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Filiação: Joaquim Oliveira Torres e Helena Francisca Cordeiro Sousa Torres. Natural da freguesia de GUIMARAES-SAO PAIO, concelho de GUIMARAES
Filiação: Jose Ferreira Torres e Maria Conceicao Lopes Carvalho Torres. Natural da freguesia de REAL, Sao Jeronimo, concelho de BRAGA
Filiação: Abilio Martins Ferreira Torres e Julia Conceicao Faria Torres. Natural da freguesia de IDAES, Santa Maria, concelho de FELGUEIRAS
TORRES, Inocêncio José da Gaia (Padre). Filho de José Manuel da Gaia Torres e de Rosa Maria Rodrigues. Nasceu em Penso por volta de 1823. // Em 1858 era coadjutor do abade de Penso. // Morreu a 6/4/1898, no lugar de Felgueiras, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 75 anos de idade, sem testamento, e foi sepultado na igreja paroquial.
TORRES, João Francisco. Filho de Francisco Vaz Torres, natural de Alvaredo, e de Josefa Freijanes, natural de São Batista de Barcela, bispado de Tui. Nasceu em Alvaredo por volta de 1823 e foi batizado na igreja de Barcela, Galiza. // Lavrador. // Tinha 46 anos de idade, era solteiro, morava na sua freguesia natal, quando casou na igreja de Penso, a 2/6/1869, com Maria Luísa, de 39 anos de idade, solteira, nascida em Penso e batizada na igreja de Paderne «quando o lugar da sua residência pertencia à mesma», moradora em Felgueiras, lavradeira, filha de Jerónimo Rodrigues da Lama, natural de Paderne, e de Rosália Fernandes, natural de Penso. Testemunhas presentes: padre Manuel José Domingues e Ricardo Maria Rodrigues, casado, rural, de Felgueiras. // Morreu na sua casa do lugar da Fontainha, Alvaredo, a 15/10/1898, sem quaisquer sacramentos, por não terem chamado o pároco a tempo, com 74 anos de idade, viúvo, com testamento, sem filhos, e no dia seguinte foi sepultado na igreja.
TORRES, Joaquim José. Filho de Francisco da Gaia Torres e de Francisca Luísa Fernandes, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1854. // Tinha 21 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar de Felgueiras, quando casou na igreja da sua paróquia, a 21/10/1875, com Emília Bernardina, de vinte anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar da Carreira, filha de Luís Manuel Fernandes e de Joaquina Rosa Rodrigues, de Penso. Testemunhas: o padre MJD e Manuel Rodrigues, casado, rural, de Felgueiras. // Faleceu a 5/4/1894, no dito lugar de Felgueiras, com todos os sacramentos da igreja católica, com 40 anos de idade, no estado de casado com Emília Bernardina Fernandes, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja. //
TORRES, Justina das Dores. Filha de João Manuel Rodrigues Torres e de Rosa da Cunha Lima, lavradores, residentes no lugar das Lages. N.p. de Manuel José Rodrigues e de Teresa Maria Ferreira, de Paradela; n.m. de Anastácio José de Lima e de Marcelina Gonçalves, de Lages. Nasceu em Penso a 9/2/1860 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Domingos Manuel Esteves, solteiro, rural, e sua irmã, Justina das Dores Esteves, solteira, de Lages. // Lavradeira. // Casou na igreja local a 17/8/1895 com Francisco Joaquim Martins, de 63 anos de idade, natural de Alvaredo, viúvo de Maria Eufémia Barbosa Lobo. // Ficou viúva no dia 3/10/1898. // Faleceu no lugar do Maninho, Alvaredo, a 1/12/1940. // Mãe de Valeriano Martins (ver em Alvaredo).
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Augusto Martins Faria Torres, Júlio Manuel Faria Torres, Habilitação por óbito de Bernardino Lourenço Ferreira
Notário: João Machado da Silva Outorgantes: Augusto Martins Faria Torres, Júlio Manuel Faria Torres e Joaquim Machado Habilitação por óbito de Maria Amélia Gomes Saraiva
TORRES, Miguel (Padre). Filho de António Codesso Rodrigues Torres e de Ana Maria Gonçalves, lavradores-proprietários, residentes no lugar de Sante. Neto paterno de Diogo Rodrigues Torres e de Maria Rosa Fernandes Codesso; neto materno de Manuel Gonçalves e de Maria Gonçalves. Nasceu em Sante a 3/1/1818. // Seu pai, já viúvo, fez-lhe o património a fim de ele seguir a carreira eclesiástica, a 12/11/1839. // Era pároco de Cubalhão em 1855; depois foi abade colado em Rouças. // Morreu no domingo de Páscoa, 6/4/1899, em sua casa do lugar de Sante, e foi sepultado no adro da igreja de São Paio. Lê-se em “O Jornal de Melgaço”: «… Era possuidor de avultados meios de fortuna, mas, segundo ouvimos dizer, a senhora do bolo foi uma governante que tinha em casa há muitos anos, quando é certo que tem uma infinidade de sobrinhos, aos quais deixou a fabulosa quantia de cinquenta mil réis a cada um! Era o padre mais rico deste concelho, mas apesar disso achava-se subsidiado pela Bula!». // O padre deixou uma filha na dita governante (ver, em São Paio, biografia repetida).
Outorgantes: António Ferreira Torre; Carolina Ferreira Azevedo; Maria Ferreira Torre; Manuel Joaquim Oliveira Junior; Clementina Ferreira Torre; Angelina Ferreira Torre; Manuel Gonçalves Oliveira; José Ferreira Torre; Manuel Magalhães; Serafim António Pereira; Josefa Gonçalves; João Oliveira; Maria Pires; João Porfírio Cunha; António Magalhães. Notário: Francisco Ferreira Monteiro.
ARAÚJO, Manuel Caetano Torres. // Foi bacharel formado e pertenceu à Casa e Quinta de São Julião, SMP. // Faleceu a 23/3/1854 e foi sepultado na igreja da SCMM com ofício de caixão e música. Fizera testamento.Deixou por sua alma 300 missas, segundo sua tenção (que desde já, por seu testamento, as dá por aplicadas), e tudo obrado sem fausto e pompa, e sem maior aparato. Deixou por única herdeira uma filha natural, por nome Josefa Maria, e pede a Sua Majestade a haja por perfilhada para haver seus bens.
(Torres Novas) - Envio de dois exemplares da obra intitulada “Luz e Fogo”; pedido de colaboração no quinzenário «O Petardo» (quinzenário ilustrado político-humorístico de Torres Novas). Inclui um cartão a agradecer a colaboração de António Lino Neto no jornal.
(Torres Novas) - Caracterização da conjuntura política no círculo de Torres Novas; informação sobre os trabalhos desenvolvidos pelo remetente em prol da organização do Centro Católico; considerações sobre a candidatura a deputado de Alberto Dinis da Fonseca.
Avós paternos: Manuel José dos Santos Torres e Maria Costa e Silva Torres; Avós maternos: Marceliano de Jesus Pires e Adelaide Cipriana Pires; Averbamentos: N.º 1 - Faleceu em 1971-08-04, na freguesia de São João, Lisboa.
Projeto de pavimentação de vias.
Projeto de ampliação de tensão em freguesia rural.
Projeto de abastecimento de água.
Em primeiro plano, à direita, identifica-se o Banco Nacional Ultramarino, observando-se a sua a cobertura e, no seu alinhamento, a cobertura, também em forma de coruchéu prismático, do Banco de Portugal, situado na esquina da avenida Zarco e avenida Arriaga. Na faixa sul da avenida, destaca-se o edifício da "Radio Marconi" e a "Caixa Geral de Depósitos" confrontando a oeste com o "Golden Gate". Vislumbra-se ainda o baluarte norte do palácio de São Lourenço, o Teatro Municipal Baltazar Dias e, ao fundo, o começo da avenida Infante e o parque de Santa Catarina.
Observa-se a escadaria de acesso situada junto ao adro da igreja de Santa Cecília (ex-convento de São Bernardino).
Perspetiva obtida do 1.º andar do edifício localizado na esquina da rua da Sé com a rua dos Capelistas.
Perspetiva obtida da rua do Surdo. Veem-se dois homens na rua e um marco dos correios entre ambos.
À esquerda, em cima, vê-se o porto do Funchal e, em baixo, o estabelecimento "A Penha d'Águia", na rua Dr. António José d'Almeida, e a cobertura da nave central da Sé do Funchal. À direita vê-se o edifício do Banco Nacional Ultramarino, em primeiro plano, o edifício do Banco de Portugal e o Jardim Municipal. Ao centro estão as avenidas Arriaga (com o calcetamento da parte final ainda por acabar) e do Infante (com a subida já calcetada), mas ainda sem rotunda.