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[Textos de apoio, apontamentos dactilografados, das disciplinas de Serviço Social I, Serviço Social III, Economia Prática. Sebenta de Introdução ao estudo das Ciências Sociais. Metodologia Geral das Ciências Sociais do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa]
[Nota informativa sobre a orientação de estágios finais. Ano lectivo de 1975-1976. Curso de Auxiliares Sociais]
[Apontamentos de Margarida Abreu sobre História do Serviço Social em Portugal; Maria Irene de Carvalho, Carla Pinto - Serviço Social em Portugal: uma visão crítica (cap. do livro Serviço Social : teorias e práticas; Ernesto Fernandes - O Serviço Social em Portugal: Historicidade e perspectivas (1998); plano curricular da disciplina de Teoria e Metodologia do Serviço Social I (1996-1997) do Instituto Superior de Serviço Social]
[Pasta que contém a descrição da documentação doada por Margarida Aguiar - designado por Fundo Margarida Aguiar e o trabalho por ela realizado na CUF; Listagem das Assistentes Sociais entrevistadas em 2003 e guião da entrevista; listagem da organização/evolução das disciplinas do Curso de Serviço Social entre 1964 e 1971; Indíces do conteúdo de levantamento sobre história do Serviço Social.]
[Trabalho realizado no âmbito do 4.º ano do Curso de Serviço Social do Instituto de Serviço Social por Maria Isabel P. L. Mascarenhas]
Coleção de relatórios de estágios realizados no Centro Paroquial de Alfama.
Processo referente à reunião de planos e programas de curso de assistente de serviço social.
Proposta de programação para o Instituto de Serviço Social (1969-1973); documentação base para preparação de avaliação interna do ISSSL e posterior avaliação internacional (Bureau des Affaires Sociales) I parte. Introdução ao programa do ISSSL (1967-1968).
Grelha de avaliação de trabalhos realizados por alunos do ISSSL (1970-1971); equipas responsáveis pela coordenação, leccionação e avaliação do sector do Ensino do ISSSL (1967-1970), regulamentos, distribuição de disciplinas e carga horária; relatos de reuniões de chefes de estágio do Curso de Serviço Social (1960-1963).
Listas nominais de assistentes sociais e familiares; lista de diplomadas (1948); texto de locução de Maria Helena Trigo e Maria Carlota Lobato Guerra (1951); convocatória das diplomadas, em circular, e anúncio da sessão de distribuição de certificados e programa (1956); programa da sessão de 1957, notícias de jornal, palavras da directora Maria Carlota Lobato Guerra, lista de diplomadas entre 1950-1951 e 1955-1956; lista e estatística de diplomadas (1960, 1962); abertura de aulas na instituições da igreja (1986); lista de inscritos para o curso de Serviço Social, reabilitação e educação (1950-1954, 1968-1972, 1952-1956).
[Manual/sebenta] da cadeira de "Ciência Política". Autoria: Mário Pinto/Instituto de Serviço Social.
[Sebentas/manuais] das cadeiras "Psicologia" e "Psicopatologia" de Miranda Santos e outros.
[Manual] da cadeira "Psicologia Geral : notas das aulas" do Pe. Álvaro Miranda Santos.
Apontamentos de várias disciplinas e notas pessoais dos estágios do ISSL, por Maria Teresa Lobo Moura.
Inquérito sobre a existência e funcionamento de gabinetes de Serviço Social em contexto empresarial; necessidades de formação no sector social; avaliação do trabalho social e do processo de grupo.
Apresentação do curso do ano lectivo de 1969-1970, programa, corpo docente e conteúdos leccionados.
[Sebenta/manual] da cadeira "Introdução ao Serviço Social", [co-autora e coligida por] pela [Assistente Familiar] Maria Margarida Abreu Teixeira da Costa e outros, destinada a vários anos lectivos.
[Manual/sebenta]/sumários e apontamentos da cadeira de Sociologia. Autorias: Carlos Augusto Fernandes de Almeida/Instituto de Serviço Social.
[Manual/sebenta]/sumários e apontamentos da cadeira de Sociologia. Autorias: Carlos Augusto Fernandes de Almeida/Instituto de Serviço Social/Instituto Superior de Serviço Social/Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa.
[Manual/sebenta]/sumários e apontamentos das cadeiras de Psicologia e Psicopatologia. Autorias: Miranda Santos, Aida Ferreira, Julieta de A. Rodrigues/Instituto de Serviço Social.
[Manual/sebenta]/sumários e apontamentos das cadeira de "Direito do trabalho", "Direito Social". Autorias: Basílio Horta, Mário Bigotte Chorão, Joaquim D. Silva Pinto/Instituto de Serviço Social.
[Manual/sebenta]/sumários e apontamentos das cadeiras de Estatística e Demografia. Autorias: Pedro Loff, Alberto Alarcão/Instituto de Serviço Social.
[Manual/sebenta]/sumários e apontamentos das cadeira de Economia]. Autoria: Francisco Pereira de Moura/Instituto de Serviço Social.
[Manual/sebenta]/sumários e apontamentos das cadeira de Economia]. Autorias: Joaquim Lalanda Proença/Instituto de Serviço Social.
[Manual/sebenta]/sumários e apontamentos das cadeira de Economia]. Autorias: Pe. João Rodrigues, Pe. Honorato Rosa/Instituto de Serviço Social.
[Manual/sebenta]/sumários e apontamentos dos seminários de Prospectiva. Autorias: Alberto [Gouveia] Vicente/Instituto de Serviço Social.
[Manual/sebenta]/sumários e apontamentos das cadeira de Economia]. Autorias: Pe. Avelino Rodrigues. Pe. Luís Moita/Instituto de Serviço Social.
Coleção de oito caricaturas de crítica social ao estado da formação do Serviço Social.
Indicações normativas do roteiro relativas ao relatório de "Avaliação da Aprendizagem na prática profissional dos alunos".
Manuais da cadeira "Introdução ao Serviço Social I" da [Assistente Familiar] Maria Margarida Abreu Teixeira da Costa e da cadeira "Serviço Social II" da Assistente Social Olga Pinheiro.
Textos sobre trabalhos práticos referentes ao 1.º curso de supervisores ao nível nacional, ministrado no ISSS-L.
Coleção de registo de aulas pelos alunos, roteiros de aulas, organizados por anos lectivos, disciplinas e programas.
Informação ISSSL (1983); Textos programáticos sobre o Instituto de Serviço Social (1963); Para uma definição de programas escolares do Instituto de Serviço Social (1963); Apresentação do Instituto de Educação e Serviço Social (1961-1962); cópias de condições de admissão de alunas do Instituto de Serviço Social (c. 1950); transcrição de desdobrável sobre a origem e organização do Curso de Assistente Social (o original será de 1945); fotocópia de brochura de apresentação do Instituto de Serviço Social (em francês - Institut de Service Social); texto de apresentação da orgânica e objectivos do Instituto de Serviço Social (1949).
[Álbum fotográfico de Maria Isabel Pimentel, assistente social em Angola (1969?). Contém cópia de uma fotografia do código de referência PT/UCP/CRCW/CDMA/B/001/010/001 (assinalada no envelope); álbum fotográfico com capa de tecido com fotografias de Luanda e Carmona (contém cópia de duas fotografias do código de referência PT/UCP/CRCW/CDMA/B/001/010/001, assinaladas no respetivo envelope) de autor não identificado (junto está cartão de visita de Carolina de Sousa Cavalheiro e Silva e José Sousa Silva, de Loulé); Maria Teresa Abrantes Pereira - Monografia do Guardão (1962); Relatório Missão CIDAC. S. Tomé e Príncipe (1976)]
Livro das profissões dos noviços do convento.
Constituições e decretos da Congregação dos Clérigos Regulares.
Breve relação da fundação e progressos do insigne mosteiro de Nossa Senhora da Conceição de Marvila das religiosas portu- guesas da Ordem de Sta. Brígida.
Certificado de entrega de relíquias no Mosteiro de Nossa Senhora de Jesus da Ordem de S. Francisco da Penitência.
Carta de D. Maria sobre as doações e mercês conce- didas ao Convento do Santíssimo Coração de Jesus para Carmelitas Descalças no sítio da Estrela, terras do Infantado (cópia)
Livro de capelas da sacristia do convento.
Livro de capelas e obrigações do convento.
Escrituras de compra (1527; 1591; 1592; 1599; 1601; 1602; 1614); Escrituras de contrato de instituição de capela (1590; 1553; 1677(2)); Escritura de obrigação (1658);Testamento de João de Guimarães (traslado de) -Lisboa, 1 de setembro de 1653 (f.260-26v). Escrituras de contrato de missa (1651; 1680); Escrituras de doação (1580; 1679; 1756); Escrituras de paga e quitação (1624); Escrituras de prazo (1584; 1587; 1597; 1614; 1623; 1638; 1671; 1691; 1690 (2)); Instrumentos de posse (1516; 1597; 1620; 1654 (2); 1679 (2); 1685; 1682 (2)); Requerimento e certidão de alvará (alvará 1632, certidão 1641); Requerimento e certidão de escritura de bens (1682); Requerimentos e certidões de escrituras de doações (doações 1446, 1527, certidões de 1756, 1689 respetivamente); Requerimento e certidão de contrato de missa (contrato 1618, certidão 1672); Requerimento e certidão de instituição de morgado (morgado 1646, certidão 1676); Requerimento e auto de posse (1682); Justificação de pobreza do convento (1612); Requerimento e certidão de paga (1685); Requerimentos e certidões de verbas de testamentos (1623; 1615; 1619); Certidão de verba de testamentos (1624; 1690); Requerimento para lançamento de testamento (1676); Requerimento e certidão de provisão régia (provisão 1617, certidão 1623); Testamentos (1573; 1632; 1678); Sentenças (1587; 1575; 1695; 1698; 1623 (3); 1657); Provisão do provedor (1641); Termo de obrigação (1649). Este livro contém índice. Nº original: 6º - 11.
"Sentença, preferida em Guimarães a 26 de agosto da era de 1373 por Lourenço Martins, dito Calado, vedor dos coutos e honras de Entre-Douro e Minho, cargo para que foi nomeado por carta régia datada de Lisboa a 6 de abril da era de 1373, mandado conservar à igreja de S. Gens de Montelongo, certas honras nas freguesias de Armil, Santa Ovaya a Antiga, Estorãos, Ribeiros, (Luinchaes?) e S. Gens. A sentença foi precedida da inquirição testemunhal em que foram ouvidos Pedro Lopes, juiz de Montelongo, Acenço Esteves, tabelião de Montelongo, Travassos e Freitas, e outros homens bons. Este documento não é original, mas um traslado passado na dita igreja de S. Gens, a requerimento de D. Gonçalo Martins, mestre escola do Porto e abade dela, por mandado do juiz de Montelongo Vicente Martins, e do dito Lourenço Calado, a 12 de setembro da era de 1377, dia em que a sentença foi publicada em S. Gens, pelo referido tabelião Acenço Esteves, sendo testemunha, entre outros, Gonçalo (Durão?) abade de (Luinchães?)."
Academia Brasileira de Letras é uma instituição literária brasileira fundada na cidade do Rio de Janeiro em 20 de julho de 1897 pelos escritores Machado de Assis, Lúcio de Mendonça, Inglês de Sousa, Olavo Bilac, Afonso Celso, Graça Aranha, Medeiros e Albuquerque, Joaquim Nabuco, Teixeira de Melo, Visconde de Taunay e Ruy Barbosa. É composta por quarenta membros efetivos e perpétuos (por isso alcunhados imortais) e por vinte sócios estrangeiros. Tem por objetivo o cultivo da língua portuguesa e da literatura brasileira. É-lhe reconhecido o mérito por esforços históricos em prol da unificação do idioma, do português brasileiro e do português europeu. Nomeadamente, teve um papel importante no Acordo Ortográfico de 1945, conseguido em conjunto com a Academia das Ciências de Lisboa, assim como foi de novo interlocutora quanto ao ainda "polêmico" Acordo Ortográfico de 1990. A instituição é responsável pela edição de obras de grande valor histórico e literário, e atribui diversos prêmios literários. A ABL remonta ao final do século XIX, quando escritores e intelectuais brasileiros desejaram criar uma academia nacional nos moldes da Academia Francesa. Esta tem quarenta cadeiras, ocupadas por quarenta membros efetivos perpétuos (no mínimo vinte e cinco devem morar na cidade que sedia a Academia, o Rio de Janeiro), sendo cada novo membro eleito pelos acadêmicos para ocupar uma cadeira vazia devido ao falecimento do último titular. Há ainda vinte membros estrangeiros correspondentes.[8] In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Academia_Brasileira_de_Letras
Acusa a receção do postal de Alfredo Pimenta com a imagem da Casa da Madre Deus e faz referência à bandeira da restauração hasteada. Informa que leu o artigo de Alfredo Pimenta e faz observações sobre os falsos monárquicos. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Faz referência à agressão de Aquilino Ribeiro a Alfredo Pimenta. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Faz referência à agressão de Aquilino Ribeiro a Alfredo Pimenta. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
[Memorando] ao Presidente da Câmara sobre o adiamento da Semana da Costa Verde e Montanhas – Região Norte; Oficio da [Comissão Regional] de Turismo do Alto-Minho (Costa Verde) dirigida ao Presidente da CM Guimarães reportando as conclusões e decisões de uma reunião efectuada no Hotel Império no Porto. (2 folhas, doc composto); Oficio da [Comissão Regional] de Turismo do Alto-Minho (Costa Verde) dirigida ao Presidente da CM Guimarães enviando um esboço do Programa da Semana da Costa Verde e Montanhas que irá decorrer em Lisboa. Anexo respectivo esboço de Programa. (10 folhas, doc composto); Oficio da Direcção Geral de Turismo dirigida ao Presidente da CM Guimarães relatando as decisões e grupos de trabalhos constituídos durante a reunião preparatória para a II Semana da Costa Verde a realizar no Estoril. (2 folhas doc composto); [Memorando elaborado pelo adjundo do Presidente da Câmara de Guimarães] sobre a reunião que decorreu no Hotel Turismo em Braga para debater a II Semana da Costa Verde no Estoril; [Memorando manuscrito sobre a II Semana da Costa Verde. Apontamentos tirados durante a reunião no Hotel Turismo?]; Telex da DGT Porto anunciando a alteração da data da reunião em Braga. (doc composto); Oficio da Direcção Geral de Turismo dirigida ao Presidente da CM Guimarães sobre a II Semana da Costa Verde no Estoril solicitando a presença do Presidente da Cm Guimarães. Em anexo um Memorando Prévio. (6 folhas, doc composto).
Condena a agressão de que foi vítima Alfredo Pimenta. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Condena a agressão de que foi vítima Alfredo Pimenta. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Declara-se admirador do escritor Aquilino Ribeiro e condena a sua agressão a Alfredo Pimenta. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Condena a agressão de que foi vitima Alfredo Pimenta e deseja o seu rápido restabelecimento. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Condena a agressão de que foi vítima Alfredo Pimenta. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Apresenta cumprimentos. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Lamenta a agressão de que foi vitima Alfredo Pimenta e deseja o seu rápido restabelecimento. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Manifesta a sua discordância com o atentado de que foi vitima Alfredo Pimenta. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Cartão de apresentação. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Condena a agressão de que foi vitima Alfredo Pimenta. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Reprova a agressão de que foi vítima Alfredo Pimenta e deseja-lhe as melhoras. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Condena a agressão de Aquilino Ribeiro a Alfredo Pimenta. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Reprova a agressão de que foi vítima Alfredo Pimenta e deseja-lhe as melhoras. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Pede para o ilibar do caso da agressão de que foi vitima Alfredo Pimenta. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas, cujos autores abaixo se indicam. A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Lamenta a agressão de que foi vitima Alfredo Pimenta e deseja o seu restabelecimento. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.