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O registado: João Naturalidade (freguesia e concelho): São João de Ponte, Guimarães Data de nascimento: 1879-04-21 Pai: João Francisco Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel de Creixomil, Guimarães Mãe: Luísa de Castro Naturalidade (freguesia e concelho): São João de Ponte, Guimarães Avós paternos: João Francisco e Rosa Maria Avós maternos: José de Castro e Maria Cardoso
O registado: João Naturalidade (freguesia e concelho): São João de Ponte, Guimarães Data de nascimento: 1907-02-01 Pai: António Mendes Naturalidade (freguesia e concelho): São João de Ponte, Guimarães Mãe: Joaquina Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São João de Ponte, Guimarães Avós paternos: João Mendes e Maria Rosa da Silva Avós maternos: Francisco António e Custódia Maria
O registado: João Naturalidade (freguesia e concelho): São João de Ponte, Guimarães Data de nascimento: 1894-02-12 Pai: Manuel Ribeiro de Miranda Naturalidade (freguesia e concelho): São João de Ponte, Amarante Mãe: Maria Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): São João de Ponte, Guimarães Avós paternos: João Ribeiro e Custódia Maria Salgado Avós maternos: Francisco Ribeiro e Rosa Maria
O registado: João Naturalidade (freguesia e concelho): São João Baptista de Airão, Guimarães Data de nascimento: 1894-02-11 Pai: Joaquim Ribeiro Naturalidade (freguesia e concelho): São João Baptista de Airão, Guimarães Mãe: Maria Rosa Rodrigues Naturalidade (freguesia e concelho): São João Baptista de Airão, Guimarães Avós paternos: António Ribeiro e Joaquina Marinho Avós maternos: João Carvalho e Maria Rodrigues
O registado: João Naturalidade (freguesia e concelho): São João Batista de Brito, Guimarães Data de nascimento: 1872-06-02 Pai: Manuel Pereira Naturalidade (freguesia e concelho): São João Batista de Brito, Guimarães Mãe: Joaquina Gonçalves Naturalidade (freguesia e concelho): São João Batista de Brito, Guimarães Avós paternos: João Pereira e Ana Mendes Avós maternos: António Gonçalves e Ana Ferreira
O Registado: João Naturalidade (freguesia e concelho): São João Baptista de Gondar, Guimarães Data de nascimento: 1897-08-05 Pai: Francisco de Sousa Naturalidade (freguesia e concelho): São João de Brito, Guimarães Mãe: Joana Pereira Naturalidade (freguesia e concelho): São João Baptista de Gondar, Guimarães Avós paternos: Manuel de Sousa e Serafina Rosa Avós maternos: João Pereira e Delfina Rosa
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca da proposta do Procurador Régio da Relação de Lisboa para se tirarem do mau caminho José Nunes da Silveira, António Salustiano e João Luís, presos por diversos furtos na cadeia de Lisboa, enviando-os para as oficinas do arsenal ou para bordo dos navios de guerra.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério do Reino acerca do pedido de João Martins Pereira para lhe ser paga a quantia em que, por sentença judicial, foi condenada a Fazenda Nacional, pelos prejuízos que sofreu numas propriedades nas linhas de Lisboa e demolidas em 1833 para defesa da cidade.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia do recibo da entrega dos os objetos que constituíam o espólio do súbdito francês João Pedro Fangier, falecido na vila de Salvaterra de Magos, no dia 2 de dezembro de 1844, à legação francesa em Lisboa.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça participando o procedimento do administrador do concelho de Faro, João Inácio Pereira, com o súbdito espanhol Antonio Jarques, diretor de uma companhia ginástica, e com a sua mulher, que mandou prender arbitrariamente, e sugerindo que seja dado conhecimento deste facto ao Ministério do Reino.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Augusto Carlos Cardoso Bacelar de Sousa Azevedo (Visconde de Algés). Pronuncia-se a respeito de acusações feitas pelo juiz de direito de Arganil relativamente à atuação do anterior delegado da mesma comarca (João José de Oliveira Gomes) e do delegado interino (José Maria de Almeida Silva e Melo) no contexto de processos judiciais. Analisa ainda a atuação do mesmo juiz de direito e do delegado do Ministério Público no âmbito de um processo crime instaurado contra João Victor da Silva Brandão. Conclui considerando o juiz de direito "um homem perigoso na magistratura", propondo em consequência a instauração de um processo contra este magistrado.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: João Leite de Oliveira 2º Outorgante: João de Almeida Garcia, casado com Maria José Mendes Barbedo
Notário: João Machado da Silva Outorgantes: João Augusto, Gaspar da Silva Guimarães Júnior e João Maria Dias Habilitação por óbito de José de Almeida
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: João Alves Miranda, casado com Fernanda Rosa Fernandes 2º Outorgante: João António Gonçalves Fernandes, casado com Astrid do Céu Pinto Pereira
Memórias de João Gomes de Abreu, copiadas por Justino Valente.
Transcrição da carta de D. João II (11/02/1514).
[Grupo de João Xavier de Carvalho na escola primária.]
Obrigações das missas de São Paio, pela vigília João Borião.
O Dr. Diogo Taveira, do desembargo do rei com alçada na comarca e correição de Entre Tejo e Guadiana e além de Guadiana foi a casa de D. Afonso, bispo de Évora e deu-lhe a conhecer uma bula do Papa Eugénio IV de concessão de privilégios aos frades do convento de São João Evangelista de Évora. Redactor: Afonso (?) de Resende, escrivão e tabelião da comarca de Entre Tejo e Guadiana e além de Odiana Localidade de redacção: Évora
Carta régia de Filipe I, datada de 1597, de confirmação de privilégios concedidos à ordem de São João Evangelista, emitida por solicitação dos reitores dos mosteiros da ordem. Os privilégios tinham sido concedidos por alvará de D. Afonso V e consistiam na isenção do pagamento dos dízimos das alfândegas. O documento traslada sucessivas cartas de confirmação de D. Sebastião e do próprio Filipe I. Localidade de redacção: Lisboa
Carta régia de D. Filipe I, de 11 de Junho de 1590, de confirnação de privilégio concedido por D. Afonso V, em 21 de Maio de 1455, aos mosteiros da congregação de São João Evangelista do reino, e posteriormente confirmado a 14 de Fevereiro de 1466, a 29 de Dezembro de 1482 e a 04 de Julho de 1573. O privilégio consistia na concessão da protecção real e de isenções. Redactor: Duarte Caldeira, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: João Henrique Bento, Vogal Executivo do Conselho de Administração do Hospital de S. Miguel.
Azulejos da nave da Igreja de São João Evangelista (Lóios), representando cenas da vida de S. Lourenço Justiniano.
Pormenor da estátua de "Giraldo Sem Pavor", em frente ao stand da Junta Regional Azeite, na Feira de São João
JOÃO. // Foi colocado na Casa da Roda. // Recebeu o batismo na igreja de SMP a 13/10/1817. Padrinhos: padre António Gomes, de Corujeiras, e Maria Gertrudes, moradora no lugar da Assadura.
A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de batismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Batista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de batismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objetivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos atos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (batismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respetivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de batismos, casamentos, óbitos, testamentos e rol de crismados.
A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de baptismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Baptista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de baptismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objectivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos actos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de baptismos, casamentos, óbitos e testamentos.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: João Manuel Queirós Campos, Presidente da Direção da Juventude Desportiva Carregosense.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Alexandra João Nogueira da Costa, Educadora de Infância.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: João da Costa Santos, representante do Sporting Clube de Bustelo.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: João José Dinis Garrett, Gerente da Caixa Geral de Depósitos.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: João Manuel Queirós Campos, Presidente da Direção da Juventude Desportiva Carregosense.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: João Manuel Queirós Campos, Presidente da Direção da Juventude Desportiva Carregosense.
Separata com o discurso de António de Oliveira Salazar na sessão solene da inauguração do Congresso, comunicação de [?] Gonçalves Rodrigues aos representantes da imprensa, apontamentos texto integral e recortes de jornal acerca da entrevista e a palestra proferidas por Guilherme Braga da Cruz ao microfone da Emissora Nacional, discurso datilografado proferido por Guilherme Braga da Cruz na sessão plenária preparatória do congresso, discurso datilografado de João de Matos Antunes Varela na sessão de encerramento, texto datilografado da crítica da oposição (candidatura de [?] Quintão Meireles) ao Congresso da União Nacional posta a circular clandestinamente e texto datilografado da tese de João Ameal que não foi discutida por ter sido retirada pelo autor.
Consulta acerca do requerimento em que Maria das Dores Teixeira e sua irmã Ana Máxima Teixeira pedem o pagamento dos vencimentos que ficaram em dívida ao seu falecido pai, João Xavier Teixeira, na qualidade de professor de desenho, licenciado, nas escolas primárias de Lisboa. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 9 de novembro de 1903, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 20 de novembro, escrito sobre o ofício.
Consulta acerca do requerimento em que Ana Ricardina de Sá Fróis Semedo solicita o pagamento dos vencimentos que ficaram em dívida ao seu falecido marido, João José Semedo Cardoso, juiz aposentado do Tribunal da Relação de Moçambique. Contém ofício da 7.ª Repartição da Direção-Geral de Contabilidade Pública da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar, de 15 de setembro de 1904, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 25 de outubro, escrito sobre o ofício.
Consulta acerca do requerimento em que Joana Emília de Mendonça e seus filhos pedem o pagamento dos vencimentos que ficaram em dívida ao seu falecido marido e pai, João Cabral, na qualidade de remador do escaler da estação de saúde de Ponta Delgada. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 4 de dezembro de 1903, e minuta de parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 16 de dezembro.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório.
Termo de juramento dado ao Juiz de Paz do circulo de S. João da Madeira.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.