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Fernando de Castro Pires de Lima (1908-1973). Médico e etnógrafo português, natural do Porto. Diplomou-se na Escola de Medicina daquela cidade, assumindo, posteriormente, a direção da Enfermaria do Hospital Geral de Santo António. Na área da etnografia, foi presidente do Instituto de Etnografia e diretor do Museu e Etnografia e História (atual Museu de Etnografia). Elaborou diversas obras de registos etnográficos, destacando-se Cantares do Minho (1937-42, em dois volumes), Tradições Populares de Entre-Douro-e-Minho (1938, escrito em conjunto com seu pai), O Vinho Verde na Cantiga Popular (1939), Ensaios (1943), Nossa Senhora em Portugal (1943); A Nau Catrineta (1954), Cancioneiro (1962), Ensaios Etnográficos (1968, escrito em dois volumes).
A documentação reflete a atividade da Comissão de Iniciativa para Fomento da Indústria de Turismo de Cascais, depois apelidada de Comissão de Iniciativa e Turismo do Concelho de Cascais, Junta de Turismo de Cascais, Junta de Turismo da Costa do Sol e, por fim, Junta de Turismo da Costa do Estoril, no domínio das funções definidas por legislação. O fundo é constituído por 3 secções: Regulamentação e Órgãos da Junta; Secretaria e Arquivo e Gestão Financeira e Património; e por 24 séries: Atas de sessões (1922-2007); Termos de posse (1929-1974); Relatórios e contas de gerência (1922-1926); Planos de atividade (1953-1978); Planos de atividades turísticas (1970-1975); Registo de correspondência (1973-1994); Correspondência recebida e expedida (1975-1976); Processos de gestão de equipamentos (1978-2007); Processos de gestão de eventos (1977-1993); Catálogos e prospetos de eventos (1962-1984); Inventário artístico de património do Patriarcado de Lisboa no concelho de Cascais (1970); Catálogo da biblioteca da Junta de Turismo (d. 1950); Informações à imprensa (1978); Recortes de imprensa (1972-1995); Planos de desenvolvimento do turismo (1979-1993); Divulgação turística (1953-1978); Livro de visitantes da Sala de Arqueologia do Museu-Biblioteca Condes de Castro Guimarães (1940-1960); Registo diário de receita e despesa (1993-1999); Registo mensal de receita (1982-1997); Registo mensal de despesa (1998-1999); Receitas de imposto turístico (1969-1973); Orçamentos suplementares do Plano de Atividade Turística (1962-1976); Processos de obras (1970); Certidões de Juízo das Execuções Fiscais-administrativas do Concelho de Cascais (1936) e Guias de receita eventual (1930)
Correspondência expedida e recebida relacionada com os seguintes temas: Inquéritos, pedidos, subsídios, concurso de construção do Snack-Bar Restaurante do Parque de Turismo, publicidade, “Boas Festas”, rede nacional de motéis, enganos, congressos, protestos, projecto de sanitários para o Parque e Rink, Reuniões, Exposições, Propostas, remodelação do parque automóvel dos BVCT, certidões, remessas, Telex da DGT, convites, saneamento nas estâncias termais, encerramento das Termas, cartazes do Rancho de Pescadores de Vieira de Leiria e Vila Franca de Xira, Campanha “Há só uma vida” (115), Guia de Remessa, convites Seminário sobre conservação de Património no museu Alberto Sampaio, infantário das Caldas das Taipas, inquérito às salas livres disponíveis levado a cabo por Santos Simões, confraternizações, Orçamentos/Propostas para a construção dos sanitários, copia de Acta, propostas, cobranças, Lista das embaixadas portuguesas no mundo, Regras sobre Parques de Campismo, legislação laboral.
Declara que o João Rocha se preocupa com a substituição da direção da Sociedade Martins Sarmento em março de 1934 e que lhe pediu que indicasse nomes capazes de exercerem aquele cargo. Refere alguns nomes. Uns que considera capazes para o exercício desse cargos outros que não. Refere que acha que em relação à Câmara de Guimarães não haverá novidades. Informa que tem andado a trabalhar na catalogação dos pergaminhos da Câmara e que encontrou pergaminho n.º 1, que não está publicado na "Romagem dos Séculos" e que continha um papel a dizer que é falso. Afirma que a caligrafia não é do Lopes de Faria. Coloca a hipótese de ser do João de Meira. Afirma que há muitos pergaminhos do Mosteiro do Souto. Reporta-se ao "Boletim" e à consagração a Alberto Sampaio que o Alfredo Guimarães quer realizar no Museu.
Reporta-se à receção do pergaminho, à cópia do artigo da "Investigación y progreso" e ao envio do ["Notícias de Guimarães"]. Informa que não tem ouvido nenhuma referência ao nome de Alfredo Pimenta na emissora da pirataria e que o João Rocha acredita nas notícias dessa emissora e por isso consente que um grupo de operários se junte numa garagem a ouvi-las. Reporta-se à eleição do João Rocha pelos Municípios do Norte. Tece comentários críticos à homenagem ao Zé P. professor do Liceu de Guimarães. Informa que o Alfredo Guimarães ascendeu ao lugar 2 conservador do Museu. Conta a conversa com o João Batista sobre a festa ao Belmiro Jordão. Refere-se à revista "Língua Portuguesa".
Comunica que remete a lista dos que não querem a assinatura do "Boletim" e que remete o bilhete do Eduardo de Almeida para verificar que os dizeres não estão de acordo com a recusa do "Boletim". Declara que o Alfredo Guimarães está ansioso pela resposta de Alfredo Pimenta aos seus pedidos, nomeadamente ao que se refere ao monumento ao Alberto Sampaio. Pergunta se poderá impedir que os bracarenses destituem a Câmara de Guimarães. Afirma que com essa destituição sofre a cidade, a causa do 28 de Maio e as recém-criadas instituições culturais: o Arquivo e o Museu e que, consta, que o novo presidente será o José Couto. Tece-lhe comentários críticos. Elogia o João Rocha. Pergunta se o orçamento do estado contempla o Arquivo.
Category: monophony Completeness: complete or nearly complete Origin: Hieronymite (Coimbra and Évora) Main place of use: Mosteiro de Santa Marinha da Costa (Guimarães) Provenance: Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira (Guimarães) Tradition: Hieronymite Contents: ff. 1-29 Hebd. Sancta (Mandatum at 15r), 30-56 In tempore Paschae, 56r Dom. Pentecostes Condition of document: Good; some humidity; last 6 folios mutilated on bottom margin; the spine is damaged. Foliation/Pagination: 119 folios with roman numerals; numbering starts on 1 and goes up to 121; original folio 1 missing and replaced; folio 93 also missing; numbering system fails on following folios: 17 (absent), 21 (absent), 22 (repeated), 51 (absent), 52 (repeated). Page layout: 1 col. 7 rl / 7 wl — ]35-55<378-381>69-88 x 98-103<573-577>40-44 [fol. ix] Type of script: Gothic Type of notation: Square Decoration: Red, blue and black initials, all with filigree designs (sepia for blue initials and black for red and black initials). Inscriptions and marks: Two inscriptions on the last page (middle and bottom), state that the book was made by Frei António Paiz from Coimbra in 1547 and illuminated, in the same year, by Frei Simão from the Convento de Nossa Senhora do Espinheiro (Évora). Remarks: It is probably the second part of the book LC 3 (Gradual; from Advent up to Lent), in the Museum of Alberto Sampaio, in Guimarães. LC 3 was made in the same date, by both the same copyist and illuminator. These are the only books to share the same copyist and illuminator. For the other Hieronymite books in the Museu of Alberto Sampaio, the illuminator is Frei Jorge from Santarém. References: MAGALHÃES, Eduardo Amândio Rodrigues, "Os livros de cantochão dos séculos XVI e XVII do Museu de Alberto Sampaio", Dissertação de Mestrado, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2001; SOUSA, Bernardo Vasconcelos e (Dir.), Ordens Religiosas em Portugal. Das Origens a Trento - Guia Histórico, Lisboa: Livros Horizonte, 2005.
Ofício do Conselho de Arte e Arqueologia solicitando que a chave da igreja das Mercês, da cidade de Évora, seja entregue ao director do Museu Regional de Évora, tendo sido determinado que a Junta de Freguesia respectiva cumpra a resolução e despacho ministerial, entregando a chave da referida igreja ao Museu Regional.
Sobre a venda em hasta pública de uns restos de carros (traquitanas) que se destinavam ao Museu Grão Vasco, objectos que o mesmo museu reconhece não terem valor artístico, os quais se encontram numa sala do Paço de Fontelo, do concelho e distrito de Viseu.
Pedido de cessão de qualquer relíquia do Santo Lenho ou outro santo, por parte do pároco da freguesia de São Julião de Monte Trigo, por forma a suprir a falta para actos litúrgicos que impliquem a sua presença. Contactados o Museu Nacional de Arte Antiga e o Museu Nacional de Soares dos Reis, não foi possível satisfazer o pedido.
Transferência de artefactos da Igreja de São João de Almedina para o Museu Machado de Castro, em Coimbra, e para a Irmandade dos Clérigos Pobres, incluindo a igreja de São Salvador, constando um auto de entrega a esta última entidade, lavrado a 10 de Dezembro de 1914. Inclui descrição dos objectos transferidos para o Museu Machado de Castro.
Cedência do "Busto do poeta José Tagarro", da autoria de Barata Feyo e "Cabeça do pai do artista", da autoria de Álvaro de Brée, bronzes pertencentes ao Museu Nacional de Arte Contemporânea, para figurarem na representação nacional na Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo.
Pedido de parecer relativo à remoção dos restos de um carro antigo, encontrado soterrado no Castelo de São Jorge devido às obras que ali tiveram lugar em 1940, tendo o director do Museu do Nacional dos Coches, considerado não ter qualquer valor artístico ou qualquer outra utilidade, com vista a integrar as colecções do Museu Mariano Procópio, de Juiz de Fora (Minas Gerais).
Documentação vária relativa ao Museu do Neo-Realismo, 2009: -1. Notícias sobre entrevistas, visitas ou outras referências de carácter institucional; -2. Exposições; -3. Sessões no Auditório do MNR; -4.1. Divulgação da C.M.V.F.X. sobre o Museu do Neo-Realismo; -4.2. Referências diversas; -4.3. Roteiros
Júlio Brandão refere que o Museu de Seide está fechado e em obras e que se encontra doente. Carta manuscrita assinada, do Porto. Carta de 18 junho, sem menção ao ano. Papel timbrado "Câmara Municipal do Porto. Museu. Gabinete do Director".
Júlio Brandão lamenta não ter estado no Museu Municipal do Porto quando JAM o visitou com o seu filho. Promete enviar o livro Fastigénia. Carta manuscrita assinada, do Porto. Carta de 12 outubro, sem menção ao ano. Papel timbrado "Museu Municipal do Porto. Gabinete do Director".
Paineis de azulejos do Convento de Nossa Senhora da Conceição dos Congregados do Oratório de São Filipe de Nery. Outras designações: Convento dos Congregados, Congregados de São Filipe de Nery. Edifício onde funciona a Câmara Municipal de Estremoz, Biblioteca e Museu de Arte Sacra.
Dirigido ao Jornal do Comércio solicitando que seja efetuado desmentido sobre notícia publicitada naquele periódico na qual se refere que, a CME iria enviar para o Museu Arqueológico do Carmo os restos arqueológicos de antiguidades que se encontravam nas ruínas dos Paços de D. Manuel.
Dirigido ao Chefe da Região Agronómica a informar que as arcadas inferiores do Palácio de D. Manuel não poderão ser cedidas à Região Agronómica uma vez que ali se encontra instalado o Museu Cenáculo e uma dependência do Passeio Público para uma exposição permanente de produtos naturais e artificiais.
João Rodrigues da Silva Couto (Coimbra, 1892 — Lisboa, 1968), mais conhecido por João Couto, foi um historiador de arte, especialista em pintura portuguesa, que foi diretor do Museu Nacional de Arte Antiga. É autor de uma extensa obra sobre arte portuguesa, pintura e restauro de obras de arte. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Rodrigues_da_Silva_Couto
Separação e selecção de paramentos e alfaias que foram pertença do Cabido da Sé de Coimbra, que devam ser incorporados no Museu Machado de Castro, bem como os que devam permanecer afectos ao culto, assim como as dependências do edifício da Sé Catedral, onde se encontra instalado o Museu de Arte Sacra, por uma comissão presidida pelo Director do Museu Machado de Castro, por três vogais indicados pelo Conselho de Arte e Arqueologia, da 2.ª circunscrição, e ainda por três membros da corporação encarregada do culto católico na Sé, conforme portaria n.º 2650 publicada no "Diário do Governo" n.º 40, 1.ª série, de 24 de Fevereiro de 1921.
O autor, Membro da Sociedade das Ciências, Belas-Letras e Artes de Bordéus, da Sociedade Filomática e fundador do Museu de Instrução Pública, aproveitando a paz que vigora na Europa, certo da protecção que o destinatário concede às artes, lembra a promessa que este lhe fez, na presença do Chevallier Raba?, Cônsul Geral de Portugal, aquando da sua passagem por Bordéus em que lhe prometia enviar alguns objectos de História Natural. Como o destinatário presentemente vive no Brasil, que pela sua posição é extraordinariamente favorável às pesquisas daquela ciência, solicita-lhe o envio de minerais, moluscos , aves e insectos para a colecção do seu museu. Declara o destinatário protector do seu museu.