja da SCMM com ofício de mais de 20 padres. Fizera testamento.
TORRES, Josefa Maria. Filha de Belchior Rodrigues Torres e de Maria Gomes, moradores na Rua de Baixo. Nasceu a 20/3/1758 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre António José de Sousa e Gama, abade de Chaviães, a 24 desse mês. Padrinho: o sacerdote batizante. // Nota: deve ser a mesma pessoa que faleceu na Vila, solteira, a 19/10/1842, tendo sido sepultada na igreja matriz a 21 desse mês e ano.
TORRES, Silvestre Teixeira. // Teve estabelecimento comercial no Campo da Feira de Fora. // Lutou bastante para que a Ordem Terceira viesse para Melgaço; por isso, frei João das Chagas, padre privincial da Ordem, nomeou-o a 20/9/1746 síndico do convento das Carvalhiças (Senhora da Conceição). // Casou com Jacinta da Gama. // Enviuvou a 29/6/1743. // Morreu a 15/5/1757. Está sepultado no referido convento, cujo epitáfio sepulcral diz: «aqui jaz depositado Silvestre Teixeira Torres, primeiro síndico que foi deste convento; era de 1759.» // Pai de Manuel António.
Processo na Junta da Emigração: 198/E/14 N.º 65 Classificação: Emigrante Processo n.º 11/1 - 58 E Residência em Portugal: Belinho País a que se destina: Brasil Passaporte n.º 11837/50 de 20/09/1950 Entidade que o emitiu: Junta da Emigração Licença de emigração n.º 147 a 150, de 20/09/1950 Barco destinado: Froix Classe 3ª Porto de embarque: Lisboa Pessoas que o acompanham e parentesco: Maria Fernandes Gomes - esposa, Manuel Gomes Torres e Maria de Lurdes Gomes Torres - filhos, com fotografia em anexo.
TORRES, José Joaquim de Lurdes. Filho de Constança do Nascimento Torres, solteira, camponesa, moradora na Rua Verde. Neto materno de Manuel Joaquim Torres e de Maria da Conceição Caseiro. Nasceu em Cristóval a 24/4/1908, e foi batizado na igreja a 30 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Pereira da Costa e Olívia da Conceição Rodrigues, casados, lavradores. // Faleceu na sua freguesia natal a 11/5/1938.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Torres Vedras, distrito de Lisboa, concelho de Torres Vedras, constando de: Igreja de São Pedro de Torres Vedras; Igreja de São Tiago de Torres Vedras; Capela da Senhora do Rosário, de São Pedro de Torres Vedras; Capela de São Marcos, no Paul; Capela de Nossa Senhora da Saúde, de Figueiredo.
“Nascido na Beira Alta em 1906, Flausino Torres desceu até Coimbra nos anos 20 para ir à universidade. Depois seguiu para Lisboa, onde se tornou, durante a década de 40, um intelectual prestigiado nos meios oposicionistas (em boa medida graças aos livros que escreveu para a Biblioteca Cosmos de Bento de Jesus Caraça). Na década de 50, porém, Flausino regressa a Tondela. Cultiva a terra que herdou e leciona num colégio particular. Mas é de novo sol de pouca dura. Afastado do colégio e após experiência prisional curta e violenta às mãos da PIDE, que se veio somar às prisões de sua filha Marcela e de seu filho Cláudio, parte de novo em viagem e chega à Argel dos anos 60. Aqui, no meio da oposição portuguesa, nem por isso se queda por mais do que alguns meses. Irritam-no os aristocratas que mudam de camisa todas as noites, lavam-se em cerveja, adiam reuniões para ver jogos de futebol e fazem poemas à camponesa. Ademais, surgem problemas entre si e o responsável local do PCP. Segue então para Leste e, à boleia do partido, acaba a lecionar História de Portugal numa universidade de Praga. O ofício de historiador ocupava-o desde há muito. Para a Biblioteca Cosmos havia escrito sobre as civilizações ditas primitivas, rondando temas hoje estudados pelo seu filho (esse mesmo: Cláudio Torres). Depois aproximou-se dos séculos mais contemporâneos. E em Praga escreveu mesmo a única História de Portugal de síntese comunista. Entretanto, na hora crítica de 1968, a capital checoslovaca marcou a sua rutura partidária. Desiludido com a posição pró-soviética do PCP e com o funcionamento interno do partido, enfrenta Álvaro Cunhal e pede ao Comité Central que suspenda o secretário-geral. É afastado do partido e pouco tempo depois está de regresso à Beira. Assiste ao 25 de Abril mas logo acaba por morrer." In: https://pt.mondediplo.com/spip.php?article250
TORRES, César Augusto. Filho de António Joaquim Rodrigues Torres e de Caetana Delfina dos Ramos, moradores no lugar da Gaia. Neto paterno de Manuel António Rodrigues Torres e de Ana Maria Domingues, da Nogueira, Paderne; neto materno de Manuel Joaquim dos Ramos e de Luísa Antónia Soares, da Gaia, todos lavradores. Nasceu em São Paio a 2/4/1881 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: padre José Augusto Ferreira, abade de São Paio, e Clara Teresa Soares, solteira, proprietária, do lugar da Gaia. // Casou na igreja de São Paio a 8/11/1899 com Ana Joaquina Gonçalves, de 27 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, filha de António Augusto Gonçalves e de Florinda de Jesus da Cunha, jornaleiros. // Ambos os cônjuges faleceram em São Paio: a esposa a 14/3/1931 e ele a 12/4/1963. // Com geração.
TORRES, Clara Maria. Filha de Manuel António Rodrigues Torres e de Joana Maria Gonçalves da Ribeira (ou Manuela Ribeiro), moradores no lugar de Sante. Neta paterna de Diogo Rodrigues Torres e de Maria Rosa Fernandes Codesso, do dito lugar; neta materna de Manuel Gonçalves da Ribeira e de Maria Gonçalves, do lugar do Barral, Paderne. Nasceu em São Paio a 24/12/1806 e foi batizada a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Alves e Maria Josefa Gonçalves, do lugar de Golães, Paderne. // Lavradeira. // Casou com António José, filho de Manuel Alves “Salgueiro” e de Manuela Maria (ou Maria Manuela) de Sousa, do lugar dos Lourenços, de quem ficou viúva. // Faleceu em Sante, a 6/12/1886, com todos os sacramentos. Foi sepultada na igreja de São Paio. // Fizera testamento. // Deixou filhos (ver, em Paderne, Teresa de Jesus Alves).
TORRES, Marcelina Rosa. Filha de António Joaquim Rodrigues Torres e de Caetana dos Ramos, ele de Paderne e ela de São Paio, moradores na Gaia. N.p. de Manuel António Rodrigues Torres e de Ana Maria Domingues, da Nogueira, Paderne; n.m. de Manuel Joaquim Ramos e de Luísa Antónia Soares, da Gaia, todos lavradores. Nasceu em São Paio a 22/4/1874 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: padre Manuel José Vaz e Maria Joaquina Soares (?), viúva, do Barral, Paderne. // Era solteira, camponesa, quando casou na igreja a 7/5/1899 com o seu conterrâneo Manuel Joaquim Rebelo. // Faleceu no lugar do Cruzeiro a 17/10/1909, com todos os sacramentos, no estado de casada, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério paroquial.
Contém: O Alerta : jornal informativo do RAM de Torres Novas. - nº 1 (1 Nov.1975). Torres Novas: SRAMTN, 1975 • Assuntos: Forças Armadas .
Filiação: Antonio Maria Pinheiro Torres e Francisca Casimira Cruz Teixeira Pinheiro Torres. Natural da freguesia de BRAGA-SAO JOAO SOUTO, concelho de BRAGA
21 anos de idade. Filiação: Jeronimo Vaz Torres. Natural de MONTE,Sao Miguel-FAFE. Destino Brasil. Leva seu sobrinho Domingos Vaz Torres, de 7 anos.
Filiação: Francisco Manuel Monteiro Torres Junior e Angela Aurora Araujo Torres. Natural da freguesia de ADAUFE, Santa Maria, concelho de BRAGA
TORRES, Maria Angélica. Filha de Manuel António Rodrigues Torres e de Ana Maria Domingues de Sousa, lavradores. Nasceu em Paderne a 6/10/1828. // Casou na igreja do mosteiro a 4/9/1856 com António Joaquim Ribeiro, filho de Manuel Caetano Ribeiro e de Maria Teresa Cerqueira, residentes na Portela do Couto. // Faleceu a 6/5/1907, em sua casa de morada, sita no lugar da Nogueira, com todos os sacramentos, com 78 anos de idade, no estado de casada com António Joaquim Ribeiro, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja. // Com geração.
TORRES, Manuel Inácio. Filho de Manuel António Rodrigues Torres e de Ana Maria Domingues de Sousa, lavradores, residentes no lugar da Nogueira. Nasceu por volta de 1838. // Casou na igreja do mosteiro de Paderne a 24/4/1859, com Joaquina Rosa Rodrigues, do lugar da Costa, São Paio, filha de Manuel José Rodrigues e de Maria Luísa Lourenço. Testemunhas: Manuel Inácio Pinheiro, do Barral, e Francisco António Morais, da Portela. // Morreu no lugar do Regueiro, São Paio, a 15/5/1890, com todos os sacramentos, com 52 anos de idade, no estado de casado, com testamento, sem filhos, e foi sepultado na igreja de São Paio.
TORRES, Maria Rosa. Filha de João Manuel Rodrigues Torres, rural, e de Rosa da Cunha Lima, moradores no lugar de Paradela. N.p. de Manuel José Rodrigues e de Teresa Maria Ferreira, do dito lugar; n.m. de Anastácio José da Cunha Lima e de Marcelina Gonçalves, de Lages. Nasceu em Penso a 7 de Julho de 1868 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Félix José Esteves Reguengo e sua esposa, Maria Rosa Ferreira, rurais, de Lages. // Era solteira, camponesa, quando casou na igreja a 10/6/1897 com o seu conterrâneo José Bernardes, de 35 anos de idade, solteiro. // Faleceu em Penso a 9/3/1940.
Livro de registo da correspondência recebida pela Irmandade dos Clérigos do Porto. Este livro é composto por um quadro impresso, com os seguintes campos: número de ordem; número do ofício; data da correspondência (dia, mês, ano); data de entrada (dia, mês, ano); autoridade ou pessoa que assinou; objecto, ou seja, um pequeno resumo do teor da correspondência e expediente. Este último campo apenas foi preenchido no fl. 1, com a informação: «Na colunna «n.º de ordem», inutilizou-se, com um traço vermelho, a primitiva numeração, de 1 a 117, por inadvertidamente se ter saltado de 3 a 5, e de 85 a 87» e no fl. 12, em que foi anotada a data de resposta ao ofício recebido. Os ofícios são enviados por diversas entidades e figuras, tal como autoridades administrativas (ex.: Administrador do Bairro, Câmara Municipal do Porto, Junta Geral do Distrito do Porto, Ministro do Interior, Repartição de Fazenda do 2.º Bairro); companhias e serviços (ex.: Chefe da Inspecção de Telégrafos, Gerente da Companhia de Carris de Ferro do Porto, Inspector Geral dos Incêndios, Sociedade de Energia Eléctrica do Porto); outras Irmandades e confrarias (ex.: Irmandade da Lapa, Ordem do Carmo, Real Confraria do Santíssimo Sacramento da Vitória); assim como Irmãos e privados. No final do livro encontram-se alguns ofícios soltos, pela seguinte ordem: - Circular n.º 199, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres em 1935-08-30; - Circular n.º 207, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Prior da Irmandade dos Clérigos Pobres em 1935-09-24; - Circular n.º 61, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Juiz da Confraria da Irmandade dos Clérigos Pobres em 1935-04-04; - Circular n.º 96, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres em 1935-07-13; - Ofício n.º 121 enviado pela Administração do Bairro Ocidental ao Presidente da Mesa Administrativa da Irmandade dos Clérigos em 1934-09-21; - Ofício relativo à instalação de iluminação na parte superior da Torre dos Clérigos. Este ofício não refere o nome, nem cargo de quem enviou a carta e como data apenas contém a informação «14 de Agosto»; - Um envelope, com a indicação manuscrita «N.º 345», dos Serviços Municipais de Gás e Electricidade da Câmara Municipal do Porto e endereçado ao Juiz da Irmandade dos Clérigos. No interior do envelope encontram-se dois ofícios, datados de 13 e 16 de Agosto de 1934, relativamente à questão de iluminação da parte superior da Torre dos Clérigos, como ponto de atracção da cidade; - Um envelope (vazio) da Administração do Bairro Ocidental do Porto e endereçado ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres; - Um envelope (vazio) da Administração do Bairro Ocidental do Porto e endereçado ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres; - Um envelope (vazio) com a indicação manuscrita «N.º 353», dos Serviços Municipais de Gás e Electricidade da Câmara Municipal do Porto e endereçado ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres.
Trata-se do pedido de empréstimo de 3.000 contos destinado a obras de urbanização na vila de Torres Vedras, nomeadamente a abertura da avenida circular e construção de uma nova ponte sobre o rio Sizandro. Desconhece-se se o empréstimo foi concedido.
TORRES, João Manuel Vaz (Padre). // Em 1817 exercia o seu munus na freguesia de Remoães. // Faleceu a 4/12/1827 e foi sepultado na igreja, na capela-mor, amortalhado com paramentos… Fizeram, por sua alma, três ofícios, cada um de vinte padres. Deixou testamento «o qual me não apresentaram», escreveu o padre Afonso.
TORRES, Luís Manuel Vaz. Filho de Salvador Vaz e de Luísa Durães. // Morreu a 10/7/1826, no lugar de Cima de Vila, freguesia de Remoães, no estado de casado com Maria Benta Rodrigues, e foi sepultado na igreja a 12 desse mês e ano, em hábito de São Francisco. // Com geração.
Processo na Junta da Emigração: 571/63 N.º 57 Classificação: Emigrante Processo n.º 16/63/57/E Residência em Portugal: Forjães Com destino a: Argentina Passaporte n.º 7944/45/63 Data do embarque: 20/06/1963 Licença de emigração n.º 7/8, de 10/04/1963 Entidade que o emitiu: Junta da Emigração Barco destinado: Aragon Classe: 3ª Porto de embarque: Lisboa Acompanhada por Maria Margarida Pereira Torres - irmã
No reinado de D. Afonso Henriques, Torres Vedras recebeu carta de privilégio, que lhe serviu de foral até 15 de Agosto de 1250, data em que D. Afonso III lhe concedeu, de facto, o foral, com normas sobre as relações entre habitantes e entre estes e a entidade outorgante, conferindo-lhes, assim, alguma autonomia administrativa. A data de atribuição do foral é um pouco tardia, quando comparada com as dos forais de outras vilas estremenhas, como Óbidos ou Sintra, por exemplo, provavelmente porque a vila e o termo torrienses, apesar de possuírem uma organização municipal desde, pelo menos, o reinado de D. Sancho I (1185-1211), só adquiriram uma importância económica e demográfica considerável a partir de meados do século XIII. O foral torriense, que seguiu o modelo do de Lisboa, mas com as devidas alterações necessárias para a adaptação à realidade local, continha preceitos referentes a liberdades e garantias das pessoas e dos seus bens, impostos e tributos, composições e multas devidas pelos diversos delitos e contravenções praticados, imunidades colectivas, serviço militar, encargos e privilégios dos cavaleiros-vilões, ónus e forma das provas judiciais e aproveitamento das terras comunais. Durante o século XV, com o aumento do poder do rei e a uniformização jurídica, o declínio das instituições concelhias começou a acentuar-se e os forais transformaram-se em meros registos dos tributos dos municípios. Consequentemente, a partir das Cortes de Coimbra de 1472, os procuradores pediram uma reforma dos forais a D. Afonso V, que não se chegou a efectuar. D. João II determinou a recolha de todos os forais, mas a reforma só se concretizou no reinado de D. Manuel I, apesar de terem perdido o carácter de estatutos político-concelhios, mantendo-se apenas como registos actualizados das isenções e encargos locais. O novo foral de Torres Vedras foi concedido a 1 de Junho de 1510, em Santarém. O fim dos forais foi determinado pelo decreto de 13 de Agosto de 1832, que eliminou os foros, censos, rações e toda a qualidade de prestações, sobre bens nacionais ou provenientes da coroa, impostos por foral ou contrato enfitêutico. Ao longo do século XIX, o concelho de Torres Vedras sofreu sucessivos alargamentos e restrições na sua área. Segundo o censo de 1826, era constituído pelas freguesias de A-dos-Cunhados, Azueira, Carvoeira, Fanga da Fé, Freiria, Matacães, Maxial, Monte Redondo, Ponte do Rol, Ramalhal, Runa, São Pedro da Cadeira, Sobral da Abelheira, Turcifal, Ventosa, Santa Maria do Castelo, São Miguel, São Pedro e São Tiago. A reforma administrativa de 1842 criou o concelho de Azueira, desanexando do de Torres Vedras as freguesias de Azueira, Freiria e Sobral da Abelheira. Pelo decreto de 24 de Outubro de 1855, o concelho de Torres Vedras passou a integrar duas das freguesias do então extinto concelho de Azueira (Freiria e Turcifal) e duas do extinto concelho da Ribaldeira (Carmões e Dois Portos). No entanto, perdeu a freguesia de Fanga da Fé, então anexada ao concelho de Mafra. As reformas de 26 de Setembro de 1895 trouxeram duas freguesias do extinto concelho de Sobral de Monte Agraço (Santo Quintino e Sobral de Monte Agraço) e uma do também extinto concelho de Arruda dos Vinhos (Sapataria) para o concelho de Torres Vedras, que foram novamente perdidas quando os concelhos foram restaurados em 13 de Janeiro de 1898. Actualmente, o concelho de Torres Vedras tem uma área total de 410 km2 e é constituído pelas freguesias de A-dos-Cunhados, Campelos, Carmões, Carvoeira, Dois Portos, Freiria, Matacães, Maxial, Monte Redondo, Ponte do Rol, Ramalhal, Runa, São Pedro da Cadeira, Silveira, Turcifal, Ventosa, Santa Maria do Castelo, São Miguel, São Pedro e São Tiago.
Correspondência sobre a necessidade de reparação da cadeia de Torres Vedras.
O inventariado foi residente em Bastuco,Santo Estevao. Inventariante: Luis Rodrigues Torres
O inventariado foi residente em Gilmonde. Inventariante: Domingos Antonio Torres,Padre
11 anos de idade. Filiação: Domingos Torres Lima. Natural de FREITAS,Sao Pedro-FAFE. Destino Brasil.
Filiação: Antonio Torres e Rosa Almeida. Natural da freguesia de BELINHO, Sao Pedro, concelho de ESPOSENDE
14 anos de idade. Filiação: Joao Ferreira Torres. Natural de BRAGA-CIVIDADE,Santiago-BRAGA. Destino Luanda.
Solteiro, 21 anos de idade. Filiação: Antonio Torres. Natural de BELINHO,Sao Pedro-ESPOSENDE. Destino Brasil.
12 anos de idade. Filiação: Ana Torres. Natural de SILVA,Sao Juliao-BARCELOS. Destino Rio Janeiro.
Filiação: Antonio Torres e Maria Sepulveda. Natural da freguesia de SILVA, Sao Juliao, concelho de BARCELOS
Filiação: Ana Torres. Natural da freguesia de SILVA, Sao Juliao, concelho de BARCELOS
Filiação: Antonio Torres e Rosa Almeida. Natural da freguesia de BELINHO, Sao Pedro, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Antonio Torres e Rosa Almeida. Natural da freguesia de BELINHO, Sao Pedro, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Maria Vaz Torres. Natural da freguesia de MONTE, Sao Miguel, concelho de FAFE
Filiação: Manuel Torres e Teresa Domingues. Freguesia: Melgaço, Santa Maria Porta. Concelho: Melgaço.
O inventariado foi residente em Bastuco,Santo Estevao. Inventariante: Luis Rodrigues Torres
O inventariado foi residente em Gilmonde. Inventariante: Domingos Antonio Torres,Padre
O inventariado foi residente em Este, São Pedro. Inventariante: Joao Jose Ferreira Torres
Filiação: Josefa Torres. Natural da freguesia de ALVELOS, Sao Lourenco, concelho de BARCELOS
Filiação: Ana Torres. Natural da freguesia de RIO COVO, Santa Eugenia, concelho de BARCELOS
Filiação: Antonio Torres e Rosa Almeida. Natural da freguesia de BELINHO, Sao Pedro, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Maria Joaquina Vaz Torres. Natural da freguesia de MONTE, Sao Miguel, concelho de FAFE
Filiação: Maria Joaquina Vaz Torres. Natural da freguesia de MONTE, Sao Miguel, concelho de FAFE
Filiação: Antonio Torres. Natural da freguesia de PASSO, Sao Miguel, concelho de VILA VERDE
Filiação: Domingos Martins Torres. Natural da freguesia de ORIZ, Santa Marinha, concelho de VILA VERDE
Filiação: Joaquim Alves Torres e Maria Pereira. Freguesia: Moreira de Cónegos, São Paio. Concelho: Guimarães.
13 anos de idade. Filiação: Jose Fernandes Torres. Natural de APULIA,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Brasil.
Naturalidade - Gondifelos Data de nascimento - 1852-05-28 Filiação - Manuel Gomes Torres e Maria Joaquina Profissão - Estado - Morada -
Data de nascimento - 1848-04-11 Filiação - José Torres e Francisca Machado Naturalidade - Joane Profissão - Lavrador Residência - Joane
Grau - Elementar Idade - 12 Filiação - Joaquim Alves Torres Carneiro Naturalidade - Requião Classificação - Bom
Luís da Motta Feo Torres - Pai. Documentação relacionada com a sua atividade enquanto Governador do Ceará.