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Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, ao centro, Jorge Maia Ramos Pereira, o primeiro à esquerda.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, segundo a contar da esquerda, Capitão de Mar e Guerra Jorge Maia Ramos Pereira, à sua direita.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, o terceiro a contar da esquerda.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, o terceiro à esquerda.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 18 de Novembro de 1930, relativo à missão desempenhada por aquele navio em 14 de Novembro. No dia 08 saiu para conduzir do Tejo para Afurada (rio Douro), o salva-vidas “Gonçalo Dias”, pertencente ao Instituto de Socorros Náufragos. Tem diversos despachos cuja data mais recente é de 24/11/1930.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 24 de Outubro de 1928, relativo à comissão desempenhada por aquele navio em 20 de Junho do mesmo ano, data em que largou e foi fundear frente a Santa Apolónia a fim de destruir o vapor “Milton”, prosseguindo, assim, com a tarefa de destruição de cascos de navios afundados, no Tejo, que se tornam perigosos para a navegação. Tarefa executada com grande dificuldade e perigo pelo mergulhador Joaquim Sabino, tendo sido proposto um louvor ao mesmo. Tem diversos despachos cuja data mais recente é de 06/11/1929. As provas fotográficas integradas neste relatório, das quais desconhecemos a autoria, visam, sobretudo, ilustrar a destruição do vapor “Milton”. Contém na f. 9, prova fotográfica, colada, monocromática, de 8,7x11,5 cm com a seguinte legenda manuscrita: “Vigas de madeira ligadas por grossas cavilhas, provenientes dos destroços do vapor Milton”. Contém na f. 10, prova fotográfica colada, monocromática, de 8,7x11,5 cm com a seguinte legenda manuscrita: “Gerbe de uma mina (125 Kg de hematol) que colocada por fora e por baixo do costado, provocou o corte de alto a baixo do mesmo e que foi colocada a 40’ de profundidade. Fotografia tirada aproximadamente a 150m do local da explosão.” Na folha 11, prova fotográfica, colada, monocromática, de 12x8,6 cm com a seguinte legenda manuscrita: “Gerbe de uma mina com o peso bruto de 165 Kg (125 Kg de hematol) que provocou a completa destruição da popa e do hélice do “Milton”, por ter havido possibilidade de a colocar em local onde a sua explosão encontrou resistência e a 40’ de profund.a Fotografia tirada aproximadamente a 150m do local da explosão.” Na folha 12, coladas duas provas fotográficas, monocromáticas, de 11,5x8,6 cm com a seguinte legenda manuscrita: “Gerbes de minas (125 Kg de hematol) em que grande parte da acção expansiva dos gazes, produto da explosão, não tendo encontrado resistência, provocaram uma maior projecção de água. Fotografia tirada aproximadamente a 150m do local da explosão. Minas colocadas a 40’ de profundidade”. Contém na f. 13, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8,7x11,5 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Enfiamento ao NE (pinheiro notável com a chaminé da Fábrica das Chitas, de Xabregas) que é aproveitado para definir a posição da popa, proa e casa da máquina de Milton” e “Enfiamento ao N (chaminé da Estação Elevatória da Comp.a das Águas dos Barbadinhos pela 3ª janela contada de E da casa de oficinas da Companhia Portuguesa dos Caminhos de Ferro, pintada de cinzento) que cruzado com o NE dá a posição da popa do Milton.” Estas fotografias têm aposto tracejado a vermelho. Na pág. 14 encontram-se coladas mais duas provas fotográficas, monocromáticas, de 8,7x11 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Enfiamento ao N (chaminé da Estação Elevatória da Companhia das Águas dos Barbadinhos, pela 1ª janela, a contar de E, de uma casa branca que está por detraz [sic] de uma outra casa que apresenta duas estreitas e altas chaminés) que cruzado com o de NE dá a posição da prôa [sic] do Milton”. Estas fotografias têm aposto tracejado a vermelho.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 21 de Fevereiro de 1926, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 04 e 21 daquele mês, altura em que transportou, de Lisboa a Ponta Delgada, vários presos políticos, em resultado do acto revolucionário de 02 de Fevereiro. Devido ao mau tempo que decorria um dos prisioneiros terá proferido: “E ainda os políticos bramam contra os pagamentos em ouro dados à Marinha! Isto não há dinheiro nenhum que pague!” Chegou a Ponta Delgada em 15 Fevereiro tendo sido desembarcados os presos e entregues ao Comandante Militar dos Açores. Dali partiu no dia 18 e amarrado boia em frente da Praça do Comércio dia 21.
Documento
A primeira menção à existência de um 3º ofício no Tribunal Judicial de Guimarães surge num livro da distribuição cível de 1835, em que é escrivão José Inácio Abreu Vieira (1835/1839). Seguem-se-lhe na função os escrivães Valentim Moreira de Sá Sotto Maior (1837/1840), Manuel António de Barros Ribeiro (1841/1848), Francisco António Ilharco (1848), Francisco Joaquim Ferreira dos Santos (1850), Jorge Joaquim Peixoto da Costa (1868), Manuel Costa Vaz Vieira (1866/1869), Serafim Carneiro Geraldes Júnior (1850/1882), José Joaquim de Oliveira (1868/1909), Quirino de Sousa Cunha (1903), João Afonso Alves de Oliveira (1912), Caetano de Faria Lima (1914); Luís Cândido Lopes (1916-1933). Com a promulgação do Estatuto Judiciário, decreto n.º 15344 de 12 de abril de 1928, é alterada a sua denominação. Com efeito, no artº 687, pode ler-se, “(…) Nos juízos, enquanto não for possível obter casas apropriadas para o funcionamento das secretarias, cada um dos ofícios, instalados em separado, considerar-se-á uma secção da respetiva secretaria (…)”. No entanto, esta alteração só é evidente no início de 1933, período que de facto se encontra registado na documentação, inclusive nos livros da distribuição de 1929, sob a denominação de secção. O último escrivão a exercer com a denominação de ofício foi Luís Cândido Lopes até 1933, continuando após essa data o mesmo escrivão a exercer o cargo, agora com a designação de secção.